IGREJA PRESBITERIANA RENOVADA EM SÃO JOSÉ - SANTA CATARINA - Avivamento e Crescimento nas Sagradas Escrituras
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sexta-feira, 31 de julho de 2015
quarta-feira, 6 de março de 2013
ENCONTRO DE HOMENS
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
A Restauração de Davi
A restauração, sob o ponto de vista humano, é a arte de se colocar contritamente nas mãos do divino Oleiro para que ele refaça o vaso quebrado e lhe dê novamente a forma e a beleza anteriores, depois de qualquer escorregão e queda ou de qualquer escândalo e desastre de natureza moral e religiosa.
Davi despencou da loucura para a realidade
“Cair em si” quer dizer reconhecer o próprio erro, voltar à realidade. Foi o que aconteceu com o filho pródigo (Lc 15.17) e com o tal homem de Corinto que se deitou com a mulher de seu pai (1 Co 5.1; 2 Co 2.5-11). E o que não aconteceu com o fariseu da parábola de Jesus (Lc 18.11-12) e com o anjo da igreja de Laodiceia (Ap 3.17). Cair em si não é outra coisa senão reconhecer as maldades gêmeas – abandonar o Senhor, a fonte de água viva, e cavar as tais cisternas que, cheias de fissuras, não conseguem reter as águas (Jr 2.13). O grande apelo para cair em si está nestas palavras de Jeremias: “Compreenda e veja como é mau e amargo abandonar o Senhor, o seu Deus, e não ter temor de mim” (Jr 2.19).
Depois de cair em si, Davi admitiu o seu pecado
Imediatamente após o desbloqueio, Davi admitiu: “Pequei contra o Senhor”. E imediatamente após a confissão, foi absolvido da culpa: “O Senhor perdoou o seu pecado”. A confissão e o perdão estão no mesmo versículo (2 Sm 12.13). É preciso lembrar para confessar e é preciso confessar para não mais lembrar.
Davi não dividiu a sua culpa com ninguém
A confissão de Davi é uma confissão limpa, tal qual a do publicano: “Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador” (Lc 18.13). Ele não disse que pecou porque suas mulheres e concubinas não o satisfaziam sexualmente. Não pôs culpa no pecado original herdado de Adão (Sl 51.5). Em nenhum momento responsabilizou Bate-Seba pela sua lascívia. Ele colocou o verbo pecar na primeira pessoa do singular, no caso do adultério (2 Sm 12.13; Sl 51.4) e no caso do recenseamento (1 Cr 21.8, 17). A confissão de Davi foi uma confissão “sem comentário” (BP).
Davi entendeu e aceitou o sofrimento relacionado com o seu pecado
Davi não se revoltou contra o juízo misericordioso e terapêutico de Deus nem contra o juízo implacável e oportunista do homem. Aceitou a morte do filho caçula e a agressão física e verbal de Simei, homem da família de Saul. Além de jogar pedras e poeira em Davi, Simei o amaldiçoava e lhe dizia: “Fora daqui, assassino! Você já está recebendo o castigo de Deus pela morte de Saul e sua família; você roubou o trono de Saul e agora seu filho Absalão o tomou de você! Finalmente você está experimentando o seu próprio remédio, seu assassino!” (2 Sm 16.8, BV).
Davi recuperou a delicadeza de caráter anterior O que o Filho de Deus recomendou ao anjo da igreja de Éfeso — “Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio” (Ap 2.5) — aconteceu com Davi. Ele fechou o parêntesis aberto algum tempo antes do episódio do adultério e voltou a viver e a mostrar delicadeza de caráter. Dentro do parêntesis ficou a sujeira de Davi e fora dele, antes e depois, ficou a sua beleza moral. Basta ver a maneira como Davi lidou com a morte do filho caçula e como tratou o seu acusador, que lhe disse: “Você é o homem rico que roubou a cordeirinha de estimação que bebia do copo do homem pobre e dormia em seus braços”.
Davi recuperou a glória perdida
Recuperou o trono, a autoridade, o prestígio, a comunhão com o Senhor e as bênçãos de Deus. Ele mesmo diz: “Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados!” (Sl 32.1). Sobretudo depois do peso esmagador da mão do Senhor. A história registra que Davi “morreu em boa velhice, tendo desfrutado vida longa [70 anos], riqueza e honra” (1 Cr 29.28).
Davi alcançou graças adicionais
O que Paulo diz em Romanos — “Onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5.20) — cumpriu-se em Davi. Deus havia prometido a Davi que, quando a vida dele chegasse ao fim, ele escolheria para sucedê-lo “um fruto do seu próprio corpo” (2 Sm 7.12). O escolhido era Salomão, fruto do corpo de Davi e de Bate-Seba: “Dentre todos os muitos filhos que [Deus] me deu, ele escolheu Salomão para sentar-se no trono de Israel, o reino do Senhor” (1 Cr 28.5). Salomão nasceu logo após o adultério e era filho daquela que “tinha sido mulher de Urias” (Mt 1.6). Na verdade, Salomão era filho da graça!
Davi despencou da loucura para a realidade
“Cair em si” quer dizer reconhecer o próprio erro, voltar à realidade. Foi o que aconteceu com o filho pródigo (Lc 15.17) e com o tal homem de Corinto que se deitou com a mulher de seu pai (1 Co 5.1; 2 Co 2.5-11). E o que não aconteceu com o fariseu da parábola de Jesus (Lc 18.11-12) e com o anjo da igreja de Laodiceia (Ap 3.17). Cair em si não é outra coisa senão reconhecer as maldades gêmeas – abandonar o Senhor, a fonte de água viva, e cavar as tais cisternas que, cheias de fissuras, não conseguem reter as águas (Jr 2.13). O grande apelo para cair em si está nestas palavras de Jeremias: “Compreenda e veja como é mau e amargo abandonar o Senhor, o seu Deus, e não ter temor de mim” (Jr 2.19).
Depois de cair em si, Davi admitiu o seu pecado
Davi não dividiu a sua culpa com ninguém
A confissão de Davi é uma confissão limpa, tal qual a do publicano: “Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador” (Lc 18.13). Ele não disse que pecou porque suas mulheres e concubinas não o satisfaziam sexualmente. Não pôs culpa no pecado original herdado de Adão (Sl 51.5). Em nenhum momento responsabilizou Bate-Seba pela sua lascívia. Ele colocou o verbo pecar na primeira pessoa do singular, no caso do adultério (2 Sm 12.13; Sl 51.4) e no caso do recenseamento (1 Cr 21.8, 17). A confissão de Davi foi uma confissão “sem comentário” (BP).
Davi entendeu e aceitou o sofrimento relacionado com o seu pecado
Davi não se revoltou contra o juízo misericordioso e terapêutico de Deus nem contra o juízo implacável e oportunista do homem. Aceitou a morte do filho caçula e a agressão física e verbal de Simei, homem da família de Saul. Além de jogar pedras e poeira em Davi, Simei o amaldiçoava e lhe dizia: “Fora daqui, assassino! Você já está recebendo o castigo de Deus pela morte de Saul e sua família; você roubou o trono de Saul e agora seu filho Absalão o tomou de você! Finalmente você está experimentando o seu próprio remédio, seu assassino!” (2 Sm 16.8, BV).
Davi recuperou a delicadeza de caráter anterior O que o Filho de Deus recomendou ao anjo da igreja de Éfeso — “Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio” (Ap 2.5) — aconteceu com Davi. Ele fechou o parêntesis aberto algum tempo antes do episódio do adultério e voltou a viver e a mostrar delicadeza de caráter. Dentro do parêntesis ficou a sujeira de Davi e fora dele, antes e depois, ficou a sua beleza moral. Basta ver a maneira como Davi lidou com a morte do filho caçula e como tratou o seu acusador, que lhe disse: “Você é o homem rico que roubou a cordeirinha de estimação que bebia do copo do homem pobre e dormia em seus braços”.
Davi recuperou a glória perdida
Recuperou o trono, a autoridade, o prestígio, a comunhão com o Senhor e as bênçãos de Deus. Ele mesmo diz: “Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados!” (Sl 32.1). Sobretudo depois do peso esmagador da mão do Senhor. A história registra que Davi “morreu em boa velhice, tendo desfrutado vida longa [70 anos], riqueza e honra” (1 Cr 29.28).
Davi alcançou graças adicionais
O que Paulo diz em Romanos — “Onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5.20) — cumpriu-se em Davi. Deus havia prometido a Davi que, quando a vida dele chegasse ao fim, ele escolheria para sucedê-lo “um fruto do seu próprio corpo” (2 Sm 7.12). O escolhido era Salomão, fruto do corpo de Davi e de Bate-Seba: “Dentre todos os muitos filhos que [Deus] me deu, ele escolheu Salomão para sentar-se no trono de Israel, o reino do Senhor” (1 Cr 28.5). Salomão nasceu logo após o adultério e era filho daquela que “tinha sido mulher de Urias” (Mt 1.6). Na verdade, Salomão era filho da graça!
Fonte: www.ultimato.com.br
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Fora com os Aproveitadores da Fé
APROVEITADORES DE PLANTÃO
Já virou moda pregadores itinerantes que não sabem, e nem querem saber, o cheiro que tem as ovelhas. São espertalhões, que vivem a revelar o óbvio, e passar envelopes em nossas reuniões para levar o dinheiro suado das pessoas, como se não custasse ganhar. Passam a lábia no povo e levam num final de semana muito mais que o pastor da igreja, que é o suporte para as horas de dificuldades dos membros, recebe pelo tempo integral 24 horas por dia, 28-31 dias por mês, 365-366 dias por ano.
Pastores, Deus cobrará de cada um o cuidado das ovelhas sob nossa responsabilidade. Inclusive, adverte-nos a Palavra de Deus que temos de poupar o rebanho dos aproveitadores e espertalhões. Conheço pastores que são verdadeiros heróis na sobrevivência, devido ao fato de suas igrejas serem pequenas e a maioria dos membros classe assalariada, mas que amam esses espertalhões que vivem surgindo aos montes.
É hora de acordarmos e pregarmos a verdadeira Palavra de Deus às nossas ovelhas. Elas estão desnutridas e fracas porque esse tipo de movimento não dá sustentação que as pessoas precisam. Pregue a Palavra. A igreja precisa ser alimentada pelo pastor que é o legítimo guardador do rebanho. Pastorear não é sinônimo de empresariar, mas sim, cuidar das ovelhas ensinando tudo o que Jesus ordenou. A Palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração... pare de aplicar mau o dinheiro dos membros da sua igreja com os aproveitadores de plantão - eles são incapazes de fazer o que você faz, mas são especialistas em arrancar a "lã das suas ovelhas" e deixar os problemas para você resolver.
Pare, reflita: "pastoreie às minhas ovelhas" é o que disse Jesus.
Não há problema nenhum convidar uma pessoa sensata e que pode te ajudar ministrando alguma área específica. No entanto, deve haver cuidado para não tornar essa pessoa mais uma viciada no granjear oferta fácil, a ponto de achar que não deve mais continuar pastoreando e convivendo com os problemas diários de um rebanho, pois ser itinerante torna a pessoa isenta de resolver conflitos e problemas.
Quem não suporta o dia-a-dia cuidando de suas ovelhas e abre mão delas, não serve de exemplo ao nosso rebanho também.
"Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da verdade" (2Tm 2:15).
Não há problema nenhum convidar uma pessoa sensata e que pode te ajudar ministrando alguma área específica. No entanto, deve haver cuidado para não tornar essa pessoa mais uma viciada no granjear oferta fácil, a ponto de achar que não deve mais continuar pastoreando e convivendo com os problemas diários de um rebanho, pois ser itinerante torna a pessoa isenta de resolver conflitos e problemas.
Quem não suporta o dia-a-dia cuidando de suas ovelhas e abre mão delas, não serve de exemplo ao nosso rebanho também.
"Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da verdade" (2Tm 2:15).
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Livre-se das preocupações
COMO TER UMA VIDA SAUDÁVEL?
1 Pedro 5.7
A preocupação exagerada desagrada a Deus por demonstrar falta de confiança nele como Soberano. Conforme declara Lucas 12.25-26 é inútil, pois não é capaz de alterar nada. Uma pessoa ansiosa ou preocupada não consegue raciocinar, nem refletir sobre o que deve ou não fazer, Pv 12.25.
Os efeitos da preocupação são negativos:
Sufoca e neutraliza a Palavra, Mt 13.22;
Contamina a fé, Fp 4.8;
Provoca irritações, doenças, antipatia, confusão, mau humor, etc.
O que fazer?
1) Aplicar a lei da transferência
Quando não temos condições de resolver algum problema, só há um caminho - transferir para alguém que pode resolver. "Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade..."
2) Entrega total e ampla
Quando entregamos apenas uma parte do problema e ficamos tentando controlar a outra, aumentamos o problema e não vai resolver nada. "Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade..."
O Salmo 37.5 afirma: "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele, e o mais Ele fará".
3) Confie que Ele é capaz para resolver
Se você passar uma procuração para alguém resolver seu problema e ficar desconfiado, o problema se agravará. "Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós".
Conclusão: Jesus quer que tenhamos uma vida abundante, Jo 10.10. Problemas não existem para ser o ponto final, mas para nos levar a algo maior. Portanto, resolva seus problemas antes que eles se agravem. E, se te parecer difícil demais, procure ajuda de um voluntário ou de um profissional para que eles sejam resolvidos.
Maldições quebradas pela concordância com Deus
Uma Vida de Concordância com Deus
Amós 3:3/Gênesis 5:24
INTRODUÇÃO: Todos desejam andar com Deus. Como andar efetivamente com Ele? Para se andar com Deus é preciso estar de acordo com Ele: dizendo o que Ele diz, sendo o que Ele quer e fazendo o que Ele ordena. Observe Números 23:19, 20 – “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele dito, não o fará? ou, havendo falado, não o cumprirá? Eis que recebi mandado de abençoar; pois ele tem abençoado, e eu não o posso revogar”- temos que ter essa consciência, então será fácil concordar com Ele. Concordância com Deus é sinônimo de fé: “Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte; e não foi achado, porque Deus o trasladara; pois antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus. Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam” (Hb 11:5,6).
TRANSIÇÃO: Amós 3:3 fala da dificuldade que há se não houver acordo, assim como não é provável que dois homens se encontrem num deserto sem caminhos. Caso estejam andando juntos, pode-se concluir com segurança que assim está acontecendo por terem feito essa combinação. Gênesis 5:24 fala-nos de um homem chamado Enoque que andou com Deus em perfeito acordo com Deus e por isso foi arrebatado, tornando-se assim um exemplo para a igreja que será arrebatada – por viver de acordo com Deus: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mt 7:21). “Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus, permanece para sempre” (I Jo 2:17).
1. SOMOS O QUE DEUS DIZ QUE SOMOS
O Diabo tenta nos convencer de que somos maus, somos um fracasso, somos covardes, maus cristãos: “Agora é chegada a salvação, e o poder, e o reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo; porque já foi lançado fora o acusador de nossos irmãos, o qual diante do nosso Deus os acusava dia e noite” (Ap 12:10).
Deus diz que somos seus filhos: “e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso” (2 Co 6:18). Este é um privilégio que devemos reconhecer: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus; e nós o somos. Por isso o mundo não nos conhece; porque não conheceu a ele” (1 Jo 3:1).
Deus diz que somos novas criaturas: “Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5:17). · Deus diz que somos mais que vencedores: “Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou” (Rm 8:37).
Se Deus nos justifica, ousará alguém nos acusar se somos os eleitos de Deus? E ainda, se o próprio Cristo morreu pelos fiéis, ressurgiu por eles, e agora, à direita de Deus, é o seu constante Advogado, haverá força que possa partir os laços de amor que prendem o Salvador aos salvos? Não pode haver acusação contra eles, nem pode haver dissolução dos laços redentores – sou o que Deus diz que sou.
Use a sua boca para discordar do Diabo e concordar com o Deus, todo-poderoso.
2. TEMOS O QUE DEUS DIZ QUE TEMOS
O Diabo tenta nos convencer que não somos nada, que nosso nome não vale nada, que somos fracos, que não temos autoridade. · Deus diz que eu tenho o seu nome: “E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas...” (Mc 16:17).
Deus diz que eu tenho a sua natureza: “E porei em vós o meu espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra, e sabereis que eu, o Senhor, disse isto, e o fiz, diz o Senhor” (Ez 37:14). “Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa” (Ef 1:13).
Deus diz que eu tenho poder: “Porque Deus não nos deu o espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação” (2 Tm 1:7). Este termo “poder” significa ser competente, forte e poderoso; ser apto para fazer alguma coisa; poder moral e excelência de alma. Veja a declaração de Jesus em João 10:10 – “O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. O termo abundância expressa algo que excede algum número, medida, posição ou necessidade.
Deus diz que eu tenho vitória: “Graças, porém, a Deus que em Cristo sempre nos conduz em triunfo, e por meio de nós difunde em todo lugar o cheiro do seu conhecimento” (2 Co 2:14). A expressão “conduz em triunfo” traz a mente do apóstolo o costume antigo de conduzir em marcha triunfal os adversários vencidos. Assim, alegra-se ele por ser o crente "conduzido em triunfo" por Cristo.
Devemos tomar posse de tudo isso, tal como Josué e Calebe, devemos tomar posse das bênçãos de Deus – pela fé.
3. PODEMOS O QUE DEUS DIZ QUE PODEMOS
Temos capacidade espiritual para fazer o que Deus diz em sua Palavra: “Porque a palavra de Deus é [viva e eficaz], e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4:12).
Temos condições de dar testemunho com poder: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra” (At 1:8).
Temos condições de expulsar os espíritos malignos: “E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios” (Mc 16:17).
Podemos transmitir cura ao doente: “E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome porão as mãos sobre os enfermos, e estes serão curados” (Mc 16:18).
Veja a lista de nossas possibilidades dada por Jesus: “Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça daí” (Mt 10:8).
CONCLUSÃO: Devemos evitar o grande erro de agir conforme o que diz nosso sentido, a ciência, o Diabo, ou as pessoas pessimistas e incrédulas. Temos que discordar do Diabo e concordarmos com Deus, veja o que Paulo declarou: “Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm 8:31).
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Marido - viva com sua mulher com entendimento
Algumas dicas úteis para o marido na convivência com sua mulher
1. Jamais compare sua esposa com outra mulher (especialmente na presença dela), como se a outra fosse mais atraente, bonita, inteligente, organizada, etc.. Todos nós somos diferentes, e pode ter certeza que sempre existirá uma mulher mais bonita que sua esposa... assim como sempre existirá um homem mais bonito e jovem do que você. Sua esposa é SUA esposa, e por isso ela merece ser tratada como tal, como se fosse a única mulher do mundo, a mais desejada, a mais admirada. Diga a ela que você a ama do jeito que ela é.
2. Não trate sua esposa com menosprezo ou humilhação, principalmente na frente dos outros. Exatamente pelo que eu falei antes, ela precisa e merece ser tratada com todo carinho e atenção. Ela está na sua vida à frente de qualquer outra pessoa... até mesmo dos seus filhos.
3. Quando chegar do trabalho, cansado, tome um banho, jante, dê uma relaxada, mas não esqueça de tirar um tempo para sua esposa. Ela passou o dia também envolvida com muito trabalho (dentro e/ou fora do lar), mas está ansiosa para conversar com você. Sabe aqueles dias do namoro, quando vocês conversavam sobre as coisas mais banais? Pois é, depois do casamento continuem conversando sobre trivialidades. Você verá o quanto ela vai gostar de ir dormir depois de vocês passarem um tempo juntos, compartilhando um com o outro o que se passou durante mais aquele dia.
4. Aprenda a fazer elogios a ela. Eu e você sabemos que não é fácil para nós observarmos todos os detalhes, mas faça um "esforço". Quando ela mudar o cabelo, usar uma roupa nova, fizer uma comida mais sofisticada, ou realizar qualquer coisa que seja fora do padrão, faça um elogio sincero. Saiba que ela fez tudo só para agradar você, e está esperando que você reconheça isso. Não seja (mais) aquele marido que só se dirige a ela para reclamar e resmungar.
5. Procure meios de surpreender sua esposa com pequenas manifestações de carinho e atenção. Certa vez eu soube de um amigo meu (casado há vários anos) que fez o seguinte para demonstrar que sua esposa era especial: ele escreveu um monte de bilhetinhos com frases carinhosas, abriu cuidadosamente os pacotes de mantimentos da família (macarrão, feijão, açúcar, arroz, etc.), e colocou os recadinhos dentro, fechando-os em seguida, ficando imperceptíveis as alterações na embalagem. Resultado: toda vez que ela abria um pacote de feijão, por exemplo, para fazer o almoço, lá estava um recadinho do marido dizendo o quanto ela era importante para ele. Você imagina o bem que isso fez a ela!? Portanto, de vez em quando, compre alguma "lembrancinha" para sua esposa, pois ela vai ficar feliz por ter sido lembrada por você.
6. Jamais, nunca, de forma alguma, esqueça a data de aniversário dela ou a do casamento de vocês. Este é um erro FATAL que muitos maridos cometem. Se possível, leve-a para jantar fora ou passear, só vocês dois. Caso o orçamento esteja apertado demais, escreva um cartão de próprio punho, e deixe pendurado no espelho que ela usa quando escova os dentes ou vai pentear os cabelos. Lembre-se: o segredo é deixá-la convicta de que ela é a pessoa mais importante na sua vida, e será nos seus pequenos gestos que ela vai adquirir esta convicção.
7. Cuidado com as piadas sobre sua sogra. Mesmo que você não goste dela, não fique dizendo isso com freqüência para sua esposa, nem para seus amigos... porque ela vai ficar sabendo...rsrs Trate sua sogra da mesma maneira que você desejaria que sua esposa tratasse a sogra dela.
8. As mulheres têm uma auto-estima muito vinculada à sua aparência pessoal. Por isso, nem sempre o fato de sua mulher ser vaidosa significa que ela seja "mundana". Às vezes, ela quer apenas estar bonita para você, para amenizar um pouco o fato de não ser uma "Gisele", por exemplo. Por isso, apoie quando ela estiver querendo ir ao salão, para fazer uma escova no cabelo, por exempo. Algumas se sentem mais "mulheres" quando saem da cabeleireira. Nós não entendemos porquê, mas é real.
9. Se sua esposa trabalha fora para ajudar no orçamento doméstico, seja justo com ela e divida as tarefas de casa. Trocar a fralda do bebê, varrer o chão, lavar o banheiro, lavar e enxugar a louça, estender as roupas no varal, cozinhar, etc., nada disso vai diminuir sua masculinidade. Pelo contrário, sua esposa sentirá orgulho do maridão que tem. Grande parte das esposas de hoje trabalham dentro e fora de casa, e não é justo que apenas elas fiquem com toda responsabilidade das tarefas domésticas. Seja um marido nota 1000 nesta área também!
10. Aprenda a satisfazer sua esposa no campo sexual. Conversem, troquem "informações", brinquem juntos como na lua-de-mel (lembra?), experimentem novas "brincadeiras", saia da rotina, surpreenda-a, deixe que ela atinja aquele "momento" primeiro, trate-a como uma rainha. Praticamente todos os autores que escrevem sobre este tema do relacionamento conjugal dizem que uma esposa bem "alimentada" sexualmente, será uma mulher fiel, carinhosa e submissa ao seu marido (olha ai a dica). Mais uma vez eu lembro que o relacionamento sexual entre marido e mulher não tem nada de pecaminoso nem sujo, a não ser que vocês esqueçam o respeito e a santidade que deve existir no leito do casal. Seja o melhor "homem" que sua esposa deseja ter, e você receberá tudo em dobro, pois ela também saberá ser a "mulher" mais maravilhosa do mundo para você.
Não esqueça:
Faça sua parte!
sexta-feira, 20 de abril de 2012
NÃO OLHAR CERTO É IGUAL À CEGUEIRA
OLHA PARA CIMA, DEUS ESTÁ NO CONTROLE
Viver é
uma aventura, uma aventura perigosa. A estrada da vida está juncada de
espinhos, armadilhas e minas prontas a explodirem. O inimigo nos espreita e
busca uma ocasião oportuna para nos atacar. No caminho há perigos, ameaças,
montes escarpados, ladeiras escorregadias, pinguelas estreitas, lagos
profundos, vales escuros, desertos esbraseantes. As circunstâncias adversas,
muitas vezes, conspiram contra nós; situações inesperadas nos deixam abalados;
ventos contrários, surram com desmesurado rigor o barco da nossa vida. Somos
surpreendidos por tempestades que atingem a nossa saúde, o nosso bolço, o nosso
lar, a nossa paz. Somos feridos por setas pontiagudas que rasgam a nossa carne,
fazem jorrar o nosso sangue e alagar o nosso leito com as nossas lágrimas.
Somos, então, amassados debaixo do rolo
compressor da angústia, gememos, choramos, sentimos nossas forças sendo
minadas, o sorriso apagar-se do nosso rosto, o brilho fugir dos nossos olhos. O
cenário parece sombrio, não enxergamos uma luz no fim do túnel, não divisamos
solução à vista. O que fazer nessas horas? Para onde correr? Onde devemos
buscar socorro?
Ser
cristão não é ser poupado dos problemas. Cristianismo não é uma apólice de
seguro contra os acidentes da viagem rumo à Canaã celestial. O sofrimento faz
parte também da agenda do povo de Deus. Neste mundo sempre vamos ter aflições.
Aqueles que andaram com Deus neste mundo não pisaram tapetes aveludados, mas
cruzaram desertos inóspitos, entraram em cavernas escuras, atravessaram mares
encapelados, desceram aos vales sombrios, foram jogados nas fornalhas ardentes,
trancados nas prisões, empurrados para as arenas, lançados nas fogueiras. O
próprio Filho de Deus, imaculado, impoluto e sem jaça, quando pisou nesta terra
bebeu o cálice do sofrimento: foi perseguido, insultado, abandonado, negado,
traído, esbofeteado, cuspido, pregado numa cruz. O nosso sofrimento não deve
ser interpretado como ausência do amor de Deus por nós. Ele sofre conosco. Ele
é compassivo. Nossa dor é a sua dor. Os nossos gemidos são os soluços de Deus.
Não sofremos porque Deus está distante de nós ou nos castigando. Mesmo quando
ele nos disciplina, sua motivação é o seu amor, seu propósito é a nossa
santidade. O nosso sofrimento nunca é maior do que a consolação de Deus. Nosso
vale nunca é tão profundo que a misericórdia de Deus não seja mais profunda. O
bálsamo de Deus sempre é eficaz para curar todas as nossas feridas. A alegria
de Deus é temperada com as nossas lágrimas e a paz que excede todo o
entendimento jorra do trono de Deus ao nosso coração mesmo nas noites mais
escuras do nosso sofrer.
Mesmo
quando sofremos, Deus está no controle das circunstâncias, para consolar-nos, levantar-nos,
fortalecer-nos e usar-nos como fontes de consolação. O nosso sofrimento é
pedagógico: ele nos ensina a perseverar, ele nos proporciona experiência com
Deus, ele abre dentro do nosso peito uma fonte de esperança no Deus vivo. O
nosso sofrimento é leve e momentâneo se comparado com as glórias que nos estão
reservadas no céu; ele produzirá para nós eterno peso de glória acima de toda
comparação. Por isso, se você está sofrendo, não fique deprimido nem
desanimado, mas levante a cabeça e saiba que Deus está no controle. Na jornada
da vida, por mais estreito que seja o caminho, ele o segura pela sua mão, o
guia com o seu conselho eterno e depois o receberá na glória!
H.D.L.
sexta-feira, 30 de março de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
UM VASO DE HONRA NAS MÃOS DE DEUS
COMO SE TORNAR UM VASO ÚTIL
At 9.10-18 (15)
INTRODUÇÃO: O vaso é usado como ilustração da nossa vida. Todos
deveríamos entender essa aplicação, a fim de podermos desempenhar bem o
propósito pelo qual Deus nos formou.
O texto básico fala a respeito da
conversão de Saulo de Tarso. Fato
desacreditado por muitos no início de sua carreira cristã. Ananias, um
discípulo do Senhor é chamado por Deus para ir até onde ele se encontrava para
orar por ele. Inicialmente Ananias estranhou e tentou argumentar sobre o que
sabia a respeito de Saulo, mas Deus lhe disse “vai porque ele é para mim um
vaso escolhido”.
Não importa as práticas
religiosas e até pecaminosas do nosso passado. A partir do momento que
encontramos Jesus podemos nos tornar um vaso útil.
1) RECONHECENDO
QUE SOMOS BARRO
Hoje encontramos
muitas pessoas que não negam o fato de ser um vaso, mas querem ser um vaso de
cristal. Com isto estão mostrando que estão dominadas por um sentimento de
arrogância, de superioridade.
Precisamos ser o
que Deus diz que somos: “Tu és pó...”. Somos formados do pó, portanto devemos
reconhecer o quanto somos frágeis e necessitados de Deus. A exaltação deve vir
por iniciativa e ação de Deus, e não de um espírito arrogante.
Jó reconheceu
essa realidade, quando disse: “como barro me formaste, e ao pó me farás voltar”
(10.9).
Isaías afirmou: “Mas
agora, ó Senhor, Tu és nosso Pai; nós somos o barro, e Tu, o nosso oleiro”
(64.8). Não importa a posição social, a aparência, todos somos barro. Só reconhecendo
isso, poderemos ser abençoados por Deus.
2) ACEITAR
SER MOLDADO PELO OLEIRO
O oleiro tem
total controle sobre o barro para dar-lhe o formato desejado. É impossível a
obra ficar querendo discutir com o obreiro. Deus pode fazer em nós e através de
nós o que bem entender, pois Ele é soberano e não deve satisfação a ninguém.
Cabe a nós aceitarmos sua vontade.
Ele falou: “Como
o barro na mão do oleiro, sois vós na minha mão, diz o Senhor” (Jr 18.6). Esta é a
Palavra divina a nosso respeito. Sendo assim, devemos permitir ser tratado por
Ele, pois deseja formar em nós algo melhor do que nós mesmos poderíamos fazer.
Jeremias foi até
a casa do oleiro para receber uma palavra da parte de Deus. Ele observou o
seguinte: “como o vaso que ele fazia de barro se quebrou nas mãos do oleiro,
tornou a fazer dele outro vaso, conforme seu querer” (Jr 18.4). Deus não
desiste de nós, mas fará tudo para sermos como Ele quer.
3) ENFRENTAR
O FOGO QUE FORTALECE SEM RECLAMAR
O vaso formado
pelo oleiro não conseguirá alcançar propósito algum, a menos que seja queimado
no fogo. Esse fogo pode representar as lutas e tribulações que enfrentamos em
nossa caminhada cristã. “Bem aventurado o varão que sofre a tentação porque
quando for aprovado receberá a coroa da vida”.
Jesus disse aos
seus discípulos que eles haveriam de enfrentar aflições, mas não era para
desanimarem, Jo 16.33. Somos atribulados, disse Paulo, mas não somos
desamparados. Deus não permitirá que o fogo para forjar o nosso caráter seja
maior do que precisamos, ou do que possamos suportar.
Deus permite que
o vaso enfrente o fogo para que ele fique firme, forte e resistente. Mas não se preocupe, Ele sabe até onde pode deixar o fogo arder.
4) PERMITIR
QUE O SENHOR NOS COLOQUE ONDE QUISER
Quem decide onde
o vaso deve ficar é exclusivamente seu dono. Ninguém compra um vaso para coloca-lo
num canto abandonado, mas para enfeitar algum lugar que julga nobre. Assim
também Deus quer fazer com cada um de nós. Ele deseja que estejamos ocupando um
lugar de honra.
Cada servo de
Deus precisa se submeter a vontade dele. Ele sabe porque nos fez, e qual o propósito
maior com nossas vidas. Dentro dessa realidade, não podemos deixar de orar como
Jesus: “não se faça a minha vontade, mas a tua”.
Todos nós fomos
formados de modo especial pelo Senhor, e precisamos nos entregar inteiramente
em suas mãos. Os pensamentos dele a nosso respeito são os melhores possíveis,
pensamentos de paz, e não de mal.
CONCLUSÃO: “Humilhai-vos,
debaixo da potente mão de Deus para que, a seu tempo, Ele vos exalte”. A
promessa de Deus é gloriosa para aqueles que se humilharem: ouvirei dos céus,
perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra, 2Cr 7.14. Deus tem um plano
para sua vida, mas enquanto você não reconhecer que é um vaso de barro,
permitir que Ele molde seu caráter, enfrentar o fogo sem reclamar e permitir
que Ele o coloque onde você deve, de fato, estar, nada poderá ser feito. Todos
aqueles que tentaram convencer a Deus com seus questionamentos, tiveram que
mudar e aceitar o argumento de Deus. Dentre esses: Moisés, Elias, Jeremias,
Ananias. Vai querer continuar teimando, ou vai se entregar a Deus? A decisão é
tua. Deus capacita os chamados!
Deus te abençoe!
Pr. Wanderley da Silva
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
ABAIXO AS MALDIÇÕES DA SUA VIDA
LIVRANDO-SE DAS MALDIÇÕES
João 10:10
Maldição é um infortúnio
lançado contra alguma pessoa, alguma coisa ou algum lugar, usando palavras,
rituais ou oferendas. O propósito de uma maldição é bloquear, limitar ou anular
o bem-estar de uma pessoa, empresa ou sociedade.
Ela pode ser: consciente
– quando eu tomo conhecimento de que alguém a lançou; ou inconsciente – quando não sabemos que foi feito.
Maldição é também resultado de ações pessoais contrárias à vontade
de Deus, independente da falta de conhecimento. Exemplo: se alguém sem
conhecimento de uma lei natural a violar vai sofrer as conseqüências (Gl 6:7).
Uma lei espiritual quebrada trará conseqüências
terríveis. Exemplo: “a alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18:4).
A Palavra declara que a maldição sem causa não
encontra pouso, isto é, depende de uma legalidade por parte do seu alvo (Pv
26:2).
Por outro lado, o salmista declara que se alguém
amar a maldição será apanhado por ela; se rejeitar a bênção, esta fugirá da
pessoa (Sl 109:17).
As maldições só podem ser quebradas mediante a
obediência aos princípios bíblicos estabelecidos por Deus.
I –
Precisamos reconhecer o problema
Jesus disse ao seu povo “e conhecereis a verdade e
a verdade vos libertará” (Jo 8:32). O povo julgou que este era um discurso fora
de ordem, pois eles não eram escravos de ninguém. Mas Jesus lhes assegurou que
“àqueles ou àquilo a que servimos, por conseqüência somos escravos”. Jesus
então lhes declarou que só o Filho de Deus pode dar a verdadeira liberdade, Jo
8:36.
- Enfermidade
- uma mulher sofria um problema na coluna que a mantinha encurvada. Jesus
libertou a mulher e, ao ser criticado por ser sábado, revelou a origem do mal –
Satanás a havia mantido presa por dezoito anos (Lc 13:16).
- Miséria
financeira - em Malaquias 3:8-10 fala
que o povo estava sendo alvo de maldição, e o motivo era a negligência nos
dízimos e ofertas. O próprio Senhor estava dizendo que o povo estava roubando a
Deus. No entanto, eles foram desafiados a acertar as contas com o tesouro da
Casa do Senhor e passasse a fazer prova, pois Deus abriria sobre eles o seu
rico tesouro. Se eles fossem fiéis o devorador seria expulso de suas vidas.
- Perturbação
- Um homem que ficou conhecido como o endemoninhado gadareno era violento,
anti-social, vivia fora do comportamento natural, pois vivia nos sepulcros.
Quando Jesus expulsou a legião que o aprisionava ele se tornou um missionário
(Lc 8:26-40).
- Sentimentos
– a mágoa é a arapuca de Satanás, pois nos mantém limitados e presos a
sentimentos negativos: Veja o que Jesus afirmou:
1.
Devemos
perdoar não só sete vezes no dia, mas setenta vezes sete (Mt 18:21-22). Isto
implica não em fórmula matemática, mas na disponibilidade perfeita de não
deixar nada pendente a fim de alimentar demônios;
2.
Ao ofertar,
precisamos acertar as relações que estão rompidas (Mt 5:23-25). Todos sabemos
que as contribuições financeiras na igreja resultam em bênçãos de prosperidade,
portanto, para que não haja nada que embarace nossa bênção é preciso que
estejamos sem legalidades para Satanás;
3.
Quem não
perdoa, não será perdoado (Mc 11:26). É uma questão coerente – quem não pratica
o perdão, não tem o direito de pedir.
Detecte o problema e rejeite-o em suas vidas.
II –
Precisamos liberar a palavra de ordem contra o valente
Se creres em seu coração e com sua boca haver
confissão haverá salvação (Rm 10:9).
É necessário que tenhamos coragem e disposição para
através da fé e da palavra darmos ordem e anularmos o poder do inimigo naquilo
em que ele nos ataca. Exemplo: “Satanás, eu te ordeno pelo poder do sangue de
Jesus, saia da minha vida, da minha família, das minhas finanças, etc.
Cri, por isso falei; cremos, portanto falamos
também. Creia que as maldições existem e que precisam ser anuladas pelo poder
de Jesus. E, Ele disse: “em meu nome expulsarão os demônios, etc.” (Mc 16:17).
Se tiveres fé como um grão de mostarda, direis a este monte vá para acolá e
assim será. Tem muita gente cheia de fé que vive conformada à vida limitada
pelas maldições, simplesmente pelo fato de não darem ordem ao monte que está
lhe incomodando, (Mt 17:20).
III –
Precisamos fechar as portas e janelas da alma
Paulo disse: "Não se ponha o sol sobre a vossa
ira". Isto é uma advertência contra qualquer irritação que suscite ódio,
ou desejo de vingança (Rm 12.19).
Qualquer sentimento negativo guardado de um dia
para o outro, transforma-se em um campo arado e fertilizado para o Diabo semear
sua erva daninha (Sl 37:8). Precisamos aprender a nos dominar (Pv 16:32).
Aquele que permite que sua alma fique presa por um sentimento negativo, estará
sujeito às terríveis conseqüências.
Se não tratarmos devidamente nossas mágoas ou
amarguras, ela abrirá uma fenda enorme, pela qual, Satanás entrará em nossa
vida e nos destruirá totalmente.
Se a mágoa é a gaiola de Satanás. Vai querer ficar
preso? Creio que não.
Conclusão: Diante de nós Deus colocou duas coisas a vida e a
morte; a bênção e a maldição. Escolha a vida para que viva tu e teus filhos.
Jesus afirmou que há dois planos para cada um de nós: o plano satânico: roubar, matar e destruir; o plano
divino – vida abundante.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
A Importância de Deus no trabalho
A IMPORTÂNCIA DE DEUS NO TRABALHO
Salmo 128
INTRODUÇÃO: Todos querem ser bem sucedidos em suas
realizações. Trabalha-se visando não só o sustento pessoal e familiar, mas
também o crescimento profissional, bem como, financeiro. Muitos têm atribuído
ao trabalho adjetivos negativos, como se fosse uma maldição ao ser humano, mas
o sucesso só vem com muito empenho ao trabalho. Salomão, em sua sabedoria,
afirmou: “O desejo do preguiçoso o mata, porque as suas mãos recusam
trabalhar” (Pv 21:25).
TRANSIÇÃO: O texto básico desta ministração é considerado o Salmo da família, mas
sabemos que o sustento e prosperidade da família estão ligados ao empenho no
trabalho. Somente uma família cujo pai está desempregado é que sabe dizer o
quanto o trabalho está diretamente ligado ao sucesso familiar. Para que o
trabalho seja abençoado é preciso considerar pelo menos três fatores:
I – TUDO QUANTO FIZER
SEJA PARA GLÓRIA DE DEUS
- Cl 3:17 “E,
quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor
Jesus, dando por ele graças a Deus Pai”. Não se glorifica a Deus
somente orando, cantando ou aclamando em reuniões da igreja, mas também
nas ações, tanto em casa, quanto no trabalho, ou em qualquer lugar em que
estivermos. Afinal somos luz, isto é, marcamos presença com boas ações e
atitudes positivas.
- Na maior
competição brasileira de automobilismo, em sua principal corrida, a
corrida do milhão (de dólares) que ocorreu neste domingo 31/08/2008,
Valdeno Brito, atribuiu a sua vitória principalmente a Jesus, a quem
glorificou por tê-lo tirado das trevas. Claro que foi com muito empenho
dele e da equipe, mas com a bênção
de Deus.
- Para que Deus
seja glorificado em tudo quanto fizermos, convém observar o que o rei Jeosafá
ordenou aos seus oficiais: “E deu-lhes ordem, dizendo: Assim fazei
no temor do Senhor, com fidelidade, e com coração íntegro”
(2 Cr 19:9).
o se glorifica a Deus somente orando, cantando ou aclamando em
reuni4747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747
II – TUDO QUANTO
FIZER FAÇA DE TODO CORAÇÃO
- Cl 3:23 “E
tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração”. Fazer as coisas de
“todo o coração” significa empenho e capricho. Paulo disse a Tito como ele
deveria se comportar: “Em tudo te dá por exemplo de boas obras” (Tt
2:7).
- Em Ec 9:10 diz
que “tudo quanto te vier à mão para fazer, faça conforme as suas
forças”. Não seja negligente no seu trabalho, pois dali sai o seu
sustento. E se você fizer com boa vontade, com certeza, colherá frutos
bons.
- Fazer as coisas
de qualquer maneira resulta em maldição: “Maldito aquele que fizer a
obra do Senhor relaxadamente” (Jr 48:10).
- Uma vez que
todos querem ser abençoados e prósperos, então seja caprichoso e faça tudo
da melhor maneira possível e Deus vai abrir novos horizontes para sua
vida.
III – TUDO QUANDO
FIZER CREIA QUE DEUS ABENÇOARÁ
- Não vivas a
amaldiçoar o trabalho, pois ele pode te dignificar. Ao firmar um contrato
de trabalho, ore para que Deus abençoe. Ao sair para trabalhar, peça a
Deus para te dar forças e sabedoria para poder alcançar êxito.
- O homem ou
mulher que tem prazer em servir a Deus e observar a Sua Palavra será bem
sucedido: “tudo quanto fizer prosperará” (Sl 1:3).
- O resultado do
trabalho não está na quantidade do tempo empenhado, mas na qualidade,
portanto creia na bênção de Deus: “Se o Senhor não edificar a casa, em
vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão
vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde,
comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono” (Sl
127:1-2).
CONCLUSÃO: Paulo adverte aos trabalhadores: “Todos os servos que estão debaixo
do jugo estimem a seus senhores por dignos de toda a honra, para que o nome de
Deus e a doutrina não sejam blasfemados. E os que têm senhores crentes não os
desprezem, por serem irmãos; antes os sirvam melhor, porque eles, que
participam do benefício, são crentes e amados. Isto ensina e exorta” (1 Tm
6:1-2).
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Não Basta Apenas Seguir em Frente
EM QUAL CAMINHO VOCÊ ESTÁ?
Is 40:27
INTRODUÇÃO: A nossa vida é
comparada a uma trajetória. Isso envolve tudo o que acontece conosco, seja bom
ou mau, certo ou errado, agradável ou desagradável, verdadeiro ou falso. Em
Ageu 1:5 e 7, Deus usa o profeta para advertir o povo da seguinte forma
“aplicai o vosso coração aos vossos caminhos”, isto é, faça uma investigação da
sua vida, a fim de viver uma vida segura e proveitosa. Há um dizer que muitos
conhecem: “viver sem tempo para Deus é viver perdendo tempo”.
TRANSIÇÃO: No texto básico
vemos Deus confrontando seu povo: “por que vocês ficam dizendo que os seus
caminhos estão encobertos diante de mim? Na verdade nada podemos esconder dele.
Se estamos no caminho certo ou errado, tudo está claro diante dele. Ele conhece
as nossas obras e sabe perfeitamente com quais intenções fazemos cada coisa.
Portanto, devemos orar com sinceridade a oração do salmista: “Senhor, tu me sondas, e
me conheces. Tu conheces o meu sentar e o meu levantar; de longe entendes o meu
pensamento. Esquadrinhas o meu andar, e o meu deitar, e conheces todos os meus
caminhos. Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo
conheces... Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os
meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho perverso, e guia-me pelo
caminho eterno” (Sl
139:1-4, 23-24). Vamos analisar em que caminho podemos estar:
I – AQUELE QUE PARECE BOM, MAS NÃO É
A Palavra de Deus diz:
“Há um caminho que ao homem parece
direito, mas o fim dele conduz à morte” (Pv 14:12).
É necessário que
estejamos atentos para não sermos enganados. Os homens e as mulheres sempre procuram
algo que lhes seja agradável e conveniente ao seu modo de julgar. Isso é um
perigo. O que precisamos é descobrir a verdade, independente se elas vão me
ferir ou não. Não posso querer algo que me seja conveniente, mas fazer tudo
para me enquadrar na vontade de Deus.
O bom remédio é aquele
que se apresenta desagradável, mas seu efeito é comprovado. Às vezes,
procuramos por coisas agradáveis, mas que não nos levam a nada de positivo.
Pv 12:15 afirma que: “O caminho do insensato é reto aos seus
olhos; mas o que dá ouvidos ao conselho é sábio”.
II – AQUELE QUE LEVA AO INFERNO
Veja o que diz a
Bíblia: “Para o sábio o caminho da vida é
para cima, a fim de que ele se desvie do inferno que é em baixo” (Pv
15:24). Aqui podemos ver a inferioridade do caminho que conduz ao inferno.
Pensando nisso, Paulo nos admoestou a “buscar
as coisas que são de cima... pensai nas coisas que são de cima e não nas que
são da terra” (Cl 3:1-2).
A parte final de
Mateus 7:13 afirma que o caminho para o inferno tem uma maior amplitude, o que
aparenta ser mais confortável: “... larga
é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que
entram por ela”; Infelizmente, a maioria acaba sendo enganada por buscar
comodismo.
Pv 21:16 “O homem que anda desviado do caminho do
entendimento repousará na congregação dos mortos”, que é o inferno.
III – AQUELE QUE CONDUZ A DEUS
Esse caminho é
descrito como estreito e apertado, o que exige uma decisão maior, bem como,
muita determinação para chegar ao final “e
porque estreita é a porta, e apertado o caminho que conduz à vida, e poucos são
os que a encontram” (Mt 7:14).
Deus providenciou um
caminho para que pudéssemos chegar a Ele. Em João 14:6, Jesus afirmou: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida;
ninguém vem ao Pai, a não ser por mim”. Note que Jesus não disse “eu sou um
caminho”, mas “eu sou o caminho”, algo definido – único.
Esse caminho foi
providência de Deus que foi inaugurado com o derramamento do sangue de Jesus, o
sacrifício perfeito: “Tendo pois, irmãos,
ousadia para entrarmos no santíssimo lugar, pelo sangue de Jesus, pelo caminho
que ele nos inaugurou, caminho novo e vivo, através do véu, isto é, da sua
carne, e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, cheguemo-nos com
verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo o coração purificado da má
consciência, e o corpo lavado com água limpa, retenhamos inabalável a confissão
da nossa esperança, porque fiel é aquele que fez a promessa” (Hb 10:19-23).
CONCLUSÃO: O profeta Isaías foi
muito enfático, quando disse: “Deixe o
ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos; volte-se ao Senhor,
que se compadecerá dele; e para o nosso Deus, porque é generoso em perdoar.
Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos
caminhos os meus caminhos, diz o Senhor. Porque, assim como o céu é mais alto
do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos
caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos” (Is
55:6-8).
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Por Que a Profecia é Significativa Hoje? | Mensagens | Chamada
As profecias encontradas na Bíblia nos foram dadas para nos ajudar em nossa vida espiritual enquanto aguardamos diariamente a vinda de Cristo (2 Timóteo 3.16,17). O Dr. Charles Dyer observa:
Deus deu a profecia para mudar nossos corações, não para encher nossas mentes de conhecimento. Deus não predisse eventos futuros só para satisfazer nossa curiosidade sobre o futuro. Toda vez que anuncia eventos que ainda são futuros, Ele inclui com Suas previsões aplicações práticas para a vida. As palavras de Deus sobre o futuro contêm conselhos específicos para o “aqui, e o agora”.
A profecia é importante. Entre os benefícios de estudá-la estão: louvor a Deus (Romanos 11.36), encorajamento (1 Tessalonicenses 4.18; 5.9), estabilidade (2 Tessalonicenses 2.1-3,15), e santidade (2 Pedro 3.11,12,14,17). Clique no link e leia tão importante palavra: Por Que a Profecia é Significativa Hoje? | Mensagens | Chamada
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Edificando pontes e não muros
CONSTRUTORES DE PONTES OU DE MUROS
2 Co 5:17-20
Devemos ser construtores de pontes, não fazedores de muros ou cavadores de abismos. Somos ministros da reconciliação, não promotores de contendas. Somos pacificadores, não geradores de intrigas. O ministério da igreja é de aproximação das pessoas e não de afastamento delas. Somos um só corpo e membros uns dos outros. Quando um membro do corpo sofre, todos sofrem com ele; quando um membro é promovido, todos se regozijam com ele. Para isso, precisamos tomar algumas medidas.
1. RECONHECER QUE SOMOS FALHOS E ERRAMOS UNS COM OS OUTROS.
Não somos uma comunidade de pessoas perfeitas. Nós ainda estamos sujeitos a falhas e tropeçamos em muitas coisas. Isso obviamente não nos dá o direito de errarmos intencionalmente. A vida cristã não nos dá uma imunidade para pecar. Precisamos ser vigilantes para não sermos pedra de tropeço para os nossos irmãos. Porém, o fato de errarmos uns com os outros não anula o fato de que somos uma só família e um só rebanho. O apóstolo Paulo admite que na igreja há momentos em que temos queixa uns dos outros.
2. RECONHECER QUE O CAMINHO DO ARREPENDIMENTO E DO PERDÃO É UMA ÚNICA FORMA DE CONSTRUIR PONTES.
Um cristão demonstra sua maturidade espiritual quando reconhece seu erro e tem disposição de pedir perdão. Não há comunidade saudável sem o exercício do perdão. Somos a comunidade dos perdoados e dos perdoadores. Quem não perdoa não pode orar, não pode ofertar, não pode ser perdoado. Quem não perdoa adoece emocional e fisicamente. A Bíblia diz que precisamos perdoar uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou. Esse perdão deve ser imediato, pleno e definitivo. O perdão sara as feridas, restaura os relacionamentos, produz comunhão e glorifica a Deus. Ferir uns aos outros ou guardar mágoas produz doença emocional e desavença relacional. É tempo de construirmos pontes em vez de cavarmos abismos em nossos relacionamentos dentro da nossa família e da igreja.
3. RECONHECER QUE DEUS NOS CHAMOU PARA SERMOS MINISTROS DA RECONCILIAÇÃO.
Nós fomos chamados para pregarmos a reconciliação do homem com Deus e do homem com o próximo. Nós fomos vocacionados para construirmos pontes em vez de cavarmos abismos. Os filhos do Reino são pacificadores e os pacificadores são chamados filhos de Deus. A Bíblia diz que o amor cobre multidão de pecados. Quem ama busca a reconciliação.
4. RECONHECER QUE NENHUMA VITÓRIA TEM GOSTO AGRADÁVEL SE A COMUNHÃO FRATERNAL É QUEBRADA.
A única vitória que glorifica o nome de Cristo é a decisão de restaurar o que foi quebrado, de aproximar o que foi afastado. Paulo diz que no depender de nós, devemos ter paz com todos os homens. Ainda diz que se preciso for, devemos sofrer o dano para construir as pontes da reconciliação. A Palavra de Deus diz que devemos ter o mesmo sentimento que houve também em Cristo. Ele não revidou ultraje com ultraje. Ele rogou ao Pai que perdoasse seus algozes e até mesmo atenuou-lhes a culpa, dizendo que eles não sabiam o que estavam fazendo. A Bíblia inteira é um apelo à reconciliação com Deus e a reconciliação fraternal. O apóstolo Paulo chega a afirmar que se não houver perdão dentro da igreja, Satanás leva vantagem sobre nós. Que Deus nos ajude a amar uns aos outros, a dar a nossa vida uns pelos outros, a perdoar uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou e a construirmos pontes em vez de muros.
Conclusão: Shakespeare afirmou: “se você está se sentindo só é porque em vez de pontes, construiu muralhas entre você e os outros”. Charles Brown Jr. disse: “Só o amor constrói pontes indestrutíveis”. O apóstolo Paulo falou: “A ciência incha, mas o amor edifica” (1 Co 8:1). O salmista declarou: “bom e suave é que os irmãos vivam em união” (Sl 133:1). O apóstolo João também disse algo importante: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo” (1 Jo 1:7).
sábado, 7 de junho de 2008
TOMANDO POSSE DA CURA PARA UM TESTEMUNHO EFICAZ
JEREMIAS 17:5 a 8 e 13:14
“Cura-me, Senhor, e serei curado, salva-me e serei salvo; porque Tu és o meu louvor”.
INTRODUÇÃO:
Como caminhar rumo às conquistas se o que pensamos está em desacordo com as atitudes? Se os sentimentos ao invés de erguer-nos, colocam-nos para baixo?
Não é possível viver uma vida plena com feridas na alma. Não será possível ver os sonhos se realizarem se o nosso espírito estiver ferido. Por isso, hoje (se deixarmos), o Senhor irá curar o nosso interior.
O líder é a chave. É a porta do mover sobrenatural do Espírito Santo. Ele é o testemunho do que Deus é capaz de fazer quando nos colocamos a sua vontade.
FERIDAS EMOCIONAIS:
Quem nunca sentiu isso?
A dor emocional é a falta de realizações em geral, e (mais especificamente) sonhos que estão tardando em se realizar.
Provérbios 3:2: “A esperança que se adia faz adoecer o coração; mas o desejo cumprido é a árvore da vida”.
Essas “não realizações” criam as dores emocionais que se manifestam: no choro, alterações de apetite e mudança de semblante.
A Bíblia a chama de coração triste, amargura da alma e aflição (como no caso de Ana em 1Samuel 1.
Porém, o mais difícil nesta fase é a incompreensão das outras pessoas.
Quantas vezes o líder luta, acredita, porém têm ao seu lado pessoas murmurando, desanimadas, incrédulas.
Mas, não desanime!
Moisés, Josué, Elias, Jó, Daniel, Paulo também enfrentaram a dor emocional.
Ela faz parte de um tratar de Deus em nosso caráter. Como disse Jesus: “A minha graça te basta! O meu poder se aperfeiçoa na tua fraqueza”.
Em Romanos 15:13 lemos: “E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo”.
ESTRESSE:
Conhecida como cansaço, exaustão e fadiga. Sua rota inicia-se com ansiedades na alma e que rapidamente passa para o físico. É provocada por acúmulo de tarefas e pendências não resolvidas. Projetos que não andam, causas emperradas, são alguns dos fatores que causam fadiga. Porém, Deus pode usar a fadiga para o seu propósito na vida do líder:
O primeiro é a correção do Senhor, pois quantas coisas fazemos as quais Deus nunca mandou (Hebreus 12:15)?
O segundo é prepará-lo para desafios maiores. Jeremias 12:5: “Se fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo?”.
O terceiro é fazer voltar-nos para os seus braços e aprender a descansarmos nas suas promessas. Jeremias 31:25: “Por que satisfiz à alma cansada, e saciei toda alma desfalecida”. Salmos 23:2: “Ele me faz repousar em verdes pastos. Leva-me para junto ás águas de descanso”.
PRECONCEITOS:
Por incrível que pareça, mas é um sentimento negativo presente na vida de muitos líderes. Quando alguém aspira ser um líder, ele precisará se expor, pois o líder é referência e é a porta. No seu caminhar, muitas vezes, ocorrerão situações decisivas; é neste momento que podem ocorrer traumas.
Quantos não se acham incapazes de liderar uma célula, quando na verdade possui um tremendo potencial?
O preconceito é “conceito ou opinião formados antes de ter os conhecimentos adequados”.
Ou seja, você não sabe direito o que é, mas já optou por não aceitar, por se achar incapaz, difícil e etc...
Quantos estão perdendo oportunidades maravilhosas por causa do preconceito do engano das feridas na alma.
Por isso que na visão celular todos os que chegam à igreja são líderes de em potencial, mas, só serão de fato se deixarem Deus moldar seu caráter.
Temos que tirar a segregação ministerial de nosso meio. O que é isso? È o indivíduo que diz: “Eu somente sei cantar. Este é o meu chamado”. Provérbios 23:7ª: “Porque, como imagina em sua alma, assim ele é”.
A FASE DE TRATAMENTO:
Como tratar os sentimentos acima descritos?
A primeira coisa a fazer é se derramar perante o Senhor conforme Isaías 53:4. Em Jesus temos alguém que se identifica com a dor que estamos passando. Ele sabe como tratar das feridas.
A segunda coisa a fazer é compartilhar com alguém disposto a ouvir e apoiar (discipulador). Buscar ajuda através dos relacionamentos leais e verdadeiros.
Cuidado com os compromissos que assume, pois muitas vezes é necessário dizer não. Buscar um tempo de oração e recuperação é o ideal para colocar sua vida em ordem, tanto interior como exteriormente, avaliando, assim que está sendo ou não produtivo na sua vida.
CONCLUSÃO:
Uma igreja conquistadora de territórios é aquela que possui líderes curados. Um líder curado causa um estrago imenso no inferno, pois o que mais vale não são seus os talentos ou habilidades, mas o seu TESTEMUNHO. Jesus tinha seguidores porque tinha um testemunho eficaz. O Apóstolo Paulo disse com ousadia: “Sede meus imitadores”. O registro dos feitos de um homem na história, geralmente se dá pelo testemunho que deixou. Um testemunho eficaz é aquele que está livre dos sentimentos acima descrito.
Vença os limites e tenha um testemunho eficaz.
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