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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Palavras - Vida ou Morte



A comunicação pode dar vida ou matar um relacionamento. 
As palavras podem se tornar instrumento de cavar sepulturas, ou de construir palanques para as pessoas ao nosso redor. 
Podem derrubar, ou promover. 
Podem construir muralhas, ou pontes. 
Podem repelir, ou atrair. 
Podem esfriar, ou esquentar um relacionamento. 
Podem machucar, ou curar. 
As palavras podem ser medicina ou veneno, instrumento de encorajamento ou arma de destruição. 
A vida e a morte estão no poder da língua.
“O sábio de coração será chamado prudente, e a doçura dos lábios aumenta o saber. O entendimento é uma fonte de vida para quem o possui, mas a tolice é o castigo dos insensatos. O coração do sábio instrui sua boca e aumenta em seus lábios o conhecimento. Palavras suaves são como favos de mel, DOÇURA PARA A ALMA e SAÚDE PARA O CORPO. Há um caminho que parece direito para o homem, mas o fim dele conduz à morte. O apetite do trabalhador trabalha por ele, pois sua fome o motiva. O homem sem escrúpulos causa o mal, e nos seus lábios há algo como um fogo devorador. O perverso espalha contendas, e o difamador separa amigos íntimos” (Provérbios 16:21-28).

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Não percam Encontro de casais


TORNE-SE UM LÍDER EFICAZ


Vinte e Quatro Formas de Transformar seu Discurso em Prática

Alguém disse certa vez que as pessoas não ouvem o que você fala – elas observam o que você faz. Em outras palavras,  uma das mais poderosas ferramentas de liderança à sua disposição é seu comportamento.  Embora os Distribuidores nem sempre acreditem no que você diz,  eles acreditarão no que você faz e nos seus resultados.  Côo seus Distribuidores vêem seu comportamento?  Quantas dessas atitudes positivas e influentes fazem parte de seu repertório de liderança?

1. Honestidade
Sua palavra é seu compromisso?  Os Distribuidores podem confiar que,  assim que tomar conhecimento de algo importante para eles,  você lhes informará?  Seu comportamento deixa claro que você não vai enganá-los ou lhes dizer meias verdades?

2.  Autoconfiança
Seu pessoal vê um líder seguro ou o vêem como alguém que sempre dá a si mesmo uma segunda chance?  Você está disposto  a correr riscos ou constantemente pisa em terreno seguro?

3.  Sacrifício
Sempre que seus Distribuidores são solicitados a assumir um prejuízo ou abrir mão de algum benefício, você dá o exemplo assumindo uma carga tão pesada quanto a deles?  Está disposto a abrir mão de algo em prol de seus Distribuidores para obter algo em troca?

4.  Cuidado
Você se compadece com Distribuidores em dificuldades?  Trata as pessoas com gentileza?  Ajuda os outros a manter sua dignidade e respeito próprio?

5.  Consideração
Você se preocupa com as necessidades dos outros tanto quanto se preocupa com suas próprias necessidades?  Tem consideração pelo tempo de outras pessoas ou o seu cronograma vem sempre em primeiro lugar?

6.  Responsabilidade
Você está disposto a pagar o preço de seus próprios erros?  Preocupa-se com os bons resultados tanto quanto espera que seus Distribuidores se preocupem?

7.  Dedicação
Você adota a atitude de “fazer o que for necessário” que prega aos outros?

8.  Lealdade
O bem-estar de seus Distribuidores é uma prioridade de sua lista?  Conquista a lealdade deles demonstrando a sua?

9.  Altruísmo
Você se preocupa menos com sua fama e fortuna do que com a reputação e a lucratividade da Empresa? Compartilha as glórias com seus subordinados diretos, colocando-os à frente das câmeras?

10.  Pontualidade
Você trabalha muito?  Chega às reuniões na hora certa?  Cumpre os prazos de desempenho?  Volta para junto de seus Distribuidores tão rápido o quanto prometeu?

11. Entusiasmo
Você é animado, otimista, cheio de energia? Mantém uma atitude positiva mesmo nos piores momentos?

12.  Resiliência
Você se recupera rapidamente da derrota?  Vê o fracasso como uma experiência de aprendizado? Busca rotineiramente oportunidades na adversidade?

13. Confiabilidade
As pessoas podem contar com você para cumprir com suas promessas e suas obrigações?  Está presente quando as pessoas precisam de você? Participa de uma tarefa (ou se mantém junto às pessoas) do início ao fim?

14.  Criatividade
Você está sempre buscando uma forma melhor de fazer as coisas?  É reconhecido como um inovador em sua área?

15.  Maturidade
Você se comporta profissionalmente? Comunica seriedade de propósito? Seu comportamento é admirado?
16.  Humor
Você faz as pessoas rirem, sem que riam dos outros?  Consegue rir de si mesmo? Consegue ajudar aos outros a ver o lado otimista na maioria das situações.

17.  Adaptabilidade
 Você gosta de experimentar coisas novas? É aberto à mudança?  Está disposto a rever suas decisões quando alguém lhe mostra algo que não pensou?

18.  Trabalho em equipe
Você atribui responsabilidade a sua equipe e não atrapalha seu trabalho?  É um bom membro das equipes das quais participa?

19.  Conhecimento
Você se mantém atualizado dos últimos conhecimentos relativos a sua área?  Estimula que seus Distribuidores participem de seminários a fim de aprimorar sua formação?  Participa de seminários?   Lê?  Ouve fitas?  Você tem um Mentor (Instrutor Pessoal)?

20.  Capacidade de decisão
Você é capaz de tomar decisões quando obtém informações suficientes para tomar uma boa decisão, ao invés de adiá-las até ter “conhecimento perfeito”?  Você toma uma decisão somente para não ser incorretamente influenciado pela última pessoa com quem falou?

21.  Abertura à críticas
Você pede aos seus Distribuidores para lhe informarem quando acham que seu desempenho não é satisfatório? Responde positivamente quando fazem isso?

22.  Habilidades Organizacionais
Você gerencia bem o seu tempo?  Organiza seu trabalho para se dedicar sempre ao item de maior prioridade?

23.  Pensamento de longo prazo
Você pede aos distribuidores idéias que gerem retorno a longo prazo?  Prevê o impacto futuro de suas decisões e atitudes?

24. Aparência
Você cuida de si mesmo fisicamente, arruma-se cuidadosamente e veste-se meticulosamente?

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Vida a dois - só com valorização mútua


Reconheça o Valor de Seu Cônjuge
Mt 6:21

Você é uma pessoa, portanto você possui um conjunto único de valores. Ninguém é como você!
Mas não se esqueça: do seu lado está outra pessoa, que também possui um conjunto de valores. Ninguém é como ela!

Quando casamos precisamos unir-nos em torno daquilo que de fato é fundamental.

Muitos dos nossos valores estão ligados às pequenas e grandes coisas. No entanto, para que haja bom relacionamento é conveniente que abramos mão de alguma preferência, bem como tomemos alguma atitude diante de outras para mantermos, não apenas a boa, mas a saudável convivência.

As preferência estão ligadas à alimentação, vestuário, cor, flor, marca, profissão, lazer, religião, etc.

Jesus falou de valores: “onde estiver o seu tesouro, aí estará também o teu coração” (Mt 6:21). Apesar do contexto se referir a questão de valores espirituais eternos, nada impede que apliquemos este princípio na existência humana relacional, familiar, etc.

Dentro da questão valores, podemos classificá-los em:

  1. Valores Materiais – é importante que sejamos responsáveis e mantenhamos um bom padrão familiar nesta questão. Provisão – apoio – suprimento. O apóstolo Paulo disse que “se alguém não tem cuidado dos seus, negou a fé e é pior que o infiel”. Mas isso não é tudo. Jesus falou: “que adianta ao homem ganhar o mundo todo e perder a alma”. Não pode um casal estar satisfeito ao obter sucesso material apenas. Este pode ser subdividido em:
    1. Necessários – “se alguém tem o que comer, beber, vestir, sinta-se satisfeito”. Claro que isso é o mínimo – o que já deve me impedir de murmurar.
    2. Supérfluos – tudo aquilo que me compromete de ter uma vida financeira com bom fôlego. Exemplo: nunca posso ajudar alguém porque estou sempre na forca.

  1. Valores Espirituais – o Reino de Deus deve ser implantado como prioridade no seio familiar. Jesus falou: “Buscai, pois em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e as demais coisas lhe serão acrescentadas” (Mt 6:33). A família precisa ser uma extensão da igreja – adoradora, evangelizadora e praticante do amor, que é o cumprimento da Lei: “amarás a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”. Jesus deve ser o fundamento de uma família que pretende superar e vencer os atuais desafios. Sabemos que muitos dos problemas enfrentados pelas famílias fracassadas tem a ver diretamente com a questão espiritual.

  1. Valores Morais – Vivemos num mundo ameaçador dos bons princípios morais. A imprensa falada, escrita, informatizada nos apresenta, sem qualquer pudor, uma enxurrada de maus exemplos e tentam corroer os bons costumes. “As más conversações corrompem os bons costumes”. O Salmista declarou: “não porei coisa má diante dos meus olhos” (Sl 101:3). “Ensina o menino o caminho que deve seguir e quando crescer não se desviará dele”. Seja exemplo do bom proceder. Discipline quando houver necessidade.

  1. Valores Intelectuais – Não podemos ser displicentes na área intelectual. Muitos tentam esnobar a ciência. Há necessidade de termos informações, formações e desenvolvimento cultural. Invista em literaturas sadias, a fim de crescer e desenvolver o raciocínio e a memória. Estude, pois não há limite para conhecer.

  1. Valores Sociais – nada melhor do que a boa convivência. Essa semana alguém me contou que tinha sérios problemas com um vizinho que era seu próprio irmão. Foi ao delegado e deu parte. O delegado chamou os dois e por fim disse: “se vocês não podem ser bons irmãos, pelo menos sejam bons vizinhos”. Resultado: o que deu parte acabou dando carona ao outro para retornar para casa. “No que depender de vós tenha paz com todos os homens”. Como vai se comportar um filho que vê seu pai ou mãe falarem mal da sogra, às vezes até brincando? E o que dizer das conversas que traduzem aos filhos uma imagem negativa do vizinho, do patrão, de um parente? Ou o filho que ouve o pai falando mal da esposa, ou vice-versa? “Cada um considere os outros superiores a si mesmo”. Outra orientação: “Levai as cargas uns dos outros”; “abençoai e não amaldiçoeis”.

  1. Valores hereditários – São aqueles que recebemos por parte de nossos antepassados, podendo ser bons ou maus (não no sentido moral, mas como algo desatualizado). Exemplos: “aqui não estudamos – trabalhamos”; “Mulher não pode trabalhar, só cuidar da casa”. O machismo é uma herança que muitos podem herdar e com isso levar a relação familiar ao sofrimento. Devemos filtrar os valores recebidos por herança. Se forem bons preservamos, ou se forem maus, abolimos. Não é porque seu pai foi ou praticou algo, que você precisa repetir.

Conclusão: Qual é a radiografia do seu casamento e da sua família? Vamos encerrar lendo o Salmo 128 que descreve o quadro de uma família que valoriza o que, de fato, tem valor. Esses valores não são alcançados apenas com intenções ou orações, mas com atitudes.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Maldições quebradas pela concordância com Deus


Uma Vida de Concordância com Deus
Amós 3:3/Gênesis 5:24 

INTRODUÇÃO: Todos desejam andar com Deus. Como andar efetivamente com Ele? Para se andar com Deus é preciso estar de acordo com Ele: dizendo o que Ele diz, sendo o que Ele quer e fazendo o que Ele ordena. Observe Números 23:19, 20 – “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele dito, não o fará? ou, havendo falado, não o cumprirá? Eis que recebi mandado de abençoar; pois ele tem abençoado, e eu não o posso revogar”- temos que ter essa consciência, então será fácil concordar com Ele. Concordância com Deus é sinônimo de fé: “Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte; e não foi achado, porque Deus o trasladara; pois antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus. Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam” (Hb 11:5,6). 

TRANSIÇÃO: Amós 3:3 fala da dificuldade que há se não houver acordo, assim como não é provável que dois homens se encontrem num deserto sem caminhos. Caso estejam andando juntos, pode-se concluir com segurança que assim está acontecendo por terem feito essa combinação. Gênesis 5:24 fala-nos de um homem chamado Enoque que andou com Deus em perfeito acordo com Deus e por isso foi arrebatado, tornando-se assim um exemplo para a igreja que será arrebatada – por viver de acordo com Deus: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mt 7:21). “Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus, permanece para sempre” (I Jo 2:17). 

1. SOMOS O QUE DEUS DIZ QUE SOMOS
O Diabo tenta nos convencer de que somos maus, somos um fracasso, somos covardes, maus cristãos: “Agora é chegada a salvação, e o poder, e o reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo; porque já foi lançado fora o acusador de nossos irmãos, o qual diante do nosso Deus os acusava dia e noite” (Ap 12:10).
Deus diz que somos seus filhos: “e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso” (2 Co 6:18). Este é um privilégio que devemos reconhecer: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus; e nós o somos. Por isso o mundo não nos conhece; porque não conheceu a ele” (1 Jo 3:1).
Deus diz que somos novas criaturas: “Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5:17). · Deus diz que somos mais que vencedores: “Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou” (Rm 8:37).
Se Deus nos justifica, ousará alguém nos acusar se somos os eleitos de Deus? E ainda, se o próprio Cristo morreu pelos fiéis, ressurgiu por eles, e agora, à direita de Deus, é o seu constante Advogado, haverá força que possa partir os laços de amor que prendem o Salvador aos salvos? Não pode haver acusação contra eles, nem pode haver dissolução dos laços redentores – sou o que Deus diz que sou.
Use a sua boca para discordar do Diabo e concordar com o Deus, todo-poderoso. 

2. TEMOS O QUE DEUS DIZ QUE TEMOS
O Diabo tenta nos convencer que não somos nada, que nosso nome não vale nada, que somos fracos, que não temos autoridade. · Deus diz que eu tenho o seu nome: “E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas...” (Mc 16:17).
Deus diz que eu tenho a sua natureza: “E porei em vós o meu espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra, e sabereis que eu, o Senhor, disse isto, e o fiz, diz o Senhor” (Ez 37:14). “Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa” (Ef 1:13).
Deus diz que eu tenho poder: “Porque Deus não nos deu o espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação” (2 Tm 1:7). Este termo “poder” significa ser competente, forte e poderoso; ser apto para fazer alguma coisa; poder moral e excelência de alma. Veja a declaração de Jesus em João 10:10 – “O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. O termo abundância expressa algo que excede algum número, medida, posição ou necessidade.
Deus diz que eu tenho vitória: “Graças, porém, a Deus que em Cristo sempre nos conduz em triunfo, e por meio de nós difunde em todo lugar o cheiro do seu conhecimento” (2 Co 2:14). A expressão “conduz em triunfo” traz a mente do apóstolo o costume antigo de conduzir em marcha triunfal os adversários vencidos. Assim, alegra-se ele por ser o crente "conduzido em triunfo" por Cristo.
Devemos tomar posse de tudo isso, tal como Josué e Calebe, devemos tomar posse das bênçãos de Deus – pela fé. 

3. PODEMOS O QUE DEUS DIZ QUE PODEMOS
Temos capacidade espiritual para fazer o que Deus diz em sua Palavra: “Porque a palavra de Deus é [viva e eficaz], e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4:12). 
Temos condições de dar testemunho com poder: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra” (At 1:8).
Temos condições de expulsar os espíritos malignos: “E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios” (Mc 16:17).
Podemos transmitir cura ao doente: “E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome porão as mãos sobre os enfermos, e estes serão curados” (Mc 16:18).
Veja a lista de nossas possibilidades dada por Jesus: “Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça daí” (Mt 10:8). 

CONCLUSÃO: Devemos evitar o grande erro de agir conforme o que diz nosso sentido, a ciência, o Diabo, ou as pessoas pessimistas e incrédulas. Temos que discordar do Diabo e concordarmos com Deus, veja o que Paulo declarou: “Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm 8:31).

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Batalha Espiritual - não ignore essa realidade


A Legítima Postura de Um Guerreiro Espiritual

“Depois de uma inspeção, eu disse aos nobres, aos oficiais e ao restante do povo: Não os temais! Lembrai-vos do Senhor, grande e temível, e lutai por vossos irmãos, vossos filhos e filhas, vossas mulheres e vossas casas” (Neemias 4:14).

Introdução:
O mundo é um campo de batalhas. Somos desafiados todos os dias. O apóstolo Paulo declarou que “somos entregues à morte todo dia”, isto é, estamos sempre pisando em campo minado. Jesus falou sobre aflições; Paulo sobre tribulações; Pedro sobre dias difíceis; Judas advertiu a igreja a “batalhar pela fé dada aos santos”. Não é possível que um cristão fique se fazendo de vítima, quando há muito que precisa ser feito e conquistado. Muitos vivem distraídos com os cuidados do mundo e se omitem de guerrear com determinação. Se te mostrares um cristão frouxo, no dia da adversidade procurarás e não acharas força para se manter em pé. O diabo, terrível adversário, anda de olho nos cristãos, para encontrar um meio de derrotá-los.

Para poder triunfar é preciso seguir os passos bíblicos daqueles que já deram mostras de superação. Na Bíblia, tudo quanto foi escrito é para o nosso ensino. Neemias foi um grande líder que soube conduzir o povo à uma obra bem sucedida. Não escapava ninguém – nobres, oficiais e todo o povo – todos deveriam pegar as armas e trabalharem na reconstrução, mas com a consciência de que estavam numa batalha. Na reconstrução de Jerusalém, empenhou forças e conscientizou o seu povo sobre a realidade enfrentada naqueles dias, um tanto quanto intimidadora, perseguidora, com forte tentativa de que houvesse abandono. No entanto, ele foi firme e orientou o povo a batalhar com a postura de um legítimo guerreiro. Eis o que pediu ao povo:

1) Não se intimidar diante dos inimigos e suas ameaças
“... não os temais”
O medo é um bloqueador, um paralisador, um limitador de potenciais. O maior responsável pelas derrotas e fracassos do ser humano. "Nenhuma batalha jamais foi ganha sem o poder do entusiasmo" (John Lord O Brian).
Uma das estratégias do inimigo é gritar mais alto, falar em tom mais austero, com o fim de intimidar. Não olhe para suas ameaças... nem para sua cara feia... seja firme diante de qualquer inimigo, resista com firmeza e ele vai começar a recuar. Siga a orientação de Tiago:“Sujeitai-vos, pois a Deus, resisti ao diabo e ele fugirá de vós” (Tg 4.7), bem como, de Pedro: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge, procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé” (1Pe 5.8-9).
Não podemos ignorar o fato de Satanás, quando vê que a intimidação, a força ou a ameaça não resolve, procura se transfigurar em “anjo de luz” para poder seduzir um cristão, 1Co 11.14. Normalmente, Satanás começa a derrotar um cristão pelo seu pensamento, que sendo alimentado gerará uma atitude, onde se cairá no colo dele. A partir daí, o poço passa a ser de uma profundidade inimaginável. Paulo falou para o cristão vestir toda a armadura de Deus, para ficar firme contra as astutas ciladas (trapaça, engano, isca) do diabo, Ef 6.11. Vemos que o casal Ananias e Safira foram vítimas da astúcia de Satanás. Estavam fazendo algo bom – ofertar – mas, interiormente, estavam dominados pelo engano e o resultado foi a morte, At 5.1-11.
Não subestime o inimigo, mas também não supervalorize. Longe de nós cometer um desses erros: achar que tudo é o diabo (tirando do homem a responsabilidade), ou achar que nada é ele (atribuir tudo ao humanismo).
Jesus falou enfaticamente “vigiai e orai para que não entreis em tentação” (Mt 26.41).

2) Considerar e confiar no Poderoso Deus
“... lembrai-vos do Senhor, grande e temível”
Para que se tenha vitória em meio a uma batalha, é preciso manter uma boa relação com Deus. Busque-o em oração e se empenhe para estar sendo por Ele fortalecido. Alguém afirmou que “Quanto mais suor exalar no treinamento, menos sangue será derramado no campo de batalha”. Com isso, quero dizer que as batalhas serão superadas, conforme a força que receberes através da oração. Quanto mais lágrimas derramares no altar, maior serão as manifestações de seu poder na batalha.
Quando o apóstolo Paulo falou sobre a batalha espiritual, sua palavra inicial foi “fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder, revesti-vos de toda a armadura de Deus...” (Ef 6.10). Uma expressão evidente no Antigo Testamento é “Senhor dos exércitos”, um dos nomes pelo qual Deus é revelado ao seu povo. Isso mostra sua soberania e seu total poder sobre seus inimigos. Diante disso, Ele afirmou: “não temas, porque eu sou contigo; não te assombres porque eu sou teu Deus; eu te esforço e te ajudo e te sustento com a minha destra fiel” (Is 41.10).
O apóstolo João nos assegura uma vida vitoriosa: “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não está no pecado; aquele que nasceu de Deus o protege, e o Maligno não o atinge” (1 João 5:18). Seja fiel a Deus, Ele é Poderoso para guardar seus filhos.

3) Não ser egoísta na peleja ignorando seus companheiros
“... lutai por vossos irmãos, vossos filhos e filhas, vossas mulheres e vossas casas”
Na batalha espiritual não vale o dito popular: “cada um pra si, Deus por todos”. Se é bom e suave que os irmãos vivam em união, Sl 133.1, o mesmo deve ser aplicado quando se trata de momentos de provações, tribulações e guerra espiritual. A Palavra diz que “na angústia é que nasce o irmão”.
Longe de nós sermos contagiados pela “síndrome de Caim”, ficar revoltado com o irmão a ponto de eliminá-lo de sua convivência. Pode-se eliminar alguém da sua lista, mas nunca da sua consciência. Quando Deus perguntou a Caim sobre seu irmão, ele respondeu grosseiramente: “sou eu guardador de meu irmão?”
A vida de comunhão pode ser benéfica, pois “melhor e serem dois do que um”. Um pode perseguir mil, dois perseguirão dez mil. Necessitamos batalhar de forma a pensar em nossos irmãos, irmãs, família, casa, etc

Conclusão: Vamos engajar nesse exército com a certeza de que nossa força vem de Deus. Não podemos viver acuados com medo do inimigo, mas mostrar-nos forte, por que em Deus faremos proezas, Ele calcará aos nossos pés os nossos inimigos. “Pelejarão contra ti, mas não prevalecerão contra ti” é o que nos garante o Senhor.


Pr.Wanderley da Silva - ministração na IPR em São José, 22.04.2012.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

NÃO OLHAR CERTO É IGUAL À CEGUEIRA



OLHA PARA CIMA, DEUS ESTÁ NO CONTROLE

            Viver é uma aventura, uma aventura perigosa. A estrada da vida está juncada de espinhos, armadilhas e minas prontas a explodirem. O inimigo nos espreita e busca uma ocasião oportuna para nos atacar. No caminho há perigos, ameaças, montes escarpados, ladeiras escorregadias, pinguelas estreitas, lagos profundos, vales escuros, desertos esbraseantes. As circunstâncias adversas, muitas vezes, conspiram contra nós; situações inesperadas nos deixam abalados; ventos contrários, surram com desmesurado rigor o barco da nossa vida. Somos surpreendidos por tempestades que atingem a nossa saúde, o nosso bolço, o nosso lar, a nossa paz. Somos feridos por setas pontiagudas que rasgam a nossa carne, fazem jorrar o nosso sangue e alagar o nosso leito com as nossas lágrimas. Somos, então,  amassados debaixo do rolo compressor da angústia, gememos, choramos, sentimos nossas forças sendo minadas, o sorriso apagar-se do nosso rosto, o brilho fugir dos nossos olhos. O cenário parece sombrio, não enxergamos uma luz no fim do túnel, não divisamos solução à vista. O que fazer nessas horas? Para onde correr? Onde devemos buscar socorro?
            Ser cristão não é ser poupado dos problemas. Cristianismo não é uma apólice de seguro contra os acidentes da viagem rumo à Canaã celestial. O sofrimento faz parte também da agenda do povo de Deus. Neste mundo sempre vamos ter aflições. Aqueles que andaram com Deus neste mundo não pisaram tapetes aveludados, mas cruzaram desertos inóspitos, entraram em cavernas escuras, atravessaram mares encapelados, desceram aos vales sombrios, foram jogados nas fornalhas ardentes, trancados nas prisões, empurrados para as arenas, lançados nas fogueiras. O próprio Filho de Deus, imaculado, impoluto e sem jaça, quando pisou nesta terra bebeu o cálice do sofrimento: foi perseguido, insultado, abandonado, negado, traído, esbofeteado, cuspido, pregado numa cruz. O nosso sofrimento não deve ser interpretado como ausência do amor de Deus por nós. Ele sofre conosco. Ele é compassivo. Nossa dor é a sua dor. Os nossos gemidos são os soluços de Deus. Não sofremos porque Deus está distante de nós ou nos castigando. Mesmo quando ele nos disciplina, sua motivação é o seu amor, seu propósito é a nossa santidade. O nosso sofrimento nunca é maior do que a consolação de Deus. Nosso vale nunca é tão profundo que a misericórdia de Deus não seja mais profunda. O bálsamo de Deus sempre é eficaz para curar todas as nossas feridas. A alegria de Deus é temperada com as nossas lágrimas e a paz que excede todo o entendimento jorra do trono de Deus ao nosso coração mesmo nas noites mais escuras do nosso sofrer.
            Mesmo quando sofremos, Deus está no controle das circunstâncias,  para consolar-nos, levantar-nos, fortalecer-nos e usar-nos como fontes de consolação. O nosso sofrimento é pedagógico: ele nos ensina a perseverar, ele nos proporciona experiência com Deus, ele abre dentro do nosso peito uma fonte de esperança no Deus vivo. O nosso sofrimento é leve e momentâneo se comparado com as glórias que nos estão reservadas no céu; ele produzirá para nós eterno peso de glória acima de toda comparação. Por isso, se você está sofrendo, não fique deprimido nem desanimado, mas levante a cabeça e saiba que Deus está no controle. Na jornada da vida, por mais estreito que seja o caminho, ele o segura pela sua mão, o guia com o seu conselho eterno e depois o receberá na glória!

H.D.L.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Urgente: Avivamento Pessoal


A Falta de Avivamento Pessoal
por
Richard Baxter
Eu não sei o que os outros pensam, mas da minha parte, me envergonho de minha ignorância, e me admiro de mim mesmo, porque não tenho tratado as almas dos outros e da minha como almas que esperam o grande dia do Senhor; e porque tenho espaço para quase qualquer outros pensamentos e palavras; e porque tais assuntos assombrosos não tomam completamente minha mente. Admiro-me de como posso pregar sobre isto desapaixonadamente e descuidadamente; e como posso deixar os homens sozinhos em seus pecados; e como não vou atrás deles, rogando-lhes, pelo amor do Senhor, que se arrependam, não importa a forma que recebam a mensagem, e qual seja a pena e dor que custem a mim.
Muito poucas vezes saio do púlpito sem que minha consciência me golpeie por não ter sido mais fervoroso e sério. Ela não me acusa tanto pela falta de ornamentos e elegância, nem por deixar passar uma palavra errada; mas me pergunta “Como você pode falar de vida e da morte com um coração assim? Como pode pregar sobre o céu e o inferno de uma forma tão relaxada e descuidada? Crê no que disse? Leva a sério ou embroma? Como pode dizer às pessoas que o pecado é algo assim, e que tanta miséria está sobre elas e diante delas, e não ser mais afetado com isto? Você não deveria chorar sobre pessoas assim, e não deveriam tuas lágrimas interromper suas palavras? Você não deveria clamar em alta voz, e mostrar a eles suas transgressões, e implorar a eles e rogá-los como uma questão de vida e morte?
E, por mim mesmo, como estou envergonhado do meu coração descuidado e torpe, e do meu modo de vida inútil e lento, assim como, o Senhor sabe, estou envergonhado de cada sermão que tenho pregado; quando penso sobre o que estou falando, e quem me enviou, e que a condenação e salvação dos homens é completamente relacionada nEle, estou preste a tremer por temor de que Deus me julgará como um mau administrador de Suas verdades e das almas dos homens, e imagino que no meu melhor sermão eu seja culpado pelo sangue deles. Penso que não devemos falar qualquer palavra aos homens, em assuntos de tamanhas conseqüências, sem lágrimas ou com a maior seriedade que possamos alcançar; já que somos tão culpados do pecado que reprovamos, deveria ser dessa forma.
Verdadeiramente, este é o tinir da consciência que soa em meus ouvidos, e apesar disso, minha alma sonolenta não quer ser despertada. Oh! Que coisa é um coração endurecido e insensível. Oh, Senhor, salva-nos da praga da infidelidade e da dureza de coração de nós mesmos! Como poderíamos ser instrumentos aptos para salvar os outros do erro? Oh, faz em nossas almas aquilo que Tu nos usaria para fazer nas almas dos outros.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Vencendo o vocabulário perverso


O VOCABULÁRIO PERVERSO

O Senhor Jesus disse: “A boca fala do que está cheio o coração” (Lc 6:43). A fala é uma faculdade distinta do ser humano (os animais não falam). É a expressão do nosso espírito. Com ela expressamos nossas reações, sentimentos, idéias, desejos, pensamentos e etc., ainda mais, o modo, o tom, com o que falamos normalmente refletem o nosso estado de ânimo, o estado do nosso interior.
Já que a fala é a nossa expressão mais importante, a maioria dos pecados que cometemos com a boca. E muitos outros são acompanhados por uma expressão verbal.

I. UM SINTOMA DE DECADÊNCIA
A decadência moral e espiritual da presente geração se faz evidente pela forma corrente do vocabulário. O vocabulário utilizado hoje em dia, tanto por homens, quanto por mulheres, sejam adultos, crianças ou velhos, é um sintoma inconfundível da deterioração dos bons costumes e da pureza de espírito. Ao mesmo tempo é um testemunho eloqüente daquilo que impera no interior dos homens: a insolência, a irreverência, a agressividade, o pessimismo, a derrota, a leviandade, a ironia, a vacuidade (estar vazio) e etc.

II. O VOCABULÁRIO DO VELHO HOMEM QUE REJEITAMOS (Cl 3:8-9; Ef 4:29)
Consideremos alguns pecados mais comuns que cometemos com a boca, aos quais devemos chamar PECADO e dos quais devemos arrepender-nos, rejeitando-os definitivamente:
(a) Blasfêmias, insultos, palavras más, grosserias (Cl 3:8). Seja contra Deus ou contra nosso próximo, ou simplesmente proferi-la, dirigi-la a alguém em particular. Paulo disse em 1ªCo 5:11 que o maldizente deve ser cortado da comunhão da Igreja.
(b) Conversações, contos e piadas obscenas, palavras desonestas (Ef 5:3-4) “Nem ainda se nomeie entre vós, como convém a santos”. Ver Fp. 4:8.
(c) Ofensas, expressões que ferem, palavras ásperas, gritarias (Tg 3:2-12). Ou ainda Mt 5:22 e Cl 3:8.
(d) Escárnios, sarcasmos (ironia), brincadeiras vãs (Sl 1:1; Pv 3:34). A gozação é uma expressão generalizada no nosso meio . São poucos os que têm conhecimento de que deve ser rejeitada e retirada do meio do povo de Deus. A gozação é DANOSA, não flui do Espírito Santo, é obra da carne, pois não brota do amor para com a pessoa que eu estou gozando. AO FAZÊ-LO, O ESPÍRITO SE APAGA EM NÓS, causamos dano à pessoa afetada e espalha a leviandade e tolice no ambiente. Alguém disse: “Ria-se de ti mesmo, ria-te com os outros, mas nunca ria de outros”. Ver Lc 19:14. As brincadeiras vãs e gozações, além de não produzir nenhum crescimento em nós, quebra o padrão de santidade, deixando-nos sensíveis (próximos) ao pecado.
(e) Intrigas, murmurações, difamações, calúnias.
Intriga: é falatório, conto ou notícia, seja certa ou falsa, com que se procura trazer inimizades de uns com os outros (Lv 19:16)
Murmuração: é insatisfação. Falta de gratidão. (Fp 2:14; 1ªPe 4:9)
Difamação: é uma conversa que subtrai a honra ou o bom nome de uma outra pessoa. É desacreditar, deteriorar sua imagem.
Calúnia: é acusação falsa e maliciosa feita com o propósito de causar dano (Sl 15:3). Estes quatro termos, ainda que sejam similares, não são idênticos; Todos procedem do mesmo espírito, que é fazer dano ao próximo, seja que estejamos conscientes disto ou não. É pecado que atenta contra a vida do outro. Somos responsáveis diante de Deus não somente de não cometê-lo, mas também de não ESCUTÁ-LO. Sl 15:3: “Nem admite injúria contra o seu vizinho” (na origem).
(f) Queixas, resmungos, protestos, lamentações. A queixa é uma das notas mais dominantes do vocabulário do homem. Qualquer razão, válida ou não, é ocasião para queixar-nos. A queixa reflete derrota interior ante as situações que se nos apresentem na vida. Longe de solucionar nossos problemas, torna-nos maiores ainda afundando-nos em mau-humor, a depressão e o desânimo; Apaga o espírito em nós, e nos faz perder o gozo e a fé. Deus nos firma em Rm 8:28 que “Todas as cousas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”. Portanto devemos sempre dar graças...(Ef 5:20)
(g) Tolices, estupidez, leviandade (Pv 15:14; Ef 5:4; Mt 12:36)

III. APRENDENDO A FALAR DE UMA MANEIRA NOVA
Se da abundância do coração fala a boca, ter um novo coração, significa também, ter um novo vocabulário. “O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem” (Lc 6:45). Ao convertermos a Cristo, não somente mudamos o conteúdo, o tom e o espírito de nossas conversações, sua intenção, seu tom e etc.

Há quatro princípios que devem reger nossas conversações:
a) Tudo que dizemos deve ser para edificação (Ef 4:29). O conteúdo, o tom e o espírito com o que falamos deve edificar quem nos houve, qualquer que seja o tema sobre o qual estamos falando.
b) Toda conversação deve ser feita em nome do Senhor Jesus (Cl 3:17). Nome significa a revelação do seu ser, de sua pessoa, de sua natureza. Tudo o que dizemos deve revelar a natureza e o caráter de Jesus. De fato, toda a palavra que pronunciamos, ou é na carne, ou no espírito. Se é na carne, revela o meu caráter e pessoa, se é no espírito, revela o caráter e pessoa de Jesus. Toda vez que abro a boca para falar, Cristo deve ser revelado; Seu amor, sua paz, sua pureza, sua paciência, sua justiça, seu propósito e etc.
c) Tudo o que dizemos deve ser com graça (Cl 4:6). Um pouco de sal faz apetitosa e aceitável uma comida. Uma palavra dita com graça é melhor recebida pelos demais. A chave para ter graça é a humildade.
d) A nota dominante da nossa conversação deve ser sempre a fé. Ante todas as circunstâncias, ainda nas mais dolorosas, essa nota de fé sempre deve estar presente. Não uma expressão religiosa e superficial, não aparência e sim essência. Uma convicção profunda em nosso espírito. O tom de nossas palavras revela se estamos por cima ou por baixo das circunstâncias. revela se há derrota ou vitória em nosso interior. Ver 1 Ts 5:18.

IV. NOSSA BOCA COMO INSTRUMENTO DE DEUS. Rm 6:13
(a) Ensinando, exortando, animando (Cl 3:16)
(b) Orando sem cessar (1ª Ts 5:17)
(c) Cantando louvores (Ef 5:19; Cl 3:16)
(d) Dando sempre graças por tudo (Ef 5:20)
(e) Pregando em todo tempo, comunicando o evangelho (2ª Tm 4:2; Cl 4:5)
(f) Proclamando a verdade (Ef 6:17)
(g) Falando em novas línguas (1ª Co 14:18)

“AS PALAVRAS DO MEU LÁBIO, E O MEDITAR DO MEU CORAÇÃO, SEJAM AGRADÁVEIS NA TUA PRESENÇA, SENHOR, ROCHA MINHA E REDENTOR MEU” Sl 19:14

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

CRISE, VENÇA-A OU ELA TE DESTRUIRÁ


VENCENDO AS CRISES NA SUA VIDA!

Isaías 38:1-3


Não importa o grau de santidade ou de intimidade que uma pessoa possua com o Senhor, um dia ele poderá passar por crises, e nada melhor do que saber como enfrentá-las.


Jesus disse: “No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, porque Eu venci o mundo” (Jo 16:33). Ele pode nos fazer mais que vencedores, como afirmou o apóstolo Paulo: "em todas as coisas, somos mais que vencedores". Quando confiamos em Deus experimentamos seus milagres, isto é, vemos o livramento onde poderia ser impossível.

Se não nos levantarmos para conquistar e vencer as crises, elas nos conquistarão e nos colocarão no chão.

Alguns olham para seus problemas como se fosse o fim da vida, nunca tomaram uma pancada tão grande, e não entendem que passando por essa dificuldade estarão sendo fortalecidos para vencer as dificuldades menores ou maiores que vierem ao seu encontro. Veja o que fez Ezequias para vencer um triste momento da sua vida:

1-Se Humilhar:


Ezequias humilhou-se diante de Deus e buscou d’Ele a ajuda que precisava para sair da crise. Nós temos que sempre ter uma atitude de humildade mediante as dificuldades que se levantam contra nós e buscar em Deus a resposta que precisamos. A Bíblia diz que aquele que se exalta será humilhado, mas aquele que se humilha será exaltado. Quando estamos numa situação de crise a melhor atitude é a humildade. Procure a ajuda de quem pode te ajudar. Não permita com que o orgulho te derrube e te impeça de continuar. Deus dá graça aos humildes, mas resiste aos soberbos.



2- Orar:



Oração pressupõe duas coisas: orar e agir, ou seja, ter uma postura de alguém que possui atitudes, tanto passiva, quanto ativa. Alguns quando escutam ou estão vivendo algo ruim, ficam desesperados e oprimidos. O dia que você estiver mais desanimado, esse é o dia que você tem que orar ainda mais.

A resposta sempre vem para aquele que crê. Todas as vezes que levamos nossos problemas perante ao Senhor, Ele nos responde, Ele nos dá refrigério, sara nossas feridas e dores. Ele é um Deus que quer responder nossas orações.

Não importa o tamanho da sua crise, o nosso Deus é muito maior do que qualquer crise e Ele pode te tirar dessa situação se você clama por socorro.


3- Lembrar das promessas de Deus:


Ezequias lembrou-se das promessas que Deus havia feito para ele e de como ele havia servido ao Senhor fielmente. No momento de crise ele se agarrou nas promessas de Deus para a sua vida. E nós devemos fazer o mesmo, quando os ventos contrários se levantam, temos que proclamar a Palavra de Deus, que contêm todas as suas promessas de benção e vida abundante para nós.

Há milhares de promessas na Bíblia que dizem respeito aos cristãos da atualidade. Procure conhecê-las e se apegue a elas. Deus não é homem para mentir, nem se engana a nosso respeito.

CONCLUSÃO: Quando obedecemos esses princípios que Ezequias obedeceu, aí vem a intervenção da mão poderosa de Deus. Veja qual foi a resposta do Senhor. Isaías 38:5: “Vá dizer a Ezequias: Assim diz o Senhor, o Deus de seu antepassado Davi: Ouvi sua oração e vi suas lágrimas; acrescentarei quinze anos à sua vida.” Ele perto da sua morte buscou Deus, obtendo resposta e refrigério. Essa é a atitude de quem confia nele, Deus mudou a história de sua vida.

A maior mentira que Satanás coloca em nossas mentes é que Deus não vai nos ajudar. Deus quer mudar a história da sua vida. Chegou o tempo de reconhecer que todos temos problemas, mas não temos mais tempo de chorar por eles, devemos buscar o Senhor e solucioná-los com a força dele. Não precisamos buscar no mundo, pois a única pessoa que nos responderá é o Senhor. 

Entregue hoje a sua vida toda ao Senhor e deixe Ele te ajudar a sair dessa crise que você está vivendo. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Gigantes - desafios à nossa fé


Gigantes são verdadeiros desafios à nossa fé.

- São assustadores - se olharmos para sua aparência.

- São provocadores - se dermos ouvidos à sua voz.

- São aproveitadores - se atentarmos para sua posição.

Davi não se importou com nada disso. Diante de Golias ele determinou: "Eu irei e pelejarei contra esse incircunciso filisteu".
Ele não se intimidou - foi e venceu.

Qual é o gigante que está te assustando, provocando ou querendo se aproveitar para te derrotar durante essa semana?

Seja firme e constante na luta e vença esse gigante. Faça como Davi: "... o Senhor me entregará esse incircunciso em minhas mãos".

"Não temas, porque eu sou contigo, não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te esforço e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel" (Is 41:10).

"Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas que eu te ajudarei" (Is 41:13).


terça-feira, 17 de janeiro de 2012

A Importância de Deus no trabalho


A IMPORTÂNCIA DE DEUS NO TRABALHO

Salmo 128

INTRODUÇÃO: Todos querem ser bem sucedidos em suas realizações. Trabalha-se visando não só o sustento pessoal e familiar, mas também o crescimento profissional, bem como, financeiro. Muitos têm atribuído ao trabalho adjetivos negativos, como se fosse uma maldição ao ser humano, mas o sucesso só vem com muito empenho ao trabalho. Salomão, em sua sabedoria, afirmou: “O desejo do preguiçoso o mata, porque as suas mãos recusam trabalhar” (Pv 21:25).

TRANSIÇÃO: O texto básico desta ministração é considerado o Salmo da família, mas sabemos que o sustento e prosperidade da família estão ligados ao empenho no trabalho. Somente uma família cujo pai está desempregado é que sabe dizer o quanto o trabalho está diretamente ligado ao sucesso familiar. Para que o trabalho seja abençoado é preciso considerar pelo menos três fatores:

I – TUDO QUANTO FIZER SEJA PARA GLÓRIA DE DEUS
  1. Cl 3:17 “E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai”. Não se glorifica a Deus somente orando, cantando ou aclamando em reuniões da igreja, mas também nas ações, tanto em casa, quanto no trabalho, ou em qualquer lugar em que estivermos. Afinal somos luz, isto é, marcamos presença com boas ações e atitudes positivas.
  2. Na maior competição brasileira de automobilismo, em sua principal corrida, a corrida do milhão (de dólares) que ocorreu neste domingo 31/08/2008, Valdeno Brito, atribuiu a sua vitória principalmente a Jesus, a quem glorificou por tê-lo tirado das trevas. Claro que foi com muito empenho dele e da equipe, mas  com a bênção de Deus.
  3. Para que Deus seja glorificado em tudo quanto fizermos, convém observar o que o rei Jeosafá ordenou aos seus oficiais: “E deu-lhes ordem, dizendo: Assim fazei no temor do Senhor, com fidelidade, e com coração íntegro” (2 Cr 19:9).
o se glorifica a Deus somente orando, cantando ou aclamando em reuni4747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747474747
II – TUDO QUANTO FIZER FAÇA DE TODO CORAÇÃO
  1. Cl 3:23 “E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração”. Fazer as coisas de “todo o coração” significa empenho e capricho. Paulo disse a Tito como ele deveria se comportar: “Em tudo te dá por exemplo de boas obras” (Tt 2:7).
  2. Em Ec 9:10 diz que “tudo quanto te vier à mão para fazer, faça conforme as suas forças”. Não seja negligente no seu trabalho, pois dali sai o seu sustento. E se você fizer com boa vontade, com certeza, colherá frutos bons.
  3. Fazer as coisas de qualquer maneira resulta em maldição: “Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente” (Jr 48:10).
  4. Uma vez que todos querem ser abençoados e prósperos, então seja caprichoso e faça tudo da melhor maneira possível e Deus vai abrir novos horizontes para sua vida.

III – TUDO QUANDO FIZER CREIA QUE DEUS ABENÇOARÁ
  1. Não vivas a amaldiçoar o trabalho, pois ele pode te dignificar. Ao firmar um contrato de trabalho, ore para que Deus abençoe. Ao sair para trabalhar, peça a Deus para te dar forças e sabedoria para poder alcançar êxito.
  2. O homem ou mulher que tem prazer em servir a Deus e observar a Sua Palavra será bem sucedido: “tudo quanto fizer prosperará” (Sl 1:3).
  3. O resultado do trabalho não está na quantidade do tempo empenhado, mas na qualidade, portanto creia na bênção de Deus: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono” (Sl 127:1-2).

CONCLUSÃO: Paulo adverte aos trabalhadores: “Todos os servos que estão debaixo do jugo estimem a seus senhores por dignos de toda a honra, para que o nome de Deus e a doutrina não sejam blasfemados. E os que têm senhores crentes não os desprezem, por serem irmãos; antes os sirvam melhor, porque eles, que participam do benefício, são crentes e amados. Isto ensina e exorta” (1 Tm 6:1-2). 

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Comportamento diante das dificuldades


O QUE NÃO FAZER EM TEMPOS DE DIFICULDADES
2 Co 4:8-9

INTRODUÇÃO: A vida é composta de lutas e vitórias. Jesus disse que “no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo…” (Jo 16:33). Deus não nos priva das lutas, mas nos capacita para vencermos, portanto é necessário que aprendamos como nos comportar diante das dificuldades. Hoje vamos estudar sobre o que não devemos fazer em momentos de lutas e batalhas:

1) NÃO DESISTIR

Jó amaldiçoou o dia em que nasceu. Ele disse: “Por que não morri eu na madre? Por que não expirei ao sair dela?” (3:11). Geralmente é esse o nosso sentimento quando a vida desaba inesperadamente. Mas Jó nunca desistiu. Tiago falou da perseverança de Jó: “Tendes ouvido da paciência de Jó…” (Tg 5:11). Embora ele tenha murmurado e questionado Deus, ele jamais repudiou a Deus.
Observemos a atitude com a qual Paulo enfrentava as dificuldades: “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos” (2 Co 4:8, 9). Paulo estava pronto para estar onde Deus quisesse e fazer o que Deus quisesse. Ele disse aos irmãos de Filipos que era difícil para ele optar por viver e  trabalhar para o Senhor na terra ou partir para estar com Ele no céu (Fl 1:21–24). Não seria  ele que tomaria essa decisão; ele estava pronto para aceitar a decisão de Deus para a sua vida. Essa declaração tem mais significado ainda quando recordamos que Paulo estava preso no momento em que a escreveu.

2) NÃO OLHAR PARA TRÁS

Jó desejava voltar “aos velhos e bons tempos” (veja 29:2). Quando estamos numa fase de luta, não nos faz bem desejar que nossa situação seja como era antes. Podemos refletir, se for necessário. Não há nada de mal em nostalgias; mas se tentarmos reviver dias que já se foram, ficaremos decepcionados. O mesmo Deus que  trouxe os “velhos e bons  tempos” pode  trazer
“novos e bons tempos”. Mais uma vez a atitude de Paulo é útil a nós: “Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma  coisa  faço:  esquecendo-me das coisas que para  trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fl 3:13, 14).
De nada vale desejar os dias mais radiantes que já se passaram. Ontem não  está  ao nosso alcance mais do que o primeiro dia que Deus criou. Em vez de agir assim, olhemos para os dias radiantes que virão pela frente!

3) NÃO SENTIR PENA DE SI MESMO

O fardo de Jó foi tão grande que ele o descreveu como sendo mais pesado que  a  areia do mar (6:2, 3). Jó sentiu pena de si mesmo. A ironia da autopiedade é que quando você sente pena de si mesmo, você é o único a ter esse sentimento! Ninguém sentiu pena de Jó, exceto ele mesmo. Seus três amigos não  tiveram pena dele, embora ele tivesse implorado a eles: “Compadecei-vos de mim, amigos meus, compadecei-vos de mim, porque a mão de Deus me atingiu” (19:21). A esposa de Jó não foi nenhum consolo para ele.
Moisés sentiu pena de si mesmo quando ficou encolerizado com as reclamações dos israelitas. Ele não conseguia entender por que Deus lhe dera tamanho fardo. Em certa ocasião, ele perguntou a Deus: “Concebi eu, porventura, todo este povo? Dei-o eu à luz, para que me digas: Leva-o ao teu colo, como a ama leva a criança que mama…” (Nm 11:12–15). Ele pediu que Deus o deixasse morrer porque ele não podia mais suportar o fardo de toda aquela gente sozinho. Deus resolveu o problema de Moisés. Ele também resolveu o problema de Jó. Às vezes, podemos pensar que Deus está contra nós, mas Ele está trabalhando pelo nosso bem a todo tempo.

4) NÃO CULPAR OS OUTROS

As táticas de auto justificação são tão antigas quanto o Jardim do Éden. Quando Deus confrontou Adão  e Eva devido ao pecado que cometeram, Adão culpou Eva e Deus. Ele disse: “A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi” (Gênesis 3:12). Eva culpou a serpente, dizendo: “A serpente me enganou, e eu comi” (Gênesis 3:13).
Jó procurou alguém em quem pôr a culpa pelas suas aflições. Ele não acreditava que fosse ele o responsável. Ele não poderia pensar em ninguém mais a quem atribuir suas aflições, por isso ele questionou a Deus. Caçar um bode expiatório não resolve os nossos problemas. Enquanto Satanás puder nos manter à procura  do  responsável, ele poderá nos impedir de resolver nossos problemas.

CONCLUSÃO: Uma mulher observava uma borboleta tentando sair de seu casulo no peitoril de sua janela. Durante dias a borboleta ficou lutando para passar por um pequeno orifício na extremidade do casulo. Primeiro saiu a cabeça, depois a parte superior do corpo e depois as asas. A mulher não gostou de ver a borboleta lutando e se espremendo para passar a parte inferior do corpo por aquele pequeno orifício. Então, ela  concluiu que a borboleta precisava de ajuda, e abriu o buraco até a borboleta sair dali com facilidade. Para sua surpresa, a parte inferior do corpo ficou tão inchada, que o pobre inseto não conseguiu voar. A borboleta morreu ali mesmo, no peitoril da janela. A mulher não sabia que estava privando a borboleta de uma luta que ela precisava enfrentar para sobreviver. Essa luta teria reduzido o  tamanho da parte inferior do seu corpo e teria fortalecido suas asas. Rm 8:28 declara: “E sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”.