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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Batalhando Vitoriosamente pela Fé

COMO BATALHAR VITORIOSAMENTE PELA FÉ?
Judas 3

INTRODUÇÃO: Deus quer que você e eu sejamos vitoriosos. O diabo quer ver-nos caídos, derrotados. Cabe a você e eu escolhermos: queremos a vitória ou a derrota? Não decidir por algo nobre é o mesmo que entregar-se ao efêmero. Deixar-se levar pela derrota é mais fácil do que lutar pela vitória. Viver e caminhar de modo vitorioso não ocorre de modo automático, nem se trata de um passe de mágica, ou por acaso. É necessário que creiamos e tomemos  posse com entusiasmo, porque Jesus já abriu a porta da vitória para nós no mundo espiritual. Viver na derrota compromete o nosso testemunho. Viver vitoriosamente dá ânimo e incentivo a outras pessoas de nosso convívio. Para vivermos vitoriosamente não é impossível, basta que observemos alguns princípios.

TRANSIÇÃO: O texto básico mostra-nos o cuidado de Judas, irmão do Senhor, para com um sério problema, chamado de apostasia. Apostasia é o abandono da fé, incuindo o desprezo e jogar fora tudo que conquistamos. Isso seria muito evidente no fim dos tempos. Ele convoca e adverte a todos que se posicionem e batalhem pela fé que uma vez foi dada aos cristãos.
Convém que nos levantemos e posicionemos zelando pela fé e pelos princípios de vitória estabelecidos por Deus.

I) SENDO CONSCIENTES DO PECADO QUE QUER NOS COMPROMETER, Hebreus 12:1
O pecado é uma abertura para entrada de maldições.
a) Moisés, por um momento, perdeu essa consciência e isso lhe custou a perda de entrar na terra prometida, Números 20:7-13; Deuteronômio 3:23-15.
b) Saul, rei de Israel, foi rejeitado por Deus pelomesmo motivo, 1 Samuel 15:1-3, 11, 13-23.
c) Davi, famoso rei de Israel, foi severamente advertido pelo profeta Natã, 2 Samuel 11:1-5, 15-27.
Se tivermos essa consciência, seremos conduzidos a uma santidade sempre crescente.

2) SENDO CONSCIENTES DO INIMIGO QUE QUER NOS ENGANAR, 1 Pedro 5:8-9
O diabo possui seus ardis, procurando a todo tempo enganar e seduzir-nos para que afastemos do altar de Deus.
a) O inimigo usou a boca de Pedro, quando estava diante de Jesus, Mateus 16:20-23;
b) O inimigo tentou enganar Paulo, Atos 16:16-19;
c) O inimigo se transfigura em anjo de luz, Lucas 10:18; 2 Coríntios 11:14;
d) O inimigo encheu o coração de Ananias e Safira, Atos 5:3.
Essa consciência nos levará a sujeitarmos a Deus e resistirmos o diabo, Tiago 4:7.

3) SENDO CONSCIENTE DO ALVO, QUE DEVE SER NOBRE, Hebreus 12:1-2
Quem não tem consciência do que quer alcançar e onde quer chegar nunca conseguirá.
a) Daniel foi vencedor porque tinha o alvo de manter-se puro, Daniel 1:8; 6:7-10;
b) Os três jovens hebreus, mesmo diante da fornalha ardente, mantinham-se no alvo da fidelidade, Daniel 3:14-15, 24-26;
c) Paulo tinha o alvo firme de cumprir o ministério recebido do Senhor, Atos 20:24; Filipenses 3:12-14; 2 Timóteo 4:7-8;
Essa consciência levar-nos-á a uma vida de objetivos definidos.

CONCLUSÃO: Deus jamais deixou de recompensar aqueles que batalham de forma honrosa e alcançam a vitória. Todo bom soldado tem sua recompensa, 2 Timóteo 4:4-8; Hebreus 6:10; 11:6;
Só receberá o trofeu, aqueles que vencerem. Por isso, esteja ciente do pecado: evite-o, confesse-o, morra para ele; esteja ciente do inimigo: sujeite-se a Deus, resista o diabo e mentenha uma vida de vigilância; esteja ciente do alvo: saiba o que você quer e lute para conseguir, seja decisivo e determinado.
Leiamos Hebreus 10:38-39.

quarta-feira, 6 de março de 2013

HISTÓRIA EMOCIONANTE


Voltando da Guerra

Esta história é sobre um soldado que finalmente estava voltando para casa depois de ter lutado no Vietnã.
Ele ligou para seus pais quando chegou em São Francisco:
- Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, eu tenho um favor a pedir. Eu tenho um amigo que gostaria de trazer comigo.
- Claro! Nós adoraríamos conhecê-lo !!!
- Há algo que vocês precisam saber - continuou o filho
- Ele foi terrivelmente ferido na luta; pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. Não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco.
- Eu sinto muito em ouvir isso filho, nós talvez possamos encontrar um lugar para ele morar.
- Não, eu quero que ele venha morar conosco.
- Filho, você não sabe o que está pedindo. Alguém com tanta dificuldade seria um grande fardo para nós. Nós temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira em nosso modo de viver. Acho que você deveria voltar para casa e esquecer este rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo. Neste momento o filho bateu o telefone. Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele. Alguns dias depois, eles receberam um telefonema da polícia de São Francisco. O filho havia morrido, depois de ter caído de um prédio.
A polícia acreditava em suicídio.
Os pais angustiados voaram para São Francisco e foram levados para o necrotério a fim de identificar o corpo do filho.
Eles o reconheceram, mas, para o seu horror, descobriram que o filho deles tinha apenas um braço e uma perna.


Os pais, nesta história são como muitos de nós.

Achamos fácil amar aqueles que são bonitos ou divertidos, mas, não gostamos das pessoas que nos incomodam ou nos fazem sentir desconfortáveis.
De preferência, ficamos longe delas e de outras que não são saudáveis, bonitas ou espertas como nós.

Precisamos aceitar as pessoas como elas são, e ajudar a todos a compreender aqueles que são diferentes de nós.

Há um milagre chamado AMIZADE, que mora em nosso coração.

Você não sabe como ele acontece ou quando surge.

Mas, você sabe que este sentimento especial aflora e percebe que a Amizade é o presente mais precioso de Deus.

Amigos nos fazem sorrir e nos encorajam para o sucesso.
Nos emprestam um ouvido, compartilham uma palavra de incentivo e estão sempre com o coração aberto...

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Propósito do Sofrimento


POR QUE DEUS PERMITE O SOFRIMENTO?
2 Co 12:7-10
Paulo possuía um “espinho na carne”. No grego espinho é “skolops” que significa “algo pontudo” semelhante a uma estaca para empalação (Suplício que consistia em espetar o condenado em uma estaca, deixando-o assim até morrer) ou um espinho aguçado para espetar.  Com certeza, o que Paulo quis dizer é que possuía  em sua vida algo que causava dor visando um propósito definido – conservá-lo humilde, v. 7.
O sofrimento do servo de Deus nunca é em vão. Podemos ver três propósitos:
1)     Provar para fortalecer, 1 Pe 1:7
O sofrimento ajuda os cristãos a ficarem mais fortes. Jó era um homem devoto, mas pela aflição ele “cresceu” e se tornou um servo de Deus mais forte e mais humilde. Assim como o ouro é purificado ao passar pelo fogo, assim um cristão é purificado e fortalecido quando passa pela aflição (1 Pedro 1:6-9). O que sai da fornalha é melhor do que o que nela entrou. Esse sofrimento, então, não é porque temos errado, mas porque podemos fazer melhor.

2)     Revelar a verdadeira identidade, Dt 8:2
Somente diante das adversidades é que podemos dar prova de nossa verdadeira identidade. É muito fácil amar quem me ama, perdoar quem me perdoa, ser bom com quem me favorece, mas dessa forma não se prova o caráter.  Jesus disse“que galardão tereis se amarem apenas os que vos amam, não fazem os publicanos também o mesmo?”. Deus conduziu o povo pelo deserto para ver o que havia em seu coração. Assim como dizem: “quem é rei não perde a majestade”, da mesma forma o cristão é fiel, ainda que as circunstâncias não lhe favoreçam.

3)     Castigar para que haja correção, Hb 12:5-7
A dor é uma grande ferramenta de ensino. Hebreus 12 revela que Deus disciplina os filhos que ele ama. Pais terrenos também disciplinam seus filhos porque os amam e querem exercitá-los no caminho certo. Em vez de nos ressentirmos contra a disciplina de Deus, devemos apreciar que ele tenha bastante cuidado para conosco a ponto de nos corrigir. “Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça” (Hebreus 12:11). O salmista reconheceu o valor do sofrimento em sua própria vida: “Antes de ser afligido, andava errado, mas agora guardo a tua palavra… Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos” (Salmo 119:67,71).
No caso de Paulo é chamado de “mensageiro de Satanás”. Isto pode ser uma fraqueza ou deficiência física provocada pelo poder satânico, mas com permissão de Deus.
Este espinho veio por vontade divina, e não era removido pela intensidade das orações, v. 8.
O propósito desse mal era trazer alguns ensinos para Paulo e para nós, vejamos:
1)     A graça de Deus é plenamente suficiente ao servo de Deus;
2)     A força divina só é plenamente percebida na fraqueza humana;
3)     O servo de Deus deve se gloriar na fraqueza humana para que o poder de Deus possa descer sobre ele;
4)     Quando somos fracos em nós mesmos, somos forte em Cristo.
Nós vamos sofrer nesta vida. Pessoas que dizem que os filhos de Deus não sofrem são falsos mestres, que não conhecem ou não aceitam a Palavra do Senhor. Jó perdeu tudo. Jeremias foi preso. João Batista foi decapitado. Jesus foi crucificado. Estevão foi apedrejado. Paulo sofreu naufrágio e prisões. Segundo a história Pedro foi crucificado de cabeça para baixo. Você, também, vai sofrer. Os problemas da vida não sugerem falta de fé, e não são provas de algum terrível pecado na sua vida. Às vezes, as provações vêm como disciplina de Deus (Hebreus 12:6-13); às vezes, não. Mas sempre são oportunidades para crescer (Tiago 1:2-4), e convites para adorar a Deus (Tiago 5:13; Jó 1:20).

quinta-feira, 14 de junho de 2012

O Espírito dos Vencedores


O ESPÍRITO DOS VENCEDORES
Is 40:30-31

INTRODUÇÃO: Quem deseja ser um vencedor? Vencedor nos estudos, trabalho, casamento, na criação dos filhos, em meio as tentações, em meio as drogas? Os livros mais vendidos hoje são os chamados livros de “Auto-Ajuda”. São aqueles que prometem desvendar os segredos do sucesso. Muitos estudos já foram desenvolvidos e várias teses defendidas tentando revelar o segredo do sucesso. Muitos livros biográficos são escritos sobre a vida de pessoas de sucesso, de vencedores. Mas tudo isso não passa de análise humana. Hoje vamos analisar o espírito dos vencedores, dos homens de sucesso da Bíblia e desvendar os segredos que os fizeram vencedores. Vamos analisar o espírito dos vencedores baseado naquilo que nos ensinou e nos revelou o próprio criador dos vencedores – Deus. Você sabia que todos nós fomos criados por Deus para Vencer? Deus não fez ninguém para ser derrotado. Eu quero falar para vencedores, para aqueles que estão na rota do sucesso, para aqueles que desejam ser vitoriosos.

TRANSIÇÃO: O texto básico afirma que aqueles que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias, correrão e não se cansarão, caminharão e não se fatigarão. Então se somos vencedores e almejamos conquistas cada vez maiores é necessário que esperemos em Deus. Só assim, poderemos triunfar. Só que espera em Deus tem o espírito dos vencedores:

I - UM VENCEDOR ENFRENTA AS ADVERSIDADES DE CABEÇA ERGUIDA

O sol nasce para todos: “O sol nasce sobre maus e bons...” (Mt 5:45). A Adversidade pode bater à sua porta, mas não se preocupe, você é vencedor. A grande questão é como você vai enfrentá-la. Como um vencedor ou como um perdedor? • Para o perdedor: está tudo acabado; desisto; chegou meu limite; esse problema é insolúvel; já vi que não dá para mim; estou derrotado! • O Vencedor diz: ainda dá para recuperar; ainda dá para reconstruir; vou continuar; vou buscar forças em Deus, vou superar e conquistar, Isaías 40:31. Vamos dizer em alto e bom som: vou lutar e vou vencer. Não sei como, mas Deus vai dar um jeito; Não cheguei até aqui para perder! Exemplo de perseverança, de garra: • Lars Grael perdeu a perna e vai voltar a concorrer num barco. Eis um Vencedor. Não se aposentou por causa de um problema, mas avançou. • O patriarca Jó perdeu tudo o que possuía, até mesmo a saúde, Jó 13:13-15. Veja o que ele afirmou: “... ainda que me mate, NELE esperarei”. Ele esperou em Deus para mudar a sua sorte. E Deus mudou: Jó 42:10 e 12. Depois dessa experiência, ele agradeceu a Deus porque agora passou a conhecê-lo face a face, Jó 42:5! • O Salmista chegou a dizer (SL 119:67 e 71): “Foi-me bom ter sido afligido...”! O homem, a mulher e o jovem de sucesso tira vantagens até das adversidades. Como você enfrenta as adversidades? Elas poderão tentar atravessar o seu caminho, mas não se esqueça que você é vencedor. Veja o que Paulo disse em Rm 8:35-39.

II- UM VENCEDOR ENFRENTANDO APARENTES FRACASSOS 

Davi enfrentou grandes fracassos: • Vida Espiritual: caiu em pecado, adulterou, matou covardemente, mas vejamos como age um vencedor: SL 51:1-4 e 11-12. Você já caiu na sua vida espiritual? Então prepare-se para se levantar. • Vida Familiar: fracassou como pai, esposo (deixou sua mulher Mical), mas Deus o levantou e o colocou na árvore genealógica do Rei Jesus! • Vida Profissional: fracassou como rei, cometeu erros, abandonou seu posto fugindo do seu filho Absalão; mandou contar os filhos de Israel sem aprovação de Deus; mas Deus o trouxe de volta ao trono. Você já enfrentou fracassos na sua vida, no seu trabalho, na sua vida profissional ou sentimental? Sabe qual é o segredo? I Reis 2:1-3. Abraão Lincoln enfrentou 28 anos de sucessivos fracassos para finalmente obter sucesso, quando em 1860 tornou-se presidente dos EUA e ainda não teve um presidente melhor do que ele nos Estados Unidos. Os aparentes fracassos na vida de um vencedor são apenas experiências acumuladas para a vitória que está por vir. Veja o que Paulo disse: I Co 15:57 e II Co 2:14. Tem alguém aqui que já fracassou? Ou que está se sentindo fracassado? “Deus vai fazê-lo um vencedor! Não desista”.

III- UM VENCEDOR ENFRENTANDO MOMENTOS DE DESÂNIMO 

Uma das histórias mais belas de vitória, de coragem e de determinação em nome de Deus é a do profeta Elias (I Reis 18): Elias se apresenta a Acabe e lança-lhe uma palavra desafiadora, I Reis 18:17-19; Ele escarnece e derrotou os profetas de Baal, mas ao vir Jezabel, sabem o que ele fez? Fugiu (I Reis 19:4). Você, jovem vencedor, já enfrentou uma situação de medo? Você já sentiu desânimo na sua vida? Já pensou desistir do casamento, do seu trabalho, desistir de evangelizar, desistir de orar? Até mesmo desistir da vida? Pois o vencedor Elias pensou em desistir até da vida! Elias se colocou diante do Senhor quando enfrentou o medo (espírito de medo) que o levou a uma profunda depressão e quase o matou. Mas alguém com o espírito vencedor ninguém consegue derrotá-lo! Deus não trata vencedores como “coitadinhos, como uma mãe superprotetora que vai brigar pelo filho, que faz denguinho. Deus disse a Elias: levanta-te e come. Deus perguntou: Que fazes aqui? Depois Deus lhe Fala: Vem cá fora. E mais uma vez: Vai, Volta... (I Reis 19:15). Deus recuperou o ânimo de Elias, concedendo-lhe uma experiência sobrenatural, I Reis 19:11-15. “Só os vencedores crêem no sobrenatural de Deus, os derrotados duvidam do Poder de Deus”. Elias obedeceu a Deus. Só os vencedores obedecem a voz de Deus, I Reis 19:11 e 15: “Vem cá Fora! Vai, Volta”. E Elias Obedeceu.

CONCLUSÃO: O sucesso só depende de você! O sucesso depende de cada um de nós! O sucesso nos é oferecido por Deus! É pegar ou largar! Não existe sucesso sem Deus! “Pois que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua vida ou alma?” (Mt 16:26). O Sucesso começa entregando a nossa vida totalmente nas mãos de Jesus. O Sucesso começa quando reconhecemos e declaramos que precisamos de Deus sempre. Ministração preparada para o II Acampajovem da IPR de São José-SC Pastor Wanderley da Silva

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Batalha Espiritual - não ignore essa realidade


A Legítima Postura de Um Guerreiro Espiritual

“Depois de uma inspeção, eu disse aos nobres, aos oficiais e ao restante do povo: Não os temais! Lembrai-vos do Senhor, grande e temível, e lutai por vossos irmãos, vossos filhos e filhas, vossas mulheres e vossas casas” (Neemias 4:14).

Introdução:
O mundo é um campo de batalhas. Somos desafiados todos os dias. O apóstolo Paulo declarou que “somos entregues à morte todo dia”, isto é, estamos sempre pisando em campo minado. Jesus falou sobre aflições; Paulo sobre tribulações; Pedro sobre dias difíceis; Judas advertiu a igreja a “batalhar pela fé dada aos santos”. Não é possível que um cristão fique se fazendo de vítima, quando há muito que precisa ser feito e conquistado. Muitos vivem distraídos com os cuidados do mundo e se omitem de guerrear com determinação. Se te mostrares um cristão frouxo, no dia da adversidade procurarás e não acharas força para se manter em pé. O diabo, terrível adversário, anda de olho nos cristãos, para encontrar um meio de derrotá-los.

Para poder triunfar é preciso seguir os passos bíblicos daqueles que já deram mostras de superação. Na Bíblia, tudo quanto foi escrito é para o nosso ensino. Neemias foi um grande líder que soube conduzir o povo à uma obra bem sucedida. Não escapava ninguém – nobres, oficiais e todo o povo – todos deveriam pegar as armas e trabalharem na reconstrução, mas com a consciência de que estavam numa batalha. Na reconstrução de Jerusalém, empenhou forças e conscientizou o seu povo sobre a realidade enfrentada naqueles dias, um tanto quanto intimidadora, perseguidora, com forte tentativa de que houvesse abandono. No entanto, ele foi firme e orientou o povo a batalhar com a postura de um legítimo guerreiro. Eis o que pediu ao povo:

1) Não se intimidar diante dos inimigos e suas ameaças
“... não os temais”
O medo é um bloqueador, um paralisador, um limitador de potenciais. O maior responsável pelas derrotas e fracassos do ser humano. "Nenhuma batalha jamais foi ganha sem o poder do entusiasmo" (John Lord O Brian).
Uma das estratégias do inimigo é gritar mais alto, falar em tom mais austero, com o fim de intimidar. Não olhe para suas ameaças... nem para sua cara feia... seja firme diante de qualquer inimigo, resista com firmeza e ele vai começar a recuar. Siga a orientação de Tiago:“Sujeitai-vos, pois a Deus, resisti ao diabo e ele fugirá de vós” (Tg 4.7), bem como, de Pedro: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge, procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé (1Pe 5.8-9).
Não podemos ignorar o fato de Satanás, quando vê que a intimidação, a força ou a ameaça não resolve, procura se transfigurar em “anjo de luz” para poder seduzir um cristão, 1Co 11.14. Normalmente, Satanás começa a derrotar um cristão pelo seu pensamento, que sendo alimentado gerará uma atitude, onde se cairá no colo dele. A partir daí, o poço passa a ser de uma profundidade inimaginável. Paulo falou para o cristão vestir toda a armadura de Deus, para ficar firme contra as astutas ciladas (trapaça, engano, isca) do diabo, Ef 6.11. Vemos que o casal Ananias e Safira foram vítimas da astúcia de Satanás. Estavam fazendo algo bom – ofertar – mas, interiormente, estavam dominados pelo engano e o resultado foi a morte, At 5.1-11.
Não subestime o inimigo, mas também não supervalorize. Longe de nós cometer um desses erros: achar que tudo é o diabo (tirando do homem a responsabilidade), ou achar que nada é ele (atribuir tudo ao humanismo).
Jesus falou enfaticamente “vigiai e orai para que não entreis em tentação” (Mt 26.41).

2) Considerar e confiar no Poderoso Deus
“... lembrai-vos do Senhor, grande e temível”
Para que se tenha vitória em meio a uma batalha, é preciso manter uma boa relação com Deus. Busque-o em oração e se empenhe para estar sendo por Ele fortalecido. Alguém afirmou que “Quanto mais suor exalar no treinamento, menos sangue será derramado no campo de batalha”. Com isso, quero dizer que as batalhas serão superadas, conforme a força que receberes através da oração. Quanto mais lágrimas derramares no altar, maior serão as manifestações de seu poder na batalha.
Quando o apóstolo Paulo falou sobre a batalha espiritual, sua palavra inicial foi fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder, revesti-vos de toda a armadura de Deus... (Ef 6.10). Uma expressão evidente no Antigo Testamento é “Senhor dos exércitos”, um dos nomes pelo qual Deus é revelado ao seu povo. Isso mostra sua soberania e seu total poder sobre seus inimigos. Diante disso, Ele afirmou: “não temas, porque eu sou contigo; não te assombres porque eu sou teu Deus; eu te esforço e te ajudo e te sustento com a minha destra fiel” (Is 41.10).
O apóstolo João nos assegura uma vida vitoriosa: “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não está no pecado; aquele que nasceu de Deus o protege, e o Maligno não o atinge” (1 João 5:18). Seja fiel a Deus, Ele é Poderoso para guardar seus filhos.

3) Não ser egoísta na peleja ignorando seus companheiros
“... lutai por vossos irmãos, vossos filhos e filhas, vossas mulheres e vossas casas
Na batalha espiritual não vale o dito popular: “cada um pra si, Deus por todos”. Se é bom e suave que os irmãos vivam em união, Sl 133.1, o mesmo deve ser aplicado quando se trata de momentos de provações, tribulações e guerra espiritual. A Palavra diz que “na angústia é que nasce o irmão”.
Longe de nós sermos contagiados pela “síndrome de Caim”, ficar revoltado com o irmão a ponto de eliminá-lo de sua convivência. Pode-se eliminar alguém da sua lista, mas nunca da sua consciência. Quando Deus perguntou a Caim sobre seu irmão, ele respondeu grosseiramente: “sou eu guardador de meu irmão?”
A vida de comunhão pode ser benéfica, pois “melhor e serem dois do que um”. Um pode perseguir mil, dois perseguirão dez mil. Necessitamos batalhar de forma a pensar em nossos irmãos, irmãs, família, casa, etc

Conclusão: Vamos engajar nesse exército com a certeza de que nossa força vem de Deus. Não podemos viver acuados com medo do inimigo, mas mostrar-nos forte, por que em Deus faremos proezas, Ele calcará aos nossos pés os nossos inimigos. “Pelejarão contra ti, mas não prevalecerão contra ti” é o que nos garante o Senhor.


Pr.Wanderley da Silva - ministração na IPR em São José, 22.04.2012.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Sem Luta Não Há Vitória


LUTA, SE QUERES VIVER 

Que esperais encontrar na estrada da vida cristã? Flores? Glória? Honra? Riqueza? Bem estar? Acaso pensais que, na frente de batalha há perene alegria e banquetes sem fim? Não sabeis que os cristãos são soldados do Senhor, e que como soldados tem que lutar para viver? 
Quem vos apontou este mundo como recanto de paz? Se ainda não percebestes a vossa condição despertai e vede que estais em pleno campo de luta espiritual, onde se fere a gigantesca batalha entre as forças do mal e os exércitos do Senhor, e que a única alternativa é lutar a tempo e fora de tempo para alcançar a coroa da vida. 
Lutar para viver, aceitar o desafio com altivez e enfrentar os perigos da jornada foi a tarefa imposta à Igreja do Senhor em todos os tempos. Lembrai-vos de que o povo de Deus nos primeiros séculos teve as catacumbas por moradas, a fim de poder sobreviver. Aceitou o desafio dos inimigos, não capitulou ao primeiro decreto de um rei ímpio.  
Guardou a fé.  Preferiu carregar a cruz da perseguição a fazer negócios de Judas. Escolheu a senda espinhosa e agreste do desprezo, a um conluio ímpio e satânico. Corajosamente atirou-se à luta para vencer e, vencendo, viveu. 
Acaso o Evangelho não declara quão grandes são os perigos, as desvantagens materiais e os sofrimentos a que estão expostos os seguidores de Jesus? Que prometeu Jesus aos discípulos que desejassem segui-lo? Acenou-lhes com vantagens ou apontou-lhes a cruz? 
Percorrei a história da verdadeira Igreja e vereis, a cada passo, que os santos jamais tiveram tréguas prolongadas. O mundo, o Diabo e a carne jamais oferecem armistício aos salvos. Entrai nas Catacumbas e tereis uma visão clara do que foi a tremenda batalha da fé; parai diante dos sarcófagos e sentireis que ali repousam heróis que lutaram e venceram; sentai-vos nas salas subterrâneas em que se reunia esse povo e respirareis santidade que ficou por herança. Se tocardes qualquer objeto que haja pertencido a esses heróis, sentir-vos-eis inspirados a imitá-los, a lutar para viver como cristãos dignos da vocação que recebestes. 
Mas não foi somente nos dias da primitiva Igreja que a fé brilhou, valorosa e robusta, impondo admiração ante as ameaças dos poderes apóstatas! 
Ao tempo da Reforma, quando um gesto ou uma palavra a favor do verdadeiro Cristianismo representava ser encarcerado, condenado à morte, desterrado, ou ser destituído de cargos de confiança, tratando-se de governadores de Estados, Condados ou Províncias, nesse período, Deus também teve testemunhas que não dobraram seus joelhos diante de Baal. 
Entre os muitos casos em que a fé agigantou-se, brilhou e ateou fogo nos corações, citemos apenas como se portaram alguns Príncipes cristãos: O imperador Carlos V dominava a Alemanha e grande parte da Europa, e era por todos temido e obedecido, pois linha o apoio do papa. 
Vários Príncipes alemães haviam abraçado a Reforma, creram na pureza do Evangelho e na suficiência de Cristo como Salvador. Isto não agradava ao imperador e seus aliados, que tudo fazia para impedir a luz do Evangelho. Certo dia o imperador recebeu os Príncipes protestantes numa conferência particular e pediu-lhes que impusessem silêncio aos capelães evangélicos que celebravam cultos públicos. Dentre os Príncipes, levantou-se o velho Mal-grave de Brandenburg que avançou alguns passos para o imperador, e num gesto que denotava disposição e energia, levou as mãos ao pescoço, e, inclinando-se, disse: "Era mais fácil a minha cabeça rolar aos pés de Vossa Majestade do que eu privar-me da Palavra de Deus e negar a meu Senhor". 
Imaginai o efeito que tiveram estas palavras diante do imperador e de outros Príncipes. Conclui quanta coragem o Espírito Santo dá ao coração que se dispõe a lutar pelo céu. Homens desta tempera que amam a Deus mais do que a própria vida, que não se acomodam ante os interesses nem se acobardam diante dos, poderosos, são os que lutam e vencem. Qualquer que não colocar sua vida no altar do sacrifício e da renúncia, para ser oferecida, se necessário for, não alcançará as píncaros alcandorados da graça, onde se preparam os guerreiros que lutam para viver e vencer. 
A Reforma deu-nos grande número desses homens. Pena é que a sua história não seja conhecida em todo o mundo evangélico, pois são páginas de heroísmo que arrebatam e atos de amor que sensibilizam. Outro Príncipe contemporâneo da Reforma, o Eleitor da Saxônia, o qual abraçou a fé evangélica, foi aconselhado a não assinar a Confissão, para evitar atritos e desgostos aos amigos. Porém o nobre Príncipe, foi nobre também na resposta, quando afirmou: "Estou disposto a fazer o que for justo, sem me importar com a minha coroa. 
Estou decidido a adorar, a honrar e a servir ao Senhor. Para mim, o Senhor vale mais do que todas as coroas da Europa. Deixarei atrás de mim, talvez, ondas de minha humanidade, porém uma coisa é certa:  A 
graça «de Jesus Cristo me levará ao céu." 
Quando a vida espiritual está em contato com Deus e luta com Deus e para Deus, não há inimigos fortes. Até os demônios fogem espavoridos, ante a decisão da alma que prometeu fidelidade a Jeová. O que acima escrevemos sobre a decisão nobre e corajosa do Eleitor da Saxônia, foi completada pela seguinte declaração, ao assinar o documento, quando afirmou perante todos: "Vou assinar este documento na presença dos representantes do Império. Se meu Deus requer isto de mim, estou disposto a deixar tudo para alcançar uma coroa imortal. Renunciaria a meus súditos e perderia meu Estado; preferia ganhar a vida limpando sapatos de estranhos a deixar de assinar este documento que contém os fundamentos da salvação para todos". 
Qual o inimigo que não vacila e não teme ante declaração tão positiva é tão enfática de lutar confiado em Quem fez vitoriosas os santos quando enfrentaram as feras, os reis, os tiranos e os demônios? Mais um fato para tornar ainda mais claro o assunto: todos os estudiosos sabem como os Huguenotes (o povo evangélico) foram tratados na França e não desconhecem a culminância da perseguição, na célebre noite de São Bartolomeu quando, no dizer de Sully, primeiro ministro de Henrique IV, foram massacrados, só em Paris, cerca de 70 mil protestantes. 
Quando a conspiração havia alcançado o clímax, sendo já público e notório que o povo de Deus estava à mercê de um governo de homens ímpios, o Almirante Colingy, líder dos protestantes, foi convidado a ir à Côrte. 
Seus amigos rogaram-lhe que não fosse, pois ir, equivalia a entregar-se às mãos dos inimigos. Mas Coligny tinha consigo o Deus de Jacó e assim respondeu: "Prefiro morrer mil vezes a, por urna indevida solicitude pela minha vida, dar ocasião a que se avente uma suspeita em todo o reino''. 
Com caracteres deste quilate, Deus pode fazer muito sobre a terra; com homens armados com esta fé, o cristianismo será honrado. Com soldados como este, o inferno tem muito a perder e o céu muito a ganhar. 

terça-feira, 13 de março de 2012

Estabelecendo a Bênção e Quebrando a Maldição


Só Deus Transforma a Maldição em Bênção



“Naquele dia o Livro de Moisés foi lido em alta voz diante do povo, e nele achou-se escrito que nenhum amonita ou moabita jamais poderia ser admitido ao povo de Deus, pois eles, em vez de darem água e comida aos israelitas, tinham contratado Balaão para invocar maldição sobre eles O nosso Deus, porém, transformou maldição em bênção”. (Ne 13:1-2)


Hoje abordo o Livro de Neemias. O objetivo do texto escrito, em primeira instância, é de esclarecer o sentido original das palavras bênção e maldição. Em teologia isso se chama exegese. O termo refere-se ao estudo da interpretação exata que pode ser aplicada a um texto, frase ou palavra, a fim de se compreender melhor o seu sentido original.

Bênção e maldição numa abordagem geral são princípios ativos que, por intermédio de forças espirituais (divinas ou diabólicas), podem arruinar ou edificar as diversas áreas da vida humana. A obediência aos princípios divinos atrai a bênção, mas a desobediência pode ser fatal, subjugando a pessoa a uma maldição. O termo bênção em hebraico é BARAK e no grego EULOGEO. No hebraico tem na sua raiz os seguintes significados: ajoelhar-se, submeter-se, honrar um superior. Assim sendo, quem quer a bênção precisa manter uma relação de obediência com AQUELE que a detém: Deus!


Em hebraico, pelo menos seis palavras são utilizadas para especificar tipos ou formas de maldição: ALAH, QALAL, ‘ARAR, QABAB, NAQAB e ZA’AMO Em grego, aparecem quatro: ANATHEMA, KATARAOMAI, KAKOLOGEO e RHAKA. Mas quero me deter apenas à palavra do contexto de Neemias que é QALAL.


QALAL - Este termo aparece cerca de 130 vezes no Antigo Testamento. O sentido básico de sua raiz quer dizer diminuir, lidar desdenhosamente, ridicularizar, zombar. Significa desejar a alguém uma posição inferior ou rebaixá-la de seu estado. O veículo que canaliza este tipo de maldição é a língua. Os pagãos achavam que podiam manipular os deuses através de suas palavras. É devido a isso que vemos Balaão sendo chamado para amaldiçoar Israel (Nm 22:6). É referente a esse chamado de Balaão que o Livro de Neemias relata no capítulo 13, nos primeiros versos dizendo que o SENHOR transformou maldição em bênção. Ou seja, não se pode amaldiçoar aquilo que Deus abençoou! Aleluia!

É agora que entro no título da mensagem, “Só Deus transforma maldição em bênção”. Poderia falar do Israel que foi liberto das mãos do faraó, que triunfou no mar vermelho etc, mas quero aproveitar e falar sobre mim, que hoje, lavado e remindo pelo sangue de Jesus, também sou Israel de Deus.


Quando olho para o meu passado, vejo o que significa a intervenção divina na causa de um homem pecador e fadado ao inferno. Mesmo sem roubar, matar e sendo uma pessoa de bem, como muitos declaram ser, por não conhecer a Jesus e nem a santa palavra, eu vivia uma vida maldita, indigna e sem esperança. Até que, por meio da minha esposa conheci o Deus vivo, o homem das mãos perfuradas e a terceira pessoa da trindade. E então ao desfrutar da verdade que liberta os cativos, que abre os olhos dos cegos, ouvidos dos surdos e que quebra os grilhões da alma, fui liberto das mãos de satanás, contemplando a palavra que diz que o Filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do diabo. Hoje caminho rumo à nova Jerusalém com a expectativa de conhecer a Jesus como ele realmente é. Eu me rendi aos pés de Jesus quatro anos atrás, muitas foram e são as lutas, mas como é bom servir a um Deus que dia após dia me leva em triunfo. Como é bom servir a um Deus que transforma alguém sem história, pobre, cego e nu em geração eleita, sacerdócio real e propriedade exclusiva D’Ele.

Não sei qual tem sido a sua história. Mas saiba: O Deus Todo-Poderoso pode mudar a sua história. Só ELE pode e tem poder para transformar a maldição em bênção.

Em Cristo e na bênção,

|  Autor: Dc Anderson Vieira  |  Divulgação: estudogospel.com.br |

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Duas Propostas de Vida

No Evangelho de João capítulo 10, versículo 10 está descrito de forma resumida dois planos para cada pessoa que nasce no mundo. Querendo ou não, todos estão inseridos nesse contexto:

Plano um: "o ladrão vem para ROUBAR, MATAR e DESTRUIR";
Plano dois: "Eu (Jesus) vim para que tenhais VIDA e a tenhais em ABUNDÂNCIA.

Se ficarmos indiferentes ao plano de Jesus, cairemos no colo do diabo e, consequentemente, iludidos vamos caminhando para o abismo, mesmo sem perceber - tal qual o peixe atraído por uma isca.

Para estarmos inseridos no plano de Jesus é necessário que tomemos uma decisão pessoal, não há hereditariedade nesse aspecto, cada um deve assumir sua própria decisão. Os pais podem influenciar, mas não decidir.

A tendência imediatista do ser humano tem conduzido as pessoas mais dentro do plano do mal, do que do plano divino. Satanás tem utilizado os mais diferentes meios para atrair as pessoas, e tirar de dentro de seus corações a sede de Deus. O teólogo Agostinho afirmou acertadamente que "a nossa alma não terá sossego enquanto não estiver em Deus". Outro comentarista disse que no coração humano há um vácuo que só pode ser preenchido pela pessoa bendita de Jesus. Já dizia o sacro poeta: "quem tem Jesus, tem tudo; quem não tem, não tem nada".

O desafio dos profetas do Antigo Testamento ao povo era: escolha hoje a quem quereis servir? Muitas pessoas tornaram-se simpáticas com o Evangelho de Nosso Senhor Jesus, mas os cuidados da vida as fizeram adiar essa decisão. Que tristeza! Não puderam decidir, pois o amanhã não lhes chegou. E tu, meu amigo, o que estás esperando?

Ao findar o labor dessa vida;
Quando a morte ao teu lado chegar;
Que destino há de ter a tua alma?
Qual será no futuro teu lar?

Meu amigo, hoje tu tens a escolha:
Vida ou morte, qual vais aceitar?
Amanhã pode ser muito tarde,
Hoje Cristo te quer libertar.

Esse apelo já tocou milhões de vidas; pessoas que decidiram receber Jesus em seus corações e passaram a desfrutar a vida abundante que só Jesus pode dar.

Jesus é a porta para uma vida renovada,
Jesus é o caminho para os céus,
Jesus é a verdade que nos torna livres,
Jesus é a vida que nunca se findará,
Jesus é a água da vida que sacia eternamente,
Jesus é o pão que alimenta sua alma,
Jesus é o Bom Pastor que cuida com carinho das suas ovelhas,
Jesus é Mestre que ensina com carinho.
Jesus é o mais valente, que veio para destruir as obras do diabo.
Jesus é o Leão da tribo de Judá, que venceu e me torna vencedor.

Jesus te ama e quer ser seu passaporte para uma vida vitoriosa. Diga não ao projeto do diabo, rejeite com firmeza, pois Jesus te recebe de braços abertos. E, fique ciente que "aquele que é de Deus, o maligno não pode tocar".

Deus te abençoe!




sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O deserto não é tão mal como pensam


A Importância do Deserto
Mc 1:3
Introdução: O maior de todos os profetas, João Batista, escolheu desenvolver o seu ministério no deserto. Creio que a escolha foi baseada numa direção divina, que tinha como objetivo fazer com que, tanto João, quanto o próprio povo, tivessem experiências significativas com Deus. Sobre as bênçãos decorrentes do deserto, é que queremos falar nesta ocasião.

1. Um Lugar Para Ouvir a Deus – Hb 3:15
O deserto, para João Batista, representava um lugar especial onde teria condições de se afastar das distrações desta vida, a fim de poder ouvir as ordens de Deus.Todos nós vivemos num mundo agitado, onde nos vemos, muitas vezes, obrigados a correr para cima e para baixo tentando cumprir nossas agendas diárias; mas nem sempre nos damos conta de que tal agitação pode nos distanciar daquele lugar de comunhão, no qual podemos ouvir a suave voz de Deus. Nestas horas é que percebemos o quanto necessitamos tomar a decisão de procurar o "deserto nosso de cada dia", para que ali Ele fale de maneira que possamos ouví-Lo, sem as interferências que, naturalmente, nos rodeiam todos os dias. 
O nosso deserto pode significar um quarto fechado para oração, um tempo recolhido à sós com Deus, ou apenas um lugar e um tempo, quando estar em Sua presença é a coisa mais importante para nós. Se deixarmos de ouvir a Deus em nosso caminhar diário, correremos o risco de perder a direção, a visão e o propósito maior para nossa existência. Por isso, precisamos ouví-Lo.

2. Um Lugar de Renúncia – Mt 16:24
As multidões partiam para o deserto a fim de se encontrar com João e ouvir sua mensagem. Com isso, cada um estava deixando de lado sua casa, seu compromisso, seu conforto, seu trabalho. Tal atitude representava renúncia e despojamento da velha estrutura de vida rotineira, em busca de algo que eles consideravam ser importantes para suas vidas. Cada um estava demonstrando com esse comportamento, a disposição de renunciar algo de valor para obter o que era ainda mais precioso.
Essa experiência nos ensina a não esperar a bênção "em domicílio", mas a valorizá-la a ponto de seguir em sua busca. Os que não estavam dispostos a deixar tudo e partir para o deserto, também não estariam dispostos a deixar posturas erradas para assumir um compromisso com Deus.
Não queremos, com isso, dizer que precisamos "comprar" a bênção de Deus, anulando, assim, a graça que há em Cristo Jesus. É claro que todas as bênçãos nos são concedidas pela graça, e não pelo esforço humano. No entanto, nossas atitudes externas demonstram a intensidade do desejo do nosso coração.

3. Um Lugar Desprovido De Religiosidade – Lc 6:46
Cremos que ao pregar o Evangelho de Deus no deserto, João Batista estava promovendo a ruptura com a hipocrisia dos líderes religiosos de sua época, que dava mais valor às suas vestimentas sacerdotais e objetos sagrados, do que fazer verdadeiramente à vontade de Deus. Muitos queriam impressionar o povo com uma aparência de piedade, mas seus corações estavam vazios de Deus e da sua unção. João Batista chocava a multidão, por que suas vestes não eram semelhantes às de um religioso. Sua comida e sua habitação eram totalmente diferentes do convencional. Mas a sua vida expressava tremendo poder e unção do Alto. 
Com tudo, isso cremos que Deus estava querendo incutir na mente das pessoas, que elas deveriam estar preparadas para receber algo diferente do habitual. O objetivo era o de ajudar o povo a romper com aquela religiosidade infrutífera para que pudesse receber de Deus a verdadeira mensagem, totalmente desprovida de religiosidade, o que faria toda diferença em suas vidas.

Conclusão: O deserto no ministério de João Batista foi um lugar especial onde ele e o povo puderam separar-se para ouvir a voz de Deus, de forma mais clara. Para receberem a mensagem do Altíssimo, as pessoas tiveram de deixar o conforto do lar, demonstrando interesse de renunciar coisas importantes por algo de maior valor: a Palavra de Deus. João Batista vestia-se de forma diferente dos religiosos da época, passando sempre a mensagem de que a verdadeira transformação procede de dentro para fora, e não o contrário, por meio de uma verdadeira atitude de arrependimento.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Vencendo Batalhas - Josué 1.9

Todos estamos num campo de batalha - a luta pelo melhor durante a vida. Desde que nascemos já damos nossos primeiros ataques através do choro, estamos buscando conquistar algo. Sentimo-nos como se ninguém estivesse nos entendendo a menos que nos atendessem. Depois de algum tempo começamos a contra atacar aqueles que nos parecem estranhos. Com choro também estamos a combatê-los, como que dizendo: "sai fora, não quero você". E, assim, a vida segue...
Diante de um imenso campo de batalhas, convém que atentemos para algumas coisas importantes, caso contrário poderemos ser surpreendidos pelas frustrações e desapontamentos.

A primeira coisa que precisamos para sermos vitoriosos é ter consciência de nossa responsabilidade. Não adianta ignorarmos a nossa parte na batalha. Há coisas que são pessoais e intransferíveis. Se não tivermos atitudes corretas seremos os principais responsáveis pelas derrotas. Não adianta ficarmos pensando em desculpas caso não dê certo. Façamos tudo como se dependesse só de nós mesmos. Assumamos um compromisso de honra conosco mesmos. Deus falou para Josué, sucessor de Moisés: "Não to mandei eu?"

A segunda coisa que precisamos para sermos vitoriosos é posicionarmos como soldados valentes. Arranquemos forças da fraqueza. Nessa batalha há um conselho bíblico que diz: "diga o fraco: eu sou forte". Não podemos temer diante dos desafios, mostremos firmeza. Se no dia da angústia nos mostrarmos frouxo, a nossa força será pequena. Soldado valente é aquele que se mantém sempre ativo e não deseja nada que não seja a vitória. É questão de honra apresentar os despojos da guerra com sua bandeira asteada. Vamos batalhar como guerreiros e não como vítimas.

Por fim, para sermos vitoriosos é preciso termos uma aliança fiel com Deus. Deus é soberano sobre a terra e céu, é o Senhor absoluto! O apóstolo Paulo afirmou: "Se Deus é por nós, quem será contra nós" (Rm 8:31). Aqueles que confiam no Senhor são firmes, inabaláveis para sempre. Vamos batalhar de mãos dadas com o Senhor. Ele nos toma pela mão direita e diz: "não temas que eu te ajudo". Vamos avançar, mas não podemos nos esquecer que nenhum passo deve ser dado sem a mão poderosa de Deus.

Conclusão: Viver sem tempo para Deus é viver perdendo tempo. A vitória é daquele que não se omitir de sua responsabilidade, que assumir uma postura de guerreiro firme e resoluto e batalhar sempre de mãos dadas com Deus.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

DESTRUINDO AS OBRAS MALIGNAS

“Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo, conservai-vos a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna” (Jd 20,21); “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas” (II Co 10:4)

INTRODUÇÃO: Assim como Deus enviou Jesus para desfazer todas as obras do diabo, nós, como filhos de Deus, nascidos de novo e alcançados por Seu amor, devemos desfazer essas obras em nós e em outros para vivermos na dimensão do Reino. A Bíblia ensina que as conquistas de um homem espiritual não são carnais, são espirituais. Sabemos que travamos muitas guerras na mente, mas, sabemos também, que as armas da nossa milícia não são carnais, mas espirituais; são armas poderosas em Deus para destruir as obras do inimigo.
A nossa mente deve ser uma mente liberta, uma mente que saiu do lugar da escravidão, que saiu de uma terra de opressão para uma terra favorável. Essa é a mente do filho de Deus.
O mundo espiritual se divide no mundo da bondade e da maldade. São dois exércitos que guerreiam pelo direito de posse da mente. A mente possui pensamentos do mundo ou pensamentos divinos. No entanto, somos advertidos a pensarmos nas coisas do alto, Cl 3:1-2.

UM DOS PROPÓSITOS PELO QUAL JESUS VEIO AO MUNDO
Quem destrói a obra do inimigo é Jesus. Jesus é o demolidor das obras das trevas. Onde há uma construção do inimigo, Ele entra e destrói. A Bíblia diz que um dos motivos pelo qual Ele se manifestou foi para desfazer as obras do diabo. Jesus é o demolidor de todas as obras ilegais que foram construídas. “Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo” (I Jo 3:8)
Onde há demônio para fazer obras das trevas, há Jesus para desfazer; onde há diabo para construir o errado, há Jesus para construir o certo. O inimigo de nossas almas é construtor de obras falidas.
Quando não estamos com nossa mente centrada em Deus, começamos uma obra e não acabamos. Então, o inimigo vem para querer nos fazer acreditar que não somos capazes. O seu alvo é fazer com que pensemos e aceitemos que somos uma referência de derrota. Porém, o que está em Cristo Jesus tem a promessa de que “Aquele que começou a boa obra vai completá-la até o dia de Cristo Jesus” (Fp 1:6)
O dia de Cristo Jesus, em sua vida, pode ser hoje. Todos os dias são do Senhor e a Palavra declara que “Este é o dia que fez o Senhor para que nos regozijemos e nos alegremos nele” (Sl 118:24)
Cristo quer dar a você uma mente ungida. Ele quer construir em sua mente uma obra nova. Ele é Construtor do grande edifício, a Pedra angular, a Pedra do equilíbrio da obra.
Jesus é o alívio da nossa alma. Ninguém entende mais de alma do que Ele. A Bíblia diz, no Salmo 23 que Ele é o nosso Pastor, aquele que refrigera a nossa alma. Ele irá nos refrigerar para construir em nós o que está em Seu coração e não no nosso. E para isso precisamos render-nos a Ele, abrirmos nosso coração para essa construção, lutando com as armas corretas.

EMPUNHANDO AS ARMAS DA NOSSA MILÍCIA
“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas...” (II Co 10:4)
Arma de milícia é uma arma especial, usada por um militar preparado para usá-la. Não é qualquer pessoa que usa a arma de milícia, porém a você é concedido o poder de utilizá-la.
A arma de milícia tem um objetivo que é destruir as fortalezas do inimigo. Então, se a Bíblia diz que devemos usar essa arma é porque devemos admitir que existem situações em que são construídas algumas fortalezas do inimigo.
A Bíblia diz que as nossas armas não são carnais, mas espirituais para demolir todas as fortalezas construídas. Deus quer nos entregar esse presente. Então, precisamos da arma de milícia e da fé santa.
Paulo adverte-nos a tomar posse da armadura de Deus para vencer as obras malignas, Ef 6:10-12.

AVANÇANDO EDIFICADOS NA SANTÍSSIMA FÉ
“Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé...”(Jd 20)
O livro de Judas, versículo 20, diz que em nós será edificada uma fé santa. Você pode se perguntar: para quê uma fé santa? Para que tudo o que for adquirido seja santo. Tudo na sua vida precisa ser santo ao Senhor, ao Deus Todo Poderoso, o Grande Construtor.
A fé santa é construída de forma espiritual, por isso Judas diz que devemos ser edificados na fé santa. Há pessoas que nutrem em seus corações apenas uma fé natural e nela caminham por impulso. Porém, o que a Bíblia nos apresenta é que devemos nutrir a fé santa. A fé santa é a fé pura, comprometida que nos leva a uma nova edificação e construção em Cristo Jesus.
Em II Coríntios 5:17, lemos: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. Deus quer, de fato, fazer tudo novo em você porque você está em Cristo Jesus, é uma nova pessoa.
Você tem direito de viver uma vida na essência do Reino. Você pode ser um indivíduo extremamente moderado, viver bem sem ter que viver de fachada. Isso é possível através da paz que excede todo entendimento humano.
A Bíblia afirma que é a paz Deus quem guarda a nossa alma e os nossos sentimentos. “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus” (Fp 4:7).
O Senhor guarda o nosso coração e os nossos sentimentos em Cristo Jesus, por isso é possível não dar lugar ao diabo e não permitir que ele construa ou destrua fundamentos em nossa mente. Somos chamados por Deus para ter uma alma reconstruída de acordo com os princípios da Palavra.
A sua alma será reconstruída com um propósito no Corpo de Cristo, você cumprirá a sua função, a sua chamada. Desfaça as obras do inimigo que foram construídas voluntária e involuntariamente e edifique-se na fé santa.

ESTRATÉGIA – TRANSFORMANDO SONHO EM REALIDADE

"Não necessitamos de mais poder, necessitamos de saber o que fazer
com o poder que temos"
Texto: Pv 3.13-16
Uma das marcas de uma liderança eficaz é a estratégia. Visão é "o que nós vamos fazer", e estratégia é "como vamos fazer." Um líder eficaz tem uma estratégia para cumprir o piano de Deus na sua vida.
I. AGINDO COM SABEDORIA
Vamos ver em Provérbios 3.13-16. À medida que lemos esses versículos, pense em termos de "como” alcançar a sua visão e cumprir as suas esperanças e sonhos.
A sabedoria é o elemento chave nos seus planos estratégicos. Enquanto algumas pessoas dizem: "Eu só preciso de mais dinheiro"; a sabedoria produzirá o dinheiro. Ou, "eu não tenho tempo. Estou ficando velho". Não! A duração dos seus dias está ligada à sabedoria.
Em Provérbios 3.19 está escrito: "O Senhor com sabedoria fundou a terra, e com inteligência preparou os céus". Como é que você vai gerenciar e estabelecer a sua empresa, a sua família e o seu ministério? Através da sabedoria e da inteligência.
II. VENCENDO A FALSA ESPIRITUALIDADE
"Só porque tem uma visão isso não significa que vai cumpri-la". Deixe esse hábito pseudo-espiritual. Essa não é a forma de pensar espiritual. Deus não vive a sua vida - é você que a vive!
Num aconselhamento pastoral um irmão casado há apenas um ano, dizia: "Não consigo amar a minha mulher. Simplesmente não consigo. Eu sei que o Senhor a amará através de mim", isso pode soar muito espiritual, não é? "Eu vou deixar Deus amá-la através de mim".
O conselheiro lhe disse: "Irmão, o único problema com isso é que a Bíblia diz: "Maridos, amai as vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela" (Ef 5:25). Deus não dorme com ela! Embora Ele a ame como filha, ele disse-lhe para a amar como sua esposa". E ele disse: "Oh, que problema! Nunca pensei nisso!"
Muitas vezes quando pensamos que estamos sendo espirituais, estamos é nos tornando pseudos-espirituais. Apresentamos desculpas.
Se você tem uma visão para ser um agente imobiliário, qual é a sua estratégia? Vai vender propriedades residenciais ou comerciais? Vai focar-se numa pequena área, ou vai tentar agenciar uma região? Como é que vai fazer publicidade? Como é que vai arranjar clientes? Qual é o seu plano "como fazer" - para cumprir a visão de se tornar um agente imobiliário?
"Bem aventurado o homem (ou a mulher) que encontra sabedoria, e o homem (ou a mulher) que adquire conhecimento" - Provérbios 3:13. É assim que você se estabelece e é a maneira prospera em todas as áreas da sua vida.
III. SENDO MAIS SÁBIOS DO QUE "OS FILHOS DESTE MUNDO"
Em Lucas 18.1-8, Jesus conta a história de um mordomo que cometeu alguns erros, mas que homem sábio. Vamos ler os versículos de 1 a 8, dando atenção especial ao versículo 8.
No desenvolvimento da sua estratégia, aprenda tudo o que pode com o mundo. Você não faz parte do mundo, mas está nele e pode usar o conhecimento e a sabedoria que eles têm. Não seja um ignorante pseudo-espiritual que diz: "Deus vai tratar disso." Não! Os filhos deste mundo são mais sábios geração do que os filhos de Deus. Então nós precisamos aprender tudo o que podemos.
CONCLUSÃO: "Os filhos deste mundo são mais prudentes (sábios) na sua geração do que os filhos da luz" -16.8. Não devemos ser como eles, mas devemos adquirir sabedoria a fim de a usarmos para cumprirmos os propósitos de Deus. Foi Jesus quem disse isto, por isso à medida que desenvolvemos uma estratégia vamos aprender com tudo aquilo que nos rodeia. Seja sábio no seu planejamento e na preparação e trará o sucesso.