IGREJA PRESBITERIANA RENOVADA EM SÃO JOSÉ - SANTA CATARINA - Avivamento e Crescimento nas Sagradas Escrituras
Mostrando postagens com marcador satisfação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador satisfação. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 25 de abril de 2012
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Saúde Conjugal
CASAMENTO SEM SEXO x SEXO NO
CASAMENTO
1 Co 7:1-5
O casamento
não é apenas amizade, mas de relação
íntima entre duas pessoas. Para todos os níveis de amizades estabelecemos
limites, mas para um casal não há limites em suas relações.
O casamento
não é mudanças. Muitos pensam
que a união matrimonial é mudar de casa, de ambiente, de atividades, mudar de
rotina.
O casamento
não traz felicidade. Muitos que
estão solteiros pensam que casamento traz felicidade, dizem: “quando eu casar, eu vou ser feliz”, ou “eu quero casar, porque eu também tenho o direito de ser
feliz”. Basta olhar o grande número de casamentos desfeitos para saber
se isso é realidade ou não.
O casamento
não é refúgio. Às vezes,
ouvimos moços e moças desabafando “aparentes frustrações”, dizendo: “não vejo a
hora de casar e sair dessa casa”.
O casamento
não é só sexo, mas também é
sexo. Qual a primeira intenção das pessoas quando se casam? Ir prá lua de mel,
fazer o quê? Claro que é para praticarem o ato sexual. A prática sexual na vida
de um casal precisa envolver quantidade e qualidade.
Sexo versus compras
Uma pesquisa sobre a vida
sexual das britânicas depois do casamento, publicada pela revista feminina First,
revela que 40 por cento das mulheres casadas preferem ir às compras a fazer
sexo.
Sexo versus abstinência
No total, 37 por cento das
mulheres ouvidas afirmam que seriam felizes num casamento sem sexo. A proporção
aumenta para 50 por cento entre as mulheres que estão casadas há mais de 20
anos.
Sexo versus chocolate
De 1.500 entrevistados no
país de Gales, metade de cada sexo, 52 por cento das mulheres afirmaram
preferir o «prazer garantido» de uma barra de chocolate a ter relações com
alguém do sexo oposto. Já para 87 por cento dos homens inquiridos, o sexo é a
primeira escolha.
Para a psicóloga Anjula
Mutanda, especialista em relacionamentos «o sexo é uma parte importante na
relação amorosa e uma forma essencial de se relacionar com o parceiro.
Portanto, alguma coisa está muito errada». Segundo a psicóloga, a vida de um
casal sem relações sexuais gera distância e pode tornar-se o equivalente a
viver com um irmão ou uma irmã.
Sexo e
Bíblia
Sexo fora do casamento é pecado; todos os cristãos sabem isso, e os incrédulos também.
Não ter sexo no casamento também é pecado (salvo
as circunstâncias extraordinárias); talvez nem
todos estejam cientes disso.
De acordo com 1 Coríntios 7:3-5, sexo
no casamento é uma dívida contraída: “o
marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao
marido”. Isso aqui não significa que marido e esposa devem mostrar um ao
outro apenas bondade em geral, mas aqui trata-se de sexo mesmo.
Um dos propósito do casamento é “evitar a fornicação” (2). No casamento, seu cônjuge tem autoridade
sobre o seu corpo, especialmente no leito matrimonial (4). A “incontinência” no
versículo 5 refere-se a falta de auto-controle sexual. Assim, “devida
benevolência” em 1 Coríntios 7:3 refere-se especificamente à bondade devida ao
cônjuge na relação sexual.
Essa “benevolência” sexual é “devida” ao
seu cônjuge. É uma dívida, algo que você deve ao seu
marido ou esposa. Não é meramente um favor que você faz caso seu cônjuge tenha
sido bom. Obviamente alguns, por causa da idade avançada ou debilidade, etc.,
são incapazes de cumprir essa dívida, mas cônjuges cristãos normais devem pagar
esse débito.
Você está pagando esse débito ao
seu marido ou esposa?
Em se tratando de vida sexual, seu cônjuge tem
autoridade sobre o seu corpo e, não você: “A mulher não tem poder sobre o seu próprio
corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder
sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher” (4).
Casamento sem sexo é pecado
É roubo não entregar o que é devido a quem de direito. É roubar o seu
próximo mais chegado, a saber, o seu próprio cônjuge. É defraudar seu cônjuge
(5). Isso introduz a idéia de engano e fraude.
O casamento, por definição, inclui dar-se ao seu cônjuge. Ao recusar
se entregar sexualmente, como prometeu, você comete traição. Isso está
fundamentado no egoísmo, o desejo de fazer o que quiser com o seu corpo e não o
que o seu cônjuge quer. Esse egoísmo brota da incredulidade, da falta de fé na
união vital e espiritual entre Cristo e a Sua igreja que o seu casamento e
relação sexual deveriam retratar.
O pecado tem consequências. Deus julgará e castigará você por causa do pecado. Seu cônjuge será
ferido, seriamente ferido. Recusar seus desejos sexuais é algo cruel. Ignorar
ou ser indiferente para com ele ou ela é impiedade.
Cristo não trata assim a Sua esposa. Ele a amou e se entregou por ela.
Seu cônjuge se sentirá insatisfeito, trapaceado e provavelmente se
tornará amargo e ressentido. Assim, seu casamento sofrerá danos que chegará um
momento que não terá como reparar. A intimidade física de todos os tipos se
secará e você perderá a intimidade emocional e espiritual também.
Pecados conjugais impendem as suas orações (1 Pedro 3:7). As orações nas devoções em família se tornam difíceis;
as orações ficam sem resposta. A leitura da Escritura também se torna um dever
árduo. Eventualmente isso pode levar a vida espiritual e, até material, à
completa negligência.
Casamento sem sexo também torna o seu cônjuge
mais vulnerável ao pecado de adultério Lembre-se: um
dos propósitos do casamento é evitar a fornicação (2; cf. Pv. 5:18-20). Satanás
tem um interesse no seu leito matrimonial. Ele anda em derredor, “buscando a
quem possa tragar” (1 Pedro 5:8). Não vos defraudeis!
De acordo com o ensino de 1 Coríntios 7:3-5 os casais não devem permitir que se tornem sexualmente indiferentes um
para com o outro. Não há lugar para escusas mentirosas: “Estou com dor de
cabeça”. Isso não é uma licença para explorar ou abusar do seu cônjuge. Nem é
um incentivo à tirania masculina. O marido é o cabeça que deve “alimentar” e
“sustentar” a sua esposa (Ef. 5:29).
Este texto enfatiza ainda a igualdade entre
marido e mulher: o marido deve dar a “devida
benevolência” à sua esposa, e “igualmente” a esposa ao seu marido (3), e o
marido tem autoridade sobre o corpo da sua esposa, “também da mesma maneira o
marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher” (4).
Assim, no sexo, o marido e a esposa cristãos devem procurar agradar um ao
outro, e não a si mesmos, pois o amor “não busca os seus interesses” (1Co.
13:5).
Qual então é o papel do sexo no casamento?
Primeiro, sexo não é a única coisa no casamento. É fundamental que o marido
ame sua esposa e a esposa se submeta
ao seu marido (Ef 5:22-33). Além do mais, o marido deve governar sua esposa em
amor e ela deve ser auxiliadora de seu marido (Ef 5:22-33; Gn 2:20s).
Segundo, o sexo não é a principal coisa no
casamento. A coisa principal é o relacionamento pactual no
Senhor (Ml 2:14). Aqueles que fazem do sexo a coisa principal no casamento
ficarão dolorosamente desapontados.
Terceiro, sexo não é a base para o casamento. A verdade da Palavra de Deus é o fundamento do casamento cristão. A
amizade pactual de um pelo outro é baseada sobre essa unidade na doutrina da
Palavra de Deus em Cristo. Casamos com a aparência, mas temos que conviver com
o caráter.
Há uma exceção ao dever do sexo no casamento (além daquele da impossibilidade física) se três condições forem
satisfeitas.
Primeiro, deve ser “por consentimento mútuo” (1Co. 7:5) – não uma decisão unilateral do marido ou da esposa, mas
de ambos.
Segundo, deve ser “por algum tempo” (5) – não para o resto de suas vidas, ou por semanas, meses e anos,
mas por um período específico. Mais tarde eles devem se “ajuntar outra vez”
sexualmente (5).
Terceiro, a abstinência sexual deve ser “para vos
aplicardes ao jejum e à oração” (5) – não porque
eles simplesmente estavam com vontade. Deus colocou certo peso em seus
corações, de forma que os prazeres de se alimentar fisicamente e sexualmente
são postos de lado por um tempo, para que possam se focar melhor em buscar a Deus.
Todas as três condições devem ser satisfeitas – consentimento mútuo, curta duração e propósito religioso (para
oração e jejum) – para um período de abstinência sexual. Onde todas as três
condições não são satisfeitas, a “devida benevolência” da relação sexual
permanece.
“Venerado seja entre todos, o matrimônio e o
leito sem mácula” (Hb. 13:4)
Marcadores:
alegria,
amizade,
amor,
casal,
casamento,
conjugal,
deleite,
felicidade,
fêmea,
gozo,
homem,
íntima,
intimidade,
macho,
mulher,
prazer,
realização,
refúgio,
satisfação,
sexo
Como vai seu casamento?
A Visão de Deus Diante de um Casamento Infeliz
David Kornfield
O número de casamentos infelizes está crescendo. O número de divórcios reflete isso. Nos Estados Unidos, pesquisadores, como Barna, indicam que a porcentagem de divórcios entre os que se chamam evangélicos é igual a da população de forma geral. Uma pesquisa Gallup indicou que 10% dos protestantes e 10% dos católicos são divorciados e que 26% dos protestantes e 23% dos católicos já foram divorciados em algum momento. Mais de um milhão de crianças, nos Estados Unidos, sofrem o divórcio de seus pais a cada ano e mais de 50% das que nascerão este ano experimentarão o divórcio de seus pais antes de completarem 18 anos. Para continuar a ler este tão importante artigo clique no link a seguir:
http://www.pastoreiodepastores.org/Ferramentas/Artigos/AVis%C3%A3odeDeusDiantedeumCasamentoInfeliz/tabid/1290/language/en-US/Default.aspxsegunda-feira, 31 de janeiro de 2011
A Oração Faz a Diferença
"O efeito da oração é a união com Deus e, se alguém estiver com Deus, está afastado do inimigo. Por meio da oração conservamos nossa castidade, controle e moderação e nos afastamos da vaidade. Ela nos faz esquecer injúrias, superar invejas, anular a injustiça e nos dá correção para o pecado. Por meio da oração obtemos bem-estar físico, um lar feliz e uma poderosa e bem ordenada sociedade... A oração é o selo da virgindade e objeto da fidelidade conjugal. Ela ampara o caminhante, protege o que dorme, e dá coragem aos que permanecem em vigília... Ela o refrescará quando você estiver arrasado e o confortará na tristeza. A oração é tanto deleite do contente, como refrigério do aflito... A oração é intimidade com Deus e contemplação do invisível... A oração é o gozo das coisas presentes e a substância das coisas por vir" (Gregório de Nisa).
terça-feira, 2 de setembro de 2008
LIDERANDO COM ÊXITO
“E agora permanecem a fé, a esperança, e o amor, mas o maior de todos é o amor” (1 Co 13:13).
Toda pessoa anela o sucesso. Ninguém vem ao pastor e pede oração para fracassar. Nenhuma mulher se casa para ser fracassada no matrimônio. Ninguém quer fracassar. Todas as pessoas têm anelos, desejos e sonhos. Todo homem deseja prosperar profissionalmente e subir de posto na empresa. Os jovens desejam terminar seu curso e se tornar um profissional. Muitos casamentos começam com muitos sonhos, mas depois de alguns anos se destroem.
Qual o segredo para o sucesso? Podemos chamá-lo de metas conquistadas, sonhos realizados, obstáculos vencidos, triunfos reconhecidos. Todos anelamos ser reconhecidos, valorizados e aceitos. Quando uma pessoa se dispõe a alcançar o êxito, deve-se se revestir de uma fortaleza interior, que lhe ajude a superar todos os obstáculos que possam se lhe apresentar no futuro.
Os homens que tem logrado alcançar êxito são aqueles que souberam assimilar muito bem os momentos de fracasso. O fracasso tem sido como uma alavanca para levantá-los. Todos nós devemos aprender com nossos fracassos. Quando entendemos que o fracasso que experimentamos está dentro do propósito de Deus, podemos escalar rumo ao sucesso.
Um dos grandes conferencistas, Dr. Robert Schuller, fez um paralelo entre o fracasso e sucesso:
1. Fracasso não significa que não alcançamos nada, mas que aprendemos algo.
2. Fracasso não significa que somos fracassados, apenas que ainda não tivemos bom êxito.
3. Fracasso não significa que havemos atuado como néscios, mas temos tido muita fé.
4. Fracasso não significa que sofremos o descrédito, mas que estivemos dispostos a experimentá-lo.
5. Fracasso não significa falta de capacidade, mas que devemos fazer as coisas de outra maneira.
6. Fracasso não significa que somos inferiores, mas que ainda não somos perfeitos.
7. Fracasso não significa que perdemos nossa vida, mas que temos boas razões para começar de novo.
8. Fracasso não significa que vamos ficar para trás, mas que vamos lutar com maior ímpeto.
9. Fracasso não significa que jamais lograremos nossas metas, mas apenas tardaremos um pouco mais para alcançá-las.
10. Fracasso não significa que Deus nos tem abandonado, mas que Ele tem uma idéia melhor.
Todos nós estamos dispostos a lutar para alcançar o êxito, mas muitas vezes as provas nos debilitam pelo caminho. Alguns, diante do primeiro obstáculo abandonam a carreira. Quantas mulheres que tiveram uma experiência sentimental equivocada, e disseram que jamais creriam nos homens de novo, “jamais me casarei, todos os homens são iguais”, e não quiseram superar seu fracasso. Todos nós teremos que passar por diferentes tipos de provas. No entanto, só alcançaremos sucesso se formos firmes e determinados.
1. Mantenha viva a chama da fé
A permanência da fé tem uma conotação eterna. Deus nos criou em fé. Deus é o arquiteto e o construtor. O arquiteto tem idéias. Ele é uma pessoa que pensa muito, e não se fixa no caos ou nas adversidades, mas naquilo que pode conquistar. Trabalha no plano das idéias. Logo ela a reproduz em papel e lápis. Quando a tem aperfeiçoado, a transforma em uma maquete e entrega ao construtor.
O que Deus fez conosco? Deus não olhou para o fato que estávamos separados dele, submersos nos vícios e no pecado. Ele viu o que ele poderia fazer através de nós. Ele projetou uma mudança em nossas vidas e famílias, e estendeu sua mão de misericórdia até que fomos alcançados por sua graça e transformados pelo poder do seu Espírito Santo. Pedro disse que nos tornamos participantes da natureza divina. E isso significa que Deus nos dá a mesma capacidade a cada um de nós. Podemos trabalhar nos planos das idéias, podemos renovar nossa mente, podemos trabalhar com idéias criativas. Não devemos olhar para os fracassos em nossa vida ou em nossa família, ou finanças. Você deve entender que Deus chamou você para coisas grandes, para que você tenha êxito. Se você fracassou no passado, não significa que Deus quer que você seja um fracassado. O senhor quer lhe levar ao êxito.
2. Tenha um sonho
Esperança fala de amanhã. Muitos confundem esperança com fé. Alguns dizem: tenho fé que um dia vou sarar. Isso não é fé, é esperança. A fé conquista a cura agora, a fé conquista as finanças agora. A fé conquista a restauração familiar agora. A esperança é a projeção para o amanhã, é a visão, o sonho. E todos devemos ter um sonho. Qual o sonho que tenho para minha vida? Alguém disse: “Aquele que aponta para nada, chegará a lugar nenhum”. Deus quer que nós tenhamos grandes visões. Alguém disse: “Empreende grandes coisas para Deus, e Deus fará grandes coisas”.
3. Tenha metas definidas
Você deve saber para onde vai. Pense que você está num avião, viajando e o piloto fala no alto-falante, dando todas as informações de vôo, mas termina dizendo que não sabe para onde está indo. Muitos assim estão trabalhando sem propósito nesta vida. Estamos orando como nunca, lutando como nunca, mas não sabemos pelo que oramos e lutamos. Temos que ter metas e saber o que será de sua vida nos próximos três a cinco anos. Que metas você tem e como vai alcançá-las.
4. Esteja aberto às mudanças
A inovação é o poder criativo de Deus. Ele quer dar a você idéias e coisas novas. Por exemplo, uma experiência do Pr. César Castelanos: quando seu grupo de jovens era pequeno de 40 a 70 pessoas, o Senhor começou a falar com ele para usar a inovação. Muitos jovens não permaneciam na igreja, porque tudo tirávamos deles. A música não pode escutar é do diabo. Você não pode dançar, pois é do diabo. Seus amigos antigos são do diabo. Não participe de reuniões sociais, porque isso é do diabo. O Senhor disse: “vocês tiram tudo dos jovens, e não lhes dão nada em troca. Filho, a música não é do diabo, eu a criei, e tenho uma música melhor do que a do mundo. Tenha boa música”. Introduziram um louvor avivado para os jovens, e começaram a inovar na música, na dança. Antes usavam as danças hebraicas, mas era fora da sua cultura. E começaram a ter suas próprias danças com jovens e grandes coreografias, e a reunião de jovens começou a crescer. De 70 foi a 200, a 500, e começavam as 4 e terminavam as 9. Ele tinha que dizer aos jovens que se fossem, pois tinham que limpar o templo. Agora são 15.000 jovens que assistem as reuniões aos sábados, que amam ao Senhor de todo coração e alma, e cerca de 600 se entregam ao Senhor. E isto começou quando inovamos o louvor. Engrandeça ao nome do Senhor. Aceite a inovação.
5. Nunca deixe o seu primeiro amor
Paulo disse que a fé, a esperança e o amor permanecem, mas o maior é o amor. Em Ap 2 o Senhor diz “contra ti tenho que abandonaste teu primeiro amor”. Lembra-se de quando você aceitou ao Senhor no começo, quando orava, jejuava, testemunhava, estava apaixonado pelo Senhor? Lembra-se quando estava recém-casado? Era muito amável, educado, lhe dizia “meu amor”. Como as coisas mudaram. Já não há manifestações de afeto, apenas uma rotina. Não prestamos atenção ao que o cônjuge fala. O amor tem esfriado. E Deus quer restaurar o primeiro amor em cada vida. Não somente com Deus, mas também na vida conjugal e familiar. Se você pode dizer eu te amo para seu cônjuge quando acorda, então poderá amá-lo (a) durante todo o dia! Temos que reavivar a chama do amor. Muitas pessoas crêem em Deus, mas nem todas estão apaixonadas por ele. Nós devemos estar apaixonados por Deus.
Toda pessoa anela o sucesso. Ninguém vem ao pastor e pede oração para fracassar. Nenhuma mulher se casa para ser fracassada no matrimônio. Ninguém quer fracassar. Todas as pessoas têm anelos, desejos e sonhos. Todo homem deseja prosperar profissionalmente e subir de posto na empresa. Os jovens desejam terminar seu curso e se tornar um profissional. Muitos casamentos começam com muitos sonhos, mas depois de alguns anos se destroem.
Qual o segredo para o sucesso? Podemos chamá-lo de metas conquistadas, sonhos realizados, obstáculos vencidos, triunfos reconhecidos. Todos anelamos ser reconhecidos, valorizados e aceitos. Quando uma pessoa se dispõe a alcançar o êxito, deve-se se revestir de uma fortaleza interior, que lhe ajude a superar todos os obstáculos que possam se lhe apresentar no futuro.
Os homens que tem logrado alcançar êxito são aqueles que souberam assimilar muito bem os momentos de fracasso. O fracasso tem sido como uma alavanca para levantá-los. Todos nós devemos aprender com nossos fracassos. Quando entendemos que o fracasso que experimentamos está dentro do propósito de Deus, podemos escalar rumo ao sucesso.
Um dos grandes conferencistas, Dr. Robert Schuller, fez um paralelo entre o fracasso e sucesso:
1. Fracasso não significa que não alcançamos nada, mas que aprendemos algo.
2. Fracasso não significa que somos fracassados, apenas que ainda não tivemos bom êxito.
3. Fracasso não significa que havemos atuado como néscios, mas temos tido muita fé.
4. Fracasso não significa que sofremos o descrédito, mas que estivemos dispostos a experimentá-lo.
5. Fracasso não significa falta de capacidade, mas que devemos fazer as coisas de outra maneira.
6. Fracasso não significa que somos inferiores, mas que ainda não somos perfeitos.
7. Fracasso não significa que perdemos nossa vida, mas que temos boas razões para começar de novo.
8. Fracasso não significa que vamos ficar para trás, mas que vamos lutar com maior ímpeto.
9. Fracasso não significa que jamais lograremos nossas metas, mas apenas tardaremos um pouco mais para alcançá-las.
10. Fracasso não significa que Deus nos tem abandonado, mas que Ele tem uma idéia melhor.
Todos nós estamos dispostos a lutar para alcançar o êxito, mas muitas vezes as provas nos debilitam pelo caminho. Alguns, diante do primeiro obstáculo abandonam a carreira. Quantas mulheres que tiveram uma experiência sentimental equivocada, e disseram que jamais creriam nos homens de novo, “jamais me casarei, todos os homens são iguais”, e não quiseram superar seu fracasso. Todos nós teremos que passar por diferentes tipos de provas. No entanto, só alcançaremos sucesso se formos firmes e determinados.
1. Mantenha viva a chama da fé
A permanência da fé tem uma conotação eterna. Deus nos criou em fé. Deus é o arquiteto e o construtor. O arquiteto tem idéias. Ele é uma pessoa que pensa muito, e não se fixa no caos ou nas adversidades, mas naquilo que pode conquistar. Trabalha no plano das idéias. Logo ela a reproduz em papel e lápis. Quando a tem aperfeiçoado, a transforma em uma maquete e entrega ao construtor.
O que Deus fez conosco? Deus não olhou para o fato que estávamos separados dele, submersos nos vícios e no pecado. Ele viu o que ele poderia fazer através de nós. Ele projetou uma mudança em nossas vidas e famílias, e estendeu sua mão de misericórdia até que fomos alcançados por sua graça e transformados pelo poder do seu Espírito Santo. Pedro disse que nos tornamos participantes da natureza divina. E isso significa que Deus nos dá a mesma capacidade a cada um de nós. Podemos trabalhar nos planos das idéias, podemos renovar nossa mente, podemos trabalhar com idéias criativas. Não devemos olhar para os fracassos em nossa vida ou em nossa família, ou finanças. Você deve entender que Deus chamou você para coisas grandes, para que você tenha êxito. Se você fracassou no passado, não significa que Deus quer que você seja um fracassado. O senhor quer lhe levar ao êxito.
2. Tenha um sonho
Esperança fala de amanhã. Muitos confundem esperança com fé. Alguns dizem: tenho fé que um dia vou sarar. Isso não é fé, é esperança. A fé conquista a cura agora, a fé conquista as finanças agora. A fé conquista a restauração familiar agora. A esperança é a projeção para o amanhã, é a visão, o sonho. E todos devemos ter um sonho. Qual o sonho que tenho para minha vida? Alguém disse: “Aquele que aponta para nada, chegará a lugar nenhum”. Deus quer que nós tenhamos grandes visões. Alguém disse: “Empreende grandes coisas para Deus, e Deus fará grandes coisas”.
3. Tenha metas definidas
Você deve saber para onde vai. Pense que você está num avião, viajando e o piloto fala no alto-falante, dando todas as informações de vôo, mas termina dizendo que não sabe para onde está indo. Muitos assim estão trabalhando sem propósito nesta vida. Estamos orando como nunca, lutando como nunca, mas não sabemos pelo que oramos e lutamos. Temos que ter metas e saber o que será de sua vida nos próximos três a cinco anos. Que metas você tem e como vai alcançá-las.
4. Esteja aberto às mudanças
A inovação é o poder criativo de Deus. Ele quer dar a você idéias e coisas novas. Por exemplo, uma experiência do Pr. César Castelanos: quando seu grupo de jovens era pequeno de 40 a 70 pessoas, o Senhor começou a falar com ele para usar a inovação. Muitos jovens não permaneciam na igreja, porque tudo tirávamos deles. A música não pode escutar é do diabo. Você não pode dançar, pois é do diabo. Seus amigos antigos são do diabo. Não participe de reuniões sociais, porque isso é do diabo. O Senhor disse: “vocês tiram tudo dos jovens, e não lhes dão nada em troca. Filho, a música não é do diabo, eu a criei, e tenho uma música melhor do que a do mundo. Tenha boa música”. Introduziram um louvor avivado para os jovens, e começaram a inovar na música, na dança. Antes usavam as danças hebraicas, mas era fora da sua cultura. E começaram a ter suas próprias danças com jovens e grandes coreografias, e a reunião de jovens começou a crescer. De 70 foi a 200, a 500, e começavam as 4 e terminavam as 9. Ele tinha que dizer aos jovens que se fossem, pois tinham que limpar o templo. Agora são 15.000 jovens que assistem as reuniões aos sábados, que amam ao Senhor de todo coração e alma, e cerca de 600 se entregam ao Senhor. E isto começou quando inovamos o louvor. Engrandeça ao nome do Senhor. Aceite a inovação.
5. Nunca deixe o seu primeiro amor
Paulo disse que a fé, a esperança e o amor permanecem, mas o maior é o amor. Em Ap 2 o Senhor diz “contra ti tenho que abandonaste teu primeiro amor”. Lembra-se de quando você aceitou ao Senhor no começo, quando orava, jejuava, testemunhava, estava apaixonado pelo Senhor? Lembra-se quando estava recém-casado? Era muito amável, educado, lhe dizia “meu amor”. Como as coisas mudaram. Já não há manifestações de afeto, apenas uma rotina. Não prestamos atenção ao que o cônjuge fala. O amor tem esfriado. E Deus quer restaurar o primeiro amor em cada vida. Não somente com Deus, mas também na vida conjugal e familiar. Se você pode dizer eu te amo para seu cônjuge quando acorda, então poderá amá-lo (a) durante todo o dia! Temos que reavivar a chama do amor. Muitas pessoas crêem em Deus, mas nem todas estão apaixonadas por ele. Nós devemos estar apaixonados por Deus.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
BÊNÇÃOS QUE ACOMPANHAM O HOMEM DE DEUS
"Vai, pois, come com alegria o teu pão e bebe gostosamente o teu vinho, pois Deus já de antemão se agrada das tuas obras. Em todo tempo sejam alvas as tuas vestes, e jamais falte o óleo sobre a tua cabeça. Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias de tua vida fugaz, os quais Deus te deu debaixo do sol; porque esta é a tua porção nesta vida pelo trabalho com que te afadigaste debaixo do sol. Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma" (Ec 9:7-10)
I – PRAZER MATERIAL, V. 7
- Come com alegria o pão. Muitos estão comendo o pão que o diabo amassou – um pão de angústia, de confusão, de tristeza, de derrota. Mas o homem de Deus precisa ser diferente. Se estamos vivendo em igualdade com o propósito de Satanás é porque algo está errado em nossa vida.
A Bíblia diz que feliz é o homem que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos, pois comerá do trabalho das suas mãos e será feliz. Tudo irá bem. A mulher e os filhos serão bem sucedidos e a vida familiar será prazerosa.
- Bebe tranqüilamente o vinho; Vinho significa alegria, bom humor. Muitos têm vivido uma vida de amargura, quando Deus quer que vivamos uma vida de prazer. Uma vida abundante.
II – VITÓRIA ESPIRITUAL, V. 8
- vestes alvas em todo tempo – santidade; mantém uma vida em nível elevado, pois se trata de uma cidadania celestial. E, assim como Deus é santo precisamos manter uma vida livre de contaminações pecaminosas que são aberturas para o inimigo entrar e fazer uma confusão.
- nunca falte o óleo sobre a cabeça – unção, autoridade; a fim de zelar da autoridade que Deus lhe concedeu o homem de Deus precisa estar em constante busca do Espírito Santo, pois é Ele que nos proporciona poder para realizar a obra de Deus e também para mantermos em alta a nossa vida espiritual, bem como, por conseqüência, todas as outras áreas da vida.
III – SATISFAÇÃO MATRIMONIAL, V. 9
- Goza a vida com a mulher que amas todos os dias; será que esta é a realidade de todos nós? A vida conjugal é para ser motivadora de prazer e nunca de sofrimento. A Bíblia diz que é melhor serem dois do que um, mas muitos acham que é melhor viver só. Quem pensa assim, se for casado está vivendo uma vida de derrota; se for solteiro, saiba que Deus pode lhe preparar uma companheira ideal para poderem desfrutar de uma vida familiar honrosa, Sl 128:3.
- "Bebe a água da tua própria cisterna e das correntes do teu poço. Derramar-se-iam por fora as tuas fontes, e, pelas praças, os ribeiros de águas? Sejam para ti somente e não para os estranhos contigo. Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias." (Provérbios 5:15-19, BEARA).
- A fidelidade à mulher da tua mocidade (v. 18) é o melhor antídoto contra a tentação de ceder ante a mulher alheia. Estes vs. transbordam de imagens e figuras relacionadas com a água (cisterna, poço, manancial), que é símbolo da vida e jovialidade (ver Pv 3.20, n.).
A corça e a gazela são símbolos da graça e da formosura. Embriaga-te sempre com as suas carícias: Outra tradução possível: que nunca te faltem as suas carícias. Se é assim que devemos viver, então não podemos viver amargurados e de “cara virada” com a esposa e nem de “beiço caído”.
IV – DISPOSIÇÃO SERVIÇAL, V. 10
- “Tudo quanto vier à mão para fazer faze-o conforme tuas forças...” Creia que você pode: "Então, Calebe fez calar o povo perante Moisés e disse: Eia! Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela." (Números 13:30, BEARA).
- Muitos vivem se desculpando, mas essa não pode ser a saída do homem de Deus: "Disse Davi a Salomão, seu filho: Sê forte e corajoso e faze a obra; não temas, nem te desanimes, porque o Senhor Deus, meu Deus, há de ser contigo; não te deixará, nem te desamparará, até que acabes todas as obras para o serviço da Casa do Senhor." (1 Crônicas 28:20, BEARA).
- Faça tudo em louvor a Deus: "Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens," (Colossenses 3:23, BEARA).
CONCLUSÃO: "Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio" (Salmos 90:12).
segunda-feira, 14 de abril de 2008
A ANSIEDADE ROUBA A ALEGRIA
Mateus 6:25-34
Ao escrever aos filipenses sobre a alegria, Paulo estava consciente de que a ansiedade poderia ser um empecilho nesse caminho (4.4-7). Talvez deixamos de usufruir a plenitude da alegria do Senhor (Neemias 8.10), porque estamos ansiosos. Algumas vezes, a ansiedade, ou preocupação, ocorre por um motivo legítimo. Estamos nos sentindo ameaçados, então ficamos ansiosos. Entretanto, em muitos casos a ansiedade se manifesta sem fundamento real. Podemos estar ansiosos porque buscamos algo e ainda não alcançamos. Pode ser algo necessário, mas, em muitos casos, trata-se de uma busca ambiciosa pelo excesso, por aquilo que é supérfluo. Não seria melhor fazer calar a nossa alma, como disse o salmista? (Salmo 131.2). "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus", diz o Senhor. (Salmo 46.10). Ele está no controle da nossa vida. Ele nos dará o que precisamos e até o que não precisamos, se isso for bom para nós. "Não andeis ansiosos", disse Jesus aos seus discípulos (Mt 6.25-34). Em todas essas situações, a fé, a oração e a gratidão são os remédios prescritos pelo apóstolo Paulo. Se cremos em Deus e no seu cuidado para conosco, isso já é um forte motivo para o nosso descanso. Em segundo lugar vem a oração. Nossa fé se expressará através das nossas palavras. Estamos nos sentindo ameaçados por alguma coisa ou oprimidos por alguma necessidade? Vamos levar tudo isso diante de Deus através da oração. Quando oramos, dividimos a responsabilidade com Deus. Se você faz tudo na vida sem orar, então a responsabilidade é toda sua. Se der errado, a culpa é sua. Quando oramos, estamos pedindo que Deus faça a parte que não está ao nosso alcance. Contudo, continuamos responsáveis por aquilo que podemos fazer. Tendo orado, temos mais um motivo para descansar. Em nossa oração, precisamos também agradecer. A gratidão, mais do que uma expressão verbal, é um exercício. Precisamos, freqüentemente, olhar para tudo o que Deus já nos deu e agradecer. É bom que agradeçamos por cada coisa, cada pessoa, cada conquista, cada realização, e até mesmo pelo que não conseguimos, pois até isso foi livramento do Senhor, embora possamos não ter compreendido. Esse exercício é um antídoto contra as ambições excessivas. Normalmente vivemos olhando para o que falta e nos esquecemos de agradecer pelo que já temos. Valorizamos demasiadamente o que falta e desvalorizamos o que já temos. Isso é um erro do ser humano que aumenta a ansiedade e diminui a alegria. A ansiedade, seja por motivo legítimo ou não, é resultado dos nossos pensamentos. Paulo nos aconselha a selecionar nossos pensamentos. Se podemos agir para resolver determinado problema, então devemos fazê-lo, mas ficar apenas cultivando a preocupação não vai nos levar a nada. Precisamos então, pensar em coisas boas, positivas, agradáveis, e isso será favorável ao nosso bem estar e à nossa alegria. Embora tais palavras possam parecer apenas a valorização do pensamento positivo, Paulo coloca a pessoa de Deus como a fonte da nossa paz (4.9).
Ao escrever aos filipenses sobre a alegria, Paulo estava consciente de que a ansiedade poderia ser um empecilho nesse caminho (4.4-7). Talvez deixamos de usufruir a plenitude da alegria do Senhor (Neemias 8.10), porque estamos ansiosos. Algumas vezes, a ansiedade, ou preocupação, ocorre por um motivo legítimo. Estamos nos sentindo ameaçados, então ficamos ansiosos. Entretanto, em muitos casos a ansiedade se manifesta sem fundamento real. Podemos estar ansiosos porque buscamos algo e ainda não alcançamos. Pode ser algo necessário, mas, em muitos casos, trata-se de uma busca ambiciosa pelo excesso, por aquilo que é supérfluo. Não seria melhor fazer calar a nossa alma, como disse o salmista? (Salmo 131.2). "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus", diz o Senhor. (Salmo 46.10). Ele está no controle da nossa vida. Ele nos dará o que precisamos e até o que não precisamos, se isso for bom para nós. "Não andeis ansiosos", disse Jesus aos seus discípulos (Mt 6.25-34). Em todas essas situações, a fé, a oração e a gratidão são os remédios prescritos pelo apóstolo Paulo. Se cremos em Deus e no seu cuidado para conosco, isso já é um forte motivo para o nosso descanso. Em segundo lugar vem a oração. Nossa fé se expressará através das nossas palavras. Estamos nos sentindo ameaçados por alguma coisa ou oprimidos por alguma necessidade? Vamos levar tudo isso diante de Deus através da oração. Quando oramos, dividimos a responsabilidade com Deus. Se você faz tudo na vida sem orar, então a responsabilidade é toda sua. Se der errado, a culpa é sua. Quando oramos, estamos pedindo que Deus faça a parte que não está ao nosso alcance. Contudo, continuamos responsáveis por aquilo que podemos fazer. Tendo orado, temos mais um motivo para descansar. Em nossa oração, precisamos também agradecer. A gratidão, mais do que uma expressão verbal, é um exercício. Precisamos, freqüentemente, olhar para tudo o que Deus já nos deu e agradecer. É bom que agradeçamos por cada coisa, cada pessoa, cada conquista, cada realização, e até mesmo pelo que não conseguimos, pois até isso foi livramento do Senhor, embora possamos não ter compreendido. Esse exercício é um antídoto contra as ambições excessivas. Normalmente vivemos olhando para o que falta e nos esquecemos de agradecer pelo que já temos. Valorizamos demasiadamente o que falta e desvalorizamos o que já temos. Isso é um erro do ser humano que aumenta a ansiedade e diminui a alegria. A ansiedade, seja por motivo legítimo ou não, é resultado dos nossos pensamentos. Paulo nos aconselha a selecionar nossos pensamentos. Se podemos agir para resolver determinado problema, então devemos fazê-lo, mas ficar apenas cultivando a preocupação não vai nos levar a nada. Precisamos então, pensar em coisas boas, positivas, agradáveis, e isso será favorável ao nosso bem estar e à nossa alegria. Embora tais palavras possam parecer apenas a valorização do pensamento positivo, Paulo coloca a pessoa de Deus como a fonte da nossa paz (4.9).
Marcadores:
aflição,
alegria,
ansiedade,
avivamento,
Deus,
dificuldade,
dor,
Espírito,
Jesus,
luta,
oração,
preocupação,
pressão,
satisfação,
sofrimento,
unção,
vida,
vitória
Assinar:
Postagens (Atom)

