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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Entre a Mídia e o Evangelho

Não há como fazer as pazes entre a mídia e o evangelho de Jesus. Eles têm filosofias diferentes, propósitos diferentes, públicos diferentes e festas diferentes. Se a mídia valorizar o que o evangelho valoriza, ela perde dinheiro. Se o evangelho valorizar o que a mídia valoriza, ele perde autoridade. A mídia alimenta e estimula a maldade humana. O evangelho alimenta e estimula a bondade que ainda resta no ser humano. A mídia segue a correnteza. O evangelho nada contra a correnteza. A mídia está a serviço de uma sociedade corrompida. O evangelho está a serviço de um projeto de redenção. A mídia aponta para a porta larga e o amplo caminho, cheio de gente, que leva à perdição. O evangelho aponta para a porta estreita e o apertado caminho, quase vazio, que leva à vida (Mt 7.13, 14).
Você está entre a pressão da mídia e a pressão do evangelho, entre a multidão que caminha para a perdição e o remanescente que caminha para a salvação. Quanto mais distante do evangelho, maior é a pressão da mídia. Quanto mais distante da mídia, maior é a pressão do evangelho. Você vive um dilema: ou a mídia o afasta do evangelho ou o evangelho o afasta da mídia.
Liberte-se do peso esmagador da mídia. Aproxime-se do jugo suave do evangelho (Mt 11.28-30). Saia da multidão (Êx 23.2). Rompa com a permissividade e ponha-se sob normas. Jesus diz a todos: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me” (Lc 9.23). Aprenda a dizer não a você mesmo todas as vezes que a sua vontade quebrar a lei de Deus.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Isso é uma Vergonha!

É muito triste ver que, apesar de haver igrejas em muitos bairros, dificilmente vemos transformação na sociedade. Como é possível que o Brasil apresente estatísticas, onde se estimou em 2000 que mais de 15% da população brasileira era evangélica, e hoje esse número deve ter crescido mais, e mesmo assim a corrupção, a violência, a desigualdade e demais males continuam aumentando? Não deveria ser o contrário, com os cristãos influenciando positivamente o restante da sociedade?

"Se o sal tornar insípido para nada mais presta, a não ser para ser lançado fora e ser pisado pelo homens" (Palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo).

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Pode um cristão beber vinho?


 No livro de Daniel 1.1-9, narra que o rei da Babilônia, Nabucodonosor, determinou a ração de cada dia, da porção do manjar do rei e do vinho que ele bebia, e que assim fossem criados por três anos, para que no fim deles pudessem estar diante do rei. E entre eles se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias.
         E Daniel assentou no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto, pediu ao chefe dos eunucos que lhe concedesse não se contaminar. Ora, deu Deus a Daniel graça e misericórdia diante do chefe dos eunucos.
         Amados, eis o exemplo e o testemunho do homem compromissado com Deus. Quem não gostaria de participar do banquete que ao rei é servido e tomar da  porção do vinho degustado pela majestade?   
        Daniel e os seus companheiros, ungidos com a sabedoria que Deus lhes havia ofertado, recusaram a receber da mordomia dispensada ao rei, optaram em se alimentar com legumes em lugar do banquete e a tomar água em lugar do vinho, para não se contaminarem, e foram por Deus, agraciados.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Cristão - uma vida diferenciada



Aqueles que desejam servir bem ao Senhor Jesus e se constituir numa bênção para si, sua família, cidade, estado e nação, precisam encarar tudo com zelo e responsabilidade. Jesus chama seus seguidores de sal, luz, testemunhas, filhos, amigos, servos, obreiros, etc. Tudo isso mostra qual deve ser a postura daqueles que fizeram compromisso de servir a Deus.


O apóstolo Paulo chama as pessoas que fazem parte da Igreja de carta, ministro, apóstolo, evangelista, soldado, atleta, pastor, mestre, etc.E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo” (Ef 4:11-12).

Quem professa o nome de Jesus precisa manter-se em santidade: “Todavia, o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são seus, e qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniqüidade (2 Tm 2:19). Deve haver um diferenciador de postura, princípios e prática de vida: Romanos 6:19 "Falo como ser humano, por causa da fraqueza da vossa carne. Pois assim como apresentastes os membros do vosso corpo como escravos da impureza e do mal cada vez maior, assim também apresentai agora os membros do vosso corpo como escravos da justiça para santificação"

O poder de influência de um cristão, seja direta ou indiretamente, poderá ser grande através do ensino, testemunho e bom exemplo! “tendo o vosso viver honesto entre os gentios, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, glorifiquem a Deus no Dia da visitação, pelas boas obras que em vós observem” (1 Pedro 2:12). Paulo disse que os cristãos devem exalar "o bom cheiro de Cristo" 2 Co 2.15 "porque para Deus somos o bom aroma de Cristo, tanto entre os que estão sendo salvos como entre os que estão perecendo".


Quando deixamos de cumprir nosso propósito não há mais razão de permanecer ocupando espaço: uma lâmpada quando deixa de produzir a luz deve ser substituída; um atleta quando deixa de cumprir seus objetivos é substituído; o sal que se torna insípido para nada mais presta, senão para ser lançado fora e ser pisado pelos homens. Seja um cristão autêntico.

terça-feira, 20 de março de 2012

O que é um santo?


A palavra santo designa uma pessoa separada para Deus. Tal pessoa  deve viver "como convém aos santos" (Efésios 5:3). Um santo deve viver uma vida de santidade, e andar de forma agradável a Deus. Porem, não é isso que faz de uma pessoa um santo aos olhos de Deus. Vejam só: o Espírito de Deus chama os coríntios de santos por vocação divina (1Corintios 1:26:1-2) - embora houvesse tantas coisas más na conduta deles que ele dedicou dois longos  capítulos para repreendê-los. Contudo, ainda assim, o apóstolo começa sua carta aos Coríntios chamando-os de santos. 
Mas o que é um santo, então? Cada crente verdadeiro, isto é, todo aquele que crê no Senhor Jesus Cristo - é  um santo. Toda pessoa redimida por Seu sangue precioso e um santo. E porque foi redimida pelo sangue esta separada do mundo. Na epístola aos Efésios, o apóstolo escreve a homens e mulheres que outrora eram "sem Deus". Estavam separados de Deus, mas tornaram-se  separados para Deus. Tais o santos. Ele os chama de "concidadãos dos santos,  e da família de Deus" (Efésios 2:19). Tais são cidadãos dos céus, são santos. Se você c no Senhor Jesus Cristo, foi lavado de seus pecados no sangue precioso, nasceu de novo e tem a vida eterna, então você e um santo!
G. C. Willis

A Verdadeira Espiritualidade


Á Pessoa Espiritual

Quase todo cristão deseja ser espiritual, mas apenas alguns sabem o que isso significa. Muito alívio sem base poderia ser eliminado e muita consolação verdadeira poderia ser recebida se puséssemos as coisas em ordem.
É difícil para nós nos desvencilharmos da noção de que uma pessoa é tão espiritual quanto sinta que é. A nossa espiritualidade raramente está em harmonia com os nossos sentimentos. Há muitas pessoas carnais cujas emoções religiosas são sensíveis a toda impressão, e que se esforçam por se manter num certo plano elevado de satisfação interior, mas que não tem as marcas da piedade sobre si. Tais pessoas recebem tudo com muita rapidez, e se deixam tomar por quase qualquer coisa religiosa imediatamente. Suas lágrimas são mais aparentes do que reais, e suas vozes carregam em si um grande conteúdo emocional. Tais pessoas têm a reputação de serem espirituais, elas chegam facilmente a acreditar que são. Mas não é bem assim, as pessoas espirituais são indiferentes em relação a seus sentimentos elas vivem pela fé em Deus e dão pouca atenção as próprias emoções. Elas pensam os pensamentos de Deus e as coisas tal como Deus as vê.

A. W. Tozer

segunda-feira, 12 de março de 2012

Baralho - pecado ou diversão?

Este artigo não é meu, mas é interessante:

Jogar Baralho é Pecado?



Resposta:

       Eu não aconselharia o jogo de cartas como um passatempo saudável para o verdadeiro cristão. Nos meus tempos de ignorância, eu e minha mulher éramos viciados nesse jogo, mesmo sem ser a dinheiro. O jogo vicia. A pessoa fica escrava dele. Não pode passar um fim de semana sem jogar. Só pensa em chegar a hora do carteado, das conversas tolas, muitas delas conversas ímpias, mexericos, bisbilhotices. Então é prejudicial. No jogo há mentiras, blefe, disputa acirrada. Perde-se muito tempo com isso. Tempo que deveria ser usado para ler a Bíblia, pregar o Evangelho, orar, conversar com os filhos, etc. No jogo há cobiça, vontade de vencer mais e mais:
"Então a cobiça, depois de haver concebido, dá luz ao pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte". (Tiago 1.15).

       Meditemos se Jesus aprovaria o jogo de cartas; se Ele convidaria os Doze para um carteado, com a desculpa de que ninguém é de ferro. A resposta é não, não aprovaria. As cartas de baralho estão ligadas ao ocultismo. Veja-se o caso da cartomancia – adivinhação por meio de baralho. A cigana prevê o futuro através das cartas. Observem uma das possíveis origens do baralho:
       “Se, por um lado, não há consenso a respeito destas datas, por um outro lado não há muita dúvida sobre o passado religioso ou adivinhatório das cartas. O antigo baralho indiano, por exemplo, tinha dez naipes, cada um representando uma das dez encarnações da entidade Vishnu. Essa ligação com o sobrenatural também fica clara quando surgem alguns dados históricos. Catherine P. Hargrave, que em 1930 publicou sua História do Jogo de Cartas, diz que no século XIV, os soldados sarracenos introduziram no sul da Itália um jogo de baralho chamado "naib" - que em hebreu quer dizer"feitiçaria" - e que pode também ter sido a origem da palavra "naipe" em português e espanhol’

       De um site esotérico, copiei o seguinte: “Pouca gente sabe, mas o baralho comum utilizado para jogos como canastra, bridge, buraco, truco e tantos outros se presta também à prática divinatória, conhecida como cartomancia”. Portanto, as cartas de baralho são instrumentos usados pelo diabo para o trabalho de adivinhação. Por todo o tempo, enquanto jogamos, estamos tentando adivinhar o jogo do parceiro; derrubar o adversário de qualquer modo, ainda que com a mentira, o embuste, o blefe, a dissimulação. E quando o jogo envolve pessoas ímpias, pior ainda. Cristãos e ímpios não devem ter qual tipo de íntima comunhão. No jogo, se estabelece uma cumplicidade com o parceiro, pois um jamais revela o “roubo” do outro. A Bíblia adverte:
“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas” (2 Co 6.14).

       “As cartas foram criadas no ano de 1392, para uso pessoal do rei Carlos da França, quando este sofria debilidade mental. O criador das cartas era um homem degenerado e mau, que escarnecia de Deus e de seus mandamentos. Para sua criação maligna ele escolheu figuras bíblicas: o rei representa o diabo, a dama representa Maria, a mãe do Senhor. Assim de modo blasfêmico, fez de nosso Senhor Jesus Cristo um filho de Satanás com Maria. Copas e ases representam o sangue de Jesus, o valete (resisto em escrevê-lo) o próprio Senhor. Paus e outros símbolos representam a perseguição e destruição de todos os santos. Seu desprezo pelos dez mandamentos foi expresso pelo número dez das suas cartas. Quem conhece esta origem diabólica do jogo de cartas, compreende também as conseqüências diabólicas. Nenhum jogador de cartas lembra da realidade do diabo e dos demônios, que estão no fundo desse jogo”.
       Não tenho dúvida de que o jogo de baralho e a respectiva escravidão que ele produz fazem parte das “obras da carne”. Mas
“os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências” (Gl 5.24).


Autor:  Pr Airton Evangelista da Costa

quinta-feira, 8 de março de 2012

Santificação - a vontade de Deus

"Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação" (1Ts 4.3).


Para aqueles que desejam descobrir e viver dentro da vontade de Deus, eis uma das facetas importantes a incluir em suas vidas - a santificação, sem a qual nunca poderemos ver o Senhor, Hb 12.14.


O termo santificação é originário da palavra grega "haghiasmos", cujo significado é "deixar de ser terreno, mundano" (ha = não, gheos = terreno, mundano). Paulo, advertiu os cristãos da igreja de Colossos, a que se empenhassem em buscar e pensar nas coisas lá do alto, Cl 3.1-2. Jesus disse que nosso tesouro deve ser acumulado lá no céu, onde não haverá corrosão, nem furto.

Na oração, conhecida como sacerdotal, Jesus afirmou que seus discípulos não são do mundo, assim como Ele não era do mundo e, suplicou ao Pai: santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade, Jo 17.16-17. Somos cidadãos de um Reino que não é deste mundo. Somos cidadãos celestiais.


Santo é um dos atributos divino. E o desafio está lançado: "Assim como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver. Porquanto escrito está: sede santo, porque eu sou santo" (1Pe 1.15-16). O referencial é excelente, portanto basta seguir as pisadas do Mestre. Por coerência, aqueles que servem a Deus procuram se esforçar sempre para andar como Jesus andou, 1Jo 2.6.

A santificação deve ser ampla na vida do cristão: "...todo vosso espírito e alma e corpo sejam conservados irrepreensíveis..." (1Ts 5.23). O verdadeiro cristão possui uma consciência pura para com Deus, e com os homens piedosos. Vive uma vida de consagração responsável, onde não há obrigatoriedade ou imposição de leis por parte de um líder ou autoridade, mas de voluntariedade. Vive de forma a não dar mau testemunho, ou motivos para repreensão.

Meus queridos irmãos, que possamos manejar a Palavra da verdade, com o intuito de aplicá-la em nossas ações e viver diário, porque desta forma vamos purificar nosso caminho e evitaremos pecar contra Deus, Sl 119.9, 11. Para vivenciarmos as promessas divinas, é necessário passarmos por esse processo: "santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós" (Js 3.5). 

Pr.Wanderley da Silva 

terça-feira, 6 de março de 2012

Qual é a vontade de Deus para nós?

É importante que tenhamos uma ideia clara do que Deus quer de cada um de nós. Afinal descobrir a vontade de Deus é algo importante para cada pessoa. Estamos no final de mais um ano e precisamos nos aproximar cada vez mais de Deus. O próprio Jesus afirmou: “a minha comida e a minha bebida é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra” (Jo 4:34). Para ler o restante clique no link http://www.slideshare.net/pastorwanderley1/o-que-deus-quer-de-ns

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Santificação - condição para ser abençoado


SANTIFICAÇÃO

“Dediquem-se completamente a mim e sejam santos, pois eu sou o SENHOR, o Deus de vocês” (Levítico 20:7 NTLH)

 “Porque as Escrituras Sagradas dizem: Sejam santos porque eu sou santo” (1 Pedro 1:16 NTLH)


I - DEUS É SANTO

Deus é santo por natureza o que significa que Ele é justo em caráter e conduta. Assim sendo:
“Ele ama a justiça e o juízo” (Sl 33:5);
“Justiça e juízo formam a base do seu trono” (Sl 89:14).
Aquele que é justo só pode ter comunhão com os que andam na justiça:
“Poderão andar dois juntos se não estiverem de acordo” (Am 3:3).
Deus não suporta o pecado, que é uma perturbação na relação homem e Deus, (Is 59:1-2). Uma vez que todos pecaram é necessário arrependimento, Rm 3:23; At 17:30.
Estar em comunhão com Deus significa vida – o contrário significa morte, Rm 6:23.

II – O HOMEM É PECADOR

O pecado é um distúrbio na relação do homem com Deus. É um desrespeito às leis divinas e afeta a comunhão com Deus, do mesmo modo que uma traição conjugal:
“Mas, como a mulher que trai o marido, assim você me traiu. Sou eu, o SENHOR, quem está falando” (Jeremias 3:20 NTLH).
O pecado é uma barreira que nos separa de Deus e impede de sermos respondidos quando oramos:
“Pois são os pecados de vocês que os separam do seu Deus, são as suas maldades que fazem com que ele se esconda de vocês e não atenda as suas orações” (Isaías 59:2 NTLH).
O pecado é um ataque contra a honra e a santidade de Deus; é uma rebelião contra Deus, pois ao pecar o homem está preferindo sua vontade e não a vontade de Deus.
Mas é bom sabermos que se Deus permitisse que sua honra fosse atacada e não levasse isso em conta Ele deixaria de ser Deus. Sua honra exige satisfação da lei violada. Sua santidade reage contra o pecado.
“Por que será que as pessoas cometem crimes com tanta facilidade? É porque os criminosos não são castigados logo” (Eclesiastes 8:11 NTLH)
A Bíblia afirma que Deus é longânimo para conosco, dando-nos tempo para arrependimento:
“Ou será que você despreza a grande bondade, a tolerância e a paciência de Deus? Você sabe muito bem que ele é bom e que quer fazer com que você mude de vida” (Romanos 2:4 NTLH);
 “O Senhor não demora a fazer o que prometeu, como alguns pensam. Pelo contrário, ele tem paciência com vocês porque não quer que ninguém seja destruído, mas deseja que todos se arrependam dos seus pecados” (2 Pedro 3:9 NTLH).
Mas um dia haverá um acerto de contas. Se existem leis estabelecidas por Deus é porque haverá também ajuste de contas.
“Não se enganem: ninguém zomba de Deus. O que uma pessoa plantar, é isso mesmo que colherá” (Gálatas 6:7 NTLH).

III – O QUE É PECADO?

1.  Errar o alvo
2.  Dívida
3.  Desordem
4.  Desobediência
5.  Transgressão
6.  Queda
7.  Derrota
8.  Impiedade
9.  Erro

IV – CONDIÇÕES PARA O PERDÃO

- Reconhecimento do pecado - “Pois eu conheço bem os meus erros, e o meu pecado está sempre diante de mim. Contra ti eu pequei—somente contra ti—e fiz o que detestas. Tu tens razão quando me julgas e estás certo quando me condenas. De fato, tenho sido mau desde que nasci; tenho sido pecador desde o dia em que fui concebido” (Salmos 51:3-5 NTLH)

- Arrependimento - “No passado Deus não levou em conta essa ignorância. Mas agora ele manda que todas as pessoas, em todos os lugares, se arrependam dos seus pecados” (Atos 17:30 NTLH).

- Confissão - “Mas, se confessarmos os nossos pecados a Deus, ele cumprirá a sua promessa e fará o que é correto: ele perdoará os nossos pecados e nos limpará de toda maldade” (1 João 1:9 NTLH)
“Quem tenta esconder os seus pecados não terá sucesso na vida, mas Deus tem misericórdia de quem confessa os seus pecados e os abandona” (Provérbios 28:13 NTLH).

- Abandono“Jesus disse: Pois eu também não condeno você. Vá e não peque mais!” (João 8:11 NTLH).

CONCLUSÃO: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14 RA).

Alguém afirmou: “Mate o pecado antes que ele te mate”.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Vencendo o espírito de murmuração


VENCENDO O ESPÍRITO DE MURMURAÇÃO
Êxodo 15:23-26

INTRODUÇÃO: Tudo o que nos acontece não pode ser obra do acaso. Somos surpreendidos em nossa vida com coisas agradáveis e desagradáveis. Uma coisa pode ser desagradável, mas necessária; outra pode ser agradável, mas concorrer para o meu mal. Deus quer ter o controle da nossa vida e nos levar à uma terra onde mana leite e mel, isto é, terra abençoada.

TRANSIÇÃO: De acordo com o texto básico o povo estava indo para a terra de Canaã, onde mana leite mel, mas as provas pelas quais passaram revelou que era um povo que esquecia fácil das maravilhas que já haviam experimentado e possuía um caráter murmurador. Se quisermos tomar posse das bênçãos de Deus precisamos vencer o espírito de murmuração.

I - PRECISA MUDAR DE COMPORTAMENTO
·         Mude o seu comportamento diante das situações que trazem uma proposta de dificuldade, tem gente que é reprovado na hora do teste porque têm um comportamento limitado.
·         O comportamento limitado denuncia a deformação no caráter. Quando Deus tirou o seu povo do Egito, havia duas rotas para Canaã, a rota mais curta através da terra dos filisteus, mas passar por esta rota seria necessário guerrear a cada quilômetro que avançassem, Deus viu que o caráter do povo não suportaria ser tratado naquele nível, Êx 13:17.
·         Muitas vezes só conseguimos as coisas pelo modo mais difícil, por culpa nossa mesmo. Tem gente turrona, teimosa e que só reconhece o valor das coisas depois que perde.

II - NÃO GOSTA DE CONFRONTO
·         O caráter do povo era de covarde. O covarde não pode ser exposto ao confronto. Quando alguém não aceita confronto e não quer guerrear por covardia atrasa o relógio de Deus.
·         Existem pessoas que hoje estão casadas, amanhã estão separadas, hoje estão trabalhando, amanhã estão sem emprego – somente porque não aceitam ser confrontados.
·         Os que saem da rota do confronto são os que não aceitam a proposta de mudança de vida. Para mudar de vida tem que guerrear a cada passo, a cada quilômetro.
·         Entre em guerra por você, por sua casa, não se acovarde na hora da batalha, O MEDO ALONGA O DESERTO.
·         Não retroceda diante das lutas. Você vai romper, conquistar sua família, entrar na terra prometida e apresentar o fruto do seu trabalho.
·         Libere a grito da sua alma e declare: EU NÃO SOU UM MURMURADOR! EU SOU GUERREIRO, SOU VALENTE, SOU GADITA! A CADA PASSO AVANÇO PARA A CONQUISTA SOBRENATURAL! 

III - PARALISA A AÇÃO
·         A murmuração ata e impede a ação. Neutraliza e paralisa a fé. Se comprometa em romper. Quando um líder se compromete em romper ele atrai multidões.
·         Quando Deus te revela quem você é, Ele não está querendo que você desista, mas é para que você rompa, e não fique perdendo tempo, Hb 12:5-8.
·         Se o que te impede de romper é o pecado lute, guerreie, jejue e chame a santidade do Senhor sobre a sua vida e Deus se moverá em seu favor; se é a murmuração, chame sobre a sua vida a gratidão, seja o que for você vai vencer e beber o cálice doce da vitória.
·         Não se faz mudanças sem se travar guerra. A estratégia para impedir que o caráter seja curado não é do homem, mas do diabo, Jo 10:10. Na hora da prova não pare, PROSSIGA! O inimigo não te dá desejo para avançar, Jesus te dá este desejo. Receba! Agora!

CONCLUSÃO: O apóstolo Paulo afirmou que “em tudo daí graças, pois esta é a vontade de Deus” (1Ts 5:18). Se optarmos por um caráter aprovado por Deus suas bênçãos serão reais em nossas vidas, Dt 28:1-2.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Verdadeiro Arrependimento


TEXTO: Atos 17:30

INTRODUÇÃO: Um documento para ter valor precisa de carimbo, selo e assinatura do responsável. Não é qualquer papel que serve como prova de algum acordo.

TRANSIÇÃO: O texto básico chama todos a se arrependerem, porque Deus não quer considerar o passado, mas quer mudança de vida. Assim como um documento precisa de algo que o autentique, o arrependimento genuíno traz suas marcas.

TEMA: QUAIS AS MARCAS DO VERDADEIRO ARREPENDIMENTO

1 – HUMILHAÇÃO DIANTE DE DEUS

- “Se o meu povo... se humilhar... e se converter dos maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei seus pecados, sararei a sua terra” (2 Crônicas 7:14);
- Este verso, o mais conhecido do livro de Crônicas, expressa as exigências divinas para se alcançar as bênçãos. Aqueles que crêem devem dar prova de sua total obediência ao Deus Todo Poderoso, livrar-se do ego e centralizar sua vida na Palavra de Deus.
Tiago foi contundente, dizendo: “senti as vossas misérias, lamentai e chorai: converta o vosso riso em pranto, e o vosso gozo em tristeza; humilhai-vos perante o Senhor, e Ele vos exaltará” (4:9-10). Saiba que o salário do pecado é a morte, Rm 6:23.

2 – CONFISSÃO DOS PECADOS

- “Se confessarmos os nossos pecados, Ele (Deus) é fiel e justo, para perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça” (I Jo 1:9).
Confessar é assumir todos os atos cometidos, sentindo pesar e dispondo-se a viver uma nova vida. Jesus dizia aos pecadores em tratamento: “vá e não peques mais para que não te suceda coisa pior”;
O pecador é consciente de seus erros: “porque eu conheço as minhas transgressões e o meu pecado está sempre diante de mim” (Sl 51:3);
O que acontece com aqueles que tentam esconder o pecado: “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Provérbios 28:13 RC).

3 – ABANDONO DOS PECADOS

João Batista exortou os religiosos da sua época: “produzi frutos dignos de arrependimento” (Mt 3:8).
- Este apelo foi anunciado à multidão, Lc 3:37; aos fariseus e saduceus, Mt 3:7; aos publicanos, Lc 3:12; aos soldados, Lc 3:14; João Batista não temia ninguém.
- Observe Lucas 3:11-14 “E respondendo ele disse: quem tiver reparta com quem não tem... a ninguém trateis mal, nem defraudeis... contentai-vos com o vosso soldo”. Nesta exortação vemos a essência do verdadeiro arrependimento:generosidade, honestidade e amor para o próximo.

CONCLUSÃO: Você quer uma vida melhor? Jesus te dá vida abundante. Arrependa-se dos seus pecados, humilhe-se diante de Deus e Ele te exaltará; confesse seus pecados e Ele te perdoará; abandone o teu pecado e serás feliz para sempre.

domingo, 26 de setembro de 2010

Santidade - Necessária e Essencial

Para viver o cristianismo, de acordo com os relatos bíblicos, é necessário uma busca intensa pela santidade pessoal. Santificação nunca foi uma matéria opcional, que um crente pode ou não cursar. Também não é uma especialização exigida de uns poucos cristãos. É algo imprescindível ao cristão. O progresso na santidade é algo absolutamente crucial. Sem à qual ninguém verá o Senhor, Hb 12:14.
O caminho que conduz ao céu passa necessariamente pela santidade. Felizes são os limpos de coração, pois estes verão a Deus, Mt 5:8. O caminho só é estreito devido a santidade. Há um preço a ser pago para que se mantenha uma vida santa. Longe de nós, o pensamento de suplício da carne, com o fim de alcançar um padrão agradável a Deus, mas não podemos negar que é algo sacrificial. O apóstolo Paulo se sacrificava, pois não gostaria de ensinar o caminho aos outros, e ele mesmo ser reprovado, 1 Co 9:27.

Sugiro que leiam o livro As Firmes Resoluções de Jonathan Edwards, da editora Fiel.

sábado, 27 de setembro de 2008

VENCENDO O PECADO

Eu disse: Confessarei as minhas transgressões ao SENHOR, e tu perdoaste a culpa do meu pecado — Salmo 32:5


O poder avassalador do pecado
Pecado é um antigo termo usado no arco e flecha que significa errar o alvo. Qualquer coisa que não seja o centro fixo é pecado. Assim, o pecado em nossa vida não apenas significa roubar, assassinar alguém ou adulterar. É muito mais do que isso. Na verdade, qualquer coisa fora do centro daquilo que é o melhor de Deus e de sua vontade perfeita para nossa vida é pecado. Isso amplia muito a idéia de pecado! Quando não é confessado, o pecado torna-se um tumor sutil — enrolando seus tentáculos em volta de cada parte de nosso ser até ficarmos paralisados. A agonia de seu peso é descrita com precisão na Bíblia pelo rei Davi: Enquanto eu mantinha escondidos os meus pecados, O meu corpo definhava de tanto gemer. Pois dia e noite a tua mão pesava sobre mim; Minhas forças foram-se esgotando como em tempo de seca. Então reconheci diante de ti o meu pecado. E não encobri as minhas culpas. Eu disse: Confessarei as minhas transgressões ao SENHOR, E tu perdoaste a culpa do meu pecado. (Salmo 32:3-5) Quando o pecado não é confessado, uma parede levanta-se entre você e Deus. Mesmo que você deixe de praticá-lo, se esse pecado não foi confessado diante do Senhor, ele ainda pesará sobre você, arrastando-o de volta para o passado que você está tentando deixar para trás. Muitos costumam levar nas costas uma bolsa cheia de falhas tão pesada que mal conseguem se mover. Não percebendo como estão curvados espiritualmente. Quando, então, confessamos os pecados, na verdade, sentimos o peso daquela bolsa sendo aliviado. Todos nós que trazemos feridas emocionais profundas do passado já sofremos de baixa auto-estima, medo e culpa. Mentalmente, nós nos martirizamos, temos a tendência de pensar no pior em se tratando de nossas situações e nos sentimos responsáveis por tudo o que dá errado. É verdade que podemos ter momentos em que nos sentimos culpados por coisas que fizemos, mas não precisamos nos torturar, levando uma vida incessante de culpa. Deus proveu a chave para nos libertar disso: a confissão. Muitas vezes, não conseguimos nos ver como responsáveis por certas ações. Por exemplo, embora não seja sua culpa ser abusado por alguém, sua reação ao abuso agora é de sua responsabilidade. Você pode se sentir justificado em sua raiva ou amargura, mas, mesmo assim, deve confessá-la porque ela frustra o que Deus tem para você. Se não confessar, o peso dessa raiva ou amargura, no final, irá esmagá-lo.


Arrependimento – porta para um novo horizonte Para que a confissão tenha efeito, ela deve ser feita com arrependimento. Arrependimento, literalmente, significa uma mu­dança de opinião. Significa você dar as costas, sair do território do pecado e deci­dir não cometer o mesmo pecado novamente. Significa alinhar seu pensamento corretamente com Deus. É possível confessar sem, de fato, admitir alguma transgressão. Na verdade, podemos simplesmente passar a ser bons em pedir desculpas sem intenção alguma de sermos diferentes. Confissão e arrependimento signi­ficam dizer: "A culpa é minha. Desculpe. Não vou fazer mais isso". Você precisa confessar e se arrepender de todo pecado para que esteja livre de sua escravidão, quer você se sinta mal com ele ou não e quer o reconheça como tal ou não. “Um dia, no consultório de minha conselheira cristã, confessei em oração os dois abortos que fiz, mesmo não tendo idéia, na época, de como o aborto era errado. Sempre via o aborto como um meio de sobrevivência, não como um pecado, mas isso não o torna correto aos olhos de Deus. Li na Bíblia sobre o valor da vida no ventre. Também li: ‘Embora em nada minha consciência me acuse, nem por isso justifico a mim mesmo’ (1 Coríntios 4:4). Não fiquei livre das garras mortais da culpa naqueles abortos até me arrepender e receber o pleno perdão de Deus” (Stormie Omartian). Toda vez que confessar algo, veja se você, honesta e verdadeiramente, não sente mais vontade de fazê-lo. E lembre-se de que Deus "conhece os segredos do coração" (Salmo 44:21). Estar arrependido não necessariamente significa que você nunca mais voltará a cometer o mesmo pecado, mas significa que não pretende cometê-lo novamente. Caso ocorra, confesse-o novamente. Arrependa-se todas as vezes, você estará perdoado e, procure se fortalecer, quebre as pontes que podem te levar novamente ao pecado e, por fim, ficará livre. A Bíblia diz: "Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados, para que venham tempos de descanso da parte do Senhor" (Atos 3:19, 20). Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas! (Salmo 32:1) O diabo tem um gancho preso a você onde houver um pe­cado não-confessado. Recaídas no mesmo pecado não são desculpas para não confessá-lo. Você deve manter sua vida totalmente aberta diante do Senhor se quiser ser libertado da escravidão do pecado. Você não pode ser libertado de algo que não pôs fora de sua vida. Confessar é falar toda a verdade sobre o seu pecado. Renunciar ao pecado é tomar uma posição firme contra ele e remover seu direi­to de permanecer. Uma vez que não somos perfeitos, a confissão e o arrependimento são contínuos. Há sempre novos níveis da vida de Jesus que precisam ser operados em nós. Estamos aquém da glória de Deus em sentidos que ainda nem podemos imaginar. “Se confessarmos os nossos pecados Ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 Jo 1:9).