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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A NECESSIDADE DO ESPÍRITO SANTO

A NECESSIDADE DO ESPÍRITO SANTO

        Não há igreja verdadeira sem a presença e a ação do Espírito Santo. É impossível haver um convertido sequer sem a transformação operada pelo Espírito Santo. Charles Spurgeon dizia que é mais fácil ensinar um leão a ser vegetariano do que converter um coração sem a obra regeneradora do Espírito Santo.
O livro de Atos, nos capítulos 1 e 2 nos fala sobre cinco verdades fundamentais acerca do Espírito Santo.

1.  A promessa do Espírito Santo (Atos 1.4-8)
Jesus determinou os discípulos a não saírem de Jerusalém até que recebessem a promessa do Pai (At 1.4), o batismo com o Espírito Santo (At 1.5). Esse batismo seria também um revestimento de poder (Lc 24.49).
Os discípulos, ainda influenciados por uma visão provinciana e política do reino de Deus, perguntaram a Jesus se seria nessa época que o reino seria restaurado a Israel. Jesus não alimenta as idéias messiânicas distorcidas deles e retoma o tema da promessa do Espírito, dizendo: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8).
Essa promessa que se cumpriu no dia de Pentecostes é a mesma profetiza por Joel (Jl 2.28) e Isaías (Is 44.3-5).

2.  A busca do Espírito Santo (At 1.14)
Os discípulos não aguardaram a promessa do Espírito Santo dormindo ou indiferentes, mas em oração. Os cento e vinte discípulos, entre eles os apóstolos, Maria, bem como seus outros filhos oraram durante dez dias após a ascensão de Cristo. Ao fim desse tempo, o Espírito Santo foi derramado sobre eles.
Essa oração no cenáculo teve três características:
Primeiro, ela foi abrangente: todos eles estavam comprometidos com a busca do Espírito Santo;
Segundo, ela foi perseverante: todos eles perseveram em oração, sem esmorecer;
Terceiro, ela foi unânime, ou seja, todos tinham um só objetivo, uma só motivação, a busca do Espírito Santo.
Houve unanimidade e concordância na oração. Em todos eles havia o mesmo sentimento.

3.  O derramamento do Espírito Santo (At 2.1-4)
No dia do Pentecostes, dez dias depois da ascensão de Cristo e da oração incessante da igreja, o Espírito Santo foi derramado. Todos os discípulos ficaram cheios do Espírito Santo. Aqueles que já tinham o Espírito Santo, pois eram convertidos, agora são cheios do Espírito Santo e revestidos com poder para testemunhar. O Espírito Santo desce sobre eles em línguas como de fogo e como um vento impetuoso e todos começam a falar as grandezas de Deus. Uma multidão se ajunta curiosa e cheia de ceticismo (At 2.12), preconceito (At 2.7) e zombaria (At 2.13). Embora o milagre tenha atraído a multidão, foi a pregação da Palavra que compungiu o coração do povo e naquela manhã cerca de três mil pessoas foram convertidas a Cristo. A partir daí, aqueles que até então estavam trancados com medo dos judeus, são trancados nas prisões por falta de medo. Aqueles que se acovardaram diante dos perigos, agora enfrentam açoites, prisões e até mesmo a morte com galhardia.

4.  A vida cheia do Espírito Santo (At 2.42-47)

Depois que a igreja ficou cheia do Espírito Santo sua vida refletiu isso e o mundo foi impactado. A plenitude do Espírito foi percebida através da firmeza na doutrina dos apóstolos, do engajamento na oração, da comunhão fraternal, da adoração fervorosa e do testemunho irrepreensível. Uma igreja cheia do Espírito tem bom testemunho dos de dentro e também dos de fora. Ela cresce em conhecimento e também em graça. Ela tem a simpatia dos homens e a aprovação de Deus. Ela cresce em santidade e também em números. Ela é embaixadora de Deus na terra e promove festa no céu.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Seja Cheio do Espírito | Artigos | Chamada

Paulo escreveu: “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito”. Por que ele mencionou algo tão ruim quanto a embriaguez juntamente com o nosso dever de sermos cheios do Espírito? Provavelmente porque há algumas semelhanças e diferenças evidentes entre as duas coisas. Primeiro, as semelhanças. Em ambos os casos, a pessoa está sob um controle externo. Na embriaguez, ela está sob o controle da bebida alcoólica chamada, às vezes, de “espíritos”. Ser cheio do Espírito significa que ela está sob o controle do Espírito Santo. Em ambos os casos, é possível saber quem a controla pela forma como anda: o bêbado cambaleia a esmo; a pessoa cheia do Espírito anda separada do pecado e do mundo. Em ambos os casos, é possível saber quem a controla pelo modo como fala: a fala do alcoólatra é enrolada e profana; a fala do crente é edificante e exalta a Cristo.

Leia na íntegra em:
Seja Cheio do Espírito | Artigos | Chamada

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Pastores Morrem Cantando


Bombeiros choram ao ver pastores morrerem cantando.

Dois pastores evangélicos e um motociclista morreram num acidente envolvendo sete veículos, na Rodovia do Contorno, trecho da BR 101 que liga Serra a Cariacica.

Os religiosos pertenciam à Igreja Assembleia de Deus e haviam saído de Alegre, município da Região Sul do Estado, rumo a uma convenção estadual da igreja em Nova Carapina II, na Serra.

Tudo começou quando um caminhão freou por causa do intenso fluxo de carros no sentido Cariacica - Serra. Os veículos que vinham atrás dele frearam também, mas o último caminhão - de uma empresa de cerveja - não conseguiu parar a tempo. Com isso, os veículos que estavam à frente foram prensados uns contra os outros.

Os pastores José Valadão de Souza e Nelson Palmeira dos Santos e o motociclista Jonas Pereira da Silva, 52 anos, morreram no local. O mais comovente do triste episódio, foi o relato dado por 2 pastores sobrevivente, e pelos bombeiros que tentavam tirar os pastores ainda com vida, que estavam presos nas ferragens.

As testemunha citadas acima, contam que os pastores ainda com vida e presos nas ferragens, em meio a um mar de sangue que os envolvia, começaram a cantar o Hino 187 da harpa cristã:

Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Ainda que seja a dor
Que me una a ti,
Sempre hei de suplicar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!...

Aos poucos suas vozes foram silenciando-se para sempre.

As lagrimas tomaram conta dos bombeiros, acostumados a resgatar pessoas em acidentes graves, porem jamais viram alguem morrer cantando um hino; como foi o caso dos pastores Nelson Palmeiras e João Valadão .

quinta-feira, 22 de março de 2012

A Impossibilidade Humana e a Possibilidade Divina

Só Deus Pode Transformar o Homem

O ser humano é incapaz de mudar a si mesmo. Somente o poder de Deus é capaz de transformar o coração e o caráter corrompido do homem. O pecado deixou a humanidade fragilizada e tendenciosa para o mal. Davi afirmou: "Eis que, em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe" (Sl 51.5). Deus falou através do profeta Jeremias: "Pode o etíope mudar a sua pele ou o leopardo as suas pintas? Podereis vós fazer o bem, estando treinados para fazer o mal?" (Jr 13.23) - cabe aqui duas implacáveis respostas "não".

O apóstolo Paulo sabia muito bem do que se trata essa incapacidade: "Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço" (Rm 7.18-19).

Para que possamos experimentar a vontade de Deus, em nossa vida, é necessário uma transformação da nossa mente, Rm 12.2. Precisamos receber um tratamento, que só o Espírito Santo é capaz de fazer, através da aplicação da Palavra de Deus. Temos que passar a possuir a mente de Cristo, 1Co 2.16. Somos advertidos a pensar nas coisas lá do alto, Cl 3.2. Jesus falou sobre acumularmos tesouro nos céus, Mt 6.19-20. Tudo isso mostra que para termos vitória é necessário uma relação íntima e um sério compromisso com o Reino celestial.

Deus enviou Seu filho unigênito com o firme propósito de resgatar cada pessoa que nele crer, a fim de que passe a viver em uma nova dimensão de vida - somente arraigados e fundamentados nele será possível produzir frutos dignos de arrependimento; o Espírito Santo operará livremente no coração, levando cada um a produzir o fruto do Espírito - amor, gozo, paz, longanimidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.

Uma pessoa em seu estado natural, nunca conseguirá entender e praticar os princípios sadios de uma vida digna de Deus. Para que seja vivenciado esses princípios é necessário "nascer do Espírito". Quando alguém tentar mudar a si mesmo o que ocorrerá é esgotamento e frustração. Religiosidade vazia não opera vida, apenas hipocrisia. Para que haja transformação é necessário abrir os ouvidos às Palavras de Deus, bem como, o coração para que o Espírito possa promover uma justa operação. "Recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda Judéia, Samaria e até os confins da terra" (At 1.8).

Jesus transformou a vida de publicano, chamado Zaqueu, de um cidadão gadareno, que vivia atormentado pelo maligno, de uma mulher samaritana da cidade de Sicar, de Saulo de Tarso, aquele que era feroz perseguidor da igreja e tantos outros. Pode perfeitamente transformar qualquer coração maldoso, pois o convite ainda está aberto: "Vinde a mim, todos vós que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei; tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração..." (Mt 11.28-30). Abra seu coração para Jesus pois Ele afirmou: "Sem mim, nada podeis fazer" (Jo 15.5).
Deus te abençoe!

segunda-feira, 19 de março de 2012

Urgente: Avivamento Pessoal


A Falta de Avivamento Pessoal
por
Richard Baxter
Eu não sei o que os outros pensam, mas da minha parte, me envergonho de minha ignorância, e me admiro de mim mesmo, porque não tenho tratado as almas dos outros e da minha como almas que esperam o grande dia do Senhor; e porque tenho espaço para quase qualquer outros pensamentos e palavras; e porque tais assuntos assombrosos não tomam completamente minha mente. Admiro-me de como posso pregar sobre isto desapaixonadamente e descuidadamente; e como posso deixar os homens sozinhos em seus pecados; e como não vou atrás deles, rogando-lhes, pelo amor do Senhor, que se arrependam, não importa a forma que recebam a mensagem, e qual seja a pena e dor que custem a mim.
Muito poucas vezes saio do púlpito sem que minha consciência me golpeie por não ter sido mais fervoroso e sério. Ela não me acusa tanto pela falta de ornamentos e elegância, nem por deixar passar uma palavra errada; mas me pergunta “Como você pode falar de vida e da morte com um coração assim? Como pode pregar sobre o céu e o inferno de uma forma tão relaxada e descuidada? Crê no que disse? Leva a sério ou embroma? Como pode dizer às pessoas que o pecado é algo assim, e que tanta miséria está sobre elas e diante delas, e não ser mais afetado com isto? Você não deveria chorar sobre pessoas assim, e não deveriam tuas lágrimas interromper suas palavras? Você não deveria clamar em alta voz, e mostrar a eles suas transgressões, e implorar a eles e rogá-los como uma questão de vida e morte?
E, por mim mesmo, como estou envergonhado do meu coração descuidado e torpe, e do meu modo de vida inútil e lento, assim como, o Senhor sabe, estou envergonhado de cada sermão que tenho pregado; quando penso sobre o que estou falando, e quem me enviou, e que a condenação e salvação dos homens é completamente relacionada nEle, estou preste a tremer por temor de que Deus me julgará como um mau administrador de Suas verdades e das almas dos homens, e imagino que no meu melhor sermão eu seja culpado pelo sangue deles. Penso que não devemos falar qualquer palavra aos homens, em assuntos de tamanhas conseqüências, sem lágrimas ou com a maior seriedade que possamos alcançar; já que somos tão culpados do pecado que reprovamos, deveria ser dessa forma.
Verdadeiramente, este é o tinir da consciência que soa em meus ouvidos, e apesar disso, minha alma sonolenta não quer ser despertada. Oh! Que coisa é um coração endurecido e insensível. Oh, Senhor, salva-nos da praga da infidelidade e da dureza de coração de nós mesmos! Como poderíamos ser instrumentos aptos para salvar os outros do erro? Oh, faz em nossas almas aquilo que Tu nos usaria para fazer nas almas dos outros.

Sem Luta Não Há Vitória


LUTA, SE QUERES VIVER 

Que esperais encontrar na estrada da vida cristã? Flores? Glória? Honra? Riqueza? Bem estar? Acaso pensais que, na frente de batalha há perene alegria e banquetes sem fim? Não sabeis que os cristãos são soldados do Senhor, e que como soldados tem que lutar para viver? 
Quem vos apontou este mundo como recanto de paz? Se ainda não percebestes a vossa condição despertai e vede que estais em pleno campo de luta espiritual, onde se fere a gigantesca batalha entre as forças do mal e os exércitos do Senhor, e que a única alternativa é lutar a tempo e fora de tempo para alcançar a coroa da vida. 
Lutar para viver, aceitar o desafio com altivez e enfrentar os perigos da jornada foi a tarefa imposta à Igreja do Senhor em todos os tempos. Lembrai-vos de que o povo de Deus nos primeiros séculos teve as catacumbas por moradas, a fim de poder sobreviver. Aceitou o desafio dos inimigos, não capitulou ao primeiro decreto de um rei ímpio.  
Guardou a fé.  Preferiu carregar a cruz da perseguição a fazer negócios de Judas. Escolheu a senda espinhosa e agreste do desprezo, a um conluio ímpio e satânico. Corajosamente atirou-se à luta para vencer e, vencendo, viveu. 
Acaso o Evangelho não declara quão grandes são os perigos, as desvantagens materiais e os sofrimentos a que estão expostos os seguidores de Jesus? Que prometeu Jesus aos discípulos que desejassem segui-lo? Acenou-lhes com vantagens ou apontou-lhes a cruz? 
Percorrei a história da verdadeira Igreja e vereis, a cada passo, que os santos jamais tiveram tréguas prolongadas. O mundo, o Diabo e a carne jamais oferecem armistício aos salvos. Entrai nas Catacumbas e tereis uma visão clara do que foi a tremenda batalha da fé; parai diante dos sarcófagos e sentireis que ali repousam heróis que lutaram e venceram; sentai-vos nas salas subterrâneas em que se reunia esse povo e respirareis santidade que ficou por herança. Se tocardes qualquer objeto que haja pertencido a esses heróis, sentir-vos-eis inspirados a imitá-los, a lutar para viver como cristãos dignos da vocação que recebestes. 
Mas não foi somente nos dias da primitiva Igreja que a fé brilhou, valorosa e robusta, impondo admiração ante as ameaças dos poderes apóstatas! 
Ao tempo da Reforma, quando um gesto ou uma palavra a favor do verdadeiro Cristianismo representava ser encarcerado, condenado à morte, desterrado, ou ser destituído de cargos de confiança, tratando-se de governadores de Estados, Condados ou Províncias, nesse período, Deus também teve testemunhas que não dobraram seus joelhos diante de Baal. 
Entre os muitos casos em que a fé agigantou-se, brilhou e ateou fogo nos corações, citemos apenas como se portaram alguns Príncipes cristãos: O imperador Carlos V dominava a Alemanha e grande parte da Europa, e era por todos temido e obedecido, pois linha o apoio do papa. 
Vários Príncipes alemães haviam abraçado a Reforma, creram na pureza do Evangelho e na suficiência de Cristo como Salvador. Isto não agradava ao imperador e seus aliados, que tudo fazia para impedir a luz do Evangelho. Certo dia o imperador recebeu os Príncipes protestantes numa conferência particular e pediu-lhes que impusessem silêncio aos capelães evangélicos que celebravam cultos públicos. Dentre os Príncipes, levantou-se o velho Mal-grave de Brandenburg que avançou alguns passos para o imperador, e num gesto que denotava disposição e energia, levou as mãos ao pescoço, e, inclinando-se, disse: "Era mais fácil a minha cabeça rolar aos pés de Vossa Majestade do que eu privar-me da Palavra de Deus e negar a meu Senhor". 
Imaginai o efeito que tiveram estas palavras diante do imperador e de outros Príncipes. Conclui quanta coragem o Espírito Santo dá ao coração que se dispõe a lutar pelo céu. Homens desta tempera que amam a Deus mais do que a própria vida, que não se acomodam ante os interesses nem se acobardam diante dos, poderosos, são os que lutam e vencem. Qualquer que não colocar sua vida no altar do sacrifício e da renúncia, para ser oferecida, se necessário for, não alcançará as píncaros alcandorados da graça, onde se preparam os guerreiros que lutam para viver e vencer. 
A Reforma deu-nos grande número desses homens. Pena é que a sua história não seja conhecida em todo o mundo evangélico, pois são páginas de heroísmo que arrebatam e atos de amor que sensibilizam. Outro Príncipe contemporâneo da Reforma, o Eleitor da Saxônia, o qual abraçou a fé evangélica, foi aconselhado a não assinar a Confissão, para evitar atritos e desgostos aos amigos. Porém o nobre Príncipe, foi nobre também na resposta, quando afirmou: "Estou disposto a fazer o que for justo, sem me importar com a minha coroa. 
Estou decidido a adorar, a honrar e a servir ao Senhor. Para mim, o Senhor vale mais do que todas as coroas da Europa. Deixarei atrás de mim, talvez, ondas de minha humanidade, porém uma coisa é certa:  A 
graça «de Jesus Cristo me levará ao céu." 
Quando a vida espiritual está em contato com Deus e luta com Deus e para Deus, não há inimigos fortes. Até os demônios fogem espavoridos, ante a decisão da alma que prometeu fidelidade a Jeová. O que acima escrevemos sobre a decisão nobre e corajosa do Eleitor da Saxônia, foi completada pela seguinte declaração, ao assinar o documento, quando afirmou perante todos: "Vou assinar este documento na presença dos representantes do Império. Se meu Deus requer isto de mim, estou disposto a deixar tudo para alcançar uma coroa imortal. Renunciaria a meus súditos e perderia meu Estado; preferia ganhar a vida limpando sapatos de estranhos a deixar de assinar este documento que contém os fundamentos da salvação para todos". 
Qual o inimigo que não vacila e não teme ante declaração tão positiva é tão enfática de lutar confiado em Quem fez vitoriosas os santos quando enfrentaram as feras, os reis, os tiranos e os demônios? Mais um fato para tornar ainda mais claro o assunto: todos os estudiosos sabem como os Huguenotes (o povo evangélico) foram tratados na França e não desconhecem a culminância da perseguição, na célebre noite de São Bartolomeu quando, no dizer de Sully, primeiro ministro de Henrique IV, foram massacrados, só em Paris, cerca de 70 mil protestantes. 
Quando a conspiração havia alcançado o clímax, sendo já público e notório que o povo de Deus estava à mercê de um governo de homens ímpios, o Almirante Colingy, líder dos protestantes, foi convidado a ir à Côrte. 
Seus amigos rogaram-lhe que não fosse, pois ir, equivalia a entregar-se às mãos dos inimigos. Mas Coligny tinha consigo o Deus de Jacó e assim respondeu: "Prefiro morrer mil vezes a, por urna indevida solicitude pela minha vida, dar ocasião a que se avente uma suspeita em todo o reino''. 
Com caracteres deste quilate, Deus pode fazer muito sobre a terra; com homens armados com esta fé, o cristianismo será honrado. Com soldados como este, o inferno tem muito a perder e o céu muito a ganhar. 

terça-feira, 13 de março de 2012

Vivendo de maneira sábia


Há tempo para todo propósito. Se queres ter uma vida de proveito e de sucesso verdadeiro e consistente, é necessário que aprendas a contar seus dias de maneira sábia. Lembrem-se do propósito básico da vida de vocês, e quando estiverem se preparando para trabalhar ou realizar atividade neste mundo, que a inscrição santos para o Senhor esteja gravada no coração de vocês em tudo o que fizerem.
Não realizem nenhuma atividade que não possam considerar agradável a Deus, e que não possam verdadeiramente afirmar que Deus a aprova. Não façam nada neste mundo com nenhum outro propósito que não agradar a Deus, glorificá-lO e gozá-lO. O que quer que fizerdes, fazei tudo para a glória de Deus (1 Co.10:31). Clique no link e leia esta importante mensagem:


http://www.monergismo.com/textos/vida_piedosa/passar_dia_com_deus.htm

segunda-feira, 12 de março de 2012

Segunda Rede de Mulheres de 2012


Baralho - pecado ou diversão?

Este artigo não é meu, mas é interessante:

Jogar Baralho é Pecado?



Resposta:

       Eu não aconselharia o jogo de cartas como um passatempo saudável para o verdadeiro cristão. Nos meus tempos de ignorância, eu e minha mulher éramos viciados nesse jogo, mesmo sem ser a dinheiro. O jogo vicia. A pessoa fica escrava dele. Não pode passar um fim de semana sem jogar. Só pensa em chegar a hora do carteado, das conversas tolas, muitas delas conversas ímpias, mexericos, bisbilhotices. Então é prejudicial. No jogo há mentiras, blefe, disputa acirrada. Perde-se muito tempo com isso. Tempo que deveria ser usado para ler a Bíblia, pregar o Evangelho, orar, conversar com os filhos, etc. No jogo há cobiça, vontade de vencer mais e mais:
"Então a cobiça, depois de haver concebido, dá luz ao pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte". (Tiago 1.15).

       Meditemos se Jesus aprovaria o jogo de cartas; se Ele convidaria os Doze para um carteado, com a desculpa de que ninguém é de ferro. A resposta é não, não aprovaria. As cartas de baralho estão ligadas ao ocultismo. Veja-se o caso da cartomancia – adivinhação por meio de baralho. A cigana prevê o futuro através das cartas. Observem uma das possíveis origens do baralho:
       “Se, por um lado, não há consenso a respeito destas datas, por um outro lado não há muita dúvida sobre o passado religioso ou adivinhatório das cartas. O antigo baralho indiano, por exemplo, tinha dez naipes, cada um representando uma das dez encarnações da entidade Vishnu. Essa ligação com o sobrenatural também fica clara quando surgem alguns dados históricos. Catherine P. Hargrave, que em 1930 publicou sua História do Jogo de Cartas, diz que no século XIV, os soldados sarracenos introduziram no sul da Itália um jogo de baralho chamado "naib" - que em hebreu quer dizer"feitiçaria" - e que pode também ter sido a origem da palavra "naipe" em português e espanhol’

       De um site esotérico, copiei o seguinte: “Pouca gente sabe, mas o baralho comum utilizado para jogos como canastra, bridge, buraco, truco e tantos outros se presta também à prática divinatória, conhecida como cartomancia”. Portanto, as cartas de baralho são instrumentos usados pelo diabo para o trabalho de adivinhação. Por todo o tempo, enquanto jogamos, estamos tentando adivinhar o jogo do parceiro; derrubar o adversário de qualquer modo, ainda que com a mentira, o embuste, o blefe, a dissimulação. E quando o jogo envolve pessoas ímpias, pior ainda. Cristãos e ímpios não devem ter qual tipo de íntima comunhão. No jogo, se estabelece uma cumplicidade com o parceiro, pois um jamais revela o “roubo” do outro. A Bíblia adverte:
“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas” (2 Co 6.14).

       “As cartas foram criadas no ano de 1392, para uso pessoal do rei Carlos da França, quando este sofria debilidade mental. O criador das cartas era um homem degenerado e mau, que escarnecia de Deus e de seus mandamentos. Para sua criação maligna ele escolheu figuras bíblicas: o rei representa o diabo, a dama representa Maria, a mãe do Senhor. Assim de modo blasfêmico, fez de nosso Senhor Jesus Cristo um filho de Satanás com Maria. Copas e ases representam o sangue de Jesus, o valete (resisto em escrevê-lo) o próprio Senhor. Paus e outros símbolos representam a perseguição e destruição de todos os santos. Seu desprezo pelos dez mandamentos foi expresso pelo número dez das suas cartas. Quem conhece esta origem diabólica do jogo de cartas, compreende também as conseqüências diabólicas. Nenhum jogador de cartas lembra da realidade do diabo e dos demônios, que estão no fundo desse jogo”.
       Não tenho dúvida de que o jogo de baralho e a respectiva escravidão que ele produz fazem parte das “obras da carne”. Mas
“os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências” (Gl 5.24).


Autor:  Pr Airton Evangelista da Costa

quinta-feira, 8 de março de 2012

O Medo Neutraliza Os Valores

O medo é o maior inimigo da franqueza. Por causa do medo, muitos cristãos acabam sendo seduzidos pela opinião dos outros, em vez de seguir sua própria consciência. Deus chamou cada um para desenvolver talentos e dons, no sentido de ampliar seu Reino e promover a sua glória. É necessário que a igreja seja corajosa, pois do contrário a tentação para negociar os princípios divinos será grande. A Palavra de Deus afirma várias vezes que "o justo viverá da fé" (Hc 2.4; Rm 1.17; Gl 3.11). Na epístola aos Hebreus há um adicional: "Mas o meu justo viverá da fé. Se recuar, a minha alma não se agradará dele" (Hb 10.38).
Todos aqueles que professam a fé em Jesus precisam estar cientes que nenhum preço é demasiado alto em se tratando da causa de Cristo. O salmista declarou num dos mais apreciados e belos salmos: "Quando eu tiver de andar pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; tua vara e teu cajado me tranquilizam" (Sl 23.4).
Para quem conhece os personagens bíblicos que se destacaram, notará que o maior obstáculo que tiveram de vencer para alcançar sucesso em sua jornada foi o medo. O medo cega, paralisa, bloqueia, enfraquece e frustra. Não viva pelo medo, mas pela fé. Encare as dificuldades e seja cabeça e não cauda. Deus te chamou para mostrar a luz e não para ficar no anonimato. Somos constituídos como luzeiros no mundo. Seja diferente, mostra seu potencial, não se iguale à maioria, seja anormal e faça o sobrenatural acontecer em nome de Jesus.


Aos que desejam superar o medo e vencer quero lhes indicar um livro, que está no link a seguir:
http://www.gatosabido.com.br/ebook-download/154823/cardozo-julio-voce-nao-tem-de-ceder!.html 

terça-feira, 6 de março de 2012

Não Basta Ser Religioso - Adore Verdadeiramente


ALEGRANDO-SE NA CASA DO SENHOR
Salmos 122:1


Introdução: Uma das expressões mais visíveis de alegria é o riso! Hoje em dia a própria ciência reconhece que o riso é terapêutico (terapia do riso). A Bíblia já dizia: “...o coração alegre serve de bom remédio, mas o espírito abatido virá a secar os ossos... (Pv 17:22).
Os meios de comunicação investem pesado no humor, com o propósito de distrair as pessoas e, com isto, atrair audiência. É uma alegria passageira.

Transição: o texto básico nos fala de uma alegria diferente; uma felicidade que deve invadir nossos corações em pensarmos: “Vamos à Igreja”.


1.      POR QUÊ MUITOS NÃO SE ALEGRAM?

a) Uns estão fora de sintonia – veja que é irritante um rádio ou uma T.V. fora de sintonia. Você só ouve chiado, não consegue discernir as cores e nem o que está sendo dito.
Fora de sintonia não conseguimos ouvir a voz de Deus!  Jó 34:2,3 ...o ouvido prova as palavras como o paladar experimenta a comida...– quando o ouvido não ouve é como gripado que não sente paladar!
Por três vezes Deus falou com Samuel e somente na 4ª vez ele percebeu que era Deus falando! I Sm 3:10

b)     Outros estão com o coração em outro lugar - Mt 6:21...porque onde estiver vosso tesouro, aí estará o vosso coração...
Muitos estão somente fisicamente, mas o coração está longe:está no futebol, nas dívidas, no serviço. Quando vamos à igreja temos que nos desligar de tudo o mais, Mt 6:33.
Lembrai-vos da mulher de Ló, Lc 17:32.  Seu coração estava em Sodoma e ao sair olhou para trás e se tornou imprestável ( uma estátua de sal).
Onde está seu coração meu irmão?

c)     Outros estão vivendo deliberadamente no pecado - Is 30:9,10 “...dizei-nos coisas aprazíveis e vede para nós enganos...”
Estes são os que acham que o pastor é muito duro, porque vive pregando contra o pecado! Acham que o pregador deveria ser mais Light, menos radical! Isto já diziam do discurso de Jesus: “..duro é este discurso...quem o pode ouvir?” Jo 6:60
Quantos gente carnal! Não querem mudança de vida! Querem cristianismo de conveniência!


2.      O QUE FAZER PARA RECUPERAR A ALEGRIA?

a)     Temos que desejar estar na casa de Deus - “...assim como o cervo brama pelas águas, minha alma suspira por Ti, ó Deus...” (Sl 42:1).
O cervo procura as águas para despistar o inimigo que sente o seu cheiro e para saciar a sede. Da mesma forma, a Igreja é nosso refúgio onde somos acolhidos e instruídos. O inimigo não tem poder sobre uma vida que é fiel a Deus e também nas reuniões da igreja.

b)     Temos que valorizar estar na casa de Deus - “...bem aventurados os olhos que vêem o que vós vedes...muitos profetas e reis desejaram ver o que vedes e ouvir o que ouvis...” (Lc 10:23,24).
Quantos queriam ter o privilégio que temos: uma dinâmica de pregação clara e instrutiva; liberdade de celebrar a Deus com excelentes músicas; cultos onde saímos edificados e alimentados emocional e espiritualmente! “...vem dias que enviarei fome...fome de ouvir a Palavra do Senhor...” Am 8:11

c)     Reconheça teus pecados e confesse-os - “...tem misericórdia de mim... purifica-me... lava-me.... torna a dar-me a alegria ” Sl 51:1,7,12
O problema não está no pastor, no ministério de louvor, na liturgia e muito menos em Deus. O problema está em você! Diz a Palavra: “...isto é enfermidade minha...” Salmos 77:10

Conclusão: Tiremos a cera dos ouvidos. Coloquemos a vida em ordem com Deus. Deus está falando! Você não está ouvindo! Tenha hoje a mesma disposição de Samuel: “Fala Senhor... pois o teu servo ouve!” Só assim a alegria do Senhor será a tua força.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O grande diferencial na igreja

O Espírito Santo faz a diferença

"Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e poder, o qual andou por toda a parte fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com Ele" (Atos 10:38).


O Espírito Santo foi enviado para ficar com a Igreja. Ele não vem visitar, mas morar. Muitos cristãos, até bem intencionados, mas inconscientes, oram nos cultos ou reuniões pedindo ao Espírito Santo para os visitarem. Pergunto: Como convidar para nos visitar aquele que já mora em nosso coração? Somos o templo do Espírito, portanto, devemos atentar para isso. Por outro lado é possível frequentar uma igreja, cantar, contribuir e participar da Santa ceia sem estar devidamente envolvido com o Espírito Santo. Isso é muito triste, porque é o Espírito quem mantem a igreja firme no cumprimento de sua missão.


Uma igreja sem o Espírito Santo pode ser comparada a:

Um cadáver - tem forma, mas não manifesta vida;
Um deserto - árido, estéril, horripilante, desequilibrado: dia muito quente, noite muito fria;
Um rio sem água - não serve para nada;
Um carro sem combustível - não adianta insistir, não vai de jeito nenhum;
Uma lâmpada queimada - deve deixar a vaga para outra;
Um vale de ossos secos - só possui história, mas está totalmente ineficaz.

Uma igreja com o Espírito Santo é comparada a:

Um exército bem equipado - nunca é surpreendido pelos inimigos, porque está sempre alerta;
Uma fornalha acesa - só permanece o fiel, o que usa de engano desaparece;
Uma águia - voa majestosamente e com firmeza, interessa-se pelo que está no alto;
Um rio de água viva - proporciona refrigério e vive sempre se renovando;
Uma noiva - bela, perfumada e atraente.

João 7:37-38 mostra como receber o Espírito Santo: "Quem crê em mim como diz a Escritura do seu interior fluirá rios de água viva. E isto dizia Ele do Espírito Santo que haveria de receber todos os que cressem nele"

Efésios 5:18 dá-nos a diretriz para uma vida cristã segura: "não vos embriagueis com vinho, no qual há contenda, mas enchei-vos do Espírito".

Atos 1:8 mostra o segredo da obra missionária da igreja: "Recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda Judeia e Samaria, e até os confins da terra".

O Espírito Santo é fogo que aquece, purifica, alastra, clareia, dá consistência, produz energia, queima.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Não basta conquistar - manter é necessário


CUIDANDO DAS COISAS QUE CONQUISTAMOS
Hebreus 12:15-17

INTRODUÇÃO: Quem luta e batalha por uma conquista precisa ter a consciência que precisa cuidar do que recebeu ou conquistou. Por exemplo: você luta para adquirir um veículo, mas depois precisa cuidar para não estragar ou ser roubado. Assim é com as bênçãos espirituais que recebemos de Deus.

TRANSIÇÃO: O texto diz que eu não posso permitir que ninguém venha me privar da graça de Deus. Nem que dentro de mim brote raiz de amargura para trazer perturbação e malefícios. Há no texto o exemplo de Esaú que por cobiça, necessidade pessoal (fome) e impaciência trocou sua bênção por um prato de sopa. Depois se arrependeu do negócio, mas já era tarde e nem com muito choro conseguiu de volta.

I – SENDO CONSCIENTE DOS PERIGOS
- De ser assaltado – não se esqueça que estamos no mundo e este jaz no maligno, 1 Jo 5:19; o maligno está rugindo como um leão querendo nos tragar, 1 Pe 5:8-9; o maligno vem para roubar, matar e destruir, Jo 10:10.
- De ser iludido – Mateus 24:4 Jesus respondeu: “Cuidado, que ninguém os engane”. O diabo nos tentará seduzir, mas temos que permanecer firmes, 2 Tm 3:14 – “Quanto a você, porém, permaneça nas coisas que aprendeu e das quais tem convicção, pois você sabe de quem o aprendeu”.
- De tropeçar – 1 Co 10:12 – “Aquele, pois, que pensa estar em pé, cuida para que não caia”. Salmo 20:7, 8 – “Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus. Eles se encurvam e caem, mas nós nos levantamos e estamos de pé”.

II – MANTENDO UM MURO DE PROTEÇÃO
- Deus é o melhor refúgio – 2 Sm 22:32-34 “Pois quem é Deus, senão o SENHOR? E quem é rochedo, senão o nosso Deus? Deus é a minha fortaleza e a minha força e ele perfeitamente desembaraça o meu caminho.  Ele deu a meus pés a ligeireza das corças e me firmou nas minhas alturas”.
- Faça alianças de comunhão – Ec 4:9-12 “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho.  Porque se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante.  Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará?  Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade”.
- Vigie as portas e janelas – Mt 26:41 “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”.

III – DANDO O REAL VALOR
- Tudo o que conquistamos tem um preço – muitos pagaram o preço junto com você para que a bênção viesse: jejum, oração, horas de trabalho, muito esforço e investimento financeiro. Não volte atrás, mas avance.
- O que recebi é um meio de chegar a outras conquistas – o poder de Deus é ilimitado. Ele tem muito mais para você: “Invoca-me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes” (Jeremias 33:3).
- O desprezo às bênçãos pode custar muito caro – se você receber algo e desprezar, quando for buscar de volta poderá ser muito mais difícil. Em 1 Tm 4:14 diz: “Não te faças negligente para com o dom que há em ti, o qual te foi concedido mediante profecia, com a imposição das mãos do presbitério”.

CONCLUSÃO: “Não temas o pavor repentino, nem a arremetida dos perversos, quando vier. Porque o SENHOR será a tua segurança e guardará os teus pés de serem presos” (Provérbios 3:25-26 RA).

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Comportamento diante das dificuldades


O QUE NÃO FAZER EM TEMPOS DE DIFICULDADES
2 Co 4:8-9

INTRODUÇÃO: A vida é composta de lutas e vitórias. Jesus disse que “no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo…” (Jo 16:33). Deus não nos priva das lutas, mas nos capacita para vencermos, portanto é necessário que aprendamos como nos comportar diante das dificuldades. Hoje vamos estudar sobre o que não devemos fazer em momentos de lutas e batalhas:

1) NÃO DESISTIR

Jó amaldiçoou o dia em que nasceu. Ele disse: “Por que não morri eu na madre? Por que não expirei ao sair dela?” (3:11). Geralmente é esse o nosso sentimento quando a vida desaba inesperadamente. Mas Jó nunca desistiu. Tiago falou da perseverança de Jó: “Tendes ouvido da paciência de Jó…” (Tg 5:11). Embora ele tenha murmurado e questionado Deus, ele jamais repudiou a Deus.
Observemos a atitude com a qual Paulo enfrentava as dificuldades: “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos” (2 Co 4:8, 9). Paulo estava pronto para estar onde Deus quisesse e fazer o que Deus quisesse. Ele disse aos irmãos de Filipos que era difícil para ele optar por viver e  trabalhar para o Senhor na terra ou partir para estar com Ele no céu (Fl 1:21–24). Não seria  ele que tomaria essa decisão; ele estava pronto para aceitar a decisão de Deus para a sua vida. Essa declaração tem mais significado ainda quando recordamos que Paulo estava preso no momento em que a escreveu.

2) NÃO OLHAR PARA TRÁS

Jó desejava voltar “aos velhos e bons tempos” (veja 29:2). Quando estamos numa fase de luta, não nos faz bem desejar que nossa situação seja como era antes. Podemos refletir, se for necessário. Não há nada de mal em nostalgias; mas se tentarmos reviver dias que já se foram, ficaremos decepcionados. O mesmo Deus que  trouxe os “velhos e bons  tempos” pode  trazer
“novos e bons tempos”. Mais uma vez a atitude de Paulo é útil a nós: “Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma  coisa  faço:  esquecendo-me das coisas que para  trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fl 3:13, 14).
De nada vale desejar os dias mais radiantes que já se passaram. Ontem não  está  ao nosso alcance mais do que o primeiro dia que Deus criou. Em vez de agir assim, olhemos para os dias radiantes que virão pela frente!

3) NÃO SENTIR PENA DE SI MESMO

O fardo de Jó foi tão grande que ele o descreveu como sendo mais pesado que  a  areia do mar (6:2, 3). Jó sentiu pena de si mesmo. A ironia da autopiedade é que quando você sente pena de si mesmo, você é o único a ter esse sentimento! Ninguém sentiu pena de Jó, exceto ele mesmo. Seus três amigos não  tiveram pena dele, embora ele tivesse implorado a eles: “Compadecei-vos de mim, amigos meus, compadecei-vos de mim, porque a mão de Deus me atingiu” (19:21). A esposa de Jó não foi nenhum consolo para ele.
Moisés sentiu pena de si mesmo quando ficou encolerizado com as reclamações dos israelitas. Ele não conseguia entender por que Deus lhe dera tamanho fardo. Em certa ocasião, ele perguntou a Deus: “Concebi eu, porventura, todo este povo? Dei-o eu à luz, para que me digas: Leva-o ao teu colo, como a ama leva a criança que mama…” (Nm 11:12–15). Ele pediu que Deus o deixasse morrer porque ele não podia mais suportar o fardo de toda aquela gente sozinho. Deus resolveu o problema de Moisés. Ele também resolveu o problema de Jó. Às vezes, podemos pensar que Deus está contra nós, mas Ele está trabalhando pelo nosso bem a todo tempo.

4) NÃO CULPAR OS OUTROS

As táticas de auto justificação são tão antigas quanto o Jardim do Éden. Quando Deus confrontou Adão  e Eva devido ao pecado que cometeram, Adão culpou Eva e Deus. Ele disse: “A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi” (Gênesis 3:12). Eva culpou a serpente, dizendo: “A serpente me enganou, e eu comi” (Gênesis 3:13).
Jó procurou alguém em quem pôr a culpa pelas suas aflições. Ele não acreditava que fosse ele o responsável. Ele não poderia pensar em ninguém mais a quem atribuir suas aflições, por isso ele questionou a Deus. Caçar um bode expiatório não resolve os nossos problemas. Enquanto Satanás puder nos manter à procura  do  responsável, ele poderá nos impedir de resolver nossos problemas.

CONCLUSÃO: Uma mulher observava uma borboleta tentando sair de seu casulo no peitoril de sua janela. Durante dias a borboleta ficou lutando para passar por um pequeno orifício na extremidade do casulo. Primeiro saiu a cabeça, depois a parte superior do corpo e depois as asas. A mulher não gostou de ver a borboleta lutando e se espremendo para passar a parte inferior do corpo por aquele pequeno orifício. Então, ela  concluiu que a borboleta precisava de ajuda, e abriu o buraco até a borboleta sair dali com facilidade. Para sua surpresa, a parte inferior do corpo ficou tão inchada, que o pobre inseto não conseguiu voar. A borboleta morreu ali mesmo, no peitoril da janela. A mulher não sabia que estava privando a borboleta de uma luta que ela precisava enfrentar para sobreviver. Essa luta teria reduzido o  tamanho da parte inferior do seu corpo e teria fortalecido suas asas. Rm 8:28 declara: “E sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”.

Superstição - um engano


SUPERSTIÇÃO - UM ENGANO DIANTE DA FÉ

Jeremias 10:1-16

Introdução: Vivemos em um mundo cheio de superstições. Não são poucas as crenças e praticas que confirmam esta realidade. As pessoas para tentarem ser felizes ou serem prosperas apelam para vários amuletos como: pé de coelho, figa, fita do Sr. Bonfim, trevo quatro folhas etc. ouros veneram os seus ídolos como se pudessem fazer algo em seu favor: santinhos e santinhas, gnomos, duendes, anjo da guarda, tomam parte ativa na vida das pessoas. Outros procuram pisar com o pé direito para não dar azar, não passar debaixo de uma escada, evitar cruzar com gato preto numa sexta feira 13, colocar vassoura (de cabeça para baixo atrás da porta para espantar visitas), só usar cores que atraem influencia positiva. Outros consultam os adivinhos, astrólogos, enganadores que através de cartas, búzios, astros e sessões fazem as suas previsões e conseguem enganar muita gente.
É preciso salientar que há diferenças substanciais e inconfundíveis entre Fé e Superstição.

I - A VERDADEIRA FÉ NÃO DEPENDE DE NENHUM ARTIFÍCIO, Sl 115:4-7
As pessoas supersticiosas sempre dependerão de artifícios. É necessário verificar que as pessoas mudam constantemente de opinião quanto aos objetos de suas superstições. Com o passar dos tempos mudam-se os hábitos e praticas; e alguns amuletos e objetos “sagrados” são substituídos pôr outros. A superstição segue modismo, interesse comercial, exploração financeira, etc. Por exemplo: atualmente por causa da Nova Era, as ênfases recaem sobre gnomos, duendes, cristais, astros, anjos, etc.
Como modismo muitos substituem os “santos” de sua devoção pelos novos “deuses” e o pior é que muita gente diz que isto é fé, esquecendo-se de que diferentemente da verdadeira fé, os supersticiosos demonstram insegurança, temor, preocupação.
Neste aspecto é importante perguntar: “O que é fé?” A resposta a esta pergunta é fundamental para compreender as diferenças existentes entre fé e superstição. Hebreus 11:1 afirma: “A Fé é a certeza das cousas que se esperam, a convicção dos fatos que não se vêem”. Fé é certeza, não crendice. Fé é convicção, não artifícios.
Não há possibilidades de se representar a fé pôr intermédio de quaisquer idealizações ou símbolos produzidos pela fértil imaginação humana.

II - A VERDADEIRA FÉ NÃO PERMITE PRATICAS IDÓLATRAS, Mt 4:10
Os amuletos e artifícios, estragam, enferrujam, se perdem ou apodrecem com o passar do tempo. Uma fé baseada em superstições ou representações falsas, mesmo em objetos considerados “sagrados”, produzidos pela imaginação humana, se constitui em pratica idolatra totalmente contraria a vontade de Deus.
A verdadeira fé desafia a pessoa a buscar o verdadeiro Deus e não objetos que estimulam a idolatria, que é condenado pelo mandamento bíblico: “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma...” (Êx 20:3-4).
Nas Escrituras Sagradas, a interessante narrativa da construção do bezerro de ouro em pleno deserto, quando o povo impaciente transforma os seus adereços em um “deus”, que passa a ocupar o lugar do verdadeiro Deus (Êxodo 32) é um exemplo concreto da crendice do povo, que assimilou a idolatria do Egito. A justiça de Deus pune os idolatras com a aplicação da pena de morte, preservando lições inesquecíveis e necessárias para o povo de Deus em todas as épocas. É importante lembrar que nada pode ser adorado ou venerado no lugar do Senhor.
A verdadeira fé ultrapassa os limites do tempo. A verdadeira fé enxerga não só aqui e agora, mas também a eternidade. Os supersticiosos possuem uma visão curta bastante limitada, pois se encontram preocupados apenas com o presente, esquecendo-se que a vida continua mesmo depois da morte e é indispensável garanti-la através de Jesus, único Senhor e Salvador.

III - A VERDADEIRA FÉ NÃO SE ENFRAQUECE DIANTE DAS ADVERSIDADES, Fl 4:13
As superstições demonstram fraqueza, medo e insegurança, ou seja, de falta de fé Quando alguém se firma em alguma das muitas crendices dos nossos dias está dizendo que não possui a verdadeira fé, que necessita ver para crer. A ordem é crer para ver.
Quem confia em objetos, astros ou fenômenos naturais, demonstram total ignorância à Palavra de Deus. O texto de Jeremias 10 mostra o contraste existente entre “fé e idolatria”, alistando as atitudes das pessoas que praticam religião, mas de forma contraria à vontade de Deus. Passam-se os séculos e os supersticiosos continuam com as mesmas fraquezas.
Enquanto não conhecem o caminho verdadeiro, as pessoas tentarão compensar as suas carências religiosas em outras praticas, dentre elas crendices e superstições. No entanto, “Quem confia no Senhor, aprende também a descansar nEle” (Sl 37:3-7).
A verdadeira fé não se mistura com superstições. As manifestações religiosas tem crescido, mas por outro lado, o que se percebe é o esfriamento da fé. Daí a importância da pergunta de Jesus: “Quando vier o Filho do Homem, achará porventura fé na terra” (Lc 18:8). Os cristãos verdadeiros cultivam a fé, longe das crendices e superstições.

CONCLUSÃO: A verdadeira fé ultrapassa os limites do tempo, pois além de suportar as situações mais adversas, garante a eternidade. A verdadeira fé enxerga não apenas o “aqui agora”, mas também o “além e a eternidade”, 1 Jo 5:4-5.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Vivendo acima das circunstâncias


VIVENDO ACIMA DAS CIRCUNSTÂNCIAS
Rm 8:31-39

INTRODUÇÃO: Fomos chamados para viver acima das circunstâncias e ter os nossos olhos no Senhor. As Escrituras Sagradas nos dizem que Satanás veio para roubar, matar e destruir, Jo 10:10. Jesus Cristo, por sua vez, veio para nos dar vida e vida com abundância. Precisamos no ano novo demonstrar o crescimento que as dificuldades nos ensinaram no transcorrer deste ano.

TRANSIÇÃO: O texto básico diz que em Deus somos mais que vencedores e seguros. O vs. 37 afirma: que “em todas as coisas somos mais que vencedores”. Isto é, se estivermos em Jesus. Para viver acima das circunstâncias é necessário que você:

I – TENHA ESPERANÇA EM DEUS
·        O ser humano tem mais facilidade para confiar naquilo que se acha bem diante dos seus olhos, ao alcance de sua mão. Todavia qualquer um dos seres ou objetos em que nos apoiamos pode falhar, demonstrando assim que não era digno da confiança que depositamos nele. O único em quem podemos confiar totalmente, em cuja Palavra podemos nos apoiar é Deus. Só ele nos concede a verdadeira segurança e sensação de felicidade. É o que vemos em Provérbios 16.20: “O que confia no Senhor, esse é feliz”. E o profeta Isaías (30.18b) revela: “Porque o Senhor é Deus de justiça; bem-aventurados todos os que nele esperam”.
·        As promessas de Deus se cumprem: “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?” (Nm 23:19).
·        A Palavra de Deus é permanente: “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão” (Mt 24:35).

II - CAMINHE SEMPRE PELA FÉ
·        Nossas ações revelam nossas convicções: “todavia, o meu justo viverá pela fé; e: Se retroceder, nele não se compraz a minha alma. Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma” (Hb 10:38-39).
·        A fé cresce em quatro situações: quando é alimentada, quando é acionada, quando é provada, e quando é premiada com a resposta de Deus.
·        Infelizmente, nem sempre alimentamos a fé como deveríamos, e nem sempre a acionamos. Por isso Deus a põe à prova, pois "a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma" (Tiago 1.3,4 - NVI).

III – ENTENDA QUE AS AFLIÇÕES SÃO TEMPORÁRIAS
·        “O justo passa por muitas adversidades, mas o Senhor o livra de todas” (Salmo 34.19 - NVI).
·        controle que Jesus exerceu sobre o vento e sobre as ondas transformou o medo dos discípulos em espantosa admiração. Nós também experimentaremos admiração semelhante no meio das maiores dificuldades que enfrentarmos - se permanecermos firmes até a resposta chegar.
·        “Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas” (2 Co 4:16-18).

CONCLUSÃO: Viver acima das adversidades não significa “negar” a existência delas. Significa, isso sim, não deixar que elas se tornem o fator determinante de nossa vida. Aliás, o que é a realidade? Só Deus constitui uma realidade concreta; só ele é imutável. Tudo o mais muda, inclusive as situações da vida.