IGREJA PRESBITERIANA RENOVADA EM SÃO JOSÉ - SANTA CATARINA - Avivamento e Crescimento nas Sagradas Escrituras
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terça-feira, 28 de julho de 2015
As dificuldades de um pai
A parábola do filho pródigo revela as dificuldades enfrentadas por um pai, quando os filhos não vivem como deveriam viver. Um manifestava insatisfação e resolveu sair de casa; o outro não saiu de casa e manifestou insatisfação também.
1) O mais novo resolve sair de casa, afastando de seu pai e vivendo regaladamente na devassidão, gastando todo seu dinheiro. Enfadou-se da casa do pai. Entrou em seu coração um espírito aventureiro que pensava que lá fora, longe do pai as coisas eram melhores. Mal sabia ele o engano enorme que estava permitindo em sua alma.
2) O mais velho continuou na casa do pai, mas vivia como se estivesse longe, não abria seu coração para desfrutar de seus privilégios. Estava em casa, mas vivia como se não estivesse. Não desfrutava dos privilégios ou provisões da casa paterna. Quando o filho não abre seu coração para o melhor de Deus, acaba querendo acusar Deus de injusto diante de suas atitudes generosas para com outras pessoas. Nessa condição o egoísmo aflora e não suporta ver os seus irmãos se voltarem para o pai.
Isso retrata a vida dos filhos de Deus. Quantos não dão o devido valor a vida com Deus!
O tormento de Saul
SAUL É ATORMENTADO POR UM ESPÍRITO MALIGNO
1Sm 16.14
-23
Assim como no caso de Saul, todo
ser humano sofre uma concorrência forte entre o bem e o mal, que querem
possuí-lo ou dominá-lo. Deus permite o mal, mas não envia o mal sobre seus
filhos. Vemos que o espírito mau só pode agir na vida de Saul, por haver ele
dado legalidade, através da rebelião e consequente afastamento do Espírito do
Senhor, v.14.
“E o Espírito do SENHOR se retirou de Saul,
e o assombrava um espírito mau, da parte do SENHOR”.
Quando há manifestações malignas é
possível ser detectada por aquelas pessoas que estiverem por perto – há uma
diferenciação nítida no comportamento da pessoa. No entanto, há muita
especulação sobre o assunto, pois muitos não possuem o discernimento correto.
Os criados de Saul tiveram a clara sinalização de que se tratava, v.15.
“Então, os criados de Saul lhe disseram: Eis que
agora um espírito mau, da parte do Senhor, te assombra”.
Não são todas as pessoas que podem
resolver essa situação, mas sempre existem aqueles que podem nos ajudar. Muitas
vezes a ajuda precisa vir de longe, haja vista, tratar-se de um problema
espiritual. Aquelas pessoas que não possuem uma vida consagrada a Deus nada
poderão fazer, v.16.
“Diga,
pois, nosso senhor a seus servos, que estão em tua presença, que busquem um
homem que saiba tocar harpa; e será que, quando o espírito mau, da parte do
SENHOR, vier sobre ti, então, ele tocará com a sua mão, e te acharás melhor”.
1Sm.16.17 Então, disse Saul aos seus servos: Buscai-me, pois,
um homem que toque bem e trazei-mo.
Para que haja autoridade
espiritual, é necessário não apenas saber executar a harpa, mas é
imprescindível que o coração da pessoa esteja bem harmonioso com o coração de
Deus. Manejar ou tocar uma harpa pode ser fruto de um talento e dedicação, mas
para que haja efeito no mundo espiritual é preciso muito mais do que talentos.
Davi possuía muitas características bem nítidas às pessoas no reinado de Saul,
mas também possuía o principal requisito – o Senhor era com ele, v.18.
“Então, respondeu
um dos jovens e disse: Eis que tenho visto um filho de Jessé, o belemita, que sabe tocar e é valente, e animoso, e homem de guerra, e sisudo em palavras, e de
gentil presença; o SENHOR é com ele”.
1Sm.16.19 E Saul enviou mensageiros a Jessé, dizendo:
Envia-me Davi, teu filho, o que está com as ovelhas.
1Sm.16.20 Então, tomou Jessé um jumento carregado de pão, e
um odre de vinho, e um cabrito e enviou-os a Saul pela mão de Davi, seu filho.
1Sm.16.21 Assim, Davi veio a Saul, e esteve perante ele, e o amou
muito; e foi seu pajem de armas.
1Sm.16.22 Então, Saul mandou dizer a Jessé: Deixa estar Davi
perante mim, pois achou graça a meus olhos.
A presença de Davi proporcionava
segurança para o rei Saul, porque ele possuía a unção de Deus. Quando se
manifestava o espírito mau, Davi adorava a Deus e tudo voltava ao normal, v.23.
“E sucedia que, quando o espírito
mau, da parte de Deus, vinha sobre Saul, Davi tomava a harpa e a tocava com a
sua mão; então, Saul sentia alívio e se achava melhor, e o espírito mau se
retirava dele”.
Você e eu podemos ter a unção que
afugenta o espírito mau, independente que seja por opressão ou possessão. Claro
que precisamos ser livres para poder ter autoridade.
Em meu nome EXPULSARÃO OS DEMÔNIOS,
FALARÃO NOVAS LÍNGUAS, PEGARÃO EM SERPENTES, SE BEBEREM ALGO MORTÍFERO NÃO
SOFRERÃO DANO E PORÃO AS MÃOS SOBRE OS DOENTES E ELES SERÃO CURADOS.
Eis que vos dou poder para PISARDES
EM SERPENTES E ESCORPIÕES, e nada vos fará dano.
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Lidando com as adversidades
LIDANDO COM AS ADVERSIDADES DA VIDA
Ec 11:8
UM PLANO NÃO PODE SER DEFINITIVO – Ec 11:8
UM PLANO ALTERNATIVO PODE TRAZER BENEFÍCIOS – Hb 11:34
NUNCA PODEMOS PERMITIR QUE NOSSA FÉ SE ABALE – Hb 10:38
MANTENHA SEMPRE VIVO O ÂNIMO – Jo 16:33
Ec 11:8
INTRODUÇÃO:
Você gosta das coisas bem organizadas?
Acredita ter tudo sob controle?
Planeja cada detalhe com antecedência e se frustra quando algo foge de seu poder?
Essas perguntas precisam de respostas e, muitas vezes, não as temos, continuando, assim, a viver como se pudéssemos dar direção à nossa própria caminhada.
Salomão deixou-nos uma palavra bem clara: se estamos vivendo um bom momento, não podemos “fechar os olhos” e achar que sempre será assim. Segundo ele afirmou, precisamos estar preparados para os dias das adversidades, que são os dias de trevas, quando parece que não temos visão alguma de onde pisar.
UM PLANO NÃO PODE SER DEFINITIVO – Ec 11:8
Tão importante quanto ter um bom plano é saber lidar com o inesperado. Bons planos devem ser maleáveis, flexíveis, a ponto de permitirem, se necessário, alterações antes de sua execução. Nossa vida é dinâmica, carregada de surpresas e de novos desafios que surgem diante de nós à medida que caminhamos; por isso precisamos saber lidar com imprevistos.
Na maioria das vezes, nos sentimos frustrados quando algo não sai da maneira planejada. É muito provável que quando isso acontece, muitos ficam como se o chão se abrisse sob seus pés.
O apóstolo Paulo passou por situação semelhante quando, em um de seus projetos, tinha como plano ser missionário na Espanha e, em vez disso, foi surpreendido com um “plano B”, que o conduziu direto para a prisão. Todos nós, em algum momento da vida, já nos encontramos nessa situação: prontos para embarcar rumo àquela tão esperada viagem, ou certos de que agora seríamos promovidos, ou ainda prontos para realizar o sonho de ingressar na universidade. E a viagem não dá certo, a promoção vai para outro, nosso nome não sai na lista de aprovados. Então acabamos na prisão, assim como Paulo.
UM PLANO ALTERNATIVO PODE TRAZER BENEFÍCIOS – Hb 11:34
A prisão de Paulo poderia ter significado o fim de tudo, mas ele aceitou o fato, sem tentar negar a realidade, e tirou o máximo proveito de tudo. Em vez de gastar tempo se lamentando e murmurando, ele escreveu cartas - Efésios, Filipenses, Colossenses, Filemon - que ecoam e nos ajudam em nossa caminhada hoje.
Nós também podemos tirar proveito dos planos B e descobrir que melhores do que a viagem ou a promoção serão as cartas escritas no cárcere.
Paulo escreveu: “Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada” (Rm 8.18). Existe uma escalada que ainda não se completou: “Estamos sendo transformados com glória cada vez maior” (2 Co 3.18). Daí esta outra declaração: “A nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2 Co 4.17). O último patamar dessa escalada é a total recuperação da imagem e semelhança de Deus perdida por ocasião da queda: “Ele [Jesus] transformará nossos corpos humilhados, para serem semelhantes a seu corpo glorioso” (Fp 3.21).
NUNCA PODEMOS PERMITIR QUE NOSSA FÉ SE ABALE – Hb 10:38
Nem toda teimosia é maléfica e eticamente incorreta. Há uma teimosia santa. É aquela que insiste em acreditar em Deus em toda e qualquer circunstância. Não há maior triunfo do que superar pela fé um transtorno qualquer, de pequena ou longa duração, até que se enxergue a luz no fim do túnel. Além de ser benéfica, essa modalidade de teimosia é uma virtude rara.
Veja-se, por exemplo, a teimosia do profeta Habacuque: “Ainda que as figueiras não produzam frutas, e as parreiras não dêem uvas; ainda que não haja azeitonas para apanhar nem trigo para colher; ainda que não haja mais ovelhas nos campos nem gado nos currais, mesmo assim eu darei graças ao Deus Eterno e louvarei a Deus, o meu Senhor” (Hc 3.17, 18, BLH).
Veja-se também a conhecida e magistral teimosia do salmista: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam” (Sl 23.4).
A expressão “ainda que” ou “ainda quando”, usada por Habacuque e por Davi, é muito enfática. Ela quer dizer que mesmo havendo alguma tragédia, grande ou pequena, isso não pode nem deve perturbar a paz daquele que está firmado no Senhor.
Aquele que é possuído por essa santa teimosia é capaz de adorar a Deus nos momentos humanamente menos indicados. Depois de perder todos os seus bens e os dez filhos, “Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a cabeça e lançou-se em terra e adorou; e disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor!” (Jó 1.20, 21.) A teimosia do homem da terra de Uz era devida à sua certeza: “Eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra” (Jó 19.25). O rei Davi comportou-se da mesma maneira: depois da morte do filho, ele “se levantou da terra, lavou-se, ungiu-se, mudou de vestes, entrou na Casa do Senhor e adorou” (2 Sm 12.20).
MANTENHA SEMPRE VIVO O ÂNIMO – Jo 16:33
O ânimo é bom em qualquer tempo, sobretudo em momentos de adversidade. Cobrar ânimo precisa ser um exercício contínuo. Armazenar ânimo é uma das providências mais sábias que você pode tomar. Nada se deve fazer sem ânimo. E o que se faz sem ânimo desgasta muito mais e nem sempre sai a contento.
O rei Asa, ao ouvir as palavras do profeta de Deus, cobrou ânimo. Em seguida, teve a coragem de lançar as abominações fora de toda a terra de Judá e de Benjamim e de renovar o altar do Senhor (2 Cr 15.8). O mesmo aconteceu com o rei Ezequias: “Ele cobrou ânimo, restaurou todo o muro quebrado e sobre ele ergueu torres” (2 Cr 32.5). O ânimo sempre gera ânimo. Ele é tão contagioso como o medo. Daí o registro: “O povo cobrou ânimo com as palavras de Ezequias” (2 Cr 32.8).
Um dos mais famosos casos de reanimação diz respeito à tripulação e aos passageiros de um navio que estava prestes a naufragar no Mediterrâneo. Eram ao todo 276 pessoas, que não comiam, nem dormiam frente ao perigo de perderem as suas vidas. Um dos passageiros era o apóstolo Paulo, que, baseado numa clara promessa de Deus, procurou levantar o ânimo de todos. Apesar das circunstâncias esmagadoramente contrárias, “todos cobraram ânimo e se puseram também a comer” (At 27.36).
“A fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo” (Rm 10.17). Os portais do ânimo são as Escrituras Sagradas. A leitura e a meditação da Palavra de Deus, quando freqüentes e regulares, geram ânimo durável e verdadeiro.
CONCLUSÃO:
A vitória e a derrota dependem da maneira como cada um se comporta, mas a pior derrota é a de quem desanima. Veja o testemunho de Paulo: “Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece” (Fp 4:12-13).
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Livre-se das preocupações
COMO TER UMA VIDA SAUDÁVEL?
1 Pedro 5.7
A preocupação exagerada desagrada a Deus por demonstrar falta de confiança nele como Soberano. Conforme declara Lucas 12.25-26 é inútil, pois não é capaz de alterar nada. Uma pessoa ansiosa ou preocupada não consegue raciocinar, nem refletir sobre o que deve ou não fazer, Pv 12.25.
Os efeitos da preocupação são negativos:
Sufoca e neutraliza a Palavra, Mt 13.22;
Contamina a fé, Fp 4.8;
Provoca irritações, doenças, antipatia, confusão, mau humor, etc.
O que fazer?
1) Aplicar a lei da transferência
Quando não temos condições de resolver algum problema, só há um caminho - transferir para alguém que pode resolver. "Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade..."
2) Entrega total e ampla
Quando entregamos apenas uma parte do problema e ficamos tentando controlar a outra, aumentamos o problema e não vai resolver nada. "Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade..."
O Salmo 37.5 afirma: "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele, e o mais Ele fará".
3) Confie que Ele é capaz para resolver
Se você passar uma procuração para alguém resolver seu problema e ficar desconfiado, o problema se agravará. "Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós".
Conclusão: Jesus quer que tenhamos uma vida abundante, Jo 10.10. Problemas não existem para ser o ponto final, mas para nos levar a algo maior. Portanto, resolva seus problemas antes que eles se agravem. E, se te parecer difícil demais, procure ajuda de um voluntário ou de um profissional para que eles sejam resolvidos.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
O deserto não é tão mal como pensam
A Importância do Deserto
Mc 1:3
Introdução: O maior de todos os
profetas, João Batista, escolheu desenvolver o seu ministério no deserto. Creio
que a escolha foi baseada numa direção divina, que tinha como objetivo fazer
com que, tanto João, quanto o próprio povo, tivessem experiências
significativas com Deus. Sobre as bênçãos decorrentes do deserto, é que
queremos falar nesta ocasião.
1. Um Lugar Para
Ouvir a Deus – Hb 3:15
O
deserto, para João Batista, representava um lugar especial onde teria condições
de se afastar das distrações desta vida, a fim de poder ouvir as ordens de
Deus.Todos nós vivemos num mundo agitado, onde nos vemos, muitas vezes,
obrigados a correr para cima e para baixo tentando cumprir nossas agendas
diárias; mas nem sempre nos damos conta de que tal agitação pode nos distanciar
daquele lugar de comunhão, no qual podemos ouvir a suave voz de Deus. Nestas
horas é que percebemos o quanto necessitamos tomar a decisão de procurar o
"deserto nosso de cada dia", para que ali Ele fale de maneira que
possamos ouví-Lo, sem as interferências que, naturalmente, nos rodeiam todos os
dias.
O
nosso deserto pode significar um quarto fechado para oração, um tempo recolhido
à sós com Deus, ou apenas um lugar e um tempo, quando estar em Sua presença é a
coisa mais importante para nós. Se deixarmos de ouvir a Deus em nosso caminhar
diário, correremos o risco de perder a direção, a visão e o propósito maior
para nossa existência. Por isso, precisamos ouví-Lo.
2. Um Lugar de
Renúncia – Mt 16:24
As
multidões partiam para o deserto a fim de se encontrar com João e ouvir sua
mensagem. Com isso, cada um estava deixando de lado sua casa, seu compromisso,
seu conforto, seu trabalho. Tal atitude representava renúncia e despojamento da
velha estrutura de vida rotineira, em busca de algo que eles consideravam ser
importantes para suas vidas. Cada um estava demonstrando com esse
comportamento, a disposição de renunciar algo de valor para obter o que era
ainda mais precioso.
Essa
experiência nos ensina a não esperar a bênção "em domicílio", mas a
valorizá-la a ponto de seguir em sua busca. Os que não estavam dispostos a
deixar tudo e partir para o deserto, também não estariam dispostos a deixar
posturas erradas para assumir um compromisso com Deus.
Não
queremos, com isso, dizer que precisamos "comprar" a bênção de Deus,
anulando, assim, a graça que há em Cristo Jesus. É claro que todas as bênçãos
nos são concedidas pela graça, e não pelo esforço humano. No entanto, nossas
atitudes externas demonstram a intensidade do desejo do nosso coração.
3. Um Lugar
Desprovido De Religiosidade – Lc 6:46
Cremos
que ao pregar o Evangelho de Deus no deserto, João Batista estava promovendo a
ruptura com a hipocrisia dos líderes religiosos de sua época, que dava mais
valor às suas vestimentas sacerdotais e objetos sagrados, do que fazer
verdadeiramente à vontade de Deus. Muitos queriam impressionar o povo com uma
aparência de piedade, mas seus corações estavam vazios de Deus e da sua unção.
João Batista chocava a multidão, por que suas vestes não eram semelhantes às de
um religioso. Sua comida e sua habitação eram totalmente diferentes do
convencional. Mas a sua vida expressava tremendo poder e unção do Alto.
Com
tudo, isso cremos que Deus estava querendo incutir na mente das pessoas, que
elas deveriam estar preparadas para receber algo diferente do habitual. O
objetivo era o de ajudar o povo a romper com aquela religiosidade infrutífera
para que pudesse receber de Deus a verdadeira mensagem, totalmente desprovida
de religiosidade, o que faria toda diferença em suas vidas.
Conclusão: O deserto no
ministério de João Batista foi um lugar especial onde ele e o povo puderam
separar-se para ouvir a voz de Deus, de forma mais clara. Para receberem a
mensagem do Altíssimo, as pessoas tiveram de deixar o conforto do lar,
demonstrando interesse de renunciar coisas importantes por algo de maior valor:
a Palavra de Deus. João Batista vestia-se de forma diferente dos
religiosos da época, passando sempre a mensagem de que a verdadeira
transformação procede de dentro para fora, e não o contrário, por meio de uma
verdadeira atitude de arrependimento.
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quarta-feira, 16 de junho de 2010
Que Fazer Diante da Aflição?
"Na minha angústia clamei ao Senhor, e Ele me respondeu" (Jonas 2:2).
Quando estamos angustiados, falta-nos o sentido de direção. Ao desmoronar-se tudo á nossa volta, sentimos a fragilidade da vida e nos tornamos incapazes de reagir adequadamente. Nesta hora, o que podemos fazer é voltarmo-nos ao Senhor Deus, nosso Criador. As forças que nos faltam para enfrentar as batalhas virão dele. A Bíblia afirma que Ele é nosso libertador, socorro bem presente na tribulação (livro de Salmos, capítulo 46, verso 1). Nossa tendência, ao chegar as angústias e dificuldades, é desesperar-se, desanimando.
TRÊS ATITUDES A EVITAR, NESTAS CIRCUNSTÂNCIAS:
Primeira atitude: culpar os outros: isto só aumenta o ódio e traz mágoa ao coração, sobrecarregando nossas emoções e piorando a situação;
Segunda atitude: culpar a Deus: isto faz com que deixemos de ter comunhão com aquele que é libertador e salvador;
Terceira atitude: sentir pena de nós próprios: a autocomiseração traz prejuízo e faz com que dependamos de nossas emoções, ficando presos ao passado.
Na angústia que te cerca, clame ao Único que lhe entenderá plenamente: o Senhor Deus. Ele te dará forças. Permita que a fé tome espaço em sua alma, confiando que o Deus Único, Vivo e Verdadeiro, o orientará na direção de sua vida.
Você já deixou o SENHOR DEUS CRIADOR preencher sua alma?
Faça esta oração, neste instante: "Senhor, na minha angústia, clamo a Ti. Permita que minha fé seja maior que minhas emoções".
Após se acalmar, espere tranquilamente a direção de Deus. Quando estamos muito emocionados com as circunstâncias a nossa volta, podemos tomar a direção errada. Evite precipitar-se. A verdadeira decisão, e a mais sábia, é pedir o controle de Deus sobre a situação. É importante que você leia a Bíblia, especialmente o livro de Salmos, para que sua fé seja alimentada.
Diariamente, faça orações, breves e sinceras, falando do que está em seus pensamentos. Se alguém lhe magoou, procure perdoá-lo, assim como Deus oferece o perdão a sua vida. Lembre-se que enfrentar os desafios com Deus, e não sozinho, é a chave da vitória!
Ore, neste instante:
"Senhor, quero caminhar contigo, nesta hora difícil. Mesmo depois que a tempestade passar, quero sempre estar sob Sua direção. Que minhas decisões sejam dirigidas por Ti. Eu Te agradeço, pelo Teu amor".
"Espera pelo Senhor, tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois pelo Senhor." Salmo 27.14.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
A ANSIEDADE ROUBA A ALEGRIA
Mateus 6:25-34
Ao escrever aos filipenses sobre a alegria, Paulo estava consciente de que a ansiedade poderia ser um empecilho nesse caminho (4.4-7). Talvez deixamos de usufruir a plenitude da alegria do Senhor (Neemias 8.10), porque estamos ansiosos. Algumas vezes, a ansiedade, ou preocupação, ocorre por um motivo legítimo. Estamos nos sentindo ameaçados, então ficamos ansiosos. Entretanto, em muitos casos a ansiedade se manifesta sem fundamento real. Podemos estar ansiosos porque buscamos algo e ainda não alcançamos. Pode ser algo necessário, mas, em muitos casos, trata-se de uma busca ambiciosa pelo excesso, por aquilo que é supérfluo. Não seria melhor fazer calar a nossa alma, como disse o salmista? (Salmo 131.2). "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus", diz o Senhor. (Salmo 46.10). Ele está no controle da nossa vida. Ele nos dará o que precisamos e até o que não precisamos, se isso for bom para nós. "Não andeis ansiosos", disse Jesus aos seus discípulos (Mt 6.25-34). Em todas essas situações, a fé, a oração e a gratidão são os remédios prescritos pelo apóstolo Paulo. Se cremos em Deus e no seu cuidado para conosco, isso já é um forte motivo para o nosso descanso. Em segundo lugar vem a oração. Nossa fé se expressará através das nossas palavras. Estamos nos sentindo ameaçados por alguma coisa ou oprimidos por alguma necessidade? Vamos levar tudo isso diante de Deus através da oração. Quando oramos, dividimos a responsabilidade com Deus. Se você faz tudo na vida sem orar, então a responsabilidade é toda sua. Se der errado, a culpa é sua. Quando oramos, estamos pedindo que Deus faça a parte que não está ao nosso alcance. Contudo, continuamos responsáveis por aquilo que podemos fazer. Tendo orado, temos mais um motivo para descansar. Em nossa oração, precisamos também agradecer. A gratidão, mais do que uma expressão verbal, é um exercício. Precisamos, freqüentemente, olhar para tudo o que Deus já nos deu e agradecer. É bom que agradeçamos por cada coisa, cada pessoa, cada conquista, cada realização, e até mesmo pelo que não conseguimos, pois até isso foi livramento do Senhor, embora possamos não ter compreendido. Esse exercício é um antídoto contra as ambições excessivas. Normalmente vivemos olhando para o que falta e nos esquecemos de agradecer pelo que já temos. Valorizamos demasiadamente o que falta e desvalorizamos o que já temos. Isso é um erro do ser humano que aumenta a ansiedade e diminui a alegria. A ansiedade, seja por motivo legítimo ou não, é resultado dos nossos pensamentos. Paulo nos aconselha a selecionar nossos pensamentos. Se podemos agir para resolver determinado problema, então devemos fazê-lo, mas ficar apenas cultivando a preocupação não vai nos levar a nada. Precisamos então, pensar em coisas boas, positivas, agradáveis, e isso será favorável ao nosso bem estar e à nossa alegria. Embora tais palavras possam parecer apenas a valorização do pensamento positivo, Paulo coloca a pessoa de Deus como a fonte da nossa paz (4.9).
Ao escrever aos filipenses sobre a alegria, Paulo estava consciente de que a ansiedade poderia ser um empecilho nesse caminho (4.4-7). Talvez deixamos de usufruir a plenitude da alegria do Senhor (Neemias 8.10), porque estamos ansiosos. Algumas vezes, a ansiedade, ou preocupação, ocorre por um motivo legítimo. Estamos nos sentindo ameaçados, então ficamos ansiosos. Entretanto, em muitos casos a ansiedade se manifesta sem fundamento real. Podemos estar ansiosos porque buscamos algo e ainda não alcançamos. Pode ser algo necessário, mas, em muitos casos, trata-se de uma busca ambiciosa pelo excesso, por aquilo que é supérfluo. Não seria melhor fazer calar a nossa alma, como disse o salmista? (Salmo 131.2). "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus", diz o Senhor. (Salmo 46.10). Ele está no controle da nossa vida. Ele nos dará o que precisamos e até o que não precisamos, se isso for bom para nós. "Não andeis ansiosos", disse Jesus aos seus discípulos (Mt 6.25-34). Em todas essas situações, a fé, a oração e a gratidão são os remédios prescritos pelo apóstolo Paulo. Se cremos em Deus e no seu cuidado para conosco, isso já é um forte motivo para o nosso descanso. Em segundo lugar vem a oração. Nossa fé se expressará através das nossas palavras. Estamos nos sentindo ameaçados por alguma coisa ou oprimidos por alguma necessidade? Vamos levar tudo isso diante de Deus através da oração. Quando oramos, dividimos a responsabilidade com Deus. Se você faz tudo na vida sem orar, então a responsabilidade é toda sua. Se der errado, a culpa é sua. Quando oramos, estamos pedindo que Deus faça a parte que não está ao nosso alcance. Contudo, continuamos responsáveis por aquilo que podemos fazer. Tendo orado, temos mais um motivo para descansar. Em nossa oração, precisamos também agradecer. A gratidão, mais do que uma expressão verbal, é um exercício. Precisamos, freqüentemente, olhar para tudo o que Deus já nos deu e agradecer. É bom que agradeçamos por cada coisa, cada pessoa, cada conquista, cada realização, e até mesmo pelo que não conseguimos, pois até isso foi livramento do Senhor, embora possamos não ter compreendido. Esse exercício é um antídoto contra as ambições excessivas. Normalmente vivemos olhando para o que falta e nos esquecemos de agradecer pelo que já temos. Valorizamos demasiadamente o que falta e desvalorizamos o que já temos. Isso é um erro do ser humano que aumenta a ansiedade e diminui a alegria. A ansiedade, seja por motivo legítimo ou não, é resultado dos nossos pensamentos. Paulo nos aconselha a selecionar nossos pensamentos. Se podemos agir para resolver determinado problema, então devemos fazê-lo, mas ficar apenas cultivando a preocupação não vai nos levar a nada. Precisamos então, pensar em coisas boas, positivas, agradáveis, e isso será favorável ao nosso bem estar e à nossa alegria. Embora tais palavras possam parecer apenas a valorização do pensamento positivo, Paulo coloca a pessoa de Deus como a fonte da nossa paz (4.9).
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