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quarta-feira, 21 de março de 2012

Desculpas diante da obra de evangelismo


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Fazendo a obra de Deus em tempos difíceis


FAZENDO A OBRA DE DEUS EM TEMPOS DIFÍCEIS

INTRODUÇÃO: Elias foi chamado por Deus, para o ministério profético, em um dos piores períodos da história de Israel. Período este marcado por violenta crise: moral, espiritual e Social.
A promiscuidade, corrupção, apostasia religiosa, fome e miséria imperavam em Israel.
Esse foi o ambiente no meio do qual Elias profetizou.
Hoje não estamos muito longe dessa realidade, e diante disso, vem a pergunta: onde estão os Elias?
Elias teve uma vida ministerial de muitos desafios:

I. PREGANDO EM MEIO A UM CONTEXTO DE:

a)      IDOLATRIA (I Rs. 16.31)

- Acabe, rei idólatra, serviu a Baal e o adorou. Conduziu toda a Nação à apostasia religiosa. A Bíblia diz que ele fez o que era mau aos olhos do Senhor.
- Ainda, casou-se com Jezabel, filha do rei Sidônio (Tiro) sacerdote de Baal. Era uma mulher má.
- O seu reino só aceitava profetas endemoniados (de Baal e Asera).

b)     CRISE

Seca prolongada causando fome e pobreza. O homem de Deus precisa saber que as crises são oportunidades de crescimento. É na hora da crise que nossa fé deve aparecer. Uma canção antiga já dizia “os mais belos hinos e poesias foram escritos em tribulação; e do céu as lindas melodias se ouviram na escuridão”.

c)      INVERSÃO DE VALORES

O próprio rei sai em procura de água, não para o povo; para os animais (18.5-6). Veja onde chegou a situação. Hoje, estamos diante do mesmo quadro, ou até pior: vale mais uma árvore do que uma criança no útero de uma mãe! Aprova-se o aborto e condena o corte de uma árvore. Um ramo vale mais do que uma vida. Está tudo invertido. O que era certo passou a ser errado e o errado passou a ser certo.

d)     PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA

Jezabel persegue e mata os profetas do Senhor (18.4). O homem de Deus não precisa temer as perseguições, pois elas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus. Jesus disse que o galardão dos servos seus que forem perseguidos será grande no céu, Mt 5:10-12.

e)      ABUSO DE PODER

Mataram a Nabote, só para se apoderar do seu campo. A Palavra de Deus condena os abusos de patrões contra empregados, de ricos contra pobres e até mesmo os abusos verbais, como gritaria, humilhações, difamações, etc.


II. ELIAS FOI CHAMADO A PREGAR NESSE MEIO

1 - Coisas que o homem chamado por Deus deve aprender:

A) APRENDER A CONFIAR EM DEUS
Elias sabia que iria enfrentar uma barra pesada, que sua cabeça estava em jogo. Mas não vacilou. Deus mandou e ele foi:
1) Encarou Jezabel – mulher maligna. Disposta a qualquer ato de maldade.
2) Condenou o pecado existente nação – não teve receio quanto às retaliações.
3) Profetizou uma seca prolongada – foi fiel a Deus crendo que algo forte aconteceria.
4) Desafiou os profetas de Baal – a falsidade e a religiosidade foi confrintada duramente.
5) Predisse a morte do casal – não temeu mostrar a verdade.

Um homem só contra uma nação? Não! Um homem que confiava em Deus. Quando confiamos em Deus podemos dizer: “eu e Deus somos a maioria”. O Salmo 125 diz que “aqueles que confiam no Senhor são como os montes de Sião que não se abalam, mas permanecem para sempre”.

B) APRENDER A DEPENDER DE DEUS

Elias obedeceu sabendo que Deus ia cuidar de cada necessidade na sua vida:

1) Ribeiro de água - mesmo que as fontes secassem; eu tenho um rio... O Salmo 46 afirma que diante de qualquer situação adversa “há um rio que alegra a cidade de Deus”.
2) Corvos – animais ou aves que jamais seriam utilizados para esse fim, no entanto, quando Deus dá ordem eles servem aos propósitos de Deus e de seus filhos.
3) Viúva – Deus não depende de pessoas ricas para sustentar seus filhos, mas de pessoas dispostas – veja uma viúva seria a pessoa que sustentaria o profeta – confie em Deus. Isso é Deus tirando força da fraqueza. O pouco com Deus é muito.
4) Anjo - se não aparecer recursos da terra, Deus manda dos céus. Os anjos estão a serviço de Deus a favor daqueles que são obedientes e tementes a Deus, Sl 34:7.
C) APRENDER A TER INTIMIDADE COM DEUS
O seu ministério não foi apenas marcado pelas profecias, mas também pela oração. Foi exatamente essa vida de oração que lhe deu um ministério marcado pelos milagres:
1) Azeite e farinha multiplicados (17.16). Cuidado e suprimento material.
2) Ressurreição de um moço (17.22). Cuidado e restauração física.
3) Fogo no altar (18.46). Cuidado espiritual e operação sobrenatural.
4) Morte dos inimigos (II Rs 1.9-14). Cuidado e vitória nas lutas.
5) O Jordão se abre (II Rs 2.8). Cuidado e abertura de portas diante das circunstâncias.
6) Foi arrebatado miraculosamente (II Rs 2.12). Vitória definitiva sobre a morte.

CONCLUSÃO: Quando somos fiéis e fazemos o que Deus manda, não existe tempo adverso. Somos luz brilhando nas trevas. Daniel 11:32 afirma que “o povo que conhece ao seu Deus se esforçará e fará proezas”.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Pregando com Compaixão e Paixão

TRÊS COISAS NECESSÁRIAS AO EVANGELISTA
2 Timóteo 4:5

1)      Reconhecer o grande amor de Deus pelas pessoas, Jo 3.16.
Deus ama as pessoas para as quais você está pregando! Ele as criou para Si Mesmo e escolheu direcionar o Seu amor a elas. Ele não quer que elas vivam no pecado, que estejam nas trevas e em sofrimentos, para servirem a falsos deuses e a ficarem separadas do relacionamento com Ele nesta vida e por toda a eternidade. A Sua vontade é que nenhuma delas pereça (2 Pe 3:9).
Permita que o amor de Deus pelos seus ouvintes encha o seu coração. Jesus olhava para as multidões com compaixão, porque Ele via a condição delas de perdição e destruição (Mt 9:36-38). Essa é a compaixão de Deus. Compaixão é o que impele o pregador a pagar qualquer preço para ajudar os perdidos. É mais do que um sentimento de dó. É um sentimento da misericórdia de Deus disponível a todos nós que não a merecemos. Você precisa ter esta mesma solicitude amorosa pelas pessoas que estão perdidas e perecendo.

2)      Precisa da mente de Cristo (1 Co 2:11-16).
O que Jesus sabe sobre aquelas pessoas? Ele sabe o que elas precisam e o que ajudará a atraí-las a Ele. Jesus falou diretamente ao coração da mulher do poço. Ele revelou a situação dela e disse-lhe exatamente o que ela precisava ouvir para levá-la à salvação (Jo 4:7-42).
Jesus o ajudará a saber o que você precisa dizer. Ele conhece as necessidades e carências das pessoas, os seus fracassos e os seus temores. Peça a Deus sabedoria, o Qual a dá liberalmente a todos que a pedem (Tg 1:5).

3)      Todo evangelista precisa do poder e da paixão do Espírito Santo, At 1:8.
Ele precisa da força e da convicção de Deus em sua alma para pregar as Boas Novas. “Paixão”  é uma convicção motivadora, um amor infindável, e um zelo ardente.
A paixão por Deus faz com que o crente persiga seriamente o Senhor e os Seus propósitos. Esta paixão é alimentada como um fogo, quando o evangelista toma tempo para orar e estar na presença de Deus, e quando ele ou ela estuda a Palavra de Deus. 
Quando você é apaixonado pelo Evangelho, você se torna intrépido enquanto proclama a verdade sobre Jesus e sobre o mundo ao seu redor. Você está plenamente persuadido de que o que está dizendo é verdadeiro e importante.
O Espírito Santo dará poder e vida à sua pregação, e o encherá com a paixão de Deus pelos perdidos. Buscar a compaixão de Deus pelas pessoas ajuda a mantê-lo humilde e sensível ao Senhor.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Por que precisamos ser salvos?

Injustiça Generalizada, Rm 3:10-12 – ... Não há um justo, nem um ...
Universalidade do pecado, Rm 3:23 – ... todos pecaram e destituídos ...
Necessidade do Novo nascimento, Jo 3:3,5 – aquele que não nascer de novo, ...
Condenação aos incrédulos, Mt 25:41,43 – Apartai-vos de mim, malditos, para ...
O desespero no hades, Lc 16:24 – ... manda a Lázaro, que ...
O juízo é uma realidade, Rm 5:18a – ... por uma só ofensa veio o juízo sobre ...
Resultado de uma vida de pecado, Rm 6:23a – ... o salário do pecado é a morte ...
O fogo do inferno é eterno, Mc 9:43-44 – ... inferno ... o fogo que nunca se apaga ...
É necessãrio estar inscrito no céu, Ap 20:15 – E aquele que não foi achado escrito ...
A condenação se consumará no lago de fogo, Ap 21:8 – ... quanto aos tímidos, incrédulos ... sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre.

Como Ser Salvo?

a) Arrependa-se!
Luc 13:3 – ... se não vos arrependerdes todos perecereis ...
At 3:19 – “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para...

b) Converta-se!
Mt 18:3 – ... se não vos converterdes e não ...

c) Creia!
At 16:31 – ... Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo...
Jo 3:18 – Quem crê nele não é condenado; mas ...

d) Receba Cristo como seu único e total Salvador e Senhor!
Jo 1:12 – Mas, a todos quantos o receberam ... filhos de Deus ...
Rom 10:9-10 – ... boca confessares ... em teu coração creres serás salvo.

e) Confesse a Cristo publicamente!
Mt 10:32-33 – ... qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei...

terça-feira, 4 de novembro de 2008

AMPLIANDO A TENDA PARA CONQUISTA

Isaías 54:1-4

Isaías estava profetizando sobre a restauração de Judá. Eles tinham sido levados cativos para a Babilônia, mas Deus estava trazendo-os de volta para que retomassem as cidades e reconstruísse tudo o que tinha sido destruído. Era uma profecia sobre o futuro de Israel e que, portanto, trazia uma mensagem de esperança. Ele faz uma analogia chamando Sião de mulher, sendo Deus, o Criador, o seu marido (v.5). Por causa do pecado do povo (esposa), o marido (Deus) tinha se divorciado (o exílio na Babilônia). Por isso não teve filhos, estava estéril. Mas Deus estava restaurando esse “matrimônio”, o que faria com que muitos filhos surgissem como resultado, muito mais do que antes – “...porque mais são os filhos da mulher solitária do que os filhos da casada, diz o Senhor” (v.1). Deus não criou a esterilidade (tanto que disse: crescei, frutificai, multiplicai...). A criação original não previa nem compactuava com a esterilidade. A frutificação é inerente ao Espírito de Deus. Isso nos revela que, o fato de Judá ter sido levada como escrava e viver em esterilidade, não agradava a Deus. Portanto, Ele estava propondo a restauração. E a restauração nada mais era do que devolver a capacidade para crescer, frutificar, multiplicar. O sinal da presença de Deus é a vida, e a vida gera vida.


É TEMPO DE ALEGRIA
Se falamos de restauração e avivamento, falamos de vida espiritual, o que implica em frutos. Não se pode, jamais, separar avivamento de frutificação. O Senhor quer conduzir muitos filhos à glória (Hb 2:10). A Igreja do Senhor Jesus é a Sião mencionada aqui. A proposta de Deus se aplica também a nós. Ele quer nos restaurar e devolver a capacidade de frutificar, porquanto estávamos estéreis. A Igreja, de uma forma geral, ainda está estéril. Esta passagem, escrita por Isaías, nos orientam sobre o conteúdo e a dimensão da obra que Deus quer fazer no meio do Seu povo. Ele começa falando sobre a alegria. “Canta alegremente...” (v.1). Dar à luz é motivo de muita alegria. Nas culturas antigas, era motivo de vergonha e de tristeza não poder ter filhos, e Israel estava naquela condição. Logo, poder ter filhos era motivo de muita alegria e júbilo! A Igreja deveria sentir-se assim! O Senhor estava convidando Seu povo a se alegrar. Eles não tiveram dores de parto, agora experimentariam a honra de tê-las. As dores de parto eram dores que alegravam a mulher. Interessante o paradoxo: dor e alegria ao mesmo tempo. A reprodução espiritual segue o mesmo princípio do parto natural. A mulher sente dor ao ter o filho, mas a alegria de poder abraçá-lo logo após o parto supera infinitamente a dor. Quando acontece uma ação do Espírito, um mover de Deus, surge no meio do Seu povo uma intensa alegria em poder sentir as dores de parto. Paulo disse: “...meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós” (Gl.4:19). É uma dor, uma renúncia, um sofrimento que vale a pena!


É TEMPO DE REPRODUÇÃO

Quando o Espírito Santo é derramado Ele tem um só objetivo: reproduzir, procriar. Alguns encaram o relacionamento com Deus da mesma forma que um casal quando se recusa a ter filhos, pois quer apenas usufruir o relacionamento. Isso não é possível no relacionamento com Deus. Não poderá haver intimidade sem o propósito de multiplicar a vida. É preciso renúncia - Alguns não querem ter as “dores de parto”, porquanto isso exige renúncia, muito desconforto, e, às vezes, o preço é altíssimo. Essa atitude egoísta reflete claramente a falta de intimidade com Deus e de um verdadeiro relacionamento com Ele. Para aquelas mulheres no passado a maior vergonha era não ter filhos, por isso faziam qualquer coisa para poder alcançá-los. Os que ficam constrangidos e não se conformam com a esterilidade, desejam ardentemente e começam a clamar a Deus, como clamou Ana. Ela pediu a Deus um filho e o fez com intensidade e profunda contrição de espírito: “Levantou-se Ana, e, com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou abundantemente” (I Sm.1:10). Deus ouviu a sua oração e ela gerou a Samuel. Nossa atitude deveria ser a mesma, na disposição de pagar o preço da dor e do desconforto. Se você tem alegria em poder reproduzir-se, é sinal de que está debaixo do mover do Espírito; se for o contrário, você está precisando curvar-se diante do Senhor para buscar o perdão e a restauração! É preciso fé - Existem, também, aqueles que já não mais acreditam poder frutificar. Estão tanto tempo na Igreja sem produzir, que já desanimaram, ou se acostumaram com a esterilidade! Pois, assim como Deus falou a Judá naquele tempo, Ele está falando hoje e usando os seus profetas para anunciar que o Senhor está trazendo um novo sopro do Seu Espírito, que atingirá a todos e fará a todos frutíferos. Neste caso a incredulidade é o maior empecilho, assim como aconteceu com Sara! Ao ouvir o anjo anunciando a Abraão, seu marido, que daria à luz com noventa e nove anos de idade, estando atrás da porta da tenda, riu-se no seu íntimo (Gn.18:12). A resposta de Deus foi: “Por que se riu Sara...? Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?...” (vs.12,13). Algumas pessoas, ao ouvirem que vão produzir muitos filhos espirituais, podem estar rindo no seu íntimo. Isso é incredulidade. Sara concebeu e gerou um filho, chamado Isaque, que quer dizer “riso”, porque riu. No entanto, teve motivo de riso com o nascimento de um filho, pelo que disse: “...Deus me deu motivo de riso; e todo aquele que ouvir isso vai rir-se juntamente comigo” (Gn.21:6).


É TEMPO DE AMPLIAR A TENDA
A outra instrução de Deus, através de Isaías, foi: “Alarga o espaço da tua tenda; estenda-se o toldo da tua habitação, e não o impeças...” (v.2). Muitos filhos viriam e não seria mais possível continuarem com a casa do mesmo tamanho, e isso não significa apenas espaço físico. O que podemos entender é que a Igreja precisa preparar-se para receber os novos filhos. É necessário que se mude as estruturas, que a Igreja se organize de tal forma que todos possam ser amparados e que nenhum se perca. As células são compatíveis com o clima de avivamento, porquanto retêm o fruto, e ele não se perde. A célula é uma equipe que trabalha em unidade para produzir filhos e criá-los até serem fortes e adultos para gerarem outros! “...E não o impeças...”. Nada deve interferir na visão no projeto de Deus para a Sua Igreja. Não devemos deixar que a carnalidade, a divisão, a falta de santidade, ou mesmo o tradicionalismo, venham impedir que os novos sejam devidamente recebidos, cuidados e alimentados. Quando não permitimos o Espírito Santo agir, nós mesmos estamos impedindo a ação de Deus. E a tenda deve ser estendida antes que venham os filhos! Devemos esperá-los ansiosamente e nos prepararmos durante o tempo de gestação, assim como os pais preparam o quarto do bebê com todo o carinho e expectativa antes que ele chegue.


É TEMPO DE FIRMAR AS ESTACAS
“...Alonga as tuas cordas e firma bem as tuas estacas” (v.2). Isto nos fala de fundamento, de firmeza. É necessário que estejamos fundamentando toda essa estrutura. Isso se faz observando a palavra de Deus, a doutrina dos apóstolos, e, mais, os valores do Reino. Os valores determinam nossas prioridades, e estas as nossas práticas. Se não tivermos bem resolvido em nosso interior o que vem sempre em primeiro lugar não estaremos preparados para o que está por vir. As estacas sustentam a tenda. Todas devem estar bem firmadas, do contrário os ventos vão afrouxando uma após a outra, até que todas se soltam e a tenda cai. Devemos cultivar a vida de oração, a leitura da Palavra de Deus, a vida de santidade, o relacionamento familiar, a obediência e o respeito aos líderes, o compromisso com o evangelismo e o discipulado, enfim, a busca do Reino de Deus como prioridade (Mt.6:33). O v.3 nos revela o resultado. Será uma colheita abundante! “Porque transbordarás para a direita e para a esquerda...”. Deus fala de “transbordar” porque a Sua proposta é sempre abundante. Se Ele é o Deus Todo Poderoso e rico em todos os sentidos, é claro que pão-durismo não faz parte da Sua natureza. Ele fala em transbordar, porque a vida se multiplica e não apenas duplica. Quanto mais filhos, mais bênçãos! “Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão... Feliz o homem que enche deles a sua aljava...” (Sl.127:3-5).

CONCLUSÃO
O Senhor está tirando toda a esterilidade! É tempo de restauração e de multiplicação. É tempo de alegrar-se antecipadamente pela colheita. Estamos no processo de gestação e a nossa expectativa reflete a nossa fé, como Ana. Deus está ouvindo nossas orações! Vamos nos preparar, alargar o espaço da nossa tenda e firmar bem as nossas estacas. É hora de alegria – “...exulta com alegre canto...”. Os que, porventura, não podem fazê-lo agora, ainda há tempo de clamar, de buscar e de apropriar-se, pela fé, da promessa do Senhor porque “...Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?” (Gn.18:14).