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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Deus e o divórcio


Deus odeia o divórcio

“Vou me divorciar, mas não pretendo me casar de novo.” Ouvimos estas palavras com cada vez mais freqüência. Geralmente quem diz isso está pensando que Deus dá o direito de divorciar, mas condena o segundo casamento. Entretanto, a verdade é que o divórcio em si é pecaminoso a não ser que seja por causa de relações sexuais ilícitas.

Considere Mateus 19:3-6. A pergunta originalmente feita a Jesus pelo fariseus não era a respeito de casar de novo, mas a respeito do divórcio: “É lícito ao marido repudiar a sua mulher por qualquer motivo?” A resposta de Jesus àquela pergunta: “Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem”. Foi somente após mais perguntas que Jesus discutiu o problema de casar de novo e do adultério.

Considere Malaquias 2:16. “Porque o SENHOR, Deus de Israel, diz que odeia o repúdio”. Mesmo sob a antiga aliança Deus não aprovava o divórcio indiscriminado. É provável que as “lágrimas” do versículo 13 que "cobriam o altar" e que causaram o Senhor a recusar sua oferta, eram as lágrimas daqueles que tinham sido deixados injustamente.

Considere Mateus 5:32. “Qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a tornar-se adúltera”. Observe as palavras, “a expõe”. Este escritor entende que esse versículo ensine que aquele que se divorciar de sua esposa a coloca numa posição de tentação a cometer o adultério, e compartilha da culpa quando ela comete adultério. Por outro lado, se a deixar por causa de relações sexuais ilícitas, deixa-a legitimamente, e não compartilha de nenhuma culpa em qualquer adultério que ela possa vir a cometer.

Considere 1 Coríntios 7:10. “Ora, aos casados, ordeno, não eu, mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido”. Observe a palavra “ordeno”. O versículo seguinte (7:11) não nega nem anula esta ordem, mas simplesmente reconhece que alguém pode desobedecer a ordem do Senhor (nesse caso ele está pecando – 1 João 3:4), e ele cita as opções se desobedecer. O Senhor não somente ordena que o marido e a esposa vivam juntos, mas os ordena que satisfaçam as necessidades físicas um do outro (1 Coríntios 7:3-5) e que amem um ao outro (Efésios 5:25; Tito 2:4-5).

Se um cônjuge num casamento falhar nesse sentido, o outro deve ainda ser obediente a Deus, procurando ser a pessoa fiel que Deus queria que fosse no relacionamento do casamento. O pensamento sobre o divórcio ou a separação nunca deve passar pela cabeça a não ser que relações sexuais ilícitas ocorrerem. Nós não estamos sugerindo que o divórcio em si é “adultério”, mas estamos dizendo que o divórcio por qualquer motivo sem ser relações sexuais ilícitas é pecado. Os cristãos não devem ser influenciados pelos padrões soltos que prevalecem no mundo em que vivem.
–por Bill Hall

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Como se Livrar de Um Mau Casamento | Editora Ultimato

Há momentos na vida em que tudo parece perdido dentro de casa. Sentimos que perdemos o controle dos filhos; estes se sentem abandonados por nós, acusando-nos de trabalhar demais. De repente, achamos que não conhecemos mais nosso cônjuge, com quem vivemos há tantos anos. Entramos em crise. Pensamos em voltar para a “casa do papai”, embora já estejamos quase na meia-idade. Percebemos o ridículo da idéia. Mas ela está lá. Queremos desistir da vida de adultos. Síndrome de Peter Pan. Sentimo-nos falidos. Sentimos nossos sonhos familiares, relacionais, falidos. Nessa hora, Como se Livrar de Um Mau Casamento pode nos ajudar. Seu texto nos infunde concreta esperança —uma esperança informada: lança luz sobre nossas mazelas familiares, luz essa apoiada em análises e conselhos que podem mudar nossa forma de ver nossa própria situação. Muitas vezes, é só o que precisamos: uma nova ótica para nossos processos mentais já viciados e zangados. Um jeito de lançar um novo olhar sobre nossas dificuldades e potenciais.


Como se Livrar de Um Mau Casamento | Editora Ultimato

sábado, 21 de janeiro de 2012

Deus Está Interessado no Seu Divórcio


Livro: Deus está interessado no seu divórcio

Sou apaixonado pelos bons livros. No momento estou lendo um livro que ao citar seu título para uma pessoa ela quase "caiu de queixo". Trata-se de um livro digital, comprado e baixado instantaneamente. Trata de um assunto interessante: Deus está interessado em seu divórcio. Estou apaixonado pelo livro, pois é daqueles que a gente não quer parar de ler. 
O assunto do divórcio não pode ser discutido apenas por opiniões ou posições teológicas ou sociológicas. Por quê? Em razão da palavra de Deus. A questão não pode ser apenas discutida como errado ou certo. A realidade que leva ao divórcio é muito diversificada, é a soma de desapontamentos, desgastes, falta de perdão, culpa, descuido com a vida espiritual e de outros fatores e atitudes. A questão é que Deus não aprova o divórcio e nem um segundo casamento, porque ele mesmo diz que odeia o divórcio (Malaquias 2:14), mas permite aos seus filhos escolherem o caminho a seguir. Este é o livre-arbítrio dado ao homem. 
Qualquer que seja o caminho, Deus não vai deixar de amar ou de oferecer ajuda a você. O fato é que Deus tem o poder de restaurar. Contudo, se o casamento já foi desfeito, Deus pode transformar o novo momento em algo bom. Por quê? Porque Deus tem habilidade de transformar as coisas que não deveriam ter acontecido em algo que poderá glorificar o nome do d’Ele. Lembra de Davi e Bate-Seba? O valor do casamento é imensurável, tanto que Deus disse que apenas a morte poderia separar marido e mulher. O casamento é o instrumento de Deus para o homem e a mulher aprenderem sobre o relacionamento de Cristo e a igreja. Somente pessoas casadas podem experimentar em vida, simbolicamente, o significado desta união dentro do casamento. Geralmente, o homem é aquele que quer desistir do casamento. A mulher quando procura o divórcio são por motivos bem diferentes em relação às razões do homem. Quando alguém se pergunta: “- Até quando eu tenho que suportar meu casamento?” é porque está realmente considerando a opção do divórcio como possível passo para resolver o problema. Os filhos são, sem dúvida, os que mais sofrem com todo este processo. 
Todos os dias nós precisamos de orientação para as escolhas que temos que fazer, dia após dia, as situações exigem de nós uma decisão. Por que viver ansioso e preocupado? Deus promete ajuda! “Entreguem todas as suas preocupações a Deus, pois ele cuida de vocês.” (1 Pedro 5:7 NTLH). Antes de criar um problema maior, entregue o atual nas mãos de Deus.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Como vai seu casamento?



A Visão de Deus Diante de um Casamento Infeliz
David Kornfield
O número de casamentos infelizes está crescendo.  O número de divórcios reflete isso.  Nos Estados Unidos, pesquisadores, como Barna, indicam que a porcentagem de divórcios entre os que se chamam evangélicos é igual a da população de forma geral.  Uma pesquisa Gallup indicou que 10% dos protestantes e 10% dos católicos são divorciados e que 26% dos protestantes e 23% dos católicos já foram divorciados em algum momento.  Mais de um milhão de crianças, nos Estados Unidos, sofrem o divórcio de seus pais a cada ano e mais de 50% das que nascerão este ano experimentarão o divórcio de seus pais antes de completarem 18 anos.  Para continuar a ler este tão importante artigo clique no link a seguir:
http://www.pastoreiodepastores.org/Ferramentas/Artigos/AVis%C3%A3odeDeusDiantedeumCasamentoInfeliz/tabid/1290/language/en-US/Default.aspx

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Dez Dicas Para Não Casar Com a Pessoa Errada

10 Dicas para Não se Casar com a Pessoa Errada

Amor cego não é a maneira de se escolher um cônjuge. Aqui estão algumas ferramentas práticas para manter seus olhos bem abertos. Com a taxa de divórcio acima de 50%, aparentemente pessoas demais estão cometendo um grave erro ao decidir com quem pretendem passar o resto de sua vida. Para evitar tornar-se uma "estatística", tente interiorizar estes dez pontos a fim de não entrar em uma "fria".

1. Você escolhe a pessoa errada porque espera que ela mude depois do casamento.

O erro clássico. Nunca despose um potencial. A regra de ouro é: Se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Como disse, muito sabiamente, um colega meu: "Na verdade, pode-se esperar que alguém mude depois de casado... para pior!"

Portanto, quando se trata da espiritualidade, caráter, higiene pessoal, habilidade de se comunicar e hábitos pessoais de outra pessoa, assegure-se de que pode viver com estes como são agora.

2. Você escolhe a pessoa errada porque se preocupa mais com a química que com o caráter.

A química acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso. Esteja consciente da síndrome "Estar apaixonado". "Estou apaixonado" freqüentemente significa "Sinto atração física." A atração está lá, mas você averiguou cuidadosamente o caráter dessa pessoa?

Aqui estão quatro traços de personalidade para serem definitivamente testados: 1) Humildade: Esta pessoa acredita que "fazer a coisa certa" é mais importante que o conforto pessoal? 2) Bondade: Esta pessoa gosta de dar prazer aos outros? Como ela trata as pessoas com as quais não tem de ser agradável? Ela faz algum trabalho voluntário? Faz caridade? 3) Responsabilidade: Posso confiar que esta pessoa fará aquilo que diz que fará? 4) Felicidade: Esta pessoa gosta de si mesma? Ela aprecia a vida? É emocionalmente estável?

Pergunte-se: Eu desejo ser como esta pessoa? Quero ter um filho com esta pessoa? Gostaria que meu filho se parecesse com ela?

3. Você fica com a pessoa errada porque o homem não entende aquilo que a mulher mais precisa.

Homens e mulheres têm necessidades emocionais específicas, e quase sempre, é o homem que simplesmente "não consegue." A tradição judaica coloca sobre o homem o ônus de entender as necessidades emocionais de uma mulher, e de satisfazê-las.

Para a mulher, o mais importante é ser amada - sentir que é a pessoa mais importante na vida do marido. O marido precisa dar-lhe atenção consistente e verdadeira. Isso fica mais evidente na atitude do judaísmo para com a intimidade sexual. A Torá obriga o marido a satisfazer as necessidades sexuais da mulher. A intimidade sexual é sempre colocada em termos femininos.

Os homens são orientados para um objetivo, principalmente quando se trata desta área. Como disse certa vez uma mulher inteligente: "O homem tem duas velocidades: ligado e desligado." As mulheres são orientadas pela experiência. Quando um homem é capaz de trocar as marchas e torna-se mais orientado pela experiência, descobrirá o que faz sua esposa muito feliz. Quando o homem se esquece de suas próprias necessidades e se concentra em dar prazer à mulher, coisas fantásticas acontecem.

4. Você escolhe a pessoa errada porque vocês não partilham metas de vida em comum e prioridades.

Existem três maneiras básicas de nos conectarmos com outra pessoa: 1. Química e compatibilidade; 2. Partilhar interesses em comum; 3. Compartilhar o mesmo objetivo de vida

Assegure-se de que você compartilha o profundo nível de conexão que objetivos de vida em comum proporcionam. Após o casamento, os dois crescerão juntos ou crescerão separados. Para evitar crescer separado, você deve entender para que "está vivendo" enquanto é solteiro - e então encontrar alguém que tenha chegado à mesma conclusão que você.

Esta é a verdadeira definição de "alma gêmea." Uma alma gêmea tem o mesmo objetivo - duas pessoas que em última instância compartilham o mesmo entendimento ou propósito de vida, e portanto possuem as mesmas prioridades, valores e objetivos.

5. Você escolhe a pessoa errada porque logo se envolve sexualmente.

O envolvimento sexual antes do compromisso de casamento pode ser um grande problema, porque muitas vezes impede uma completa exploração honesta de aspectos importantes. O envolvimento sexual tende a nublar a mente da pessoa. E uma mente nublada não está inclinada a tomar decisões corretas.

Não é necessário fazer um "test drive" para descobrir se um casal é sexualmente compatível. Se você faz a sua parte e tem certeza que é intelectual e emocionalmente compatível, não precisa se preocupar sobre compatibilidade sexual. De todos os estudos feitos sobre o divórcio, a incompatibilidade sexual jamais foi citada como o principal motivo para as pessoas se divorciarem.

6. Você fica com a pessoa errada porque não tem uma profunda conexão emocional com esta pessoa.

Para avaliar se você tem ou não uma profunda conexão emocional, pergunte: "Respeito e admiro esta pessoa?" Isso não significa: "Estou impressionado por esta pessoa?" Nós ficamos impressionados por um Mercedes. Não respeitamos alguém porque tem um Mercedes. Você deveria ficar impressionado pelas qualidades de criatividade, lealdade, determinação, etc.

Pergunte também: "Confio nesta pessoa?" Isso também significa: "Ele ou ela é emocionalmente estável? Sinto que posso confiar nele ou nela?"

7. Você se envolve com a pessoa errada porque escolhe alguém com quem não se sente emocionalmente seguro.

Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Sinto-me calmo, relaxado e em paz com esta pessoa? Posso ser inteiramente eu mesmo com ela? Esta pessoa faz-me sentir bem comigo mesmo? Você tem um amigo realmente íntimo que o faz sentir assim? Assegure-se que a pessoa com quem vai se casar faz você sentir-se da mesma forma!

De alguma maneira, você tem medo desta pessoa? Você não deveria sentir que é preciso monitorar aquilo que diz porque tem medo da reação da outra pessoa. Se você tem receio de expressar abertamente seus sentimentos e opiniões, então há um problema com o relacionamento.

Um outro aspecto de sentir-se seguro é que você não sente que a outra pessoa está tentando controlá-lo. Controlar comportamentos é sinal de uma pessoa abusiva. Esteja atento para alguém que está sempre tentando modificá-lo. Há uma grande diferença entre "controlar" e "fazer sugestões." Uma sugestão é feita para seu benefício; uma declaração de controle é feita para o benefício de outra pessoa.

8. Você fica com a pessoa errada porque você não põe todas as cartas na mesa.

Tudo aquilo que o aborrece no relacionamento deve ser trazido à baila para discussão. Falar sobre aquilo que incomoda é a única forma de avaliar o quão positivamente vocês se comunicam, negociam e trabalham juntos. No decorrer de toda a vida, as dificuldades inevitavelmente surgirão. Você precisa saber agora, antes de assumir um compromisso: Vocês conseguem resolver suas diferenças e fazer concessões que sejam boas para ambas as partes?

Nunca tenha receio de deixar a pessoa saber aquilo que o incomoda. Esta é também uma maneira para você testar o quanto pode ficar vulnerável perante esta pessoa. Se você não pode ser vulnerável, então não pode ser íntimo. Os dois caminham juntos.

9. Você escolhe a pessoa errada porque usa o relacionamento para escapar de problemas pessoais e da infelicidade.

Se você é infeliz e solteiro, provavelmente será infeliz e casado, também. O casamento não conserta problemas pessoais, psicológicos e emocionais. Na melhor das hipóteses, o casamento apenas os exacerbará.

Se você não está feliz consigo mesmo e com sua vida, aceite a responsabilidade de consertá-la agora, enquanto está solteiro. Você se sentirá melhor, e seu futuro cônjuge lhe agradecerá.

10. Você escolhe a pessoa errada porque ele/ela está envolvido em um triângulo.

Estar "triangulado" significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo, ao mesmo tempo em que tenta desenvolver um outro relacionamento. Uma pessoa que não se separou de seus pais é o exemplo clássico de triangulação. As pessoas também podem estar trianguladas com objetos, tais como o trabalho, drogas, a Internet, passatempos, esportes ou dinheiro.

Assegure-se de que você e seu parceiro estejam livres de triângulos. A pessoa apanhada em um triângulo não pode estar emocionalmente disponível por completo para você. Você não será a prioridade número um. E isso não é base para um casamento.