Mostrando postagens com marcador bênção. maldição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bênção. maldição. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Discipulado é Orientação - Não Imposição

Discipulado não quer dizer manipular ou controlar a vida de alguém. A obra precisa ser comandada pelo Espírito Santo. Se o discípulo não se conscientizar que precisa seguir as diretrizes estabelecidas, nada poderá ser feito. 

Caim estava contrariado, pelo fato da espiritualidade de seu irmão Abel ser aprovada por Deus. Ele, representando os "cristãos carnais", os "sem compromisso", os "faço do jeito que quero", um discípulo ainda imaturo, encontrava-se envolvido por sentimentos maus. Deus veio até ele para avisá-lo sobre seu péssimo sentimento, mas ele não deu ouvido a Palavra de Deus. Foi advertido que o responsável por dominar o sentimento negativo que o envolvia, era ele mesmo. 

Mudar a nossa atitude em relação a uma situação é muito importante. A vida é feita de escolhas, toda situação sempre oferece escolha. Você escolhe como reagir a ela. Pertence a mim e a você, a escolha de como iremos reagir aos problemas e circunstâncias da vida. As nossas reações e escolhas diante dos diversos momentos desta vida, determinam nosso sucesso ou fracasso. 

É nossa escolha desistir ou prosseguir, amar ou odiar, optar pelo animo ou desânimo, esperar ou desesperar-se, viver contente em toda e qualquer situação ou escolher a murmuração, suportar tudo e acomodar-se ou reagir em busca de melhora e mudanças positivas. As nossas escolhas determinam o sucesso ou fracasso. Tanto a derrota como a vitória de um cristão começam com o tipo de escolha que este faz. 

Como um abismo chama outro, ele desobedeceu as orientações divinas e completamente dominado pelo mal tomou a triste resolução de matar seu irmão. Estabeleceu uma maldição sobre si e sobre a terra e, com certeza, vivia com medo e errante pela vida.

Obediência a Deus é sinônimo de vida abundante, bênção, sucesso. Desobediência é geradora de maldições, miséria, desgraça. Jesus veio dar vida abundante, mas o diabo veio para roubar, matar e destruir, Jo 10:10.

O discipulador deve ser o maior incentivador do discípulo; deve também adverti-lo diante de situações e atitudes reprováveis, mas a decisão é sempre do discípulo. A obra de Deus depende da aceitação voluntária por parte da pessoa.

Quantas vezes alguém fica triste por ver que, apesar de seu empenhou, o discípulo está se distanciando,. É normal sentir-nos chateados com essa situação, mas isso aconteceu com o próprio Deus, que era o mentor direto de Caim - apesar de repreendê-lo, alertá-lo, a escolha foi dele. 

Veja que Caim possuía a mentalidade formada quanto à mentoria e discipulado, porque quando Deus perguntou a ele: "onde está seu irmão Abel?" Ele respondeu: "por acaso, sou eu tutor (discipulador, mentor) de meu irmão?" Quando alguém não quer, Deus não forçará.

"Não por força, nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos" (Zc 4:6).

terça-feira, 13 de março de 2012

Estabelecendo a Bênção e Quebrando a Maldição


Só Deus Transforma a Maldição em Bênção



“Naquele dia o Livro de Moisés foi lido em alta voz diante do povo, e nele achou-se escrito que nenhum amonita ou moabita jamais poderia ser admitido ao povo de Deus, pois eles, em vez de darem água e comida aos israelitas, tinham contratado Balaão para invocar maldição sobre eles O nosso Deus, porém, transformou maldição em bênção”. (Ne 13:1-2)


Hoje abordo o Livro de Neemias. O objetivo do texto escrito, em primeira instância, é de esclarecer o sentido original das palavras bênção e maldição. Em teologia isso se chama exegese. O termo refere-se ao estudo da interpretação exata que pode ser aplicada a um texto, frase ou palavra, a fim de se compreender melhor o seu sentido original.

Bênção e maldição numa abordagem geral são princípios ativos que, por intermédio de forças espirituais (divinas ou diabólicas), podem arruinar ou edificar as diversas áreas da vida humana. A obediência aos princípios divinos atrai a bênção, mas a desobediência pode ser fatal, subjugando a pessoa a uma maldição. O termo bênção em hebraico é BARAK e no grego EULOGEO. No hebraico tem na sua raiz os seguintes significados: ajoelhar-se, submeter-se, honrar um superior. Assim sendo, quem quer a bênção precisa manter uma relação de obediência com AQUELE que a detém: Deus!


Em hebraico, pelo menos seis palavras são utilizadas para especificar tipos ou formas de maldição: ALAH, QALAL, ‘ARAR, QABAB, NAQAB e ZA’AMO Em grego, aparecem quatro: ANATHEMA, KATARAOMAI, KAKOLOGEO e RHAKA. Mas quero me deter apenas à palavra do contexto de Neemias que é QALAL.


QALAL - Este termo aparece cerca de 130 vezes no Antigo Testamento. O sentido básico de sua raiz quer dizer diminuir, lidar desdenhosamente, ridicularizar, zombar. Significa desejar a alguém uma posição inferior ou rebaixá-la de seu estado. O veículo que canaliza este tipo de maldição é a língua. Os pagãos achavam que podiam manipular os deuses através de suas palavras. É devido a isso que vemos Balaão sendo chamado para amaldiçoar Israel (Nm 22:6). É referente a esse chamado de Balaão que o Livro de Neemias relata no capítulo 13, nos primeiros versos dizendo que o SENHOR transformou maldição em bênção. Ou seja, não se pode amaldiçoar aquilo que Deus abençoou! Aleluia!

É agora que entro no título da mensagem, “Só Deus transforma maldição em bênção”. Poderia falar do Israel que foi liberto das mãos do faraó, que triunfou no mar vermelho etc, mas quero aproveitar e falar sobre mim, que hoje, lavado e remindo pelo sangue de Jesus, também sou Israel de Deus.


Quando olho para o meu passado, vejo o que significa a intervenção divina na causa de um homem pecador e fadado ao inferno. Mesmo sem roubar, matar e sendo uma pessoa de bem, como muitos declaram ser, por não conhecer a Jesus e nem a santa palavra, eu vivia uma vida maldita, indigna e sem esperança. Até que, por meio da minha esposa conheci o Deus vivo, o homem das mãos perfuradas e a terceira pessoa da trindade. E então ao desfrutar da verdade que liberta os cativos, que abre os olhos dos cegos, ouvidos dos surdos e que quebra os grilhões da alma, fui liberto das mãos de satanás, contemplando a palavra que diz que o Filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do diabo. Hoje caminho rumo à nova Jerusalém com a expectativa de conhecer a Jesus como ele realmente é. Eu me rendi aos pés de Jesus quatro anos atrás, muitas foram e são as lutas, mas como é bom servir a um Deus que dia após dia me leva em triunfo. Como é bom servir a um Deus que transforma alguém sem história, pobre, cego e nu em geração eleita, sacerdócio real e propriedade exclusiva D’Ele.

Não sei qual tem sido a sua história. Mas saiba: O Deus Todo-Poderoso pode mudar a sua história. Só ELE pode e tem poder para transformar a maldição em bênção.

Em Cristo e na bênção,

|  Autor: Dc Anderson Vieira  |  Divulgação: estudogospel.com.br |

terça-feira, 6 de março de 2012

Um homem que superou desafios

Abraão, nosso pai na fé, mostrou-se um homem valoroso. Atendendo o chamado de Deus e mantendo-se firme em todos os desafios a ele apresentados, tornou-se referencial de bênçãos para todas as nações da terra. Deus lhe assegurou: "aqueles que te abençoarem serão abençoados, e aqueles que te amaldiçoarem serão amaldiçoados". A partir dele formaria uma nação abençoadora. As promessas a ele feitas por Deus, culminou na vinda de Jesus, nosso eterno Salvador e Senhor.

Para ler mais clique em http://www.slideshare.net/pastorwanderley1/abrao-um-grande-exemplo-de-f

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O Poder da Língua

A morte e a vida estão no poder da língua (Prov l8; 21). 
Precisamos de tomar cuidado para não desonrarmos ao Senhor com as nossas palavras; é que por meio delas seremos justificados ou condenados (Mat 12; 36,37).
A velha natureza está sempre activa em nós, se não vigiarmos. Temos necessidade da exortação do apóstolo Paulo para não provocarmos, para não sentirmos inveja, para não julgarmos os outros.
Como estamos prontos para falar mal, e mesmo murmurar uns contra os outros, em vez de actuarmos com graça, reconhecendo as nossas faltas e sobretudo orarmos uns pelos outros (Gál 5; 26, Rom 14; 3, Tiago 4; 11 e 5; 9-16).
No tocante aos nossos pensamentos e sentimentos mútuos, devemos seguir igualmente o exemplo deixado pelo Senhor Jesus Cristo. Devemos ser submissos (sujeitos) uns aos outros, revestidos de humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo (Col 3; 12, 13).


«Revesti-vos, suportai-vos, perdoai-vos»
O revestimento (vestir de novo) o novo homem, a nova criatura não é algo que o crente deva construir pelo seu próprio poder. A sua nova identidade toma forma à medida que vai conhecendo melhor ao Senhor. O bom relacionamento do crente com Ele, torna-o apto e pronto a ser tolerante, a perdoar e a amar de verdade.
«Aquele que diz que ama a Deus e aborrece a seu irmão é mentiroso» (I Jo 4; 20). Aquele que diz que não pode perdoar, está a condicionar a acção do Espírito Santo.

«Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração…» (Tiago 1; 26).
Como cidadãos de uma pátria celestial, somos chamados à prática de uma conduta santa e ao exercício de uma linguagem sã que promova a edificação.
Há quem se glorie em proferir disparates!
A língua é um instrumento de grande poder, ela pode afectar a nossa vida, ela é como um fogo que descontrolado pode causar uma grande tragédia. E a tragédia é que todos temos uma língua que instila veneno, que nem sempre sabemos usar e que nenhum homem pode domar (Tiago 3; 8).
O esforço humano por si só não é suficiente. Ela só pode ser controlada pelo poder de Deus.
Não ignoremos que as más conversações, a blasfémia, o mexerico, a malícia, a mentira, o juramento falso, têm o poder de arruinar, manchar, e corromper todo o carácter moral de uma pessoa ou comunidade.
Os crentes são aconselhados a despojar-se de atitudes e emoções conducentes a uma linguagem destrutiva.
A ira, a cólera, e a malícia são panelas de pressão que rebentam em palavras que magoam e destroem.
Assim, toda a linguagem que ameace destruir o ser humano deve ser evitada, mesmo extirpada.

Na comunidade cristã, convém que sejamos de um mesmo sentimento, pois se assim não for, como podemos cooperar uns com os outros e promover a edificação do Corpo de Cristo?Amar o nosso próximo, passa, implicitamente, por respeitá-lo ainda que com os seus pontos de vista porventura diferentes do nosso e orar por ele. Senão vejamos mais uma vez o conselho da Palavra de Deus em I Pedro 3.8-10.Cuidado! Pagar com a mesma moeda, responder à letra, tornar mal por mal, não é de modo nenhum prerrogativa do verdadeiro filho de Deus. Rom.12. 9-21,mas antes da criatura sem Deus.
Sejam sempre agradáveis as nossas palavras, visando a paz, a união e a felicidade de todos.


Refrigério Edição n.º 118 - Setembro/Outubro 2007
Autoria: Samuel da Silva Oliveira

sábado, 5 de abril de 2008

DESAFIOS NA VIDA DE UM CONQUISTADOR

Deuteronômio 31:1-8

  INTRODUÇÃO: Ser conquistador é viver sempre avançando, mesmo que venham ventos contrários. Alguém afirmou: "cada dificuldade encerra uma vantagem; cada problema oculta uma solução". Para aprendermos a nadar é preciso criarmos coragem e tirarmos os pés do chão, porque "A História tem demonstrado que os mais notáveis vencedores normalmente encontraram obstáculos dolorosos antes de triunfarem. Eles venceram porque se recusaram a se tornarem desencorajados por suas derrotas" (B. C. Forbes).

  TRANSIÇÃO: O texto básico fala sobre uma reunião de Moisés com o povo de Israel. Ele afirmou que Deus havia lhe dito que ele não entraria na terra da promessa, mas que Josué era a pessoa certa para introduzir o povo na terra. Ele se dirigiu a Josué e o incentivou a manter-se firme e não temer as circunstâncias, pois Deus estava à sua frente. Vamos aprender hoje sobre: desafios na vida de um conquistador.

  1. APARENTES BARREIRAS INTRANSPONÍVEIS, Js 3 e 6 1.1.

O rio Jordão – conforme podemos ver a coisa não era fácil e, pior ainda, porque era tempo de enchentes, Js 3:15. Eles ficaram à margem do rio três dias, Js 3:2. Após, os sacerdotes deram um comunicado a todos, que deveriam seguir após a arca (símbolo da presença de Deus), Js 3:3. Veja que com Deus a frente o extraordinário acontece, Js 3:16 - "pararam-se as águas que vinham de cima; levantaram-se num montão, mui longe da cidade de Adã, que está da banda de Sartã; e as que desciam ao mar das Campinas, que é o mar Salgado, faltavam de todo e separaram-se; então, passou o povo defronte de Jericó" (Josué 3:16). Com Deus não haverá impossíveis. Jovens conquistadores vão surgir muitas barreiras aparentemente intransponíveis à nossa frente, mas vamos ultrapassá-las milagrosamente. O segredo está em Js 3:5, que diz: "Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o Senhor maravilhas no meio de vós". Deus se encarrega de honrar aqueles que nele confiam e são fiéis: "Naquele dia, o Senhor engrandeceu a Josué diante dos olhos de todo o Israel; e temeram-no, como haviam temido a Moisés, todos os dias da sua vida" (Josué 4:14). 1.2. As muralhas de Jericó - diz a Palavra que Jericó estava cerrada, isto é praticamente lacrada, Js 6:1. Não havia nenhum sinal de movimento – ninguém entrava e ninguém saía. O que havia era uma promessa que dizia: "Então, disse o Senhor a Josué: Olha, tenho dado na tua mão a Jericó, e ao seu rei, e aos seus valentes e valorosos" (Josué 6:2). Vemos aqui que se trata de uma intervenção de Deus, portanto caberia ao povo apenas seguir as ordens que lhes foram dadas através de Josué. Outra coisa que deve ficar bem enfatizado é que deveria haver a unidade do povo: todos deveriam rodear a cidade; todos deveriam perseverar todos os dias, todos deveriam gritar quando fosse preciso. Deus quer um povo unido, Sl 133. Após cumprirem a ordem de rodear a cidade, agora só faltava uma coisa um belo grito profético para concluir a conquista: "Gritou, pois, o povo, tocando os sacerdotes as buzinas; e sucedeu que, ouvindo o povo o sonido da buzina, gritou o povo com grande grita; e o muro caiu abaixo, e o povo subiu à cidade, cada qual em frente de si, e tomaram a cidade" (Josué 6:20).

  2. TRAIÇÃO POR PROBEMAS INTERNOS, Js 7 e 8

É muito perigoso nos empolgarmos com as conquistas e acabarmos ficando convencidos e mal acostumados que perdemos o temor de Deus e, com isso as bênçãos passam a ser comuns e, por conseqüência, passamos a desvalorizá-las com nossas atitudes. Veja o que Deus havia falado ao povo antes de conquistar Jericó: "Tão somente guardai-vos do anátema, para que não vos metais em anátema tomando dela, e assim façais maldito o arraial de Israel, e o turveis" (Josué 6:18). No entanto, veja o que aconteceu: "E prevaricaram os filhos de Israel no anátema; porque Acã, filho de Carmi, filho de Zabdi, filho de Zerá, da tribo de Judá, tomou do anátema, e a ira do Senhor se acendeu contra os filhos de Israel" (Josué 7:1). Tudo parecia que estava bem. O problema é que uma batalha nova pode aparecer, pois as conquistas devem ser constantes. Chegou o momento de mais um combate. Havia uma cidade chamada Ai, muito inferior a Jericó. Então veja o texto: "Enviando, pois, Josué, de Jericó, alguns homens a Ai, que está junto a Bete-Áven, da banda do oriente de Betel, falou-lhes, dizendo: Subi e espiai a terra. Subiram, pois, aqueles homens e espiaram a Ai. E voltaram a Josué e disseram-lhe: Não suba todo o povo; subam alguns dois mil ou três mil homens a ferir a Ai; não fatigues ali a todo o povo, porque poucos são os inimigos. Assim, subiram lá do povo alguns três mil homens, os quais fugiram diante dos homens de Ai" (Josué 7:2-4). A coisa parecia fácil. E, na verdade era para ser, se não houvesse um problema interno. Eles foram humilhados, Js 7:5. Josué se colocou diante de Deus em oração, Js 7:6-9. Deus lhe revelou que havia um problema entre eles de infidelidade, Js 7:10-15. Nos versos 19 a 21 é descoberto o problema: Acã havia ocultado em sua tenda algumas coisas: "Quando vi entre os despojos uma boa capa babilônica, e duzentos siclos de prata e, uma cunha de ouro do peso de cinqüenta siclos, cobicei-os e tomei-os; e eis que estão escondidos na terra, no meio da minha tenda, e a prata, debaixo dela" (Josué 7:21). Após a eliminação do mal e a santificação do povo, voltaram a sorrir e a vencer: "Então, disse o Senhor a Josué: Não temas e não te espantes; toma contigo toda a gente de guerra, e levanta-te, e sobe a Ai; olha que te tenho dado na tua mão o rei de Ai, e o seu povo, e a sua cidade, e a sua terra" (Josué 8:1, BEARC). Mediante mais um ato profético – o estender da lança – houve a conquista: "Então, o Senhor disse a Josué: Estende a lança que tens na tua mão, para Ai, porque a darei na tua mão. E Josué estendeu a lança, que estava na sua mão, para a cidade" (Josué 8:18, BEARC). "Porque Josué não retirou a sua mão, que estendera com a lança, até destruir totalmente a todos os moradores de Ai" (Josué 8:26, BEARC). "E todos os que caíram aquele dia, assim homens como mulheres, foram doze mil; todos moradores de Ai" (Josué 8:25). Portanto, jovens conquistadores não permitam que em seus corações haja nada do anátema, isto é nenhuma brecha para maldição. Santificai-vos para a conquista!

  3. PERIGO DAS ALIANÇAS ERRADAS, Js 9

Se olharmos para Josué 9:1-2 vamos observar que os inimigos ouvindo que o povo de Israel estava imbatível, se uniram para tentar derrotá-lo. Meu irmão é nessa hora que precisamos ser cautelosos. Podemos imaginar que Josué deve ter tremido na base ao saber das alianças inimigas. Mas não podemos esquecer que: “Se Deus é por nós, quem será contra nós” (Rm 8:31). Os gibeonitas fingiram que eram moradores de uma terra longínqua, trouxeram pão embolorado para facilitar seus argumentos enganosos e fazer uma aliança com o povo de Israel, Js 9:3-5. "Então, aqueles homens israelitas tomaram da sua provisão e não pediram conselho à boca do Senhor" (Josué 9:14). O fato de compartilhar o mesmo pão era um sinal inviolável de amizade, de hospitalidade e de aliança. "E Josué fez paz com eles e fez um concerto com eles, que lhes daria a vida; e os príncipes da congregação lhes prestaram juramento" (Josué 9:15). Depois de três dias foi que descobriram que eram moradores vizinhos que deveriam ser conquistados, mas por causa do juramento ficaram com o chamado “rabo preso” com o inimigo, Js 9:16-22. Se observarmos o início do capítulo 10 poderemos ver que esse povo quase complicou a vida de Josué e dos israelitas. Só não complicou por causa da misericórdia divina. Cuidado jovem com suas alianças. Aquele que se une a uma meretriz torna-se um com ela. Não há comunhão entre luz e trevas; entre Deus e o mundo; entre o fiel e o infiel. Entre o santo e o profano. Não se alie aos pecados de seus amigos, mas conquiste seus amigos para Deus.

  CONCLUSÃO: Em Filipenses 3.12-14 Paulo nos fala: "Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus". Jovens fortes e conquistadores, vamos levantar a bandeira, que é o nome do Senhor Jesus, e fazermos um propósito de avançarmos sempre, pois a cada passo estaremos mais perto das conquistas, independente das circunstâncias.

 Ministração preparada para o II Acampajovem da IPR de São José-SC Pastor Wanderley da Silva