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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Palavras - Vida ou Morte



A comunicação pode dar vida ou matar um relacionamento. 
As palavras podem se tornar instrumento de cavar sepulturas, ou de construir palanques para as pessoas ao nosso redor. 
Podem derrubar, ou promover. 
Podem construir muralhas, ou pontes. 
Podem repelir, ou atrair. 
Podem esfriar, ou esquentar um relacionamento. 
Podem machucar, ou curar. 
As palavras podem ser medicina ou veneno, instrumento de encorajamento ou arma de destruição. 
A vida e a morte estão no poder da língua.
“O sábio de coração será chamado prudente, e a doçura dos lábios aumenta o saber. O entendimento é uma fonte de vida para quem o possui, mas a tolice é o castigo dos insensatos. O coração do sábio instrui sua boca e aumenta em seus lábios o conhecimento. Palavras suaves são como favos de mel, DOÇURA PARA A ALMA e SAÚDE PARA O CORPO. Há um caminho que parece direito para o homem, mas o fim dele conduz à morte. O apetite do trabalhador trabalha por ele, pois sua fome o motiva. O homem sem escrúpulos causa o mal, e nos seus lábios há algo como um fogo devorador. O perverso espalha contendas, e o difamador separa amigos íntimos” (Provérbios 16:21-28).

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

SOCORRO, EU PRECISO DE AJUDA! | Pastor Wanderley da Silva


Quem vive sozinho já experimentou o quão amargo e desgastante é a solidão. Há enormes desafios que se apresentam e precisamos de alianças para que possamos ultrapassá-los. Na hora sombria vemos o quão importante é ter alguém ao lado. O apóstolo Paulo falou que somos entregues à morte todos os dias, isto é, nunca podemos nos dar ao luxo de achar que somente viveremos num “mar de rosas”:
  • Há muitos que estão feridos profundamente e que estão sangrando. Alguns têm dificuldade de cicatrização. O melhor curativo é o amor.
  • Outros estão tomados de temores e estão vivendo assustados, inseguros.  Estes precisam sentir o calor humano da presença de um amigo em quem confiam.
  • Muitos têm banhado de lágrimas seus travesseiros e parecem  que são inconsoláveis. É necessário que tenham uma companhia carinhosa.
  • Há muitas pessoas que não sabem mais o que é uma boa noite de sono, pois vivem em constantes pesadelos.
Muitos deixaram de sonhar, pois foram envenenados pelo pessimismo e se conformaram com a derrota e o fracasso.
Leia o restante clicando no link ou no título.

SOCORRO, EU PRECISO DE AJUDA! | Pastor Wanderley da Silva

sábado, 7 de maio de 2011

Impureza sexual: tem cura? | Editora Ultimato

Deus fez o sexo seguro e lhe deu um nome - casamento. No entanto, como é natural do ser humano, vieram as aventuras e a descaracterização da obra do Criador. Muitos afundaram num rio de imoralidade e estão desesperados. Alguns preferem permanecer no estado em que caíram, outros porém, estão ansiosos para saírem. Daí tem surgido esta indagação: Impureza sexual: tem cura? | Editora Ultimato

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Edificando pontes e não muros

CONSTRUTORES DE PONTES OU DE MUROS
2 Co 5:17-20
Devemos ser construtores de pontes, não fazedores de muros ou cavadores de abismos. Somos ministros da reconciliação, não promotores de contendas. Somos pacificadores, não geradores de intrigas. O ministério da igreja é de aproximação das pessoas e não de afastamento delas. Somos um só corpo e membros uns dos outros. Quando um membro do corpo sofre, todos sofrem com ele; quando um membro é promovido, todos se regozijam com ele. Para isso, precisamos tomar algumas medidas.
1.     RECONHECER QUE SOMOS FALHOS E ERRAMOS UNS COM OS OUTROS.
Não somos uma comunidade de pessoas perfeitas. Nós ainda estamos sujeitos a falhas e tropeçamos em muitas coisas. Isso obviamente não nos dá o direito de errarmos intencionalmente. A vida cristã não nos dá uma imunidade para pecar. Precisamos ser vigilantes para não sermos pedra de tropeço para os nossos irmãos. Porém, o fato de errarmos uns com os outros não anula o fato de que somos uma só família e um só rebanho. O apóstolo Paulo admite que na igreja há momentos em que temos queixa uns dos outros.
2.     RECONHECER QUE O CAMINHO DO ARREPENDIMENTO E DO PERDÃO É UMA ÚNICA FORMA DE CONSTRUIR PONTES.
Um cristão demonstra sua maturidade espiritual quando reconhece seu erro e tem disposição de pedir perdão. Não há comunidade saudável sem o exercício do perdão. Somos a comunidade dos perdoados e dos perdoadores. Quem não perdoa não pode orar, não pode ofertar, não pode ser perdoado. Quem não perdoa adoece emocional e fisicamente. A Bíblia diz que precisamos perdoar uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou. Esse perdão deve ser imediato, pleno e definitivo. O perdão sara as feridas, restaura os relacionamentos, produz comunhão e glorifica a Deus. Ferir uns aos outros ou guardar mágoas produz doença emocional e desavença relacional. É tempo de construirmos pontes em vez de cavarmos abismos em nossos relacionamentos dentro da nossa família e da igreja.
3.     RECONHECER QUE DEUS NOS CHAMOU PARA SERMOS MINISTROS DA RECONCILIAÇÃO.
Nós fomos chamados para pregarmos a reconciliação do homem com Deus e do homem com o próximo. Nós fomos vocacionados para construirmos pontes em vez de cavarmos abismos. Os filhos do Reino são pacificadores e os pacificadores são chamados filhos de Deus. A Bíblia diz que o amor cobre multidão de pecados. Quem ama busca a reconciliação.
4.     RECONHECER QUE NENHUMA VITÓRIA TEM GOSTO AGRADÁVEL SE A COMUNHÃO FRATERNAL É QUEBRADA.
A única vitória que glorifica o nome de Cristo é a decisão de restaurar o que foi quebrado, de aproximar o que foi afastado. Paulo diz que no depender de nós, devemos ter paz com todos os homens. Ainda diz que se preciso for, devemos sofrer o dano para construir as pontes da reconciliação. A Palavra de Deus diz que devemos ter o mesmo sentimento que houve também em Cristo. Ele não revidou ultraje com ultraje. Ele rogou ao Pai que perdoasse seus algozes e até mesmo atenuou-lhes a culpa, dizendo que eles não sabiam o que estavam fazendo. A Bíblia inteira é um apelo à reconciliação com Deus e a reconciliação fraternal. O apóstolo Paulo chega a afirmar que se não houver perdão dentro da igreja, Satanás leva vantagem sobre nós. Que Deus nos ajude a amar uns aos outros, a dar a nossa vida uns pelos outros, a perdoar uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou e a construirmos pontes em vez de muros.
Conclusão: Shakespeare afirmou: “se você está se sentindo só é porque em vez de pontes, construiu muralhas entre você e os outros”. Charles Brown Jr. disse: “Só o amor constrói pontes indestrutíveis”. O apóstolo Paulo falou: “A ciência incha, mas o amor edifica” (1 Co 8:1). O salmista declarou: “bom e suave é que os irmãos vivam em união” (Sl 133:1). O apóstolo João também disse algo importante: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo” (1 Jo 1:7).

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

MANTENDO A PAZ INTERIOR EM QUALQUER CISCUNSTÂNCIA

MANTENDO A PAZ INTERIOR EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA

A tempestade que se abateu sobre os discípulos no mar da Galiléia foi terrível, mas não foi a mais difícil que teriam de encarar. A pior de todas foi a que lhes sobreveio alguns dias antes da prisão e crucificação do Senhor. E Jesus sabia que eles não iriam suportá-la, mas fugiriam dela. Então ele lhes deu o seguinte aviso: 
“Eis que vem a hora e já é chegada, em que sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só; contudo, não estou só, porque o Pai está comigo. Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (Jo 16:32, 33). 
Eles iriam se dispersar, mas Jesus voltaria a reuni-los. Iriam passar por aflições, mas Jesus lhes daria paz. Ele venceria o mundo. Então, com muita mansidão, ele aqui reforçava algo que já lhes havia dito anteriormente: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou”. Embora ele soubesse que os discípulos passariam por um duro teste e que fracassariam, completou sua mensagem para eles, dizendo: “Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (Jo 14:27). 

O APÓSTOLO DA PAZ 
A vida do apóstolo Paulo também foi marcada por problemas, dos quais ele falava usando termos bem penosos, mas carregados de esperança. Disse ele: “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos” (2 Co 4:8, 9).
A vida de Paulo não foi nem um pouco tranqüila, mas foi a que Deus escolheu para ele. E, aceitando-a, o apóstolo aprendeu muito sobre a paz interior. E o fato é que ele aprendeu mais em tais condições do que se tivesse vivido da maneira como gostaria. A paz que ele gozou não era a que se tem quando tudo está sob controle. Era a paz em meio aos temporais. Com suas tribulações, Paulo aprendeu a ter paciência, perseverança, uma perspectiva correta e, em meio a tudo, a paz. 
Para o apóstolo, a paz era uma questão de prioridade máxima. Escrevendo aos irmãos em Cristo, ele sempre os saudava, dizendo: “Graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo”. Ensinou-os que deveriam se esforçar “diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz”. Ademais deu muita ênfase ao fato de que “o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo”. Afirmou que “Deus não é de confusão e sim de paz”. Também dizia aos crentes: “Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração”. E escrevendo aos tessalonicenses, abençoou-lhes, dizendo: “Ora, o Senhor da paz, ele mesmo, vos dê continuamente a paz em todas as circunstâncias”. 

ALCANÇANDO A PAZ VERDADEIRA 
No livro de Filipenses, Paulo fala do mais elevado nível de paz que pode existir: “a paz de Deus, que excede todo o entendimento”. É a paz que guarda nosso coração e nossa mente quando estamos enfrentando problemas tão graves que, humanamente falando, não temos condições de estar tranqüilos em tal situação. E o mais impressionante nisso tudo é que Paulo se achava encerrado numa prisão romana quando escreveu essa mensagem. Obviamente era um lugar onde não poderia haver paz, e é exatamente esse fato que confere forte credibilidade ao apóstolo para discorrer sobre o assunto. Então, tendo em vista a paz que Paulo experimentou em momentos angustiosos, nós também podemos aprender a gozar a paz de Deus nas horas difíceis de nossa vida. Vamos focalizar uma conhecida passagem dessa carta que mostra as medidas que temos de tomar nesse sentido. 
“Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor. Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus. Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento. O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco” (Filipenses 4:4-9). Essa passagem é conhecida como a “receita de paz” elaborada por Deus. Ela é bastante simples, sucinta e fortemente inspirativa. Apesar de ser um texto de fácil compreensão, nem sempre é fácil seguir suas instruções nos momentos difíceis. Não quero dar a ideia de que seja uma fórmula mágica de simples causa e efeito. Mas o fato é que, se praticarmos o que está prescrito, teremos o cumprimento de duas promessas: a paz de Deus nos guardará e o Deus da paz estará conosco.

Igreja Presbiteriana Renovada em São José
Pr. Wanderley e Roseli Stefane da Silva

sábado, 7 de junho de 2008

TOMANDO POSSE DA CURA PARA UM TESTEMUNHO EFICAZ

JEREMIAS 17:5 a 8 e 13:14


“Cura-me, Senhor, e serei curado, salva-me e serei salvo; porque Tu és o meu louvor”.

INTRODUÇÃO:

Como caminhar rumo às conquistas se o que pensamos está em desacordo com as atitudes? Se os sentimentos ao invés de erguer-nos, colocam-nos para baixo?
Não é possível viver uma vida plena com feridas na alma. Não será possível ver os sonhos se realizarem se o nosso espírito estiver ferido. Por isso, hoje (se deixarmos), o Senhor irá curar o nosso interior.
O líder é a chave. É a porta do mover sobrenatural do Espírito Santo. Ele é o testemunho do que Deus é capaz de fazer quando nos colocamos a sua vontade.

FERIDAS EMOCIONAIS:

Quem nunca sentiu isso?
A dor emocional é a falta de realizações em geral, e (mais especificamente) sonhos que estão tardando em se realizar.
Provérbios 3:2: “A esperança que se adia faz adoecer o coração; mas o desejo cumprido é a árvore da vida”.
Essas “não realizações” criam as dores emocionais que se manifestam: no choro, alterações de apetite e mudança de semblante.
A Bíblia a chama de coração triste, amargura da alma e aflição (como no caso de Ana em 1Samuel 1.
Porém, o mais difícil nesta fase é a incompreensão das outras pessoas.
Quantas vezes o líder luta, acredita, porém têm ao seu lado pessoas murmurando, desanimadas, incrédulas.
Mas, não desanime!
Moisés, Josué, Elias, Jó, Daniel, Paulo também enfrentaram a dor emocional.
Ela faz parte de um tratar de Deus em nosso caráter. Como disse Jesus: “A minha graça te basta! O meu poder se aperfeiçoa na tua fraqueza”.
Em Romanos 15:13 lemos: “E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo”.

ESTRESSE:

Conhecida como cansaço, exaustão e fadiga. Sua rota inicia-se com ansiedades na alma e que rapidamente passa para o físico. É provocada por acúmulo de tarefas e pendências não resolvidas. Projetos que não andam, causas emperradas, são alguns dos fatores que causam fadiga. Porém, Deus pode usar a fadiga para o seu propósito na vida do líder:
O primeiro é a correção do Senhor, pois quantas coisas fazemos as quais Deus nunca mandou (Hebreus 12:15)?
O segundo é prepará-lo para desafios maiores. Jeremias 12:5: “Se fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo?”.
O terceiro é fazer voltar-nos para os seus braços e aprender a descansarmos nas suas promessas. Jeremias 31:25: “Por que satisfiz à alma cansada, e saciei toda alma desfalecida”. Salmos 23:2: “Ele me faz repousar em verdes pastos. Leva-me para junto ás águas de descanso”.

PRECONCEITOS:

Por incrível que pareça, mas é um sentimento negativo presente na vida de muitos líderes. Quando alguém aspira ser um líder, ele precisará se expor, pois o líder é referência e é a porta. No seu caminhar, muitas vezes, ocorrerão situações decisivas; é neste momento que podem ocorrer traumas.
Quantos não se acham incapazes de liderar uma célula, quando na verdade possui um tremendo potencial?
O preconceito é “conceito ou opinião formados antes de ter os conhecimentos adequados”.
Ou seja, você não sabe direito o que é, mas já optou por não aceitar, por se achar incapaz, difícil e etc...
Quantos estão perdendo oportunidades maravilhosas por causa do preconceito do engano das feridas na alma.
Por isso que na visão celular todos os que chegam à igreja são líderes de em potencial, mas, só serão de fato se deixarem Deus moldar seu caráter.
Temos que tirar a segregação ministerial de nosso meio. O que é isso? È o indivíduo que diz: “Eu somente sei cantar. Este é o meu chamado”. Provérbios 23:7ª: “Porque, como imagina em sua alma, assim ele é”.

A FASE DE TRATAMENTO:

Como tratar os sentimentos acima descritos?
A primeira coisa a fazer é se derramar perante o Senhor conforme Isaías 53:4. Em Jesus temos alguém que se identifica com a dor que estamos passando. Ele sabe como tratar das feridas.
A segunda coisa a fazer é compartilhar com alguém disposto a ouvir e apoiar (discipulador). Buscar ajuda através dos relacionamentos leais e verdadeiros.
Cuidado com os compromissos que assume, pois muitas vezes é necessário dizer não. Buscar um tempo de oração e recuperação é o ideal para colocar sua vida em ordem, tanto interior como exteriormente, avaliando, assim que está sendo ou não produtivo na sua vida.

CONCLUSÃO:

Uma igreja conquistadora de territórios é aquela que possui líderes curados. Um líder curado causa um estrago imenso no inferno, pois o que mais vale não são seus os talentos ou habilidades, mas o seu TESTEMUNHO. Jesus tinha seguidores porque tinha um testemunho eficaz. O Apóstolo Paulo disse com ousadia: “Sede meus imitadores”. O registro dos feitos de um homem na história, geralmente se dá pelo testemunho que deixou. Um testemunho eficaz é aquele que está livre dos sentimentos acima descrito.
Vença os limites e tenha um testemunho eficaz.