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segunda-feira, 19 de março de 2012

Fundamento Indispensável

"Quando os fundamentos se abalam, o que poderá fazer o justo?" (Sl 11.3)

O fundamento também determina a largura e a profundidade, e assim, a forma de um  edifício.  Falsas  doutrinas  numa  igreja não somente  despedaçam  o  fundamento;  elas também  lançam  um  fundamento  adicional.  Tudo  o  que  alega  ser  igreja,  mas  não  é construído sobre o fundamento apostólico, está sob o julgamento de Deus. 

A  melhor  forma  de  demolir  um  edifício  não  é  quebrar suas janelas,  chaminé,  ou mesmo suas paredes, mas destruir o fundamento que sustenta o edifício todo. Da mesma forma, a maneira mais eficaz de destruir uma igreja é minar o seu fundamento: a doutrina apostólica.  Assim,  aberta  ou  sutilmente,  os  falsos  mestres  atacam  a  depravação  total,  a justificação pela fé somente, a eleição e reprovação incondicional, etc.; e minam os credos Reformados que resumem a verdade apostólica. 

"A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, a prova das coisas que não se veem" (Hb 11.1).

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Um valente e fiel servo do Senhor é promovido


Com pesar, notificamos à Igreja o falecimento do pastor José Fernandes Pedrosa, membro da Diretoria Executiva desde 1975, ocorrido no dia 25 de janeiro, por volta das 23 horas, em Paranavaí, PR.
O culto fúnebre será às 15 horas e o sepultamento às 17 horas.
Mais informações com o Pr. Sebastião Firmino, da IPR de Paranavaí.


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

CRISE, VENÇA-A OU ELA TE DESTRUIRÁ


VENCENDO AS CRISES NA SUA VIDA!

Isaías 38:1-3


Não importa o grau de santidade ou de intimidade que uma pessoa possua com o Senhor, um dia ele poderá passar por crises, e nada melhor do que saber como enfrentá-las.


Jesus disse: “No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, porque Eu venci o mundo” (Jo 16:33). Ele pode nos fazer mais que vencedores, como afirmou o apóstolo Paulo: "em todas as coisas, somos mais que vencedores". Quando confiamos em Deus experimentamos seus milagres, isto é, vemos o livramento onde poderia ser impossível.

Se não nos levantarmos para conquistar e vencer as crises, elas nos conquistarão e nos colocarão no chão.

Alguns olham para seus problemas como se fosse o fim da vida, nunca tomaram uma pancada tão grande, e não entendem que passando por essa dificuldade estarão sendo fortalecidos para vencer as dificuldades menores ou maiores que vierem ao seu encontro. Veja o que fez Ezequias para vencer um triste momento da sua vida:

1-Se Humilhar:


Ezequias humilhou-se diante de Deus e buscou d’Ele a ajuda que precisava para sair da crise. Nós temos que sempre ter uma atitude de humildade mediante as dificuldades que se levantam contra nós e buscar em Deus a resposta que precisamos. A Bíblia diz que aquele que se exalta será humilhado, mas aquele que se humilha será exaltado. Quando estamos numa situação de crise a melhor atitude é a humildade. Procure a ajuda de quem pode te ajudar. Não permita com que o orgulho te derrube e te impeça de continuar. Deus dá graça aos humildes, mas resiste aos soberbos.



2- Orar:



Oração pressupõe duas coisas: orar e agir, ou seja, ter uma postura de alguém que possui atitudes, tanto passiva, quanto ativa. Alguns quando escutam ou estão vivendo algo ruim, ficam desesperados e oprimidos. O dia que você estiver mais desanimado, esse é o dia que você tem que orar ainda mais.

A resposta sempre vem para aquele que crê. Todas as vezes que levamos nossos problemas perante ao Senhor, Ele nos responde, Ele nos dá refrigério, sara nossas feridas e dores. Ele é um Deus que quer responder nossas orações.

Não importa o tamanho da sua crise, o nosso Deus é muito maior do que qualquer crise e Ele pode te tirar dessa situação se você clama por socorro.


3- Lembrar das promessas de Deus:


Ezequias lembrou-se das promessas que Deus havia feito para ele e de como ele havia servido ao Senhor fielmente. No momento de crise ele se agarrou nas promessas de Deus para a sua vida. E nós devemos fazer o mesmo, quando os ventos contrários se levantam, temos que proclamar a Palavra de Deus, que contêm todas as suas promessas de benção e vida abundante para nós.

Há milhares de promessas na Bíblia que dizem respeito aos cristãos da atualidade. Procure conhecê-las e se apegue a elas. Deus não é homem para mentir, nem se engana a nosso respeito.

CONCLUSÃO: Quando obedecemos esses princípios que Ezequias obedeceu, aí vem a intervenção da mão poderosa de Deus. Veja qual foi a resposta do Senhor. Isaías 38:5: “Vá dizer a Ezequias: Assim diz o Senhor, o Deus de seu antepassado Davi: Ouvi sua oração e vi suas lágrimas; acrescentarei quinze anos à sua vida.” Ele perto da sua morte buscou Deus, obtendo resposta e refrigério. Essa é a atitude de quem confia nele, Deus mudou a história de sua vida.

A maior mentira que Satanás coloca em nossas mentes é que Deus não vai nos ajudar. Deus quer mudar a história da sua vida. Chegou o tempo de reconhecer que todos temos problemas, mas não temos mais tempo de chorar por eles, devemos buscar o Senhor e solucioná-los com a força dele. Não precisamos buscar no mundo, pois a única pessoa que nos responderá é o Senhor. 

Entregue hoje a sua vida toda ao Senhor e deixe Ele te ajudar a sair dessa crise que você está vivendo. 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Vigilância diante dos desafios

Todos nós podemos sentir-nos oprimidos e desafiados diante das mais diversas circunstâncias da vida. No entanto, Deus não permite sermos provados além do que podemos suportar, pois junto com a provação, Ele nos dará o escape, 1 Co 10:13. É claro que a maioria dos nossos dissabores são consequências das nossas atitudes impensadas diante dos desafios, e por não tomarmos o devido cuidado diante da observação dos princípios revelados na Palavra de Deus. Como diz o Senhor: o meu povo perece por falta de conhecimento.

"Errais não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus" (Jesus).

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Intolerância Bíblica

Gostaria de enfatizar esta verdade, asseverando que existe, na fé cristã, um lado de intolerância. Vou mais além e afirmo que, se não temos visto este lado intolerante da fé, provavelmente nunca vimos verdadeiramente a fé. Existem muitos mandamentos nas Escrituras que substanciam a afirmativa de que colocar mais alguém ao lado de Jesus, ou falar de salvação a parte dEle, ou sem que Ele seja o centro dela, é traição e negação da verdade. O apóstolo Pedro, dirigindo-se ao sinédrio em Jerusalém, disse: "porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome dado, entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos" (At.4:12).

Todo falso ensinamento deve ser odiado e combatido. O Novo Testamento nos diz que assim fez nosso Senhor e todos os apóstolos, e que eles se opuseram e advertiram as pessoas contra isso. Mas pergunto novamente: isto Å realizado hoje? Qual sua atitude pessoal quanto a isso? Acaso é você uma daquelas pessoas que diz que não há necessidade dessas negativas, e que deveríamos estar contentes com uma apresentação positiva da verdade? Subscrevemos o ensinamento prevalecente que discorda de advertências e críticas ao falso ensinamento? você concorda com aqueles que dizem que um espírito de amor é incompatível com a denúncia crítica e negativa dos erros gritantes, e que temos de ser sempre positivos? A resposta mais simples a tal atitude é que o Senhor Jesus Cristo denunciou o mal e os falsos mestres. Repito que Ele os denunciou como "lobos vorazes" e como "sepulcros caiados" e como "guias cegos". O apóstolo Paulo disse de alguns deles: "o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia". Esta é a linguagem das Escrituras. Pode haver pouca dúvida, mas a Igreja está como é hoje porque não seguimos o ensinamento do Novo Testamento e as suas exortações, e nos restringimos ao positivo e ao assim chamado "Evangelho simples", e fracassamos em acentuar negativas e críticas. O resultado é que as pessoas não reconhecem o erro, quando se defrontam com ele. Aceitam aquilo que aparenta ser bom, e se impressionam com aqueles que vem às suas portas falando da Bíblia e oferecendo livros sobre a Bíblia e profecias e coisas deste tipo. E eles, na condição de sua ignorância infantil, freqüentemente ajudam a propagar o falso ensinamento, porque não conseguem ver nada de errado nele. Além disso não compreendem que o erro deve ser odiado e denunciado. Eles imaginam-se a si mesmos cheios de um espírito de amor, são iludidos por satanás, a fera destruidora que estava no encalço delas, e que, num bote súbito, os agarrou com sua esperteza e sutileza.

Não é agradável ser negativo; ter que denunciar e expor o erro não dá alegria. Mas qualquer pastor que sinta, em pequena medida, e com humildade, a responsabilidade que o apóstolo Paulo conhecia num grau infinitamente maior pelas almas e o bem estar espiritual de seu povo, é forçado a fazer estas advertências. Isto não é desejado nem apreciado por esta moderna geração moralmente fraca. Muito amiúde a bancada tem controlado o púlpito e grande dano tem sobrevindo à Igreja. O apóstolo adverte a Timóteo que virá um tempo em que as pessoas "não suportarão a sã doutrina". Este é freqüentemente o caso no tempo presente, e assim tem sido durante este século. Por isso é importante que cada membro deva te ruma concepção real da Igreja e do oficio do ministro em particular.

Hoje há no mundo igrejas que na superfície parecem ser igrejas florescentes. Multidões se agregam a elas e demonstram demasiado zelo e entusiasmo. Mas num exame mais acurado descobre-se que a maior parte do tempo é tomado por música de vários tipos, e com clubes e sociedades e atividades sociais. O culto começa às 11:00h e tem que terminar exatamente ao meio-dia, e haverá sérios problemas se isso não ocorrer! Há apenas uma breve "reflexão" de quinze minutos, vinte minutos no máximo. O infeliz ministro, se não enxergar estas coisas com clareza, teme ir contra os desejos da maioria. Sua sobrevivência depende dos membros da igreja, e o resultado é que tudo é feito para se conformar aos desejos e anseios da congregação.

Mas deixe-me acrescentar que o ministro também não pode impor. É o próprio Senhor quem determina, Aquele que está assentado à mão direita de Deus e que deu "alguns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores" (Ef.4: t 1 ). Ele os deu para a edificação dos membros da Igreja, e é a mensagem dELE que deve ser pregada sem temor nem favor. Precisamos recuperar algo do espírito de John Knox cuja pregação fazia tremer a Maria, Rainha dos Escoceses.

O trabalho do ministro é edificar o corpo de Cristo. A ocupação do ministro é edificar a Igreja, não a si mesmo! Ai! Eles têm muito freqüentemente edificado a si mesmos, e temos lido de príncipes da igreja vivendo em posições de grande pompa e riqueza. Isto é uma gritante deturpação dos ensinamentos de Paulo! Observemos que os ministros são chamados para edificar, não para agradar nem entreter. O modo pelo qual deveriam fazer isso está resumido perfeitamente naquela passagem, imensamente lírica, de Atos Z0. O apóstolo Paulo está se despedindo dos presbíteros da igreja de Éfeso, à beira mar, e eis o que ele diz: "Agora, pois, encomendo-vos ao Senhor e È Palavra da Sua graça, que tem poder para vos edificar e dar herança entre todos os que são santificados" (v.32). "Palavra da Sua graça, que tem poder para vos edificar"! Não é surpresa que a igreja seja o que é hoje, pois lhe têm sido dados filosofia e entretenimento. Por meio delas um ministro pode, por enquanto, atrair e segurar uma multidão; mas não pode edificar; a tarefa dos pregadores é edificar, não atrair multidões. Nada edifica a não ser a inadulterada Palavra de Deus. Não há autoridade fora dela; e ela não pode de modo algum ser modificada ou nivelada para se adaptar à moda da ciência moderna, ou a alguns supostos "resultados confirmados da crítica" que está sempre em modificação. É o "eterno Evangelho" e é: a "Eterna Palavra a mesma que Paulo e os demais apóstolos pregaram, a mesma Palavra que os Reformadores protestantes pregaram, os Puritanos, e os grandes pregadores de duzentos anos atrás, como também Spurgeon no último século, sem qualquer modificação que fosse. É pelo fato de isso ter sido tão amplamente esquecido nos últimos cem anos que as coisas hoje estão como estão.

Autor: D. M. Lloyd-Jones

sábado, 29 de maio de 2010

A Importância do Deserto

A Importância do Deserto
Mc 1:3
Introdução: O precursor de Jesus, João Batista, escolheu desenvolver o seu ministério no deserto. Creio que a escolha foi baseada numa direção divina, que tinha como objetivo fazer com que, tanto João, quanto o próprio povo, tivessem experiências significativas com Deus. Sobre as bênçãos decorrentes do deserto, é que queremos falar nesta ocasião.

1. Um Lugar Para Ouvir a Deus – Hb 3:15
O deserto, para João Batista, representava um lugar especial onde teria condições de se afastar das distrações desta vida, a fim de poder ouvir as ordens de Deus.Todos nós vivemos num mundo agitado, onde nos vemos, muitas vezes, obrigados a correr para cima e para baixo tentando cumprir nossas agendas diárias; mas nem sempre nos damos conta de que tal agitação pode nos distanciar daquele lugar de comunhão, no qual podemos ouvir a suave voz de Deus. Nestas horas é que percebemos o quanto necessitamos tomar a decisão de procurar o "deserto nosso de cada dia", para que ali Ele fale de maneira que possamos ouví-Lo, sem as interferências que, naturalmente, nos rodeiam todos os dias. 
O nosso deserto pode significar um quarto fechado para oração, um tempo recolhido à sós com Deus, ou apenas um lugar e um tempo, quando estar em Sua presença é a coisa mais importante para nós. Se deixarmos de ouvir a Deus em nosso caminhar diário, correremos o risco de perder a direção, a visão e o propósito maior para nossa existência. Por isso, precisamos ouví-Lo.

2. Um Lugar de Renúncia – Mt 16:24
As multidões partiam para o deserto a fim de se encontrar com João e ouvir sua mensagem. Com isso, cada um estava deixando de lado sua casa, seu compromisso, seu conforto, seu trabalho. Tal atitude representava renúncia e despojamento da velha estrutura de vida rotineira, em busca de algo que eles consideravam ser importantes para suas vidas. Cada um estava demonstrando com esse comportamento, a disposição de renunciar algo de valor para obter o que era ainda mais precioso.
Essa experiência nos ensina a não esperar a bênção "em domicílio", mas a valorizá-la a ponto de seguir em sua busca. Os que não estavam dispostos a deixar tudo e partir para o deserto, também não estariam dispostos a deixar posturas erradas para assumir um compromisso com Deus.
Não queremos, com isso, dizer que precisamos "comprar" a bênção de Deus, anulando, assim, a graça que há em Cristo Jesus. É claro que todas as bênçãos nos são concedidas pela graça, e não pelo esforço humano. No entanto, nossas atitudes externas demonstram a intensidade do desejo do nosso coração.

3. Um Lugar Desprovido De Religiosidade – Lc 6:46
Cremos que ao pregar o Evangelho de Deus no deserto, João Batista estava promovendo a ruptura com a hipocrisia dos líderes religiosos de sua época, que dava mais valor às suas vestimentas sacerdotais e objetos sagrados, do que fazer verdadeiramente à vontade de Deus. Muitos queriam impressionar o povo com uma aparência de piedade, mas seus corações estavam vazios de Deus e da sua unção. João Batista chocava a multidão, por que suas vestes não eram semelhantes às de um religioso. Sua comida e sua habitação eram totalmente diferentes do convencional. Mas a sua vida expressava tremendo poder e unção do Alto. 
Com tudo, isso cremos que Deus estava querendo incutir na mente das pessoas, que elas deveriam estar preparadas para receber algo diferente do habitual. O objetivo era o de ajudar o povo a romper com aquela religiosidade infrutífera para que pudesse receber de Deus a verdadeira mensagem, totalmente desprovida de religiosidade, o que faria toda diferença em suas vidas.

Conclusão: O deserto no ministério de João Batista foi um lugar especial onde ele e o povo puderam separar-se para ouvir a voz de Deus, de forma mais clara. Para receberem a mensagem do Altíssimo, as pessoas tiveram de deixar o conforto do lar, demonstrando interesse de renunciar coisas importantes por algo de maior valor: a Palavra de Deus. João Batista vestia-se de forma diferente dos religiosos da época, passando sempre a mensagem de que a verdadeira transformação procede de dentro para fora, e não o contrário, por meio de uma verdadeira atitude de arrependimento.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

CLAMOR PELO AVIVAMENTO ESPIRITUAL







O clamor pelo avivamento precisa ter seu início no coração dos líderes, conforme o livro de Joel. Seu apelo foi “Chorem os sacerdotes, ministros do Senhor, entre o alpendre e o altar”, 2: 17. Porém, é necessário levar o povo à fonte: “Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, e com choro, e com pranto. E rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR, vosso Deus...”, 2: 12-13.
Nossa amada igreja possui como slogan este clamor: “Aviva, ó Senhor, a tua obra”. Que esta seja a oração de cada presbiteriano renovado, especialmente de seus ministros.
Avivar é dar vida. Reavivar seria, no caso, ressuscitar  trazer de volta aquilo que já foi. Para experimentá-lo é preciso que as pessoas reconheçam a sua necessidade. O avivamento traz alegria, ousadia, despertamento à igreja. É como o primeiro milagre que Jesus realizou: quando só havia água, aí, então, Ele agiu e transformou-a em vinho, Jo 2: 1-11.
 Um tempo da busca ansiosa
Todo movimento de avivamento é precedido do cálice da frieza e indiferença generalizada. É o caso, inclusive, de se sentir na pele a solidão diante de um “vale de ossos secos” que torna evidente a miséria reinante, onde se pode ver com clareza a desistência de muitos.
Por isso, vemos que os reavivamentos ocorridos na história da igreja sempre foram iniciados a partir de um remanescente que teve de enfrentar a oposição da maioria que sempre preferiu reclamar do estado caótico em vez de buscar a solução através do quebrantamento diante de Deus, a fim de que a terra fosse sarada, 2 Cr 7: 14.
A igreja só poderá conquistar o coração do mundo quando tiver seu coração conquistado por Jesus, Sl 62: 8. Cristo não pode nos possuir até que sejamos verdadeiramente quebrantados. Precisamos semear com lágrimas para vermos o fruto ou tomarmos posse das promessas que plantamos com fé, Sl 126: 1.
Leia o restante dessa palavra em http://www.iprb.org.br/artigos/textos/art101_150/art146.htm 

sábado, 27 de setembro de 2008

VENCENDO O PECADO

Eu disse: Confessarei as minhas transgressões ao SENHOR, e tu perdoaste a culpa do meu pecado — Salmo 32:5


O poder avassalador do pecado
Pecado é um antigo termo usado no arco e flecha que significa errar o alvo. Qualquer coisa que não seja o centro fixo é pecado. Assim, o pecado em nossa vida não apenas significa roubar, assassinar alguém ou adulterar. É muito mais do que isso. Na verdade, qualquer coisa fora do centro daquilo que é o melhor de Deus e de sua vontade perfeita para nossa vida é pecado. Isso amplia muito a idéia de pecado! Quando não é confessado, o pecado torna-se um tumor sutil — enrolando seus tentáculos em volta de cada parte de nosso ser até ficarmos paralisados. A agonia de seu peso é descrita com precisão na Bíblia pelo rei Davi: Enquanto eu mantinha escondidos os meus pecados, O meu corpo definhava de tanto gemer. Pois dia e noite a tua mão pesava sobre mim; Minhas forças foram-se esgotando como em tempo de seca. Então reconheci diante de ti o meu pecado. E não encobri as minhas culpas. Eu disse: Confessarei as minhas transgressões ao SENHOR, E tu perdoaste a culpa do meu pecado. (Salmo 32:3-5) Quando o pecado não é confessado, uma parede levanta-se entre você e Deus. Mesmo que você deixe de praticá-lo, se esse pecado não foi confessado diante do Senhor, ele ainda pesará sobre você, arrastando-o de volta para o passado que você está tentando deixar para trás. Muitos costumam levar nas costas uma bolsa cheia de falhas tão pesada que mal conseguem se mover. Não percebendo como estão curvados espiritualmente. Quando, então, confessamos os pecados, na verdade, sentimos o peso daquela bolsa sendo aliviado. Todos nós que trazemos feridas emocionais profundas do passado já sofremos de baixa auto-estima, medo e culpa. Mentalmente, nós nos martirizamos, temos a tendência de pensar no pior em se tratando de nossas situações e nos sentimos responsáveis por tudo o que dá errado. É verdade que podemos ter momentos em que nos sentimos culpados por coisas que fizemos, mas não precisamos nos torturar, levando uma vida incessante de culpa. Deus proveu a chave para nos libertar disso: a confissão. Muitas vezes, não conseguimos nos ver como responsáveis por certas ações. Por exemplo, embora não seja sua culpa ser abusado por alguém, sua reação ao abuso agora é de sua responsabilidade. Você pode se sentir justificado em sua raiva ou amargura, mas, mesmo assim, deve confessá-la porque ela frustra o que Deus tem para você. Se não confessar, o peso dessa raiva ou amargura, no final, irá esmagá-lo.


Arrependimento – porta para um novo horizonte Para que a confissão tenha efeito, ela deve ser feita com arrependimento. Arrependimento, literalmente, significa uma mu­dança de opinião. Significa você dar as costas, sair do território do pecado e deci­dir não cometer o mesmo pecado novamente. Significa alinhar seu pensamento corretamente com Deus. É possível confessar sem, de fato, admitir alguma transgressão. Na verdade, podemos simplesmente passar a ser bons em pedir desculpas sem intenção alguma de sermos diferentes. Confissão e arrependimento signi­ficam dizer: "A culpa é minha. Desculpe. Não vou fazer mais isso". Você precisa confessar e se arrepender de todo pecado para que esteja livre de sua escravidão, quer você se sinta mal com ele ou não e quer o reconheça como tal ou não. “Um dia, no consultório de minha conselheira cristã, confessei em oração os dois abortos que fiz, mesmo não tendo idéia, na época, de como o aborto era errado. Sempre via o aborto como um meio de sobrevivência, não como um pecado, mas isso não o torna correto aos olhos de Deus. Li na Bíblia sobre o valor da vida no ventre. Também li: ‘Embora em nada minha consciência me acuse, nem por isso justifico a mim mesmo’ (1 Coríntios 4:4). Não fiquei livre das garras mortais da culpa naqueles abortos até me arrepender e receber o pleno perdão de Deus” (Stormie Omartian). Toda vez que confessar algo, veja se você, honesta e verdadeiramente, não sente mais vontade de fazê-lo. E lembre-se de que Deus "conhece os segredos do coração" (Salmo 44:21). Estar arrependido não necessariamente significa que você nunca mais voltará a cometer o mesmo pecado, mas significa que não pretende cometê-lo novamente. Caso ocorra, confesse-o novamente. Arrependa-se todas as vezes, você estará perdoado e, procure se fortalecer, quebre as pontes que podem te levar novamente ao pecado e, por fim, ficará livre. A Bíblia diz: "Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados, para que venham tempos de descanso da parte do Senhor" (Atos 3:19, 20). Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas! (Salmo 32:1) O diabo tem um gancho preso a você onde houver um pe­cado não-confessado. Recaídas no mesmo pecado não são desculpas para não confessá-lo. Você deve manter sua vida totalmente aberta diante do Senhor se quiser ser libertado da escravidão do pecado. Você não pode ser libertado de algo que não pôs fora de sua vida. Confessar é falar toda a verdade sobre o seu pecado. Renunciar ao pecado é tomar uma posição firme contra ele e remover seu direi­to de permanecer. Uma vez que não somos perfeitos, a confissão e o arrependimento são contínuos. Há sempre novos níveis da vida de Jesus que precisam ser operados em nós. Estamos aquém da glória de Deus em sentidos que ainda nem podemos imaginar. “Se confessarmos os nossos pecados Ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 Jo 1:9).

quinta-feira, 5 de junho de 2008

UMA VIDA EQUILIBRADA

“Cuide de você mesmo e tenha cuidado com o que ensina. Continue fazendo isso, pois assim você salvará tanto você mesmo como os que o escutam” (1 Timóteo 4:16 NTLH).


Muitas pessoas estão buscando uma palavra amiga que as liberte do medo, da insegurança, dos traumas e conflitos residentes em suas almas. Existem aqueles que não conseguem se libertar do passado ou vivem o presente numa atitude instável, e quando pensam no futuro quase desmaiam.
Muitos num ato de desespero buscam algum lugar, a fim de ouvir alguém que lhes dê uma solução “imediata” para os seus problemas. Eles se engajam em programas de libertação até receberem o que precisam, outros fazem promessas, acendem velas de todos os tamanhos, compram amuletos, livros de orações, e etc. Infelizmente, a religião devido ao desespero humano acabou se tornando um grande negócio em função do desespero humano. Deus não é insensível ao nosso sofrimento – Ele nos ama, nos faz promessas e sempre tem algo para nos falar. Mas Ele é um ser equilibrado e justo. Ele nunca nos dará água com açúcar para curar o “câncer” que se instalou em nossa alma.

1. FUNDAMENTADOS NUMA BASE FIRME

Deus faz grandes promessas? Claro que sim! Mas, as promessas de Deus têm que se produzir sobre uma base sólida. Veja o que Jesus disse: “Quem ouve esses meus ensinamentos e vive de acordo com eles é como um homem sábio que construiu a sua casa na rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, e o vento soprou com força contra aquela casa. Porém ela não caiu porque havia sido construída na rocha”. (Mateus 7:24-25 BLH). A promessa está se realizando sobre a “Rocha” (Jesus), onde o ser humano pode construir sua vida.
Uma coisa é você receber a solução de “um problema”, outra coisa é ter uma vida “estável” e manter-se firme diante das circunstâncias adversas. Muitos dizem: Olha o que eu recebi indo a tal lugar... Nos maravilhamos com a solução imediata na vida de uma pessoa, mas nos decepcionamos com a sua incapacidade de manter-se estável, mesmo tendo sido abençoada. Percebemos que ela não irá muito longe, devido ao seu estado constante de aflição e insegurança. O que lhe falta? Edificar ou construir sua vida numa base estável, firme, sólida e eterna. “Aqueles que confiam no Deus Eterno são como o monte Sião, que não pode ser abalado, mas continua sempre firme” (Salmos 125:1 BLH). Confiar é entregar-se, dedicar-se a ouvir os conselhos de Deus para a vida. Suas orientações nos trarão firmeza, encorajamento, soluções e vitórias.
“Por isso, Senhor, quem Te conhece confia (i.e. se entrega, se dedica, ouve) em Ti porque não abandonas quem Te procura sinceramente (Salmos 9:10). Veja que aqui temos a experiência de uma pessoa que “conhece” ou experimenta uma vida sincera com Deus. O benefício é que em seu interior não existe uma sensação de abandono, de vazio e insegurança. Não significa que ela não chore, não sofra, ou não tenha outros sentimentos negativos, mas devido à sua harmonia com Deus, num determinado momento seu interior se transforma positivamente em Deus. Por quê? Porque ela se dedica, se entrega, ouve a voz de Deus em seu interior e a segue.

2. ESTAR COM JESUS É MAIS DO QUE BUSCAR SOLUÇÕES

Jesus disse: “Venham a Mim e Eu lhes darei descanso – todos vocês que trabalham tanto debaixo de um jugo pesado. Levem o meu jugo – porque ele se ajusta perfeitamente – e deixem que Eu lhes ensine; porque Eu sou manso e humilde, e vocês acharão descanso para suas almas; pois só eu faço vocês carregarem cargas leves” (Mateus 11:28-30 BV). A Palavra do Senhor é como semente plantada na alma, e produzirá em nossas vidas o melhor que Deus tem. Agirão como um milagre! De repente diremos: Agora eu sei o que fazer, o que dizer, como lidar com isto e vencer! Esse é o descanso, a estabilidade que cada ser humano procura. Essas coisas não estão em palavras filosóficas de seres que já morreram e estão enterrados.
Precisamos muito mais do que bons ensinamentos ou exemplos de vidas vitoriosas. Precisamos de uma ação milagrosa em nosso interior, proveniente de Alguém que está vivo, que ande conosco e que nos impulsione a uma vida vencedora. “No sofrimento, eu fui consolado porque a tua promessa me deu vida” (Salmos 119:50 BLH). Ele foi consolado; isto é, ele foi encorajado. Ele recebeu força interior para a vida!
Essa palavra interior de Deus traz alegria à alma humana que está se desfalecendo, devido às preocupações do dia a dia. Essas preocupações nos levam à ansiedade, à aflição, a uma incerteza de que tudo irá desmoronar. Nesse momento precisamos de uma palavra amável, que nos oriente e que nos mostrem o caminho da felicidade, primeiramente interior. “As preocupações roubam a felicidade da gente, mas as palavras amáveis nos alegram (Provérbios 12:25 BLH). Se uma palavra de um amigo qualquer já nos anima, imagine uma palavra que vem da boca de Deus?

3. DE DEUS VEM A RESPOSTA CERTA PARA UMA VIDA SEGURA

Jesus disse: “As Escrituras Sagradas afirmam: "O ser humano não vive só de pão, mas vive de tudo o que Deus diz" (Mateus 4:4 BLH). Por esses dias você pode ter conseguido resolver alguns problemas em sua vida, mas como você pode manter uma vida equilibrada e poderosa sobre o que já conseguiu obter? Se você não tiver em seu interior a voz e o poder da Palavra de Deus, você estará construindo sua vida sobre o egoísmo, a avareza e o medo de perder tudo o que conseguiu. Sua vida será envolvida pela insegurança. Por outro lado, você precisa resolver algumas coisas na sua vida. Você precisa de soluções. Caso você apenas se concentre num milagre, ou na solução e não se preocupa em entender como Deus quer dirigir sua vida neste momento, você será escravo da aflição, da ansiedade, das pressões interiores, da falta de paz. Sua vida será envolvida pela insegurança.
Precisamos de uma palavra amiga, forte e eterna que bombardeie a nossa alma, e a oriente a permanecer estável em qualquer situação da vida. “A tua palavra é luz para guiar os meus passos, uma luz nos caminhos da minha vida” (Salmos 119:105 BLH). A Palavra que procede da boca de Deus é luz para nos guiar e luz para iluminar os caminhos que estão à nossa frente. Então recebemos a motivação divina que nos guia, pois sabemos por onde estamos indo.
Deus sabe o que está fazendo e por isso Ele lhe trouxe aqui, a fim de lhe dizer que é hora de dedicar-se a Ele. Pare de dirigir seus próprios passos, tentando encontrar as soluções por si mesmo para os problemas da vida. Anime-se e entregue-se a Ele. Aprenda a ter harmonia com Deus e se agrade d’Ele. “Que a sua felicidade esteja no Eterno! Ele lhe dará o que o seu coração deseja. Ponha a sua vida nas mãos do Deus Eterno, confie nele, e ele o ajudará” (Salmos 37:4-5 BLH).
Uma palavra amiga, não é enganadora. Esta mensagem é uma palavra amiga de Deus para todos nós. Deus nos diz que pode fazer por nós muito mais do que pensamos, desde que nos dediquemos a Ele.