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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Advertências Que Não Podem Ser Ignoradas

Advertências Que Não Podem Ser Ignoradas
Gn 19.17

Introdução
Advertências são sinais e mensagens que nos alertam com o fim de evitar os perigos que estão por vir. Se prestarmos atenção e atendermos vamos poder celebrar as vitórias, mas caso as negligenciarmos sofreremos as consequências, que poderão ser terríveis.
Deus haveria de destruir as cidades de Sodoma e Gomorra, por causa da maldade e pecado que estava em grau elevado, mas queria salvar os justos que lá haviam. Ló e sua família eram pessoas que consideradas exceção no meio daquela geração perversa. Sendo assim, Deus enviou seus mensageiros  para orientar como haveriam de se salvar. O desejo de Deus é nos salvar, no entanto é interessante observarmos alguns aspectos importantes.

1. É séria e individual – “escapa-te por tua vida”
Deus deu ao homem o poder de escolha. Fez com que fosse totalmente impossível que qualquer ser humano permanecesse "em cima do muro". Ou você é bom ou é mau, salvo ou perdido – não há meio termo, posição intermediária, terreno neutro, para qualquer pessoa na face da terra. "Ninguém pode servir a dois senhores" (Mt 6.24). Sua vida, seu testemunho, ou vão contribuir para levar as pessoas à salvação, ou ajudará para que sejam condenadas. Jesus diz claramente: "Quem não é por mim, é contra  mim; e quem comigo não ajunta, espalha" (Mt 12.30). "Escolhei hoje a quem sirvais" (Js 24.15).

2. É  definitiva e decisiva – “não olhes para trás de ti”
“Não olhes” significa “não considere nada que ficou para trás”. "Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e AS PRATICA, será comparado a um homem prudente" (Mt 7.24). Do contrário, "Como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação?" (Hb 2.3). Se deixarmos de escolher a salvação de Deus por Jesus Cristo, estaremos perdidos e caminharemos para o inferno, para o "fogo inextinguível" (Mc 9.43). "Onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga" (Mc 9.44).

3. É firme e persistente – “não pare em toda campina”
Deixar de escolher a Deus significa que já escolhemos o diabo e o pecado. Cada pessoa que atinge a idade de responsabilidade precisa tomar uma decisão clara e definida se vai aproveitar os prazeres do pecado por um tempo, ou se vai sofrer aflições com o povo de Deus neste "presente século mau". Esta última escolha se faz quando se ama mais a Deus do que a si mesmo e ao mundo, e porque se busca uma  pátria celestial, e se considera um estranho e peregrino na terra 
(Hb 11.13,25).

4. É a única maneira de se salvar – “escapa lá para o monte, para que não pereças”

Você escolhe o mundo ou escolhe a Deus? Não pode ter os dois. Ninguém pode servir a dois senhores. Não se enreda com as atrações do mundo.
"Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele" (1 Jo 2.15).
"Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tg 4.4).
"Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo" (Lc 14.33).

Conclusão

Salmo 124.1 diz: “SE NÃO FORA O SENHOR, QUE ESTEVE AO NOSSO LADO”. Se Deus não for conosco, não teremos qualquer possibilidade de escapar dos perigos ocultos da vida, nem de repelir nosso inimigo espiritual. Os perigos e lutas que se nos apresentam parecem tão invencíveis, que somente Deus com seu poder miraculoso pode salvar-nos. Por outro lado: Se Deus é por nós, quem será contra nós? (Rm 8.31). Inimigo algum ou situação desfavorável poderá nos derrotar quando Deus está do nosso lado.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Discipulado requer perseverança



Discipulado não se trata de moda ou momento emocionalista. 

As últimas palavras de Jesus, conhecida como Grande Comissão, chama a responsabilidade de seus seguidores a darem sequência ao projeto restaurador de vidas através do discipulado. Não podemos nos iludir achando que quando alguém responde a um apelo já está salvo. Pode ter iniciado no caminho, mas o discipulado proporciona a orientação e edificação da pessoa no projeto de salvação. 
"Então, Jesus aproximando-se deles lhes assegurou: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Portanto, ide e fazei com que todos os povos da terra se tornem discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a obedecer a tudo quanto vos tenho ordenado. E assim, Eu estarei permanentemente convosco, até o fim dos tempos” (Mt 28:18-20).

Ser discípulo requer perseverança.

> "É na vossa perseverança que confirmais a salvação da vossa alma" (Lucas 21:19);
> "Nós, entretanto, não somos dos que regridem para a perdição; mas sim, dos que crêem e, salvos, seguem avante” (Hebreus 10:39);
> "Aquele, porém, que continuar firme até o final será salvo” (Mateus 24:13).
> "Sê fiel até a morte, e Eu te darei a coroa da vida” (Apocalipse 2:10).

O discipulado precisa ser pautado numa vida de estudo e aplicação da Palavra, de modo contínuo. Pelo menos uma vez por semana reunir seus discípulos e seguir um plano de estudo edificante, orar e manter a comunhão, que só é possível num pequeno grupo ou individual. Fora isso, é ilusão. Na multidão é impossível ter comunhão. Levante-se e faça discipulo.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Orgulho e Vergonha

Orgulho e vergonha. 
Você nunca teria imaginado que o orgulho e a vergonha são irmãos. Parecem tão diferentes. 
O orgulho lhe faz estufar o peito. A vergonha lhe faz abaixar a cabeça. 
O orgulho alardeia. A vergonha faz ocultar-se. 
O orgulho procura ser visto. A vergonha cuida de ser evitada. 
Mas não se deixe enganar, as emoções têm o mesmo parentesco e causam o mesmo impacto: o mantêm afastado de seu Pai. 
O orgulho diz: «Você é muito bom para Ele». A vergonha diz: «Você é muito mau para Ele». 
O orgulho o afasta. A vergonha o mantém afastado. 
Se o orgulho estiver presente antes de uma queda, a vergonha é o que vai impedi-lo de se levantar depois.
(Max Lucado).

O orgulho fez com que um filho resolvesse partir e viver longe de seu pai, indo de mau a pior; a vergonha impedia-o de voltar a seu pai. No entanto, usando o bom senso, ele venceu a vergonha e voltou. O pai o recebeu com todo amor e além de honrá-lo, fez-lhe uma festa.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

IGREJA - LUGAR DE VIDA E COMUNHÃO

Igreja - comunhão

Muito interessante o que uma senhora disse ao médico. 
Após ter-se consultado, seu médico, com a receita na mão, lhe disse: - Agora, por seis meses, repouso absoluto. Não saia de casa. 
Ela não concordou e respondeu: - Pois é, eu sou crente. Como é que vai ser? E a minha igreja, doutor? 
- Ora, protestou o médico, a sua igreja pode passar muito bem sem a senhora.
- Sim, eu sei, retrucou a mulher, eu é que não posso passar muito bem sem a minha igreja!
Esse deveria ser o pensamento e a atitude de todo que se diz “cristão”: Estar na Igreja, Hb 10:25.

"Se andarmos na luz, como Ele na luz está, temos COMUNHÃO UNS COM OS OUTROS e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1Jo 1.7).

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Notícias Gospel -Noticias Gospel - Parada Gay é criticada por Jair Bolsonaro no programa A Liga

O programa ‘A Liga’, da Band, falou sobre a Parada Gay na última segunda-feira e o deputado Jair Bolsonaro disse que se fosse feita uma pesquisa, não haveria apoio da sociedade.
Jair Bolsonaro critica Parada Gay no programa 'A Liga'
Jair Bolsonaro critica Parada Gay no programa 'A Liga'
“Como se ser homossexual fosse motivo de orgulho”, acrescentou. “O tecido social da sociedade é a família. A partir do momento que você estimula esse tipo de comportamento que os pais não concordam, você está esgarçando esse tecido social”, expôs Bolsonaro.
Para ele, a ajuda financeira do Estado promove uma conduta que a sociedade não concorda. E o evento não tem nada de cultural, como dizem.
Sobre o casamento, ele é claro, “é o que está na constituição ‘entre homem e mulher’”, afirma

Notícias Gospel -Noticias Gospel - Parada Gay é criticada por Jair Bolsonaro no programa A Liga

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Pastores Morrem Cantando


Bombeiros choram ao ver pastores morrerem cantando.

Dois pastores evangélicos e um motociclista morreram num acidente envolvendo sete veículos, na Rodovia do Contorno, trecho da BR 101 que liga Serra a Cariacica.

Os religiosos pertenciam à Igreja Assembleia de Deus e haviam saído de Alegre, município da Região Sul do Estado, rumo a uma convenção estadual da igreja em Nova Carapina II, na Serra.

Tudo começou quando um caminhão freou por causa do intenso fluxo de carros no sentido Cariacica - Serra. Os veículos que vinham atrás dele frearam também, mas o último caminhão - de uma empresa de cerveja - não conseguiu parar a tempo. Com isso, os veículos que estavam à frente foram prensados uns contra os outros.

Os pastores José Valadão de Souza e Nelson Palmeira dos Santos e o motociclista Jonas Pereira da Silva, 52 anos, morreram no local. O mais comovente do triste episódio, foi o relato dado por 2 pastores sobrevivente, e pelos bombeiros que tentavam tirar os pastores ainda com vida, que estavam presos nas ferragens.

As testemunha citadas acima, contam que os pastores ainda com vida e presos nas ferragens, em meio a um mar de sangue que os envolvia, começaram a cantar o Hino 187 da harpa cristã:

Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Ainda que seja a dor
Que me una a ti,
Sempre hei de suplicar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!...

Aos poucos suas vozes foram silenciando-se para sempre.

As lagrimas tomaram conta dos bombeiros, acostumados a resgatar pessoas em acidentes graves, porem jamais viram alguem morrer cantando um hino; como foi o caso dos pastores Nelson Palmeiras e João Valadão .

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Jesus é Maior | Artigos | Chamada

Jesus é maior. Jesus é singular. E Jesus é o único caminho para reconciliar-se com Deus, o Pai. Jesus Cristo é a Palavra de Deus encarnada. Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida.
Jesus é perfeito até a eternidade (Hb 13.8). Ele entrou no maior e mais perfeito tabernáculo, como diz a bela descrição em Hebreus 9.11-12. Por meio de Seu próprio sacrifício, quando o próprio Jesus se entregou, Ele tornou os crentes perfeitos para sempre: “Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados” (Hb 10.14).

É preciso imaginar a cena. A Bíblia, a Palavra de Deus, chama-nos de perfeitos e justos! Mas quando olhamos no espelho, vemos o contrário. E mesmo assim somos justos e perfeitos aos olhos de Deus. Isso não é normal, como pode acontecer? Por meio do precioso sangue de Jesus Cristo, que Ele derramou por você e por mim, somos realmente perfeitos e justos aos olhos de Deus. Deus não nos vê mais como somos, mas através de Seu Filho Jesus Cristo.
No momento em que uma pessoa chega à fé em Jesus Cristo e coloca toda a sua vida nas mãos de dEle, Deus não olha mais para sua verdadeira natureza, mas em e por meio de Seu Filho Jesus Cristo: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Co 5.17). E em e por meio de Jesus somos agora justificados e aperfeiçoados. Isso não é extraordinário?
Pergunto: qual religião pode oferecer algo apenas remotamente parecido? Nenhuma! Isso só pode ser encontrado na Palavra de Deus. Clique no link ou no título e leia mais...


Jesus é Maior | Artigos | Chamada: Jesus é maior. Jesus é singular. E Jesus é o único caminho para reconciliar-se com Deus, o Pai. Jesus Cristo é a Palavra de Deus encarnada. Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

SALVAÇÃO GARANTIDA EM JESUS


A GARANTIA EFICAZ DA SALVAÇÃO
João 10:28

Introdução: Por causa do pecado todos estariam debaixo de condenação, se não fosse o plano de salvação providenciado por Deus. Paulo disse em Rm 3:23 que “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. O mesmo apóstolo afirmou em Rm 6:23 que “o salário do pecado é a morte”. O profeta Ezequiel trouxe da parte de Deus uma palavra clara a esse respeito: “Pois todos me pertencem. Tanto o pai como o filho me pertencem. Aquele que pecar é que morrerá” (Ez 18:4 - NVI). No entanto, Deus enviou Jesus ao mundo para que pudesse dar a cada um o direito de optar pela salvação: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16 - NVI).

O texto básico nos mostra a verdadeira realidade da salvação que recebemos através de Cristo, quando afirma “Eu lhes dou a vida eterna, e elas jamais perecerão; ninguém as poderá arrancar da minha mão” (Jo 10:28 – NVI). Se recebermos Jesus em nosso coração, crendo que Ele é único e suficiente Salvador, podemos ter certeza que estamos salvos. Para mim “aceitar a Jesus” é se amarrar nele para o que der e vier. Vamos analisar a segurança da Salvação para todos que creem em Jesus.

1 – Jesus é quem concede a vida eterna
A Salvação é uma dádiva de Deus. Paulo afirmou que somos salvos pela graça (dádiva imerecida) por meio da fé e isto é dom de Deus. A Salvação não vem dos feitos humanos para que ninguém se glorie, Ef 2:8-9.
O Salmo 37:39 afirma que a Salvação dos justos vem do Senhor. Davi no Salmo 51:12 pediu a Deus que lhe devolvesse a alegria da Salvação. Isto deixa claro que ninguém consegue a salvação pelos seus próprios méritos, mas apenas pela misericórdia de Deus. De acordo com 1 Tm 2:5 “há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, o qual é Jesus Cristo”.
At 4:12 declara: “Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos”.

2 – Jesus garante que nunca o salvo irá perecer
Esse é o verdadeiro seguro de vida que alguém pode ter. É o próprio Jesus quem garante: “Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entra em juízo, mas já passou da morte para a vida” (Jo 5:24).
Paulo afirmou em Romanos 8:1 que “não há mais condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus...”!
Precisamos empenhar e vivermos em função da nossa fé em Deus: “porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. Quem é o que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?” (1 Jo 5:4-5).

3 – Jesus assegura que ninguém pode tirar o salvo das mãos dele
Isto significa que a nossa alma está sendo disputada pelo mundo, pelo diabo e por Deus. Aqui neste ponto quero salientar que, quando aceitamos Jesus e recebemos a Salvação, não precisamos viver amedrontados.
Deus é fiel para nos guardar de tropeçar e cair nas mãos do inimigo: “Mas fiel é o Senhor, o qual vos confirmará e guardará do maligno” (2 Ts 3:3). Veja ainda 1 Jo 5:18 “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive pecando; antes o guarda aquele que nasceu de Deus, e o Maligno não lhe toca”.
Veja a segurança que Deus dá a seus filhos: “Mas o que me der ouvidos habitará em segurança, e estará tranqüilo, sem receio do mal” (Pv 1:33).

Conclusão: Um homem num momento de desespero perguntou a Paulo e Silas o que ele deveria fazer para ser salvo. A resposta foi clara: “crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (At 16:31). Feito isso poderás entoar o cântico da vitória de Rm 8, descrito a seguir:
31 Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?
32 Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como não nos dará também com ele todas as coisas?
33 Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica;
34 Quem os condenará? Cristo Jesus é quem morreu, ou antes quem ressurgiu dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós;
35 quem nos separará do amor de Cristo? a tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
36 Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia todo; fomos considerados como ovelhas para o matadouro.
37 Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou.
38 Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades,
39 nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Certeza de Salvação: sim ou não?


É possível um cristão ter certeza de salvação

Há muitas seitas e movimentos contraditórios, que afirmam não ser possível uma pessoa afirmar que já é salva. Dizem que Deus é que vai decidir se a pessoa merece ou não. No entanto, a regra áurea de fé e prática do cristão é a Bíblia Sagrada. Vejamos o que ela afirma:

Jesus foi enviado pelo Pai ao mundo, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Crer é uma decisão presente, portanto a partir do crer já existe o direito de vida eterna: “Porque Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). Observe esse verso: “Quem nele crê não é condenado; mas quem não crê, já está condenado, pois não crê no nome do Filho unigênito de Deus” (Jo 3.18). Crendo em Jesus estamos livres de qualquer condenação; não crendo, já estaríamos condenados.

A Salvação não é resultado de merecimento humano, mas de uma decisão pessoal em aceitar Jesus como único e suficiente Salvador: “Ele nos salvou e nos chamou com uma santa vocação, não por causa das nossas obras, mas devido ao seu propósito e à graça que nos foi concedida em Cristo Jesus antes dos tempos eternos” (2Timóteo 1:9). “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus” (Efésios 2:8); Note que esses textos dizem: “nos salvou” e “sois salvos” enfatizando algo presente.

A vida cristã não pode ser praticada na ignorância. Deve ser consciente. Vejamos: “Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. Eu vos escrevo essas coisas, a vós que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna” (1João 5:12, 13).

Jesus foi bem definido quando falou com seus discípulos a respeito da vida eterna: “Dou-lhes a vida eterna, e jamais perecerão; e ninguém as arrancará da minha mão” (Jo 10.28).


O cristão pode ter certeza de salvação pelos seguintes motivos:
  1. Deus providenciou um meio para que haja salvação - Jesus;
  2. Para ser salvo é preciso crer em Jesus e sua Palavra – o cristão crê;
  3. Quem crer será livre de qualquer condenação – o cristão está livre;
  4. A salvação é presente, graça de Deus – o cristão a recebe;
  5. Quem tem o Filho tem a vida – o cristão tem;
  6. Quem crer em Jesus sabe que tem a vida eterna – o cristão sabe.


Portanto, é possível uma pessoa saber se está salva. Fora isso, há ainda o testemunho interno do Espírito Santo: “O próprio Espírito dá testemunho ao nosso espírito de que somos filhos de Deus” (Romanos 8:16).

terça-feira, 6 de março de 2012

Qual é a vontade de Deus para nós?

É importante que tenhamos uma ideia clara do que Deus quer de cada um de nós. Afinal descobrir a vontade de Deus é algo importante para cada pessoa. Estamos no final de mais um ano e precisamos nos aproximar cada vez mais de Deus. O próprio Jesus afirmou: “a minha comida e a minha bebida é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra” (Jo 4:34). Para ler o restante clique no link http://www.slideshare.net/pastorwanderley1/o-que-deus-quer-de-ns

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A honra em servir bem


A maior honra que podemos alcançar é servir fielmente ao Senhor. O serviço está ligado a uma atitude prática da vida cristã. Servo não é um título que se ganha, mas sim um estilo de vida de entrega total a Deus como Jesus ensinou:

“Então Jesus chamou-os para junto de si e lhes disse: Sabeis que os governantes dos gentios os dominam, e os seus poderosos exercem autoridade sobre eles. Não será assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se poderoso entre vós, seja esse o que vos sirva; e quem entre vós quiser ser o primeiro, será vosso servo, a exemplo do Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e para dar a vida em resgate de muitos” (Mt 20:25-28).

Temos que nos conscientizar  com respeito à urgência em relação ao mundo sobre a salvação que há, unicamente, em Cristo Jesus, para então, levarmos as boas novas para aqueles que ainda não o conhecem. Nossa oração deve ser: "Senhor, usa-me para tua glória e para edificação do teu reino". Esse desejo deve nos incomodar todos os dias, deve ser o clamor do nosso coração.

Moisés, o grande legislador, falou com Deus: "perdoa esse povo, ou então, risca-me do teu livro".
O missionário Jorge Whitefield orava: "dá-me almas, ou tira a minha".
Outro servo dedicado a Deus, John Knox, pedia: “Dá-me a Escócia, ou eu morro”.

Essas não são palavras de desesperos existenciais, mas de compromisso com a salvação dos pecadores. Quem ganha almas sábio é.

A promessa divina é: "Pede-me e eu te darei as nações por herança, e os confins da terra por tua possessão" (Sl 2:8).

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Comportamento diante das dificuldades


O QUE NÃO FAZER EM TEMPOS DE DIFICULDADES
2 Co 4:8-9

INTRODUÇÃO: A vida é composta de lutas e vitórias. Jesus disse que “no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo…” (Jo 16:33). Deus não nos priva das lutas, mas nos capacita para vencermos, portanto é necessário que aprendamos como nos comportar diante das dificuldades. Hoje vamos estudar sobre o que não devemos fazer em momentos de lutas e batalhas:

1) NÃO DESISTIR

Jó amaldiçoou o dia em que nasceu. Ele disse: “Por que não morri eu na madre? Por que não expirei ao sair dela?” (3:11). Geralmente é esse o nosso sentimento quando a vida desaba inesperadamente. Mas Jó nunca desistiu. Tiago falou da perseverança de Jó: “Tendes ouvido da paciência de Jó…” (Tg 5:11). Embora ele tenha murmurado e questionado Deus, ele jamais repudiou a Deus.
Observemos a atitude com a qual Paulo enfrentava as dificuldades: “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos” (2 Co 4:8, 9). Paulo estava pronto para estar onde Deus quisesse e fazer o que Deus quisesse. Ele disse aos irmãos de Filipos que era difícil para ele optar por viver e  trabalhar para o Senhor na terra ou partir para estar com Ele no céu (Fl 1:21–24). Não seria  ele que tomaria essa decisão; ele estava pronto para aceitar a decisão de Deus para a sua vida. Essa declaração tem mais significado ainda quando recordamos que Paulo estava preso no momento em que a escreveu.

2) NÃO OLHAR PARA TRÁS

Jó desejava voltar “aos velhos e bons tempos” (veja 29:2). Quando estamos numa fase de luta, não nos faz bem desejar que nossa situação seja como era antes. Podemos refletir, se for necessário. Não há nada de mal em nostalgias; mas se tentarmos reviver dias que já se foram, ficaremos decepcionados. O mesmo Deus que  trouxe os “velhos e bons  tempos” pode  trazer
“novos e bons tempos”. Mais uma vez a atitude de Paulo é útil a nós: “Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma  coisa  faço:  esquecendo-me das coisas que para  trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fl 3:13, 14).
De nada vale desejar os dias mais radiantes que já se passaram. Ontem não  está  ao nosso alcance mais do que o primeiro dia que Deus criou. Em vez de agir assim, olhemos para os dias radiantes que virão pela frente!

3) NÃO SENTIR PENA DE SI MESMO

O fardo de Jó foi tão grande que ele o descreveu como sendo mais pesado que  a  areia do mar (6:2, 3). Jó sentiu pena de si mesmo. A ironia da autopiedade é que quando você sente pena de si mesmo, você é o único a ter esse sentimento! Ninguém sentiu pena de Jó, exceto ele mesmo. Seus três amigos não  tiveram pena dele, embora ele tivesse implorado a eles: “Compadecei-vos de mim, amigos meus, compadecei-vos de mim, porque a mão de Deus me atingiu” (19:21). A esposa de Jó não foi nenhum consolo para ele.
Moisés sentiu pena de si mesmo quando ficou encolerizado com as reclamações dos israelitas. Ele não conseguia entender por que Deus lhe dera tamanho fardo. Em certa ocasião, ele perguntou a Deus: “Concebi eu, porventura, todo este povo? Dei-o eu à luz, para que me digas: Leva-o ao teu colo, como a ama leva a criança que mama…” (Nm 11:12–15). Ele pediu que Deus o deixasse morrer porque ele não podia mais suportar o fardo de toda aquela gente sozinho. Deus resolveu o problema de Moisés. Ele também resolveu o problema de Jó. Às vezes, podemos pensar que Deus está contra nós, mas Ele está trabalhando pelo nosso bem a todo tempo.

4) NÃO CULPAR OS OUTROS

As táticas de auto justificação são tão antigas quanto o Jardim do Éden. Quando Deus confrontou Adão  e Eva devido ao pecado que cometeram, Adão culpou Eva e Deus. Ele disse: “A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi” (Gênesis 3:12). Eva culpou a serpente, dizendo: “A serpente me enganou, e eu comi” (Gênesis 3:13).
Jó procurou alguém em quem pôr a culpa pelas suas aflições. Ele não acreditava que fosse ele o responsável. Ele não poderia pensar em ninguém mais a quem atribuir suas aflições, por isso ele questionou a Deus. Caçar um bode expiatório não resolve os nossos problemas. Enquanto Satanás puder nos manter à procura  do  responsável, ele poderá nos impedir de resolver nossos problemas.

CONCLUSÃO: Uma mulher observava uma borboleta tentando sair de seu casulo no peitoril de sua janela. Durante dias a borboleta ficou lutando para passar por um pequeno orifício na extremidade do casulo. Primeiro saiu a cabeça, depois a parte superior do corpo e depois as asas. A mulher não gostou de ver a borboleta lutando e se espremendo para passar a parte inferior do corpo por aquele pequeno orifício. Então, ela  concluiu que a borboleta precisava de ajuda, e abriu o buraco até a borboleta sair dali com facilidade. Para sua surpresa, a parte inferior do corpo ficou tão inchada, que o pobre inseto não conseguiu voar. A borboleta morreu ali mesmo, no peitoril da janela. A mulher não sabia que estava privando a borboleta de uma luta que ela precisava enfrentar para sobreviver. Essa luta teria reduzido o  tamanho da parte inferior do seu corpo e teria fortalecido suas asas. Rm 8:28 declara: “E sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”.

Superstição - um engano


SUPERSTIÇÃO - UM ENGANO DIANTE DA FÉ

Jeremias 10:1-16

Introdução: Vivemos em um mundo cheio de superstições. Não são poucas as crenças e praticas que confirmam esta realidade. As pessoas para tentarem ser felizes ou serem prosperas apelam para vários amuletos como: pé de coelho, figa, fita do Sr. Bonfim, trevo quatro folhas etc. ouros veneram os seus ídolos como se pudessem fazer algo em seu favor: santinhos e santinhas, gnomos, duendes, anjo da guarda, tomam parte ativa na vida das pessoas. Outros procuram pisar com o pé direito para não dar azar, não passar debaixo de uma escada, evitar cruzar com gato preto numa sexta feira 13, colocar vassoura (de cabeça para baixo atrás da porta para espantar visitas), só usar cores que atraem influencia positiva. Outros consultam os adivinhos, astrólogos, enganadores que através de cartas, búzios, astros e sessões fazem as suas previsões e conseguem enganar muita gente.
É preciso salientar que há diferenças substanciais e inconfundíveis entre Fé e Superstição.

I - A VERDADEIRA FÉ NÃO DEPENDE DE NENHUM ARTIFÍCIO, Sl 115:4-7
As pessoas supersticiosas sempre dependerão de artifícios. É necessário verificar que as pessoas mudam constantemente de opinião quanto aos objetos de suas superstições. Com o passar dos tempos mudam-se os hábitos e praticas; e alguns amuletos e objetos “sagrados” são substituídos pôr outros. A superstição segue modismo, interesse comercial, exploração financeira, etc. Por exemplo: atualmente por causa da Nova Era, as ênfases recaem sobre gnomos, duendes, cristais, astros, anjos, etc.
Como modismo muitos substituem os “santos” de sua devoção pelos novos “deuses” e o pior é que muita gente diz que isto é fé, esquecendo-se de que diferentemente da verdadeira fé, os supersticiosos demonstram insegurança, temor, preocupação.
Neste aspecto é importante perguntar: “O que é fé?” A resposta a esta pergunta é fundamental para compreender as diferenças existentes entre fé e superstição. Hebreus 11:1 afirma: “A Fé é a certeza das cousas que se esperam, a convicção dos fatos que não se vêem”. Fé é certeza, não crendice. Fé é convicção, não artifícios.
Não há possibilidades de se representar a fé pôr intermédio de quaisquer idealizações ou símbolos produzidos pela fértil imaginação humana.

II - A VERDADEIRA FÉ NÃO PERMITE PRATICAS IDÓLATRAS, Mt 4:10
Os amuletos e artifícios, estragam, enferrujam, se perdem ou apodrecem com o passar do tempo. Uma fé baseada em superstições ou representações falsas, mesmo em objetos considerados “sagrados”, produzidos pela imaginação humana, se constitui em pratica idolatra totalmente contraria a vontade de Deus.
A verdadeira fé desafia a pessoa a buscar o verdadeiro Deus e não objetos que estimulam a idolatria, que é condenado pelo mandamento bíblico: “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma...” (Êx 20:3-4).
Nas Escrituras Sagradas, a interessante narrativa da construção do bezerro de ouro em pleno deserto, quando o povo impaciente transforma os seus adereços em um “deus”, que passa a ocupar o lugar do verdadeiro Deus (Êxodo 32) é um exemplo concreto da crendice do povo, que assimilou a idolatria do Egito. A justiça de Deus pune os idolatras com a aplicação da pena de morte, preservando lições inesquecíveis e necessárias para o povo de Deus em todas as épocas. É importante lembrar que nada pode ser adorado ou venerado no lugar do Senhor.
A verdadeira fé ultrapassa os limites do tempo. A verdadeira fé enxerga não só aqui e agora, mas também a eternidade. Os supersticiosos possuem uma visão curta bastante limitada, pois se encontram preocupados apenas com o presente, esquecendo-se que a vida continua mesmo depois da morte e é indispensável garanti-la através de Jesus, único Senhor e Salvador.

III - A VERDADEIRA FÉ NÃO SE ENFRAQUECE DIANTE DAS ADVERSIDADES, Fl 4:13
As superstições demonstram fraqueza, medo e insegurança, ou seja, de falta de fé Quando alguém se firma em alguma das muitas crendices dos nossos dias está dizendo que não possui a verdadeira fé, que necessita ver para crer. A ordem é crer para ver.
Quem confia em objetos, astros ou fenômenos naturais, demonstram total ignorância à Palavra de Deus. O texto de Jeremias 10 mostra o contraste existente entre “fé e idolatria”, alistando as atitudes das pessoas que praticam religião, mas de forma contraria à vontade de Deus. Passam-se os séculos e os supersticiosos continuam com as mesmas fraquezas.
Enquanto não conhecem o caminho verdadeiro, as pessoas tentarão compensar as suas carências religiosas em outras praticas, dentre elas crendices e superstições. No entanto, “Quem confia no Senhor, aprende também a descansar nEle” (Sl 37:3-7).
A verdadeira fé não se mistura com superstições. As manifestações religiosas tem crescido, mas por outro lado, o que se percebe é o esfriamento da fé. Daí a importância da pergunta de Jesus: “Quando vier o Filho do Homem, achará porventura fé na terra” (Lc 18:8). Os cristãos verdadeiros cultivam a fé, longe das crendices e superstições.

CONCLUSÃO: A verdadeira fé ultrapassa os limites do tempo, pois além de suportar as situações mais adversas, garante a eternidade. A verdadeira fé enxerga não apenas o “aqui agora”, mas também o “além e a eternidade”, 1 Jo 5:4-5.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Por que a pessoa precisa nascer de novo?


Texto: Romanos 3.9-20

Introdução: Deus formou o homem e mantinha comunhão constante com ele até que houve a desobediência à Sua Palavra, a partir daí o homem passou a se esconder de Deus. Toda desobediência traz suas consequências. Deus também afirmou que essa desobediência resultaria em morte. Para que haja vida abundante novamente Jesus falou sobre um novo nascimento.

Transição: O texto básico mostra o quadro de todo homem sem Deus, isto é em seu estado natural. Esse texto vai relatar a situação resultante de uma vida pecaminosa. De acordo com o texto somente um ato sobrenatural pode mudar a situação. Jesus falou que aquele que nasce da carne é carne. Religiosidade não é uma resposta satisfatória a Deus. É preciso uma ação sobrenatural do Espírito Santo.

Tema: Por que uma pessoa precisa nascer de novo?


I - Porque a consciência humana é corrompida, vs. 10-11
Paulo descreve o câncer do pecado que tem afetado e corrompido a raça humana:
“Não há um justo, nenhum sequer” (v.10). Veja também Sl 14.1-3.
“Não há quem entenda” (v. 11a).
“Não há ninguém que busque a Deus” (v. 11b). Veja Sl 53.1.


II - Porque o caráter humano é corrompido, v. 12
Paulo mostra o estado miserável que a raça humana se encontra:
“todos se extraviaram” (v. 12a) – afastaram-se do caminho certo.
“Juntamente se fizeram inúteis” (v. 12b) – perderam-se do caminho.
“Não há quem faça o bem, não há nem um só” (v. 12c) – desviaram-se do bom caminho.


III - Porque as conversações humanas são corrompidas, vs. 13-14
“A sua boca é um sepulcro aberto” (v. 13a). Veja ainda Sl 140.1-3.
“tratam enganosamente” (v. 13b). Veja Sl 5.9.
“peçonha de áspide (secreção venenosa) está debaixo dos seus lábios” (v. 13c).
“boca cheia de maldição” (v. 14). Veja Sl 10.7.
“boca cheia de amargura” (v. 14).


IV - Porque a conduta humana é corrompida, vs. 15-18
“pés ligeiro para derramar sangue inocente” (v. 15). Veja Is 59.7-8.
“em seus caminhos há destruição e miséria” (v. 16).
“não conhecem o caminho da paz” (v. 17).
“não há temor de Deus diante dos seus olhos” (v. 18).

Conclusão: Paulo declarou que, tanto judeus como gentios pecaram contra Deus, v.9b. Desta forma tanto judeus como gentios são culpados perante Deus, vs. 19-20. Isso só pode ser resolvido através do nascimento produzido pelo Espírito Santo, mediante aplicação da Palavra de Deus.

Joelho dobrado - vitória garantida



A importância de dobrar os joelhos

Dn 6.10 Quando Daniel soube que o edital estava assinado, entrou em sua casa, no seu quarto em cima, onde estavam abertas as janelas que davam para o lado de Jerusalém; e três vezes no dia se punha de joelhos e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.

Deus criou o ser humano ereto, mas ele precisa aprender a se curvar, sobretudo, diante do Criador e diante de seu semelhante.
Ele não tem facilidade para fazer isso. Em vez disso, ele é naturalmente resistente a qualquer curvatura.
Uma das acusações feitas por Deus a Israel era a de que "os tendões de seu pescoço eram de ferro, a sua testa era de bronze"
- Is 48.4 Porque eu sabia que és obstinado, que a tua cerviz é um nervo de ferro, e a tua testa de bronze.
- Êx 32.9 Disse mais o Senhor a Moisés: Tenho observado este povo, e eis que é povo de dura cerviz.
Essa criatura incurvável não se dobra, não se ajoelha, não coloca o rosto no mesmo lugar onde estão os seus pés. Ela é dura, teimosa, orgulhosa e obstinada.
O ser humano precisa descobrir a beleza dos joelhos. Eles substituem os pés na prática da oração.
Quando dobrados, os joelhos diminuem a altura do que ora e aumenta a altura daquele a quem se ora. É uma reverência aceita por Deus que pode facilitar a oração e a comunhão com ele, desde que o espírito também esteja dobrado.
Pessoas extremamente necessitadas aproximavam-se de Jesus e punham-se de joelhos diante dele para suplicar a graça desejada:
1.                 É o caso do leproso que pediu ao Senhor: "Se quiseres, podes purificar-me" (Mc 1.40);
2.                 do pai do garoto epilético que suplicou: "Senhor, tem misericórdia do meu filho [pois] ele tem ataques e está sofrendo muito" (Mt 17.14-15);
3.                 e também do jovem rico que se ajoelhou em plena rua e perguntou: "Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?" (Mc 10.17).
Precisamos voltar aos joelhos. Para orar, vários personagens da Bíblia punham-se de joelhos.
4.                 Na dedicação do templo de Jerusalém, "Salomão ficou em pé na plataforma e depois ajoelhou-se diante de toda a assembléia de Israel, levantou as mãos para o céu e orou" (2Cr 6.13).
5.                 O escriba Esdras nos conta que "na hora do sacrifício da tarde, eu saí do meu abatimento, com a túnica e o manto rasgados, e caí de joelhos com as mãos estendidas para o Senhor, o meu Deus, e orei" (Ed 9.5).
6.                 No caso do profeta Daniel, lê-se que a mão de alguém o colocou sobre as suas próprias mãos e joelhos, indicando uma curvatura maior (Dn 10.10 E eis que uma mão me tocou, e fez com que me levantasse, tremendo, sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos).
7.                 Pouco antes de morrer apedrejado, Estêvão caiu de joelhos e bradou: "Senhor não os considere culpados deste pecado" (At 7.60).
8.                 Em Mileto, Paulo mandou chamar os presbíteros da igreja de Éfeso e, depois de os entregar a Deus, "ajoelhou-se com todos eles e orou" (At 20.36).
9.                 Cena ainda mais bela aconteceu pouco depois, na cidade de Tiro, a caminho de Jerusalém. Os cristãos da cidade, suas esposas e seus filhos acompanharam Paulo até a praia e todos se ajoelharam para orar, antes de o apóstolo embarcar no navio (At 21.5 Depois de passarmos ali aqueles dias, saímos e seguimos a nossa viagem, acompanhando-nos todos, com suas mulheres e filhos, até fora da cidade; e, postos de joelhos na praia, oramos).
10.             Na Epístola escrita aos efésios, o mesmo Paulo revela: "Por essa razão, ajoelho-me diante do Pai" e oro para que "ele os fortaleça com poder, por meio do seu Espírito" (Ef 3.14-16).
11.             Passagem curiosa é quando Elias "subiu o alto do Carmelo, dobrou-se até o chão e pôs o rosto entre os joelhos". Com a cabeça, o peito e o ventre totalmente dobrados em cima dos joelhos, o profeta pediu chuva e ela veio (lRs 18.42; Tg 5.18).
12.             Na agonia do Getsêmani, Jesus "se afastou [dos discípulos] a uma pequena distância [de mais ou menos trinta metros], ajoelhou-se e começou a orar" (Lc 22.41). Na versão de Mateus, o Senhor "prostrou-se com o rosto em terra e orou" (Mt 26.39).
No que diz respeito à arte da oração e da adoração, os joelhos estão ociosos. Eles foram feitos também para se dobrarem diante do Todo-poderoso. Daí o convite: "Venham! Adoremos prostrados e ajoelhemos diante do Senhor, o nosso Criador" (SI 95.6).
Precisamos aprender a fazer isso para que, na plenitude da salvação, "ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai" (Fp 2.10-11).