terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Desejos para o novo ano | Artigos | Chamada

Um jornal perguntou aos leitores o que eles desejavam para o novo ano. As respostas mostram o que se passa no coração das pessoas e o que é importante para elas: Desejos para o novo ano Artigos Chamada

Sabedoria no Novo Ano

No final de um ano e no limiar de um novo ano você certamente também já se admirou e disse: "O quê? Já chegamos novamente ao fim do ano?" Quando isso acontece, somos lembrados de como a vida humana é passageira, como o Salmo 90.9 diz tão bem: "...acabam-se os nossos anos como um breve pensamento". A nossa vida passa "como um suspiro" ou "como um sopro". Quanto mais velhos ficamos, mais rápidos parecem transcorrer os anos, pois cada um deles torna-se uma parcela sempre menor de nossa vida. E isso volta a nos lembrar que nossa vida é limitada, que o tempo que passamos sobre a terra tem um fim. Sabedoria no Novo Ano

Para o Ano Que Começa

O ano velho terminando, o ano novo começando, vamos nos perguntar: Como deverá ser minha vida com Deus neste novo ano? Quais serão minhas prioridades? O que o Senhor espera de mim? Para acharmos as respostas, voltemos ao Salmo 100: “Celebrai com júbilo ao Senhor, todas as terras. Servi ao Senhor com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico” (vv.1-2). Para o Ano Que Começa

Acidente na Mina e Salvação do Alto | Mensagens | Chamada

Por causa da negligência da mineradora, uma mina de ouro e cobre no Chile sofreu um desabamento. Depois de dias descobriu-se que 33 mineiros haviam sobrevivido a cerca de 700 metros de profundidade e estavam abrigados num ponto seguro. Numa primeira etapa, as equipes de resgate conseguiram furar um túnel de poucos centímetros de diâmetro até eles. Por meio desse túnel foi possível baixar alimentos, medicamentos, mensagens escritas, gravações em áudio, um telefone e 33 Novos Testamentos. A comunicação com o “mundo superior” tinha sido restabelecida. Desde o início os chilenos estiveram abertos para as ofertas de ajuda vindas do Exterior. A Austrália enviou uma broca especial, a Alemanha disponibilizou tecnologia de precisão, a NASA deu dicas importantes e os próprios chilenos organizaram, desenvolveram e finalmente executaram um plano de resgate que deixou o mundo boquiaberto. Acidente na Mina e Salvação do Alto Mensagens Chamada

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Quando Tudo Mudou | Mensagens | Chamada

“Quando tudo mudou”: houve pessoas que perceberam isso de forma muito nítida já no primeiro Natal que aconteceu neste mundo. Em primeiro lugar pensamos naturalmente em Maria, a mãe de Jesus. Sua vida – e, claro, também a de José – mudou completamente. Por quê? Porque o Salvador entrou literalmente em sua existência! Mas também podemos dizer isso a respeito de outras pessoas: “quando tudo mudou”. Havia, por exemplo, Isabel, a esposa do sacerdote Zacarias, que – depois de ter passado sua vida inteira estéril – ainda ganhou um filho em idade já avançada. Ouvimos o que o anjo Gabriel diz a respeito dela em sua conversa com a virgem Maria: “E Isabel, tua parenta, igualmente concebeu um filho na sua velhice, sendo este já o sexto mês para aquela que diziam ser estéril” (Lc 1.36). O último nascimento desse tipo havia acontecido muitas centenas de anos antes: o de Isaque. A mãe deste, Sara, tinha mais de noventa anos quando o deu à luz. Por que Isabel e Zacarias ganharam esse filho de presente? Por um lado, isso certamente teve relação com o fato de que esse casal passara sua vida inteira pedindo por um filho – e Deus atendeu à sua oração! Por outro lado, havia nisso um sentido mais profundo, relacionado ao Plano de Salvação: o filho de Isabel deveria ser o anunciador do Filho de Deus. Por isso “tudo mudou” na vida de Isabel, porque o Salvador entrou na vida dela. Também em sua vida muita coisa pode mudar se o Salvador realmente puder ocupar o centro da sua existência! Permita que esse tipo de Natal se realize em você!Quando Tudo Mudou Mensagens Chamada

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Terror Versus Fidelidade - a Vitória Está Determinada | Artigos | Beth-Shalom

As organizações terroristas não trazem opressão e sofrimento apenas para seus inimigos, mas também sobre sua própria população civil: os terroristas se escondem em vilarejos, no meio de seus moradores, e atacam os civis inocentes de Israel de forma traiçoeira. Os indefesos não recebem qualquer tipo de misericórdia. Não faz muito tempo que Hermann Gremlitza escreveu: “É raro que os guerreiros de Alá se atrevem a atacar os postos militares de Israel. Não é o soldado que eles querem matar, é o judeu. Infelizmente, o exército israelense também mata civis, mas não porque deseja matar árabes, e sim porque os heróis de Alá gostam de se esconder atrás de suas mulheres e crianças”. Clique no link a seguir: Terror Versus Fidelidade - a Vitória Está Determinada | Artigos | Beth-Shalom

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Vidas Sem Igreja e Igrejas Sem Vida

 Vidas Sem Igreja e Igrejas Sem Vida
por
Raniere Menezes



Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto. Apocalipse 3:1
É triste ver que há tantas pessoas que se dizem crentes, mas não querem congregar e autocontentam-se com seu “cristianismo” isolado. Por outro lado, é igualmente lamentável ver igrejas com gente congregando, mas sem vida. - (...) quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra? Lucas 18:8. – E o mais triste é que crentes reformados, quando deveriam reverter esse quadro, estão engrossando as estatísticas da multiplicação da iniqüidade.
As igrejas históricas de hoje, em geral, estão parecendo cidades fantasmas do tempo do Velho Oeste americano; abandonadas, cheias de teias de aranha, empoeiradas, acumuladas de escombros e desérticas. Estão mortas! Em contrapartida, há pessoas que se consideram cristãs sem igreja, prostituindo-se biblicamente, como bem enfatizou Dr. J. R. Witt: “Trata-se de uma prostituição do conceito bíblico da vida da fé, de considerar o cristão como uma pessoa isolada, vivendo para ele próprio somente, como se ele pudesse cumprir sua obrigação para com Deus sem ver todas as coisas como estando sujeitas ao Senhorio de Jesus Cristo”. Esquecendo que a igreja é um corpo, e não há membro fora do corpo. A igreja é o aprisco; o curral das ovelhas.
Cristo é pastor de um rebanho, não de ovelhas isoladas e individualistas. O corpo não é um só membro, mas muitos. 1 Coríntios 12:14. Não há como se contentar consigo mesmo e não estar próximo do inferno, essa é a advertência.
Mateus 24:12 não deixa dúvida: E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. - Esta é uma profecia que deveria nos causar interesse. E fazemos bem em ouvi-la. Deveríamos ler esta passagem em espírito de oração, e humildemente pedirmos a Deus, que Ele a grave profundamente em nossa mente. Assim sendo, vigiemos irmãos. Vem, Senhor Jesus! 

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Desfrute do Poder de Deus

O poder que Deus fez disponível para nós é mais do que suficiente. De fato, é através do “seu poder que atua em nós” que Ele fará “infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos” (Efésios 3:20). Podemos ter confiança para enfrentar a pressão e as circunstâncias adversas, sabendo que Deus colocou em nossas vidas um poder tão forte que ressuscitou Jesus dos mortos. Este poder está disponível a toda pessoa que está em Cristo. Esta informação pode surpreender alguns cristãos, especialmente aqueles cujas vidas são caracterizadas por derrota e aridez. Embora o poder de Deus esteja disponível a todo cristão, ele permanece dormente em alguns deles por causa da falta de conhecimento e entendimento. O apóstolo procura remediar isto orando para que Deus ilumine as mentes dos seus leitores, de forma que eles possam perceber o que já foi feito disponível a eles em Cristo.
Assim, quando Paulo diz “fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder”, ele não está sugerindo que nós faremos isto pedindo poder adicional de Deus, mas entendendo que Ele já nos deu, em Cristo. Quando um cristão percebe que o poder de Deus tem sido aplicado a ele através de Cristo, ele cessa de temer as outras pessoas e as circunstâncias negativas. Ele se lembra que a Escritura diz, “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8:31).
Paulo diz que Deus escolheu “fazer conhecido entre os gentios a gloriosa riqueza deste mistério, que é Cristo em vocês, a esperança de glória” (Colossenses 1:27). João explica, “Se alguém confessa publicamente que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele em Deus” (1 João 4:15). A Bíblia nos diz que somos “santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em [nós]” (1 Coríntios 3:16). João diz em 1 João 4:4, “Filhinhos, vocês são de Deus e os venceram”. Por “os”, ele está se referindo aos espíritos que inspiram “falsos profetas”, até mesmo o “espírito do anticristo” (v. 3). Nós os vencemos porque “aquele que está em vocês é maior do que aquele que está no mundo” (v. 4). Nós podemos vencer o mundo quando cremos e dependemos do poder de Deus. Os escolhidos de Deus são destinados à vitória (Romanos 8:37). Afinal de contas, “Quem é que vence o mundo? Somente aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus” (1 João 5:5). 
A autoridade espiritual não se ganha mediante promoções ou apadrinhamentos pessoais, mas através de muitas orações e lágrimas. Não está vinculada a grandeza pessoal, mas através do prostrar-se diante de Deus em demonstração de total dependência.
“Jesus lhes disse: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações; porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação” (Lc 16.15).

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O Poder da Língua

A morte e a vida estão no poder da língua (Prov l8; 21). 
Precisamos de tomar cuidado para não desonrarmos ao Senhor com as nossas palavras; é que por meio delas seremos justificados ou condenados (Mat 12; 36,37).
A velha natureza está sempre activa em nós, se não vigiarmos. Temos necessidade da exortação do apóstolo Paulo para não provocarmos, para não sentirmos inveja, para não julgarmos os outros.
Como estamos prontos para falar mal, e mesmo murmurar uns contra os outros, em vez de actuarmos com graça, reconhecendo as nossas faltas e sobretudo orarmos uns pelos outros (Gál 5; 26, Rom 14; 3, Tiago 4; 11 e 5; 9-16).
No tocante aos nossos pensamentos e sentimentos mútuos, devemos seguir igualmente o exemplo deixado pelo Senhor Jesus Cristo. Devemos ser submissos (sujeitos) uns aos outros, revestidos de humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo (Col 3; 12, 13).


«Revesti-vos, suportai-vos, perdoai-vos»
O revestimento (vestir de novo) o novo homem, a nova criatura não é algo que o crente deva construir pelo seu próprio poder. A sua nova identidade toma forma à medida que vai conhecendo melhor ao Senhor. O bom relacionamento do crente com Ele, torna-o apto e pronto a ser tolerante, a perdoar e a amar de verdade.
«Aquele que diz que ama a Deus e aborrece a seu irmão é mentiroso» (I Jo 4; 20). Aquele que diz que não pode perdoar, está a condicionar a acção do Espírito Santo.

«Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração…» (Tiago 1; 26).
Como cidadãos de uma pátria celestial, somos chamados à prática de uma conduta santa e ao exercício de uma linguagem sã que promova a edificação.
Há quem se glorie em proferir disparates!
A língua é um instrumento de grande poder, ela pode afectar a nossa vida, ela é como um fogo que descontrolado pode causar uma grande tragédia. E a tragédia é que todos temos uma língua que instila veneno, que nem sempre sabemos usar e que nenhum homem pode domar (Tiago 3; 8).
O esforço humano por si só não é suficiente. Ela só pode ser controlada pelo poder de Deus.
Não ignoremos que as más conversações, a blasfémia, o mexerico, a malícia, a mentira, o juramento falso, têm o poder de arruinar, manchar, e corromper todo o carácter moral de uma pessoa ou comunidade.
Os crentes são aconselhados a despojar-se de atitudes e emoções conducentes a uma linguagem destrutiva.
A ira, a cólera, e a malícia são panelas de pressão que rebentam em palavras que magoam e destroem.
Assim, toda a linguagem que ameace destruir o ser humano deve ser evitada, mesmo extirpada.

Na comunidade cristã, convém que sejamos de um mesmo sentimento, pois se assim não for, como podemos cooperar uns com os outros e promover a edificação do Corpo de Cristo?Amar o nosso próximo, passa, implicitamente, por respeitá-lo ainda que com os seus pontos de vista porventura diferentes do nosso e orar por ele. Senão vejamos mais uma vez o conselho da Palavra de Deus em I Pedro 3.8-10.Cuidado! Pagar com a mesma moeda, responder à letra, tornar mal por mal, não é de modo nenhum prerrogativa do verdadeiro filho de Deus. Rom.12. 9-21,mas antes da criatura sem Deus.
Sejam sempre agradáveis as nossas palavras, visando a paz, a união e a felicidade de todos.


Refrigério Edição n.º 118 - Setembro/Outubro 2007
Autoria: Samuel da Silva Oliveira

Fumar Faz Muito Mal

Fumar faz mal?
O que é o tabaco ?

O tabaco faz parte do grupo de substâncias a que se chama drogas.
Tal como o álcool, o tabaco é uma droga legal.
Esta substância é um estimulante que actua no teu cérebro e altera a tua forma de pensar, sentir e agir.
A maioria dos fumadores diz que é relaxante fumar porque já existe uma dependência instalada e, então, fumar acalma a ansiedade gerada por não fumar.

Como é composto?
O tabaco é feito com as folhas da planta “Nicotina Tabacum” e quando se fuma produzem-se milhares de substâncias prejudiciais à saúde que são transportadas pelo fumo até aos pulmões, tais como:
- Nicotina - gera a dependência física;
- Irritantes - provocam a contracção dos brônquios, a tosse típica dos fumadores e alteraram  as glândulas secretoras da mucosa e os mecanismo de defesa dos pulmões;
- Alcatrão e outros agentes cancerígenos - originam vários tipos de cancro (pulmão, estômago, esófago, faringe, laringe, boca...)
- Monóxido de carbono - diminui a capacidade de transporte de oxigénio.

Quais os perigos?
Ao fumar um cigarro ocorre:
 Aumento do ritmo cardíaco;
 Aumento da frequência respiratória;
 Aumento da tensão arterial.

A longo prazo afecta:
 Aparelho respiratório;
 Aparelho circulatório;
 Outras consequências:
 Úlceras digestivas;
 Faringites e laringites, afonias e alterações do olfacto;
Pigmentação da língua e dentes e alterações do gosto.

PORQUE NÃO DEVES FUMAR E USAR DROGAS?
-Porque traz escândalo aos teus irmãos e fere a tua consciência espiritual (Mt 18.7; Rm 14.21);
- Porque deforma a mente e os órgãos do teu corpo que pertencem ao Espírito Santo (II Cor 4.2;Cl 3.17; 1 Cor 6.12);
- Porque estás a lugar à carne, e é uma forma de idolatria e malignidade (Gl 5.13;Cl 3.17;IPd 1.14-25);
- Porque apresenta a aparência do mal (1 Ts 5.22; Ef 5.8; Mt 5.13-16);
- Porque não traz edificação ou a glória para Deus (1 Cor 6.19-20; 10.23);
-    Deves sempre perguntar: Em meu lugar, o que faria Jesus? (1 Pd 2.21;I Jo 2.6;C1 2.6;Jo 13.15).

Quando alguém consome o tabaco é vulgar ouvir-se:
 “Eu não estou dependente” o que nos remete para  a ideia que efectivamente ele já não entende o problema que padece.
Outras vezes ouvimos dizer “eu paro quando quiser” o que significa que já não tem a ideia do que efectivamente é capaz. Pois se sabe que deve parar e não o faz já não tem poder para o fazer.
Leitor: Não te arrisques a experimentar o fumo. Amanhã podes arrepender-te mas não conseguirás fugir ás consequências da experiência. Mas também pode acontecer o caso de não te arrependeres por não teres tempo para tal!
Foge da armadilha, mesmo que te mostrem uma imagem de prazer. Ela é fictícia e com custos elevados.

E não esqueças: O que não vem de Deus só pode vir do Diabo.
Quem é o teu Mestre?
NÃO TE DEIXES APANHAR
NA ARMADILHA

Samuel Pereira / Portugal - Refrigério 133

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Experimentando a direção divina

Um cristão que deseja experimentar a condução de Deus precisa, em primeiro lugar, estar cheio de uma confiança profunda e infantil na Palavra revelada de Deus. Se você procura por certeza absoluta, então nunca deixe de pegar a sua Bíblia! O salmista ora assim: “Ensina-me bom juízo e conhecimento, pois creio nos teus mandamentos” (Sl 119.66). Ele quer receber “juízo e conhecimento”, o que significa receber a orientação divina. Mas como isso acontece? Por meio da Palavra de Deus: “...creio nos teus mandamentos”. Clique no título e leia na íntegra...

Na Corda Bamba

A vida e os passos de um cristão renascido se assemelham à caminhada sobre uma corda bamba. Um filho de Deus não deve pender nem para a direita nem para a esquerda, mas cuidar para manter sempre o equilíbrio. O autor tem grande urgência em falar com você sobre este equilíbrio tão importante para a sua vida de fé.
Há algum tempo li a seguinte notícia:
Falha tentativa de quebra de recorde mundial na Suíça. No sábado à noite, depois de caminhar cerca de 600 metros sobre os cabos de sustentação do teleférico da montanha Säntis, o equilibrista Freddy Nock, de 40 anos, teve de desistir de sua tentativa de quebra de recorde. Por motivos até agora desconhecidos, a vara de equilíbrio escorregou das suas mãos, de forma que ele não pôde continuar. Nock conseguiu segurar-se no cabo e descer imediatamente para o bondinho do teleférico que o acompanhava. O equilibrista Freddy Nock, originário da cidade de Müllheim, no cantão de Thurgau, pretendia subir pelos cabos do teleférico até a estação da montanha. Mas ele só conseguiu percorrer 600 metros.
A sua vida como cristão também não se parece muitas vezes com a caminhada sobre uma corda bamba? O desfiladeiro sem fim se abre debaixo de você, e adiante está apenas um caminho muito inseguro. Como o equilibrista, você sobe a montanha, em direção ao Senhor. Mas você só consegue dar um passo por vez, timidamente, num esforço extremo para não perder o equilíbrio.
O equilibrista teve de desistir de sua tentativa de quebrar um recorde mundial porque tinha perdido a vara de equilíbrio. Você também não conseguirá avançar espiritualmente se perder o equilíbrio entre o legalismo e o mundanismo. Leia todo o conteúdo clicando no título.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

IPR NA HISTÓRIA DAS RELIGIÕES

A edição de setembro de 2010 da Revista Brasileira de História das Religiões estampa o artigo do professor Sérgio Gini, da Universidade Estadual de Maringá, doutorando em Sociologia pela Universidade Federal do Paraná, sobre a origem Igreja Presbiteriana Independente Renovada, a IPIR, intitulado: "Conflitos no campo protestante: o movimento carismático e o surgimento da Igreja Presbiteriana Renovada (1965-1975)".

http://www.dhi.uem.br/gtreligiao/pdf7/08.pdf

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Os judeus paraguaios

Os atuais judaizantes estão se infiltrando sorrateiramente nas denominações evangélicas. São modismos inventados com base nas práticas já passadas que só se aplicavam a Israel, antes da Graça. Estão deturpando a fé. Pelo que sei, "a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não vêem" (Hb 11:1). Meus irmãos não se enganem: todas as propostas de visitar a "suposta terra santa" visa pegar mais facilmente e, em grande escala, seu dinheiro. Esta doutrina espúria prega a idolatria da Arca, que segundo as Sagradas Escrituras, jamais poderia ser tocada, sob pena de imediata pulverização! A isto se misturam óleos e unguentos, audições de shofares e outras aberrações estranhas ao cristianismo. Tradições vazias na Nova Aliança, que foram deixadas para trás quando o Véu do templo se rasgou, tal qual a carne do senhor Jesus, pelas nossas vidas, na Cruz. Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2010/11/os-judeus-paraguaios-da-ie-quadrangular.html#ixzz14mgf7rij Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial Share Alike
Os judeus paraguaios da I.E. Quadrangular

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Saúde da Alma - 3

O Perigoso Sentimento da Ira
Salmo 4:4; Efésios 4:26

Temos a tendência de ficarmos aborrecidos quando não concordamos com alguma coisa e até nos exaltamos com as pessoas que não concordam conosco. Não importa quem seja, pode ser a pessoa que mais amamos. Isso tem levado a muitos pecados, bem como a consequências terríveis, até mesmo, irreparáveis. Um espírito iracundo tem sido o passaporte para muitos palavrões, besteiras, inclusive para produzir marcas profundas na alma de pessoas, que as levam por toda uma vida. Segundo a Bíblia, uma pessoa com mau gênio é um tolo: “Não te apresses no teu espírito a irar-te, porque a ira abriga-se no seio dos tolos” (Ec 7:9). Pode ser considerado um risco ao próximo: “O que presto se ira fará doidices, e o homem de más imaginações será aborrecido” (Pv 14:17). A ira produz contenda e confusão: “Como o espremer do leite produz queijo verde, e o espremer do nariz produz sangue, assim o espremer da ira produz contenda” (Pv 30:33).
Quando alguém sentir-se ofendido, primeiramente, deve guardar-se e não ficar expondo a outros a sua ira, para que não haja contendas, brigas, discussões; depois deve seguir a direção bíblia para saber como agir na situação, buscando sempre a melhor forma de estar agradando a Deus e mantendo a paz com os homens, pois a Palavra de Deus também nos diz que é prudente aquele que oculta a afronta: "A ira do insensato num instante se conhece, mas o prudente oculta a afronta" (Pv 12:16); "O que encobre a transgressão adquire amor, mas o que traz o assunto à baila separa os maiores amigos" (Pv 17:9); "Como o abrir-se da represa, assim é o começo da contenda; desiste, pois, antes que haja rixas" (Pv 17:14).
Em Romanos 13.12 Paulo fala de “despir-se das obras das trevas”, que são listadas em Cl 3.8: ira, rancor, maldade, maledicência, palavras obscenas. O afastamento resoluto desse tipo de atitude é possível porque uma transformação fundamental ocorreu antes: “porque vos despistes do velho ser humano com seus feitos” (Cl 3.9).
Também a instrução sobre a ira é dada no contexto de uma citação literal do Sl 4.4: “Quando estais irados, não pequeis”. Com essas palavras Paulo lembra, em tom de exortação, a rápida transição da ira para o pecado. A convivência (dentro e fora da igreja) gera múltiplos motivos para a ira (cf. também Tg 1.19s – possivelmente por causa de opiniões opostas na discussão doutrinária). Enquanto o cristão deve ser “tardio para a ira” (Tg 1.19), no caso do perdão é preciso ter pressa: “O sol não se ponha sobre a vossa ira.” A exortação para afastar-se rapidamente do escândalo visa, sobretudo, combater o efeito devastador de uma briga de longa duração: Paulo exige que acabemos, sem delongas, com a ruptura da comunhão. Rancor envelhecido é difícil de apagar. Se para restabelecer a comunhão for necessária uma negociação com o irmão, devemos fazê-la de imediato. Se conseguimos solucionar a questão sem ela, devemos perdoar imediatamente. A mágoa torna-se bem mais perigosa quando é arrastada de um dia para o outro.
Pode-se constatar que a ira representa uma porta particularmente perigosa para a entrada de demônios. Por isso Paulo continua diretamente: “e não deis lugar (espaço) ao diabo”. Entre as “artimanhas” do diabo referidas em Efésios 6.11 sem sombra de dúvida está a ira prolongada, com todas as suas consequências.
Lendo Efésios 4:31, vemos mais uma vez que Paulo torna a comentar a ira e os vícios ligados a ela. É possível que os cinco termos – tendo a “ira” no centro – estejam em ordem crescente, “do foco interior à explosão exterior”, da “amargura” aos “insultos e ofensas a outros”, passando pela “cólera”, “explosão de ira” e “gritaria”. Tais manifestações, aliadas com toda “sorte de maldade”, devem ser afastadas da igreja, visto que são capazes de formar uma “raiz amarga” no seio da comunhão (cf. Hb 12.15). A isso Paulo contrapõe a conduta apropriada aos que crêem, que brota da atitude de Deus e tem nele seu paradigma: “Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou” (Ef 4:32).
Conclusão: Salmos 133 (BEARC)
1 Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!
2 É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes.
3 Como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião; porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre.

Perguntas para reflexão:
Por que a ira é algo perigoso?
Você está abrigando, atualmente, a ira em seu coração?
Qual é a vontade de Deus em relação a isso?

"Minha graça te Basta..." | Projeto Spurgeon

Nossa fraqueza deve ser valorizada na medida que dá lugar à fortaleza divina. Jamais poderíamos ter conhecido o poder da graça se não tivéssemos experimentado a fraqueza da natureza. Bendito seja o Senhor pelo aguilhão na carne e o mensageiro de Satanás , já que nos encaminham para a força de Deus.
"Minha graça te Basta..." | Projeto Spurgeon

domingo, 7 de novembro de 2010

Projeto Spurgeon | Pregando a Cristo Crucificado

A FÉ PARECE A MUITOS uma coisa difícil. A verdade é que, só é difícil porque é fácil. Naamã achou difícil se lavar no Jordão; mas se fosse algo grande, ele teria feito imediatamente com alegria. As pessoas pensam que a salvação deve ser o resultado de um ato ou sentimento, muito misteriosos, e muito difíceis; mas os pensamentos de Deus não são os nossos pensamentos, nem os Seus caminhos como os nossos.
Uma mensagem maravilhosa e edificante para aqueles que apreciam a pura Palavra de Deus. Clique e leia: Projeto Spurgeon | Pregando a Cristo Crucificado

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O Perdão no Islamismo

O Dr. Salim Almahdy, autor da série "Uma Olhada Por Trás do Véu", é um cristão especialista em Islamismo. Nasceu e foi criado em um país muçulmano. Através da seção "Uma Olhada Por Trás do Véu" o Dr. Almahdy procura desvendar as verdades a respeito do islamismo, bem como apresentar os testemunhos encorajadores de muçulmanos convertidos ao cristianismo e de cristãos que ministram aos muçulmanos.


O Perdão no Islamismo

Desde a queda do homem no Jardim do Éden, o ser humano tem lutado com um sentimento de culpa, que o leva a buscar o perdão para conseguir ter uma consciência tranqüila. De que forma os muçulmanos procuram perdão?
A Teologia do Pecado no Islamismo
No islamismo, o pecado é um ato para o qual a punição precisa ter o mesmo peso e a mesma natureza. O islamismo ensina que ninguém nasce com uma natureza pecadora. Eis porque eles não vêem a necessidade da morte de Jesus na cruz. No Alcorão, eles inclusive mudaram o nome de Jesus para "Isa" para eliminar o significado hebraico da palavra que quer dizer Salvador.
O islamismo divide o pecado em duas grandes categorias: os pecados maiores e os pecados menores. Sura (um capítulo do Alcorão) 42:37 diz: "Os que evitam grandes ofensas e obscenidades" e Sura 53:32: "Os que evitam grandes ofensas e obscenidades, mas são inclinados a fraquezas, a misericórdia do seu Senhor é grande". Os teólogos muçulmanos diferem quanto ao número desses "pecados maiores". Tradicionalmente, o número é sete. São eles:
1.     Comparar qualquer um com Alá (prestar culto a qualquer outra pessoa ou coisa além de Alá ou dizer que alguém é igual a Alá)
2.     Magia
3.     Assassinato
4.     Roubo
5.     Abusar de órfãos (Maomé foi órfão)
6.     Fugir da batalha
7.     Acusar falsamente uma mulher de adultério
Cada pecado tem a sua própria punição. Alguns pecados, como o adultério, tem vários tipos de punição. É diferente também quando a pessoa que comete o pecado é masculino ou feminino. De acordo com o Islã, as mulheres merecem uma punição mais severa. Porém, em outro Sura, o Alcorão equipara a punição do homem e da mulher.
Recebendo o Perdão no Islamismo
Alguns dos pecados menores são expiados através do ritual da lavagem, no qual os muçulmanos são obrigados por Maomé a lavar certas partes do corpo antes de orar a Alá. Se não se lavarem antes, Alá não aceitará as suas orações. Como cristãos, podemos nos regozijar porque o sangue do Cordeiro, Jesus Cristo, nos lavou de uma vez para sempre! (1Pe 3.18; 1Jo 1.9)
Os teólogos muçulmanos também discordam quanto ao número de diferentes maneiras que um muçulmano pode receber o perdão para os pecados menores e os pecados maiores. As mais comuns são baseadas nos versos do Alcorão e do Hadith (ditos e ensinos de Maomé e dos Califas – seguidores de Maomé). São as seguintes:
1.     Fazer o bem: Os nossos queridos muçulmanos acreditam que Deus vai julgá-los usando uma balança para comparar o peso das boas obras com o das más obras. Na tentativa de aumentar o peso das boas obras, os muçulmanos acreditam que existem algumas obras cujo peso Deus multiplica por dez. A oração da sexta-feira na mesquita é um exemplo. Cada passo que a pessoa dá ao se aproximar da mesquita, ele acrescenta mais pontos na contagem das boas obras. Alguns versos do Alcorão dizem: "Os que impedem o mal com bem – deles será a Última Morada, jardins do Éden nos quais entrarão; e os que foram bons para os seus pais e esposas e para as suas sementes" (Sura 13:22,23). "Pois as coisas boas removem as más" (Sura 11:114).
2.     Jejum: as pessoas também podem expiar os pecados através do jejum. No Sura 33:35 está escrito: "Os homens e as mulheres que jejuam, para eles Deus tem preparado o perdão e uma paga poderosa".
3.     Crianças que morrem antes de seus pais terem garantida a entrada no paraíso (termo islâmico para céu): O Hadith diz que a criança falecida fica parada na porta do céu, cheia de ira, dizendo: "Eu não vou entrar no paraíso sem meus pais", depois do que está escrito "Deixe seus pais entrarem com ela" (citado por Nisaai e Ibn Hayan, depois de Abi Huraira).
4.     A aprovação de uma esposa pelo seu marido assegura a entrada dela no paraíso: O Hadith diz que Maomé declarou: "Toda a mulher que morre e que teve a aprovação do marido, pode entrar no paraíso" (citado por Tarmazi).
5.     Recitar o Alcorão: No Hadith, segundo Masoud (um dos amigos de Maomé, também conhecido como al Sahaba), Maomé disse: "Aquele que lê o Alcorão e o memoriza, Deus o conduz ao paraíso e lhe garante, pela sua intercessão, a salvação de dez parentes que merecem o fogo.
6.     Confissão de dois credos: Os dois credos são os de que não há outro Deus senão Alá e Maomé é o profeta de Alá. Está relacionado ao que Abi Thur (um dos al Sahaba) disse: "Eu vim sobre o profeta de Deus [Maomé] que dormia com uma túnica branca. Ele acordou dizendo: ‘Todo o que afirmar que não há Deus senão Alá, tem garantida a sua entrada no Paraíso’. Eu perguntei: ‘Mesmo se ele cometer adultério e roubar?’ Ele respondeu: ‘Mesmo se cometer adultério e roubar.’ Perguntei de novo: ‘Mesmo se ele cometer adultério e roubar?’ Ele respondeu mais uma vez: ‘Mesmo se ele cometer adultério e roubar!’"
7.     A obediência da esposa ao seu marido ganha o perdão para o seu pai: Ibn Malik (um al Sahaba e um dos reitores do Alcorão) contou a história de um homem que saiu para uma jornada e disse à sua esposa que não saísse do seu quarto no andar de cima. O pai dela morava no andar de baixo e ficou doente. A mulher mandou uma pessoa pedir a permissão do profeta para visitar o pai no andar de baixo da casa. Ele respondeu: "Obedeça ao seu marido". O pai morreu e foi sepultado sem a presença dela. Mais tarde, o profeta a informou que Deus havia perdoado o seu pai como resultado da obediência dela ao seu marido.
8.     Oração: No Hadith, encontramos, segundo Abou Baker (O melhor amigo de Maomé e pai de uma de suas esposas), que Maomé disse: "Não há homem que, se pecar e que, depois de lavar-se, sobe para orar [uma oração formal impressa] Deus não possa perdoar."
9.     A Peregrinação (o Hajj): Uma pessoa pode receber o perdão quando vai em peregrinação a Meca, na Arábia Saudita (terra natal de Maomé). O Sura Al-Baqara (capítulo 2 do Alcorão) 158 diz: "todo o que faz a Peregrinação à Casa, ou à Visitação não deve ser culpado."
Apesar destas "obras" serem um meio através dos quais os muçulmanos crêem que recebem o perdão, eles ainda reconhecem que precisam de expiação e a buscam, de acordo com os ministérios "Last Harvest Inc. (Última Colheita Inc.)" e "Middle East for Christ (O Oriente Médio para Cristo)".
Numa pesquisa com um grupo de muçulmanos em 1992, estes ministérios descobriram que o perdão de pecados é a mais importante e urgente necessidade dos muçulmanos.
Podemos nos regozijar, como cristãos, pois o perdão não é baseado nas boas obras ou nas opiniões ou julgamentos de outros, mas na graça de Deus e na redenção através do sangue de Jesus Cristo (Efésios 2:8,9; Gálatas 2.21).

domingo, 24 de outubro de 2010

Reforma Protestante - 493 anos

Estamos nos aproximando do dia 31 de Outubro quando comemoramos a Reforma Protestante, proclamada por Martinho Lutero. Já são passados 493 anos. Estou postando aqui um link direto para que você possa conhecer as famosas 95 teses de Lutero. É só clicar a seguir: http://www.monergismo.com/textos/credos/lutero_teses.htm

Segundo Turno das Eleições 2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Saúde da Alma - 2

Amargura – potente arma de Satanás
Hb 12:15
Tudo o que há de errado em nós é revelado pela luz das Escrituras Sagradas. No entanto, a Bíblia é fonte de vida. Ao revelar o lixo que há em nosso coração, seu objetivo é que façamos a limpeza necessária a fim de vivermos uma vida estável e abundante. Quem insinua que as palavras de Deus são acusadoras e condenatórias é o diabo, pois deseja que vivamos na desgraça, seu propósito é roubar, matar e destruir, Jo 10:10.
Não é nada bom mantermos um compartimento em nossa alma para armazenarmos lixo. Lugar de lixo é na lixeira e, pelo que sei, ninguém possui uma lixeira de estimação. Nós somos o templo do Espírito Santo, não depósito de lixo! O mau cheiro pode se tornar algo normal, se quando o sentirmos, não tomarmos providência quanto à sua eliminação, pois os mesmos produzirão micro-organismos geradores de doenças. Muitos estão colhendo o que não gostariam, mas permitiram que as bactérias malignas fossem sendo alimentadas dentro de sua alma.
Ninguém é perfeito, Rm 3:10. Todas as pessoas já cometeram injustiças contra outras, mas também já foram injustiçadas. Não bastam boas intenções, pois elas não nos isentarão de cometermos erros e de que alguém erre contra nós. Mais cedo ou mais tarde, todos devemos fazer uma limpeza em nossos sentimentos. Bom seria que cada dia nos livrássemos dos sentimentos maus. A Palavra afirma: “não se ponha o sol sobre a vossa ira” (Ef 4:26).
O desejo de Satanás é tornar os pequenos ferimentos em lesões e chagas incuráveis. Ele injeta elementos nocivos e destrutivos no coração, disseminando mágoas que podem ir torturando a pessoa durante toda a sua vida. À primeira vista, esses elementos parecem algo normal e humano, sendo até muitos deles imperceptíveis, mas com o passar do tempo vemos que o inimigo conseguiu oprimir, controlar, frustrar e destruir a vida, os atos e os sonhos da pessoa. Não devemos ignorar os ardis de Satanás, 2 Co 2:11. Devemos sujeitar a Deus, resistir ao diabo, para que ele fuja de nós, Tg 4:7. Isso não acontecerá, enquanto nutrirmos sentimentos de que somos coitadinhos, injustiçados e vítimas de alguma situação. “Não deis lugar ao diabo” (Ef 4:27).
O ser humano é um espírito vivente, que possui uma alma e habita num corpo, 1 Ts 5:23. Portanto, a maioria de nossos distúrbios ou problemas estão ligados à natureza espiritual. Ninguém poderá ter uma vida satisfatória vivendo sob o domínio de um espírito amargurado. Isso reflete no caráter produzindo frieza, falda de compreensão e perdão e até a vingança. O amargurado só consegue “aparente vantagem” diante de pessoas com o mesmo sentimento, pois com estas pessoas não há confronto e, sim, complacência.
Quando alguém se deixa levar por esse mal o resultado é a quebra de relacionamento. Relacionamentos rompidos geram trevas (1 Jo 2:11), insensibilidade e imaturidade.
A mais poderosa arma de destruição usada pelo inimigo, para conduzir alguém ao fracasso, é a amargura. Nenhum homem ou mulher fiel a Deus permanecerá firme se consentir em guardar amargura no coração. A amargura é o veneno da alma, mas que procura penetrar em todas as áreas da vida, inclusive afetando outros, Hb 12:15. A palavra nos adverte: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, pois dele procedem as saídas da vida” (Pv 4:23). O apóstolo Paulo nos adverte: “Toda amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmias, e toda malícia seja tirada de entre vós” (Efésios 4:31).
Vamos encerrar com uma aplicação prática do Salmos 131 em nosso viver diário:
“Senhor, o meu coração não se elevou, nem os meus olhos se levantaram; não me exercito em grandes assuntos, nem em coisas muito elevadas para mim. Decerto, fiz calar e sossegar a minha alma; qual criança desmamada para com sua mãe, tal é a minha alma para comigo. Espere Israel no Senhor, desde agora e para sempre”.

Saúde da Alma - 1

O Problema do Ressentimento
2 Co 5:18-20
Quanto às pessoas que vivem ao nosso redor, só temos duas opções: aprender a conviver com elas ou fugir delas. Muitos são aqueles que optam pela fuga, sem ao menos imaginar que, daqui à pouco vão se deparar com outros casos onde a regra é a mesma: ou aprende a conviver com elas, ou foge delas.
Não podemos nos conformar em viver fugindo o tempo todo. Quem vive fugindo, se tiver um momento de bom senso, verá que seu maior inimigo não se ausenta que é a sua própria pessoa, com sua personalidade, gênio e atitudes descabidas.
Tudo que é normal possui um padrão de crescimento e desenvolvimento. Isso deve ser aplicado também na vida emocional. É necessário que cresçamos sempre. Há áreas que atingimos o patamar máximo de crescimento, mas na área emocional não há limites para se crescer.
No convívio com as pessoas, a Bíblia mostra qual é a vontade de Deus: “Sejam sempre humildes, bem educados e pacientes, suportando uns aos outros com amor” (Efésios 4:2 NTLH).
Quando não compreendemos as pessoas, sentimo-nos injustiçados diante das suas atitudes, que nos parece serem ameaças, e o resultado é o ressentimento. Daí em diante, tudo que a pessoa fizer passa a soar negativamente para nós. Nesse caso, precisamos aprender a superar esse sentimento mau, a fim de que não crie raízes em nós e cause perturbação.
O ressentimento é sinônimo de falta de perdão, no caso de ofensas e de incompreensão. Quem não se pré-dispõe a perdoar, haverá de curtir o amargor de um espírito esmagado e preso a um sentimento de vingança. O escritor Lutzer ressaltou em seus escrito que “o indivíduo vingativo é aquele que não se quebrantou diante de Deus, isto é, ele não permite que Deus seja a sua justiça” (Quando a Reconciliação falha, pg 30 – CPAD).
Quem guarda ressentimento vive debaixo de um jugo, onde se debate, desperdiça energia e acaba isolado e morrendo por dentro. Não devemos negar o sentimento mau, mas também não devemos justifica-lo. É preciso que o encaremos como um mal que precisa ser banido da nossa vida. Matemos esse sentimento ruim, antes que ele nos mate e estrague nossos sonhos e projetos.
“Ressentimento” quer dizer “sentir novamente”. Portanto, se em algum momento você sentiu mal em relação a alguém ou alguma coisa e não perdoou ou superou, daqui a pouco, esse estado de dor voltará e poderá ser mais intenso.

Observe esse texto de Provérbios 26:23-26 (NTLHE)
“Como o verniz cobre um pote de barro, as palavras fingidas encobrem um coração mau. O hipócrita que odeia  esconde o seu ódio atrás da bajulação. Ele pode falar muito bem, mas não acredite no que ele diz porque o seu coração está cheio de ódio. Ele pode disfarçar, mas todos acabarão vendo a sua maldade”.
Muitas pessoas se enquadram nesse texto no sentido de viverem ocultando sentimentos negativos não resolvidos. São pessoas que trazem em seu interior uma intensa ira, mas que sabem disfarçar muito bem até certo tempo. No entanto, não é possível, viver enganando por muito tempo.
O ressentimento gera hipocrisia e produz apodrecimento de boas amizades, de famílias, de casais, de grupos, de igrejas e de uma sociedade. Quantos males têm sido divulgado na mídia por consequência de ressentimentos? Basta você assistir um programa jornalístico e verá quanta desgraça. E, fora do alcance da mídia é pior ainda. O ressentimento ferve dentro da pessoa como um ódio assassino. Quando uma pessoa está em fel de amargura ela procura fazer muros em volta de si, foge dos contatos, da comunhão, das reuniões, etc. Quer a todo custo, distância das outras pessoas.
Está comprovado pela ciência médica que o ressentimento torna a pessoa infeliz, impotente, antipática, deprimida e, até com moléstias no corpo. Muitos médicos afirmam que perderiam boa parte de seus pacientes, se estes se livrassem dos ressentimentos que trazem dentro de si. O maior punido pelo ressentimento é aquele que o nutre.

O ressentimento é um grave problema emocional e social, Hebreus 12:14-15 (NTLH)
“Procurem ter paz com todos e se esforcem para viver uma vida completamente dedicada ao Senhor, pois sem isso ninguém o verá. Tomem cuidado para que ninguém abandone a graça de Deus. Cuidado, para que ninguém se torne como uma planta amarga que cresce e prejudica muita gente com o seu veneno”.

O ressentimento é um pecado do qual precisamos nos arrepender, Atos 8:22-23 (BEARC)
“Arrepende-te, pois, dessa tua iniquidade e ora a Deus, para que, porventura, te seja perdoado o pensamento do teu coração; pois vejo que estás em fel de amargura e em laço de iniquidade”.

O ressentimento não deve ser motivo de orgulho, Tiago 3:14 (BEARC)
“Mas, se tendes amarga inveja e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade”.

O ressentimento armazenado vai romper as comportas do coração e se manifestará em palavras amargas, murmurações e queixas, Romanos 3:13-17 (BEARC)
“A sua garganta é um sepulcro aberto; com a língua tratam enganosamente; peçonha de áspides está debaixo de seus lábios; cuja boca está cheia de maldição e amargura. Os seus pés são ligeiros para derramar sangue. Em seus caminhos há destruição e miséria; e não conheceram o caminho da paz”.
O que fazer para evitar que esse mal domine e estrague a sua vida?
Renove o seu modo de pensar, Efésios 4:23-24 (BEARC)
“e vos renoveis no espírito do vosso sentido, e vos revistais do novo homem, que, segundo Deus, é criado em verdadeira justiça e santidade”.

Procure por todos os meios a reconciliação, Mateus 5:23-24 (BEARC)
“Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem, e apresenta a tua oferta”.

Seja pré-disposto a liberar perdão, Colossenses 3:13 (BEARC)
“suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também”.

Edificando pontes e não muros

CONSTRUTORES DE PONTES OU DE MUROS
2 Co 5:17-20
Devemos ser construtores de pontes, não fazedores de muros ou cavadores de abismos. Somos ministros da reconciliação, não promotores de contendas. Somos pacificadores, não geradores de intrigas. O ministério da igreja é de aproximação das pessoas e não de afastamento delas. Somos um só corpo e membros uns dos outros. Quando um membro do corpo sofre, todos sofrem com ele; quando um membro é promovido, todos se regozijam com ele. Para isso, precisamos tomar algumas medidas.
1.     RECONHECER QUE SOMOS FALHOS E ERRAMOS UNS COM OS OUTROS.
Não somos uma comunidade de pessoas perfeitas. Nós ainda estamos sujeitos a falhas e tropeçamos em muitas coisas. Isso obviamente não nos dá o direito de errarmos intencionalmente. A vida cristã não nos dá uma imunidade para pecar. Precisamos ser vigilantes para não sermos pedra de tropeço para os nossos irmãos. Porém, o fato de errarmos uns com os outros não anula o fato de que somos uma só família e um só rebanho. O apóstolo Paulo admite que na igreja há momentos em que temos queixa uns dos outros.
2.     RECONHECER QUE O CAMINHO DO ARREPENDIMENTO E DO PERDÃO É UMA ÚNICA FORMA DE CONSTRUIR PONTES.
Um cristão demonstra sua maturidade espiritual quando reconhece seu erro e tem disposição de pedir perdão. Não há comunidade saudável sem o exercício do perdão. Somos a comunidade dos perdoados e dos perdoadores. Quem não perdoa não pode orar, não pode ofertar, não pode ser perdoado. Quem não perdoa adoece emocional e fisicamente. A Bíblia diz que precisamos perdoar uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou. Esse perdão deve ser imediato, pleno e definitivo. O perdão sara as feridas, restaura os relacionamentos, produz comunhão e glorifica a Deus. Ferir uns aos outros ou guardar mágoas produz doença emocional e desavença relacional. É tempo de construirmos pontes em vez de cavarmos abismos em nossos relacionamentos dentro da nossa família e da igreja.
3.     RECONHECER QUE DEUS NOS CHAMOU PARA SERMOS MINISTROS DA RECONCILIAÇÃO.
Nós fomos chamados para pregarmos a reconciliação do homem com Deus e do homem com o próximo. Nós fomos vocacionados para construirmos pontes em vez de cavarmos abismos. Os filhos do Reino são pacificadores e os pacificadores são chamados filhos de Deus. A Bíblia diz que o amor cobre multidão de pecados. Quem ama busca a reconciliação.
4.     RECONHECER QUE NENHUMA VITÓRIA TEM GOSTO AGRADÁVEL SE A COMUNHÃO FRATERNAL É QUEBRADA.
A única vitória que glorifica o nome de Cristo é a decisão de restaurar o que foi quebrado, de aproximar o que foi afastado. Paulo diz que no depender de nós, devemos ter paz com todos os homens. Ainda diz que se preciso for, devemos sofrer o dano para construir as pontes da reconciliação. A Palavra de Deus diz que devemos ter o mesmo sentimento que houve também em Cristo. Ele não revidou ultraje com ultraje. Ele rogou ao Pai que perdoasse seus algozes e até mesmo atenuou-lhes a culpa, dizendo que eles não sabiam o que estavam fazendo. A Bíblia inteira é um apelo à reconciliação com Deus e a reconciliação fraternal. O apóstolo Paulo chega a afirmar que se não houver perdão dentro da igreja, Satanás leva vantagem sobre nós. Que Deus nos ajude a amar uns aos outros, a dar a nossa vida uns pelos outros, a perdoar uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou e a construirmos pontes em vez de muros.
Conclusão: Shakespeare afirmou: “se você está se sentindo só é porque em vez de pontes, construiu muralhas entre você e os outros”. Charles Brown Jr. disse: “Só o amor constrói pontes indestrutíveis”. O apóstolo Paulo falou: “A ciência incha, mas o amor edifica” (1 Co 8:1). O salmista declarou: “bom e suave é que os irmãos vivam em união” (Sl 133:1). O apóstolo João também disse algo importante: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo” (1 Jo 1:7).

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Ministração Aos Discipulos

A RESTAURAÇÃO DOS SONHOS
Salmo 126
A Bíblia fala muito sobre sonhos. Isso nos mostra que, para Deus, sonhar é algo muito importante. Antes de ser algo meramente humano, sonhar é divino. Deus foi o primeiro a sonhar. Um dia Ele sonhou com o homem, com a Igreja, e ainda sonha com um povo tal como Ele é – santo. Porque fomos criados à Sua imagem, herdamos dele a capacidade de sonhar.
Por isso, quando nos unimos a Cristo através do novo nascimento, nos unimos também aos Seus sonhos. Cada vez que Deus quer realizar algo através de nós, Ele primeiro gera um sonho em nosso coração. Ficamos pensando que somos nós que sonhamos, mas isso é obra dele. Outra prova da importância dos sonhos é que a Bíblia coloca este assunto como uma evidência do mover de Deus no meio do Seu povo.
O profeta Joel diz que quando o Espírito Santo fosse derramado, os velhos teriam sonhos. Ora, por que os velhos? É que velhos lembram pessoas que perderam a capacidade de sonhar. A velhice é uma fase da vida quando muitos já não sonham mais. Infelizmente, essa é a condição de muitos filhos de Deus que, embora não sejam velhos, têm uma estrutura que se assemelha à velhice e já não esperam por muita coisa, porque não acreditam mais nos sonhos.
Muitas razões podem ter levado tais pessoas a isso: decepções, frustrações, críticas, medo de arriscar de novo, desilusão. Os motivos são vários, muitos chegam até mesmo a culpar os outros por seus problemas, mas nada disso trará os sonhos de volta. Nenhuma desculpa que apresentemos diante de Deus vai resolver.
Deus certamente entende muito bem de decepções, rejeições e de ser ignorado, mas nada disso O fez desistir de Seus sonhos de ter um povo santo e perfeito. Por que então haveríamos de desistir? Deus pode restaurar os nossos sonhos.
O problema daqueles que se encontram sem condições de sonhar é que, muitas vezes, eles sequer percebem sua situação; entretanto, suas atitudes demonstram o que sentem. Podemos ver isso na história do povo de Israel. Um povo que conheceu os sonhos de Deus e os perdeu no meio do caminho.
Atitudes daqueles que perderam os sonhos
O Salmo 137 retrata a condição de um povo destituído de sonhos. "Às margens do rio de Babilônia nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião. Nos salgueiros que lá havia, pendurávamos as nossas harpas".
Ø  Desânimo. Aqueles cujos sonhos estão esquecidos são desanimados e, para eles, tudo se torna muito difícil. Vivem um constante cansaço de alma. Israel estava assim: seu povo ficava assentado às margens do rio lamentando sua condição, numa atitude que desagradou a Deus, porque não era fruto de fé – e tudo o que não provém de fé é pecado. Os judeus choravam porque estavam frustrados. Muitos estão assim e, dia após dia, vivem lamentando sua condição.
Ø  Incredulidade. Os judeus já não acreditava mais na promessa de Deus, que se tornara apenas uma remota lembrança. Conhecer os sonhos de Deus não significa, necessariamente, que estejamos compartilhando deles. Eles conheciam os sonhos do Senhor, mas, na verdade, eles não fizeram do sonho de Deus o seu sonho, mas buscaram outras coisas e, por isso, tornaram-se escravos. Aqueles que não sonham são incrédulos, não ousam crer no poder de Deus, e o pior: tornam-se ascéticos quanto aos sonhos dos outros e criticam aqueles que ainda sonham.
Ø  Insatisfação. Os judeus eram insatisfeitos, tanto antes quanto depois do exílio. Antes, porque eram indiferentes aos sonhos de Deus para eles como nação. Depois, porque perderam não apenas os sonhos de Deus, mas os seus próprios. Não tinham mais motivo de louvor ao Senhor, por isso, penduraram os seus instrumentos. Sua alma estava vazia e abatida. E o vazio gera insatisfação; por causa da ausência de sonhos, perderam a motivação, o vigor e a força para prosseguir e a inspiração para louvar a Deus.
Ø  Falta de propósito e de direção. O que gera comodismo. Eles não tinham mais um propósito como nação; para eles, o presente e o futuro eram a mesma coisa, porque no exílio não se sonha. Quando perdemos os sonhos, perdemos a esperança e o propósito de Deus para nós.
Atitudes daqueles que têm seus sonhos restaurados.
Mesmo que os nossos sonhos sejam roubados, destruídos, frustrados, ainda assim é possível que eles sejam restaurados. A Bíblia relata a história de uma mulher que tinha tudo para ser uma pessoa frustrada, insatisfeita, acomodada. Sua condição de vida era parecida com a do povo de Judá no exílio; não havia mais esperança, mas ela resolveu sonhar. Essa mulher sofria de hemorragia, e quando ouviu falar de Jesus, o sonho de ser curada voltou a bater dentro dela. Mas, a cura não foi automática. Ela escolheu ter atitudes diante daquela situação, a ficar parada e passiva. As atitudes dessa mulher são as mesmas que todos aqueles que querem ter seus sonhos restaurados precisam ter. Ela decidiu arriscar[1]. Ela poderia se conformar com aquela realidade irreversível, do ponto de vista humano; porém, decidiu crer. Para ter os sonhos restaurados, é preciso que haja a decisão de sonhar novamente, mesmo sob o risco de novo fracasso. Aquela mulher havia esperado a cura pelos médicos, mas ainda não havia depositado a sua esperança em Jesus – o que faria toda a diferença.
Ø  Decisão. Decisão fala de uma atitude de desejar ardentemente a realização do sonho. Muitos homens que escreveram a História da Igreja tiveram esse espírito e, por causa deles, hoje nós existimos, em Cristo.
Ø  Determinação. É uma decisão de ir até o fim. Alguns decidem, mas poucos perseveram até o fim. Há um tempo para se plantar, um tempo de chorar. Às vezes, os sonhos nos fazem chorar, porque parecem tão distantes de nós. A Bíblia diz que: "... quem vai andando e chorando, voltará com alegria trazendo os frutos" (Sl 126). Certamente, o caminho daquela mulher não foi fácil para ela, mas, a cada passo, por mais difícil que fosse, ela ganhava mais força, por saber que a concretização do sonho estava mais próxima.
Ø  Fé. Em terceiro lugar, ela com toda confiança tocou no Senhor  e se apossou da bênção. Seu sonho se realizou, porque ela tocou com fé no único que podia torná-lo realidade. Quando os nossos sonhos se encontram com os sonhos de Deus, Ele se compromete a realizá-los por nós.
Pode ser que uma dessas histórias seja também a sua experiência. Com qual delas você se identifica? Hoje você pode mudar o rumo da sua história de vida, mas tenha certeza de uma coisa: tudo começa com um sonho. Não permita que outros roubem os seus sonhos e muito menos a sua capacidade de sonhar. Sonhe com as promessas de Deus! Sonhe com o impossível! Sonhe grande! Não tenha medo de sonhar.
Deus não é apenas um sonhador. Ele é também um restaurador de sonhos e é poderoso para realizá-los por você. Todo final de ano fala-se muito em sonhos e novos propósitos, faz-se planos, mas o que se tem feito durante todos os dias que compõe o ano? Onde foram depositados os sonhos?
Nós somos o povo das promessas firmadas no Deus imutável. Ele espera que sonhemos com elas. Se, como Igreja, desejamos um avivamento, precisamos sonhar com ele e deixar que isso seja primeiro gerado dentro de nós.
E o nosso Deus promete cumprir em nós, e através de nós, infinitamente mais do que tudo o que sonhamos. "Quando o Senhor restaurou a sorte de Sião, ficamos como quem sonha! Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de júbilo" (Sl 126). Esse é o nosso Deus!

Igreja Presbiteriana Renovada
Rua Adão Schmidt, 98 – Barreiros
São José - SC


[1] Pôr-se em risco ou perigo; expor-se ao que é bom ou mau; aventurar.

sábado, 9 de outubro de 2010

Corgem para ser diferente parte 2

Corgem para ser diferente parte 1

Hernandes Dias Lopes - É Possível um Crente Fiel Viver sem Orar? [03/03]

Hernandes Dias Lopes - É Possível um Crente Fiel Viver sem Orar? [02/03]

Hernandes Dias Lopes - É Possível um Crente Fiel Viver sem Orar? [01/03]

Pregação Chocante (Paul Washer)

Paul Washer - A Doutrina Esquecida

O Que é Glorificar a Deus? - Thomas Watson