segunda-feira, 31 de maio de 2010

Hoje, 31 de maio, é dia de combate ao tabaco. Que muitas pessoas reflitam nesse dia sobre o mal criado pelo fumo e que haja uma libertação de tão grande e vil escravizador. Com o fumo, paga-se para ir contaminando tudo e todos, inclusive, antecipando problemas de saúde e até a morte.
"E, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" (João 8:32). Permita-me parafrasear um texto bíblico muito conhecido: "Vinde a mim, todos os que são dominados por esse vício terrível do fumo, e Eu (Jesus) vos aliviarei e vos libertarei" (Mt 11:28).
Mate o tabaco, antes que ele te mate!

Exite Um Deus


“Todo aquele que se dedica ao estudo da ciência chega a convencer-se de que nas leis do Universo se manifesta um espírito sumamente superior ao homem, e perante o qual nós, com nossos poderes limitados, devemos humilhar-nos” 
Albert Einstein 
“Fascinam-me alguns acontecimentos estranhos na astrologia atual... A evidência astronômica conduz ao ponto de vista bíblico da origem do mundo” 
Robert Jastrow – Diretor do Instituto para Estudos Espaciais da Nasa 
“No principio criou Deus os céus e a terra” (Gênesis 1:1).
Você alguma vez contemplou o céu à noite – ou sentiu o dedo apertado pela pequenina mão de um bebê – e se sentiu impressionado? O mundo está cheio de maravilhas onde quer que olhemos. Quem fez tudo isso? Surgiu por acaso? Porventura há um Deus que, como diz a Bíblia, criou “os céus e a terra”?
Alguém pode negá-lo? Se dizemos que não há Deus, todas as maravilhas que nos rodeiam não são mais que casualidades. Os bilhões de estrelas no céu apareceram por acaso e produziram a sua própria energia para manter o seu curso no espaço. A terra tem, por casualidade, uma camada sem a qual não poderia crescer nada. O ar que respiramos – que tem somente 80 quilômetros de espessura e cuja concentração é necessária para manter a vida – é apenas outra casualidade nas leis da física. 
Pode crer que tudo isso é pura casualidade? Acaso não é mais lógico supor que um ser supremo planejou tudo o que existe no Universo? Pense nos depósitos de carbono, de zinco, de ouro e de urânio. Existem por casualidade? E que é o que impede que os lagos se congelem de todo, até o fundo, impossibilitando assim que sobrevivam os peixes? 
Por que a terra gira a uma velocidade determinada e estável, de modo que haja o dia e a noite? Quem a inclina para que haja estações? Ninguém realmente sabe nem por quê nem como funciona a atração magnética.
Ou pense no Sol, que alimenta um fogo com o calor exato para nos manter na terra, nem tanto calor que nos cozinhe nem tão pouco que nos congele. Quem mantém esse fogo? 
E que lhe parece o corpo humano, essa combinação complexa de ossos, músculos, nervos e vasos sangüíneos? O cérebro humano tem uma capacidade muito maior do que poderia ter o melhor computador jamais imaginado. Os rins constam de aproximadamente 450 quilômetros de tubos muito pequeninos, e no transcurso de um só dia filtram 175 litros de água do sangue.
E o que podemos dizer do coração! É uma bomba incrivelmente forte, constituída de quatro compartimentos e quatro válvulas. A fim de suprir o sistema circulatório, que tem cerca de 20.000 quilômetros de vasos sangüíneos, ele movimenta 19.000 litros de sangue a cada dia, quase o suficiente para encher um vagão ferroviário. O coração, que a cada minuto bombeia todo o sangue do corpo, bate 100.800 vezes ao dia, e cerca de 2.500.000.000 de vezes no transcorrer de uma vida.
Antes que você diga que não há Deus, pense nestas maravilhas. Toda a criação prova que há um Criador. Então, por que alguns duvidam da existência de Deus? Como podemos estar certos de que realmente ele existe e se interessa por nós?
A Bíblia diz que por natureza estamos mortos em “delitos e pecados” (Efésios 2:1); que estamos “separados da vida de Deus” (Efésios 4:18). Assim como o corpo sem vida está morto, também qualquer outra pessoa separada de Deus está espiritualmente morta, segundo a Bíblia. Se permanecermos mortos espiritualmente, não nos será possível conhecer a Deus. Todos necessitamos de uma nova vida. Precisamos ser purificados do pecado e libertos do seu castigo, a fim de voltarmos a ter comunhão com Deus. Foi isto que Cristo quis dizer ao afirmar:“Necessário vos é nascer de novo” (João 3:7).
Deus enviou o seu único Filho, Jesus Cristo, para que desfrutássemos uma vida nova eterna. A Bíblia diz: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).
Através da sua morte e ressurreição, Cristo pagou pela nossa salvação. Assim ele destruiu o poder do pecado e da morte, permitindo-nos possuir a vida eterna.
Jesus Cristo disse: “...eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância” (João 10:10).
Receber a vida que Cristo oferece é o que significa nascer de novo. Essa vida nova e eterna será sua se você reconhecer que é um pecador e receber a Cristo como seu Salvador e Senhor.
“Deus nos deu vida; e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida” (I João 5:11-12).

Autor: Dr. J. Allen Blair

sábado, 29 de maio de 2010

Assuma o Controle da Sua Vida

  • Por que muitas vezes perdemos o controle de nossas vidas?
  • O que fazer quando as pessoas se aproveitam de nós?
  • Por que em algumas ocasiões temos dificuldade em dizer não?
  • Como impor limites?


Estabelecer limites bem definidos é essencial para uma vida saudável e equilibrada. Limite é uma linha divisória pessoal que determina as coisas pelas quais somos responsáveis. Em outras palavras, os limites definem quem somos ou quem não somos e causam impacto sobre todas as áreas da nossa vida.

  • Os limites físicos nos ajudam a determinar quem, e sob quais circunstâncias, pode nos tocar.
  • Os limites mentais nos dão a liberdade de ter nossos próprios pensamentos e nossas próprias opiniões.
  • Os limites emocionais nos ajudam a lidar com nossos próprios sentimentos e a nos libertar das emoções danosas e prejudiciais a outras pessoas.
  • Os limites espirituais nos ajudam a distinguir a vontade de Deus da nossa e a renovar a admiração por nosso Criador.
As respostas a estas e muitas outras questões, embasadas na Bíblia, ensinando-nos a como estabelecer limites saudáveis com nossos pais, cônjuges, filhos, amigos e até conosco mesmo são dadas pelos autores Dr. Henry Cloud e Dr. John Towsend, no livro LIMITES, da editora Vida.

Servindo Uns aos Outros

 SERVINDO UNS AOS OUTROS
Lucas 22:24-27

INTRODUÇÃO: De acordo com as palavras do texto, ditas durante a última ceia narrada por Lucas, Jesus provoca todo o modelo mental reinante. A lógica em curso é que serve quem está “por baixo”, e é servido aquele “mais importante”. Não é a toa que este mundo funciona tão mal, tem tanta injustiça e tantas pessoas infelizes.

O MAIOR EXEMPLO – Jo 13:14
Jesus traz um ensino não somente com palavras, mas com sua própria vida. Ele é sério e muito determinado quando trata desse assunto de serviço. Sua palavra aos discípulos não soa como sugestiva, mas como ordem a ser cumprida. Como Ele é Senhor, pode ordenar. Ordena e manda com a autoridade de quem vive.

ROMPENDO O EGOÍSMO – Gl 6:2
Mas, sendo bem franco, parece-me que a palavra do “mundo”, que o maior deve ser servido, faz mais sentido. Pense comigo: Aquela pessoa que chegou naquela posição trabalhou, esforçou-se, destacou-se. Ela merece. Certo? Errado! Essa lógica é típica da natureza pecaminosa e decaída da humanidade. Faz parte de um pensamento egoísta e ensimesmado.

UMA LIÇÃO FORA DO COMUM
Conta-se de uma pessoa que se mudou para outro país. Este país era feito de pessoas muito generosas e educadas. Logo de início, um de seus novos colegas ofereceu-se para dar uma carona toda manhã. Chegavam cedo na empresa e seu amigo estacionava o carro bem longe da porta de entrada. Eram duas mil vagas no estacionamento. Demoravam algum tempo caminhando naquele grande estacionamento vazio. Nos primeiros dias ele não disse nada. Até que chegou um dia que perguntou: “Você tem lugar demarcado para estacionar aqui? Notei que chegamos bem cedo, o estacionamento sempre vazio, e você deixa o carro lá no final”. Seu colega logo respondeu, simples assim: “é que chegamos cedo, então temos tempo de caminhar – quem chegar mais tarde já vai estar bem atrasado, melhor que fique mais perto da porta, você não acha?”

FAÇA UMA REFLEXÃO
Imagine-se participando de um grupo de dez pessoas, sendo que todas as dez querem ser servidas. O que aconteceria? Algumas ou todas ficariam infelizes e insatisfeitas. Agora imagine que todas, sem exceção, decidissem servir umas às outras. Certamente todas ficariam felizes.
Essa é a lógica do servir: se todos servirem, todos serão servidos.

CONCLUSÃO: Não é difícil imaginar a revolução na sociedade se tivéssemos a atitude de servir uns aos outros. O ensino de Jesus, portanto, é revolucionário. “Agora que vocês sabem estas coisas, felizes serão se as praticarem” (Jo 13:17).
Afinal, no Reino de Deus, quem não serve não serve!

O Caráter de Cristo em Nós

O CARÁTER DE CRISTO EM NÓS
Ef 4:11-13

INTRODUÇÃO: Conforme João 15 os ramos que dão frutos são os mais podados, porque assim estarão sempre produzindo. Qual o propósito do tratamento de Deus?

1 – TRANSFORMAR-NOS À IMAGEM DE CRISTO – Rm 12:2
1 Co 3:18 - "E todos nós com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Espírito do Senhor".
Tranformar é operar uma mudança completa de um formato fazendo outro. Ex: metamorfose - processo de transformação da lagarta em borboleta.
O cristão também deve passar por transformação a cada dia.

2. PURIFICAR-NOS DE TODA IMPUREZA - Is 1:22-25
Deus quer nos tornar puros. Nós somos como o metal, preparados para o uso. Toda sujeira e sobras são trazidas à superfície para serem lançadas fora. Nestes últimos dias, Deus quer remover todas as escórias dos seus filhos, pois Ele quer o desenvolvimento do caráter em todos nós.

3. LIMPAR AS NOSSAS VESTES – Ec 9:8
Em Ml 3:2 diz que JESUS é como fogo dos ourives e como sabão dos lavandeiros.
Ele sabe como nos lavar (bater) sem nos machucar, sabe limpar as nossas vestes.

4. TORNAR-NOS VASO DE HONRA - 2 Tm 2:19-20
Ex: O barro na mão do oleiro. Deus quer que sejamos vasos de honra, Jr 18:6.
Judas Iscariotes - foi vaso para desonra.
Nós devemos expor desde cedo as nossas falhas à Deus, para sermos tratados e curados, assim seremos vasos de honra.

5. TRAZER CRESCIMENTO ÀS NOSSAS VIDAS - Is. 54:2
Deus quer ampliar a capacidade de cada um de nós, a capacidade de liderar a Sua Casa, a fim de receber mais do Senhor.
Em Is. 60:5 diz que o coração da pessoa pode ser dilatado a fim de que seu depósito espiritual também aumente. Deus tem interesse em expandir o nosso ministério para darmos frutos.

6. LEVAR-NOS A UMA BUSCA INTENSA – Jr 29:13
O calor das batalhas é para aproximarmos mais de Deus. Os tratamentos são para motivar o homem a se voltar para Deus como a sua única força. Uma pessoa que quer vencer deve aprender a buscar a Deus em tempos difíceis. Jesus aprendeu pelo que sofreu. É a experiência que nos capacita a conduzir outros.

7. CONDUZIR-NOS PELO ESPÍRITO – Rm 8:14
Ser cheio do Espírito é uma ordem. Ef.5:18b.
Deus sabe como extrair o melhor de cada um de nós. Ao extrair o suco da uva, a semente não pode ser esmagada. Deus é o pisador das uvas que somos nós. Ele deseja nos ver cheios, então nos aperta. O processo é duro, doloroso, mas Deus sabe como fazer, para não nos tornarmos amargos. Deus não deseja filhos amargos. Ele quer ver Seu Espírito fluindo através de nós.

CONCLUSÃO: Entregue-se por completo a Deus e Ele realizará uma obra poderosa na sua vida. Como luz devemos ser diferentes, mas essa mudança será operada por Deus.

A Importância do Deserto

A Importância do Deserto
Mc 1:3
Introdução: O precursor de Jesus, João Batista, escolheu desenvolver o seu ministério no deserto. Creio que a escolha foi baseada numa direção divina, que tinha como objetivo fazer com que, tanto João, quanto o próprio povo, tivessem experiências significativas com Deus. Sobre as bênçãos decorrentes do deserto, é que queremos falar nesta ocasião.

1. Um Lugar Para Ouvir a Deus – Hb 3:15
O deserto, para João Batista, representava um lugar especial onde teria condições de se afastar das distrações desta vida, a fim de poder ouvir as ordens de Deus.Todos nós vivemos num mundo agitado, onde nos vemos, muitas vezes, obrigados a correr para cima e para baixo tentando cumprir nossas agendas diárias; mas nem sempre nos damos conta de que tal agitação pode nos distanciar daquele lugar de comunhão, no qual podemos ouvir a suave voz de Deus. Nestas horas é que percebemos o quanto necessitamos tomar a decisão de procurar o "deserto nosso de cada dia", para que ali Ele fale de maneira que possamos ouví-Lo, sem as interferências que, naturalmente, nos rodeiam todos os dias. 
O nosso deserto pode significar um quarto fechado para oração, um tempo recolhido à sós com Deus, ou apenas um lugar e um tempo, quando estar em Sua presença é a coisa mais importante para nós. Se deixarmos de ouvir a Deus em nosso caminhar diário, correremos o risco de perder a direção, a visão e o propósito maior para nossa existência. Por isso, precisamos ouví-Lo.

2. Um Lugar de Renúncia – Mt 16:24
As multidões partiam para o deserto a fim de se encontrar com João e ouvir sua mensagem. Com isso, cada um estava deixando de lado sua casa, seu compromisso, seu conforto, seu trabalho. Tal atitude representava renúncia e despojamento da velha estrutura de vida rotineira, em busca de algo que eles consideravam ser importantes para suas vidas. Cada um estava demonstrando com esse comportamento, a disposição de renunciar algo de valor para obter o que era ainda mais precioso.
Essa experiência nos ensina a não esperar a bênção "em domicílio", mas a valorizá-la a ponto de seguir em sua busca. Os que não estavam dispostos a deixar tudo e partir para o deserto, também não estariam dispostos a deixar posturas erradas para assumir um compromisso com Deus.
Não queremos, com isso, dizer que precisamos "comprar" a bênção de Deus, anulando, assim, a graça que há em Cristo Jesus. É claro que todas as bênçãos nos são concedidas pela graça, e não pelo esforço humano. No entanto, nossas atitudes externas demonstram a intensidade do desejo do nosso coração.

3. Um Lugar Desprovido De Religiosidade – Lc 6:46
Cremos que ao pregar o Evangelho de Deus no deserto, João Batista estava promovendo a ruptura com a hipocrisia dos líderes religiosos de sua época, que dava mais valor às suas vestimentas sacerdotais e objetos sagrados, do que fazer verdadeiramente à vontade de Deus. Muitos queriam impressionar o povo com uma aparência de piedade, mas seus corações estavam vazios de Deus e da sua unção. João Batista chocava a multidão, por que suas vestes não eram semelhantes às de um religioso. Sua comida e sua habitação eram totalmente diferentes do convencional. Mas a sua vida expressava tremendo poder e unção do Alto. 
Com tudo, isso cremos que Deus estava querendo incutir na mente das pessoas, que elas deveriam estar preparadas para receber algo diferente do habitual. O objetivo era o de ajudar o povo a romper com aquela religiosidade infrutífera para que pudesse receber de Deus a verdadeira mensagem, totalmente desprovida de religiosidade, o que faria toda diferença em suas vidas.

Conclusão: O deserto no ministério de João Batista foi um lugar especial onde ele e o povo puderam separar-se para ouvir a voz de Deus, de forma mais clara. Para receberem a mensagem do Altíssimo, as pessoas tiveram de deixar o conforto do lar, demonstrando interesse de renunciar coisas importantes por algo de maior valor: a Palavra de Deus. João Batista vestia-se de forma diferente dos religiosos da época, passando sempre a mensagem de que a verdadeira transformação procede de dentro para fora, e não o contrário, por meio de uma verdadeira atitude de arrependimento.

Os Cristãos No Tempo Das Perseguições

Desde o séc. 1º a religião cristã difundiu-se rapidamente em Roma e em todo o mundo, não só pela sua originalidade e universalidade, mas muito também pelo testemunho de fervor, de amor fraterno e de caridade demonstrada pelos cristãos para com todos. As autoridades civis e o próprio povo, antes indiferentes, demonstraram-se logo hostis à nova religião, porque os cristãos recusavam o culto ao imperador e a adoração às divindades pagãs de Roma. Os cristãos foram por isso acusados de deslealdade para com a pátria, de ateísmo, de ódio pelo gênero humano, de delitos ocultos, como incesto, infanticídio e canibalismo ritual; de serem causa das calamidades naturais, como a peste, as inundações, a carestia, etc.
Clique no título e seja conhecedor desse fato real da história. 

As Catacumbas de Roma


As catacumbas são antigos cemitérios subterrâneos, usados por algum tempo pelas comunidades cristãs e judaicas, sobretudo em Roma. As catacumbas cristãs, que são as mais numerosas, originaram-se no secundo século e a escavação continuou até à primeira metade do quinto século.
Elas foram, na origem, apenas lugares de sepultura. Aqui os cristãos reuniam-se para celebrar os ritos fúnebres, os aniversários dos mártires e dos defuntos.
Em casos excepcionais, durante as perseguições, serviram também como lugar de refúgio momentâneo para a celebração da Eucaristia. Elas nunca foram usadas como esconderijos secretos dos cristãos, sendo isso pura lenda, ficção, proposta por romances e filmes.
Acabadas as perseguições, sobretudo no tempo do papa São Dâmaso (366-384), as catacumbas tornaram-se verdadeiros e próprios santuários dos mártires, centros de devoção e de peregrinação de cristãos de todas as partes do império romano.
Também existiam em Roma, naquela época, cemitérios ao aberto, mas os cristãos, por diversos motivos, preferiram os cemitérios subterrâneos. Antes de tudo eles recusavam o uso pagão da cremação dos corpos. A exemplo da sepultura de Cristo, eles preferiam a inumação, por um senso de respeito para com o corpo destinado um dia à ressurreição dos mortos.
Esse sentimento vivo dos cristãos criou um problema de espaço, que influiu fortemente no desenvolvimento das catacumbas. Caso tivessem utilizado apenas cemitérios ao aberto o espaço disponível deveria exaurir-se em pouco tempo, visto que normalmente os cristãos não reutilizavam os sepulcros. As catacumbas resolveram o problema de forma econômica, prática e segura. Como os primeiros cristãos eram, em sua maioria, gente pobre, essa forma de sepultura foi decisiva.
Existiram, entretanto, outros motivos que levaram à opção da escavação subterrânea. Era vivíssimo nos cristãos o sentido de comunidade: eles desejavam estar juntos também no "sono da morte". Além disso, esses lugares eram apartados permitindo, particularmente durante as perseguições, reuniões comunitárias reservadas e discretas e consentindo o livre uso dos símbolos cristãos.
Em conformidade com a lei romana, que proibia a sepultura dos defuntos no recinto interno às muralhas da cidade, todas as catacumbas estão situadas ao longo das grandes estradas consulares e, geralmente, na imediata área suburbana daquele tempo.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O Sucesso da Igreja Depende da União dos Membros

O SUCESSO DA IGREJA DEPENDE DA UNIÃO DE SEUS MEMBROS
2 Rs 10:15
Cada pessoa possui uma história escrita com lágrimas, alegrias, falhas, coragem, timidez, ousadia, insegurança, sonhos, sucessos e frustrações. Somos distintos na obra da criação, uma vez que somos seres pensantes, dotados de inteligência, sentimento e vontade. Feitos à imagem e semelhança de Deus, possuindo espírito, alma e corpo não podemos ignorar as reais necessidades em cada área da vida para que não retrocedamos, mas avancemos sempre. A falta de maturidade e firmeza naquilo que conquistamos leva-nos a focarmos mais uma área do que a outra e vez por outra desprezamos áreas da vida sendo indisciplinados.
Exemplo: (1) não posso deixar de buscar a Deus, isto é, de congregar para alimentar meu espírito, porque estou cuidando do bem-estar do corpo. (2) não posso ficar visitando igrejas todos os dias deixando de atender à família. Temos que estar ligados a uma Igreja que já nos é suficiente – pois Deus não se limita a esta ou aquela igreja, mas quem dá as diretrizes para o agir de Deus somos nós mesmos.
Por causa disso podemos ter exemplos de pessoas que se deram mal. Jesus afirmou: “que adianta o homem ganhar o mundo e perder a sua alma?” (Mt 16:26).
I - A MALDIÇÃO DA DESUNIÃO
“Pluralidade que não se reduz à unidade é confusão; unidade que não depende de pluralidade é tirania” (Blaise Pascal).
O próprio Jesus falou que uma casa dividida não prospera, mas vai cair na ruína: “Mas, conhecendo ele os seus pensamentos, disse-lhes: Todo o reino, dividido contra si mesmo, será assolado; e a casa, dividida contra si mesma, cairá” (Lc 11:17).
O nosso dever de afastamento daqueles que se desviaram da verdade é muito mais bíblico do que a busca pela unidade a qualquer custo: "E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles" (Rm 16:17). Essa admoestação não se dirige à observação somente dos "hereges", mas também contra os que promovem "dissensões" doutrinárias, "Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples" (Rm 16:18).
II - A BÊNÇÃO DA UNIÃO
O próprio Deus dá uma declaração que quando o ser humano se une num mesmo propósito não haverá dificuldade em atingir os objetivos: “Eis que o povo é um, e todos
têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e, agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer” (Gn 11:6).
Paulo roga pelo amor de Deus que sejamos unidos: “Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa e que não haja entre vós dissensões; antes, sejais unidos, em um mesmo sentido e em um mesmo parecer” (1 Co 1:10).
Orando ao Pai, Jesus disse: "Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós... E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste" (João 17:11, 20 e 21). Essa idéia de unidade do corpo de Cristo resulta da idéia central da Tri-Unidade de Deus. Por isso que o apóstolo Paulo declarou: "Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão" (1 Coríntios 10:17).
A unidade do Corpo de Cristo permite a união dos desiguais: "Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos... E, se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? Assim, pois, há muitos membros, mas um corpo" (1 Co 12:13-14 e 19-20). Paulo assim escreve para demonstrar que cada membro do corpo é diferente um do outro, mas forma uma unidade: uns são mãos, outros, pés, outros olhos, assim por diante - não somos todos apenas um membro do corpo, mas vários membros formando um só corpo: "E o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti; nem ainda a cabeça aos pés: Não tenho necessidade de vós. Antes, os membros do corpo que parecem ser os mais fracos são necessários;... Para que não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual cuidado uns dos outros. De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele" (vs. 21-22; 25-26).
III - UMA QUESTÃO DE ESFORÇO
A unidade deve ser buscada mesmo que mediante o esforço. "Esforçai-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz" (Ef.4.3). A palavra vínculo significa nó ou tudo o que estabelece ligação. Nós, como cristãos, precisamos enfatizar os nossos vínculos acima das nossas diferenças. O mesmo Senhor, o mesmo Espírito, o mesmo batismo, a mesma fé, a mesma esperança, tudo isso são vínculos que nos unem. São os fundamentos do cristianismo. Não devemos nos separar por causa de questões tão menores do que o amor de Cristo.
Muitas vezes, os irmãos começam a promover disputas e contendas entre si. Isso, além de ser destrutivo, desvia o cristão de seu papel espiritual. Paulo diz que "a nossa luta
não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso e contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestiais" (Ef.6.12). Se os irmãos guerrearem entre si, ou se omitirem no quesito unidade, estarão dando trégua na guerra contra Satanás e, assim, só ele ficará satisfeito.
CONCLUSÃO: "Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião; porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre" (Salmos 133).

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Débora, Uma Mãe em Israel | Mensagens | Chamada

Hoje, vivendo em um mundo dirigido pelo sucesso e pelas realizações materiais, é fácil esquecer que Deus não deseja tanto as nossas habilidades, mas sim a nossavontade, o nosso querer que vem da fé. Na época dos juízes, uma mulher chamada Débora tornou-se líder de Israel. Pelos nossos padrões, ela também era uma candidata improvável para essa tarefa tão relevante. A Bíblia fala pouco sobre suas credenciais, a não ser que era esposa e mãe (Jz 4.4; Jz 5.7), o que não a qualificava para dirigir um país. Porém, Débora tinha a mesma vantagem que Davi: ela tinha fé em Deus.
Débora, Uma Mãe em Israel | Mensagens | Chamada

Discipulado é Responsabilidade Voluntária

"Deus cria a partir do nada. 
Portanto, enquanto o homem não se reduzir a nada,
Deus não poderá fazer nada com ele"
(Martinho Lutero).

Os homens que Jesus chamou para andar perto não eram os milionários da sua época e nem os grandes líderes religiosos existentes nas sinagogas, não eram políticos expressivos e nem autoridades de alto escalão do governo, eram homens comuns, mas que tinham em suas vidas algo que atraiu o olhar e a atenção de Jesus sobre eles.
Infelizmente, temos visto em nosso século, uma prostituição ética e promiscuidade eclesiástica sem precedentes, onde aquilo que não é a ênfase bíblica se tornou a galinha dos ovos de ouro de uma grande quantidade de cristãos, que professam sua fé, baseados em artimanhas humanas, e sutis que no passado já desviou a igreja primitiva de sua real comissão, que era levar todo homem a ser parecido com Jesus.
Será mesmo que você está disposto a abrir mão dessa boa vida onde cobra dos pastores ou dos seus lideres sempre um banquete espiritual que vai mudar a sua vida?
Existem pessoas que estão morrendo, existem amigos teus que estão sendo aliciados pelo diabo para ser tornarem dependentes do álcool, das drogas, talvez teu vizinho esteja agora pensando em suicídio e teu amigo de trabalho possa estar chorando sem saber pra onde correr.
Mas e você?
Esta feliz porque recebeu seu alimento do dia a dia, de vez em quando você reclama que as pessoas não fazem nada na igreja, cobra de todo mundo.
Mas você mesmo está com a sua bandeja vazia, cadê os teus frutos?
Onde estão às pessoas que Deus te usou para ganhar para o Reino de Deus ou o que você tem oferecido a Deus como sacrifício vivo e santo e agradável?
Cuidado! Você pode estar sendo enganado por você mesmo, talvez você ache que é um cristão verdadeiro só porque vai à igreja, porque alguém está te discipulando ou porque dá o seu dizimo e ofertas todo mês na igreja, mas apenas isso não é suficiente para se tornar um verdadeiro cristão.
"Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi, e vos nomeei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça" (Jo 15:16).

"Não existe discípulo genuíno sem morte, ou seja, sem passar pela cruz" (Dietrich Bonhoefer).

Saia da Sombra dos Outros - Tome a Iniciativa

Não espere um sorriso para ser gentil...
Não espere ser amado para amar...
Não espere ficar sozinho para reconhecer o amor de quem está ao seu lado.
Não espere ficar de luto, para reconhecer quem hoje é importante para você!
Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar.
Não espere a queda para lembrar-se do conselho.
Não espere a enfermidade para saber quão é frágil à vida.
Não espere ter dinheiro aos montes, para então contribuir.
Não espere por pessoas perfeitas para então se apaixonar.
Não espere a mágoa para pedir perdão.
Não espere a separação para buscar a reconciliação.
Não espere elogios para acreditar em si mesmo.
Não espere a dor para acreditar na Oração.
Não espere o dia da sua morte sem antes...
Dar o melhor de você para servir a Deus.

"Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade..." (Salomão).

terça-feira, 25 de maio de 2010

Um Pouco Mais

Renovação - Uma Perspectiva Bíblica

Renovação é a essência do Cristianismo dinâmico e a base sobre a qual os cristãos, tanto no sentido de "corpo" ou de grupo, como no sentido de crentes individuais, podem determinar a vontade de Deus. Paulo tornou isto bem claro ao escrever aos cristãos romanos: "transformai-vos pela renovação da vossa mente". Então continuou ele: "Para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12:2). Aqui Paulo fala de renovação num sentido organizacional. Paulo pede que estes cristãos, como um corpo de crentes, desenvolvam a mente de Cristo mediante a renovação grupal.
A  renovação pessoal  não  acontecerá  como  Deus pretendia a menos que se efetue no contexto da renovação organizacional. Por outro lado, a renovação do grupo não acontecerá como Deus pretendia sem a renovação pessoal. Ambas são necessárias.
Todas as igrejas locais, porém, são formadas de unidades menores contidas uma dentro da outra, mas inter-relacionadas. A família na Bíblia emerge como a "igreja em miniatura". Por sua vez, a família é constituída de uma unidade social menor—o casamento. A renovação pessoal, que está inseparavelmente ligada a todas as outras unidades básicas. O casamento é constituído de dois indivíduos que se tomam um. A família é constituída de pais e filhos que também devem refletir a mente de Cristo. E a igreja é constituída não apenas de indivíduos crentes, mas também de casais e famílias.
Embora todas estas unidades sociais sejam inter-relacionadas, a renovação bíblica pode começar dentro de qualquer unidade social específica. Mas onde quer que se inicie, na igreja, nas famílias, nos casamentos ou nos indivíduos, o processo imediatamente afeta todas as outras unidades sociais. Uma coisa é certa: tudo o que Deus diz é coerente e harmonioso. Ele não possui um conjunto de princípios para a igreja, outro para a família, outro para maridos e mulheres a ainda outro para os crentes como indivíduos. Por exemplo, os princípios que Deus esboça para os anciãos das igrejas locais, pais e maridos, concernentes a seu papel como líderes, são inter-relacionados e coerentes. Se não o forem, podemos estar certos de que não interpretamos corretamente o plano de Deus.

Do Livro "A Estatura de Um Cristão" - Gene A. Getz - Editora Vida

A Doutrina Bíblica da Eleição

Eleição! Que palavra abençoada! Que doutrina gloriosa! Quem não se regozija ao saber que foi escolhido para uma grande bênção! A eleição é para a salvação - a maior de todas as bênçãos. E é estranho dizer que é uma verdade negligenciada, mesmo por muitos que dizem crer nela. Outros têm um sentimento de repulsa à simples menção desta verdade revelada na Bíblia, que honra a Deus e torna o homem mais humilde. Spurgeon disse: "Parece haver um preconceito arraigado na mente humana contra esta doutrina, e embora a maioria das outras doutrinas seja recebida por crentes professos, algumas com cuidado, outras com prazer, esta parece ser mais comumente negligenciada e rejeitada". Se isto era verdade no tempo de Spurgeon, quanto mais o é em nossos dias. Com respeito a esta doutrina há um abandono alarmante da fé de nossos antepassados batistas. E por falar neste artigo de nossa fé, os batistas chegaram ao ponto de ter um credo calvinista e outro arminiano.
Mas há alguns que amam a doutrina da eleição. Para eles, ela é a base profunda sobre a qual as outras doutrinas da redenção humana são colocadas. E a amam o bastante para pregá-la, mesmo em face a críticas e perseguição. E preferem resignar a seus púlpitos, do que ficarem calados sobre este princípio precioso da fé, uma vez entregue. Mas todos os que amam a doutrina a odiaram um dia, portanto não têm nada de que se vangloriar. Cada homem é um arminiano por natureza. É preciso que o trabalho regenerador do Espírito Santo e da Palavra de Deus, ensinada pelo Espírito, façam uma pessoa amar a doutrina da eleição. Como é profundamente importante que os crentes a aprendam! Para isto devemos conhecer a sabedoria superior de Deus, cujos "pensamentos não são os nossos pensamentos". A Bíblia foi dada para corrigir nosso modo de pensar. O arrependimento é uma mudança de mente como resultado de uma mudança no modo de pensar. Não podemos ir à Bíblia como críticos; ela é quem nos critica. Não podemos ir à Bíblia como se fôssemos infalíveis, mas pela graça, podemos ir humildemente. Que Deus dê graça a cada escritor e leitor, para que possamos ter a atitude de coração certa diante de Deus. A evidência mais real de que uma pessoa é salva, é a atitude certa que ela tem em relação à Palavra de Deus. Caro leitor: Deixe que o escritor o avise contra "fazer pouco" sobre qualquer doutrina da Bíblia.
As doutrinas da graça têm encontrado expressão em dois sistemas de teologia, conhecidos comumente como Calvinismo e Arminianismo. Estes dois sistemas não receberam o nome de seus fundadores, mas foram eles que os popularizaram. O sistema da verdade, conhecido como Calvinismo, foi pregado por Augustinho, no tempo antigo, e antes dele por Cristo e os apóstolos, sendo enfatizado especialmente pelo apóstolo Paulo.
O sistema do erro, conhecido como Arminianismo, foi proclamado por Pelágius, no século V. Entre estes dois não há posição mediana; cada homem está de um lado ou de outro, em seu pensamento religioso. Alguns tentam misturar os dois, mas este não é um pensamento correto. Dizer que não somos Calvinistas nem Arminianos é fugir do assunto. O Paulinismo é representado ou pelo Calvinismo ou pelo Arminianismo. O sistema verdadeiro é baseado sobre a verdade da depravação total do homem; o sistema do erro é baseado sobre o dogma romano da vontade própria.

Extraído do livro: A Doutrina Bíblica da Eleição - Claude Durvall Cole

O Verdadeiro Discípulo


UMA AVALIAÇÃO BÍBLICA DA VIDA ESPIRITUAL

Salmo 139:23, 24 "E vê se há em mim algum caminho mau..."
As seguintes perguntas devem ser respondidas "sim" ou "não".
Conforme a pergunta, a resposta "sim" ou "não" poderá indicar que existe pecado na vida que deve ser confessado, e deverá haver alguma mudançana sua vida! Não adiantará descobrir o problema se não estiver disposto (a) para mudar! (I João 1:9 ; Prov. 28:13)
  • Mateus 6:12 , 14e15 -> Perdão
    1. Você tem mágoa de alguém? (não perdoa?)
    2. Tem inveja de alguém? (não gosta de ouvir certas pessoas elogiadas?)
    3. Justifica as suas atitudes duras?
  • Mateus 6:33 -> Prioridades
    1. Cristo vem primeiro nas decisões?
    2. Outras coisas ou pessoas impedem sua total entrega para servir Deus? ("Eu", ambição, prazer, familiares, amizades, dinheiro, planos pessoais, etc...)
  • Marcos 16:15 -> Evangelismo
    1. Sou boa testemunha?
    2. Busco as almas?
    3. Dou escândalo?
  • João 13:35 -> Amor
    1. Você fica contente vendo desgraça na vida de certas pessoas?
    2. Você costuma brigar, gritar, e exaltar-se? (participa de contendas e divisões?)
    3. Você ignora, de propósito, certas pessoas?
  • Atos 20:35 -> Dinheiro, Tempo, Talento
    1. Você costuma roubar Deus do seu dízimo, do seu tempo, dos seus talentos?
       
  • I Coríntios 4:1e2 -> Mordomia
    1. Você é fiel aos compromissos?
    2. Pode-se contar com você?
  • I Coríntios 6:19e20 -> Santificação Pessoal
    1. Você cuida bem do corpo? (respeita-o como templo do Espírito Santo?)
    2. Come ou bebe sem moderação?
    3. Tem hábitos que prejudicam e contaminam o templo do Espírito Santo? (drogas, fumo, bebidas, e imoralidades que contraem doenças?)
    4. Tem hábitos mentais que contaminam seu espírito? (assistindo programas, filmes, leituras, ou ouve conversas.)
  • I Coríntios 10:31 ; 15:10 -> O "Eu"
    1. Você costuma levar a honra de qualquer ação ou qualidade pessoal?
    2. Costuma falar dos seus feitos e não do que Cristo fez por você?
    3. Você gosta de falar mais sobre "eu", "meu", ou "mim"?
    4. Você finge ser o que não é?
  • Efésios 4:28 ; I Tess. 4:11e12 -> Negócios
    1. Você costuma desperdiçar o tempo do patrão? Seu próprio?
    2. Capricha no serviço?
    3. Procura evitar pagar dívidas? (é relaxado no pagamento?)
  • Efésios 4:31 -> Atitudes
    1. Você costuma queixar-se?
    2. Você costuma criticar e por defeito?
    3. Você tem pavio curto?
    4. Leva raiva e mágoa no coração?
    5. Impacienta-se facilmente com outros? È grosseiro ou áspero?
    6. Mostra amor mesmo quando não é retribuído?
  • Efésios 5:15-17 -> Tempo
    1. Como usa o seu tempo? (Sabe valoriza-lo?)
    2. Gasta muito tempo assistindo TV? (ou rádio, lendo revistas, e literaturas fúteis?)
    3. Você acha necessário procurar se satisfazer por diversões mundanas?
    4. Você ocupa seu tempo com atividades que mostra não estar satisfeitos com Cristo?
  • Efésios 5:20 -> Agradecimento
    1. Dá graças a Deus por tudo mesmo?
    2. Duvidou da bondade de Deus?
    3. Fica angustiado, ansioso, e anda cheio de preocupações, sem confiança nos cuidados de Deus?
  • Filipenses 1:21 -> Objetivos
    1. O seu viver é ocupado totalmente pelos cuidados da vida?
    2. Você acha prazer nas "coisas" mais do que em Cristo e sua palavra?
    3. Tem algo na sua vida mais importante do que viver para Cristo e agradá-lo em tudo?
  • Filipenses 2:14e15 -> Língua
    1. Você sabe controlar a língua para não prejudicar os outros?
    2. Fala mal dos outros por trás?
  • Filipenses 4:4-7 -> Louvor (Salmo 34:1)
    1. O que é a verdadeira fonte da sua alegria?
    2. Está revoltado quanto à maneira em que Deus conduz a sua vida?
    3. Costuma entregar seus cuidados e motivos de preocupação a Deus?
    4. Anda com queixas ou com louvores na boca?
  • Colossenses 3:9 -> Sinceridade
    1. Você mente? (torce a verdade?)
    2. Aumenta?
    3. Engana? Rouba? Deixa pagar salário justo?
  • II Timóteo 2:20-22 -> Pureza
    1. Você pratica hábitos que não são puros?
    2. Abriga pensamentos impuros no coração?
    3. Lê livros, revistas, etc... que tratam de assuntos impuros ou imorais?
    4. Assiste ou participa de diversões impuras?
  • Hebreus 10:25 -> Assiduidade ou Didelidade
    1. Você assiste todos os cultos da sua igreja?
    2. Você conversa ou pensa em outras coisas enquanto estiver ouvindo a pregação da palavra de Deus?
    3. Você ora, lê, e medita na Bíblia diariamente? (a palavra de Deus é-lhe interessante?)
    4. Realiza, com a família, orações e meditações na palavra de Deus diariamente?
  • Tiago 1:27 -> Testemunho
    1. Seu testemunho ficou manchado pelo mundo? (Apoc. 3:4e5)
    2. Como está a sua maneira de vestir?
    3. Existe qualquer coisa que manche seu testemunho diante dos incrédulos?
  • Hebreus 13:17 -> Submissão à Autoridade
    1. Você aceita a liderança e direção daqueles que tem cargo na igreja?
    2. Você é preguiçoso e indisposto a cooperar quando lhe pedem sua ajuda?
    3. Você tem espírito teimoso que não aceita se ensinado? (se julga mais sábios do que seus líderes espirituais?)
  • Tiago 4:6 -> Humildade
    1. Você se julga um crente espiritual?
    2. Você teimosamente ensiste nos seus direitos particulares?
  • Tiago 4:11 -> Apoio à Obra
    1. Você tem impedido a obra de Deus criticando os seus servos?
    2. Deixou de orar pelos pastores e líderes?
    3. Você se ofende pela repreensão da palavra?
    4. Você resiste os esforços de quem procure corrigir e restaurar sua vida espiritual?

Autoria desconhecida
Fonte: www.obreiroaprovado.com

As Três Árvores

Havia, no alto de uma montanha, três pequenas árvores que sonhavam o que queriam ser depois de grandes.
A primeira, olhando as estrelas, desse: "Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal me disponho a ser cortada". A Segunda olhou para ao riacho e suspirou: "E eu quero ser um grande navio, para transportar reis e rainhas". A terceira árvore olhou o vale de disse: "Quero ficar aqui, no alto da montanha, a e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim, levantem seus olhos e pensem em Deus".
Anos esse passaram e, certo dia três lenhadores, nada ecológicos, vieram e cortaram as três árvores, ansiosas por serem transformadas naquilo em que sonhavam. Mas lenhadores não costumam ouvir nem entender de sonhos...
Que pena! A primeira árvore acabou sendo transformada num cocho, coberto de feno para os animais. A Segunda virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando gente e peixes todos os dias. E a terceira, mesmo sonhando ficar no alto da montanha, acabou em grossas vigas e colocada de lado num depósito.
E as três se perguntavam desiludidas e tristes: "Por que isto?"
Numa certa noite, cheia de luz e de estrelas, em que havia mil melodias no ar, uma jovem mulher colocou seu bebê recém-nascido naquele cocho de animais,e, de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.
A Segunda árvore, anos mais tarde, transportou um homem, que acabou dormindo no barco. Quando a tempestade quase afundo u o nosso pequeno barco, este homem levantou-se e disse: "Paz!". E, num relance , a Segunda árvore entendeu que estava carregando o Rei do céu e da terra.
Tempos mais tarde, numa Sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Sentiu-se horrível e cruel. No Domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu filho Jesus Cristo ao olharem para ela. As árvores haviam tido sonhos...mas a sua realização fora mil vezes melhor e mais sábia do que haviam imaginado. (Autor desconhecido)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Religião ou Salvação

Há uma grande diferença entre religião e salvação. Há muitas religiões, mas só um Evangelho: “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego” (Rm 1:16). Religião vem do homem. Evangelho e Salvação é revelação de Deus por meio de Jesus Cristo: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). Religião é o entorpecimento do povo. Salvação é presente de Deus ao homem perdido: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus” (Ef 2:8). Religião é história do homem pecador, que precisa fazer alguma coisa para seu deus imaginado. O Evangelho nos diz o que o Deus Santo fez pelo homem pecador: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5:8). Religião procura um deus. O Evangelho são as Boas Novas de que Jesus Cristo procura o homem que se encontra em caminho errado: "Porque o Filho do homem veio salvar o que estava perdido" (Mateus 18:11). A religião dá ênfase em fazer alguma coisa, baseia-se em boas obras; o Evangelho muda o homem por dentro, através da presença do Espírito Santo em seu coração: "... e assim habite Cristo nos vossos corações, pela fé" (Ef 3:17). "Não sabeis que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?" (1 Co 3:16). Nenhuma religião tem um Salvador ressuscitado, que dá perdão dos pecados e vida eterna, só Jesus Cristo ressuscitou: “Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas”(At 2:32). Por isso, meu amigo, dirija-se só a Jesus Cristo. Ele é o único que pode perdoar os seus pecados e lhe dar vida nova aqui e vida eterna no porvir: "Crê no Senhor Jesus, e serás salvo" (At 16:31). "... e o sangue de Jesus, Seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 Jo 1:7). Receba a Jesus AGORA em seu coração como seu Salvador pessoal, pois Ele diz: “Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora” (Jo 6:37). Portanto: “Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e o mais ele fará” (Sl 37:5).

domingo, 23 de maio de 2010

A Lição da Cruz

"Um crente pode ser capaz de ler o ensinamento a respeito da cruz, estudá-lo ou expô-lo, mas isto não sig­nifica que, necessariamente, ele tenha recebido a lição da cruz ou verdadeiramente conhecido o caminho da cruz".


"Dois anos depois da minha salvação, eu ainda não sabia o que era a cruz, e comecei a aprender a sua lição. Tanto na escola em geral quanto em minha classe, sempre obtive a primeira colocação. Desejava, do mesmo modo, ser o primeiro nas questões relativas ao serviço divino e, por isso, quando era posto em segundo lugar, eu desobedecia. Todos os dias eu dizia a Deus que aquilo era demasiado para que eu o pudesse supor­tar, que eu estava obtendo muito pouca honra e autoridade, e que todos estavam se colocando ao lado daquele obreiro mais velho. Hoje, porém, posso dar graças a Deus de todo o meu coração e adorá-Lo por tudo o que aconteceu, pois aquilo me foi o melhor treinamento. Deus me fez deparar com muitas dificul­dades porque queria que eu aprendesse obediência e, assim, disse-Lhe que estava disposto a ser colocado em segundo lugar. Uma vez disposto a render-me, ex­perimentei uma alegria diferente daquela que experimentara quando da minha salvação, pois esta era antes profunda do que ampla. Em muitas ocasiões, durante os subsequentes oito ou nove meses, estive dis­posto a ser quebrantado e a negar a mim mesmo aquilo que desejava fazer, de maneira que fui enchido de alegria e de paz em minha jornada espiritual. O Senhor submeteu-Se à mão de Deus e eu estava desejoso de fazer da mesma forma. O Senhor, subsistindo na forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus (Fp 2:6). Como pude ousar colocar-me acima do nosso Senhor! Quando comecei a aprender a obediência foi difícil a princípio, mas, à medida em que prosseguia, achava cada vez mais fácil, de modo que, mais tarde, pude dizer a Deus que escolhia a cruz, aceitava o seu quebrantamento e punha de lado as minhas próprias idéias". 
(Watchman Nee em seu livro "O Testemunho de Watchman Nee").

Bispo J.C.Ryle: Quanto Custa ser um Cristão?

“Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se senta primeiro a calcular as despesas, para ver se tem com que a acabar?” (Lucas 14:28)
Poucas são as pessoas que não têm freqüentemente de fazer esta pergunta: “Quanto custa?”. Ao comprar um terreno, ao construir uma casa, ao mobiliar as habitações, ao fazer planos para o futuro, ao decidir a instrução e estudos dos filhos, etc., seria sábio e prudente que nos sentássemos a considerar com calma os gastos que tudo isso implicaria. As pessoas evitariam muitas moléstias e dores se ao menos fizessem a pergunta: “Quanto custa ser um crente verdadeiramente ser santo?” Estas perguntas são decisivas. Por não havê-las formulado desde um bom princípio, muitas pessoas que pareciam iniciar bem a carreira cristã, mais tarde mudaram seu rumo e se perderam para sempre no inferno. Clique no título ou no link e se alimente com uma farta palavra.
Bispo J.C.Ryle: Quanto Custa ser um Cristão?

sábado, 22 de maio de 2010

O Discipulado Na Igreja

À luz do Novo Testamento, o discipulado deve ocupar lugar de destaque em toda e qualquer comunidade cristã, pelo que devemos nos orientar pelos exemplos deixados pelos apóstolos e principalmente por Jesus, senão vejamos:
No início de Seu ministério, Jesus chamou doze homens que se constituíram em seguida em seus discípulos. Quer dizer, Jesus estava iniciando um trabalho em que Ele iria “discipular”, “preparar” e “equipar”, para a obra que o próprio Jesus estava anunciando ao mundo que era o estabelecimento de um Reino que jamais teria fim (Dan 2:44; Mat. 4:17). A partir daí Jesus começou a ensinar aos seus discípulos todas as coisas -”Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido...Vós sois a luz do mundo...(Mat. 5:13-14)”, de modo que Jesus se tornou um expositor do evangelho, ensinando em todos os momentos aos seus discípulos, desde assuntos relacionados com a Lei e os Profetas, até o novo mandamento “...Um novo mandamento vos dou: Que vós ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros (João 13:34-35)”. O princípio do discipulado filosófico nos dá a idéia de que o discípulo de hoje será o mestre de amanhã. De onde se deduz que o verdadeiro discipulado somente se encerra quando o discípulo se torna igual ao seu mestre ou até mesmo, ir além do conhecimento e sabedoria daquele que o discipulou. No texto acima, Jesus afirma explicitamente, uma das formas de todos reconhecerem que os seus discípulos eram verdadeiramente seus discípulos, se eles amassem uns aos outros como Ele os havia amado. Ainda exortando a unidade dos discípulos em amor, Jesus orou ao Pai por eles e assim se expressou: “Para que todos sejam um, como tu, ó Pai o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste" (João 17:21). Assim, Jesus dá mais um exemplo da personalidade e caráter que deve envolver o seu discípulo, de modo a parecer-se com Ele, (Jesus, Mestre) à Sua própria semelhança, à semelhança de amor que estava em Jesus. A outra forma de testemunhar para o mundo que Deus enviou Jesus, é que seus discípulos sejam um, como Deus é um em Jesus e Jesus é um em Deus. Diante destes textos verificamos que os discípulos ao apresentarem as características de seu Mestre (Jesus) serão identificados com Ele de tal modo, que levará todos em primeiro lugar a reconhecerem que são discípulos autênticos de Jesus. E, em segundo lugar, a unidade em Cristo fará com que todos acreditem que Deus enviou a Jesus. Logo, quando um discípulo de Jesus deixa de parecer-se com Ele, na verdade, deixa de ser seu discípulo, isto é - não é reconhecido como discípulo de Jesus e em segundo lugar está negando que Deus o enviou.
O amor de Deus manifesto em Cristo Jesus é o princípio fundamental de todo o Novo Testamento e das Boas Novas do Evangelho (João 3:16). Todo o discipulado é primordial para a vida da Igreja de Cristo, assim precisamos fazer com que os neófitos, cresçam e a cada dia se pareçam mais e mais com Cristo que é o nosso Mestre, nosso Senhor e nosso Salvador.
Todos os seguimentos da igreja devem estar preocupados em criar condições favoráveis para o discipulado, de modo que o ensino da Palavra se torne uma prática constante, tanto na Escola Bíblica Dominical, como na pregação da Palavra, nas visitas aos lares etc. De modo geral a igreja de Cristo deve buscar o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo (Ef. 4:12). — “Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo” (Ef.4:13).
À medida que uma pessoa está sendo discipulada, ela também está sendo doutrinada à luz dos conceitos teológicos daquele que a discipula. Assim, os primeiros convertidos a fé cristã relatados no Novo Testamento, perseveravam na doutrina dos apóstolos (Atos 2:42). O apóstolo Paulo escrevendo a Timóteo diz: — “Tu, porém, tens seguido a minha doutrina, modo de viver, intenção, fé, longanimidade, caridade, paciência...” (II Tim. 3:10). O ensino doutrinário está inserido no próprio contexto do discipulado.
Equipar o discípulo é dar-lhe condições de bem desempenhar o seu papel. É ensinar-lhe, a aprender fazer, fazendo. E, Jesus aplicou muito bem este tipo de didática, enviando os doze para a missão de pregar o evangelho às ovelhas perdidas da casa de Israel, anunciando que era chegado o reino dos céus. Jesus os equipou, dando-lhes poder sobre os espíritos imundos, para os expulsarem, e para curarem toda a enfermidade e todo o mal. (Mat. 10:1). — “Porque não sois vós quem falará, mas o Espírito de vosso Pai é que fala em vós” (Mat. 10:20).
Discipular, doutrinar e equipar, devem ser atividades constantes no corpo de Cristo.

Augusto Bello de Souza Filho

Avivamento Precisa Gerar Empolgação Por Jesus

É de se esperar que um avivamento traga Jesus de volta ao púlpito e aos bancos da igreja. Não apenas aquele Jesus passado e repassado de geração em geração, mas também o Jesus assimilado, que empolga e perturba. Não apenas aquele Jesus de Belém, Nazaré, Cafarnaum, Jerusalém, Caná da Galileia, Sicar, Gerasa e da região mediterrânea, mas também o Jesus que no princípio mais remoto já era Deus e estava com Deus, que hoje está assentado à direita de Deus e amanhã voltará em poder e glória. Não apenas o Jesus conhecido por suas conversas, parábolas, respostas, orações, curas e milagres, mas também o Jesus plenamente divino e plenamente humano. Não apenas o Jesus condenado à morte pelo poder religioso e pelo poder civil, mas também o Jesus que “foi eliminado da terra dos viventes e por causa da transgressão do seu povo foi golpeado” (Is 53.8). Não apenas o Jesus que experimentou a morte cardíaca e a morte cerebral e que, uma vez morto, foi sepultado, mas também o Jesus que afastou do corpo as faixas de linho e da cabeça o lenço que lá estivera, que levantou-se do frio leito de pedra, que fez rolar a tampa do sepulcro e dele saiu, “depois de ter realizado a purificação dos pecados” (Hb 1.3).


Se em tempos de avivamento houver mais curas e milagres do que certezas e empolgação pela pessoa de Jesus, não seria juízo temerário duvidar da sua autenticidade. Quando houver derramamento do Espírito Santo, o joelho obrigatoriamente se dobrará ao nome dele e a língua obrigatoriamente confessará que Jesus é o Senhor, para a glória de Deus Pai (Fp 2.10-11). Porque o Espírito remove o véu que encobre a beleza de Jesus e nos livra de perder o Senhor de vista. O próprio Jesus deu testemunho a esse respeito quando instituiu a Ceia do Senhor em memória contínua dele, naquela sala grande, mobiliada (guarnecida de almofadas) e arrumada em Jerusalém na noite em que foi traído:

“O Espírito Santo que o Pai vai enviar em meu nome, ensinará a vocês todas as coisas e ‘fará’ com que lembrem de tudo o que eu disse a vocês” (Jo 14.26, NTLH).

“O Espírito da verdade, que vem do Pai, falará a respeito de mim” (Jo 15.26, NTLH).

“[O Espírito Santo] me louvará, e trará grande honra para mim ao mostrar para vocês a minha glória” (Jo 16.14, BV).

www.ultimato.com.br

Avivamento Faz Coisas Surpreendentes

Em poucas palavras, avivamento é o sopro de Deus para tirar a poeira acumulada no decurso dos anos, no período variável de tempo compreendido entre o avivamento anterior e o momento atual. Não importa a quantidade nem a qualidade da poeira. É uma obra de Deus, periódica e poderosa, que ele realiza quando e onde quer. Essa manifestação surpreendente de Deus recoloca a igreja em seu primeiro amor, produz convicção e confissão de pecado, desejo sério de santificação pessoal, renovação das certezas da fé e do entusiasmo que elas criam, renúncia da soberba e da autossuficiência, anseio por Deus e prazer de ler com proveito a Palavra e de orar ao Senhor. O avivamento leva a igreja a redescobrir a pessoa e a obra do Espírito Santo, sem o qual nunca será possível vencer a pecaminosidade latente, a pressão do mundo e a força das potestades do ar.


Mesmo podendo ter um teor místico acentuado, avivamento é bem mais do que isso. É o motor de coisas novas, de realizações extraordinárias e de certa duração, na área de devoção, de educação religiosa, de evangelização e missões, e de socorro ao sofrimento humano. Forçosamente, o avivamento gera preocupação com os não-alcançados pela pregação do evangelho, os não-salvos pela graça de Deus e os moralmente marginalizados (os publicanos e as meretrizes de antigamente). A história mostra que esse sopro especial do Espírito induz os crentes a fazerem obras de caridade e a levantarem a voz contra a injustiça social, seja ela qual for e custe o preço que custar.

Problemas sérios como a escravidão, o alcoolismo, a delinquência juvenil e a licenciosidade levaram as igrejas a organizar sociedades dispostas a trabalhar com esses segmentos. As pregações de Charles Finney, líder mor do Segundo Grande Avivamento, têm muito a ver com os fortes sentimentos antiescravistas que tomaram conta dos crentes do norte e do centro-oeste dos Estados Unidos. Os textos escritos por Theodore Weld (“A Bíblia contra a Escravidão” e “A Escravidão como Ela É”) e o famoso livro de Harriet Beecher Stowe (“A Cabana do Pai Tomás”) são subprodutos do ministério de Finney.1

Graças ao Primeiro Grande Avivamento (1725-1760) e ao Segundo (meados do século seguinte), muitas escolas, universidades e seminários cristãos foram fundados nos Estados Unidos. Por volta de 1880, havia 142 seminários no país, quase todos no lado leste, sendo 26 presbiterianos, 22 batistas, 21 católicos, 17 episcopais, 16 luteranos, 14 metodistas, 11 congregacionais, 3 reformados, e 12 outros.2 Entre as universidades estão as de Princeton, Pensilvânia, Rutgers, Brown e Dartmouth. Por meio dessas instituições de ensino, o espírito de avivamento era transmitido a muitos jovens. Charles Dodge, um dos três teólogos mais famosos do século 19, por exemplo, converteu-se por ocasião de um avivamento na Universidade de Princeton (1815).

Como a ligação entre avivamento e missões é muito estreita, muitos jovens tornaram-se missionários. Em 70 anos de história (1812-1882), o Seminário de Princeton formou 3.464 rapazes em 150 cursos diferentes. Destes, 204 foram para os campos missionários, entre eles Ashbel Green Simonton, fundador da Igreja Presbiteriana do Brasil. Todos os primeiros missionários da Junta Americana de Comissionados para Missões Estrangeiras, fundada em 1810, são frutos do avivamento. Entre eles estão Hiran Binghan, missionário no Havaí; Adoniram Judson, missionário e tradutor da Bíblia na Birmânia (hoje Myanmar); Luther Rice, missionário na Índia; e Jonas King, missionário na Palestina e, depois, na Grécia. Pelo menos quarenta estudantes convertidos na Universidade de Rochester, no estado de Nova York, tornaram-se pastores e missionários. Entre as dezenas de sociedades missionárias surgidas como resultado do Segundo Grande Avivamento está a histórica Sociedade Bíblica Americana (1816). No avivamento ocorrido na Universidade de Yale, no Connecticut, em 1831, o jornalista Horace Bushnell (1802-1876) teve uma profunda experiência de conversão e, aos 29 anos, trocou o curso de direito pela teologia, tornando-se um pastor congregacional e teólogo notável.

O avivamento é um tempo propício para conversões. Segundo Bruce Shelley, em 3 anos (1740- 1742), o Primeiro Grande Avivamento acrescentou cerca de 50 mil membros só às igrejas da Nova Inglaterra. Entre 1750 e 1760 formaram-se 150 novas comunidades eclesiásticas, sem falar na contínua proliferação dos batistas.3 Williston Walker, da Universidade de Yale, acrescenta que, por intermédio dos reavivamentos, das organizações missionárias e das sociedades voluntárias, denominações outrora sem grande expressão vieram a se destacar. Os metodistas, de 15 mil membros em 1784, passaram a mais de 1 milhão em menos de 70 anos. Na primeira metade do século 19, os batistas aumentaram oito vezes. Só em Rochester, no estado de Nova York, 100 mil pessoas tornaram-se membros de alguma igreja.4 Naturalmente nem todas as conversões são autênticas e o número diminui com o tempo. Enquanto em alguns lugares o índice de permanência era de 80%, em outros baixava para 30%.

O avivamento faz coisas surpreendentes. Ele altera, sem previsão, o rumo de pessoas, igrejas e países! Mark A. Noll, professor de pensamento cristão em Wheaton, em seu livro “The Old Religion in a New World” (2002), escreve que “o reavivamento promovido por protestantes evangelicais não foi apenas a ação mais importante da vida religiosa americana, mas também, depois dos eventos que formaram a nova nação, o acontecimento público mais importante que qualquer outro”.5

Notas
1. “História do Cristianismo ao Alcance de Todos”, p. 436.
2. “Religions Encyclopaedia”, v. 4, p. 2378.
3. “História do Cristianismo ao Alcance de Todos”, p. 389.
4. “História da Igreja Cristã”, v. 2, p. 273.
5. “The Old Religion in a New World”, p. 95.

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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Conhecendo o Verdadeiro Deus

Você conhece ao Deus verdadeiro? Não o deus da imaginação dos homens, mas o Deus que é descrito na Bíblia? Você O conhece com um conhecimento íntimo, de forma que O ame e O sirva? Esta é uma questão mui importante. A Bíblia nos ensina que a vida eterna é conhecer a Deus e ao Seu Filho Jesus Cristo . Jesus diz, “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste ” (João 17:3). Se for para você ter vida eterna e viver com Deus para sempre no céu, você deve conhecer a Deus e ao Seu Filho, Jesus Cristo.
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A Soberania de Deus

A soberania de Deus é imutável, Ela permanece inalteravelmente a mesma durante todo o tempo, e sob todas as circunstâncias. O governo e domínio soberano de Deus não podem ser ignorados; ele não pode ser rejeitado, e não pode ser frustrado ou impedido pela humanidade ou por qualquer outra coisa na criação. O poder e domínio soberano de Deus amarram todas as criaturas tão completamente quanto as leis físicas amarram o universo material. O que Deus decretou ou pré-ordenou deve inevitavelmente acontecer.


"O Senhor Deus está no seu santo templo, cale-se diante dele toda a terra" (Hc 2:20).


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