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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Orgulho e Vergonha

Orgulho e vergonha. 
Você nunca teria imaginado que o orgulho e a vergonha são irmãos. Parecem tão diferentes. 
O orgulho lhe faz estufar o peito. A vergonha lhe faz abaixar a cabeça. 
O orgulho alardeia. A vergonha faz ocultar-se. 
O orgulho procura ser visto. A vergonha cuida de ser evitada. 
Mas não se deixe enganar, as emoções têm o mesmo parentesco e causam o mesmo impacto: o mantêm afastado de seu Pai. 
O orgulho diz: «Você é muito bom para Ele». A vergonha diz: «Você é muito mau para Ele». 
O orgulho o afasta. A vergonha o mantém afastado. 
Se o orgulho estiver presente antes de uma queda, a vergonha é o que vai impedi-lo de se levantar depois.
(Max Lucado).

O orgulho fez com que um filho resolvesse partir e viver longe de seu pai, indo de mau a pior; a vergonha impedia-o de voltar a seu pai. No entanto, usando o bom senso, ele venceu a vergonha e voltou. O pai o recebeu com todo amor e além de honrá-lo, fez-lhe uma festa.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A honra em servir bem


A maior honra que podemos alcançar é servir fielmente ao Senhor. O serviço está ligado a uma atitude prática da vida cristã. Servo não é um título que se ganha, mas sim um estilo de vida de entrega total a Deus como Jesus ensinou:

“Então Jesus chamou-os para junto de si e lhes disse: Sabeis que os governantes dos gentios os dominam, e os seus poderosos exercem autoridade sobre eles. Não será assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se poderoso entre vós, seja esse o que vos sirva; e quem entre vós quiser ser o primeiro, será vosso servo, a exemplo do Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e para dar a vida em resgate de muitos” (Mt 20:25-28).

Temos que nos conscientizar  com respeito à urgência em relação ao mundo sobre a salvação que há, unicamente, em Cristo Jesus, para então, levarmos as boas novas para aqueles que ainda não o conhecem. Nossa oração deve ser: "Senhor, usa-me para tua glória e para edificação do teu reino". Esse desejo deve nos incomodar todos os dias, deve ser o clamor do nosso coração.

Moisés, o grande legislador, falou com Deus: "perdoa esse povo, ou então, risca-me do teu livro".
O missionário Jorge Whitefield orava: "dá-me almas, ou tira a minha".
Outro servo dedicado a Deus, John Knox, pedia: “Dá-me a Escócia, ou eu morro”.

Essas não são palavras de desesperos existenciais, mas de compromisso com a salvação dos pecadores. Quem ganha almas sábio é.

A promessa divina é: "Pede-me e eu te darei as nações por herança, e os confins da terra por tua possessão" (Sl 2:8).