Mostrando postagens com marcador maldição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador maldição. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Amargura - potente arma maligna

Cuidado com a amargura
Hb 12:15

Tudo o que há de errado em nós é revelado pela luz das Escrituras Sagradas. No entanto, a Bíblia é fonte de vida. Ao revelar o lixo que há em nosso coração, seu objetivo é que façamos a limpeza necessária a fim de vivermos uma vida estável e abundante. Quem insinua que as palavras de Deus são acusadoras e condenatórias é o diabo, pois deseja que vivamos na desgraça, seu propósito é roubar, matar e destruir, Jo 10:10.
Não é nada bom mantermos um compartimento em nossa alma para armazenarmos lixo. Lugar de lixo é na lixeira e, pelo que sei, ninguém possui uma lixeira de estimação. Nós somos o templo do Espírito Santo, não depósito de lixo! O mau cheiro pode se tornar algo normal, se quando o sentirmos, não tomarmos providência quanto à sua eliminação, pois os mesmos produzirão micro-organismos geradores de doenças. Muitos estão colhendo o que não gostariam, mas permitiram que as bactérias malignas fossem sendo alimentadas dentro de sua alma.
Ninguém é perfeito, Rm 3:10. Todas as pessoas já cometeram injustiças contra outras, mas também já foram injustiçadas. Não bastam boas intenções, pois elas não nos isentarão de cometermos erros e de que alguém erre contra nós. Mais cedo ou mais tarde, todos devemos fazer uma limpeza em nossos sentimentos. Bom seria que cada dia nos livrássemos dos sentimentos maus. A Palavra afirma: “não se ponha o sol sobre a vossa ira” (Ef 4:26).
O desejo de Satanás é tornar os pequenos ferimentos em lesões e chagas incuráveis. Ele injeta elementos nocivos e destrutivos no coração, disseminando mágoas que podem ir torturando a pessoa durante toda a sua vida. À primeira vista, esses elementos parecem algo normal e humano, sendo até muitos deles imperceptíveis, mas com o passar do tempo vemos que o inimigo conseguiu oprimir, controlar, frustrar e destruir a vida, os atos e os sonhos da pessoa. Não devemos ignorar os ardis de Satanás, 2 Co 2:11. Devemos sujeitar a Deus, resistir ao diabo, para que ele fuja de nós, Tg 4:7. Isso não acontecerá, enquanto nutrirmos sentimentos de que somos coitadinhos, injustiçados e vítimas de alguma situação. “Não deis lugar ao diabo” (Ef 4:27).
O ser humano é um espírito vivente, que possui uma alma e habita num corpo, 1 Ts 5:23. Portanto, a maioria de nossos distúrbios ou problemas estão ligados à natureza espiritual. Ninguém poderá ter uma vida satisfatória vivendo sob o domínio de um espírito amargurado. Isso reflete no caráter produzindo frieza, falda de compreensão e perdão e até a vingança. O amargurado só consegue “aparente vantagem” diante de pessoas com o mesmo sentimento, pois com estas pessoas não há confronto e, sim, complacência.
Quando alguém se deixa levar por esse mal o resultado é a quebra de relacionamento. Relacionamentos rompidos geram trevas (1 Jo 2:11), insensibilidade e imaturidade.
A mais poderosa arma de destruição usada pelo inimigo, para conduzir alguém ao fracasso, é a amargura. Nenhum homem ou mulher fiel a Deus permanecerá firme se consentir em guardar amargura no coração. A amargura é o veneno da alma, mas que procura penetrar em todas as áreas da vida, inclusive afetando outros, Hb 12:15. A palavra nos adverte: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, pois dele procedem as saídas da vida” (Pv 4:23). O apóstolo Paulo nos adverte: “Toda amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmias, e toda malícia seja tirada de entre vós” (Efésios 4:31).
Vamos encerrar com uma aplicação prática do Salmos 131 em nosso viver diário:

“Senhor, o meu coração não se elevou, nem os meus olhos se levantaram; não me exercito em grandes assuntos, nem em coisas muito elevadas para mim. Decerto, fiz calar e sossegar a minha alma; qual criança desmamada para com sua mãe, tal é a minha alma para comigo. Espere Israel no Senhor, desde agora e para sempre”.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A Restauração de Davi

A restauração, sob o ponto de vista humano, é a arte de se colocar contritamente nas mãos do divino Oleiro para que ele refaça o vaso quebrado e lhe dê novamente a forma e a beleza anteriores, depois de qualquer escorregão e queda ou de qualquer escândalo e desastre de natureza moral e religiosa.

Davi despencou da loucura para a realidade
“Cair em si” quer dizer reconhecer o próprio erro, voltar à realidade. Foi o que aconteceu com o filho pródigo (Lc 15.17) e com o tal homem de Corinto que se deitou com a mulher de seu pai (1 Co 5.1; 2 Co 2.5-11). E o que não aconteceu com o fariseu da parábola de Jesus (Lc 18.11-12) e com o anjo da igreja de Laodiceia (Ap 3.17). Cair em si não é outra coisa senão reconhecer as maldades gêmeas – abandonar o Senhor, a fonte de água viva, e cavar as tais cisternas que, cheias de fissuras, não conseguem reter as águas (Jr 2.13). O grande apelo para cair em si está nestas palavras de Jeremias: “Compreenda e veja como é mau e amargo abandonar o Senhor, o seu Deus, e não ter temor de mim” (Jr 2.19).

Depois de cair em si, Davi admitiu o seu pecado
Imediatamente após o desbloqueio, Davi admitiu: “Pequei contra o Senhor”. E imediatamente após a confissão, foi absolvido da culpa: “O Senhor perdoou o seu pecado”. A confissão e o perdão estão no mesmo versículo (2 Sm 12.13). É preciso lembrar para confessar e é preciso confessar para não mais lembrar.

Davi não dividiu a sua culpa com ninguém
A confissão de Davi é uma confissão limpa, tal qual a do publicano: “Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador” (Lc 18.13). Ele não disse que pecou porque suas mulheres e concubinas não o satisfaziam sexualmente. Não pôs culpa no pecado original herdado de Adão (Sl 51.5). Em nenhum momento responsabilizou Bate-Seba pela sua lascívia. Ele colocou o verbo pecar na primeira pessoa do singular, no caso do adultério (2 Sm 12.13; Sl 51.4) e no caso do recenseamento (1 Cr 21.8, 17). A confissão de Davi foi uma confissão “sem comentário” (BP).

Davi entendeu e aceitou o sofrimento relacionado com o seu pecado
Davi não se revoltou contra o juízo misericordioso e terapêutico de Deus nem contra o juízo implacável e oportunista do homem. Aceitou a morte do filho caçula e a agressão física e verbal de Simei, homem da família de Saul. Além de jogar pedras e poeira em Davi, Simei o amaldiçoava e lhe dizia: “Fora daqui, assassino! Você já está recebendo o castigo de Deus pela morte de Saul e sua família; você roubou o trono de Saul e agora seu filho Absalão o tomou de você! Finalmente você está experimentando o seu próprio remédio, seu assassino!” (2 Sm 16.8, BV).

Davi recuperou a delicadeza de caráter anterior O que o Filho de Deus recomendou ao anjo da igreja de Éfeso — “Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio” (Ap 2.5) — aconteceu com Davi. Ele fechou o parêntesis aberto algum tempo antes do episódio do adultério e voltou a viver e a mostrar delicadeza de caráter. Dentro do parêntesis ficou a sujeira de Davi e fora dele, antes e depois, ficou a sua beleza moral. Basta ver a maneira como Davi lidou com a morte do filho caçula e como tratou o seu acusador, que lhe disse: “Você é o homem rico que roubou a cordeirinha de estimação que bebia do copo do homem pobre e dormia em seus braços”.

Davi recuperou a glória perdida
Recuperou o trono, a autoridade, o prestígio, a comunhão com o Senhor e as bênçãos de Deus. Ele mesmo diz: “Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados!” (Sl 32.1). Sobretudo depois do peso esmagador da mão do Senhor. A história registra que Davi “morreu em boa velhice, tendo desfrutado vida longa [70 anos], riqueza e honra” (1 Cr 29.28).

Davi alcançou graças adicionais
O que Paulo diz em Romanos — “Onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5.20) — cumpriu-se em Davi. Deus havia prometido a Davi que, quando a vida dele chegasse ao fim, ele escolheria para sucedê-lo “um fruto do seu próprio corpo” (2 Sm 7.12). O escolhido era Salomão, fruto do corpo de Davi e de Bate-Seba: “Dentre todos os muitos filhos que [Deus] me deu, ele escolheu Salomão para sentar-se no trono de Israel, o reino do Senhor” (1 Cr 28.5). Salomão nasceu logo após o adultério e era filho daquela que “tinha sido mulher de Urias” (Mt 1.6). Na verdade, Salomão era filho da graça!

Fonte: www.ultimato.com.br

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Fora com os Aproveitadores da Fé

APROVEITADORES DE PLANTÃO


Já virou moda pregadores itinerantes que não sabem, e nem querem saber, o cheiro que tem as ovelhas. São espertalhões, que vivem a revelar o óbvio, e passar envelopes em nossas reuniões para levar o dinheiro suado das pessoas, como se não custasse ganhar. Passam a lábia no povo e levam num final de semana muito mais que o pastor da igreja, que é o suporte para as horas de dificuldades dos membros, recebe pelo tempo integral 24 horas por dia, 28-31 dias por mês, 365-366 dias por ano.
Pastores, Deus cobrará de cada um o cuidado das ovelhas sob nossa responsabilidade. Inclusive, adverte-nos a Palavra de Deus que temos de poupar o rebanho dos aproveitadores e espertalhões. Conheço pastores que são verdadeiros heróis na sobrevivência, devido ao fato de suas igrejas serem pequenas e a maioria dos membros classe assalariada, mas que amam esses espertalhões que vivem surgindo aos montes.
É hora de acordarmos e pregarmos a verdadeira Palavra de Deus às nossas ovelhas. Elas estão desnutridas e fracas porque esse tipo de movimento não dá sustentação que as pessoas precisam. Pregue a Palavra. A igreja precisa ser alimentada pelo pastor que é o legítimo guardador do rebanho. Pastorear não é sinônimo de empresariar, mas sim, cuidar das ovelhas ensinando tudo o que Jesus ordenou. A Palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração... pare de aplicar mau o dinheiro dos membros da sua igreja com os aproveitadores de plantão - eles são incapazes de fazer o que você faz, mas são especialistas em arrancar a "lã das suas ovelhas" e deixar os problemas para você resolver.
Pare, reflita: "pastoreie às minhas ovelhas" é o que disse Jesus.
Não há problema nenhum convidar uma pessoa sensata e que pode te ajudar ministrando alguma área específica. No entanto, deve haver cuidado para não tornar essa pessoa mais uma viciada no granjear oferta fácil, a ponto de achar que não deve mais continuar pastoreando e convivendo com os problemas diários de um rebanho, pois ser itinerante torna a pessoa isenta de resolver conflitos e problemas.
Quem não suporta o dia-a-dia cuidando de suas ovelhas e abre mão delas, não serve de exemplo ao nosso rebanho também.
"Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da verdade" (2Tm 2:15).

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Maldições quebradas pela concordância com Deus


Uma Vida de Concordância com Deus
Amós 3:3/Gênesis 5:24 

INTRODUÇÃO: Todos desejam andar com Deus. Como andar efetivamente com Ele? Para se andar com Deus é preciso estar de acordo com Ele: dizendo o que Ele diz, sendo o que Ele quer e fazendo o que Ele ordena. Observe Números 23:19, 20 – “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele dito, não o fará? ou, havendo falado, não o cumprirá? Eis que recebi mandado de abençoar; pois ele tem abençoado, e eu não o posso revogar”- temos que ter essa consciência, então será fácil concordar com Ele. Concordância com Deus é sinônimo de fé: “Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte; e não foi achado, porque Deus o trasladara; pois antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus. Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam” (Hb 11:5,6). 

TRANSIÇÃO: Amós 3:3 fala da dificuldade que há se não houver acordo, assim como não é provável que dois homens se encontrem num deserto sem caminhos. Caso estejam andando juntos, pode-se concluir com segurança que assim está acontecendo por terem feito essa combinação. Gênesis 5:24 fala-nos de um homem chamado Enoque que andou com Deus em perfeito acordo com Deus e por isso foi arrebatado, tornando-se assim um exemplo para a igreja que será arrebatada – por viver de acordo com Deus: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mt 7:21). “Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus, permanece para sempre” (I Jo 2:17). 

1. SOMOS O QUE DEUS DIZ QUE SOMOS
O Diabo tenta nos convencer de que somos maus, somos um fracasso, somos covardes, maus cristãos: “Agora é chegada a salvação, e o poder, e o reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo; porque já foi lançado fora o acusador de nossos irmãos, o qual diante do nosso Deus os acusava dia e noite” (Ap 12:10).
Deus diz que somos seus filhos: “e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso” (2 Co 6:18). Este é um privilégio que devemos reconhecer: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus; e nós o somos. Por isso o mundo não nos conhece; porque não conheceu a ele” (1 Jo 3:1).
Deus diz que somos novas criaturas: “Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5:17). · Deus diz que somos mais que vencedores: “Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou” (Rm 8:37).
Se Deus nos justifica, ousará alguém nos acusar se somos os eleitos de Deus? E ainda, se o próprio Cristo morreu pelos fiéis, ressurgiu por eles, e agora, à direita de Deus, é o seu constante Advogado, haverá força que possa partir os laços de amor que prendem o Salvador aos salvos? Não pode haver acusação contra eles, nem pode haver dissolução dos laços redentores – sou o que Deus diz que sou.
Use a sua boca para discordar do Diabo e concordar com o Deus, todo-poderoso. 

2. TEMOS O QUE DEUS DIZ QUE TEMOS
O Diabo tenta nos convencer que não somos nada, que nosso nome não vale nada, que somos fracos, que não temos autoridade. · Deus diz que eu tenho o seu nome: “E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas...” (Mc 16:17).
Deus diz que eu tenho a sua natureza: “E porei em vós o meu espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra, e sabereis que eu, o Senhor, disse isto, e o fiz, diz o Senhor” (Ez 37:14). “Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa” (Ef 1:13).
Deus diz que eu tenho poder: “Porque Deus não nos deu o espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação” (2 Tm 1:7). Este termo “poder” significa ser competente, forte e poderoso; ser apto para fazer alguma coisa; poder moral e excelência de alma. Veja a declaração de Jesus em João 10:10 – “O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. O termo abundância expressa algo que excede algum número, medida, posição ou necessidade.
Deus diz que eu tenho vitória: “Graças, porém, a Deus que em Cristo sempre nos conduz em triunfo, e por meio de nós difunde em todo lugar o cheiro do seu conhecimento” (2 Co 2:14). A expressão “conduz em triunfo” traz a mente do apóstolo o costume antigo de conduzir em marcha triunfal os adversários vencidos. Assim, alegra-se ele por ser o crente "conduzido em triunfo" por Cristo.
Devemos tomar posse de tudo isso, tal como Josué e Calebe, devemos tomar posse das bênçãos de Deus – pela fé. 

3. PODEMOS O QUE DEUS DIZ QUE PODEMOS
Temos capacidade espiritual para fazer o que Deus diz em sua Palavra: “Porque a palavra de Deus é [viva e eficaz], e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4:12). 
Temos condições de dar testemunho com poder: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra” (At 1:8).
Temos condições de expulsar os espíritos malignos: “E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios” (Mc 16:17).
Podemos transmitir cura ao doente: “E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome porão as mãos sobre os enfermos, e estes serão curados” (Mc 16:18).
Veja a lista de nossas possibilidades dada por Jesus: “Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça daí” (Mt 10:8). 

CONCLUSÃO: Devemos evitar o grande erro de agir conforme o que diz nosso sentido, a ciência, o Diabo, ou as pessoas pessimistas e incrédulas. Temos que discordar do Diabo e concordarmos com Deus, veja o que Paulo declarou: “Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm 8:31).

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

ABAIXO AS MALDIÇÕES DA SUA VIDA


LIVRANDO-SE DAS MALDIÇÕES
João 10:10

Maldição é um infortúnio lançado contra alguma pessoa, alguma coisa ou algum lugar, usando palavras, rituais ou oferendas. O propósito de uma maldição é bloquear, limitar ou anular o bem-estar de uma pessoa, empresa ou sociedade.
Ela pode ser: consciente – quando eu tomo conhecimento de que alguém a lançou; ou inconsciente – quando não sabemos que foi feito.
Maldição é também resultado de ações pessoais contrárias à vontade de Deus, independente da falta de conhecimento. Exemplo: se alguém sem conhecimento de uma lei natural a violar vai sofrer as conseqüências (Gl 6:7).
Uma lei espiritual quebrada trará conseqüências terríveis. Exemplo: “a alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18:4).
A Palavra declara que a maldição sem causa não encontra pouso, isto é, depende de uma legalidade por parte do seu alvo (Pv 26:2).
Por outro lado, o salmista declara que se alguém amar a maldição será apanhado por ela; se rejeitar a bênção, esta fugirá da pessoa (Sl 109:17).
As maldições só podem ser quebradas mediante a obediência aos princípios bíblicos estabelecidos por Deus.

I – Precisamos reconhecer o problema

Jesus disse ao seu povo “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8:32). O povo julgou que este era um discurso fora de ordem, pois eles não eram escravos de ninguém. Mas Jesus lhes assegurou que “àqueles ou àquilo a que servimos, por conseqüência somos escravos”. Jesus então lhes declarou que só o Filho de Deus pode dar a verdadeira liberdade, Jo 8:36.
- Enfermidade - uma mulher sofria um problema na coluna que a mantinha encurvada. Jesus libertou a mulher e, ao ser criticado por ser sábado, revelou a origem do mal – Satanás a havia mantido presa por dezoito anos (Lc 13:16).
- Miséria financeira - em Malaquias 3:8-10 fala que o povo estava sendo alvo de maldição, e o motivo era a negligência nos dízimos e ofertas. O próprio Senhor estava dizendo que o povo estava roubando a Deus. No entanto, eles foram desafiados a acertar as contas com o tesouro da Casa do Senhor e passasse a fazer prova, pois Deus abriria sobre eles o seu rico tesouro. Se eles fossem fiéis o devorador seria expulso de suas vidas.
- Perturbação - Um homem que ficou conhecido como o endemoninhado gadareno era violento, anti-social, vivia fora do comportamento natural, pois vivia nos sepulcros. Quando Jesus expulsou a legião que o aprisionava ele se tornou um missionário (Lc 8:26-40).
- Sentimentos – a mágoa é a arapuca de Satanás, pois nos mantém limitados e presos a sentimentos negativos: Veja o que Jesus afirmou:
1.     Devemos perdoar não só sete vezes no dia, mas setenta vezes sete (Mt 18:21-22). Isto implica não em fórmula matemática, mas na disponibilidade perfeita de não deixar nada pendente a fim de alimentar demônios;
2.     Ao ofertar, precisamos acertar as relações que estão rompidas (Mt 5:23-25). Todos sabemos que as contribuições financeiras na igreja resultam em bênçãos de prosperidade, portanto, para que não haja nada que embarace nossa bênção é preciso que estejamos sem legalidades para Satanás;
3.     Quem não perdoa, não será perdoado (Mc 11:26). É uma questão coerente – quem não pratica o perdão, não tem o direito de pedir.
Detecte o problema e rejeite-o em suas vidas.

II – Precisamos liberar a palavra de ordem contra o valente

Se creres em seu coração e com sua boca haver confissão haverá salvação (Rm 10:9).
É necessário que tenhamos coragem e disposição para através da fé e da palavra darmos ordem e anularmos o poder do inimigo naquilo em que ele nos ataca. Exemplo: “Satanás, eu te ordeno pelo poder do sangue de Jesus, saia da minha vida, da minha família, das minhas finanças, etc.
Cri, por isso falei; cremos, portanto falamos também. Creia que as maldições existem e que precisam ser anuladas pelo poder de Jesus. E, Ele disse: “em meu nome expulsarão os demônios, etc.” (Mc 16:17).
Se tiveres fé como um grão de mostarda, direis a este monte vá para acolá e assim será. Tem muita gente cheia de fé que vive conformada à vida limitada pelas maldições, simplesmente pelo fato de não darem ordem ao monte que está lhe incomodando, (Mt 17:20).

III – Precisamos fechar as portas e janelas da alma

Paulo disse: "Não se ponha o sol sobre a vossa ira". Isto é uma advertência contra qualquer irritação que suscite ódio, ou desejo de vingança (Rm 12.19).
Qualquer sentimento negativo guardado de um dia para o outro, transforma-se em um campo arado e fertilizado para o Diabo semear sua erva daninha (Sl 37:8). Precisamos aprender a nos dominar (Pv 16:32). Aquele que permite que sua alma fique presa por um sentimento negativo, estará sujeito às terríveis conseqüências.
Se não tratarmos devidamente nossas mágoas ou amarguras, ela abrirá uma fenda enorme, pela qual, Satanás entrará em nossa vida e nos destruirá totalmente.
Se a mágoa é a gaiola de Satanás. Vai querer ficar preso? Creio que não.

Conclusão: Diante de nós Deus colocou duas coisas a vida e a morte; a bênção e a maldição. Escolha a vida para que viva tu e teus filhos. Jesus afirmou que há dois planos para cada um de nós: o plano satânico: roubar, matar e destruir; o plano divino – vida abundante.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Qual o mal em ver novelas

O cristão estaria fazendo algo muito melhor se usasse o tempo das novelas para o culto doméstico, reuniões de oração e doutrina (muitos cristãos não vão mais a igreja no meio da semana porque supostamente estão cansados, mas na realidade não querem perder a sua novelinha preferida), a comunhão com os familiares, a leitura de livros edificantes. “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Fp 4.8).


Clique no título e leia artigo completo - muito bom!

sábado, 7 de junho de 2008

TOMANDO POSSE DA CURA PARA UM TESTEMUNHO EFICAZ

JEREMIAS 17:5 a 8 e 13:14


“Cura-me, Senhor, e serei curado, salva-me e serei salvo; porque Tu és o meu louvor”.

INTRODUÇÃO:

Como caminhar rumo às conquistas se o que pensamos está em desacordo com as atitudes? Se os sentimentos ao invés de erguer-nos, colocam-nos para baixo?
Não é possível viver uma vida plena com feridas na alma. Não será possível ver os sonhos se realizarem se o nosso espírito estiver ferido. Por isso, hoje (se deixarmos), o Senhor irá curar o nosso interior.
O líder é a chave. É a porta do mover sobrenatural do Espírito Santo. Ele é o testemunho do que Deus é capaz de fazer quando nos colocamos a sua vontade.

FERIDAS EMOCIONAIS:

Quem nunca sentiu isso?
A dor emocional é a falta de realizações em geral, e (mais especificamente) sonhos que estão tardando em se realizar.
Provérbios 3:2: “A esperança que se adia faz adoecer o coração; mas o desejo cumprido é a árvore da vida”.
Essas “não realizações” criam as dores emocionais que se manifestam: no choro, alterações de apetite e mudança de semblante.
A Bíblia a chama de coração triste, amargura da alma e aflição (como no caso de Ana em 1Samuel 1.
Porém, o mais difícil nesta fase é a incompreensão das outras pessoas.
Quantas vezes o líder luta, acredita, porém têm ao seu lado pessoas murmurando, desanimadas, incrédulas.
Mas, não desanime!
Moisés, Josué, Elias, Jó, Daniel, Paulo também enfrentaram a dor emocional.
Ela faz parte de um tratar de Deus em nosso caráter. Como disse Jesus: “A minha graça te basta! O meu poder se aperfeiçoa na tua fraqueza”.
Em Romanos 15:13 lemos: “E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo”.

ESTRESSE:

Conhecida como cansaço, exaustão e fadiga. Sua rota inicia-se com ansiedades na alma e que rapidamente passa para o físico. É provocada por acúmulo de tarefas e pendências não resolvidas. Projetos que não andam, causas emperradas, são alguns dos fatores que causam fadiga. Porém, Deus pode usar a fadiga para o seu propósito na vida do líder:
O primeiro é a correção do Senhor, pois quantas coisas fazemos as quais Deus nunca mandou (Hebreus 12:15)?
O segundo é prepará-lo para desafios maiores. Jeremias 12:5: “Se fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo?”.
O terceiro é fazer voltar-nos para os seus braços e aprender a descansarmos nas suas promessas. Jeremias 31:25: “Por que satisfiz à alma cansada, e saciei toda alma desfalecida”. Salmos 23:2: “Ele me faz repousar em verdes pastos. Leva-me para junto ás águas de descanso”.

PRECONCEITOS:

Por incrível que pareça, mas é um sentimento negativo presente na vida de muitos líderes. Quando alguém aspira ser um líder, ele precisará se expor, pois o líder é referência e é a porta. No seu caminhar, muitas vezes, ocorrerão situações decisivas; é neste momento que podem ocorrer traumas.
Quantos não se acham incapazes de liderar uma célula, quando na verdade possui um tremendo potencial?
O preconceito é “conceito ou opinião formados antes de ter os conhecimentos adequados”.
Ou seja, você não sabe direito o que é, mas já optou por não aceitar, por se achar incapaz, difícil e etc...
Quantos estão perdendo oportunidades maravilhosas por causa do preconceito do engano das feridas na alma.
Por isso que na visão celular todos os que chegam à igreja são líderes de em potencial, mas, só serão de fato se deixarem Deus moldar seu caráter.
Temos que tirar a segregação ministerial de nosso meio. O que é isso? È o indivíduo que diz: “Eu somente sei cantar. Este é o meu chamado”. Provérbios 23:7ª: “Porque, como imagina em sua alma, assim ele é”.

A FASE DE TRATAMENTO:

Como tratar os sentimentos acima descritos?
A primeira coisa a fazer é se derramar perante o Senhor conforme Isaías 53:4. Em Jesus temos alguém que se identifica com a dor que estamos passando. Ele sabe como tratar das feridas.
A segunda coisa a fazer é compartilhar com alguém disposto a ouvir e apoiar (discipulador). Buscar ajuda através dos relacionamentos leais e verdadeiros.
Cuidado com os compromissos que assume, pois muitas vezes é necessário dizer não. Buscar um tempo de oração e recuperação é o ideal para colocar sua vida em ordem, tanto interior como exteriormente, avaliando, assim que está sendo ou não produtivo na sua vida.

CONCLUSÃO:

Uma igreja conquistadora de territórios é aquela que possui líderes curados. Um líder curado causa um estrago imenso no inferno, pois o que mais vale não são seus os talentos ou habilidades, mas o seu TESTEMUNHO. Jesus tinha seguidores porque tinha um testemunho eficaz. O Apóstolo Paulo disse com ousadia: “Sede meus imitadores”. O registro dos feitos de um homem na história, geralmente se dá pelo testemunho que deixou. Um testemunho eficaz é aquele que está livre dos sentimentos acima descrito.
Vença os limites e tenha um testemunho eficaz.