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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Uma visão cristocêntrica

Discipulado eficaz

O discipulado não é uma visão da qual algum homem possa se vangloriar de ser o inventor. Trata-se da visão dada aos apóstolos pelo próprio Jesus, Mt 28:19. Como grande exemplo, Jesus passou a maior parte de seu ministério com doze homens, treinando-os para darem prosseguimento à implantação do Reino de Deus no coração das pessoas. Nunca abandonou as pessoas, mas aplicava-se especialmente a um grupo onde era intensa a preparação, tanto o lado espiritual como o caráter. Não se iludia com a multidão, mas focava na base que daria sustentação ao projeto de Deus, a implantação de uma igreja cujas portas do inferno jamais poderiam prevalecer contra ela.
Para termos um ministério de resultados positivos precisamos abrir mão dos paradigmas que nos levam a ficar dando voltas pelo deserto do sonho e partirmos para uma realidade que leva a um crescimento cujos fundamentos sejam sólidos.
Para uma igreja ser grande não basta atrair muitas pessoas é preciso que haja líderes em número e qualidade suficientes para manter e sustentar. Líderes sadios = crescimento sadio = igreja sadia.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Discipulado é Orientação - Não Imposição

Discipulado não quer dizer manipular ou controlar a vida de alguém. A obra precisa ser comandada pelo Espírito Santo. Se o discípulo não se conscientizar que precisa seguir as diretrizes estabelecidas, nada poderá ser feito. 

Caim estava contrariado, pelo fato da espiritualidade de seu irmão Abel ser aprovada por Deus. Ele, representando os "cristãos carnais", os "sem compromisso", os "faço do jeito que quero", um discípulo ainda imaturo, encontrava-se envolvido por sentimentos maus. Deus veio até ele para avisá-lo sobre seu péssimo sentimento, mas ele não deu ouvido a Palavra de Deus. Foi advertido que o responsável por dominar o sentimento negativo que o envolvia, era ele mesmo. 

Mudar a nossa atitude em relação a uma situação é muito importante. A vida é feita de escolhas, toda situação sempre oferece escolha. Você escolhe como reagir a ela. Pertence a mim e a você, a escolha de como iremos reagir aos problemas e circunstâncias da vida. As nossas reações e escolhas diante dos diversos momentos desta vida, determinam nosso sucesso ou fracasso. 

É nossa escolha desistir ou prosseguir, amar ou odiar, optar pelo animo ou desânimo, esperar ou desesperar-se, viver contente em toda e qualquer situação ou escolher a murmuração, suportar tudo e acomodar-se ou reagir em busca de melhora e mudanças positivas. As nossas escolhas determinam o sucesso ou fracasso. Tanto a derrota como a vitória de um cristão começam com o tipo de escolha que este faz. 

Como um abismo chama outro, ele desobedeceu as orientações divinas e completamente dominado pelo mal tomou a triste resolução de matar seu irmão. Estabeleceu uma maldição sobre si e sobre a terra e, com certeza, vivia com medo e errante pela vida.

Obediência a Deus é sinônimo de vida abundante, bênção, sucesso. Desobediência é geradora de maldições, miséria, desgraça. Jesus veio dar vida abundante, mas o diabo veio para roubar, matar e destruir, Jo 10:10.

O discipulador deve ser o maior incentivador do discípulo; deve também adverti-lo diante de situações e atitudes reprováveis, mas a decisão é sempre do discípulo. A obra de Deus depende da aceitação voluntária por parte da pessoa.

Quantas vezes alguém fica triste por ver que, apesar de seu empenhou, o discípulo está se distanciando,. É normal sentir-nos chateados com essa situação, mas isso aconteceu com o próprio Deus, que era o mentor direto de Caim - apesar de repreendê-lo, alertá-lo, a escolha foi dele. 

Veja que Caim possuía a mentalidade formada quanto à mentoria e discipulado, porque quando Deus perguntou a ele: "onde está seu irmão Abel?" Ele respondeu: "por acaso, sou eu tutor (discipulador, mentor) de meu irmão?" Quando alguém não quer, Deus não forçará.

"Não por força, nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos" (Zc 4:6).

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Maior arma de Satanás - desânimo

O DESÂNIMO

Os demônios são mestres em provocá-lo. Há pessoas que executam seus trabalhos e voltam para casa num profundo desespero. As coisas não estão dando muito certo, os planos se desmancham, as críticas os lembram sempre suas falhas. Pessoas com as quais contava, em vez de ajudarem levantaram-se contra. Como lidar com isso? Todo líder já passou por isso. A Bíblia mostra pessoas de Deus que caíram na malha desse mal. Elias enfrentou esse mal após um grande triunfo, pois seu triunfo causou muito mal à Jezabel que ameaçou-lhe de morte.

O desânimo é um estado de abatimento da alma. Certamente você já se sentiu em algum tempo desanimado e sabe como isso é desagradável. Se não resistirmos a ele hoje, amanhã agravar-se-á até ao ponto de perdermos toda a motivação, a alegria e a perseverança. O que o desânimo representa na vida de um líder: 

O desânimo é uma porta aberta para o fracasso 

O próprio Deus fez uma série de recomendações a Josué quando ele assumiu a liderança do povo de Israel. O Senhor prometeu vitórias e prosperidade. Porém, tudo estava condicionado à perseverança de Josué e ao seu bom ânimo.  Josué foi discípulo de Moisés e distinguiu-se por sua fidelidade. Deus tratou de ministrar durante todo o ministério de Josué para que o desânimo não se instalasse em sua vida, porque o líder desanimado não conquista nada.  Em Js 10, foi Josué quem ministrou ao coração do povo de Israel acerca do desânimo. Também precisamos cuidar uns dos outros para que o abatimento não venha sobre nós. Eis as palavras de Josué ao seu povo: Não tenham medo! Não desanimem! Sejam fortes e corajosos! (Js 10.25). 

O desânimo faz parte do caráter do derrotado 

Um discípulo de Cristo tem a bênção do Deus Todo Poderoso para vencer e conquistar territórios. Lutas, dificuldades, adversidades, todos têm que enfrenta-las. Sem elas não há conquista nem vitória. Mas Deus garante que estará conosco por onde quer que andarmos. O próprio Senhor Jesus ministrou este ensino aos seus discípulos, advertindo-os: Neste mundo vocês terão aflições. Contudo, tenham bom ânimo. Eu venci o mundo. (João 16.33). 

a) O desânimo pode ser fruto de fracassos. Fracassos financeiros, afetivos, estudantis. O discípulo de Jesus aprende a tomar posse da novidade de vida que Deus nos oferece. Em Jesus tudo se faz novo! 

b) O desânimo pode ser fruto da falta de perspectivas. Há pessoas que não têm expectativas de melhoras, de conquistas, de prosperidade. O discípulo de Jesus aprende que o melhor de Deus está por vir. Com Jesus nós superamos dificuldades e rompemos limites. 

c) O desânimo pode ser fruto de uma ingratidão. Alguém por quem você fez tanto e que não reconhece seu esforço. A ingratidão pode acarretar feridas que produzirão o desânimo. Precisamos aprender a lidar com a ingratidão como Jesus lidou. Quando ele curou dez leprosos e apenas um voltou para agradecer, Ele não ficou desanimado por isso. 

O desânimo impede a colheita 

O maior problema do desânimo é que ele pode levar à desistência. O discípulo que não readquire o bom ânimo de Cristo tende a desistir. A desistência leva a perder o fruto para o qual se semeou. Sobre isto o apóstolo Paulo escreveu: E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos. (Gl 6.9). Aproveite este momento para orar com seus discípulos e levá-los a rejeitar todo desânimo em suas almas. Deixe que o Espírito de Deus use sua vida para “confirmar o ânimo dos discípulos”. Aproveite também para dar oportunidade aos novos de confessar a Jesus como Senhor e Salvador. 

O discipulado é uma arma contra o desânimo 

Há pessoas que têm tanta fragilidade de alma que qualquer dissabor é capaz de fazer escoar sua alegria. São pessoas melancólicas, tristes. Para corrigir esta deficiência na alma dos Seus discípulos, o Senhor estabeleceu o discipulado em Sua Igreja. Sendo discipulada a pessoa se expõe a ser ajudada, podendo com isso, romper com suas deficiências.  O livro de Atos conta do trabalho dos apóstolos Paulo e Barnabé no trato com os novos discípulos de Cristo: Voltaram para Listra, Icônio e Antioquia, confirmando os ânimos dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé, dizendo que por muitas tribulações nos é necessário entrar no reino de Deus. (Atos 14.22 – na Edição Contemporânea de Almeida). Observe a ênfase do trabalho dos discipuladores: fazê-los enfrentar os dissabores sem perder o bom ânimo. 

Conclusão: “Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia” (2 Co 4:16).

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Vidas Sem Igreja e Igrejas Sem Vida

 Vidas Sem Igreja e Igrejas Sem Vida
por
Raniere Menezes



Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto. Apocalipse 3:1
É triste ver que há tantas pessoas que se dizem crentes, mas não querem congregar e autocontentam-se com seu “cristianismo” isolado. Por outro lado, é igualmente lamentável ver igrejas com gente congregando, mas sem vida. - (...) quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra? Lucas 18:8. – E o mais triste é que crentes reformados, quando deveriam reverter esse quadro, estão engrossando as estatísticas da multiplicação da iniqüidade.
As igrejas históricas de hoje, em geral, estão parecendo cidades fantasmas do tempo do Velho Oeste americano; abandonadas, cheias de teias de aranha, empoeiradas, acumuladas de escombros e desérticas. Estão mortas! Em contrapartida, há pessoas que se consideram cristãs sem igreja, prostituindo-se biblicamente, como bem enfatizou Dr. J. R. Witt: “Trata-se de uma prostituição do conceito bíblico da vida da fé, de considerar o cristão como uma pessoa isolada, vivendo para ele próprio somente, como se ele pudesse cumprir sua obrigação para com Deus sem ver todas as coisas como estando sujeitas ao Senhorio de Jesus Cristo”. Esquecendo que a igreja é um corpo, e não há membro fora do corpo. A igreja é o aprisco; o curral das ovelhas.
Cristo é pastor de um rebanho, não de ovelhas isoladas e individualistas. O corpo não é um só membro, mas muitos. 1 Coríntios 12:14. Não há como se contentar consigo mesmo e não estar próximo do inferno, essa é a advertência.
Mateus 24:12 não deixa dúvida: E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. - Esta é uma profecia que deveria nos causar interesse. E fazemos bem em ouvi-la. Deveríamos ler esta passagem em espírito de oração, e humildemente pedirmos a Deus, que Ele a grave profundamente em nossa mente. Assim sendo, vigiemos irmãos. Vem, Senhor Jesus! 

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Desfrute do Poder de Deus

O poder que Deus fez disponível para nós é mais do que suficiente. De fato, é através do “seu poder que atua em nós” que Ele fará “infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos” (Efésios 3:20). Podemos ter confiança para enfrentar a pressão e as circunstâncias adversas, sabendo que Deus colocou em nossas vidas um poder tão forte que ressuscitou Jesus dos mortos. Este poder está disponível a toda pessoa que está em Cristo. Esta informação pode surpreender alguns cristãos, especialmente aqueles cujas vidas são caracterizadas por derrota e aridez. Embora o poder de Deus esteja disponível a todo cristão, ele permanece dormente em alguns deles por causa da falta de conhecimento e entendimento. O apóstolo procura remediar isto orando para que Deus ilumine as mentes dos seus leitores, de forma que eles possam perceber o que já foi feito disponível a eles em Cristo.
Assim, quando Paulo diz “fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder”, ele não está sugerindo que nós faremos isto pedindo poder adicional de Deus, mas entendendo que Ele já nos deu, em Cristo. Quando um cristão percebe que o poder de Deus tem sido aplicado a ele através de Cristo, ele cessa de temer as outras pessoas e as circunstâncias negativas. Ele se lembra que a Escritura diz, “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8:31).
Paulo diz que Deus escolheu “fazer conhecido entre os gentios a gloriosa riqueza deste mistério, que é Cristo em vocês, a esperança de glória” (Colossenses 1:27). João explica, “Se alguém confessa publicamente que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele em Deus” (1 João 4:15). A Bíblia nos diz que somos “santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em [nós]” (1 Coríntios 3:16). João diz em 1 João 4:4, “Filhinhos, vocês são de Deus e os venceram”. Por “os”, ele está se referindo aos espíritos que inspiram “falsos profetas”, até mesmo o “espírito do anticristo” (v. 3). Nós os vencemos porque “aquele que está em vocês é maior do que aquele que está no mundo” (v. 4). Nós podemos vencer o mundo quando cremos e dependemos do poder de Deus. Os escolhidos de Deus são destinados à vitória (Romanos 8:37). Afinal de contas, “Quem é que vence o mundo? Somente aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus” (1 João 5:5). 

terça-feira, 2 de setembro de 2008

PERIGOS MORTAIS NA VIDA DO LÍDER - PARTE 3

A VULNERABILIDADE DO POVO– Ec 7:14

1 – O tempo de bajulação

Na tradução da Bíblia mais usada entre os evangélicos brasileiros, a Almeida Revista e Corrigida, não existem as palavras adulador ou bajulador, e sim lisonjeador. Lisonjear é dirigir elogios interesseiros a alguém. O Dicionário Houaiss define lisonjear como “enaltecer com exagero, visando à obtenção de favores, privilégios”. Quase todo ser humano é vulnerável ao elogio e poucos sabem se defender dos bajuladores. Todos nós estamos muito mais prontos para ouvir uma palavra de elogio, mesmo sendo mentirosa, do que cem palavras de exortação. O rei Henrique IV, da França, resumiu essa nossa vulnerabilidade ao dizer: “Apanham-se mais moscas com uma colher de mel do que com vinte tonéis de vinagre”.
O livro de Provérbios avisa que “o homem que lisonjeia a seu próximo arma uma rede aos seus passos” (Pv 29.5), e que “a língua falsa aborrece aquele a quem ela tem maravilhado, e a boca lisonjeira opera a ruína” (Pv 26.28). Adular é a forma portuguesa do vocábulo latino aduláre, e significa etimologicamente “o movimento que o cão faz com a calda ao se aproximar do dono” (Dicionário Houaiss).
Alguém afirmou que “a bajulação tem virado mais cabeças do que o mau hálito”.

2 - O tempo de rejeição

Quando sentimos o "frio" de uma rejeição - pensamos “será que alguém ainda nos ama?” ou “Será que seremos amados novamente”. Tentando encontrar algum sentido no meio da nossa dor, podemos responder à rejeição de maneiras destrutivas: Achar que a culpa é nossa - "O que será que eu tenho de errado que faz com que as pessoas se afastem de mim? Será que causo tanta repulsa a ponto de ninguém conseguir me amar?" Jogar a culpa nos outros - Assim, os vemos como seres malévolos responsáveis pelo fracasso do relacionamento. Achamos que culpa é só deles e que ninguém presta ou merece confiança. Culpar Deus pela nossa dor - Pensamos que se Ele está no controle de nossas vidas e nos ama, então, Ele deveria nos proteger de experiências como estas. Nenhuma destas maneiras destrutivas de enfrentar a rejeição são respostas verdadeiras. O que realmente precisamos é nos achegar a Deus, que "está perto dos que sofrem e salva os de espírito abatido". Ele fará sobressair a tua justiça como o meio dia. Ainda pode haver muitos que te reconhecem, alegre-se com e por esses. O sofrimento é importante porque nos faz pedir a ajuda de Deus, e nos abre para a cura que ele quer promover em nossas vidas. Pode não parecer assim no início, mas a cura começa quando enfrentamos e aceitamos a tristeza e a decepção.
O processo de crescimento é difícil. Respostas destrutivas à dor da rejeição podem nos tirar a alegria, a paz e o amor, mas se, ao contrário, respondermos de maneira saudável, sofrendo e pedindo a ajuda de Deus, teremos nosso caráter fortalecido, nossa fé aprofundada e permitiremos que Deus mude e cure nossos corações.

3 – O tempo de perseguição

A partir do momento em que coloca a cruz na mira dos seus olhos, a marcha de Jesus só tem um rumo: para a frente. Se formos bons aprendizes de Jesus, certamente seremos firmes em nossas posições, sem, no entanto, esquecermos a prudência. Aprenderemos também a não nos admirar com a perseguição, Mt 5:10.
O mundo tem apenas duas reações básicas ante a genuína pregação do Reino de Deus: arrependimento sincero ou perseguição declarada. Ninguém consegue manter-se indiferente diante do inequívoco anúncio do Reino de Deus e das claras explicitações de seus objetivos e implicações.

Conclusão: Paulo disse que se o seu propósito maior fosse agradar aos homens ele não seria servo de Cristo, Gl 1:10; 1 Ts 4:1.

PERIGOS MORTAIS NA VIDA DO LÍDER - PARTE 2

O DESÂNIMO

Os demônios são mestres em provocá-lo. Há pessoas que executam seus trabalham e voltam para casa num profundo desespero. As coisas não estão dando muito certo, os planos se desmancham, as críticas os lembram sempre suas falhas. Pessoas com as quais contava, em vez de ajudarem levantaram-se contra. Como lidar com isso? Todo líder já passou por isso. A Bíblia mostra pessoas de Deus que caíram na malha desse mal. Elias enfrentou esse mal após um grande triunfo, pois seu triunfo causou muito mal à Jezabel que ameaçou-lhe de morte.
Desânimo é um estado de abatimento da alma. Certamente você já se sentiu em algum tempo desanimado e sabe como isso é desagradável. Se não resistirmos a ele hoje, amanhã agravar-se-á até ao ponto de perdermos toda a motivação, a alegria e a perseverança. O que o desânimo representa na vida de um líder:

O desânimo é uma porta aberta para o fracasso

O próprio Deus fez uma série de recomendações a Josué quando ele assumiu a liderança do povo de Israel. O Senhor prometeu vitórias e prosperidade. Porém, tudo estava condicionado à perseverança de Josué e ao seu bom ânimo.  Josué foi discípulo de Moisés e distinguiu-se por sua fidelidade. Deus tratou de ministrar durante todo o ministério de Josué para que o desânimo não se instalasse em sua vida, porque o líder desanimado não conquista nada.  Em Js 10, foi Josué quem ministrou ao coração do povo de Israel acerca do desânimo. Também precisamos cuidar uns dos outros para que o abatimento não venha sobre nós. Eis as palavras de Josué ao seu povo: Não tenham medo! Não desanimem! Sejam fortes e corajosos! (Js 10.25).

O desânimo faz parte do caráter do derrotado 

Um discípulo de Cristo tem a bênção do Deus Todo Poderoso para vencer e conquistar territórios. Lutas, dificuldades, adversidades, todos têm que enfrenta-las. Sem elas não há conquista nem vitória. Mas Deus garante que estará conosco por onde quer que andarmos. O próprio Senhor Jesus ministrou este ensino aos seus discípulos, advertindo-os: Neste mundo vocês terão aflições. Contudo, tenham bom ânimo. Eu venci o mundo. (João 16.33).
a) O desânimo pode ser fruto de fracassos. Fracassos financeiros, afetivos, estudantis. O discípulo de Jesus aprende a tomar posse da novidade de vida que Deus nos oferece. Em Jesus tudo se faz novo!
b) O desânimo pode ser fruto da falta de perspectivas. Há pessoas que não têm expectativas de melhoras, de conquistas, de prosperidade. O discípulo de Jesus aprende que o melhor de Deus está por vir. Com Jesus nós superamos dificuldades e rompemos limites.
c) O desânimo pode ser fruto de uma ingratidão. Alguém por quem você fez tanto e que não reconhece seu esforço. A ingratidão pode acarretar feridas que produzirão o desânimo. Precisamos aprender a lidar com a ingratidão como Jesus lidou. Quando ele curou dez leprosos e apenas um voltou para agradecer, Ele não ficou desanimado por isso.

O desânimo impede a colheita 

O maior problema do desânimo é que ele pode levar à desistência. O discípulo que não readquire o bom ânimo de Cristo tende a desistir. A desistência leva a perder o fruto para o qual se semeou. Sobre isto o apóstolo Paulo escreveu: E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos. (Gl 6.9). Aproveite este momento para orar com seus discípulos e levá-los a rejeitar todo desânimo em suas almas. Deixe que o Espírito de Deus use sua vida para “confirmar o ânimo dos discípulos”. Aproveite também para dar oportunidade aos novos de confessar a Jesus como Senhor e Salvador.

O discipulado é uma arma contra o desânimo 

Há pessoas que têm tanta fragilidade de alma que qualquer dissabor é capaz de fazer escoar sua alegria. São pessoas melancólicas, tristes. Para corrigir esta deficiência na alma dos Seus discípulos, o Senhor estabeleceu o discipulado em Sua Igreja. Sendo discipulada a pessoa se expõe a ser ajudada, podendo com isso, romper com suas deficiências.  O livro de Atos conta do trabalho dos apóstolos Paulo e Barnabé no trato com os novos discípulos de Cristo: Voltaram para Listra, Icônio e Antioquia, confirmando os ânimos dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé, dizendo que por muitas tribulações nos é necessário entrar no reino de Deus. (Atos 14.22 – na Edição Contemporânea de Almeida). Observe a ênfase do trabalho dos discipuladores: fazê-los enfrentar os dissabores sem perder o bom ânimo.

Conclusão: “Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia” (2 Co 4:16).

terça-feira, 12 de agosto de 2008

PERIGOS MORTAIS NA VIDA DE UM LÍDER - PARTE 1

Perigos Mortais na vida de um líder - Parte 1 

É uma experiência assustadora ver uma cascavel enrolada olhando para nós, pronta para dar o bote. Elas atacam como um raio, sendo rápidas e certeiras. Não precisamos de muita intuição para saber o que fazer com algo tão perigoso. No entanto, apesar de perigosa, essa cobra não tem a mínima intenção de enganar. Aliás, ela avisa, pois começa a chacoalhar o guizo e mostrar os dentes e a língua – você sabe com o que está lidando! Infelizmente, o mesmo não ocorre com muitos perigos que os líderes precisam enfrentar. A maioria desses perigos parecem inofensivos. Vamos estudar hoje sobre um deles: A avareza – Lc 12:13-21 

Este foi um dos pecados mais repudiados pelo apóstolo Paulo, 1 Ts 2:5[1]. O ganho pessoal não era um motivo que se escondia nas sombras de seu ministério. Se isso tivesse acontecido ele não teria sido usado como foi no ministério de semear igrejas prósperas. Observe bem qual era o teor de seu ensino aos Colossenses, Cl 3:1-2, 5[2]. Perceba que a avareza é idolatria. O apóstolo João nos adverte: “filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (1 Jo 5:21). Por que a avareza é tão danosa aos líderes? 

1 – Faz com que os líderes percam a perspectiva do Reino celestial 

Sua vida começa a ficar focada nas coisas do mundo. Jesus afirmou: “o meu reino não é deste mundo” (Jo 18:36). Se o líder estiver focado nas coisas do mundo, sua mente estará ocupada com coisas inúteis, passando a viver embaraçados no que é transitório e não no que é eterno. Jesus disse em seus ensinos que a avareza é uma das maiores loucuras humanas. O apóstolo Paulo advertiu a Timóteo quanto à sua responsabilidade ministerial: “Porque nada trouxemos para este mundo e manifesto é que nada podemos levar dele. Tendo, porém, sustento e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas e segue a justiça, a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão” (1 Tm 6:7-11). Todos os líderes devem vigiar seriamente quanto ao materialismo, nunca permitindo que ele domine seus corações, 1 Jo 2:15-17[3]

2 – Faz com que Deus fique em segundo lugar 

Quando Deus não está em primeiro lugar na vida de uma pessoa, dentro de pouco tempo Ele não está em lugar algum. Jesus afirmou que devemos buscar o Reino de Deus e a sua justiça em primeiro lugar, pois as demais coisas seriam acrescentadas, Mt 6:33. A avareza é um mal que procura crescer nos espaços vazios do coração. Deus disse ao seu povo: “não terás outros deuses diante de mim” (Êx 20:3). A idolatria é amar algo ou alguém mais do que a Deus. Sempre que o povo de Deus quis se envolver com as coisas materiais e deixavam a obra de Deus em segundo plano eles se deram mal. No livro de Ageu o profeta é implacável ao expor a opinião falsa, mas predominante, de que a obra de Deus é de caráter secundário e deve esperar até que primeiro se resolvam os problemas econômicos. Demonstra que tais problemas constituem o juízo pelo descuido do primeiro. Quanto tanto os dirigentes como o povo respondem ao seu apelo, assegura-lhes que receberão a ajuda de Deus, anima-os em face de comparações odiosas, e lhes promete melhoria nas circunstâncias materiais agora que se cumpriram a vontade e a obra de Deus, Ag 1:5-11. 

Conclusão: Não há nada de errado em nos prepararmos para termos uma velhice tranqüila, porém, estar preparado para morrer é mais importante do que estar preparado para viver, pois a vida é breve e a morte é certa – Hebreus 9.27. 

Igreja Presbiteriana Renovada em São José, 14 de julho de 2008.
Pastor Wanderley da Silva

[1] Porque, como bem sabeis, nunca usamos de palavras lisonjeiras, nem houve um pretexto de avareza; Deus é testemunha. [2] Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra; Mortificai, pois, os vossos membros que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o apetite desordenado, a vil concupiscência e a avareza, que é idolatria; [3] Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.

sábado, 7 de junho de 2008

TOMANDO POSSE DA CURA PARA UM TESTEMUNHO EFICAZ

JEREMIAS 17:5 a 8 e 13:14


“Cura-me, Senhor, e serei curado, salva-me e serei salvo; porque Tu és o meu louvor”.

INTRODUÇÃO:

Como caminhar rumo às conquistas se o que pensamos está em desacordo com as atitudes? Se os sentimentos ao invés de erguer-nos, colocam-nos para baixo?
Não é possível viver uma vida plena com feridas na alma. Não será possível ver os sonhos se realizarem se o nosso espírito estiver ferido. Por isso, hoje (se deixarmos), o Senhor irá curar o nosso interior.
O líder é a chave. É a porta do mover sobrenatural do Espírito Santo. Ele é o testemunho do que Deus é capaz de fazer quando nos colocamos a sua vontade.

FERIDAS EMOCIONAIS:

Quem nunca sentiu isso?
A dor emocional é a falta de realizações em geral, e (mais especificamente) sonhos que estão tardando em se realizar.
Provérbios 3:2: “A esperança que se adia faz adoecer o coração; mas o desejo cumprido é a árvore da vida”.
Essas “não realizações” criam as dores emocionais que se manifestam: no choro, alterações de apetite e mudança de semblante.
A Bíblia a chama de coração triste, amargura da alma e aflição (como no caso de Ana em 1Samuel 1.
Porém, o mais difícil nesta fase é a incompreensão das outras pessoas.
Quantas vezes o líder luta, acredita, porém têm ao seu lado pessoas murmurando, desanimadas, incrédulas.
Mas, não desanime!
Moisés, Josué, Elias, Jó, Daniel, Paulo também enfrentaram a dor emocional.
Ela faz parte de um tratar de Deus em nosso caráter. Como disse Jesus: “A minha graça te basta! O meu poder se aperfeiçoa na tua fraqueza”.
Em Romanos 15:13 lemos: “E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo”.

ESTRESSE:

Conhecida como cansaço, exaustão e fadiga. Sua rota inicia-se com ansiedades na alma e que rapidamente passa para o físico. É provocada por acúmulo de tarefas e pendências não resolvidas. Projetos que não andam, causas emperradas, são alguns dos fatores que causam fadiga. Porém, Deus pode usar a fadiga para o seu propósito na vida do líder:
O primeiro é a correção do Senhor, pois quantas coisas fazemos as quais Deus nunca mandou (Hebreus 12:15)?
O segundo é prepará-lo para desafios maiores. Jeremias 12:5: “Se fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo?”.
O terceiro é fazer voltar-nos para os seus braços e aprender a descansarmos nas suas promessas. Jeremias 31:25: “Por que satisfiz à alma cansada, e saciei toda alma desfalecida”. Salmos 23:2: “Ele me faz repousar em verdes pastos. Leva-me para junto ás águas de descanso”.

PRECONCEITOS:

Por incrível que pareça, mas é um sentimento negativo presente na vida de muitos líderes. Quando alguém aspira ser um líder, ele precisará se expor, pois o líder é referência e é a porta. No seu caminhar, muitas vezes, ocorrerão situações decisivas; é neste momento que podem ocorrer traumas.
Quantos não se acham incapazes de liderar uma célula, quando na verdade possui um tremendo potencial?
O preconceito é “conceito ou opinião formados antes de ter os conhecimentos adequados”.
Ou seja, você não sabe direito o que é, mas já optou por não aceitar, por se achar incapaz, difícil e etc...
Quantos estão perdendo oportunidades maravilhosas por causa do preconceito do engano das feridas na alma.
Por isso que na visão celular todos os que chegam à igreja são líderes de em potencial, mas, só serão de fato se deixarem Deus moldar seu caráter.
Temos que tirar a segregação ministerial de nosso meio. O que é isso? È o indivíduo que diz: “Eu somente sei cantar. Este é o meu chamado”. Provérbios 23:7ª: “Porque, como imagina em sua alma, assim ele é”.

A FASE DE TRATAMENTO:

Como tratar os sentimentos acima descritos?
A primeira coisa a fazer é se derramar perante o Senhor conforme Isaías 53:4. Em Jesus temos alguém que se identifica com a dor que estamos passando. Ele sabe como tratar das feridas.
A segunda coisa a fazer é compartilhar com alguém disposto a ouvir e apoiar (discipulador). Buscar ajuda através dos relacionamentos leais e verdadeiros.
Cuidado com os compromissos que assume, pois muitas vezes é necessário dizer não. Buscar um tempo de oração e recuperação é o ideal para colocar sua vida em ordem, tanto interior como exteriormente, avaliando, assim que está sendo ou não produtivo na sua vida.

CONCLUSÃO:

Uma igreja conquistadora de territórios é aquela que possui líderes curados. Um líder curado causa um estrago imenso no inferno, pois o que mais vale não são seus os talentos ou habilidades, mas o seu TESTEMUNHO. Jesus tinha seguidores porque tinha um testemunho eficaz. O Apóstolo Paulo disse com ousadia: “Sede meus imitadores”. O registro dos feitos de um homem na história, geralmente se dá pelo testemunho que deixou. Um testemunho eficaz é aquele que está livre dos sentimentos acima descrito.
Vença os limites e tenha um testemunho eficaz.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

O GRANDE DESAFIO NA VIDA DE ABRAÃO

Gn 22:1-18

INTRODUÇÃO: Ninguém vê os desafios como algo benéfico, mas considera-os como ameaça a tudo o que já conquistou. Tiago 1:12  “Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam”.  Ninguém sabe de nossas vidas melhor do que Deus, ninguém conhece as nossas vidas melhor do que Deus, ninguém tem pensamentos mais puros e retos sobre nós do que Deus. Ele não escolheu você e nem a mim para o fracasso, pois, sua Palavra diz que é ao contrário disso. Ele tem paz, alegria, coisas perfeitas e integrais para as nossas vidas. Não tema, se está difícil seguir adiante nesse momento, Ele não cansa de nossos novos começos e está disposto a nós carregar pelas mãos. Precisamos entender que quando Deus põe um fardo sobre nossos ombros, Ele põe também Sua mão embaixo de nós, carregando assim, a nós e ao fardo.


TRANSIÇÃO: Abraão é considerado o pai na fé de todos aqueles que servem a Deus. Mas precisamos levar em conta que ele passou por desafios que exigiram dele muita determinação. Deus havia prometido a ele que, juntamente com sua esposa Sara, teria um filho, e deste filho Ele haveria de estabelecer a Abraão uma geração numerosa como as estrelas do céu ou a areia do mar. Quando o filho já estava moço, sabendo Deus que este filho era mui amado por Abraão, Deus disse a ele: “Abraão, pega teu filho Isaque a quem amas e vai oferecê-lo a mim em holocausto”. Abraão não titubeou, mas obedeceu. Neste fato vemos que foi um grande desafio que envolveu e colocou à prova três cousas fundamentais na vida de um líder:


I - A SUA FÉ EM DEUS
Até que ponto ele estava disposto a confiar em Deus? Ele havia sido criado numa família idólatra. Deus o chamou para si a fim de fazer uma aliança e formar através dele um povo diferente que fosse servidor exclusivo de um único Deus, Gn 12:1 e 17:9. 
A fé em Deus precisa manter-se viva diante de qualquer circunstância, Hb 10:38. Abraão sabia que alguma coisa Deus iria fazer, pois as promessas dele não poderiam falhar, Nm 23:19. Mas, sem questionar, obedeceu entendendo que tudo estava nas mãos de Deus. Ele sabe o que faz, Sl 125:1.
A fé sem obras é morta, Tg 2:26. Isto quer dizer que uma fé que não permanece diante das aflições não vale nada. Jesus disse que as aflições e provações serão constantes na vida, mas a cada uma virá a vitória, Jo 16:33.
A fé é provada como o ouro, mas resistindo o fogo das provas torna-se mais preciosa que o ouro, resultando em louvor, honra e glória na revelação de Jesus Cristo, 1 Pe 1:7-9.
Sem fé é impossível agradar a Deus, Hb 11:6. Quer ser um adorador, um servo que agrada ao Senhor? Não se acovarde diante das provas. A fé supera o insuperável.


II – O SEU AMOR A DEUS
Quem era o primeiro na vida de Abraão? Com este desafio Deus haveria de comprovar o amor que Abraão lhe tributava. Muitos dizem que servem a Deus, mas estão longe disso na prática. O amor verdadeiro não consiste em palavras, mas em virtude, em ações. Não diga: eu te amo, mas mostre com atitudes, I Co 4:20.
O primeiro lugar em nossa vida deve ser tributado a Deus: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força” (Marcos 12:30 RA). É claro que Abraão amava a Isaque, mas primeiro Deus.
Tudo pode passar, mas o amor deve permanecer, pois diante das virtudes principais ele é maior, 1 Co 13:13.
“Deus prova o seu amor para conosco, pelo fato de Cristo ter padecido por nós sendo nós pecadores” (Rm 5:8). 


III – A SUA CORAGEM NA ALIANÇA
Até onde Abraão iria na sua fidelidade a Deus?
Ofertar pouco é fácil, não exige coragem. Mas e quando Ele estipula a oferta? Aí começamos a titubear, mas Abraão não vacilou diante da oferta pedida por Deus. Deus pediu-lhe o mais precioso que era seu filho amado, Isaque. Se Deus pedisse a você o seu “Isaque” (coisas em alta conta) como você agiria? Teria a coragem de tributary-lhe tal coisa?
Davi disse ao dono de uma propriedade que lhe oferecia de graca, uma vez que era para fazer um altar de adoração a Deus: “... eu to comprarei pelo devido preço, porque não oferecerei ao SENHOR, meu Deus, holocaustos que não me custem nada. Assim, Davi comprou a eira e pelos bois pagou cinqüenta siclos de prata” (2 Samuel 24:24 RA)
A mulher pecadora ofereceu o “unguento precioso” que possuía. Isto causou mal estar nos discípulos, que logo lamentaram: Isso poderia ser investido nos pobres. Jesus disse a eles que se quizessem ajudar os pobres não iria faltar oportunidade. Mas o que foi feito pela mulher estava correto, pois não se tratava de “obras caridosas”, mas adoração, Mt 26:6-11.
Quem for fiel no pouco será colocado sobre o muito, mas o contrário também é verdade: quem for infiel no pouco, pode perder até o pouco que tem, Mt 25:23-29.


CONCLUSÃO: Se hoje você está passando por uma grande provação, não pense que esta será sua derrota, pois, lembre-se que maior que qualquer provação é o Deus Todo Poderoso em cujas mãos podemos descansar. Continue agindo por fé, declarando vitória em nome do Senhor Jesus, logo, logo você verá uma grande vitória em sua vida. Tenha consciência de que ele nos ensina e nos prova e nos faz crescermos em meio a todas as lutas e provações que passamos, é a oportunidade de exercermos nossa fé nEle.
Abraão não precisou sacrificar seu filho amado, pois Deus está no controle de tudo. Mas a recompensa veio. Deus declarou: “agora sei que temes a Deus”. O que Ele diz a teu respeito?
“ENTREGA O TEU CAMINHO AO SENHOR, CONFIA NELE, E O MAIS ELE FARÁ” (SALMOS 37:5 RA)
 Pastor Wanderley da Silva - pastor@iprsaojose.org