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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Advertências Que Não Podem Ser Ignoradas

Advertências Que Não Podem Ser Ignoradas
Gn 19.17

Introdução
Advertências são sinais e mensagens que nos alertam com o fim de evitar os perigos que estão por vir. Se prestarmos atenção e atendermos vamos poder celebrar as vitórias, mas caso as negligenciarmos sofreremos as consequências, que poderão ser terríveis.
Deus haveria de destruir as cidades de Sodoma e Gomorra, por causa da maldade e pecado que estava em grau elevado, mas queria salvar os justos que lá haviam. Ló e sua família eram pessoas que consideradas exceção no meio daquela geração perversa. Sendo assim, Deus enviou seus mensageiros  para orientar como haveriam de se salvar. O desejo de Deus é nos salvar, no entanto é interessante observarmos alguns aspectos importantes.

1. É séria e individual – “escapa-te por tua vida”
Deus deu ao homem o poder de escolha. Fez com que fosse totalmente impossível que qualquer ser humano permanecesse "em cima do muro". Ou você é bom ou é mau, salvo ou perdido – não há meio termo, posição intermediária, terreno neutro, para qualquer pessoa na face da terra. "Ninguém pode servir a dois senhores" (Mt 6.24). Sua vida, seu testemunho, ou vão contribuir para levar as pessoas à salvação, ou ajudará para que sejam condenadas. Jesus diz claramente: "Quem não é por mim, é contra  mim; e quem comigo não ajunta, espalha" (Mt 12.30). "Escolhei hoje a quem sirvais" (Js 24.15).

2. É  definitiva e decisiva – “não olhes para trás de ti”
“Não olhes” significa “não considere nada que ficou para trás”. "Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e AS PRATICA, será comparado a um homem prudente" (Mt 7.24). Do contrário, "Como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação?" (Hb 2.3). Se deixarmos de escolher a salvação de Deus por Jesus Cristo, estaremos perdidos e caminharemos para o inferno, para o "fogo inextinguível" (Mc 9.43). "Onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga" (Mc 9.44).

3. É firme e persistente – “não pare em toda campina”
Deixar de escolher a Deus significa que já escolhemos o diabo e o pecado. Cada pessoa que atinge a idade de responsabilidade precisa tomar uma decisão clara e definida se vai aproveitar os prazeres do pecado por um tempo, ou se vai sofrer aflições com o povo de Deus neste "presente século mau". Esta última escolha se faz quando se ama mais a Deus do que a si mesmo e ao mundo, e porque se busca uma  pátria celestial, e se considera um estranho e peregrino na terra 
(Hb 11.13,25).

4. É a única maneira de se salvar – “escapa lá para o monte, para que não pereças”

Você escolhe o mundo ou escolhe a Deus? Não pode ter os dois. Ninguém pode servir a dois senhores. Não se enreda com as atrações do mundo.
"Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele" (1 Jo 2.15).
"Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tg 4.4).
"Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo" (Lc 14.33).

Conclusão

Salmo 124.1 diz: “SE NÃO FORA O SENHOR, QUE ESTEVE AO NOSSO LADO”. Se Deus não for conosco, não teremos qualquer possibilidade de escapar dos perigos ocultos da vida, nem de repelir nosso inimigo espiritual. Os perigos e lutas que se nos apresentam parecem tão invencíveis, que somente Deus com seu poder miraculoso pode salvar-nos. Por outro lado: Se Deus é por nós, quem será contra nós? (Rm 8.31). Inimigo algum ou situação desfavorável poderá nos derrotar quando Deus está do nosso lado.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

O Sucesso da Igreja depende da União


2 Rs 10:15
Cada pessoa possui uma história escrita com lágrimas, alegrias, falhas, coragem, timidez, ousadia, insegurança, sonhos, sucessos e frustrações. Somos distintos na obra da criação, uma vez que somos seres pensantes, dotados de inteligência, sentimento e vontade. Feitos à imagem e semelhança de Deus, possuindo espírito, alma e corpo não podemos ignorar as reais necessidades em cada área da vida para que não retrocedamos, mas avancemos sempre. A falta de maturidade e firmeza naquilo que conquistamos leva-nos a focarmos mais uma área do que a outra e vez por outra desprezamos áreas da vida sendo indisciplinados.
Exemplo: (1) não posso deixar de buscar a Deus, isto é, de congregar para alimentar meu espírito, porque estou cuidando do bem-estar do corpo. (2) não posso ficar visitando igrejas todos os dias deixando de atender à família. Temos que estar ligados a uma Igreja que já nos é suficiente – pois Deus não se limita a esta ou aquela igreja, mas quem dá as diretrizes para o agir de Deus somos nós mesmos.
Por causa disso podemos ter exemplos de pessoas que se deram mal. Jesus afirmou: “que adianta o homem ganhar o mundo e perder a sua alma?” (Mt 16:26).

I – A MALDIÇÃO DA DESUNIÃO
“Pluralidade que não se reduz à unidade é confusão; unidade que não depende de pluralidade é tirania” (Blaise Pascal).
O próprio Jesus falou que uma casa dividida não prospera, mas vai cair na ruína: “Mas, conhecendo ele os seus pensamentos, disse-lhes: Todo o reino, dividido contra si mesmo, será assolado; e a casa, dividida contra si mesma, cairá” (Lc 11:17).
O nosso dever de afastamento daqueles que se desviaram da verdade é muito mais bíblico do que a busca pela unidade a qualquer custo: “E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles” (Rm 16:17). Essa admoestação não se dirige à observação somente dos “hereges”, mas também contra os que promovem “dissensões” doutrinárias, “Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples” (Rm 16:18).

II – A BÊNÇÃO DA UNIÃO
O próprio Deus dá uma declaração que quando o ser humano se une num mesmo propósito não haverá dificuldade em atingir os objetivos: “Eis que o povo é um, e todos
têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e, agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer” (Gn 11:6).
Paulo roga pelo amor de Deus que sejamos unidos: “Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa e que não haja entre vós dissensões; antes, sejais unidos, em um mesmo sentido e em um mesmo parecer” (1 Co 1:10).
Orando ao Pai, Jesus disse: “Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós… E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” (João 17:11, 20 e 21). Essa idéia de unidade do corpo de Cristo resulta da idéia central da Tri-Unidade de Deus. Por isso que o apóstolo Paulo declarou: “Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão” (1 Coríntios 10:17).
A unidade do Corpo de Cristo permite a união dos desiguais: “Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos… E, se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? Assim, pois, há muitos membros, mas um corpo” (1 Co 12:13-14 e 19-20). Paulo assim escreve para demonstrar que cada membro do corpo é diferente um do outro, mas forma uma unidade: uns são mãos, outros, pés, outros olhos, assim por diante – não somos todos apenas um membro do corpo, mas vários membros formando um só corpo: “E o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti; nem ainda a cabeça aos pés: Não tenho necessidade de vós. Antes, os membros do corpo que parecem ser os mais fracos são necessários;… Para que não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual cuidado uns dos outros. De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele” (vs. 21-22; 25-26).

III – UMA QUESTÃO DE ESFORÇO
A unidade deve ser buscada mesmo que mediante o esforço. “Esforçai-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (Ef.4.3). A palavra vínculo significa nó ou tudo o que estabelece ligação. Nós, como cristãos, precisamos enfatizar os nossos vínculos acima das nossas diferenças. O mesmo Senhor, o mesmo Espírito, o mesmo batismo, a mesma fé, a mesma esperança, tudo isso são vínculos que nos unem. São os fundamentos do cristianismo. Não devemos nos separar por causa de questões tão menores do que o amor de Cristo.
Muitas vezes, os irmãos começam a promover disputas e contendas entre si. Isso, além de ser destrutivo, desvia o cristão de seu papel espiritual. Paulo diz que “a nossa luta
não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso e contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestiais” (Ef.6.12). Se os irmãos guerrearem entre si, ou se omitirem no quesito unidade, estarão dando trégua na guerra contra Satanás e, assim, só ele ficará satisfeito.

CONCLUSÃO: “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião; porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre” (Salmos 133).

A Igreja que cumpre a sua missão

A Igreja que cumpre sua missão

Mateus 16:18-19


Ao fundar a igreja, Jesus disse que sua obra seria vitoriosa, haja vista que as portas do inferno não prevaleceriam contra ela. Outro fato que ficou bem claro é que ela teria a sublime missão de propagar o Evangelho transformador, selado com seu sangue, que fora vertido na Cruz. A igreja precisa cumprir sua missão.

Negativamente

Não se ilude com modismos (tornaria reprovada)
Há uma tendência muito forte de querermos copiar algo que julgamos que está dando certo, no entanto, o que precisamos é saber se é certo, e não se está dando certo. Nem tudo que dá certo é de Deus.
O que fazemos ou fizermos nada adiantará se não for algo aprovado por Deus. Quem dá o crescimento é Deus. O inchaço, esse sim, é promovido pelos homens.

Não se conforma com o pecado (torn. Profana)
O tempo, os costumes, as culturas passam, mas a Palavra de Deus continua sempre a mesma. O que era pecado continua sendo. Com bom discernimento podemos distinguir atos pecaminosos e costumes pessoais. Precisamos entender que o padrão de justiça é determinado por Deus. O coração do homem é enganoso e tendencioso, mas Deus é imutável.

Não se afasta do altar de Deus (enfraqueceria)
Tudo quanto a igreja promove deve visar a dedicação de seus membros a Deus através de uma vida consagrada. Quem não se afasta do altar de Deus terá sempre o calor do Espírito Santo para os momentos sombrios da vida, bem como o refrigério no calor escaldante do deserto.


Positivamente

É uma igreja acolhedora
Aquilo que ninguém acredita, a igreja precisa acreditar. Pessoas rejeitadas pela sociedade precisam ter na igreja um ambiente acolhedor.
Conta-se que uma mulher, acima do peso, entrou numa loja. As roupas pareciam todas para pessoas magras. As vendedoras não entendiam porque aquela mulher estava lá. No entanto, uma delas atendeu a mulher. Vocês não tem nada grande aqui, nada que me serve, não é? A vendedora abriu os braços e disse temos sim. Abraçou aquela mulher que não se conteve e disse: hoje é o dia mais feliz da minha vida. Há muito tempo esperava por um abraço. As duas ficaram realizadas: uma por ter sido abraçada, a outra por poder abraçar. Isso ocorreu numa loja. Espera-se que na igreja isso seja mais intenso.

É uma igreja dinâmica
A igreja é um organismo vivo. Seu dinamismo não permite que fique presa a um sistema travado. Aliás, se cremos na direção do Espírito então não podemos prender sua ação, uma vez que Jesus disse que o vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem e nem para onde vai...

É uma igreja Discipuladora
Discipulado é transmissão de conhecimento. Paulo falou para Timóteo: o que recebeste, aprendeste, viste em mim, isso mesmo passa a homens fiéis, que passem a outros...
Jesus ordenou aos seus discípulos que fizessem outros discípulos...
Uma igreja que entende a missão do discipulado, cresce de forma madura e segura.

É uma igreja escatológica
A igreja precisa ter ciência que seu propósito é entesourar e preparar pessoas para a eternidade. Não adianta ensinar as pessoas a ganharem o mundo, pois seu ensino principal é garantir lugar no céu.
A igreja precisa acreditar no arrebatamento, sendo assim seu propósito não é se preocupar de forma exagerada com os caprichos terrenos, mas empenhar o máximo para não ser reprovada no final da caminhada.

Conclusão: Deus abriu essa porta, cremos que Deus está aprovando e esperando que através dela muitas pessoas sejam libertas e sejam inscritas no livro da vida.

VIVA na DIMENSÃO do AMOR

“Sede imitadores de Deus como filhos amados e andai em amor…” (Ef 5:1-2)

Amor, palavra tão linda, tão significativa, mas muito explorada e distorcida na sociedade atual. Muitos cheios de ódio já mataram e disseram que era por amor. Quem ama não mata, pelo contrário, deixa viver e coopera para que seja de forma abundante.
Amor, virtude sublime produzida nas atitudes das pessoas que permitem o direcionamento do Espírito Santo em seu contexto vivencial: “o fruto do Espírito é amor…” (Gl 5:22).
Amor, característica maior que identifica aqueles que são discípulos de Cristo, Jo 15:
Amor, novo mandamento que abrange toda Lei mosaica. Amor a Deus deve ser prioridade na escala relacional: “ame o Senhor, teu Deus, de todo teu coração, toda tua força e todo teu entendimento”; amor a mim mesmo, que serve de base para amar ao próximo: “ama teu próximo como a ti mesmo”.

Amor é decisão, uma vez que Jesus falou que devemos amar até os inimigos. Amar amigos é fácil e natural, mas amar inimigos é atitude grandiosa e nobre, que redundará em recompensas eternas.

Procure Viver na Certeza

Eu sei em quem tenho crido… (2Tm 3:16).

       O grande problema de uma vida cristã anêmica, fragilizada é a falta de convicção. Quem vive na dúvida, pode ser sempre vacilante. O apóstolo Pedro adverte-nos que temos o dever de saber explicar quando alguém nos pede a razão ou razões da nossa esperança.
“Antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós” (1Pe 3:15).
       O apóstolo João, diversas vezes, falou sobre o verbo saber em sua primeira epístola. A vida cristã não é dar salto no escuro, não é ignorância, mas é certeza, convicção e saber.
       Não podemos progredir espiritualmente se avançarmos como cegos apenas tateando ou sendo conduzidos confortavelmente por alguém.
       É preciso aprendermos cada dia as lições que nos são passadas pelos líderes, discipuladores, seja através dos grupos pequenos, ou das reuniões de celebração, encontros e congressos.
       Não podemos avançar sem que nossas dúvidas sejam esclarecidas. Pergunte aos mais experientes ou pessoas de confiança. Seu líder quer que sejas sempre esclarecido, pois isso provará que ministério de ensino está gerando frutos.
       Paulo disse: “Porque o nosso evangelho não chegou até vós tão-somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção” (I Ts 1:5).

       O Rev. Hernandes Dias Lopes, diz que “nenhum cristão pode ‘tomar emprestadas’ as convicções de outro para ter uma vida cristã honesta” (Romanos – o evangelho segundo Paulo, p.457). O crente que não tem certeza de que está fazendo a coisa certa, mas o faz, se condena em seu ato. Isso porque sua ação não está em harmonia com sua convicção interior, ou seja, com sua fé. Tudo o que não é feito em harmonia com a convicção de que está de acordo com a Bíblia é pecado, embora, por si só, possa ser uma ação correta. Tudo que é feito sem fé, ou convicção, é pecado, Rm 14:23.