IGREJA PRESBITERIANA RENOVADA EM SÃO JOSÉ - SANTA CATARINA - Avivamento e Crescimento nas Sagradas Escrituras
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quarta-feira, 6 de março de 2013
ENCONTRO DE HOMENS
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domingo, 19 de fevereiro de 2012
Não basta fazer é preciso ser
Uma Equipe Aprovada
por Deus
2 Co 10:12 Pois não
ousamos classificar-nos ou comparar-nos com alguns que se recomendam a si
mesmos. Mas estes, medindo-se e comparando-se consigo mesmos, mostram não ter
entendimento. 13 Nós, porém, não nos gloriaremos além da medida, mas nos
limites da esfera de atuação que Deus nos designou e que chega até vós. 14
Porque não estamos estendendo os nossos limites além do que convém, como se não
tivéssemos chegado a vós, pois já chegamos também a vós pelo evangelho de
Cristo. 15 Não nos gloriamos além da medida no trabalho dos outros; pelo
contrário, temos a esperança de que, à medida que cresce a vossa fé, também o
nosso trabalho cresça muito entre vós, de acordo com a nossa esfera de atuação,
16 para anunciar o evangelho nos lugares além de vós, e não em campo de atuação
de outro, para não nos gloriarmos no que já estava pronto. 17 Quem, porém, se
gloria glorie-se no Senhor. 18 Pois quem se recomenda a si mesmo não será
aprovado, mas sim aquele a quem o Senhor recomenda.
Os melhores músicos que
apareceram aqui na igreja, ditos bons na execução de seus instrumentos, não
conseguiram permanecer. Esbarraram em fatos que os impediram de prosseguir. Não
foi falta de oportunidade ou apoio.
Tocar ou cantar bem deve
ser o alvo perseguido por todos os músicos. No entanto, não é tudo que um
ministro de louvor precisa para ser aprovado.
Quero apresentar a vocês apenas
alguns fatores começando com a letra c,
uma vez que parece uma letra comum entre aqueles que estão envolvidos no
louvor. Exemplos: cantar, compor, controle, contrabaixo, contralto, etc.
Para sermos aprovados como equipe
ou indivíduos no ministério de louvor é necessário seguirmos disciplinarmente
estes aspectos:
Caráter
São as qualificações morais que
uma pessoa possui. Isso lhe dá ou tira a autoridade. Trata-se da nossa
identidade pessoal adquirida ao longo dos anos. Os pequenos atos de cada dia
fazem ou desfazem o caráter. O talento educa-se na calma, o caráter no tumulto
da vida.
Podemos possuir um bom caráter
sendo um bom observador dos referencias ao nosso lado – seguindo seus exemplos;
1Pedro 2:21 Para isso fostes chamados, pois Cristo também sofreu por vós,
deixando-vos exemplo, para que sigais os
seus passos.
Filipenses 3:17 Irmãos, sede meus imitadores e prestai atenção nos que andam conforme o exemplo que tendes em nós;
Podemos também possuir um bom
caráter passando pela escola do dissabor e do sofrimento, bem como, das
punições que nos são impostas pelas circunstâncias ou pessoas que exercem
autoridade sobre nós.
1Timóteo 4:12 Ninguém te menospreze por seres jovem, mas procura ser exemplo para os fiéis, na
palavra, no comportamento, no amor, na fé e na pureza.
É incoerente uma pessoa de
caráter leviano querer se “exibir” na igreja. Aqueles que levam seu caráter
dentro de uma vida disciplinada não estão se “exibindo” nos cultos, mas estão
adorando ao Criador, bem como levando a igreja a um verdadeiro espírito de
adoração que agrada o coração de Deus.
As mais belas qualidades, dons e
talentos, tornam-se inúteis, quando a força do caráter não lhes dá sustentação:
“Quando os fundamentos são destruídos, que pode fazer o
justo?” (Salmos 11:3).
Compromisso
Pacto, acordo, obrigação e endividamento
para com uma equipe ou pessoa. No nosso caso, o forte motivador para isso é o
amor: “Não fiqueis devendo coisa alguma a ninguém, a
não ser o amor de uns para com os outros; pois quem ama o próximo tem cumprido
a lei” (Romanos 13:8).
Quero que cada um de nós
respondamos essa pergunta do apóstolo Paulo como se fosse dirigida a nós: “O que desejais? Devo ir visitar-vos com disciplina, ou com
amor e gentileza?” (1Coríntios 4:21). Qual a melhor forma de servir?
Jesus, o maior exemplo: “a exemplo do Filho do homem, que não veio para ser servido,
mas para servir e para dar a vida em resgate de muitos” (Mateus 20:28).
A realidade se forma em volta do
compromisso. Uma equipe forte só existe debaixo de um alto grau de
comprometimento.
Para Deus não se pode fazer
qualquer coisa ou de qualquer jeito: “Maldito quem
fizer a obra do SENHOR de forma negligente” (Jeremias 48:10).
Diante disso: “Pensemos em como nos estimular uns aos outros ao amor e às
boas obras” (Hebreus 10:24).
Comunhão
Vem da palavra grega Koinonia,
que significa “uma associação que envolve relações mútuas próximas e
envolvimento - associação íntima,
companheirismo”.
Na igreja a comunhão é resultado
de uma relação perfeita com o propósito de Deus: “mas,
se andarmos na luz, assim como ele está na luz, temos comunhão uns com os
outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1João
1:7). Isto significa que poderá acontecer conflitos, mas serão superados.
A igreja primitiva começou com
essa marca: “E eles perseveravam no ensino dos
apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações” (Atos 2:42). A
comunhão serve de motivador, pois é melhor serem dois do que um.
A comunhão não deve ser restrita
aos membros do ministério de louvor, mas aos demais membros da igreja, bem
como, os líderes. Muitas vezes, temos visto pessoas com medo da liderança.
Líder é gente, merece ser respeitado, mas não temido.
O apóstolo Paulo recomenda uma
vida de completa comunhão visando o bem estar da comunidade: 1 Ts 5:11 Por isso, aconselhai-vos e edificai-vos mutuamente, como de
fato já estais fazendo. 12 Irmãos, pedimos que
deis o devido respeito aos que trabalham entre vós, que vos presidem no Senhor
e vos aconselham; 13 e os tenhais em grande
estima e amor, por causa do trabalho que realizam. Tende paz entre vós. 14
Irmãos, nós também vos exortamos a aconselhar os
indisciplinados, consolar os desanimados, amparar os fracos e ter paciência
para com todos. 15 Cuidem para que ninguém
retribua o mal com o mal, mas segui sempre o bem uns para com os outros e para
com todos. 16 Alegrai-vos sempre. 17 Orai sem cessar. 18 Sede
gratos por todas as coisas, pois essa é a vontade de Deus em Cristo Jesus para
convosco. 19 Não apagueis o Espírito; 20 não desprezeis as profecias, 21 mas, examinando tudo, conservai o que é bom. 22 Evitai tudo que é mau. 23 E o
próprio Deus de paz vos santifique completamente, e o vosso espírito, alma e
corpo sejam mantidos plenamente irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor
Jesus Cristo. 24 Quem vos chamou é fiel, e ele
também o fará.
Crescimento
Todos os seres vivos aumentam de
tamanho desde o seu nascimento até atingirem as dimensões máximas
características de cada espécie, que dependem igualmente das condições
ambientais. É a esse processo de aumento natural de tamanho que se chama
crescimento individual. Se não houver crescimento é necessário diagnosticar o
problema.
O apóstolo Paulo diz que o
crescimento é produzido por Deus em cooperação com o investimento do homem: “Eu plantei; Apolo regou; mas foi Deus quem deu o
crescimento” (1Coríntios 3:6). No ministério no qual nos inserimos, deve
haver uma mútua cooperação para o crescimento. Jesus é a cabeça nesse corpo,
nós somos membros que crescemos individualmente e, por consequência,
coletivamente: “seguindo a verdade em amor, cresçamos
em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (Efésios 4:15).
Para que haja crescimento e
frutificação é necessário que o coração seja quebrantado e pré-disposto: “Mas
outras sementes caíram em terra boa. Brotaram, cresceram e deram fruto; e um
grão produziu outros trinta; outro, sessenta; e outro, cem” (Mc 4:8).
Conclusão: Qual é o seu grau de comprometimento com a qualidade e
funcionalidade da equipe onde você está inserido? Há em sua vida algo que
precisa ser melhorado para favorecer o bem comum da equipe?
Não se pode servir
verdadeiramente sem amar. O amor é o sentimento-fonte de todo comportamento que
leva em consideração o bem e a paz de si e do próximo. A qualidade própria de
todo serviço deve ser a humildade. Não se pode servir bem sem uma sincera
humildade, que consiste em colocar-se em atitude de menor diante da pessoa que
consideramos alvo do nosso serviço. A humildade alimenta em nós um coração
desapegado da tentação de fazer-nos proprietários da pessoa a quem servimos, e
do serviço que nos dispomos a prestar.
Igreja Presbiteriana Renovada em São José/SC
Ministrante: Pr.
Wanderley da Silva
Aos Ministros de louvor
18 de fevereiro de
2012
sábado, 5 de abril de 2008
DESAFIOS NA VIDA DE UM CONQUISTADOR
Deuteronômio 31:1-8
INTRODUÇÃO: Ser conquistador é viver sempre avançando, mesmo que venham ventos contrários. Alguém afirmou: "cada dificuldade encerra uma vantagem; cada problema oculta uma solução". Para aprendermos a nadar é preciso criarmos coragem e tirarmos os pés do chão, porque "A História tem demonstrado que os mais notáveis vencedores normalmente encontraram obstáculos dolorosos antes de triunfarem. Eles venceram porque se recusaram a se tornarem desencorajados por suas derrotas" (B. C. Forbes).
TRANSIÇÃO: O texto básico fala sobre uma reunião de Moisés com o povo de Israel. Ele afirmou que Deus havia lhe dito que ele não entraria na terra da promessa, mas que Josué era a pessoa certa para introduzir o povo na terra. Ele se dirigiu a Josué e o incentivou a manter-se firme e não temer as circunstâncias, pois Deus estava à sua frente. Vamos aprender hoje sobre: desafios na vida de um conquistador.
1. APARENTES BARREIRAS INTRANSPONÍVEIS, Js 3 e 6 1.1.
O rio Jordão – conforme podemos ver a coisa não era fácil e, pior ainda, porque era tempo de enchentes, Js 3:15. Eles ficaram à margem do rio três dias, Js 3:2. Após, os sacerdotes deram um comunicado a todos, que deveriam seguir após a arca (símbolo da presença de Deus), Js 3:3. Veja que com Deus a frente o extraordinário acontece, Js 3:16 - "pararam-se as águas que vinham de cima; levantaram-se num montão, mui longe da cidade de Adã, que está da banda de Sartã; e as que desciam ao mar das Campinas, que é o mar Salgado, faltavam de todo e separaram-se; então, passou o povo defronte de Jericó" (Josué 3:16). Com Deus não haverá impossíveis. Jovens conquistadores vão surgir muitas barreiras aparentemente intransponíveis à nossa frente, mas vamos ultrapassá-las milagrosamente. O segredo está em Js 3:5, que diz: "Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o Senhor maravilhas no meio de vós". Deus se encarrega de honrar aqueles que nele confiam e são fiéis: "Naquele dia, o Senhor engrandeceu a Josué diante dos olhos de todo o Israel; e temeram-no, como haviam temido a Moisés, todos os dias da sua vida" (Josué 4:14). 1.2. As muralhas de Jericó - diz a Palavra que Jericó estava cerrada, isto é praticamente lacrada, Js 6:1. Não havia nenhum sinal de movimento – ninguém entrava e ninguém saía. O que havia era uma promessa que dizia: "Então, disse o Senhor a Josué: Olha, tenho dado na tua mão a Jericó, e ao seu rei, e aos seus valentes e valorosos" (Josué 6:2). Vemos aqui que se trata de uma intervenção de Deus, portanto caberia ao povo apenas seguir as ordens que lhes foram dadas através de Josué. Outra coisa que deve ficar bem enfatizado é que deveria haver a unidade do povo: todos deveriam rodear a cidade; todos deveriam perseverar todos os dias, todos deveriam gritar quando fosse preciso. Deus quer um povo unido, Sl 133. Após cumprirem a ordem de rodear a cidade, agora só faltava uma coisa um belo grito profético para concluir a conquista: "Gritou, pois, o povo, tocando os sacerdotes as buzinas; e sucedeu que, ouvindo o povo o sonido da buzina, gritou o povo com grande grita; e o muro caiu abaixo, e o povo subiu à cidade, cada qual em frente de si, e tomaram a cidade" (Josué 6:20).
2. TRAIÇÃO POR PROBEMAS INTERNOS, Js 7 e 8
É muito perigoso nos empolgarmos com as conquistas e acabarmos ficando convencidos e mal acostumados que perdemos o temor de Deus e, com isso as bênçãos passam a ser comuns e, por conseqüência, passamos a desvalorizá-las com nossas atitudes. Veja o que Deus havia falado ao povo antes de conquistar Jericó: "Tão somente guardai-vos do anátema, para que não vos metais em anátema tomando dela, e assim façais maldito o arraial de Israel, e o turveis" (Josué 6:18). No entanto, veja o que aconteceu: "E prevaricaram os filhos de Israel no anátema; porque Acã, filho de Carmi, filho de Zabdi, filho de Zerá, da tribo de Judá, tomou do anátema, e a ira do Senhor se acendeu contra os filhos de Israel" (Josué 7:1). Tudo parecia que estava bem. O problema é que uma batalha nova pode aparecer, pois as conquistas devem ser constantes. Chegou o momento de mais um combate. Havia uma cidade chamada Ai, muito inferior a Jericó. Então veja o texto: "Enviando, pois, Josué, de Jericó, alguns homens a Ai, que está junto a Bete-Áven, da banda do oriente de Betel, falou-lhes, dizendo: Subi e espiai a terra. Subiram, pois, aqueles homens e espiaram a Ai. E voltaram a Josué e disseram-lhe: Não suba todo o povo; subam alguns dois mil ou três mil homens a ferir a Ai; não fatigues ali a todo o povo, porque poucos são os inimigos. Assim, subiram lá do povo alguns três mil homens, os quais fugiram diante dos homens de Ai" (Josué 7:2-4). A coisa parecia fácil. E, na verdade era para ser, se não houvesse um problema interno. Eles foram humilhados, Js 7:5. Josué se colocou diante de Deus em oração, Js 7:6-9. Deus lhe revelou que havia um problema entre eles de infidelidade, Js 7:10-15. Nos versos 19 a 21 é descoberto o problema: Acã havia ocultado em sua tenda algumas coisas: "Quando vi entre os despojos uma boa capa babilônica, e duzentos siclos de prata e, uma cunha de ouro do peso de cinqüenta siclos, cobicei-os e tomei-os; e eis que estão escondidos na terra, no meio da minha tenda, e a prata, debaixo dela" (Josué 7:21). Após a eliminação do mal e a santificação do povo, voltaram a sorrir e a vencer: "Então, disse o Senhor a Josué: Não temas e não te espantes; toma contigo toda a gente de guerra, e levanta-te, e sobe a Ai; olha que te tenho dado na tua mão o rei de Ai, e o seu povo, e a sua cidade, e a sua terra" (Josué 8:1, BEARC). Mediante mais um ato profético – o estender da lança – houve a conquista: "Então, o Senhor disse a Josué: Estende a lança que tens na tua mão, para Ai, porque a darei na tua mão. E Josué estendeu a lança, que estava na sua mão, para a cidade" (Josué 8:18, BEARC). "Porque Josué não retirou a sua mão, que estendera com a lança, até destruir totalmente a todos os moradores de Ai" (Josué 8:26, BEARC). "E todos os que caíram aquele dia, assim homens como mulheres, foram doze mil; todos moradores de Ai" (Josué 8:25). Portanto, jovens conquistadores não permitam que em seus corações haja nada do anátema, isto é nenhuma brecha para maldição. Santificai-vos para a conquista!
3. PERIGO DAS ALIANÇAS ERRADAS, Js 9
Se olharmos para Josué 9:1-2 vamos observar que os inimigos ouvindo que o povo de Israel estava imbatível, se uniram para tentar derrotá-lo. Meu irmão é nessa hora que precisamos ser cautelosos. Podemos imaginar que Josué deve ter tremido na base ao saber das alianças inimigas. Mas não podemos esquecer que: “Se Deus é por nós, quem será contra nós” (Rm 8:31). Os gibeonitas fingiram que eram moradores de uma terra longínqua, trouxeram pão embolorado para facilitar seus argumentos enganosos e fazer uma aliança com o povo de Israel, Js 9:3-5. "Então, aqueles homens israelitas tomaram da sua provisão e não pediram conselho à boca do Senhor" (Josué 9:14). O fato de compartilhar o mesmo pão era um sinal inviolável de amizade, de hospitalidade e de aliança. "E Josué fez paz com eles e fez um concerto com eles, que lhes daria a vida; e os príncipes da congregação lhes prestaram juramento" (Josué 9:15). Depois de três dias foi que descobriram que eram moradores vizinhos que deveriam ser conquistados, mas por causa do juramento ficaram com o chamado “rabo preso” com o inimigo, Js 9:16-22. Se observarmos o início do capítulo 10 poderemos ver que esse povo quase complicou a vida de Josué e dos israelitas. Só não complicou por causa da misericórdia divina. Cuidado jovem com suas alianças. Aquele que se une a uma meretriz torna-se um com ela. Não há comunhão entre luz e trevas; entre Deus e o mundo; entre o fiel e o infiel. Entre o santo e o profano. Não se alie aos pecados de seus amigos, mas conquiste seus amigos para Deus.
CONCLUSÃO: Em Filipenses 3.12-14 Paulo nos fala: "Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus". Jovens fortes e conquistadores, vamos levantar a bandeira, que é o nome do Senhor Jesus, e fazermos um propósito de avançarmos sempre, pois a cada passo estaremos mais perto das conquistas, independente das circunstâncias.
Ministração preparada para o II Acampajovem da IPR de São José-SC Pastor Wanderley da Silva
INTRODUÇÃO: Ser conquistador é viver sempre avançando, mesmo que venham ventos contrários. Alguém afirmou: "cada dificuldade encerra uma vantagem; cada problema oculta uma solução". Para aprendermos a nadar é preciso criarmos coragem e tirarmos os pés do chão, porque "A História tem demonstrado que os mais notáveis vencedores normalmente encontraram obstáculos dolorosos antes de triunfarem. Eles venceram porque se recusaram a se tornarem desencorajados por suas derrotas" (B. C. Forbes).
TRANSIÇÃO: O texto básico fala sobre uma reunião de Moisés com o povo de Israel. Ele afirmou que Deus havia lhe dito que ele não entraria na terra da promessa, mas que Josué era a pessoa certa para introduzir o povo na terra. Ele se dirigiu a Josué e o incentivou a manter-se firme e não temer as circunstâncias, pois Deus estava à sua frente. Vamos aprender hoje sobre: desafios na vida de um conquistador.
1. APARENTES BARREIRAS INTRANSPONÍVEIS, Js 3 e 6 1.1.
O rio Jordão – conforme podemos ver a coisa não era fácil e, pior ainda, porque era tempo de enchentes, Js 3:15. Eles ficaram à margem do rio três dias, Js 3:2. Após, os sacerdotes deram um comunicado a todos, que deveriam seguir após a arca (símbolo da presença de Deus), Js 3:3. Veja que com Deus a frente o extraordinário acontece, Js 3:16 - "pararam-se as águas que vinham de cima; levantaram-se num montão, mui longe da cidade de Adã, que está da banda de Sartã; e as que desciam ao mar das Campinas, que é o mar Salgado, faltavam de todo e separaram-se; então, passou o povo defronte de Jericó" (Josué 3:16). Com Deus não haverá impossíveis. Jovens conquistadores vão surgir muitas barreiras aparentemente intransponíveis à nossa frente, mas vamos ultrapassá-las milagrosamente. O segredo está em Js 3:5, que diz: "Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o Senhor maravilhas no meio de vós". Deus se encarrega de honrar aqueles que nele confiam e são fiéis: "Naquele dia, o Senhor engrandeceu a Josué diante dos olhos de todo o Israel; e temeram-no, como haviam temido a Moisés, todos os dias da sua vida" (Josué 4:14). 1.2. As muralhas de Jericó - diz a Palavra que Jericó estava cerrada, isto é praticamente lacrada, Js 6:1. Não havia nenhum sinal de movimento – ninguém entrava e ninguém saía. O que havia era uma promessa que dizia: "Então, disse o Senhor a Josué: Olha, tenho dado na tua mão a Jericó, e ao seu rei, e aos seus valentes e valorosos" (Josué 6:2). Vemos aqui que se trata de uma intervenção de Deus, portanto caberia ao povo apenas seguir as ordens que lhes foram dadas através de Josué. Outra coisa que deve ficar bem enfatizado é que deveria haver a unidade do povo: todos deveriam rodear a cidade; todos deveriam perseverar todos os dias, todos deveriam gritar quando fosse preciso. Deus quer um povo unido, Sl 133. Após cumprirem a ordem de rodear a cidade, agora só faltava uma coisa um belo grito profético para concluir a conquista: "Gritou, pois, o povo, tocando os sacerdotes as buzinas; e sucedeu que, ouvindo o povo o sonido da buzina, gritou o povo com grande grita; e o muro caiu abaixo, e o povo subiu à cidade, cada qual em frente de si, e tomaram a cidade" (Josué 6:20).
2. TRAIÇÃO POR PROBEMAS INTERNOS, Js 7 e 8
É muito perigoso nos empolgarmos com as conquistas e acabarmos ficando convencidos e mal acostumados que perdemos o temor de Deus e, com isso as bênçãos passam a ser comuns e, por conseqüência, passamos a desvalorizá-las com nossas atitudes. Veja o que Deus havia falado ao povo antes de conquistar Jericó: "Tão somente guardai-vos do anátema, para que não vos metais em anátema tomando dela, e assim façais maldito o arraial de Israel, e o turveis" (Josué 6:18). No entanto, veja o que aconteceu: "E prevaricaram os filhos de Israel no anátema; porque Acã, filho de Carmi, filho de Zabdi, filho de Zerá, da tribo de Judá, tomou do anátema, e a ira do Senhor se acendeu contra os filhos de Israel" (Josué 7:1). Tudo parecia que estava bem. O problema é que uma batalha nova pode aparecer, pois as conquistas devem ser constantes. Chegou o momento de mais um combate. Havia uma cidade chamada Ai, muito inferior a Jericó. Então veja o texto: "Enviando, pois, Josué, de Jericó, alguns homens a Ai, que está junto a Bete-Áven, da banda do oriente de Betel, falou-lhes, dizendo: Subi e espiai a terra. Subiram, pois, aqueles homens e espiaram a Ai. E voltaram a Josué e disseram-lhe: Não suba todo o povo; subam alguns dois mil ou três mil homens a ferir a Ai; não fatigues ali a todo o povo, porque poucos são os inimigos. Assim, subiram lá do povo alguns três mil homens, os quais fugiram diante dos homens de Ai" (Josué 7:2-4). A coisa parecia fácil. E, na verdade era para ser, se não houvesse um problema interno. Eles foram humilhados, Js 7:5. Josué se colocou diante de Deus em oração, Js 7:6-9. Deus lhe revelou que havia um problema entre eles de infidelidade, Js 7:10-15. Nos versos 19 a 21 é descoberto o problema: Acã havia ocultado em sua tenda algumas coisas: "Quando vi entre os despojos uma boa capa babilônica, e duzentos siclos de prata e, uma cunha de ouro do peso de cinqüenta siclos, cobicei-os e tomei-os; e eis que estão escondidos na terra, no meio da minha tenda, e a prata, debaixo dela" (Josué 7:21). Após a eliminação do mal e a santificação do povo, voltaram a sorrir e a vencer: "Então, disse o Senhor a Josué: Não temas e não te espantes; toma contigo toda a gente de guerra, e levanta-te, e sobe a Ai; olha que te tenho dado na tua mão o rei de Ai, e o seu povo, e a sua cidade, e a sua terra" (Josué 8:1, BEARC). Mediante mais um ato profético – o estender da lança – houve a conquista: "Então, o Senhor disse a Josué: Estende a lança que tens na tua mão, para Ai, porque a darei na tua mão. E Josué estendeu a lança, que estava na sua mão, para a cidade" (Josué 8:18, BEARC). "Porque Josué não retirou a sua mão, que estendera com a lança, até destruir totalmente a todos os moradores de Ai" (Josué 8:26, BEARC). "E todos os que caíram aquele dia, assim homens como mulheres, foram doze mil; todos moradores de Ai" (Josué 8:25). Portanto, jovens conquistadores não permitam que em seus corações haja nada do anátema, isto é nenhuma brecha para maldição. Santificai-vos para a conquista!
3. PERIGO DAS ALIANÇAS ERRADAS, Js 9
Se olharmos para Josué 9:1-2 vamos observar que os inimigos ouvindo que o povo de Israel estava imbatível, se uniram para tentar derrotá-lo. Meu irmão é nessa hora que precisamos ser cautelosos. Podemos imaginar que Josué deve ter tremido na base ao saber das alianças inimigas. Mas não podemos esquecer que: “Se Deus é por nós, quem será contra nós” (Rm 8:31). Os gibeonitas fingiram que eram moradores de uma terra longínqua, trouxeram pão embolorado para facilitar seus argumentos enganosos e fazer uma aliança com o povo de Israel, Js 9:3-5. "Então, aqueles homens israelitas tomaram da sua provisão e não pediram conselho à boca do Senhor" (Josué 9:14). O fato de compartilhar o mesmo pão era um sinal inviolável de amizade, de hospitalidade e de aliança. "E Josué fez paz com eles e fez um concerto com eles, que lhes daria a vida; e os príncipes da congregação lhes prestaram juramento" (Josué 9:15). Depois de três dias foi que descobriram que eram moradores vizinhos que deveriam ser conquistados, mas por causa do juramento ficaram com o chamado “rabo preso” com o inimigo, Js 9:16-22. Se observarmos o início do capítulo 10 poderemos ver que esse povo quase complicou a vida de Josué e dos israelitas. Só não complicou por causa da misericórdia divina. Cuidado jovem com suas alianças. Aquele que se une a uma meretriz torna-se um com ela. Não há comunhão entre luz e trevas; entre Deus e o mundo; entre o fiel e o infiel. Entre o santo e o profano. Não se alie aos pecados de seus amigos, mas conquiste seus amigos para Deus.
CONCLUSÃO: Em Filipenses 3.12-14 Paulo nos fala: "Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus". Jovens fortes e conquistadores, vamos levantar a bandeira, que é o nome do Senhor Jesus, e fazermos um propósito de avançarmos sempre, pois a cada passo estaremos mais perto das conquistas, independente das circunstâncias.
Ministração preparada para o II Acampajovem da IPR de São José-SC Pastor Wanderley da Silva
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