terça-feira, 6 de setembro de 2011

Vida+conjugal



Administrando uma relação conjugal
Gn 1:27

Introdução: Não é fácil administrar uma relação conjugal. Haja vista que são duas pessoas criadas em ambientes diferentes e que possuem temperamentos diferentes. Muitas mulheres se iludem com o “príncipe”, e muitos homens se iludem com as “princesas”. É preciso ter uma consciência clara de que no casamento não se busca a pessoa certa, mas empenha-se em ser a pessoa certa. O amor não busca seus próprios interesses, mas sim, procura satisfazer o interesse do outro. Semeia-se o melhor, a fim de colher aquilo que lhe agrada.

O texto básico fala que a união conjugal envolve duas pessoas diferentes em todos os aspectos, inclusive física e biologicamente - macho e fêmea. Se observarmos a anatomia dos corpos de um homem e uma mulher veremos que um completa o outro. Seria impossível dois iguais se completarem. Quando todos são iguais, alguém está sobrando ou ocupando o lugar de outro. As pessoas se casam porque se amam e querem estar juntas e felizes. Quando Deus criou o homem e a mulher, os criou para se complementarem. São cooperadores iguais em valor diante de Deus.
Vivam as nossas diferenças!

Diante disso, cabe a cada um, homem e mulher, com sabedoria administrar a relação, nunca exigindo que o outro seja como somos, mas que nos complete e que completemos o outro.

1) VALORIZAÇÃO DAS VIRTUDES
         Não é possível que seu cônjuge só possua defeitos ou pontos negativos. No entanto, precisamos vencer o espírito crítico onde vemos apenas defeitos.
         Quando a Bíblia fala “Mulher virtuosa, quem achará?” Não quer dizer que não existe, mas que é possível e é valiosíssima em suas virtudes e que deve ser estimada e apreciada pelo marido.
         Admiração e apreço satisfazem uma das necessidades básicas de um homem. A mulher sente necessidade de amor. O homem, de ser admirado. Nancy Rute Peale disse: “Se você quer que seu marido a ame, terá que admirá-lo e faça-o saber disso”.
         A mulher gosta de ouvir de seu esposo palavras de apreciação; que ela é atraente; gosta de ser elogiada, etc.
         Não menospreze as qualificações de seu cônjuge diante de quem quer que seja. Casamento que se preza, exige cumplicidade.
Temos a necessidade de reconhecimento como um  grito silencioso: me amem! me enxerguem! me toquem! ou o grito camuflado, grito chato, insistente, agressivo, ou de coitadinho: Ouça-me, apóie-me, abrace-me, fale comigo! Esse grito, este anseio está em mim e em você; está também nas pessoas  com quem convivemos. Nós somos assim e estamos caminhando para o amadurecimento emocional e espiritual, alguns mais saudáveis, mais maduros, outros menos..

2) COMPREENSÃO DAS FRAQUEZAS
         Assim como ninguém é perfeito, precisamos entender as fraquezas do cônjuge. As mulheres são dotadas de fraquezas biológicas, uma delas é a TPM, sem que tenham qualquer culpa por isso. No entanto, os homens ficam com sentimentos esmagados diante dessa situação. O que se pode fazer? Ambos precisam de muita calma nessas circunstâncias.
         Existem as fraquezas que podem ser superadas, se forem confrontadas com sabedoria e amor. Há outras fraquezas que nunca se conseguirá êxito se esperar que o cônjuge mude. Cabe aqui as palavras de uma pastora durante uma ministração: “Minha irmã não tente mudar seu marido, apenas aprenda a amá-lo assim como ele é”.
Seja um encorajador (a). A grande maioria das pessoas reagem melhor ao elogio do que a crítica; com muitas críticas repetidas, é fácil desanimar e perder a esperança de um relacionamento rico e profundo.
Muito cuidado para não criticar seu cônjuge e nem fazer piadas ou manifestar atitudes de humilhações. Não se exalte sobre seu cônjuge, seja na área espiritual, social, profissional ou intelectual.

3) HARMONIZAÇÃO DAS DIFERENÇAS
         Dizem que os opostos se atraem. É bom que seja assim mesmo, pois do contrário haveria o caos. Já imaginou um marido falador e uma mulher faladeira? Já imaginou se os dois forem calados? Já imaginou se os dois forem agitados?
         Sendo assim, um serve de acelerador e outro de freio nas relações conjugais. Há muitas características nos homens que as mulheres ficam sem compreender, mas as mulheres também deixam seus esposos surpresos e perdidos com características que só elas possuem.
         Outra diferença que precisa ser equilibrada é na questão sexual - os homens são como “fogão à gás” - apertou o botão já está aceso, mas as mulheres são como “fogão à lenha” - muito sopro para pegar fogo, mas também quando pega é muito melhor do que o gás. Nas relações sexuais, a pressa é inimiga da perfeição, principalmente para as mulheres sinceras e verdadeiras no amor ao marido. Tem mulher que é até mais apressada que o homem, pois está querendo se livrar logo da suposta “obrigação” sexual. Dizem que o homem faz sexo, a mulher faz amor.
         É através da compreensão das diferenças ocultas do sexo oposto que podemos, com maior sucesso, dar e receber amor, encontrando assim o ponto de equilíbrio, onde os dois investem o que tem de melhor na edificação da vida sexual sadia e satisfatória.

Conclusão: Deus dá o mais alto valor a aliança conjugal: Malaquias 2:13-16 (NTLH)

13 Existe outra coisa que vocês fazem: gemem e choram, cobrindo de lágrimas o altar de Deus porque ele já  não aceita mais os sacrifícios que vocês oferecem.

14 E cada um de você s pergunta: “Por quê ?” É  porque Deus sabe que você  tem sido infiel à  sua esposa, a mulher com quem casou quando era moço. Ela era sua companheira, mas você  quebrou a promessa que fez na presença de Deus de que seria fiel a ela.

15 Não é  verdade que Deus criou um único ser, feito de carne e de espírito? E o que é  que Deus quer dele? Que tenha filhos que sejam dedicados a Deus. Portanto, tenham cuidado para que nenhum de vocês seja infiel à  sua mulher.

16 Pois o Senhor Todo-Poderoso de Israel diz: — Eu odeio o divórcio; eu odeio o homem que faz uma coisa tão cruel assim. Portanto, tenham cuidado, e que ninguém seja infiel à  sua mulher.
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