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quinta-feira, 22 de maio de 2014

Discipulado - Projeto de Deus

DISCIPULADO - PROJETO DE DEUS
Por Pastor Wanderley da Silva

Quando Deus criou o homem, criou-o para um projeto glorioso. Para isso, este deveria manter comunhão com Ele, sendo Seu representante no governo e domínio sobre a criação. No entanto, Satanás intentou destruir os planos do Criador, quando incitou nossos primeiros pais a descrerem da Palavra de Deus.
Como Deus é soberano e nenhum dos seus planos pode ser frustrado, Ele enviou Jesus para resgatar seus propósitos e reatar novamente o homem a Ele, promovendo a transformação da humanidade, dando vida abundante, Jo 10:10. Pensando nisso foi que, quando esteve na terra, Jesus instituiu a sua Igreja (Mateus 16:16-18), não como um fim em si mesma, mas como agente do Reino, no resgate do propósito de Deus. 
Em sua despedida deste mundo, Jesus deu suas últimas instruções aos seus discípulos, reafirmando a missão da Igreja, que é fazer discípulos de todas as nações (Mateus 28:19). 
O discipulado é o processo pelo qual Deus deseja reproduzir sua vida em nós para a sua glória, João 15:8; sendo assim, somos chamados a conquistar pessoas para Jesus: aliançando-as no corpo de Cristo; promovendo seu aperfeiçoamento através do discipulado, para que reproduzam a vida de Cristo; e, por último, enviando-as com a unção do Espírito Santo para cumprir a missão de fazer discípulos. 
Jesus usou o relacionamento a fim de difundir o reino de Deus. Seus discípulos estiveram com Ele dia e noite por três anos. Escutavam os seus sermões e memorizavam os seus ensinamentos. Viram-no viver a vida que ele ensinava. Então, após sua ascensão, os discípulos confiaram as palavras de Cristo a outros e encorajaram-nos a adotar o estilo de vida de seu mestre, com a finalidade de ensinar a outros. 
O discipulado cristão é um relacionamento de mestre e aluno baseado no modelo de Cristo e seus discípulos, no qual o mestre reproduz no aluno a plenitude da vida que tem em Cristo e que o aluno é capaz de treinar outros para ensinarem a outros. 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

IGREJA - LUGAR DE VIDA E COMUNHÃO

Igreja - comunhão

Muito interessante o que uma senhora disse ao médico. 
Após ter-se consultado, seu médico, com a receita na mão, lhe disse: - Agora, por seis meses, repouso absoluto. Não saia de casa. 
Ela não concordou e respondeu: - Pois é, eu sou crente. Como é que vai ser? E a minha igreja, doutor? 
- Ora, protestou o médico, a sua igreja pode passar muito bem sem a senhora.
- Sim, eu sei, retrucou a mulher, eu é que não posso passar muito bem sem a minha igreja!
Esse deveria ser o pensamento e a atitude de todo que se diz “cristão”: Estar na Igreja, Hb 10:25.

"Se andarmos na luz, como Ele na luz está, temos COMUNHÃO UNS COM OS OUTROS e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1Jo 1.7).

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Saúde Conjugal


CASAMENTO SEM SEXO x SEXO NO CASAMENTO
1 Co 7:1-5

O casamento não é apenas amizade, mas de relação íntima entre duas pessoas. Para todos os níveis de amizades estabelecemos limites, mas para um casal não há limites em suas relações.
O casamento não é mudanças. Muitos pensam que a união matrimonial é mudar de casa, de ambiente, de atividades, mudar de rotina.
O casamento não traz felicidade. Muitos que estão solteiros pensam que casamento traz felicidade, dizem: “quando eu casar, eu vou ser feliz”, ou “eu quero casar, porque eu também tenho o direito de ser feliz”. Basta olhar o grande número de casamentos desfeitos para saber se isso é realidade ou não.
O casamento não é refúgio. Às vezes, ouvimos moços e moças desabafando “aparentes frustrações”, dizendo: “não vejo a hora de casar e sair dessa casa”.
O casamento não é só sexo, mas também é sexo. Qual a primeira intenção das pessoas quando se casam? Ir prá lua de mel, fazer o quê? Claro que é para praticarem o ato sexual. A prática sexual na vida de um casal precisa envolver quantidade e qualidade.
Sexo versus compras
Uma pesquisa sobre a vida sexual das britânicas depois do casamento, publicada pela revista feminina First, revela que 40 por cento das mulheres casadas preferem ir às compras a fazer sexo.
Sexo versus abstinência
No total, 37 por cento das mulheres ouvidas afirmam que seriam felizes num casamento sem sexo. A proporção aumenta para 50 por cento entre as mulheres que estão casadas há mais de 20 anos.
Sexo versus chocolate
De 1.500 entrevistados no país de Gales, metade de cada sexo, 52 por cento das mulheres afirmaram preferir o «prazer garantido» de uma barra de chocolate a ter relações com alguém do sexo oposto. Já para 87 por cento dos homens inquiridos, o sexo é a primeira escolha.
Para a psicóloga Anjula Mutanda, especialista em relacionamentos «o sexo é uma parte importante na relação amorosa e uma forma essencial de se relacionar com o parceiro. Portanto, alguma coisa está muito errada». Segundo a psicóloga, a vida de um casal sem relações sexuais gera distância e pode tornar-se o equivalente a viver com um irmão ou uma irmã.
Sexo e Bíblia
Sexo fora do casamento é pecado; todos os cristãos sabem isso, e os incrédulos também.
Não ter sexo no casamento também é pecado (salvo as circunstâncias extraordinárias); talvez nem todos estejam cientes disso.
De acordo com 1 Coríntios 7:3-5, sexo no casamento é uma dívida contraída: “o marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido”. Isso aqui não significa que marido e esposa devem mostrar um ao outro apenas bondade em geral, mas aqui trata-se de sexo mesmo.
Um dos propósito do casamento é “evitar a fornicação” (2). No casamento, seu cônjuge tem autoridade sobre o seu corpo, especialmente no leito matrimonial (4). A “incontinência” no versículo 5 refere-se a falta de auto-controle sexual. Assim, “devida benevolência” em 1 Coríntios 7:3 refere-se especificamente à bondade devida ao cônjuge na relação sexual.
Essa “benevolência” sexual é “devida” ao seu cônjuge. É uma dívida, algo que você deve ao seu marido ou esposa. Não é meramente um favor que você faz caso seu cônjuge tenha sido bom. Obviamente alguns, por causa da idade avançada ou debilidade, etc., são incapazes de cumprir essa dívida, mas cônjuges cristãos normais devem pagar esse débito.
Você está pagando esse débito ao seu marido ou esposa?
Em se tratando de vida sexual, seu cônjuge tem autoridade sobre o seu corpo e, não você: “A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher” (4).

Casamento sem sexo é pecado
É roubo não entregar o que é devido a quem de direito. É roubar o seu próximo mais chegado, a saber, o seu próprio cônjuge. É defraudar seu cônjuge (5). Isso introduz a idéia de engano e fraude.
O casamento, por definição, inclui dar-se ao seu cônjuge. Ao recusar se entregar sexualmente, como prometeu, você comete traição. Isso está fundamentado no egoísmo, o desejo de fazer o que quiser com o seu corpo e não o que o seu cônjuge quer. Esse egoísmo brota da incredulidade, da falta de fé na união vital e espiritual entre Cristo e a Sua igreja que o seu casamento e relação sexual deveriam retratar.
O pecado tem consequências. Deus julgará e castigará você por causa do pecado. Seu cônjuge será ferido, seriamente ferido. Recusar seus desejos sexuais é algo cruel. Ignorar ou ser indiferente para com ele ou ela é impiedade.
Cristo não trata assim a Sua esposa. Ele a amou e se entregou por ela.
Seu cônjuge se sentirá insatisfeito, trapaceado e provavelmente se tornará amargo e ressentido. Assim, seu casamento sofrerá danos que chegará um momento que não terá como reparar. A intimidade física de todos os tipos se secará e você perderá a intimidade emocional e espiritual também.
Pecados conjugais impendem as suas orações (1 Pedro 3:7). As orações nas devoções em família se tornam difíceis; as orações ficam sem resposta. A leitura da Escritura também se torna um dever árduo. Eventualmente isso pode levar a vida espiritual e, até material, à completa negligência.
Casamento sem sexo também torna o seu cônjuge mais vulnerável ao pecado de adultério Lembre-se: um dos propósitos do casamento é evitar a fornicação (2; cf. Pv. 5:18-20). Satanás tem um interesse no seu leito matrimonial. Ele anda em derredor, “buscando a quem possa tragar” (1 Pedro 5:8). Não vos defraudeis!

De acordo com o ensino de 1 Coríntios 7:3-5 os casais não devem permitir que se tornem sexualmente indiferentes um para com o outro. Não há lugar para escusas mentirosas: “Estou com dor de cabeça”. Isso não é uma licença para explorar ou abusar do seu cônjuge. Nem é um incentivo à tirania masculina. O marido é o cabeça que deve “alimentar” e “sustentar” a sua esposa (Ef. 5:29).
Este texto enfatiza ainda a igualdade entre marido e mulher: o marido deve dar a “devida benevolência” à sua esposa, e “igualmente” a esposa ao seu marido (3), e o marido tem autoridade sobre o corpo da sua esposa, “também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher” (4). Assim, no sexo, o marido e a esposa cristãos devem procurar agradar um ao outro, e não a si mesmos, pois o amor “não busca os seus interesses” (1Co. 13:5).

Qual então é o papel do sexo no casamento?

Primeiro, sexo não é a única coisa no casamento. É fundamental que o marido ame sua esposa e a esposa se submeta ao seu marido (Ef 5:22-33). Além do mais, o marido deve governar sua esposa em amor e ela deve ser auxiliadora de seu marido (Ef 5:22-33; Gn 2:20s).
Segundo, o sexo não é a principal coisa no casamento. A coisa principal é o relacionamento pactual no Senhor (Ml 2:14). Aqueles que fazem do sexo a coisa principal no casamento ficarão dolorosamente desapontados.
Terceiro, sexo não é a base para o casamento. A verdade da Palavra de Deus é o fundamento do casamento cristão. A amizade pactual de um pelo outro é baseada sobre essa unidade na doutrina da Palavra de Deus em Cristo. Casamos com a aparência, mas temos que conviver com o caráter.

Há uma exceção ao dever do sexo no casamento (além daquele da impossibilidade física) se três condições forem satisfeitas.
Primeiro, deve ser “por consentimento mútuo” (1Co. 7:5) – não uma decisão unilateral do marido ou da esposa, mas de ambos.
Segundo, deve ser “por algum tempo” (5) – não para o resto de suas vidas, ou por semanas, meses e anos, mas por um período específico. Mais tarde eles devem se “ajuntar outra vez” sexualmente (5).
Terceiro, a abstinência sexual deve ser “para vos aplicardes ao jejum e à oração” (5) – não porque eles simplesmente estavam com vontade. Deus colocou certo peso em seus corações, de forma que os prazeres de se alimentar fisicamente e sexualmente são postos de lado por um tempo, para que possam se focar melhor em buscar a Deus.
Todas as três condições devem ser satisfeitas – consentimento mútuo, curta duração e propósito religioso (para oração e jejum) – para um período de abstinência sexual. Onde todas as três condições não são satisfeitas, a “devida benevolência” da relação sexual permanece.
“Venerado seja entre todos, o matrimônio e o leito sem mácula” (Hb. 13:4)

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

PERDÃO - QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA



A FORÇA DO PERDÃO

Lucas 6:27-36 e Mateus 18:21-22


INTRODUÇÃO: Um príncipe árabe estava sentado em sua tenda quando ouviu pessoas gritando; os gritos vinham se aproximando, peguem não o deixem escapar! De repente um rapaz invadiu sua tenda e, tremendo, ocultou-se atrás dele. Segundos depois chegaram os seus perseguidores e insistiam com o príncipe dizendo: “entregue-nos o garoto, ele matou uma pessoa e segundo as nossas leis tem que pagar com a própria vida”. O príncipe vendo a situação desesperadora do rapaz e se condoendo dele disse: “este jovem entrou em minha tenda em busca de refúgio, enquanto estiver sob a minha proteção ninguém o tocará, eu o perdôo pela sua falta”. Um dos perseguidores insistiu: “senhor ele tem que ser punido, venha e veja com seus próprios olhos, a pessoa que ele matou foi o seu filho”. Diante desta drástica revelação, o príncipe, depois de alguns instantes, falou: “o meu perdão já foi dado, e já que não mais vive o meu filho, vou criá-lo como se fosse o meu filho que ele matou”.

I. A FORÇA DO PERDÃO TRAZ A EFICÁCIA DE TRANSFORMAR A VIDA (Lc 6:27-31)
1. Muda nossa concepção e sentimentos em relação aos outros. Se liberarmos perdão vamos poder cumprir o mandamento que Jesus nos apresentou: Amar os inimigos (v. 27a). Fazer o bem a todos (v. 27b). Bendizer e nunca maldizer (v. 28a). Orar pelos que nos perseguem (v. 28).
2. Por trás do perdão há um poder eficaz (vv. 29, 30). Paz para nossa alma – só através do ato de perdoar nos levará a desfrutar paz interior. Não podemos esperar que o mundo mude se não começarmos a mudança em nós. Nós temos que mudar primeiro (v. 31). Aquilo que queremos que os outros façam, devemos fazer primeiro.

II. A FORCA DO PERDÃO TRAZ A GRAÇA DE AGRADAR A DEUS (vv.32-35)
1. Amando ao próximo testemunhamos nossa fé (vv. 32, 34). Perdoar não é uma opção, mas uma obrigação (v. 35 a). Se não perdoamos, transgredimos a Lei de Deus (v. 36)
2. Amando e perdoando ao próximo, recebemos muitas bênçãos (v. 35 b). Há grande recompensa para eu tomar a atitude de perdoar: "... e será grande vosso galardão..."

III. A FORÇA DO PERDÃO TRAZ UMA AÇÃO ILIMITADA PORQUE PROVEM DE DEUS (Mt 18:21, 22)
1. Se limitarmos o perdão, estamos limitando a Deus (v. 21). À medida do nosso perdão é a medida do poder que Deus libera sobre nós.
2. Deus nos oferece a capacidade de perdoar sempre (v. 22). Só não perdoa quem não quer. Deus deu-os esta condição. Muitos dizem que não têm força para perdoar. Perdão é questão de decisão.

CONCLUSÃO: A ciência tem atribuído ao ódio e ao rancor, uma infinidade de enfermidades que se manifestam no corpo humano. E o mais surpreendente, quando o enfermo libera o perdão, sua enfermidade desaparece com muito muita eficácia que se tivesse recebido a dose do melhor antibiótico disponível no mercado. Perdoar faz bem àquele que perdoa e nos aproxima de Deus, que por amor ao mundo enviou Jesus a fim de conceder perdão e restauração.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Ponte ou Parede?

Há duas espécie de pessoas no mundo: as que constroem paredes ou muros e as que constroem pontes. Robert Frost disse: "Antes de construir paredes é preciso verificar bem o que é que se está encerrando dentro dessas paredes, ou deixando fora delas".
Esse é um bom aviso para os construtores de paredes, porque, em sua defensiva e hostilidade, costumam afugentar de si os outros.
Os construtores de pontes são os que esperam o melhor das pessoas. Esperam dos outros sempre o bem, e estão prontos a acreditar no melhor, mesmo nas piores situações. Constroem pontes porque aprenderam a linguagem do amor.
O que você constrói - pontes ou paredes? Você está alimentando ressentimentos? Quantos temores, ansiedades, preocupações, você está sofrendo só porque não se dispõe a perdoar alguém que o feriu profundamente? Quantos dias ensolarados se tornam cinzentos, porque sua mente enraivecida agita-se e luta, em choques imaginários com o adversário - seu ex-marido, sua ex-esposa, um parente, um freguês, um cliente ou um funcionário?
Você está sofrendo de úlceras, artrite, pressão alta ou problemas cardíacos, simplesmente porque não se dispõe a perdoar? Quantas pessoas estão criando rugas - que se tornarão marcas permanentes - evidências do fato de que passaram a maior parte de sua vida com pensamentos de ira, até que as rugas lhe marcaram indelevelmente o semblante? E quantos amigos já deixaram de falar-lhe por você ter angariado a reputação de enjoado, resmungão e choramingas, pois o ressentimento diário que penetrou em você ali se fixou e contaminou por inteiro?
A solução é aprender a linguagem do amor, linguagem que começa com estas palavras de I Coríntios 13, o grande capítulo do amor: "O amor não se ressente do mal" (v.5).

Disse Jesus: "Quando depender de vós tende paz com todos os homens".

Do livro: Descubra o Amor - Editora Betânia

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Edificando pontes e não muros

CONSTRUTORES DE PONTES OU DE MUROS
2 Co 5:17-20
Devemos ser construtores de pontes, não fazedores de muros ou cavadores de abismos. Somos ministros da reconciliação, não promotores de contendas. Somos pacificadores, não geradores de intrigas. O ministério da igreja é de aproximação das pessoas e não de afastamento delas. Somos um só corpo e membros uns dos outros. Quando um membro do corpo sofre, todos sofrem com ele; quando um membro é promovido, todos se regozijam com ele. Para isso, precisamos tomar algumas medidas.
1.     RECONHECER QUE SOMOS FALHOS E ERRAMOS UNS COM OS OUTROS.
Não somos uma comunidade de pessoas perfeitas. Nós ainda estamos sujeitos a falhas e tropeçamos em muitas coisas. Isso obviamente não nos dá o direito de errarmos intencionalmente. A vida cristã não nos dá uma imunidade para pecar. Precisamos ser vigilantes para não sermos pedra de tropeço para os nossos irmãos. Porém, o fato de errarmos uns com os outros não anula o fato de que somos uma só família e um só rebanho. O apóstolo Paulo admite que na igreja há momentos em que temos queixa uns dos outros.
2.     RECONHECER QUE O CAMINHO DO ARREPENDIMENTO E DO PERDÃO É UMA ÚNICA FORMA DE CONSTRUIR PONTES.
Um cristão demonstra sua maturidade espiritual quando reconhece seu erro e tem disposição de pedir perdão. Não há comunidade saudável sem o exercício do perdão. Somos a comunidade dos perdoados e dos perdoadores. Quem não perdoa não pode orar, não pode ofertar, não pode ser perdoado. Quem não perdoa adoece emocional e fisicamente. A Bíblia diz que precisamos perdoar uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou. Esse perdão deve ser imediato, pleno e definitivo. O perdão sara as feridas, restaura os relacionamentos, produz comunhão e glorifica a Deus. Ferir uns aos outros ou guardar mágoas produz doença emocional e desavença relacional. É tempo de construirmos pontes em vez de cavarmos abismos em nossos relacionamentos dentro da nossa família e da igreja.
3.     RECONHECER QUE DEUS NOS CHAMOU PARA SERMOS MINISTROS DA RECONCILIAÇÃO.
Nós fomos chamados para pregarmos a reconciliação do homem com Deus e do homem com o próximo. Nós fomos vocacionados para construirmos pontes em vez de cavarmos abismos. Os filhos do Reino são pacificadores e os pacificadores são chamados filhos de Deus. A Bíblia diz que o amor cobre multidão de pecados. Quem ama busca a reconciliação.
4.     RECONHECER QUE NENHUMA VITÓRIA TEM GOSTO AGRADÁVEL SE A COMUNHÃO FRATERNAL É QUEBRADA.
A única vitória que glorifica o nome de Cristo é a decisão de restaurar o que foi quebrado, de aproximar o que foi afastado. Paulo diz que no depender de nós, devemos ter paz com todos os homens. Ainda diz que se preciso for, devemos sofrer o dano para construir as pontes da reconciliação. A Palavra de Deus diz que devemos ter o mesmo sentimento que houve também em Cristo. Ele não revidou ultraje com ultraje. Ele rogou ao Pai que perdoasse seus algozes e até mesmo atenuou-lhes a culpa, dizendo que eles não sabiam o que estavam fazendo. A Bíblia inteira é um apelo à reconciliação com Deus e a reconciliação fraternal. O apóstolo Paulo chega a afirmar que se não houver perdão dentro da igreja, Satanás leva vantagem sobre nós. Que Deus nos ajude a amar uns aos outros, a dar a nossa vida uns pelos outros, a perdoar uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou e a construirmos pontes em vez de muros.
Conclusão: Shakespeare afirmou: “se você está se sentindo só é porque em vez de pontes, construiu muralhas entre você e os outros”. Charles Brown Jr. disse: “Só o amor constrói pontes indestrutíveis”. O apóstolo Paulo falou: “A ciência incha, mas o amor edifica” (1 Co 8:1). O salmista declarou: “bom e suave é que os irmãos vivam em união” (Sl 133:1). O apóstolo João também disse algo importante: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo” (1 Jo 1:7).