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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Procure Viver na Certeza

Eu sei em quem tenho crido… (2Tm 3:16).

       O grande problema de uma vida cristã anêmica, fragilizada é a falta de convicção. Quem vive na dúvida, pode ser sempre vacilante. O apóstolo Pedro adverte-nos que temos o dever de saber explicar quando alguém nos pede a razão ou razões da nossa esperança.
“Antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós” (1Pe 3:15).
       O apóstolo João, diversas vezes, falou sobre o verbo saber em sua primeira epístola. A vida cristã não é dar salto no escuro, não é ignorância, mas é certeza, convicção e saber.
       Não podemos progredir espiritualmente se avançarmos como cegos apenas tateando ou sendo conduzidos confortavelmente por alguém.
       É preciso aprendermos cada dia as lições que nos são passadas pelos líderes, discipuladores, seja através dos grupos pequenos, ou das reuniões de celebração, encontros e congressos.
       Não podemos avançar sem que nossas dúvidas sejam esclarecidas. Pergunte aos mais experientes ou pessoas de confiança. Seu líder quer que sejas sempre esclarecido, pois isso provará que ministério de ensino está gerando frutos.
       Paulo disse: “Porque o nosso evangelho não chegou até vós tão-somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção” (I Ts 1:5).

       O Rev. Hernandes Dias Lopes, diz que “nenhum cristão pode ‘tomar emprestadas’ as convicções de outro para ter uma vida cristã honesta” (Romanos – o evangelho segundo Paulo, p.457). O crente que não tem certeza de que está fazendo a coisa certa, mas o faz, se condena em seu ato. Isso porque sua ação não está em harmonia com sua convicção interior, ou seja, com sua fé. Tudo o que não é feito em harmonia com a convicção de que está de acordo com a Bíblia é pecado, embora, por si só, possa ser uma ação correta. Tudo que é feito sem fé, ou convicção, é pecado, Rm 14:23.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Discipulado - Projeto de Deus

DISCIPULADO - PROJETO DE DEUS
Por Pastor Wanderley da Silva

Quando Deus criou o homem, criou-o para um projeto glorioso. Para isso, este deveria manter comunhão com Ele, sendo Seu representante no governo e domínio sobre a criação. No entanto, Satanás intentou destruir os planos do Criador, quando incitou nossos primeiros pais a descrerem da Palavra de Deus.
Como Deus é soberano e nenhum dos seus planos pode ser frustrado, Ele enviou Jesus para resgatar seus propósitos e reatar novamente o homem a Ele, promovendo a transformação da humanidade, dando vida abundante, Jo 10:10. Pensando nisso foi que, quando esteve na terra, Jesus instituiu a sua Igreja (Mateus 16:16-18), não como um fim em si mesma, mas como agente do Reino, no resgate do propósito de Deus. 
Em sua despedida deste mundo, Jesus deu suas últimas instruções aos seus discípulos, reafirmando a missão da Igreja, que é fazer discípulos de todas as nações (Mateus 28:19). 
O discipulado é o processo pelo qual Deus deseja reproduzir sua vida em nós para a sua glória, João 15:8; sendo assim, somos chamados a conquistar pessoas para Jesus: aliançando-as no corpo de Cristo; promovendo seu aperfeiçoamento através do discipulado, para que reproduzam a vida de Cristo; e, por último, enviando-as com a unção do Espírito Santo para cumprir a missão de fazer discípulos. 
Jesus usou o relacionamento a fim de difundir o reino de Deus. Seus discípulos estiveram com Ele dia e noite por três anos. Escutavam os seus sermões e memorizavam os seus ensinamentos. Viram-no viver a vida que ele ensinava. Então, após sua ascensão, os discípulos confiaram as palavras de Cristo a outros e encorajaram-nos a adotar o estilo de vida de seu mestre, com a finalidade de ensinar a outros. 
O discipulado cristão é um relacionamento de mestre e aluno baseado no modelo de Cristo e seus discípulos, no qual o mestre reproduz no aluno a plenitude da vida que tem em Cristo e que o aluno é capaz de treinar outros para ensinarem a outros. 

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

SOCORRO, EU PRECISO DE AJUDA! | Pastor Wanderley da Silva


Quem vive sozinho já experimentou o quão amargo e desgastante é a solidão. Há enormes desafios que se apresentam e precisamos de alianças para que possamos ultrapassá-los. Na hora sombria vemos o quão importante é ter alguém ao lado. O apóstolo Paulo falou que somos entregues à morte todos os dias, isto é, nunca podemos nos dar ao luxo de achar que somente viveremos num “mar de rosas”:
  • Há muitos que estão feridos profundamente e que estão sangrando. Alguns têm dificuldade de cicatrização. O melhor curativo é o amor.
  • Outros estão tomados de temores e estão vivendo assustados, inseguros.  Estes precisam sentir o calor humano da presença de um amigo em quem confiam.
  • Muitos têm banhado de lágrimas seus travesseiros e parecem  que são inconsoláveis. É necessário que tenham uma companhia carinhosa.
  • Há muitas pessoas que não sabem mais o que é uma boa noite de sono, pois vivem em constantes pesadelos.
Muitos deixaram de sonhar, pois foram envenenados pelo pessimismo e se conformaram com a derrota e o fracasso.
Leia o restante clicando no link ou no título.

SOCORRO, EU PRECISO DE AJUDA! | Pastor Wanderley da Silva

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

PERDÃO - QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA



A FORÇA DO PERDÃO

Lucas 6:27-36 e Mateus 18:21-22


INTRODUÇÃO: Um príncipe árabe estava sentado em sua tenda quando ouviu pessoas gritando; os gritos vinham se aproximando, peguem não o deixem escapar! De repente um rapaz invadiu sua tenda e, tremendo, ocultou-se atrás dele. Segundos depois chegaram os seus perseguidores e insistiam com o príncipe dizendo: “entregue-nos o garoto, ele matou uma pessoa e segundo as nossas leis tem que pagar com a própria vida”. O príncipe vendo a situação desesperadora do rapaz e se condoendo dele disse: “este jovem entrou em minha tenda em busca de refúgio, enquanto estiver sob a minha proteção ninguém o tocará, eu o perdôo pela sua falta”. Um dos perseguidores insistiu: “senhor ele tem que ser punido, venha e veja com seus próprios olhos, a pessoa que ele matou foi o seu filho”. Diante desta drástica revelação, o príncipe, depois de alguns instantes, falou: “o meu perdão já foi dado, e já que não mais vive o meu filho, vou criá-lo como se fosse o meu filho que ele matou”.

I. A FORÇA DO PERDÃO TRAZ A EFICÁCIA DE TRANSFORMAR A VIDA (Lc 6:27-31)
1. Muda nossa concepção e sentimentos em relação aos outros. Se liberarmos perdão vamos poder cumprir o mandamento que Jesus nos apresentou: Amar os inimigos (v. 27a). Fazer o bem a todos (v. 27b). Bendizer e nunca maldizer (v. 28a). Orar pelos que nos perseguem (v. 28).
2. Por trás do perdão há um poder eficaz (vv. 29, 30). Paz para nossa alma – só através do ato de perdoar nos levará a desfrutar paz interior. Não podemos esperar que o mundo mude se não começarmos a mudança em nós. Nós temos que mudar primeiro (v. 31). Aquilo que queremos que os outros façam, devemos fazer primeiro.

II. A FORCA DO PERDÃO TRAZ A GRAÇA DE AGRADAR A DEUS (vv.32-35)
1. Amando ao próximo testemunhamos nossa fé (vv. 32, 34). Perdoar não é uma opção, mas uma obrigação (v. 35 a). Se não perdoamos, transgredimos a Lei de Deus (v. 36)
2. Amando e perdoando ao próximo, recebemos muitas bênçãos (v. 35 b). Há grande recompensa para eu tomar a atitude de perdoar: "... e será grande vosso galardão..."

III. A FORÇA DO PERDÃO TRAZ UMA AÇÃO ILIMITADA PORQUE PROVEM DE DEUS (Mt 18:21, 22)
1. Se limitarmos o perdão, estamos limitando a Deus (v. 21). À medida do nosso perdão é a medida do poder que Deus libera sobre nós.
2. Deus nos oferece a capacidade de perdoar sempre (v. 22). Só não perdoa quem não quer. Deus deu-os esta condição. Muitos dizem que não têm força para perdoar. Perdão é questão de decisão.

CONCLUSÃO: A ciência tem atribuído ao ódio e ao rancor, uma infinidade de enfermidades que se manifestam no corpo humano. E o mais surpreendente, quando o enfermo libera o perdão, sua enfermidade desaparece com muito muita eficácia que se tivesse recebido a dose do melhor antibiótico disponível no mercado. Perdoar faz bem àquele que perdoa e nos aproxima de Deus, que por amor ao mundo enviou Jesus a fim de conceder perdão e restauração.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Edificando pontes e não muros

CONSTRUTORES DE PONTES OU DE MUROS
2 Co 5:17-20
Devemos ser construtores de pontes, não fazedores de muros ou cavadores de abismos. Somos ministros da reconciliação, não promotores de contendas. Somos pacificadores, não geradores de intrigas. O ministério da igreja é de aproximação das pessoas e não de afastamento delas. Somos um só corpo e membros uns dos outros. Quando um membro do corpo sofre, todos sofrem com ele; quando um membro é promovido, todos se regozijam com ele. Para isso, precisamos tomar algumas medidas.
1.     RECONHECER QUE SOMOS FALHOS E ERRAMOS UNS COM OS OUTROS.
Não somos uma comunidade de pessoas perfeitas. Nós ainda estamos sujeitos a falhas e tropeçamos em muitas coisas. Isso obviamente não nos dá o direito de errarmos intencionalmente. A vida cristã não nos dá uma imunidade para pecar. Precisamos ser vigilantes para não sermos pedra de tropeço para os nossos irmãos. Porém, o fato de errarmos uns com os outros não anula o fato de que somos uma só família e um só rebanho. O apóstolo Paulo admite que na igreja há momentos em que temos queixa uns dos outros.
2.     RECONHECER QUE O CAMINHO DO ARREPENDIMENTO E DO PERDÃO É UMA ÚNICA FORMA DE CONSTRUIR PONTES.
Um cristão demonstra sua maturidade espiritual quando reconhece seu erro e tem disposição de pedir perdão. Não há comunidade saudável sem o exercício do perdão. Somos a comunidade dos perdoados e dos perdoadores. Quem não perdoa não pode orar, não pode ofertar, não pode ser perdoado. Quem não perdoa adoece emocional e fisicamente. A Bíblia diz que precisamos perdoar uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou. Esse perdão deve ser imediato, pleno e definitivo. O perdão sara as feridas, restaura os relacionamentos, produz comunhão e glorifica a Deus. Ferir uns aos outros ou guardar mágoas produz doença emocional e desavença relacional. É tempo de construirmos pontes em vez de cavarmos abismos em nossos relacionamentos dentro da nossa família e da igreja.
3.     RECONHECER QUE DEUS NOS CHAMOU PARA SERMOS MINISTROS DA RECONCILIAÇÃO.
Nós fomos chamados para pregarmos a reconciliação do homem com Deus e do homem com o próximo. Nós fomos vocacionados para construirmos pontes em vez de cavarmos abismos. Os filhos do Reino são pacificadores e os pacificadores são chamados filhos de Deus. A Bíblia diz que o amor cobre multidão de pecados. Quem ama busca a reconciliação.
4.     RECONHECER QUE NENHUMA VITÓRIA TEM GOSTO AGRADÁVEL SE A COMUNHÃO FRATERNAL É QUEBRADA.
A única vitória que glorifica o nome de Cristo é a decisão de restaurar o que foi quebrado, de aproximar o que foi afastado. Paulo diz que no depender de nós, devemos ter paz com todos os homens. Ainda diz que se preciso for, devemos sofrer o dano para construir as pontes da reconciliação. A Palavra de Deus diz que devemos ter o mesmo sentimento que houve também em Cristo. Ele não revidou ultraje com ultraje. Ele rogou ao Pai que perdoasse seus algozes e até mesmo atenuou-lhes a culpa, dizendo que eles não sabiam o que estavam fazendo. A Bíblia inteira é um apelo à reconciliação com Deus e a reconciliação fraternal. O apóstolo Paulo chega a afirmar que se não houver perdão dentro da igreja, Satanás leva vantagem sobre nós. Que Deus nos ajude a amar uns aos outros, a dar a nossa vida uns pelos outros, a perdoar uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou e a construirmos pontes em vez de muros.
Conclusão: Shakespeare afirmou: “se você está se sentindo só é porque em vez de pontes, construiu muralhas entre você e os outros”. Charles Brown Jr. disse: “Só o amor constrói pontes indestrutíveis”. O apóstolo Paulo falou: “A ciência incha, mas o amor edifica” (1 Co 8:1). O salmista declarou: “bom e suave é que os irmãos vivam em união” (Sl 133:1). O apóstolo João também disse algo importante: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo” (1 Jo 1:7).

quarta-feira, 7 de maio de 2008

QUE OCUPAÇÃO É A TUA?

TEXTO: Jonas 1:8

INTRODUÇÃO: Não é suficiente estar ocupado. O que mais importa é saber em que se está ocupado. Há pessoas muito ocupadas, porém, não absorvem os frutos dessa ocupação. Há tempo para tudo (Ec 3). Devemos orar como Moisés: “ensina-nos a contar os nossos dias...” (Sl 90:12). Muitos ocupam o tempo em coisas más, enquanto deveriam fazer o bem, haja vista, que todos haveremos de prestar contas do que fazemos. A Bíblia afirma que “aquele que sabe fazer o bem e não faz, peca” (Tiago 4:17). Nunca é demais fazer o bem, Gálatas 6:9.

TRANSIÇÃO: O texto básico refere-se a Jonas que para fugir da chamada divina de ir a Nínive para transmitir a mensagem de arrependimento tomou um navio para Tarsis e, enquanto dormia, sobreveio uma tempestade e o pavor foi tanto que todos os que estavam no navio começaram a clamar cada um ao seu deus. O mestre do navio acordou-o e exortou-o a que buscasse a seu Deus. Ao lançar sorte descobriram que tudo aquilo estava ocorrendo por causa de Jonas. Dentre as várias perguntas feitas a Jonas uma era contundente: “Que ocupação é a tua?”.

1. O RECEBIMENTO DE UMA OCUPAÇÃO

a) Através de um sonho, Gn 37:1-11; 45:1-15; José teve um sonho que causou muitos transtornos quando foi revelado, porém, era um plano divino que se cumpriu lá no Egito.
b) Através de uma visão, At 16:6-10; Paulo, tendo uma visão durante a noite de que um varão clamava por ajuda na Macedônia. Eles entenderam que era o Senhor quem os chamara para anunciar o evangelho nessa cidade e foram para lá.
c) Através de outra pessoa, At 16:1-3; 1ª Tm 4:14; 2ª Tm 1:6; Paulo encontrando Timóteo levou-o consigo a fim de realizar o ministério de evangelização.

2. A NEGLIGÊNCIA DO EXERCÍCIO DA OCUPAÇÃO

a) Moisés, Deus disse a ele: “fale à rocha... ele a feriu” (Nm 20:2-13). Tudo deve ser feito do jeito que Deus ordenou. O contrário é prejudicial, pois Deus não terá o culpado por inocente.
b) Saul, por causa do povo, desobedeceu a Deus (1º Sm 15:1-35). Deus disse-lhe que destruísse os amalequitas, ele desobedeceu, poupando o melhor do rebanho com desculpa que era para sacrificar ao Senhor. Deus o rejeitou por causa dessa desobediência.
c) Um profeta novo – deu ouvido ao profeta velho (1º Rs 13:1-28). Não pode haver ninguém que nos faça desobedecer a Deus. O que Ele disse, está dito. A tragédia pela desobediência foi grande.

3. O REENCONTRO COM A DEVIDA OCUPAÇÃO

a) Pelo reconhecimento de ter uma obrigação (Jn 1:8-12). Jonas reconheceu que a tempestade era por sua culpa, devido à negligência para com a ocupação que devia assumir. Paulo reconhecia a obrigação de divulgar o evangelho (1ª Co 9:16).
b) Pelo arrependimento e confissão (Jn 2:1-7). Jonas sentiu grande angústia por causa da negligência, confessou a Deus no ventre do peixe.
c) Pela disposição em cumprir a missão (Jn 2:9; 3:4). Falando-lhe Deus, pela segunda vez, prontamente obedeceu e foi cumprir sua missão.

CONCLUSÃO: Procure manter-se ocupado nas coisas que agrada a Deus. Tudo quanto fizer deve glorificar a Deus. Tudo o que fizer para Deus, Ele te recompensará.