Mostrando postagens com marcador Cristo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cristo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Pastores Morrem Cantando


Bombeiros choram ao ver pastores morrerem cantando.

Dois pastores evangélicos e um motociclista morreram num acidente envolvendo sete veículos, na Rodovia do Contorno, trecho da BR 101 que liga Serra a Cariacica.

Os religiosos pertenciam à Igreja Assembleia de Deus e haviam saído de Alegre, município da Região Sul do Estado, rumo a uma convenção estadual da igreja em Nova Carapina II, na Serra.

Tudo começou quando um caminhão freou por causa do intenso fluxo de carros no sentido Cariacica - Serra. Os veículos que vinham atrás dele frearam também, mas o último caminhão - de uma empresa de cerveja - não conseguiu parar a tempo. Com isso, os veículos que estavam à frente foram prensados uns contra os outros.

Os pastores José Valadão de Souza e Nelson Palmeira dos Santos e o motociclista Jonas Pereira da Silva, 52 anos, morreram no local. O mais comovente do triste episódio, foi o relato dado por 2 pastores sobrevivente, e pelos bombeiros que tentavam tirar os pastores ainda com vida, que estavam presos nas ferragens.

As testemunha citadas acima, contam que os pastores ainda com vida e presos nas ferragens, em meio a um mar de sangue que os envolvia, começaram a cantar o Hino 187 da harpa cristã:

Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Ainda que seja a dor
Que me una a ti,
Sempre hei de suplicar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!...

Aos poucos suas vozes foram silenciando-se para sempre.

As lagrimas tomaram conta dos bombeiros, acostumados a resgatar pessoas em acidentes graves, porem jamais viram alguem morrer cantando um hino; como foi o caso dos pastores Nelson Palmeiras e João Valadão .

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Cristão - uma vida diferenciada



Aqueles que desejam servir bem ao Senhor Jesus e se constituir numa bênção para si, sua família, cidade, estado e nação, precisam encarar tudo com zelo e responsabilidade. Jesus chama seus seguidores de sal, luz, testemunhas, filhos, amigos, servos, obreiros, etc. Tudo isso mostra qual deve ser a postura daqueles que fizeram compromisso de servir a Deus.


O apóstolo Paulo chama as pessoas que fazem parte da Igreja de carta, ministro, apóstolo, evangelista, soldado, atleta, pastor, mestre, etc.E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo” (Ef 4:11-12).

Quem professa o nome de Jesus precisa manter-se em santidade: “Todavia, o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são seus, e qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniqüidade (2 Tm 2:19). Deve haver um diferenciador de postura, princípios e prática de vida: Romanos 6:19 "Falo como ser humano, por causa da fraqueza da vossa carne. Pois assim como apresentastes os membros do vosso corpo como escravos da impureza e do mal cada vez maior, assim também apresentai agora os membros do vosso corpo como escravos da justiça para santificação"

O poder de influência de um cristão, seja direta ou indiretamente, poderá ser grande através do ensino, testemunho e bom exemplo! “tendo o vosso viver honesto entre os gentios, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, glorifiquem a Deus no Dia da visitação, pelas boas obras que em vós observem” (1 Pedro 2:12). Paulo disse que os cristãos devem exalar "o bom cheiro de Cristo" 2 Co 2.15 "porque para Deus somos o bom aroma de Cristo, tanto entre os que estão sendo salvos como entre os que estão perecendo".


Quando deixamos de cumprir nosso propósito não há mais razão de permanecer ocupando espaço: uma lâmpada quando deixa de produzir a luz deve ser substituída; um atleta quando deixa de cumprir seus objetivos é substituído; o sal que se torna insípido para nada mais presta, senão para ser lançado fora e ser pisado pelos homens. Seja um cristão autêntico.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Breve reflexão sobre a semana santa

Semana Santa


É uma ótima oportunidade para refletir no quão pecadores somos e entrar no vale do arrependimento com a finalidade de sairmos e atingirmos o propósito divino da santificação.
A semana santa inicia-se com a lição de que a humildade pode ser marca de nosso caráter, independente da posição que ocupamos numa instituição, numa equipe ou na família. Jesus, sendo Senhor e Mestre, abaixou com uma toalha e uma bacia com água para lavar os pés dos discípulos. É possível servir o próximo, independente da nossa posição ou condição.
Jesus mostrou que para servir não precisa ter tudo a seu favor. As circunstâncias estavam desfavoráveis para Ele, pois sabia que estava chegando a hora de ser traído, preso, açoitado e crucificado, mas mesmo assim, não se omitiu de pegar a bacia e a toalha e lavar os pés dos discípulos.
Ele deixou ordenado aos discípulos que fizessem o mesmo com as pessoas com as quais convivessem. Não importa quem seja, sirva. Não importa sua condição social, sirva. Não importa sua posição na empresa, em casa, na equipe, sirva. Jesus disse que aquele que for o maior deve servir o menor.
O fato de servir redundará em retribuição da parte de Deus: "aquele que der um copo de água fresca... de modo algum perderá seu galardão", foi isso que Jesus disse.
"Tudo quanto fizerdes, seja em palavras ou em obras, faça para glória de Deus, como servindo a Deus".

terça-feira, 13 de março de 2012

Os cristãos da Síria diante do quadro atual


Futuro incerto para os cristãos da SíriaA situação na Síria está ficando pior para todos os habitantes do país. A violência está em curso em várias cidades, especialmente em Homs, e o boicote internacional tem consequências para todos os sírios.
Por quase 11 meses, protestos contra o governo são respondidos com violência do exército. O número de civis mortos é estimado em mais de 5mil, também em 2 mil pessoas que eram das forças de segurança morreram.
Nos primeiros meses os cristãos não foram alvos de ataques feitos pelos muçulmanos, mas isso mudou. "Os últimos meses são sinais de que as minorias (alauítas e cristãos) são alvos nas cidades de Homs e Hama", disse um trabalhador anônimo do Portas Abertas que também ouviu relatos de assassinatos e sequestros.
A Síria tem uma minoria de 10% de cristãos (1,9 milhões) e também cerca de 10% dos alauítas. A grande maioria no país, cerca de 74% é muçulmana sunita. Como presidente Bashar al-Assad é alauíta e fez com que a Síria se tornasse um estado secular, as minorias religiosas desfrutam de uma certa liberdade que não é vista em outros países árabes.
Isto trouxe aos cristãos uma situação durante os protestos anti-governamentais, apoiados pelos sunitas, iniciados em março de 2011. Para eles, o regime de Assad trouxe a liberdade e a estabilidade para outras religiões.
Por serem minoria no país, não temem ataques terroristas, atentados e assassinatos. Com o número da oposição crescendo para mais liberdade à renúncia de Assad, os cristãos têm medo de perder a mesma. Eles temem que um outro governo possa ser menos tolerante com eles. Muitos cristãos se mantiveram em silêncio nos últimos onze meses, nem dando apoio aos manifestantes, nem para o governo.
"Como cristãos e alauítas são vistos como partidários do governo porque não participaram dos protestos, eles podem ser escolhidos como alvo de violência. Cristãos em geral parecem estar preocupados com o que poderia acontecer à sua minoria na Síria se Assad for derrubado e, por exemplo islamitas tomarem o poder ",  diz o trabalhador do Portas Abertas.
Assad é internacionalmente criticado por resposta militar aos protestos que no início eram pacíficos. Por causa da repressão contínua sobre os protestos, há um boicote internacional no lugar certo agora. Dentro de Síria, o governo central tentou tomar o poder novamente. Os últimos dias têm sido de muita luta em Homs. É difícil obter informações objetivas da cidade sobre a real situação.
Um problema urgente no país é a questão das viagens lá dentro. As pessoas ficam em suas cidades por causa de gangues que dominam as estradas fora delas. Viajar não é seguro por causa de assaltos e seqüestros de grupos criminosos ao longo das estradas. Por causa do boicote há uma falta de todo o tipo de artigos.
"Alguns cristãos deixaram a Síria por causa da situação", o trabalhador Portas Abertas continua. "Mas não em grande número ainda. Os únicos a sair são principalmente aqueles que têm possibilidades fáceis para deixar o lugar, como passaporte de casal ou família no exterior”.
FontePortas Abertas
TraduçãoSabrina Franzatto

segunda-feira, 12 de março de 2012

Baralho - pecado ou diversão?

Este artigo não é meu, mas é interessante:

Jogar Baralho é Pecado?



Resposta:

       Eu não aconselharia o jogo de cartas como um passatempo saudável para o verdadeiro cristão. Nos meus tempos de ignorância, eu e minha mulher éramos viciados nesse jogo, mesmo sem ser a dinheiro. O jogo vicia. A pessoa fica escrava dele. Não pode passar um fim de semana sem jogar. Só pensa em chegar a hora do carteado, das conversas tolas, muitas delas conversas ímpias, mexericos, bisbilhotices. Então é prejudicial. No jogo há mentiras, blefe, disputa acirrada. Perde-se muito tempo com isso. Tempo que deveria ser usado para ler a Bíblia, pregar o Evangelho, orar, conversar com os filhos, etc. No jogo há cobiça, vontade de vencer mais e mais:
"Então a cobiça, depois de haver concebido, dá luz ao pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte". (Tiago 1.15).

       Meditemos se Jesus aprovaria o jogo de cartas; se Ele convidaria os Doze para um carteado, com a desculpa de que ninguém é de ferro. A resposta é não, não aprovaria. As cartas de baralho estão ligadas ao ocultismo. Veja-se o caso da cartomancia – adivinhação por meio de baralho. A cigana prevê o futuro através das cartas. Observem uma das possíveis origens do baralho:
       “Se, por um lado, não há consenso a respeito destas datas, por um outro lado não há muita dúvida sobre o passado religioso ou adivinhatório das cartas. O antigo baralho indiano, por exemplo, tinha dez naipes, cada um representando uma das dez encarnações da entidade Vishnu. Essa ligação com o sobrenatural também fica clara quando surgem alguns dados históricos. Catherine P. Hargrave, que em 1930 publicou sua História do Jogo de Cartas, diz que no século XIV, os soldados sarracenos introduziram no sul da Itália um jogo de baralho chamado "naib" - que em hebreu quer dizer"feitiçaria" - e que pode também ter sido a origem da palavra "naipe" em português e espanhol’

       De um site esotérico, copiei o seguinte: “Pouca gente sabe, mas o baralho comum utilizado para jogos como canastra, bridge, buraco, truco e tantos outros se presta também à prática divinatória, conhecida como cartomancia”. Portanto, as cartas de baralho são instrumentos usados pelo diabo para o trabalho de adivinhação. Por todo o tempo, enquanto jogamos, estamos tentando adivinhar o jogo do parceiro; derrubar o adversário de qualquer modo, ainda que com a mentira, o embuste, o blefe, a dissimulação. E quando o jogo envolve pessoas ímpias, pior ainda. Cristãos e ímpios não devem ter qual tipo de íntima comunhão. No jogo, se estabelece uma cumplicidade com o parceiro, pois um jamais revela o “roubo” do outro. A Bíblia adverte:
“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas” (2 Co 6.14).

       “As cartas foram criadas no ano de 1392, para uso pessoal do rei Carlos da França, quando este sofria debilidade mental. O criador das cartas era um homem degenerado e mau, que escarnecia de Deus e de seus mandamentos. Para sua criação maligna ele escolheu figuras bíblicas: o rei representa o diabo, a dama representa Maria, a mãe do Senhor. Assim de modo blasfêmico, fez de nosso Senhor Jesus Cristo um filho de Satanás com Maria. Copas e ases representam o sangue de Jesus, o valete (resisto em escrevê-lo) o próprio Senhor. Paus e outros símbolos representam a perseguição e destruição de todos os santos. Seu desprezo pelos dez mandamentos foi expresso pelo número dez das suas cartas. Quem conhece esta origem diabólica do jogo de cartas, compreende também as conseqüências diabólicas. Nenhum jogador de cartas lembra da realidade do diabo e dos demônios, que estão no fundo desse jogo”.
       Não tenho dúvida de que o jogo de baralho e a respectiva escravidão que ele produz fazem parte das “obras da carne”. Mas
“os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências” (Gl 5.24).


Autor:  Pr Airton Evangelista da Costa

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O Poder da Ressurreição de Cristo | Mensagens | Chamada

A oração de Paulo pelos crentes efésios é muito específica. Ele pede a Deus que lhes dê um entendimento e conhecimento mais profundo acerca de Cristo, e seria bom se buscássemos o mesmo para a nossa vida. Isso não é algo que se possa aprender num seminário ou mesmo num estudo bíblico ou na leitura de livros devocionais. O desejo de Paulo era que eles recebessem de Deus, voluntariamente, o “espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele” (Ef 1.17-23).
Clique e leia na íntegra importante artigo de fé: O Poder da Ressurreição de Cristo | Mensagens | Chamada

sábado, 27 de setembro de 2008

AS CARACTERÍSTICAS DO DISCIPULADO

Segundo temos aprendido – discípulo é alguém que crê em tudo o que Jesus disse e faz tudo o que Ele ordena. Paulo, ao se converter, tornou-se um discípulo tão fiel a Jesus que afirmou àqueles que não se mantinham fiéis: “Desde agora ninguém me inquiete; porque trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus” (Gl 6:17). Isto significa que ele trazia em si algo maior que qualquer argumento contrário a uma vida cristã autêntica.
O discipulado significa uma vida marcada, envolvendo pelo menos três cousas fundamentais que chamaremos de:

As Características do discipulado

1 - Obediência – demonstração de dependência, Jo 8:31

· Um discípulo é uma pessoa que é dedicada e obediente à Pessoa e ensinos do Mestre. J. Dwight Pentecost fez um comentário conciso sobre esta obediência: "Cristo exigia a submissão absoluta à Sua autoridade, a completa devoção à Sua Pessoa, confiança na Sua Palavra, e fé na Sua providência, e os homens se desculpavam porque não queriam se dedicar, não podiam confiar, e não acreditavam... Os discípulos eram aqueles que, depois de terem convicção da veracidade da Palavra, dedicavam-se completamente à Pessoa que os ensinara"
· Se alguém fica aquém desta dedicação total e completa à Pessoa de Jesus Cristo, não é um discípulo de Jesus Cristo. Pode ser contado entre os curiosos, ou pode ter progredido até ao ponto em que tem convicção da vera­cidade daquilo que Cristo dizia, ou daquilo que diz a Palavra de Deus, mas enquanto não se dedique totalmente à Pessoa em cuja Palavra veio a crer, não é um discípulo no pleno sentido da palavra conforme o Novo Testamen­to.
· A pessoa não fica sendo discípulo meramente pelo seu assentimento à veracidade daquilo que Cristo ensinou; fica sendo discípulo, isto sim, quando se submete à autori­dade da Palavra de Deus e deixa a Palavra de Deus con­trolar a sua vida.
· Conforme os ensinos do próprio Jesus, somos verdadeira­mente os Seus discípulos quando permanecemos na Sua Pala­vra, João 8:31. Este fato implicaria em deixar a Palavra de Deus exercer controle absoluto sobre as nossas vidas, e em procurar, com obediência, fazer com que cada aspecto da vida esteja em conformidade com os ensinamentos bíblicos, Lc 14:33.


2 - Amor – demonstração de bom relacionamento, Jo 13:34-35 

· Num certo opúsculo, Francis Schaeffer chamou o amor "a marca do cristão". É a característica mais óbvia e sem igual do discípulo de Jesus Cristo. E é a exigência mais fundamental para quem quiser ajudar as pessoas.
· Quando o apóstolo João estava escrevendo a sua Primeira Epístola, reconheceu que alguns dos seus leitores estavam tendo dificuldades em saber quais as pessoas que realmente eram cristãs e quais não eram. Para ajudar neste problema, João indicou que os cristãos eram as pessoas que se caracteri­zavam pelo amor. Se uma pessoa não tem amor, disse João, provavelmente não é um cristão, 1 Jo 4:7-11.
· Nem todos os cristãos se comprometem totalmente a serem discípulos de Jesus Cristo, mas todos os cristãos devem revelar pelos menos algumas características do amor. É uma contradição pensar que alguém pode ser um verdadeiro seguidor de Cristo e não ser amoroso, 1 Jo 4:8, 20-21.

3 - Frutificação – demonstração de maturidade, Jo 15:8

· Vivemos numa sociedade que se orienta em direção ao sucesso. Todos querem ser bem-sucedidos, e a maioria de nós trabalha com seus vários planos pessoais para atingir aquele alvo.
· Em João 15, porém, Jesus contou aos Seus seguidores que todos estes esforços seriam era vão a não ser que o discípulo fosse dedicado a Cristo, de modo consistente, permanecendo nEle, ao invés de forçar o caminho com seus próprios planos ou confiando nos seus próprios recursos. Jesus emprega a ilustração de videiras que não estavam produzindo uvas. A melhor coisa para tais sarmentos, segundo Ele disse, é serem cortados da videira e queimados no fogo.
· Walter Henrichsen, dos Navegadores, conta como reagiu quando reconheceu, pela primeira vez, que Deus poderia che­gar certo dia e destruir toda a obra humana centralizada em si mesma (2 Pe 3:10). "Que choque... reconhecer que tudo quanto eu planejava edificar, Deus chegaria e destruiria! Quero que vocês saibam que aquilo me desanimou... Não valia a pena. Para que dedicar todo o meu tempo e os meus esforços a construir alguma coisa que Deus já disse que have­ria de queimar?" Desta forma, o Sr. Henrichsen voltou-se para a sua Bíblia e ali descobriu que há, pelo menos duas coisas que Deus prometeu que nunca destruiria: a Sua Palavra, Is 40:8 e o Seu povo, João 5:28, 29; 1 Jo 2:17. "Há outras coisas eternas — Deus, anjos, virtudes tais como o amor — mas eu queria alguma coisa eterna que pudesse agarrar com a minha mão e dar a minha vida em troca dela. Ao estabelecer os objetivos da minha vida podia me dedicar a pessoas e à Palavra de Deus, e saber que Deus não seguiria meus passos para destruí-las no fogo".

Conclusão: Veja o exemplo de Paulo e seu zelo diante do seu compromisso com Deus e sua obra, 1 Co 9:27 “Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado”. Jesus advertiu-nos para que não sejamos iludidos pelos valores ilusórios, Mc 8:36-38 “Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? Ou, que daria o homem pelo resgate da sua alma? Porquanto, qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai, com os santos anjos”.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

DESTRUINDO AS OBRAS MALIGNAS

“Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo, conservai-vos a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna” (Jd 20,21); “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas” (II Co 10:4)

INTRODUÇÃO: Assim como Deus enviou Jesus para desfazer todas as obras do diabo, nós, como filhos de Deus, nascidos de novo e alcançados por Seu amor, devemos desfazer essas obras em nós e em outros para vivermos na dimensão do Reino. A Bíblia ensina que as conquistas de um homem espiritual não são carnais, são espirituais. Sabemos que travamos muitas guerras na mente, mas, sabemos também, que as armas da nossa milícia não são carnais, mas espirituais; são armas poderosas em Deus para destruir as obras do inimigo.
A nossa mente deve ser uma mente liberta, uma mente que saiu do lugar da escravidão, que saiu de uma terra de opressão para uma terra favorável. Essa é a mente do filho de Deus.
O mundo espiritual se divide no mundo da bondade e da maldade. São dois exércitos que guerreiam pelo direito de posse da mente. A mente possui pensamentos do mundo ou pensamentos divinos. No entanto, somos advertidos a pensarmos nas coisas do alto, Cl 3:1-2.

UM DOS PROPÓSITOS PELO QUAL JESUS VEIO AO MUNDO
Quem destrói a obra do inimigo é Jesus. Jesus é o demolidor das obras das trevas. Onde há uma construção do inimigo, Ele entra e destrói. A Bíblia diz que um dos motivos pelo qual Ele se manifestou foi para desfazer as obras do diabo. Jesus é o demolidor de todas as obras ilegais que foram construídas. “Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo” (I Jo 3:8)
Onde há demônio para fazer obras das trevas, há Jesus para desfazer; onde há diabo para construir o errado, há Jesus para construir o certo. O inimigo de nossas almas é construtor de obras falidas.
Quando não estamos com nossa mente centrada em Deus, começamos uma obra e não acabamos. Então, o inimigo vem para querer nos fazer acreditar que não somos capazes. O seu alvo é fazer com que pensemos e aceitemos que somos uma referência de derrota. Porém, o que está em Cristo Jesus tem a promessa de que “Aquele que começou a boa obra vai completá-la até o dia de Cristo Jesus” (Fp 1:6)
O dia de Cristo Jesus, em sua vida, pode ser hoje. Todos os dias são do Senhor e a Palavra declara que “Este é o dia que fez o Senhor para que nos regozijemos e nos alegremos nele” (Sl 118:24)
Cristo quer dar a você uma mente ungida. Ele quer construir em sua mente uma obra nova. Ele é Construtor do grande edifício, a Pedra angular, a Pedra do equilíbrio da obra.
Jesus é o alívio da nossa alma. Ninguém entende mais de alma do que Ele. A Bíblia diz, no Salmo 23 que Ele é o nosso Pastor, aquele que refrigera a nossa alma. Ele irá nos refrigerar para construir em nós o que está em Seu coração e não no nosso. E para isso precisamos render-nos a Ele, abrirmos nosso coração para essa construção, lutando com as armas corretas.

EMPUNHANDO AS ARMAS DA NOSSA MILÍCIA
“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas...” (II Co 10:4)
Arma de milícia é uma arma especial, usada por um militar preparado para usá-la. Não é qualquer pessoa que usa a arma de milícia, porém a você é concedido o poder de utilizá-la.
A arma de milícia tem um objetivo que é destruir as fortalezas do inimigo. Então, se a Bíblia diz que devemos usar essa arma é porque devemos admitir que existem situações em que são construídas algumas fortalezas do inimigo.
A Bíblia diz que as nossas armas não são carnais, mas espirituais para demolir todas as fortalezas construídas. Deus quer nos entregar esse presente. Então, precisamos da arma de milícia e da fé santa.
Paulo adverte-nos a tomar posse da armadura de Deus para vencer as obras malignas, Ef 6:10-12.

AVANÇANDO EDIFICADOS NA SANTÍSSIMA FÉ
“Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé...”(Jd 20)
O livro de Judas, versículo 20, diz que em nós será edificada uma fé santa. Você pode se perguntar: para quê uma fé santa? Para que tudo o que for adquirido seja santo. Tudo na sua vida precisa ser santo ao Senhor, ao Deus Todo Poderoso, o Grande Construtor.
A fé santa é construída de forma espiritual, por isso Judas diz que devemos ser edificados na fé santa. Há pessoas que nutrem em seus corações apenas uma fé natural e nela caminham por impulso. Porém, o que a Bíblia nos apresenta é que devemos nutrir a fé santa. A fé santa é a fé pura, comprometida que nos leva a uma nova edificação e construção em Cristo Jesus.
Em II Coríntios 5:17, lemos: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. Deus quer, de fato, fazer tudo novo em você porque você está em Cristo Jesus, é uma nova pessoa.
Você tem direito de viver uma vida na essência do Reino. Você pode ser um indivíduo extremamente moderado, viver bem sem ter que viver de fachada. Isso é possível através da paz que excede todo entendimento humano.
A Bíblia afirma que é a paz Deus quem guarda a nossa alma e os nossos sentimentos. “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus” (Fp 4:7).
O Senhor guarda o nosso coração e os nossos sentimentos em Cristo Jesus, por isso é possível não dar lugar ao diabo e não permitir que ele construa ou destrua fundamentos em nossa mente. Somos chamados por Deus para ter uma alma reconstruída de acordo com os princípios da Palavra.
A sua alma será reconstruída com um propósito no Corpo de Cristo, você cumprirá a sua função, a sua chamada. Desfaça as obras do inimigo que foram construídas voluntária e involuntariamente e edifique-se na fé santa.

sábado, 5 de abril de 2008

Renovando a Mente Para Vencer

Mudança de Mentalidade Segundo Cristo

Há um personagem de um cartum que vive dizendo: “Já sei que não vou gostar!” Ele está sempre mentalmente predisposto. Seja o que for que venha a acontecer, já resolveu que não vai gostar. Sua mente acha-se dominada por um espírito de tédio, derrota, pessimismo e insatisfação. E, infelizmente, hoje em dia, muitas pessoas adotam essa mesma atitude. Estão constantemente dizendo: “Não consigo! É impossível! Já tentei antes e sei que não dá certo.” Precisamos mudar essa mentalidade.


Renovando nossa mente 
Em Romanos 12.1,2, o apóstolo Paulo “roga” aos crentes de Roma que apresentem o corpo a Deus em sacrifício vivo e se transformem pela renovação da própria mente. E o apóstolo estava se dirigindo a pessoas que já haviam nascido de Deus, recebido o perdão divino e tinham sido purificadas. Entretanto, nesse texto, ele as conclama a experimentarem uma consagração mais profunda. É fato que elas haviam atendido ao chamado para seguirem a Cristo. Tinham consciência de que eram pecadoras e talvez ainda não gozassem de paz interior. Provavelmente estavam com a mente muito focada nisso. Por essa razão, não entendiam as implicações plenas do chamado de Cristo. O mesmo ainda ocorre em nossos dias. O primeiro chamado que Deus nos faz é que nos arrependamos de nossos pecados e exercitemos fé para conhecer o Senhor Jesus. O segundo é que façamos uma entrega e uma consagração plenas ao Senhor, porque já o conhecemos. Somente Deus pode perdoar nossos pecados. Só ele pode purificar nosso coração e nos tornar novas criaturas em Cristo. Entretanto existem certas obras que ele não realiza em nós. Uma delas é a renovação da nossa mente. O Senhor até nos ensina como essa transformação se processa, mas não a opera. Apenas nós podemos efetuá-la. E se quisermos ser transformados, temos de renovar nossa mente. Quando nos convertemos, Deus não remove automaticamente as mentalidades que vamos formando ao longo dos anos. Ele insta conosco para que as alteremos. E algumas delas são contrárias à mente e à vontade divinas. É fato que algumas das idéias que abrigamos não se acham frontalmente contrárias à perfeita vontade de Deus. Contudo também não se ajustam plenamente a ela; são como que “paralelas”. E há casos em que não nos fixamos na vontade dele. Deixamos nossa mente “vagueando” indecisa, sem tomar uma decisão importante, seguindo a lei do menor esforço. Isso é um indício de que precisamos renovar nossa mente. É verdade que não poderemos alterar nossos sentimentos simplesmente nos esforçando nesse sentido. Tampouco podemos mudar nossas afeições com base na força de vontade. Todavia podemos modificar nossos pensamentos. Se adotarmos uma mentalidade correta, embasada na Bíblia, poderemos transformar nosso viver. Já uma mentalidade incorreta só nos leva à derrota e ao desespero.


Trocando o negativismo por pensamentos de fé
Grande parte dos nossos pensamentos é de natureza negativa. Pensamos muito em termos de derrota, de fracasso e de incapacidade pessoal. Entretanto, quando passamos a pensar mais em Deus, em suas promessas e em suas declarações, que têm um teor tão positivo, tornamo-nos mais positivos. Se ajustarmos nosso pensar à mente de Deus, ele nos mostrará como quer que venhamos a ser. Pela fé, poderemos nos apropriar dos recursos que Deus criou com o objetivo de nos resgatar e restaurar. Aliás, pela fé, nós nos ligamos com sua onipotência. Precisamos parar de pensar em termos de derrota e fracasso, e aprender a meditar nas vitórias que podemos conquistar mediante a graça de Deus. Temos de pensar naquilo que ele pode realizar em nós e em outros por nosso intermédio. Conta-se que Thomas Edison, quando estava criando a lâmpada incandescente, realizou seis mil experiências. Um dia, finalmente, descobriu que um fio de linho carbonizado podia transmitir a luz dentro da esfera de vidro, previamente preparada. E apesar de ele haver efetuado tantas experiências falhas, não dizia que havia fracassado nelas. Afirmava que descobrira mais uma idéia que não dera certo. Edison visualizava os resultados e persistiu em sua busca até obter o sucesso desejado. Assim como ocorreu com Edison, também nós podemos aprender alguma lição com as diversas experiências da vida. Infelizmente, porém, muita gente, diante de um fracasso, fica como que presa na mentalidade derrotista. Portanto, em cada tentativa fracassada, nossa reação deve ser a seguinte: “Tudo bem! Desta vez ainda não deu, mas brevemente vou descobrir a fórmula certa!”

Fortalecendo-nos a nós mesmos 
Deus nos fala de formas diversas para nos ajudar a mudar nossos hábitos mentais. Muitos textos da Bíblia – principalmente os Salmos – foram escritos com essa finalidade. Quando comecei a ler os Salmos, não os entendia muito bem. Sabia que eram a Palavra de Deus. Percebia neles um timbre de autoridade e de inspiração divina. Reconhecia que eram muito valiosos, reconfortantes e esclarecedores. Entretanto tive de admitir que me sentia mais inspirado com os hinos de Carlos Wesley, John Newton, Isaac Watts e de outros hinólogos, do que com os dos salmistas. Parecia-me que os cânticos de autoria daqueles homens continham mais a mensagem do evangelho do que os Salmos. Posteriormente, porém, descobri que os hinos bíblicos estavam carregados de afirmações muito positivas e de poderosas declarações de Deus. Mostravam quem ele é e o que deseja realizar. Assim que enxerguei isso, esse livro passou a ser uma tremenda bênção para mim. Vejamos, por exemplo, o Salmo 23. Diz ali: “O Senhor é o meu pastor, nada me faltará. Ele me guia, me restaura, me conduz. Não terei medo de nada, pois ele está comigo. Ele me conforta, me alimenta e me unge. Sua bondade e amor me seguirão sempre”. Essas afirmações encaminham nossos pensamentos para a direção certa. Então descobri que a finalidade dos Salmos, pelo menos em parte, é ajudar-nos a ajustar nossa mente à vontade de Deus e a tudo que diz respeito ao Senhor. E, de certo modo, isso produz em nós uma mente mais positiva. Precisamos, sim, renovar nossa mente. E não será Deus quem fará isso por nós. Somos nós mesmos que o faremos. É claro que ele nos auxiliará nesse processo, como faz em todos os outros aspectos de nossa vida. Ele nos dará, por exemplo, muitos textos das Escrituras que iremos ler várias e várias vezes, até que nossa mentalidade se torne positiva e criativa. Em conseqüência disso, iremos tornar-nos crentes transformados, mais produtivos, mais cheios de fé e bem-sucedidos. Cabe, então, a nós tomar a decisão de renovarmos nossa mente. O que você fará, meu irmão? O Pr. Ted A. Hegre é o fundador da Missão Evangélica Betânia. Faleceu em 1984 e deixou vários artigos e livros escritos, além de uma obra missionária que tem crescido e se espalhado por vários países do mundo , inclusive o Brasil. Este artigo foi extraído da Revista mensagem da Cruz.