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terça-feira, 28 de julho de 2015

Respeito é Fundamental no Matrimônio

Respeito é Fundamental no Matrimônio
Colossenses 3:18 - Mulheres, cada uma de vós seja submissa ao próprio marido, como convém no Senhor.
Colossenses 3:19 - Maridos, cada um de vós ame sua mulher e não a trate com aspereza.

Introdução: você já deve ter ouvido essa frase: “respeito é bom e eu gosto”. É o que seu cônjuge também tem o direito de dizer. Infelizmente, quando se diz isso, o respeito já escorreu porta afora. Quando duas pessoas convivendo juntas perdem o respeito, o ambiente infernal está montado. Bom e suave é que os casais vivam em união. É a certeza de a vida se tornará muito mais satisfatória.

1)      Individualidade
Não há duas pessoas iguais no mundo. Cada um traz consigo qualidades positivas, mas também imperfeições. Traz bons ou maus costumes, ante os olhos do outro. É necessário compreender as diferenças culturais, familiares, etc.

2)      Sentimento
Somos dotados de emoções. Ninguém é de ferro, e mesmo que fosse, estaria sujeito a serem marcadas. Não podemos tratar nosso cônjuge como se fôssemos os únicos que possuem sentimento. Nosso esposo(a) também tem sentimentos.

3)      Liberdade
Ninguém consegue viver sufocado. É preciso que se tenha um leque de liberdade. Caso isso não ocorra, pode haver desgaste e canseira na relação. Vale lembrar que liberdade não é sinônimo de libertinagem. Liberdade é o respirar com responsabilidade.

4)      Limites
Ultrapassar os limites do bom senso também é uma forma de desrespeitar o cônjuge. Brincadeiras, amizades, etc. que causam desconforto devem ser evitadas. Não posso fazer o que não gosto que seja feito por outro.

Conclusão: Hoje pode ser uma oportunidade de recomeço. Nunca é tarde para relevar e trocar de rota. Sua vida conjugal está insatisfatória? Proponha a você mesmo uma mudança e invista forte no seu relacionamento. O lucro gerado será grande.


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Ponte ou Parede?

Há duas espécie de pessoas no mundo: as que constroem paredes ou muros e as que constroem pontes. Robert Frost disse: "Antes de construir paredes é preciso verificar bem o que é que se está encerrando dentro dessas paredes, ou deixando fora delas".
Esse é um bom aviso para os construtores de paredes, porque, em sua defensiva e hostilidade, costumam afugentar de si os outros.
Os construtores de pontes são os que esperam o melhor das pessoas. Esperam dos outros sempre o bem, e estão prontos a acreditar no melhor, mesmo nas piores situações. Constroem pontes porque aprenderam a linguagem do amor.
O que você constrói - pontes ou paredes? Você está alimentando ressentimentos? Quantos temores, ansiedades, preocupações, você está sofrendo só porque não se dispõe a perdoar alguém que o feriu profundamente? Quantos dias ensolarados se tornam cinzentos, porque sua mente enraivecida agita-se e luta, em choques imaginários com o adversário - seu ex-marido, sua ex-esposa, um parente, um freguês, um cliente ou um funcionário?
Você está sofrendo de úlceras, artrite, pressão alta ou problemas cardíacos, simplesmente porque não se dispõe a perdoar? Quantas pessoas estão criando rugas - que se tornarão marcas permanentes - evidências do fato de que passaram a maior parte de sua vida com pensamentos de ira, até que as rugas lhe marcaram indelevelmente o semblante? E quantos amigos já deixaram de falar-lhe por você ter angariado a reputação de enjoado, resmungão e choramingas, pois o ressentimento diário que penetrou em você ali se fixou e contaminou por inteiro?
A solução é aprender a linguagem do amor, linguagem que começa com estas palavras de I Coríntios 13, o grande capítulo do amor: "O amor não se ressente do mal" (v.5).

Disse Jesus: "Quando depender de vós tende paz com todos os homens".

Do livro: Descubra o Amor - Editora Betânia

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Edificando pontes e não muros

CONSTRUTORES DE PONTES OU DE MUROS
2 Co 5:17-20
Devemos ser construtores de pontes, não fazedores de muros ou cavadores de abismos. Somos ministros da reconciliação, não promotores de contendas. Somos pacificadores, não geradores de intrigas. O ministério da igreja é de aproximação das pessoas e não de afastamento delas. Somos um só corpo e membros uns dos outros. Quando um membro do corpo sofre, todos sofrem com ele; quando um membro é promovido, todos se regozijam com ele. Para isso, precisamos tomar algumas medidas.
1.     RECONHECER QUE SOMOS FALHOS E ERRAMOS UNS COM OS OUTROS.
Não somos uma comunidade de pessoas perfeitas. Nós ainda estamos sujeitos a falhas e tropeçamos em muitas coisas. Isso obviamente não nos dá o direito de errarmos intencionalmente. A vida cristã não nos dá uma imunidade para pecar. Precisamos ser vigilantes para não sermos pedra de tropeço para os nossos irmãos. Porém, o fato de errarmos uns com os outros não anula o fato de que somos uma só família e um só rebanho. O apóstolo Paulo admite que na igreja há momentos em que temos queixa uns dos outros.
2.     RECONHECER QUE O CAMINHO DO ARREPENDIMENTO E DO PERDÃO É UMA ÚNICA FORMA DE CONSTRUIR PONTES.
Um cristão demonstra sua maturidade espiritual quando reconhece seu erro e tem disposição de pedir perdão. Não há comunidade saudável sem o exercício do perdão. Somos a comunidade dos perdoados e dos perdoadores. Quem não perdoa não pode orar, não pode ofertar, não pode ser perdoado. Quem não perdoa adoece emocional e fisicamente. A Bíblia diz que precisamos perdoar uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou. Esse perdão deve ser imediato, pleno e definitivo. O perdão sara as feridas, restaura os relacionamentos, produz comunhão e glorifica a Deus. Ferir uns aos outros ou guardar mágoas produz doença emocional e desavença relacional. É tempo de construirmos pontes em vez de cavarmos abismos em nossos relacionamentos dentro da nossa família e da igreja.
3.     RECONHECER QUE DEUS NOS CHAMOU PARA SERMOS MINISTROS DA RECONCILIAÇÃO.
Nós fomos chamados para pregarmos a reconciliação do homem com Deus e do homem com o próximo. Nós fomos vocacionados para construirmos pontes em vez de cavarmos abismos. Os filhos do Reino são pacificadores e os pacificadores são chamados filhos de Deus. A Bíblia diz que o amor cobre multidão de pecados. Quem ama busca a reconciliação.
4.     RECONHECER QUE NENHUMA VITÓRIA TEM GOSTO AGRADÁVEL SE A COMUNHÃO FRATERNAL É QUEBRADA.
A única vitória que glorifica o nome de Cristo é a decisão de restaurar o que foi quebrado, de aproximar o que foi afastado. Paulo diz que no depender de nós, devemos ter paz com todos os homens. Ainda diz que se preciso for, devemos sofrer o dano para construir as pontes da reconciliação. A Palavra de Deus diz que devemos ter o mesmo sentimento que houve também em Cristo. Ele não revidou ultraje com ultraje. Ele rogou ao Pai que perdoasse seus algozes e até mesmo atenuou-lhes a culpa, dizendo que eles não sabiam o que estavam fazendo. A Bíblia inteira é um apelo à reconciliação com Deus e a reconciliação fraternal. O apóstolo Paulo chega a afirmar que se não houver perdão dentro da igreja, Satanás leva vantagem sobre nós. Que Deus nos ajude a amar uns aos outros, a dar a nossa vida uns pelos outros, a perdoar uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou e a construirmos pontes em vez de muros.
Conclusão: Shakespeare afirmou: “se você está se sentindo só é porque em vez de pontes, construiu muralhas entre você e os outros”. Charles Brown Jr. disse: “Só o amor constrói pontes indestrutíveis”. O apóstolo Paulo falou: “A ciência incha, mas o amor edifica” (1 Co 8:1). O salmista declarou: “bom e suave é que os irmãos vivam em união” (Sl 133:1). O apóstolo João também disse algo importante: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo” (1 Jo 1:7).