IGREJA PRESBITERIANA RENOVADA EM SÃO JOSÉ - SANTA CATARINA - Avivamento e Crescimento nas Sagradas Escrituras
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
MINISTRAÇÃO DO CULTO DA VIRADA
O QUE NOS TRAZ O ANO DE 2012?
Salmos 37:37 Nota o homem íntegro, e considera o
reto, porque há para o homem de paz um porvir feliz. (Brasileira - sent from CadreBible)
Todo final de ano é uma correria
generalizada: preocupação em presentear, preparação para festividades, fazer
novos planos, etc.
Sempre a mesma coisa: o ano que vem
será melhor.
No entanto, para que as frustrações
não ressurjam como em tempos passados, é necessário refletirmos sobre o
assunto. O que nos traz 2012, além de se tratar de um ano bissexto – um dia a
mais?
1.
Dias para
serem vividos intensamente
Moisés no Salmo 90 afirmou-nos uma
coisa tremenda e necessária para vivermos intensamente os dias que teremos em
2012: "ensina-nos a contar os nossos dias para que alcancemos coração sábio". Observe os verbos: ensinar - contar -
alcançar.
2.
Oportunidades
para avançarmos em nossos sonhos
Vale aplicar aqui o que nos revela
o salmista: "se o Senhor não edificar a casa em
vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade em vão vigia
a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão
que vem pela dor". Seria interessante lermos o livro: não trabalhe
muito, trabalhe certo.
3.
Pessoas
para amarmos incondicionalmente
A palavra de Deus afirma
categoricamente: "a ninguém devais coisa alguma,
exceto o amor". Comece o novo ano de forma mais cortez:
cumprimentado as pessoas, distribuindo sorrisos, procurando sempre cooperar
para que as pessoas de seu convívio sintam-se bem ao seu lado.
Valorize as pessoas principais da
sua vida, a sua família. Seja um promotor da paz e do bem estar de todos.
Faça novas amizades. Compartilhe
coisas boas. A Bíblia diz: "chore com quem chora,
alegre-se com quem se alegra".
4.
Um tempo
para repararmos erros passados
Persistir em atitudes erradas seria
errar duplamente; outros afirmam que seria burrice. Nem tudo que fizemos em
2011 deve ser repetido no novo ano, outras coisas precisam ser alteradas,
outras apagadas (não é possível apagar o passado, mas podemos impedir sua
repetição).
Vamos olhar para frente. Arriscar
novos projetos, ou fazer de outros modos. Tenha coragem de dar mais um passo,
mesmo que as circunstâncias sejam contrárias.
Conclusão: Depende de cada um de nós sabermos aproveitar 12
meses, 366 dias, 8.784 horas, 527.040 minutos, 31.622.400 segundos. Todos
possuem o mesmo tempo. A diferença está no que se faz e como se faz. Faça a
diferença.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Saúde Conjugal
CASAMENTO SEM SEXO x SEXO NO
CASAMENTO
1 Co 7:1-5
O casamento
não é apenas amizade, mas de relação
íntima entre duas pessoas. Para todos os níveis de amizades estabelecemos
limites, mas para um casal não há limites em suas relações.
O casamento
não é mudanças. Muitos pensam
que a união matrimonial é mudar de casa, de ambiente, de atividades, mudar de
rotina.
O casamento
não traz felicidade. Muitos que
estão solteiros pensam que casamento traz felicidade, dizem: “quando eu casar, eu vou ser feliz”, ou “eu quero casar, porque eu também tenho o direito de ser
feliz”. Basta olhar o grande número de casamentos desfeitos para saber
se isso é realidade ou não.
O casamento
não é refúgio. Às vezes,
ouvimos moços e moças desabafando “aparentes frustrações”, dizendo: “não vejo a
hora de casar e sair dessa casa”.
O casamento
não é só sexo, mas também é
sexo. Qual a primeira intenção das pessoas quando se casam? Ir prá lua de mel,
fazer o quê? Claro que é para praticarem o ato sexual. A prática sexual na vida
de um casal precisa envolver quantidade e qualidade.
Sexo versus compras
Uma pesquisa sobre a vida
sexual das britânicas depois do casamento, publicada pela revista feminina First,
revela que 40 por cento das mulheres casadas preferem ir às compras a fazer
sexo.
Sexo versus abstinência
No total, 37 por cento das
mulheres ouvidas afirmam que seriam felizes num casamento sem sexo. A proporção
aumenta para 50 por cento entre as mulheres que estão casadas há mais de 20
anos.
Sexo versus chocolate
De 1.500 entrevistados no
país de Gales, metade de cada sexo, 52 por cento das mulheres afirmaram
preferir o «prazer garantido» de uma barra de chocolate a ter relações com
alguém do sexo oposto. Já para 87 por cento dos homens inquiridos, o sexo é a
primeira escolha.
Para a psicóloga Anjula
Mutanda, especialista em relacionamentos «o sexo é uma parte importante na
relação amorosa e uma forma essencial de se relacionar com o parceiro.
Portanto, alguma coisa está muito errada». Segundo a psicóloga, a vida de um
casal sem relações sexuais gera distância e pode tornar-se o equivalente a
viver com um irmão ou uma irmã.
Sexo e
Bíblia
Sexo fora do casamento é pecado; todos os cristãos sabem isso, e os incrédulos também.
Não ter sexo no casamento também é pecado (salvo
as circunstâncias extraordinárias); talvez nem
todos estejam cientes disso.
De acordo com 1 Coríntios 7:3-5, sexo
no casamento é uma dívida contraída: “o
marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao
marido”. Isso aqui não significa que marido e esposa devem mostrar um ao
outro apenas bondade em geral, mas aqui trata-se de sexo mesmo.
Um dos propósito do casamento é “evitar a fornicação” (2). No casamento, seu cônjuge tem autoridade
sobre o seu corpo, especialmente no leito matrimonial (4). A “incontinência” no
versículo 5 refere-se a falta de auto-controle sexual. Assim, “devida
benevolência” em 1 Coríntios 7:3 refere-se especificamente à bondade devida ao
cônjuge na relação sexual.
Essa “benevolência” sexual é “devida” ao
seu cônjuge. É uma dívida, algo que você deve ao seu
marido ou esposa. Não é meramente um favor que você faz caso seu cônjuge tenha
sido bom. Obviamente alguns, por causa da idade avançada ou debilidade, etc.,
são incapazes de cumprir essa dívida, mas cônjuges cristãos normais devem pagar
esse débito.
Você está pagando esse débito ao
seu marido ou esposa?
Em se tratando de vida sexual, seu cônjuge tem
autoridade sobre o seu corpo e, não você: “A mulher não tem poder sobre o seu próprio
corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder
sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher” (4).
Casamento sem sexo é pecado
É roubo não entregar o que é devido a quem de direito. É roubar o seu
próximo mais chegado, a saber, o seu próprio cônjuge. É defraudar seu cônjuge
(5). Isso introduz a idéia de engano e fraude.
O casamento, por definição, inclui dar-se ao seu cônjuge. Ao recusar
se entregar sexualmente, como prometeu, você comete traição. Isso está
fundamentado no egoísmo, o desejo de fazer o que quiser com o seu corpo e não o
que o seu cônjuge quer. Esse egoísmo brota da incredulidade, da falta de fé na
união vital e espiritual entre Cristo e a Sua igreja que o seu casamento e
relação sexual deveriam retratar.
O pecado tem consequências. Deus julgará e castigará você por causa do pecado. Seu cônjuge será
ferido, seriamente ferido. Recusar seus desejos sexuais é algo cruel. Ignorar
ou ser indiferente para com ele ou ela é impiedade.
Cristo não trata assim a Sua esposa. Ele a amou e se entregou por ela.
Seu cônjuge se sentirá insatisfeito, trapaceado e provavelmente se
tornará amargo e ressentido. Assim, seu casamento sofrerá danos que chegará um
momento que não terá como reparar. A intimidade física de todos os tipos se
secará e você perderá a intimidade emocional e espiritual também.
Pecados conjugais impendem as suas orações (1 Pedro 3:7). As orações nas devoções em família se tornam difíceis;
as orações ficam sem resposta. A leitura da Escritura também se torna um dever
árduo. Eventualmente isso pode levar a vida espiritual e, até material, à
completa negligência.
Casamento sem sexo também torna o seu cônjuge
mais vulnerável ao pecado de adultério Lembre-se: um
dos propósitos do casamento é evitar a fornicação (2; cf. Pv. 5:18-20). Satanás
tem um interesse no seu leito matrimonial. Ele anda em derredor, “buscando a
quem possa tragar” (1 Pedro 5:8). Não vos defraudeis!
De acordo com o ensino de 1 Coríntios 7:3-5 os casais não devem permitir que se tornem sexualmente indiferentes um
para com o outro. Não há lugar para escusas mentirosas: “Estou com dor de
cabeça”. Isso não é uma licença para explorar ou abusar do seu cônjuge. Nem é
um incentivo à tirania masculina. O marido é o cabeça que deve “alimentar” e
“sustentar” a sua esposa (Ef. 5:29).
Este texto enfatiza ainda a igualdade entre
marido e mulher: o marido deve dar a “devida
benevolência” à sua esposa, e “igualmente” a esposa ao seu marido (3), e o
marido tem autoridade sobre o corpo da sua esposa, “também da mesma maneira o
marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher” (4).
Assim, no sexo, o marido e a esposa cristãos devem procurar agradar um ao
outro, e não a si mesmos, pois o amor “não busca os seus interesses” (1Co.
13:5).
Qual então é o papel do sexo no casamento?
Primeiro, sexo não é a única coisa no casamento. É fundamental que o marido
ame sua esposa e a esposa se submeta
ao seu marido (Ef 5:22-33). Além do mais, o marido deve governar sua esposa em
amor e ela deve ser auxiliadora de seu marido (Ef 5:22-33; Gn 2:20s).
Segundo, o sexo não é a principal coisa no
casamento. A coisa principal é o relacionamento pactual no
Senhor (Ml 2:14). Aqueles que fazem do sexo a coisa principal no casamento
ficarão dolorosamente desapontados.
Terceiro, sexo não é a base para o casamento. A verdade da Palavra de Deus é o fundamento do casamento cristão. A
amizade pactual de um pelo outro é baseada sobre essa unidade na doutrina da
Palavra de Deus em Cristo. Casamos com a aparência, mas temos que conviver com
o caráter.
Há uma exceção ao dever do sexo no casamento (além daquele da impossibilidade física) se três condições forem
satisfeitas.
Primeiro, deve ser “por consentimento mútuo” (1Co. 7:5) – não uma decisão unilateral do marido ou da esposa, mas
de ambos.
Segundo, deve ser “por algum tempo” (5) – não para o resto de suas vidas, ou por semanas, meses e anos,
mas por um período específico. Mais tarde eles devem se “ajuntar outra vez”
sexualmente (5).
Terceiro, a abstinência sexual deve ser “para vos
aplicardes ao jejum e à oração” (5) – não porque
eles simplesmente estavam com vontade. Deus colocou certo peso em seus
corações, de forma que os prazeres de se alimentar fisicamente e sexualmente
são postos de lado por um tempo, para que possam se focar melhor em buscar a Deus.
Todas as três condições devem ser satisfeitas – consentimento mútuo, curta duração e propósito religioso (para
oração e jejum) – para um período de abstinência sexual. Onde todas as três
condições não são satisfeitas, a “devida benevolência” da relação sexual
permanece.
“Venerado seja entre todos, o matrimônio e o
leito sem mácula” (Hb. 13:4)
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domingo, 10 de julho de 2011
Assegure Seus Planos em Deus
TEMA: ASSEGURE SEUS PLANOS EM DEUS
“Muitos propósitos há no coração do
homem, mas o desígnio do SENHOR permanecerá” (Pv 19:21).
INTRODUÇÃO: Olhar para a vida como Deus
olha é uma maneira de viver altamente estimulante. Assim como Jesus, devemos
planejar nossas vidas em completa dependência do Senhor, Ele disse: “eu não vim ao mundo para fazer a minha
vontade, mas a vontade de meu Pai que está no céu”. Diante da angústia em
saber que estava à beira da crucificação ele disse: “Pai, sê possível passa de mim este cálice, todavia não se faça a minha
vontade, mas a tua”. Nossos planos devem refletir o caráter e a vontade de
Deus para nós. Só existe uma maneira de planejar com segurança: colocar Deus em
primeiro lugar em nossa vida.
1.
RECONHEÇA
A SUPERIORIDADE ABSOLUTA DE DEUS – Sl 37:5
Isto deve ser o ponto de
partida para todo o seu planejamento. Fazer planos sem submetê-los à Sua
revisão, correção e aprovação é um ato de arrogância o qual Deus não deixará
passar em branco. Saiba que você é dependente. Tudo o que você faz depende de
alguém. Por exemplo, se você planeja uma viagem de negócios em uma determinada
cidade, tais planos dependem da companhia aérea, das condições climáticas, da
atmosfera de negociação e de uma porção de outras variáveis que você não pode
controlar. Da mesma forma, em todas as áreas de sua vida você também depende de
Deus.
2.
CONFIE
NA INCOMPARÁVEL SABEDORIA DE DEUS – Sl 139:1-10
Afinal de contas, Deus sabe o
principio e o fim de tudo. Deus sabe o que você não sabe. Ele vê cada detalhe,
leva em consideração todas as possibilidades e lhe dá a melhor opção. Deus irá
lhe mostrar a melhor rota. Você pode vislumbrar muitas formas de agir, mas
Deus, de sua perspectiva, sabe qual é o melhor caminho para você chegar ao seu
destino.
3.
TENHA
DISPOSIÇÃO DE FAZER TUDO DENTRO DA VONTADE DE DEUS – Sl 54:1-4
É preciso que você diga:
“Senhor, esses são meus planos, mas eu os submeto à Tua vontade porque Tu és
infinitamente maior do que eu sou”. Sabendo que a vontade de Deus para você é a
expressão do Seu plano absolutamente perfeito, não há como errar. Mas se você
deixar Deus de fora, irá perder as bênçãos que Ele deseja lhe dar. Além do
mais, você irá perder Sua proteção quando algum perigo se materializar, se você
mantém a idéia fixa de fazer apenas o que você quer. Ele quer que você
experimente e prove da Sua vontade. Se você desenvolve um relacionamento íntimo
e crescente com Deus, Ele irá direcioná-lo para o que está planejando para sua
vida. Ele pode fazer você experimentar situações que você jamais imaginou serem
possíveis de se realizar.
4.
HONRE
A DEUS EM TODOS OS SEUS PLANOS – Sl 8:1
A forma que você planeja sua
vida é uma questão não apenas de inteligência ou conveniência, mas de
santidade. Planejar separadamente de Deus é pecado. Vocês se orgulham em sua
arrogância; tal sentimento é maligno. Assim aquele que sabe fazer o bem e não
faz comete pecado. Deus é muito claro: planejamento sem Ele não é apenas mau
planejamento - é planejamento pecaminoso e mundano.
CONCLUSÃO: Quando o povo quis construir a
Torre de Babel, inicialmente parecia que tudo estava dando certo, mas Deus
interveio e dissipou o tal plano confundindo as línguas e promovendo uma
divisão entre eles. Isso fez com que parassem a obra, que não era planejada
segundo Deus, mas segundo seus desejos arrogantes. Quando Deus estiver no
negócio, com certeza, dará certo, apesar dos desafios que teremos que superar,
Rm 8:31.
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terça-feira, 4 de novembro de 2008
AMPLIANDO A TENDA PARA CONQUISTA
Isaías 54:1-4
Isaías estava profetizando sobre a restauração de Judá. Eles tinham sido levados cativos para a Babilônia, mas Deus estava trazendo-os de volta para que retomassem as cidades e reconstruísse tudo o que tinha sido destruído. Era uma profecia sobre o futuro de Israel e que, portanto, trazia uma mensagem de esperança. Ele faz uma analogia chamando Sião de mulher, sendo Deus, o Criador, o seu marido (v.5). Por causa do pecado do povo (esposa), o marido (Deus) tinha se divorciado (o exílio na Babilônia). Por isso não teve filhos, estava estéril. Mas Deus estava restaurando esse “matrimônio”, o que faria com que muitos filhos surgissem como resultado, muito mais do que antes – “...porque mais são os filhos da mulher solitária do que os filhos da casada, diz o Senhor” (v.1). Deus não criou a esterilidade (tanto que disse: crescei, frutificai, multiplicai...). A criação original não previa nem compactuava com a esterilidade. A frutificação é inerente ao Espírito de Deus. Isso nos revela que, o fato de Judá ter sido levada como escrava e viver em esterilidade, não agradava a Deus. Portanto, Ele estava propondo a restauração. E a restauração nada mais era do que devolver a capacidade para crescer, frutificar, multiplicar. O sinal da presença de Deus é a vida, e a vida gera vida.
Isaías estava profetizando sobre a restauração de Judá. Eles tinham sido levados cativos para a Babilônia, mas Deus estava trazendo-os de volta para que retomassem as cidades e reconstruísse tudo o que tinha sido destruído. Era uma profecia sobre o futuro de Israel e que, portanto, trazia uma mensagem de esperança. Ele faz uma analogia chamando Sião de mulher, sendo Deus, o Criador, o seu marido (v.5). Por causa do pecado do povo (esposa), o marido (Deus) tinha se divorciado (o exílio na Babilônia). Por isso não teve filhos, estava estéril. Mas Deus estava restaurando esse “matrimônio”, o que faria com que muitos filhos surgissem como resultado, muito mais do que antes – “...porque mais são os filhos da mulher solitária do que os filhos da casada, diz o Senhor” (v.1). Deus não criou a esterilidade (tanto que disse: crescei, frutificai, multiplicai...). A criação original não previa nem compactuava com a esterilidade. A frutificação é inerente ao Espírito de Deus. Isso nos revela que, o fato de Judá ter sido levada como escrava e viver em esterilidade, não agradava a Deus. Portanto, Ele estava propondo a restauração. E a restauração nada mais era do que devolver a capacidade para crescer, frutificar, multiplicar. O sinal da presença de Deus é a vida, e a vida gera vida.
É TEMPO DE ALEGRIA
Se falamos de restauração e avivamento, falamos de vida espiritual, o que implica em frutos. Não se pode, jamais, separar avivamento de frutificação. O Senhor quer conduzir muitos filhos à glória (Hb 2:10). A Igreja do Senhor Jesus é a Sião mencionada aqui. A proposta de Deus se aplica também a nós. Ele quer nos restaurar e devolver a capacidade de frutificar, porquanto estávamos estéreis. A Igreja, de uma forma geral, ainda está estéril. Esta passagem, escrita por Isaías, nos orientam sobre o conteúdo e a dimensão da obra que Deus quer fazer no meio do Seu povo.
Ele começa falando sobre a alegria. “Canta alegremente...” (v.1). Dar à luz é motivo de muita alegria.
Nas culturas antigas, era motivo de vergonha e de tristeza não poder ter filhos, e Israel estava naquela condição. Logo, poder ter filhos era motivo de muita alegria e júbilo! A Igreja deveria sentir-se assim! O Senhor estava convidando Seu povo a se alegrar. Eles não tiveram dores de parto, agora experimentariam a honra de tê-las. As dores de parto eram dores que alegravam a mulher. Interessante o paradoxo: dor e alegria ao mesmo tempo. A reprodução espiritual segue o mesmo princípio do parto natural. A mulher sente dor ao ter o filho, mas a alegria de poder abraçá-lo logo após o parto supera infinitamente a dor. Quando acontece uma ação do Espírito, um mover de Deus, surge no meio do Seu povo uma intensa alegria em poder sentir as dores de parto. Paulo disse: “...meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós” (Gl.4:19). É uma dor, uma renúncia, um sofrimento que vale a pena!
É TEMPO DE REPRODUÇÃO
Quando o Espírito Santo é derramado Ele tem um só objetivo: reproduzir, procriar. Alguns encaram o relacionamento com Deus da mesma forma que um casal quando se recusa a ter filhos, pois quer apenas usufruir o relacionamento. Isso não é possível no relacionamento com Deus. Não poderá haver intimidade sem o propósito de multiplicar a vida.
É preciso renúncia - Alguns não querem ter as “dores de parto”, porquanto isso exige renúncia, muito desconforto, e, às vezes, o preço é altíssimo. Essa atitude egoísta reflete claramente a falta de intimidade com Deus e de um verdadeiro relacionamento com Ele. Para aquelas mulheres no passado a maior vergonha era não ter filhos, por isso faziam qualquer coisa para poder alcançá-los.
Os que ficam constrangidos e não se conformam com a esterilidade, desejam ardentemente e começam a clamar a Deus, como clamou Ana. Ela pediu a Deus um filho e o fez com intensidade e profunda contrição de espírito: “Levantou-se Ana, e, com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou abundantemente” (I Sm.1:10). Deus ouviu a sua oração e ela gerou a Samuel. Nossa atitude deveria ser a mesma, na disposição de pagar o preço da dor e do desconforto.
Se você tem alegria em poder reproduzir-se, é sinal de que está debaixo do mover do Espírito; se for o contrário, você está precisando curvar-se diante do Senhor para buscar o perdão e a restauração!
É preciso fé - Existem, também, aqueles que já não mais acreditam poder frutificar. Estão tanto tempo na Igreja sem produzir, que já desanimaram, ou se acostumaram com a esterilidade! Pois, assim como Deus falou a Judá naquele tempo, Ele está falando hoje e usando os seus profetas para anunciar que o Senhor está trazendo um novo sopro do Seu Espírito, que atingirá a todos e fará a todos frutíferos. Neste caso a incredulidade é o maior empecilho, assim como aconteceu com Sara! Ao ouvir o anjo anunciando a Abraão, seu marido, que daria à luz com noventa e nove anos de idade, estando atrás da porta da tenda, riu-se no seu íntimo (Gn.18:12). A resposta de Deus foi: “Por que se riu Sara...? Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?...” (vs.12,13). Algumas pessoas, ao ouvirem que vão produzir muitos filhos espirituais, podem estar rindo no seu íntimo. Isso é incredulidade. Sara concebeu e gerou um filho, chamado Isaque, que quer dizer “riso”, porque riu. No entanto, teve motivo de riso com o nascimento de um filho, pelo que disse: “...Deus me deu motivo de riso; e todo aquele que ouvir isso vai rir-se juntamente comigo” (Gn.21:6).
É TEMPO DE AMPLIAR A TENDA
A outra instrução de Deus, através de Isaías, foi: “Alarga o espaço da tua tenda; estenda-se o toldo da tua habitação, e não o impeças...” (v.2).
Muitos filhos viriam e não seria mais possível continuarem com a casa do mesmo tamanho, e isso não significa apenas espaço físico. O que podemos entender é que a Igreja precisa preparar-se para receber os novos filhos. É necessário que se mude as estruturas, que a Igreja se organize de tal forma que todos possam ser amparados e que nenhum se perca. As células são compatíveis com o clima de avivamento, porquanto retêm o fruto, e ele não se perde. A célula é uma equipe que trabalha em unidade para produzir filhos e criá-los até serem fortes e adultos para gerarem outros!
“...E não o impeças...”. Nada deve interferir na visão no projeto de Deus para a Sua Igreja. Não devemos deixar que a carnalidade, a divisão, a falta de santidade, ou mesmo o tradicionalismo, venham impedir que os novos sejam devidamente recebidos, cuidados e alimentados. Quando não permitimos o Espírito Santo agir, nós mesmos estamos impedindo a ação de Deus. E a tenda deve ser estendida antes que venham os filhos! Devemos esperá-los ansiosamente e nos prepararmos durante o tempo de gestação, assim como os pais preparam o quarto do bebê com todo o carinho e expectativa antes que ele chegue.
É TEMPO DE FIRMAR AS ESTACAS
“...Alonga as tuas cordas e firma bem as tuas estacas” (v.2). Isto nos fala de fundamento, de firmeza. É necessário que estejamos fundamentando toda essa estrutura. Isso se faz observando a palavra de Deus, a doutrina dos apóstolos, e, mais, os valores do Reino. Os valores determinam nossas prioridades, e estas as nossas práticas. Se não tivermos bem resolvido em nosso interior o que vem sempre em primeiro lugar não estaremos preparados para o que está por vir. As estacas sustentam a tenda. Todas devem estar bem firmadas, do contrário os ventos vão afrouxando uma após a outra, até que todas se soltam e a tenda cai. Devemos cultivar a vida de oração, a leitura da Palavra de Deus, a vida de santidade, o relacionamento familiar, a obediência e o respeito aos líderes, o compromisso com o evangelismo e o discipulado, enfim, a busca do Reino de Deus como prioridade (Mt.6:33).
O v.3 nos revela o resultado. Será uma colheita abundante! “Porque transbordarás para a direita e para a esquerda...”. Deus fala de “transbordar” porque a Sua proposta é sempre abundante. Se Ele é o Deus Todo Poderoso e rico em todos os sentidos, é claro que pão-durismo não faz parte da Sua natureza. Ele fala em transbordar, porque a vida se multiplica e não apenas duplica. Quanto mais filhos, mais bênçãos! “Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão... Feliz o homem que enche deles a sua aljava...” (Sl.127:3-5).
CONCLUSÃO
O Senhor está tirando toda a esterilidade! É tempo de restauração e de multiplicação. É tempo de alegrar-se antecipadamente pela colheita. Estamos no processo de gestação e a nossa expectativa reflete a nossa fé, como Ana. Deus está ouvindo nossas orações! Vamos nos preparar, alargar o espaço da nossa tenda e firmar bem as nossas estacas. É hora de alegria – “...exulta com alegre canto...”. Os que, porventura, não podem fazê-lo agora, ainda há tempo de clamar, de buscar e de apropriar-se, pela fé, da promessa do Senhor porque “...Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?” (Gn.18:14).
CONCLUSÃO
O Senhor está tirando toda a esterilidade! É tempo de restauração e de multiplicação. É tempo de alegrar-se antecipadamente pela colheita. Estamos no processo de gestação e a nossa expectativa reflete a nossa fé, como Ana. Deus está ouvindo nossas orações! Vamos nos preparar, alargar o espaço da nossa tenda e firmar bem as nossas estacas. É hora de alegria – “...exulta com alegre canto...”. Os que, porventura, não podem fazê-lo agora, ainda há tempo de clamar, de buscar e de apropriar-se, pela fé, da promessa do Senhor porque “...Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?” (Gn.18:14).
segunda-feira, 9 de junho de 2008
ESTRATÉGIA – TRANSFORMANDO SONHO EM REALIDADE
"Não necessitamos de mais poder, necessitamos de saber o que fazer
com o poder que temos"
Texto: Pv 3.13-16
Uma das marcas de uma liderança eficaz é a estratégia. Visão é "o que nós vamos fazer", e estratégia é "como vamos fazer." Um líder eficaz tem uma estratégia para cumprir o piano de Deus na sua vida.
I. AGINDO COM SABEDORIA
Vamos ver em Provérbios 3.13-16. À medida que lemos esses versículos, pense em termos de "como” alcançar a sua visão e cumprir as suas esperanças e sonhos.
A sabedoria é o elemento chave nos seus planos estratégicos. Enquanto algumas pessoas dizem: "Eu só preciso de mais dinheiro"; a sabedoria produzirá o dinheiro. Ou, "eu não tenho tempo. Estou ficando velho". Não! A duração dos seus dias está ligada à sabedoria.
Em Provérbios 3.19 está escrito: "O Senhor com sabedoria fundou a terra, e com inteligência preparou os céus". Como é que você vai gerenciar e estabelecer a sua empresa, a sua família e o seu ministério? Através da sabedoria e da inteligência.
II. VENCENDO A FALSA ESPIRITUALIDADE
"Só porque tem uma visão isso não significa que vai cumpri-la". Deixe esse hábito pseudo-espiritual. Essa não é a forma de pensar espiritual. Deus não vive a sua vida - é você que a vive!
Num aconselhamento pastoral um irmão casado há apenas um ano, dizia: "Não consigo amar a minha mulher. Simplesmente não consigo. Eu sei que o Senhor a amará através de mim", isso pode soar muito espiritual, não é? "Eu vou deixar Deus amá-la através de mim".
O conselheiro lhe disse: "Irmão, o único problema com isso é que a Bíblia diz: "Maridos, amai as vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela" (Ef 5:25). Deus não dorme com ela! Embora Ele a ame como filha, ele disse-lhe para a amar como sua esposa". E ele disse: "Oh, que problema! Nunca pensei nisso!"
Muitas vezes quando pensamos que estamos sendo espirituais, estamos é nos tornando pseudos-espirituais. Apresentamos desculpas.
Se você tem uma visão para ser um agente imobiliário, qual é a sua estratégia? Vai vender propriedades residenciais ou comerciais? Vai focar-se numa pequena área, ou vai tentar agenciar uma região? Como é que vai fazer publicidade? Como é que vai arranjar clientes? Qual é o seu plano "como fazer" - para cumprir a visão de se tornar um agente imobiliário?
"Bem aventurado o homem (ou a mulher) que encontra sabedoria, e o homem (ou a mulher) que adquire conhecimento" - Provérbios 3:13. É assim que você se estabelece e é a maneira prospera em todas as áreas da sua vida.
III. SENDO MAIS SÁBIOS DO QUE "OS FILHOS DESTE MUNDO"
Em Lucas 18.1-8, Jesus conta a história de um mordomo que cometeu alguns erros, mas que homem sábio. Vamos ler os versículos de 1 a 8, dando atenção especial ao versículo 8.
No desenvolvimento da sua estratégia, aprenda tudo o que pode com o mundo. Você não faz parte do mundo, mas está nele e pode usar o conhecimento e a sabedoria que eles têm. Não seja um ignorante pseudo-espiritual que diz: "Deus vai tratar disso." Não! Os filhos deste mundo são mais sábios geração do que os filhos de Deus. Então nós precisamos aprender tudo o que podemos.
CONCLUSÃO: "Os filhos deste mundo são mais prudentes (sábios) na sua geração do que os filhos da luz" -16.8. Não devemos ser como eles, mas devemos adquirir sabedoria a fim de a usarmos para cumprirmos os propósitos de Deus. Foi Jesus quem disse isto, por isso à medida que desenvolvemos uma estratégia vamos aprender com tudo aquilo que nos rodeia. Seja sábio no seu planejamento e na preparação e trará o sucesso.
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