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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Entre a Mídia e o Evangelho

Não há como fazer as pazes entre a mídia e o evangelho de Jesus. Eles têm filosofias diferentes, propósitos diferentes, públicos diferentes e festas diferentes. Se a mídia valorizar o que o evangelho valoriza, ela perde dinheiro. Se o evangelho valorizar o que a mídia valoriza, ele perde autoridade. A mídia alimenta e estimula a maldade humana. O evangelho alimenta e estimula a bondade que ainda resta no ser humano. A mídia segue a correnteza. O evangelho nada contra a correnteza. A mídia está a serviço de uma sociedade corrompida. O evangelho está a serviço de um projeto de redenção. A mídia aponta para a porta larga e o amplo caminho, cheio de gente, que leva à perdição. O evangelho aponta para a porta estreita e o apertado caminho, quase vazio, que leva à vida (Mt 7.13, 14).
Você está entre a pressão da mídia e a pressão do evangelho, entre a multidão que caminha para a perdição e o remanescente que caminha para a salvação. Quanto mais distante do evangelho, maior é a pressão da mídia. Quanto mais distante da mídia, maior é a pressão do evangelho. Você vive um dilema: ou a mídia o afasta do evangelho ou o evangelho o afasta da mídia.
Liberte-se do peso esmagador da mídia. Aproxime-se do jugo suave do evangelho (Mt 11.28-30). Saia da multidão (Êx 23.2). Rompa com a permissividade e ponha-se sob normas. Jesus diz a todos: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me” (Lc 9.23). Aprenda a dizer não a você mesmo todas as vezes que a sua vontade quebrar a lei de Deus.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Pastores Morrem Cantando


Bombeiros choram ao ver pastores morrerem cantando.

Dois pastores evangélicos e um motociclista morreram num acidente envolvendo sete veículos, na Rodovia do Contorno, trecho da BR 101 que liga Serra a Cariacica.

Os religiosos pertenciam à Igreja Assembleia de Deus e haviam saído de Alegre, município da Região Sul do Estado, rumo a uma convenção estadual da igreja em Nova Carapina II, na Serra.

Tudo começou quando um caminhão freou por causa do intenso fluxo de carros no sentido Cariacica - Serra. Os veículos que vinham atrás dele frearam também, mas o último caminhão - de uma empresa de cerveja - não conseguiu parar a tempo. Com isso, os veículos que estavam à frente foram prensados uns contra os outros.

Os pastores José Valadão de Souza e Nelson Palmeira dos Santos e o motociclista Jonas Pereira da Silva, 52 anos, morreram no local. O mais comovente do triste episódio, foi o relato dado por 2 pastores sobrevivente, e pelos bombeiros que tentavam tirar os pastores ainda com vida, que estavam presos nas ferragens.

As testemunha citadas acima, contam que os pastores ainda com vida e presos nas ferragens, em meio a um mar de sangue que os envolvia, começaram a cantar o Hino 187 da harpa cristã:

Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Ainda que seja a dor
Que me una a ti,
Sempre hei de suplicar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!...

Aos poucos suas vozes foram silenciando-se para sempre.

As lagrimas tomaram conta dos bombeiros, acostumados a resgatar pessoas em acidentes graves, porem jamais viram alguem morrer cantando um hino; como foi o caso dos pastores Nelson Palmeiras e João Valadão .

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Pode um cristão beber vinho?


 No livro de Daniel 1.1-9, narra que o rei da Babilônia, Nabucodonosor, determinou a ração de cada dia, da porção do manjar do rei e do vinho que ele bebia, e que assim fossem criados por três anos, para que no fim deles pudessem estar diante do rei. E entre eles se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias.
         E Daniel assentou no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto, pediu ao chefe dos eunucos que lhe concedesse não se contaminar. Ora, deu Deus a Daniel graça e misericórdia diante do chefe dos eunucos.
         Amados, eis o exemplo e o testemunho do homem compromissado com Deus. Quem não gostaria de participar do banquete que ao rei é servido e tomar da  porção do vinho degustado pela majestade?   
        Daniel e os seus companheiros, ungidos com a sabedoria que Deus lhes havia ofertado, recusaram a receber da mordomia dispensada ao rei, optaram em se alimentar com legumes em lugar do banquete e a tomar água em lugar do vinho, para não se contaminarem, e foram por Deus, agraciados.

terça-feira, 20 de março de 2012

O que é um santo?


A palavra santo designa uma pessoa separada para Deus. Tal pessoa  deve viver "como convém aos santos" (Efésios 5:3). Um santo deve viver uma vida de santidade, e andar de forma agradável a Deus. Porem, não é isso que faz de uma pessoa um santo aos olhos de Deus. Vejam só: o Espírito de Deus chama os coríntios de santos por vocação divina (1Corintios 1:26:1-2) - embora houvesse tantas coisas más na conduta deles que ele dedicou dois longos  capítulos para repreendê-los. Contudo, ainda assim, o apóstolo começa sua carta aos Coríntios chamando-os de santos. 
Mas o que é um santo, então? Cada crente verdadeiro, isto é, todo aquele que crê no Senhor Jesus Cristo - é  um santo. Toda pessoa redimida por Seu sangue precioso e um santo. E porque foi redimida pelo sangue esta separada do mundo. Na epístola aos Efésios, o apóstolo escreve a homens e mulheres que outrora eram "sem Deus". Estavam separados de Deus, mas tornaram-se  separados para Deus. Tais o santos. Ele os chama de "concidadãos dos santos,  e da família de Deus" (Efésios 2:19). Tais são cidadãos dos céus, são santos. Se você c no Senhor Jesus Cristo, foi lavado de seus pecados no sangue precioso, nasceu de novo e tem a vida eterna, então você e um santo!
G. C. Willis

A Verdadeira Espiritualidade


Á Pessoa Espiritual

Quase todo cristão deseja ser espiritual, mas apenas alguns sabem o que isso significa. Muito alívio sem base poderia ser eliminado e muita consolação verdadeira poderia ser recebida se puséssemos as coisas em ordem.
É difícil para nós nos desvencilharmos da noção de que uma pessoa é tão espiritual quanto sinta que é. A nossa espiritualidade raramente está em harmonia com os nossos sentimentos. Há muitas pessoas carnais cujas emoções religiosas são sensíveis a toda impressão, e que se esforçam por se manter num certo plano elevado de satisfação interior, mas que não tem as marcas da piedade sobre si. Tais pessoas recebem tudo com muita rapidez, e se deixam tomar por quase qualquer coisa religiosa imediatamente. Suas lágrimas são mais aparentes do que reais, e suas vozes carregam em si um grande conteúdo emocional. Tais pessoas têm a reputação de serem espirituais, elas chegam facilmente a acreditar que são. Mas não é bem assim, as pessoas espirituais são indiferentes em relação a seus sentimentos elas vivem pela fé em Deus e dão pouca atenção as próprias emoções. Elas pensam os pensamentos de Deus e as coisas tal como Deus as vê.

A. W. Tozer

terça-feira, 13 de março de 2012

Vivendo de maneira sábia


Há tempo para todo propósito. Se queres ter uma vida de proveito e de sucesso verdadeiro e consistente, é necessário que aprendas a contar seus dias de maneira sábia. Lembrem-se do propósito básico da vida de vocês, e quando estiverem se preparando para trabalhar ou realizar atividade neste mundo, que a inscrição santos para o Senhor esteja gravada no coração de vocês em tudo o que fizerem.
Não realizem nenhuma atividade que não possam considerar agradável a Deus, e que não possam verdadeiramente afirmar que Deus a aprova. Não façam nada neste mundo com nenhum outro propósito que não agradar a Deus, glorificá-lO e gozá-lO. O que quer que fizerdes, fazei tudo para a glória de Deus (1 Co.10:31). Clique no link e leia esta importante mensagem:


http://www.monergismo.com/textos/vida_piedosa/passar_dia_com_deus.htm

segunda-feira, 12 de março de 2012

Baralho - pecado ou diversão?

Este artigo não é meu, mas é interessante:

Jogar Baralho é Pecado?



Resposta:

       Eu não aconselharia o jogo de cartas como um passatempo saudável para o verdadeiro cristão. Nos meus tempos de ignorância, eu e minha mulher éramos viciados nesse jogo, mesmo sem ser a dinheiro. O jogo vicia. A pessoa fica escrava dele. Não pode passar um fim de semana sem jogar. Só pensa em chegar a hora do carteado, das conversas tolas, muitas delas conversas ímpias, mexericos, bisbilhotices. Então é prejudicial. No jogo há mentiras, blefe, disputa acirrada. Perde-se muito tempo com isso. Tempo que deveria ser usado para ler a Bíblia, pregar o Evangelho, orar, conversar com os filhos, etc. No jogo há cobiça, vontade de vencer mais e mais:
"Então a cobiça, depois de haver concebido, dá luz ao pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte". (Tiago 1.15).

       Meditemos se Jesus aprovaria o jogo de cartas; se Ele convidaria os Doze para um carteado, com a desculpa de que ninguém é de ferro. A resposta é não, não aprovaria. As cartas de baralho estão ligadas ao ocultismo. Veja-se o caso da cartomancia – adivinhação por meio de baralho. A cigana prevê o futuro através das cartas. Observem uma das possíveis origens do baralho:
       “Se, por um lado, não há consenso a respeito destas datas, por um outro lado não há muita dúvida sobre o passado religioso ou adivinhatório das cartas. O antigo baralho indiano, por exemplo, tinha dez naipes, cada um representando uma das dez encarnações da entidade Vishnu. Essa ligação com o sobrenatural também fica clara quando surgem alguns dados históricos. Catherine P. Hargrave, que em 1930 publicou sua História do Jogo de Cartas, diz que no século XIV, os soldados sarracenos introduziram no sul da Itália um jogo de baralho chamado "naib" - que em hebreu quer dizer"feitiçaria" - e que pode também ter sido a origem da palavra "naipe" em português e espanhol’

       De um site esotérico, copiei o seguinte: “Pouca gente sabe, mas o baralho comum utilizado para jogos como canastra, bridge, buraco, truco e tantos outros se presta também à prática divinatória, conhecida como cartomancia”. Portanto, as cartas de baralho são instrumentos usados pelo diabo para o trabalho de adivinhação. Por todo o tempo, enquanto jogamos, estamos tentando adivinhar o jogo do parceiro; derrubar o adversário de qualquer modo, ainda que com a mentira, o embuste, o blefe, a dissimulação. E quando o jogo envolve pessoas ímpias, pior ainda. Cristãos e ímpios não devem ter qual tipo de íntima comunhão. No jogo, se estabelece uma cumplicidade com o parceiro, pois um jamais revela o “roubo” do outro. A Bíblia adverte:
“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas” (2 Co 6.14).

       “As cartas foram criadas no ano de 1392, para uso pessoal do rei Carlos da França, quando este sofria debilidade mental. O criador das cartas era um homem degenerado e mau, que escarnecia de Deus e de seus mandamentos. Para sua criação maligna ele escolheu figuras bíblicas: o rei representa o diabo, a dama representa Maria, a mãe do Senhor. Assim de modo blasfêmico, fez de nosso Senhor Jesus Cristo um filho de Satanás com Maria. Copas e ases representam o sangue de Jesus, o valete (resisto em escrevê-lo) o próprio Senhor. Paus e outros símbolos representam a perseguição e destruição de todos os santos. Seu desprezo pelos dez mandamentos foi expresso pelo número dez das suas cartas. Quem conhece esta origem diabólica do jogo de cartas, compreende também as conseqüências diabólicas. Nenhum jogador de cartas lembra da realidade do diabo e dos demônios, que estão no fundo desse jogo”.
       Não tenho dúvida de que o jogo de baralho e a respectiva escravidão que ele produz fazem parte das “obras da carne”. Mas
“os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências” (Gl 5.24).


Autor:  Pr Airton Evangelista da Costa

quinta-feira, 8 de março de 2012

Santificação - a vontade de Deus

"Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação" (1Ts 4.3).


Para aqueles que desejam descobrir e viver dentro da vontade de Deus, eis uma das facetas importantes a incluir em suas vidas - a santificação, sem a qual nunca poderemos ver o Senhor, Hb 12.14.


O termo santificação é originário da palavra grega "haghiasmos", cujo significado é "deixar de ser terreno, mundano" (ha = não, gheos = terreno, mundano). Paulo, advertiu os cristãos da igreja de Colossos, a que se empenhassem em buscar e pensar nas coisas lá do alto, Cl 3.1-2. Jesus disse que nosso tesouro deve ser acumulado lá no céu, onde não haverá corrosão, nem furto.

Na oração, conhecida como sacerdotal, Jesus afirmou que seus discípulos não são do mundo, assim como Ele não era do mundo e, suplicou ao Pai: santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade, Jo 17.16-17. Somos cidadãos de um Reino que não é deste mundo. Somos cidadãos celestiais.


Santo é um dos atributos divino. E o desafio está lançado: "Assim como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver. Porquanto escrito está: sede santo, porque eu sou santo" (1Pe 1.15-16). O referencial é excelente, portanto basta seguir as pisadas do Mestre. Por coerência, aqueles que servem a Deus procuram se esforçar sempre para andar como Jesus andou, 1Jo 2.6.

A santificação deve ser ampla na vida do cristão: "...todo vosso espírito e alma e corpo sejam conservados irrepreensíveis..." (1Ts 5.23). O verdadeiro cristão possui uma consciência pura para com Deus, e com os homens piedosos. Vive uma vida de consagração responsável, onde não há obrigatoriedade ou imposição de leis por parte de um líder ou autoridade, mas de voluntariedade. Vive de forma a não dar mau testemunho, ou motivos para repreensão.

Meus queridos irmãos, que possamos manejar a Palavra da verdade, com o intuito de aplicá-la em nossas ações e viver diário, porque desta forma vamos purificar nosso caminho e evitaremos pecar contra Deus, Sl 119.9, 11. Para vivenciarmos as promessas divinas, é necessário passarmos por esse processo: "santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós" (Js 3.5). 

Pr.Wanderley da Silva 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Santificação - condição para ser abençoado


SANTIFICAÇÃO

“Dediquem-se completamente a mim e sejam santos, pois eu sou o SENHOR, o Deus de vocês” (Levítico 20:7 NTLH)

 “Porque as Escrituras Sagradas dizem: Sejam santos porque eu sou santo” (1 Pedro 1:16 NTLH)


I - DEUS É SANTO

Deus é santo por natureza o que significa que Ele é justo em caráter e conduta. Assim sendo:
“Ele ama a justiça e o juízo” (Sl 33:5);
“Justiça e juízo formam a base do seu trono” (Sl 89:14).
Aquele que é justo só pode ter comunhão com os que andam na justiça:
“Poderão andar dois juntos se não estiverem de acordo” (Am 3:3).
Deus não suporta o pecado, que é uma perturbação na relação homem e Deus, (Is 59:1-2). Uma vez que todos pecaram é necessário arrependimento, Rm 3:23; At 17:30.
Estar em comunhão com Deus significa vida – o contrário significa morte, Rm 6:23.

II – O HOMEM É PECADOR

O pecado é um distúrbio na relação do homem com Deus. É um desrespeito às leis divinas e afeta a comunhão com Deus, do mesmo modo que uma traição conjugal:
“Mas, como a mulher que trai o marido, assim você me traiu. Sou eu, o SENHOR, quem está falando” (Jeremias 3:20 NTLH).
O pecado é uma barreira que nos separa de Deus e impede de sermos respondidos quando oramos:
“Pois são os pecados de vocês que os separam do seu Deus, são as suas maldades que fazem com que ele se esconda de vocês e não atenda as suas orações” (Isaías 59:2 NTLH).
O pecado é um ataque contra a honra e a santidade de Deus; é uma rebelião contra Deus, pois ao pecar o homem está preferindo sua vontade e não a vontade de Deus.
Mas é bom sabermos que se Deus permitisse que sua honra fosse atacada e não levasse isso em conta Ele deixaria de ser Deus. Sua honra exige satisfação da lei violada. Sua santidade reage contra o pecado.
“Por que será que as pessoas cometem crimes com tanta facilidade? É porque os criminosos não são castigados logo” (Eclesiastes 8:11 NTLH)
A Bíblia afirma que Deus é longânimo para conosco, dando-nos tempo para arrependimento:
“Ou será que você despreza a grande bondade, a tolerância e a paciência de Deus? Você sabe muito bem que ele é bom e que quer fazer com que você mude de vida” (Romanos 2:4 NTLH);
 “O Senhor não demora a fazer o que prometeu, como alguns pensam. Pelo contrário, ele tem paciência com vocês porque não quer que ninguém seja destruído, mas deseja que todos se arrependam dos seus pecados” (2 Pedro 3:9 NTLH).
Mas um dia haverá um acerto de contas. Se existem leis estabelecidas por Deus é porque haverá também ajuste de contas.
“Não se enganem: ninguém zomba de Deus. O que uma pessoa plantar, é isso mesmo que colherá” (Gálatas 6:7 NTLH).

III – O QUE É PECADO?

1.  Errar o alvo
2.  Dívida
3.  Desordem
4.  Desobediência
5.  Transgressão
6.  Queda
7.  Derrota
8.  Impiedade
9.  Erro

IV – CONDIÇÕES PARA O PERDÃO

- Reconhecimento do pecado - “Pois eu conheço bem os meus erros, e o meu pecado está sempre diante de mim. Contra ti eu pequei—somente contra ti—e fiz o que detestas. Tu tens razão quando me julgas e estás certo quando me condenas. De fato, tenho sido mau desde que nasci; tenho sido pecador desde o dia em que fui concebido” (Salmos 51:3-5 NTLH)

- Arrependimento - “No passado Deus não levou em conta essa ignorância. Mas agora ele manda que todas as pessoas, em todos os lugares, se arrependam dos seus pecados” (Atos 17:30 NTLH).

- Confissão - “Mas, se confessarmos os nossos pecados a Deus, ele cumprirá a sua promessa e fará o que é correto: ele perdoará os nossos pecados e nos limpará de toda maldade” (1 João 1:9 NTLH)
“Quem tenta esconder os seus pecados não terá sucesso na vida, mas Deus tem misericórdia de quem confessa os seus pecados e os abandona” (Provérbios 28:13 NTLH).

- Abandono“Jesus disse: Pois eu também não condeno você. Vá e não peque mais!” (João 8:11 NTLH).

CONCLUSÃO: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14 RA).

Alguém afirmou: “Mate o pecado antes que ele te mate”.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O grande diferencial na igreja

O Espírito Santo faz a diferença

"Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e poder, o qual andou por toda a parte fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com Ele" (Atos 10:38).


O Espírito Santo foi enviado para ficar com a Igreja. Ele não vem visitar, mas morar. Muitos cristãos, até bem intencionados, mas inconscientes, oram nos cultos ou reuniões pedindo ao Espírito Santo para os visitarem. Pergunto: Como convidar para nos visitar aquele que já mora em nosso coração? Somos o templo do Espírito, portanto, devemos atentar para isso. Por outro lado é possível frequentar uma igreja, cantar, contribuir e participar da Santa ceia sem estar devidamente envolvido com o Espírito Santo. Isso é muito triste, porque é o Espírito quem mantem a igreja firme no cumprimento de sua missão.


Uma igreja sem o Espírito Santo pode ser comparada a:

Um cadáver - tem forma, mas não manifesta vida;
Um deserto - árido, estéril, horripilante, desequilibrado: dia muito quente, noite muito fria;
Um rio sem água - não serve para nada;
Um carro sem combustível - não adianta insistir, não vai de jeito nenhum;
Uma lâmpada queimada - deve deixar a vaga para outra;
Um vale de ossos secos - só possui história, mas está totalmente ineficaz.

Uma igreja com o Espírito Santo é comparada a:

Um exército bem equipado - nunca é surpreendido pelos inimigos, porque está sempre alerta;
Uma fornalha acesa - só permanece o fiel, o que usa de engano desaparece;
Uma águia - voa majestosamente e com firmeza, interessa-se pelo que está no alto;
Um rio de água viva - proporciona refrigério e vive sempre se renovando;
Uma noiva - bela, perfumada e atraente.

João 7:37-38 mostra como receber o Espírito Santo: "Quem crê em mim como diz a Escritura do seu interior fluirá rios de água viva. E isto dizia Ele do Espírito Santo que haveria de receber todos os que cressem nele"

Efésios 5:18 dá-nos a diretriz para uma vida cristã segura: "não vos embriagueis com vinho, no qual há contenda, mas enchei-vos do Espírito".

Atos 1:8 mostra o segredo da obra missionária da igreja: "Recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda Judeia e Samaria, e até os confins da terra".

O Espírito Santo é fogo que aquece, purifica, alastra, clareia, dá consistência, produz energia, queima.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Vivendo acima das circunstâncias


VIVENDO ACIMA DAS CIRCUNSTÂNCIAS
Rm 8:31-39

INTRODUÇÃO: Fomos chamados para viver acima das circunstâncias e ter os nossos olhos no Senhor. As Escrituras Sagradas nos dizem que Satanás veio para roubar, matar e destruir, Jo 10:10. Jesus Cristo, por sua vez, veio para nos dar vida e vida com abundância. Precisamos no ano novo demonstrar o crescimento que as dificuldades nos ensinaram no transcorrer deste ano.

TRANSIÇÃO: O texto básico diz que em Deus somos mais que vencedores e seguros. O vs. 37 afirma: que “em todas as coisas somos mais que vencedores”. Isto é, se estivermos em Jesus. Para viver acima das circunstâncias é necessário que você:

I – TENHA ESPERANÇA EM DEUS
·        O ser humano tem mais facilidade para confiar naquilo que se acha bem diante dos seus olhos, ao alcance de sua mão. Todavia qualquer um dos seres ou objetos em que nos apoiamos pode falhar, demonstrando assim que não era digno da confiança que depositamos nele. O único em quem podemos confiar totalmente, em cuja Palavra podemos nos apoiar é Deus. Só ele nos concede a verdadeira segurança e sensação de felicidade. É o que vemos em Provérbios 16.20: “O que confia no Senhor, esse é feliz”. E o profeta Isaías (30.18b) revela: “Porque o Senhor é Deus de justiça; bem-aventurados todos os que nele esperam”.
·        As promessas de Deus se cumprem: “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?” (Nm 23:19).
·        A Palavra de Deus é permanente: “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão” (Mt 24:35).

II - CAMINHE SEMPRE PELA FÉ
·        Nossas ações revelam nossas convicções: “todavia, o meu justo viverá pela fé; e: Se retroceder, nele não se compraz a minha alma. Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma” (Hb 10:38-39).
·        A fé cresce em quatro situações: quando é alimentada, quando é acionada, quando é provada, e quando é premiada com a resposta de Deus.
·        Infelizmente, nem sempre alimentamos a fé como deveríamos, e nem sempre a acionamos. Por isso Deus a põe à prova, pois "a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma" (Tiago 1.3,4 - NVI).

III – ENTENDA QUE AS AFLIÇÕES SÃO TEMPORÁRIAS
·        “O justo passa por muitas adversidades, mas o Senhor o livra de todas” (Salmo 34.19 - NVI).
·        controle que Jesus exerceu sobre o vento e sobre as ondas transformou o medo dos discípulos em espantosa admiração. Nós também experimentaremos admiração semelhante no meio das maiores dificuldades que enfrentarmos - se permanecermos firmes até a resposta chegar.
·        “Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas” (2 Co 4:16-18).

CONCLUSÃO: Viver acima das adversidades não significa “negar” a existência delas. Significa, isso sim, não deixar que elas se tornem o fator determinante de nossa vida. Aliás, o que é a realidade? Só Deus constitui uma realidade concreta; só ele é imutável. Tudo o mais muda, inclusive as situações da vida.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Verdadeiro Arrependimento


TEXTO: Atos 17:30

INTRODUÇÃO: Um documento para ter valor precisa de carimbo, selo e assinatura do responsável. Não é qualquer papel que serve como prova de algum acordo.

TRANSIÇÃO: O texto básico chama todos a se arrependerem, porque Deus não quer considerar o passado, mas quer mudança de vida. Assim como um documento precisa de algo que o autentique, o arrependimento genuíno traz suas marcas.

TEMA: QUAIS AS MARCAS DO VERDADEIRO ARREPENDIMENTO

1 – HUMILHAÇÃO DIANTE DE DEUS

- “Se o meu povo... se humilhar... e se converter dos maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei seus pecados, sararei a sua terra” (2 Crônicas 7:14);
- Este verso, o mais conhecido do livro de Crônicas, expressa as exigências divinas para se alcançar as bênçãos. Aqueles que crêem devem dar prova de sua total obediência ao Deus Todo Poderoso, livrar-se do ego e centralizar sua vida na Palavra de Deus.
Tiago foi contundente, dizendo: “senti as vossas misérias, lamentai e chorai: converta o vosso riso em pranto, e o vosso gozo em tristeza; humilhai-vos perante o Senhor, e Ele vos exaltará” (4:9-10). Saiba que o salário do pecado é a morte, Rm 6:23.

2 – CONFISSÃO DOS PECADOS

- “Se confessarmos os nossos pecados, Ele (Deus) é fiel e justo, para perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça” (I Jo 1:9).
Confessar é assumir todos os atos cometidos, sentindo pesar e dispondo-se a viver uma nova vida. Jesus dizia aos pecadores em tratamento: “vá e não peques mais para que não te suceda coisa pior”;
O pecador é consciente de seus erros: “porque eu conheço as minhas transgressões e o meu pecado está sempre diante de mim” (Sl 51:3);
O que acontece com aqueles que tentam esconder o pecado: “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Provérbios 28:13 RC).

3 – ABANDONO DOS PECADOS

João Batista exortou os religiosos da sua época: “produzi frutos dignos de arrependimento” (Mt 3:8).
- Este apelo foi anunciado à multidão, Lc 3:37; aos fariseus e saduceus, Mt 3:7; aos publicanos, Lc 3:12; aos soldados, Lc 3:14; João Batista não temia ninguém.
- Observe Lucas 3:11-14 “E respondendo ele disse: quem tiver reparta com quem não tem... a ninguém trateis mal, nem defraudeis... contentai-vos com o vosso soldo”. Nesta exortação vemos a essência do verdadeiro arrependimento:generosidade, honestidade e amor para o próximo.

CONCLUSÃO: Você quer uma vida melhor? Jesus te dá vida abundante. Arrependa-se dos seus pecados, humilhe-se diante de Deus e Ele te exaltará; confesse seus pecados e Ele te perdoará; abandone o teu pecado e serás feliz para sempre.

sábado, 27 de setembro de 2008

VENCENDO O PECADO

Eu disse: Confessarei as minhas transgressões ao SENHOR, e tu perdoaste a culpa do meu pecado — Salmo 32:5


O poder avassalador do pecado
Pecado é um antigo termo usado no arco e flecha que significa errar o alvo. Qualquer coisa que não seja o centro fixo é pecado. Assim, o pecado em nossa vida não apenas significa roubar, assassinar alguém ou adulterar. É muito mais do que isso. Na verdade, qualquer coisa fora do centro daquilo que é o melhor de Deus e de sua vontade perfeita para nossa vida é pecado. Isso amplia muito a idéia de pecado! Quando não é confessado, o pecado torna-se um tumor sutil — enrolando seus tentáculos em volta de cada parte de nosso ser até ficarmos paralisados. A agonia de seu peso é descrita com precisão na Bíblia pelo rei Davi: Enquanto eu mantinha escondidos os meus pecados, O meu corpo definhava de tanto gemer. Pois dia e noite a tua mão pesava sobre mim; Minhas forças foram-se esgotando como em tempo de seca. Então reconheci diante de ti o meu pecado. E não encobri as minhas culpas. Eu disse: Confessarei as minhas transgressões ao SENHOR, E tu perdoaste a culpa do meu pecado. (Salmo 32:3-5) Quando o pecado não é confessado, uma parede levanta-se entre você e Deus. Mesmo que você deixe de praticá-lo, se esse pecado não foi confessado diante do Senhor, ele ainda pesará sobre você, arrastando-o de volta para o passado que você está tentando deixar para trás. Muitos costumam levar nas costas uma bolsa cheia de falhas tão pesada que mal conseguem se mover. Não percebendo como estão curvados espiritualmente. Quando, então, confessamos os pecados, na verdade, sentimos o peso daquela bolsa sendo aliviado. Todos nós que trazemos feridas emocionais profundas do passado já sofremos de baixa auto-estima, medo e culpa. Mentalmente, nós nos martirizamos, temos a tendência de pensar no pior em se tratando de nossas situações e nos sentimos responsáveis por tudo o que dá errado. É verdade que podemos ter momentos em que nos sentimos culpados por coisas que fizemos, mas não precisamos nos torturar, levando uma vida incessante de culpa. Deus proveu a chave para nos libertar disso: a confissão. Muitas vezes, não conseguimos nos ver como responsáveis por certas ações. Por exemplo, embora não seja sua culpa ser abusado por alguém, sua reação ao abuso agora é de sua responsabilidade. Você pode se sentir justificado em sua raiva ou amargura, mas, mesmo assim, deve confessá-la porque ela frustra o que Deus tem para você. Se não confessar, o peso dessa raiva ou amargura, no final, irá esmagá-lo.


Arrependimento – porta para um novo horizonte Para que a confissão tenha efeito, ela deve ser feita com arrependimento. Arrependimento, literalmente, significa uma mu­dança de opinião. Significa você dar as costas, sair do território do pecado e deci­dir não cometer o mesmo pecado novamente. Significa alinhar seu pensamento corretamente com Deus. É possível confessar sem, de fato, admitir alguma transgressão. Na verdade, podemos simplesmente passar a ser bons em pedir desculpas sem intenção alguma de sermos diferentes. Confissão e arrependimento signi­ficam dizer: "A culpa é minha. Desculpe. Não vou fazer mais isso". Você precisa confessar e se arrepender de todo pecado para que esteja livre de sua escravidão, quer você se sinta mal com ele ou não e quer o reconheça como tal ou não. “Um dia, no consultório de minha conselheira cristã, confessei em oração os dois abortos que fiz, mesmo não tendo idéia, na época, de como o aborto era errado. Sempre via o aborto como um meio de sobrevivência, não como um pecado, mas isso não o torna correto aos olhos de Deus. Li na Bíblia sobre o valor da vida no ventre. Também li: ‘Embora em nada minha consciência me acuse, nem por isso justifico a mim mesmo’ (1 Coríntios 4:4). Não fiquei livre das garras mortais da culpa naqueles abortos até me arrepender e receber o pleno perdão de Deus” (Stormie Omartian). Toda vez que confessar algo, veja se você, honesta e verdadeiramente, não sente mais vontade de fazê-lo. E lembre-se de que Deus "conhece os segredos do coração" (Salmo 44:21). Estar arrependido não necessariamente significa que você nunca mais voltará a cometer o mesmo pecado, mas significa que não pretende cometê-lo novamente. Caso ocorra, confesse-o novamente. Arrependa-se todas as vezes, você estará perdoado e, procure se fortalecer, quebre as pontes que podem te levar novamente ao pecado e, por fim, ficará livre. A Bíblia diz: "Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados, para que venham tempos de descanso da parte do Senhor" (Atos 3:19, 20). Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas! (Salmo 32:1) O diabo tem um gancho preso a você onde houver um pe­cado não-confessado. Recaídas no mesmo pecado não são desculpas para não confessá-lo. Você deve manter sua vida totalmente aberta diante do Senhor se quiser ser libertado da escravidão do pecado. Você não pode ser libertado de algo que não pôs fora de sua vida. Confessar é falar toda a verdade sobre o seu pecado. Renunciar ao pecado é tomar uma posição firme contra ele e remover seu direi­to de permanecer. Uma vez que não somos perfeitos, a confissão e o arrependimento são contínuos. Há sempre novos níveis da vida de Jesus que precisam ser operados em nós. Estamos aquém da glória de Deus em sentidos que ainda nem podemos imaginar. “Se confessarmos os nossos pecados Ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 Jo 1:9).

AS CARACTERÍSTICAS DO DISCIPULADO

Segundo temos aprendido – discípulo é alguém que crê em tudo o que Jesus disse e faz tudo o que Ele ordena. Paulo, ao se converter, tornou-se um discípulo tão fiel a Jesus que afirmou àqueles que não se mantinham fiéis: “Desde agora ninguém me inquiete; porque trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus” (Gl 6:17). Isto significa que ele trazia em si algo maior que qualquer argumento contrário a uma vida cristã autêntica.
O discipulado significa uma vida marcada, envolvendo pelo menos três cousas fundamentais que chamaremos de:

As Características do discipulado

1 - Obediência – demonstração de dependência, Jo 8:31

· Um discípulo é uma pessoa que é dedicada e obediente à Pessoa e ensinos do Mestre. J. Dwight Pentecost fez um comentário conciso sobre esta obediência: "Cristo exigia a submissão absoluta à Sua autoridade, a completa devoção à Sua Pessoa, confiança na Sua Palavra, e fé na Sua providência, e os homens se desculpavam porque não queriam se dedicar, não podiam confiar, e não acreditavam... Os discípulos eram aqueles que, depois de terem convicção da veracidade da Palavra, dedicavam-se completamente à Pessoa que os ensinara"
· Se alguém fica aquém desta dedicação total e completa à Pessoa de Jesus Cristo, não é um discípulo de Jesus Cristo. Pode ser contado entre os curiosos, ou pode ter progredido até ao ponto em que tem convicção da vera­cidade daquilo que Cristo dizia, ou daquilo que diz a Palavra de Deus, mas enquanto não se dedique totalmente à Pessoa em cuja Palavra veio a crer, não é um discípulo no pleno sentido da palavra conforme o Novo Testamen­to.
· A pessoa não fica sendo discípulo meramente pelo seu assentimento à veracidade daquilo que Cristo ensinou; fica sendo discípulo, isto sim, quando se submete à autori­dade da Palavra de Deus e deixa a Palavra de Deus con­trolar a sua vida.
· Conforme os ensinos do próprio Jesus, somos verdadeira­mente os Seus discípulos quando permanecemos na Sua Pala­vra, João 8:31. Este fato implicaria em deixar a Palavra de Deus exercer controle absoluto sobre as nossas vidas, e em procurar, com obediência, fazer com que cada aspecto da vida esteja em conformidade com os ensinamentos bíblicos, Lc 14:33.


2 - Amor – demonstração de bom relacionamento, Jo 13:34-35 

· Num certo opúsculo, Francis Schaeffer chamou o amor "a marca do cristão". É a característica mais óbvia e sem igual do discípulo de Jesus Cristo. E é a exigência mais fundamental para quem quiser ajudar as pessoas.
· Quando o apóstolo João estava escrevendo a sua Primeira Epístola, reconheceu que alguns dos seus leitores estavam tendo dificuldades em saber quais as pessoas que realmente eram cristãs e quais não eram. Para ajudar neste problema, João indicou que os cristãos eram as pessoas que se caracteri­zavam pelo amor. Se uma pessoa não tem amor, disse João, provavelmente não é um cristão, 1 Jo 4:7-11.
· Nem todos os cristãos se comprometem totalmente a serem discípulos de Jesus Cristo, mas todos os cristãos devem revelar pelos menos algumas características do amor. É uma contradição pensar que alguém pode ser um verdadeiro seguidor de Cristo e não ser amoroso, 1 Jo 4:8, 20-21.

3 - Frutificação – demonstração de maturidade, Jo 15:8

· Vivemos numa sociedade que se orienta em direção ao sucesso. Todos querem ser bem-sucedidos, e a maioria de nós trabalha com seus vários planos pessoais para atingir aquele alvo.
· Em João 15, porém, Jesus contou aos Seus seguidores que todos estes esforços seriam era vão a não ser que o discípulo fosse dedicado a Cristo, de modo consistente, permanecendo nEle, ao invés de forçar o caminho com seus próprios planos ou confiando nos seus próprios recursos. Jesus emprega a ilustração de videiras que não estavam produzindo uvas. A melhor coisa para tais sarmentos, segundo Ele disse, é serem cortados da videira e queimados no fogo.
· Walter Henrichsen, dos Navegadores, conta como reagiu quando reconheceu, pela primeira vez, que Deus poderia che­gar certo dia e destruir toda a obra humana centralizada em si mesma (2 Pe 3:10). "Que choque... reconhecer que tudo quanto eu planejava edificar, Deus chegaria e destruiria! Quero que vocês saibam que aquilo me desanimou... Não valia a pena. Para que dedicar todo o meu tempo e os meus esforços a construir alguma coisa que Deus já disse que have­ria de queimar?" Desta forma, o Sr. Henrichsen voltou-se para a sua Bíblia e ali descobriu que há, pelo menos duas coisas que Deus prometeu que nunca destruiria: a Sua Palavra, Is 40:8 e o Seu povo, João 5:28, 29; 1 Jo 2:17. "Há outras coisas eternas — Deus, anjos, virtudes tais como o amor — mas eu queria alguma coisa eterna que pudesse agarrar com a minha mão e dar a minha vida em troca dela. Ao estabelecer os objetivos da minha vida podia me dedicar a pessoas e à Palavra de Deus, e saber que Deus não seguiria meus passos para destruí-las no fogo".

Conclusão: Veja o exemplo de Paulo e seu zelo diante do seu compromisso com Deus e sua obra, 1 Co 9:27 “Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado”. Jesus advertiu-nos para que não sejamos iludidos pelos valores ilusórios, Mc 8:36-38 “Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? Ou, que daria o homem pelo resgate da sua alma? Porquanto, qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai, com os santos anjos”.