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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Notícias Gospel -Noticias Gospel - Parada Gay é criticada por Jair Bolsonaro no programa A Liga

O programa ‘A Liga’, da Band, falou sobre a Parada Gay na última segunda-feira e o deputado Jair Bolsonaro disse que se fosse feita uma pesquisa, não haveria apoio da sociedade.
Jair Bolsonaro critica Parada Gay no programa 'A Liga'
Jair Bolsonaro critica Parada Gay no programa 'A Liga'
“Como se ser homossexual fosse motivo de orgulho”, acrescentou. “O tecido social da sociedade é a família. A partir do momento que você estimula esse tipo de comportamento que os pais não concordam, você está esgarçando esse tecido social”, expôs Bolsonaro.
Para ele, a ajuda financeira do Estado promove uma conduta que a sociedade não concorda. E o evento não tem nada de cultural, como dizem.
Sobre o casamento, ele é claro, “é o que está na constituição ‘entre homem e mulher’”, afirma

Notícias Gospel -Noticias Gospel - Parada Gay é criticada por Jair Bolsonaro no programa A Liga

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Destruindo-se de dentro para fora


Vencendo a raiz de amargura

“Tendo cuidado de que ninguém se prive da Graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem” (Hb 12:15).


Muitas pessoas estão sendo contaminadas através de uma coisa que não é palpável e nem ingerido pelas vias respiratórias, e também nem pelas vias digestivas, mas pelo coração, e estão sendo consumidas interiormente através de muitas moléstias que provém da falta de perdão, e a raiz de amargura que se aloja no mais profundo interior da pessoa.

Existe o inimigo de nossas almas que está ao nosso derredor, e atua intensamente 24 horas por dia, não dá sossego e com isto tem tirado o sono de muitos. Ele age na nossa mente, usa pessoas para desestimular a fé e gerando contendas entre irmãos, amigos, parentes, etc.

Em conversas com várias pessoas, este inimigo tem conseguido com êxito esta façanha, tem destruído amizades e muitos lares através da raiz de amargura. Jogando uns contra os outros. A pergunta é, será que este inimigo tem poder de atuar na vida de um cristão?

Sim, ele pode! Mas Deus é fiel na sua Palavra. E o diabo sabendo disto, aproveita o momento de fragilidade da pessoa para atuar.

A Palavra de Deus declara que se nós não perdoarmos aqueles que nos tem ofendido, também ELe não nos perdoará pela nossas ofensas, Mt 6:14-15.

Se você não perdoar aqueles que te ofendem, você está dando brecha para o diabo agir em sua vida e não adianta nada clamar ao Senhor, pois isto é permissão de Deus para que lembres de que Deus perdoa os nossos pecados contanto que também perdoamos aqueles que nos ofendem.

Podemos Ler também na Bíblia que Jesus conta uma parábola de um Rei:

“Por isso o reino dos céus pode comparar-se a um certo rei que quis fazer contas com os seus servos. E, começando a fazer contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos; E, não tendo ele com que pagar, o seu senhor mandou que ele, e sua mulher e seus filhos fossem vendidos, com tudo quanto tinha, para que a dívida se lhe pagasse. Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei. Então o Senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida.
Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem dinheiros, e, lançando mão dele, sufocava-o, dizendo: Pague-me o que me deves. Então o seu companheiro, prostrando-se aos seus pés, rogava-lhe, dizendo: Sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
Ele, porém, não quis, antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida. Vendo, pois, os seus conservos o que acontecia, contristaram-se muito, e foram declarar ao seu senhor tudo o que se passara. Então o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste. Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti? E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia. Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas” (Mt 18:23-35).

O Pai Celestial deixará nas mãos do inimigo de nossas almas aqueles que não perdoam.

E a falta de perdão gera uma Raiz de amargura no nosso coração e com isto, gerando enfermidades e nos transformado em pessoas amarguradas.

Que você e eu possamos amar as pessoas como elas são, sempre perdoando e que “Sigamos a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14).

sábado, 10 de dezembro de 2011


Prenda o que te prende

Foi na época dos juízes. Uma mulher, chamada Débora, falou com um homem: “Levanta-te, Baraque, e leva presos os que te prenderam” (Jz 5.12). Não há vitória mais espetacular do que esta: prender o que o prende. O que isso significa de fato?

Significa libertação dos inimigos internos:
Vitória sobre a ira,
Vitória sobre a inveja,
Vitória sobre o mau gênio,
Vitória sobre a timidez,
Vitória sobre a preguiça,
Vitória sobre os traumas do passado,
Vitória sobre o desejo de pornografia,
Vitória sobre a dependência química,
Vitória sobre os complexos.

Antes encarcerado e subjugado por essas e outras coisas, agora você é um homem livre. Você conseguiu vencer o que o vencia. Você aprendeu a praticar a arte de negar-se a si mesmo, de dizer “não” aos desejos interiores, de não soltar os males que estão dentro de você e que o contaminam (Mc 7.21-23).

Combina maravilhosamente com esse cântico de Débora, o cântico de Davi (Sl 68.18), que Paulo transcreveu na Epístola aos Efésios: “Quando Ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens” (Ef 4.8). Se Jesus levou cativo o cativeiro, você está potencialmente livre. O que o oprimia, o que o subjugava, o que o infelicitava, Ele tirou de cima de você e levou para longe. Foi por causa disso que Jesus exclamou: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8.32).

A palavra de Débora deve soar continuamente em seus ouvidos: “Levanta-te e leva presos os que te prenderam”. Não deixe por menos. Não é para você ser levado preso caminho afora, na situação humilhante de um condenado. É para você levar preso hoje o que outrora o condenava.

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8:32).
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mt 11:28).

Em letras grandes (com adaptações)
www.ultimato.com.br

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Saúde da Alma - 3

O Perigoso Sentimento da Ira
Salmo 4:4; Efésios 4:26

Temos a tendência de ficarmos aborrecidos quando não concordamos com alguma coisa e até nos exaltamos com as pessoas que não concordam conosco. Não importa quem seja, pode ser a pessoa que mais amamos. Isso tem levado a muitos pecados, bem como a consequências terríveis, até mesmo, irreparáveis. Um espírito iracundo tem sido o passaporte para muitos palavrões, besteiras, inclusive para produzir marcas profundas na alma de pessoas, que as levam por toda uma vida. Segundo a Bíblia, uma pessoa com mau gênio é um tolo: “Não te apresses no teu espírito a irar-te, porque a ira abriga-se no seio dos tolos” (Ec 7:9). Pode ser considerado um risco ao próximo: “O que presto se ira fará doidices, e o homem de más imaginações será aborrecido” (Pv 14:17). A ira produz contenda e confusão: “Como o espremer do leite produz queijo verde, e o espremer do nariz produz sangue, assim o espremer da ira produz contenda” (Pv 30:33).
Quando alguém sentir-se ofendido, primeiramente, deve guardar-se e não ficar expondo a outros a sua ira, para que não haja contendas, brigas, discussões; depois deve seguir a direção bíblia para saber como agir na situação, buscando sempre a melhor forma de estar agradando a Deus e mantendo a paz com os homens, pois a Palavra de Deus também nos diz que é prudente aquele que oculta a afronta: "A ira do insensato num instante se conhece, mas o prudente oculta a afronta" (Pv 12:16); "O que encobre a transgressão adquire amor, mas o que traz o assunto à baila separa os maiores amigos" (Pv 17:9); "Como o abrir-se da represa, assim é o começo da contenda; desiste, pois, antes que haja rixas" (Pv 17:14).
Em Romanos 13.12 Paulo fala de “despir-se das obras das trevas”, que são listadas em Cl 3.8: ira, rancor, maldade, maledicência, palavras obscenas. O afastamento resoluto desse tipo de atitude é possível porque uma transformação fundamental ocorreu antes: “porque vos despistes do velho ser humano com seus feitos” (Cl 3.9).
Também a instrução sobre a ira é dada no contexto de uma citação literal do Sl 4.4: “Quando estais irados, não pequeis”. Com essas palavras Paulo lembra, em tom de exortação, a rápida transição da ira para o pecado. A convivência (dentro e fora da igreja) gera múltiplos motivos para a ira (cf. também Tg 1.19s – possivelmente por causa de opiniões opostas na discussão doutrinária). Enquanto o cristão deve ser “tardio para a ira” (Tg 1.19), no caso do perdão é preciso ter pressa: “O sol não se ponha sobre a vossa ira.” A exortação para afastar-se rapidamente do escândalo visa, sobretudo, combater o efeito devastador de uma briga de longa duração: Paulo exige que acabemos, sem delongas, com a ruptura da comunhão. Rancor envelhecido é difícil de apagar. Se para restabelecer a comunhão for necessária uma negociação com o irmão, devemos fazê-la de imediato. Se conseguimos solucionar a questão sem ela, devemos perdoar imediatamente. A mágoa torna-se bem mais perigosa quando é arrastada de um dia para o outro.
Pode-se constatar que a ira representa uma porta particularmente perigosa para a entrada de demônios. Por isso Paulo continua diretamente: “e não deis lugar (espaço) ao diabo”. Entre as “artimanhas” do diabo referidas em Efésios 6.11 sem sombra de dúvida está a ira prolongada, com todas as suas consequências.
Lendo Efésios 4:31, vemos mais uma vez que Paulo torna a comentar a ira e os vícios ligados a ela. É possível que os cinco termos – tendo a “ira” no centro – estejam em ordem crescente, “do foco interior à explosão exterior”, da “amargura” aos “insultos e ofensas a outros”, passando pela “cólera”, “explosão de ira” e “gritaria”. Tais manifestações, aliadas com toda “sorte de maldade”, devem ser afastadas da igreja, visto que são capazes de formar uma “raiz amarga” no seio da comunhão (cf. Hb 12.15). A isso Paulo contrapõe a conduta apropriada aos que crêem, que brota da atitude de Deus e tem nele seu paradigma: “Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou” (Ef 4:32).
Conclusão: Salmos 133 (BEARC)
1 Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!
2 É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes.
3 Como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião; porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre.

Perguntas para reflexão:
Por que a ira é algo perigoso?
Você está abrigando, atualmente, a ira em seu coração?
Qual é a vontade de Deus em relação a isso?