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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Escolha Viver Vitoriosamente


Não há na farmácia nada que seja eficaz para combater o medo, a angústia, a insegurança, os complexos, as dúvidas existenciais e a crise de identidade. Qualquer medicamento prescrito para tais problemas é o tal do “me engana que eu gosto”.
Conhecendo a verdade, que é Jesus (Jo 14:6), o homem pode ser verdadeiramente livre (Jo 8:32-36). A Palavra de Deus não se trata de um livro qualquer, mas é a revelação divina para sanar os males arraigados na alma humana, cujas raízes foram impregnadas pelo pecado.
Leia a Bíblia e desfrute de uma fé removedora de obstáculos, cujo resultado será vida com abundância, oferecida gratuitamente por Jesus, que veio até nós para destruir tudo o que o diabo construiu em nossa alma.
Não viva nas limitações impostas pelos poderes do mal, mas viva uma vida liberta dentro da mais alta esfera de satisfação. 

terça-feira, 8 de maio de 2012

FÉ VITORIOSA NOCAUTEIA A INCREDULIDADE



A FÉ SUPERA A INCREDULIDADE

Só há uma palavra suficientemente
poderosa para vencer o
desespero: a fé. 
(Emil Brunner )


"Perguntou ele: Porque vais a ele hoje? Não é lua nova nem sábado. Ela disse: Não faz mal" (2Rs 4:23).

Com as intempéries se abatendo sobre o lar, mostrou-se a grandeza da fé da mulher de Suném. Dizem que é em dia de tempestade que podemos conhecer quem é bom marinheiro.
Há uma disparidade abismal entre a fé dinâmica e empreendedora da esposa, e o marasmo espiritual do marido. Observe a letargia que assola a religiosidade do esposo. Seria como se estivesse a questionar: O que tem a igreja a ver com a tragédia? Por que vai ao pastor? Nem ao menos é dia de culto. Os dias de rituais religiosos eram sábados e luas novas, e muitos dos judeus relacionavam Deus apenas aos ritos e não ao dia-a-dia da comunidade. Russell Shedd[1], comentando o texto escreve:

[...] Para eles, o sacerdote, o profeta e o ministro eram apenas os celebrantes da liturgia. Esse homem não podia compreender que a religião verdadeira traz soluções às situações angustiantes da vida diária: deve-se buscar a Deus em quaisquer circunstâncias (Ec 12:1; Is 53:6; Os 10:12; 2Co 6:2).

Este é o quadro de inúmeros lares. Esposa na igreja e marido em casa. Tenho ouvido constantemente os desabafos lamuriosos das esposas: Pastor, foi um trabalhão para trazer meu esposo ao encontro de casais. Outras preocupadas: Pastor, foi uma maratona para ele vir ao culto. Meu esposo sempre tem algo a fazer bem na hora. A crise da ausência de fé inevitavelmente tem se instalado de forma aviltante nas famílias.
É o esposo que promete ir aos trabalhos da igreja apenas para produzir um frágil fio de tranqüilidade no coração da esposa, mas no recôndito da alma confessa: Em cima da hora arrumo uma desculpa e fico em casa. Eu sei como estes mecanismos funcionam. 
É o quadro do filho que promete mudanças radicais no comportamento cristão apenas para barganhar os favores dos pais.
Acostumamo-nos a um cristianismo fraco e sem tempero que retrata a crise de fé.
A família distancia-se da sua fé.
Foram-se os bons tempos dos cultos domésticos, ricos em devoção.
Foi-se o tempo em que o pai penteava o cabelo do menino, preparando-se para o culto: Nós vamos ouvir Deus falar, filho.
Foi-se o tempo em que as famílias cristãs reuniam-se ao redor da mesa para educar os filhos nos rudimentos do cristianismo, ensiná-los a orar e cantar. Estas práticas piedosas foram o nascedouro dos, quase imortais, baluartes do evangelho.
Posso fazer menção a Susana Wesley, que nos idos de 1700, na cidade de Epworth, Inglaterra, educou dezenove filhos e reservava duas horas por semana de tempo qualitativo para cada filho. Neste tempo falava-lhes de Jesus, ensinava-lhes a orar e educava-os nos rudimentos da música. Não é para menos que vinte anos depois Deus usaria os irmãos João e Carlos Wesley para, literalmente incendiar o Reino Unido com um avivamento espiritual sem precedentes.
Precisamos fazer o caminho de volta à simplicidade da fé. Precisamos voltar a crer num Deus vivo e presente nas nossas dificuldades do cotidiano. Precisamos restaurar esta confiança quase ingênua na sua expressão, mas de um raio de ação de grandeza descomunal.

Conclusão: Vamos ler o Salmo 127

1  Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.
2 Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono.
3 Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão.
4 Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade.
5 Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, mas falarão com os seus inimigos à porta.





[1] SHEDD, Russell P., A Bíblia Vida Nova – Sociedade Religiosa Edições Vida Nova – 16a edição – São Paulo-SP

terça-feira, 13 de março de 2012

Estabelecendo a Bênção e Quebrando a Maldição


Só Deus Transforma a Maldição em Bênção



“Naquele dia o Livro de Moisés foi lido em alta voz diante do povo, e nele achou-se escrito que nenhum amonita ou moabita jamais poderia ser admitido ao povo de Deus, pois eles, em vez de darem água e comida aos israelitas, tinham contratado Balaão para invocar maldição sobre eles O nosso Deus, porém, transformou maldição em bênção”. (Ne 13:1-2)


Hoje abordo o Livro de Neemias. O objetivo do texto escrito, em primeira instância, é de esclarecer o sentido original das palavras bênção e maldição. Em teologia isso se chama exegese. O termo refere-se ao estudo da interpretação exata que pode ser aplicada a um texto, frase ou palavra, a fim de se compreender melhor o seu sentido original.

Bênção e maldição numa abordagem geral são princípios ativos que, por intermédio de forças espirituais (divinas ou diabólicas), podem arruinar ou edificar as diversas áreas da vida humana. A obediência aos princípios divinos atrai a bênção, mas a desobediência pode ser fatal, subjugando a pessoa a uma maldição. O termo bênção em hebraico é BARAK e no grego EULOGEO. No hebraico tem na sua raiz os seguintes significados: ajoelhar-se, submeter-se, honrar um superior. Assim sendo, quem quer a bênção precisa manter uma relação de obediência com AQUELE que a detém: Deus!


Em hebraico, pelo menos seis palavras são utilizadas para especificar tipos ou formas de maldição: ALAH, QALAL, ‘ARAR, QABAB, NAQAB e ZA’AMO Em grego, aparecem quatro: ANATHEMA, KATARAOMAI, KAKOLOGEO e RHAKA. Mas quero me deter apenas à palavra do contexto de Neemias que é QALAL.


QALAL - Este termo aparece cerca de 130 vezes no Antigo Testamento. O sentido básico de sua raiz quer dizer diminuir, lidar desdenhosamente, ridicularizar, zombar. Significa desejar a alguém uma posição inferior ou rebaixá-la de seu estado. O veículo que canaliza este tipo de maldição é a língua. Os pagãos achavam que podiam manipular os deuses através de suas palavras. É devido a isso que vemos Balaão sendo chamado para amaldiçoar Israel (Nm 22:6). É referente a esse chamado de Balaão que o Livro de Neemias relata no capítulo 13, nos primeiros versos dizendo que o SENHOR transformou maldição em bênção. Ou seja, não se pode amaldiçoar aquilo que Deus abençoou! Aleluia!

É agora que entro no título da mensagem, “Só Deus transforma maldição em bênção”. Poderia falar do Israel que foi liberto das mãos do faraó, que triunfou no mar vermelho etc, mas quero aproveitar e falar sobre mim, que hoje, lavado e remindo pelo sangue de Jesus, também sou Israel de Deus.


Quando olho para o meu passado, vejo o que significa a intervenção divina na causa de um homem pecador e fadado ao inferno. Mesmo sem roubar, matar e sendo uma pessoa de bem, como muitos declaram ser, por não conhecer a Jesus e nem a santa palavra, eu vivia uma vida maldita, indigna e sem esperança. Até que, por meio da minha esposa conheci o Deus vivo, o homem das mãos perfuradas e a terceira pessoa da trindade. E então ao desfrutar da verdade que liberta os cativos, que abre os olhos dos cegos, ouvidos dos surdos e que quebra os grilhões da alma, fui liberto das mãos de satanás, contemplando a palavra que diz que o Filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do diabo. Hoje caminho rumo à nova Jerusalém com a expectativa de conhecer a Jesus como ele realmente é. Eu me rendi aos pés de Jesus quatro anos atrás, muitas foram e são as lutas, mas como é bom servir a um Deus que dia após dia me leva em triunfo. Como é bom servir a um Deus que transforma alguém sem história, pobre, cego e nu em geração eleita, sacerdócio real e propriedade exclusiva D’Ele.

Não sei qual tem sido a sua história. Mas saiba: O Deus Todo-Poderoso pode mudar a sua história. Só ELE pode e tem poder para transformar a maldição em bênção.

Em Cristo e na bênção,

|  Autor: Dc Anderson Vieira  |  Divulgação: estudogospel.com.br |

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

ABAIXO AS MALDIÇÕES DA SUA VIDA


LIVRANDO-SE DAS MALDIÇÕES
João 10:10

Maldição é um infortúnio lançado contra alguma pessoa, alguma coisa ou algum lugar, usando palavras, rituais ou oferendas. O propósito de uma maldição é bloquear, limitar ou anular o bem-estar de uma pessoa, empresa ou sociedade.
Ela pode ser: consciente – quando eu tomo conhecimento de que alguém a lançou; ou inconsciente – quando não sabemos que foi feito.
Maldição é também resultado de ações pessoais contrárias à vontade de Deus, independente da falta de conhecimento. Exemplo: se alguém sem conhecimento de uma lei natural a violar vai sofrer as conseqüências (Gl 6:7).
Uma lei espiritual quebrada trará conseqüências terríveis. Exemplo: “a alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18:4).
A Palavra declara que a maldição sem causa não encontra pouso, isto é, depende de uma legalidade por parte do seu alvo (Pv 26:2).
Por outro lado, o salmista declara que se alguém amar a maldição será apanhado por ela; se rejeitar a bênção, esta fugirá da pessoa (Sl 109:17).
As maldições só podem ser quebradas mediante a obediência aos princípios bíblicos estabelecidos por Deus.

I – Precisamos reconhecer o problema

Jesus disse ao seu povo “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8:32). O povo julgou que este era um discurso fora de ordem, pois eles não eram escravos de ninguém. Mas Jesus lhes assegurou que “àqueles ou àquilo a que servimos, por conseqüência somos escravos”. Jesus então lhes declarou que só o Filho de Deus pode dar a verdadeira liberdade, Jo 8:36.
- Enfermidade - uma mulher sofria um problema na coluna que a mantinha encurvada. Jesus libertou a mulher e, ao ser criticado por ser sábado, revelou a origem do mal – Satanás a havia mantido presa por dezoito anos (Lc 13:16).
- Miséria financeira - em Malaquias 3:8-10 fala que o povo estava sendo alvo de maldição, e o motivo era a negligência nos dízimos e ofertas. O próprio Senhor estava dizendo que o povo estava roubando a Deus. No entanto, eles foram desafiados a acertar as contas com o tesouro da Casa do Senhor e passasse a fazer prova, pois Deus abriria sobre eles o seu rico tesouro. Se eles fossem fiéis o devorador seria expulso de suas vidas.
- Perturbação - Um homem que ficou conhecido como o endemoninhado gadareno era violento, anti-social, vivia fora do comportamento natural, pois vivia nos sepulcros. Quando Jesus expulsou a legião que o aprisionava ele se tornou um missionário (Lc 8:26-40).
- Sentimentos – a mágoa é a arapuca de Satanás, pois nos mantém limitados e presos a sentimentos negativos: Veja o que Jesus afirmou:
1.     Devemos perdoar não só sete vezes no dia, mas setenta vezes sete (Mt 18:21-22). Isto implica não em fórmula matemática, mas na disponibilidade perfeita de não deixar nada pendente a fim de alimentar demônios;
2.     Ao ofertar, precisamos acertar as relações que estão rompidas (Mt 5:23-25). Todos sabemos que as contribuições financeiras na igreja resultam em bênçãos de prosperidade, portanto, para que não haja nada que embarace nossa bênção é preciso que estejamos sem legalidades para Satanás;
3.     Quem não perdoa, não será perdoado (Mc 11:26). É uma questão coerente – quem não pratica o perdão, não tem o direito de pedir.
Detecte o problema e rejeite-o em suas vidas.

II – Precisamos liberar a palavra de ordem contra o valente

Se creres em seu coração e com sua boca haver confissão haverá salvação (Rm 10:9).
É necessário que tenhamos coragem e disposição para através da fé e da palavra darmos ordem e anularmos o poder do inimigo naquilo em que ele nos ataca. Exemplo: “Satanás, eu te ordeno pelo poder do sangue de Jesus, saia da minha vida, da minha família, das minhas finanças, etc.
Cri, por isso falei; cremos, portanto falamos também. Creia que as maldições existem e que precisam ser anuladas pelo poder de Jesus. E, Ele disse: “em meu nome expulsarão os demônios, etc.” (Mc 16:17).
Se tiveres fé como um grão de mostarda, direis a este monte vá para acolá e assim será. Tem muita gente cheia de fé que vive conformada à vida limitada pelas maldições, simplesmente pelo fato de não darem ordem ao monte que está lhe incomodando, (Mt 17:20).

III – Precisamos fechar as portas e janelas da alma

Paulo disse: "Não se ponha o sol sobre a vossa ira". Isto é uma advertência contra qualquer irritação que suscite ódio, ou desejo de vingança (Rm 12.19).
Qualquer sentimento negativo guardado de um dia para o outro, transforma-se em um campo arado e fertilizado para o Diabo semear sua erva daninha (Sl 37:8). Precisamos aprender a nos dominar (Pv 16:32). Aquele que permite que sua alma fique presa por um sentimento negativo, estará sujeito às terríveis conseqüências.
Se não tratarmos devidamente nossas mágoas ou amarguras, ela abrirá uma fenda enorme, pela qual, Satanás entrará em nossa vida e nos destruirá totalmente.
Se a mágoa é a gaiola de Satanás. Vai querer ficar preso? Creio que não.

Conclusão: Diante de nós Deus colocou duas coisas a vida e a morte; a bênção e a maldição. Escolha a vida para que viva tu e teus filhos. Jesus afirmou que há dois planos para cada um de nós: o plano satânico: roubar, matar e destruir; o plano divino – vida abundante.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Deus não Rejeita a Quem O Invoca


Pedir a Deus - o melhor a fazer

Em uma fábrica de tecidos, onde funcionavam teares muito complicados, havia uma placa que dizia: "Se os fios se emaranharem, chame o supervisor". Recentemente aconteceu o seguinte: os fios do tear de uma operária muito dedicada e hábil se enrolaram. Imediatamente ela tentou desenredá-los, mas seus esforços somente tornavam maior a confusão. Finalmente, cansada e mal humorada, ela pediu ajuda ao supervisor.
"Você mesma já tentou separar os fios?", perguntou ele. – "Sim". – "Por que você não me chamou, conforme a norma?" – "Fiz o melhor que pude", respondeu ela. – "Lembre-se, ‘o melhor' em tal caso é me chamar!"

Clique no título ou no link e leia a mensagem completa.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

DESTRUINDO AS OBRAS MALIGNAS

“Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo, conservai-vos a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna” (Jd 20,21); “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas” (II Co 10:4)

INTRODUÇÃO: Assim como Deus enviou Jesus para desfazer todas as obras do diabo, nós, como filhos de Deus, nascidos de novo e alcançados por Seu amor, devemos desfazer essas obras em nós e em outros para vivermos na dimensão do Reino. A Bíblia ensina que as conquistas de um homem espiritual não são carnais, são espirituais. Sabemos que travamos muitas guerras na mente, mas, sabemos também, que as armas da nossa milícia não são carnais, mas espirituais; são armas poderosas em Deus para destruir as obras do inimigo.
A nossa mente deve ser uma mente liberta, uma mente que saiu do lugar da escravidão, que saiu de uma terra de opressão para uma terra favorável. Essa é a mente do filho de Deus.
O mundo espiritual se divide no mundo da bondade e da maldade. São dois exércitos que guerreiam pelo direito de posse da mente. A mente possui pensamentos do mundo ou pensamentos divinos. No entanto, somos advertidos a pensarmos nas coisas do alto, Cl 3:1-2.

UM DOS PROPÓSITOS PELO QUAL JESUS VEIO AO MUNDO
Quem destrói a obra do inimigo é Jesus. Jesus é o demolidor das obras das trevas. Onde há uma construção do inimigo, Ele entra e destrói. A Bíblia diz que um dos motivos pelo qual Ele se manifestou foi para desfazer as obras do diabo. Jesus é o demolidor de todas as obras ilegais que foram construídas. “Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo” (I Jo 3:8)
Onde há demônio para fazer obras das trevas, há Jesus para desfazer; onde há diabo para construir o errado, há Jesus para construir o certo. O inimigo de nossas almas é construtor de obras falidas.
Quando não estamos com nossa mente centrada em Deus, começamos uma obra e não acabamos. Então, o inimigo vem para querer nos fazer acreditar que não somos capazes. O seu alvo é fazer com que pensemos e aceitemos que somos uma referência de derrota. Porém, o que está em Cristo Jesus tem a promessa de que “Aquele que começou a boa obra vai completá-la até o dia de Cristo Jesus” (Fp 1:6)
O dia de Cristo Jesus, em sua vida, pode ser hoje. Todos os dias são do Senhor e a Palavra declara que “Este é o dia que fez o Senhor para que nos regozijemos e nos alegremos nele” (Sl 118:24)
Cristo quer dar a você uma mente ungida. Ele quer construir em sua mente uma obra nova. Ele é Construtor do grande edifício, a Pedra angular, a Pedra do equilíbrio da obra.
Jesus é o alívio da nossa alma. Ninguém entende mais de alma do que Ele. A Bíblia diz, no Salmo 23 que Ele é o nosso Pastor, aquele que refrigera a nossa alma. Ele irá nos refrigerar para construir em nós o que está em Seu coração e não no nosso. E para isso precisamos render-nos a Ele, abrirmos nosso coração para essa construção, lutando com as armas corretas.

EMPUNHANDO AS ARMAS DA NOSSA MILÍCIA
“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas...” (II Co 10:4)
Arma de milícia é uma arma especial, usada por um militar preparado para usá-la. Não é qualquer pessoa que usa a arma de milícia, porém a você é concedido o poder de utilizá-la.
A arma de milícia tem um objetivo que é destruir as fortalezas do inimigo. Então, se a Bíblia diz que devemos usar essa arma é porque devemos admitir que existem situações em que são construídas algumas fortalezas do inimigo.
A Bíblia diz que as nossas armas não são carnais, mas espirituais para demolir todas as fortalezas construídas. Deus quer nos entregar esse presente. Então, precisamos da arma de milícia e da fé santa.
Paulo adverte-nos a tomar posse da armadura de Deus para vencer as obras malignas, Ef 6:10-12.

AVANÇANDO EDIFICADOS NA SANTÍSSIMA FÉ
“Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé...”(Jd 20)
O livro de Judas, versículo 20, diz que em nós será edificada uma fé santa. Você pode se perguntar: para quê uma fé santa? Para que tudo o que for adquirido seja santo. Tudo na sua vida precisa ser santo ao Senhor, ao Deus Todo Poderoso, o Grande Construtor.
A fé santa é construída de forma espiritual, por isso Judas diz que devemos ser edificados na fé santa. Há pessoas que nutrem em seus corações apenas uma fé natural e nela caminham por impulso. Porém, o que a Bíblia nos apresenta é que devemos nutrir a fé santa. A fé santa é a fé pura, comprometida que nos leva a uma nova edificação e construção em Cristo Jesus.
Em II Coríntios 5:17, lemos: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. Deus quer, de fato, fazer tudo novo em você porque você está em Cristo Jesus, é uma nova pessoa.
Você tem direito de viver uma vida na essência do Reino. Você pode ser um indivíduo extremamente moderado, viver bem sem ter que viver de fachada. Isso é possível através da paz que excede todo entendimento humano.
A Bíblia afirma que é a paz Deus quem guarda a nossa alma e os nossos sentimentos. “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus” (Fp 4:7).
O Senhor guarda o nosso coração e os nossos sentimentos em Cristo Jesus, por isso é possível não dar lugar ao diabo e não permitir que ele construa ou destrua fundamentos em nossa mente. Somos chamados por Deus para ter uma alma reconstruída de acordo com os princípios da Palavra.
A sua alma será reconstruída com um propósito no Corpo de Cristo, você cumprirá a sua função, a sua chamada. Desfaça as obras do inimigo que foram construídas voluntária e involuntariamente e edifique-se na fé santa.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

UMA FÉ QUE LEVA A SUPERAR OS LIMITES

UMA VIDA DE FÉ VITORIOSA
TEXTO: Hb 11:8-12 

INTRODUÇÃO: Abraão era visto por Deus como amigo: “E cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus” (Tiago 2:23). Isto se deve ao fato de haver uma comunhão íntima entre ambos. Exemplo disso está em Gn 18:16-19, quando Deus respeitou-o como intercessor. Deus lhe fez promessas maravilhosas: “eu te cumularei de bênçãos e te multiplicarei em grande número” (Hb 6:14). 

TRANSIÇÃO: O texto básico mostra-nos Abraão figurando na galeria dos heróis da fé. Foi um homem de caráter, coragem, compromisso e fé. As Escrituras Sagradas declaram que sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11:6). Veja que este homem teve grande destaque em sua trajetória de vida. 

I. FÉ PARA CONTRIBUIR
- Em Hebreus 7:2 diz que Abraão dava o dízimo de tudo.
- Em Hebreus 7:4 diz que entregava a melhor parte a Melquisedeque.
- Em Hebreus 7:6 diz que Melquisedeque abençoou-o conforme as promessas. Se Abraão não lhe entregasse o dízimo não veria o cumprimento das bênçãos em sua vida.
- Quer a pessoa admita ou não, a omissão na entrega dos dízimos mostra que a pessoa não tem fé, pois a fé leva a ação (Tg 2:26).
Observe Ml 3:10 – “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança” (Malaquias 3:10 RC) 

II. FÉ PARA ACEITAR DESAFIOS
- Deus disse a ABRAÃO – “sai da tua terra, da tua parentela, da casa de teu pai e vai para uma terra que eu te mostrarei” – ele foi mesmo não sabendo para onde ia – isto é obediência.
- Anos depois outro teste: “Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi” (Gn 22:2) – ele foi e fez tudo o que era necessário, demonstrando fé viva.
- Se você não aceita desafios em nome da fé, sua fé é morta – nunca verá a alva – nunca contemplará o milagre. “Se creres verás...” (Jo 11:40). 

III. FÉ PARA ABRIR MÃO DE INTERESSES PESSOAIS
- Se há fé espera que tudo se faça conforme as promessas – “a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e prova das coisas que não se vêem” (Hb 11:1).
- Quando Abraão estava diante da terra que Deus havia lhe prometido dar-lhe, foi preciso uma escolha, haja vista que seu sobrinho Ló estava com ele. - Confiante em Deus de que tudo daria certo – permitiu que seu sobrinho iniciasse a escolha, embora tinha tudo para ser o primeiro a escolher. Conformava-se em ser o segundo – ficar com o que sobrasse. Com Deus a sobra é o melhor.
- Deus sabe conduzir os que crêem ao caminho certo: para Abraão tudo deu certo.
- Ló se deu mal – foi iludido pela aparência e não pela fé. Teve que fugir do local.
- Se você não abre mão dos interesses pessoais deixando que a vontade de Deus se cumpra, você não tem fé. “Não seja incrédulo, mas crente”(Jo 20:27). 

CONCLUSÃO: Ilustração: uma mulher ficou admirada com o artista de rua que atravessava com um carrinho de mão sobre um cabo de aço a 30 metros de altura. O artista gritou: “quem acha que posso repetir a travessia com uma pessoa sentada no carrinho?”. A mulher, muito eufórica, respondeu: “claro que pode, você é extraordinário”. Ele então disse: “vou levar a senhora, pode me acompanhar”. A mulher disse: “eu não! Eu creio que você pode, mas leva outro”. Este é o típico caso de falta de fé genuína. Ela acredita, mas não quer se envolver. Esta fé não vale nada.
- Quanto a Abraão, Hb 6:15 diz: “foi perseverante e viu as promessas se cumprirem”; -Hb 10:38 diz: “o meu justo viverá da fé (para contribuir, para aceitar desafios, para abrir mão de interesses pessoais), mas se ele recuar (retroceder, voltar atrás) não encontro nenhuma satisfação nele”.
-Faça um propósito baseado em Hb 10:39 – “Nós, porém, não somos daqueles que se retiram (retrocedem, recuam) para a perdição, mas daqueles que crêem para a conservação da alma” (Hebreus 10:39 RC).

quarta-feira, 9 de abril de 2008

BATALHAS ENFRENTADAS POR DAVI ANTES DE ASSUMIR O TRONO

DAVI - UM GUERREIRO VENCEDOR

Atos 13:21-23

Introdução: Todo aquele que se dispõe a fazer a vontade de Deus haverá de atrair oposição.  Essa oposição, na verdade, é oriunda do grande inimigo de Deus – Satanás. No entanto, para que ele a execute, usará pessoas que estão descomprometidas com o verdadeiro propósito divino. Essas pessoas estarão, conscientes ou não, tentando destruir o que Deus está a construir. A Bíblia afirma que “todos aqueles que querem viver piamente em Cristo haverão de padecer perseguições”.

Transição: Davi, filho de Jessé, foi escolhido por Deus para um propósito diferenciado – ser o rei de Israel, que era a nação estabelecida por Deus para ser sua testemunha na terra. Hoje, a Igreja é a testemunha de Deus diante do mundo. Davi sempre foi disposto a trabalhar e assumir desafios, inclusive consta em seu histórico a façanha de matar um leão e um urso, a fim de defender o rebanho de ovelhas de seu pai. Por fim o próprio Deus o chamou de homem segundo o seu coração e de sua linhagem saiu o maior de todos os reis – Jesus, Rei dos reis. Mas sua vida não foi nada fácil, vejamos o que ele precisou enfrentar para que o propósito de Deus se concretizasse em sua vida:

I – ENFRENTOU OPOSIÇÃO FAMILIAR
Quando Samuel se dirigiu à casa de Jessé para ungir um de seus filhos, parece que Davi era o menos indicado pela família: “Assim, fez passar Jessé os seus sete filhos diante de Samuel; porém Samuel disse a Jessé: O SENHOR não escolheu estes. Perguntou Samuel a Jessé: Acabaram-se os teus filhos? Ele respondeu: Ainda falta o mais moço, que está apascentando as ovelhas. Disse, pois, Samuel a Jessé: Manda chamá-lo, pois não nos assentaremos à mesa sem que ele venha. Então, mandou chamá-lo e fê-lo entrar. Era ele ruivo, de belos olhos e boa aparência. Disse o SENHOR: Levanta-te e unge-o, pois este é ele” (1 Samuel 16:10-12 RA).
O povo de Israel tinha, dentre muitos inimigos, os cruéis filisteus. Estes resolveram atacar e o exército de Saul estava no campo de batalha a fim de defender seu território. Jesse enviou Davi ao acampamento onde o exército se encontrava para levar comida para seus filhos que lá estava, 1 Sm 17:17-18.
Davi foi mal recebido pelo irmão mais velho, Eliabe, que pelo que entendemos nas suas palavras havia uma rivalidade: “Ouvindo-o Eliabe, seu irmão mais velho, falar àqueles homens, acendeu-se-lhe a ira contra Davi, e disse: Por que desceste aqui? E a quem deixaste aquelas poucas ovelhas no deserto? Bem conheço a tua presunção e a tua maldade; desceste apenas para ver a peleja” (1 Samuel 17:28 RA).
Pelo que Jesus afirmou precisamos ter muita compreensão quanto as pessoas da família que se opõe um ao outro a fim de não se tornarem inimigos, pois se assim for serão os piores: “E assim os piores inimigos de uma pessoa serão os seus próprios parentes” (Mateus 10:36 NTLH).

II – ENFRENTOU O ABUSADO GOLIAS
Os filisteus estavam irados contra Israel e desafiava: “Então, saiu do arraial dos filisteus um homem guerreiro, cujo nome era Golias, de Gate, da altura de seis côvados e um palmo; Disse mais o filisteu: Hoje, afronto as tropas de Israel. Dai-me um homem, para que ambos pelejemos” (1 Samuel 17:4 e 10 RA).
Davi vendo que havia uma humilhação ao seu povo e que ninguém ousava enfrentar o gigante, ele se apresentou a Saul e se dispôs a enfrentá-lo. Isto causou admiração em Saul que via muita impossibilidade e achava muita pretensão de Davi, I Sm 17:33.
Diante da insistência de Davi, Saul o permitiu, 1 Sm 17:34-37. Ele foi ao gigante com sua funda e cinco pedras roliças que tirara do ribeiro, 1 Sm 17:40. Golias zombava dele: “Olhando o filisteu e vendo a Davi, o desprezou, porquanto era moço ruivo e de boa aparência. Disse o filisteu a Davi: Sou eu algum cão, para vires a mim com paus? E, pelos seus deuses, amaldiçoou o filisteu a Davi. Disse mais o filisteu a Davi: Vem a mim, e darei a tua carne às aves do céu e às bestas-feras do campo” (1 Samuel 17:42-44 RA).
Davi, porém, confiando em Deus, enfrentou o gigante com muita ousadia: “Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens contra mim com espada, e com lança, e com escudo; eu, porém, vou contra ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado. Hoje mesmo, o SENHOR te entregará nas minhas mãos; ferir-te-ei, tirar-te-ei a cabeça e os cadáveres do arraial dos filisteus darei, hoje mesmo, às aves dos céus e às bestas-feras da terra; e toda a terra saberá que há Deus em Israel.  Saberá toda esta multidão que o SENHOR salva, não com espada, nem com lança; porque do SENHOR é a guerra, e ele vos entregará nas nossas mãos” (1 Samuel 17:45-47 RA).
Deus honrou Davi diante do gigante: “Sucedeu que, dispondo-se o filisteu a encontrar-se com Davi, este se apressou e, deixando as suas fileiras, correu de encontro ao filisteu. Davi meteu a mão no alforje, e tomou dali uma pedra, e com a funda lha atirou, e feriu o filisteu na testa; a pedra encravou-se-lhe na testa, e ele caiu com o rosto em terra.  Assim, prevaleceu Davi contra o filisteu, com uma funda e com uma pedra, e o feriu, e o matou; porém não havia espada na mão de Davi.  Pelo que correu Davi, e, lançando-se sobre o filisteu, tomou-lhe a espada, e desembainhou-a, e o matou, cortando-lhe com ela a cabeça. Vendo os filisteus que era morto o seu herói, fugiram” (1 Samuel 17:48-51 RA).
Deus promete ajudar e abençoar aqueles que são fiéis a Ele: “O SENHOR fará que sejam derrotados na tua presença os inimigos que se levantarem contra ti; por um caminho, sairão contra ti, mas, por sete caminhos, fugirão da tua presença” (Deuteronômio 28:7 RA).

III – ENFRENTOU A OPOSIÇÃO DE SAUL
Quando Davi venceu Golias houve muita celebração por parte principalmente das mulheres que sentiam que a coisa estava feia, mas diante da disposição de Davi houve bonança: “As mulheres se alegravam e, cantando alternadamente, diziam: Saul feriu os seus milhares, porém Davi, os seus dez milhares” (1 Samuel 18:7 RA).
Esta cantiga acabou criando um ciúme em Saul, que ficou indignado: “Então, Saul se indignou muito, pois estas palavras lhe desagradaram em extremo; e disse: Dez milhares deram elas a Davi, e a mim somente milhares; na verdade, que lhe falta, senão o reino?” (1 Samuel 18:8 RA).
Estava declarada a nova batalha na vida de Davi: “Daquele dia em diante, Saul não via a Davi com bons olhos” (1 Samuel 18:9 RA).
A primeira tentativa de Saul contra Davi: “No dia seguinte, um espírito maligno, da parte de Deus, se apossou de Saul, que teve uma crise de raiva em casa; e Davi, como nos outros dias, dedilhava a harpa; Saul, porém, trazia na mão uma lança, que arrojou, dizendo: Encravarei a Davi na parede. Porém Davi se desviou dele por duas vezes” (1 Samuel 18:10-11 RA).
Visando a morte de Davi por mão de inimigos, tirou-o do palácio e o colocou como chefe de mil, mas ele, com a ajuda de Deus, ia vencendo todas as batalhas: “Pelo que Saul o afastou de si e o pôs por chefe de mil; ele fazia saídas e entradas militares diante do povo. Davi lograva bom êxito em todos os seus empreendimentos, pois o SENHOR era com ele” (1 Samuel 18:13-14 RA).
Saul quis armar outra cilada para Davi dando-lhe sua filha Mical em vez de outra: “Mas Mical, a outra filha de Saul, amava a Davi. Contaram-no a Saul, e isso lhe agradou. Disse Saul: Eu lha darei, para que ela lhe sirva de laço e para que a mão dos filisteus venha a ser contra ele. Pelo que Saul disse a Davi: Com esta segunda serás, hoje, meu genro” (1 Samuel 18:20-21 RA).
Outra cilada armada para Davi – trazer cem prepúcios de filisteus, mais uma vez Deus lhe abençoa e traz duzentos e Mical estava apaixonadíssima: “Então, disse Saul: Assim direis a Davi: O rei não deseja dote algum, mas cem prepúcios de filisteus, para tomar vingança dos inimigos do rei. Porquanto Saul tentava fazer cair a Davi pelas mãos dos filisteus. Tendo os servos de Saul referido estas palavras a Davi, agradou-se este de que viesse a ser genro do rei. Antes de vencido o prazo, dispôs-se Davi e partiu com os seus homens, e feriram dentre os filisteus duzentos homens; trouxe os seus prepúcios e os entregou todos ao rei, para que lhe fosse genro. Então, Saul lhe deu por mulher a sua filha Mical. Viu Saul e reconheceu que o SENHOR era com Davi; e Mical, filha de Saul, o amava” (1 Samuel 18:25-28 RA).
Outras tentativas de Saul matar-lhe: “Procurou Saul encravar a Davi na parede, porém ele se desviou do seu golpe, indo a lança ferir a parede; então, fugiu Davi e escapou.” (1 Samuel 19:10 RA). “Então, Saul mandou mensageiros que vissem Davi, ordenando-lhes: Trazei-mo mesmo na cama, para que o mate” (1 Samuel 19:15 RA).
Não tinha jeito de acabar com o propósito de Deus. Certa feita, Davi estava cercado por Saul e seu exército, mas Deus providenciou até um ataque filisteu e Saul então, precisou desistir de Davi naquele dia e ele escapou novamente: “Então, veio um mensageiro a Saul, dizendo: Apressa-te e vem, porque os filisteus invadiram a terra. Pelo que Saul desistiu de perseguir a Davi e se foi contra os filisteus. Por esta razão, aquele lugar se chamou Pedra de Escape” (1 Samuel 23:27-28 RA).
Davi teve chance de eliminar seu arqui inimigo, mas não o fez: “Então, os homens de Davi lhe disseram: Hoje é o dia do qual o SENHOR te disse: Eis que te entrego nas mãos o teu inimigo, e far-lhe-ás o que bem te parecer. Levantou-se Davi e, furtivamente, cortou a orla do manto de Saul.  Sucedeu, porém, que, depois, sentiu Davi bater-lhe o coração, por ter cortado a orla do manto de Saul;  e disse aos seus homens: O SENHOR me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, isto é, que eu estenda a mão contra ele, pois é o ungido do SENHOR” (1 Samuel 24:4-6 RA).
Até o inimigo Saul reconheceu sua superioridade: “Tendo Davi acabado de falar a Saul todas estas palavras, disse Saul: É isto a tua voz, meu filho Davi? E chorou Saul em voz alta. Disse a Davi: Mais justo és do que eu; pois tu me recompensaste com bem, e eu te paguei com mal. Mostraste, hoje, que me fizeste bem; pois o SENHOR me havia posto em tuas mãos, e tu me não mataste. Porque quem há que, encontrando o inimigo, o deixa ir por bom caminho? O SENHOR, pois, te pague com bem, pelo que, hoje, me fizeste” (1 Samuel 24:16-19 RA). Isto não quer dizer que Saul se tornou seu amigo. A peleja continuou.
O triste fim de Saul: “Então, disse Saul ao seu escudeiro: Arranca a tua espada e atravessa-me com ela, para que, porventura, não venham estes incircuncisos, e me traspassem, e escarneçam de mim. Porém o seu escudeiro não o quis, porque temia muito; então, Saul tomou da espada e se lançou sobre ela. Vendo, pois, o seu escudeiro que Saul já era morto, também ele se lançou sobre a sua espada e morreu com ele. Morreu, pois, Saul, e seus três filhos, e o seu escudeiro, e também todos os seus homens foram mortos naquele dia com ele” (1 Samuel 31:4-6 RA).
Em tudo isso vemos que Deus não desamparou Davi e este se tornou o grande rei de Israel: “Então, vieram os homens de Judá e ungiram ali Davi rei sobre a casa de Judá. E informaram Davi de que os homens de Jabes-Gileade foram os que sepultaram Saul” (2 Samuel 2:4 RA).

Conclusão: Guarde no seu coração as palavras de Jesus: “Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.  Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós” (Mateus 5:10-12 RA). A derrota e a vitória vão depender da nossa disposição e persistência; a pior derrota e a de quem desanima. “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” (1 Coríntios 15:58 RC).
Pr. Wanderley da Silva
Culto de Celebração e Santa Ceia em 21/10/07