quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Coisas a Serem Evitadas no Ministério

Coisas a serem evitadas pelos ministros da Palavra


"Timóteo, guarda o tesouro que te foi confiado, evitando as conversas insignificantes e profanas, e as objeções do que falsamente se chama conhecimento; alguns se desviaram da fé por professá-lo. A graça seja convosco" (1 Timóteo 6.20-21).

O apóstolo Paulo, sendo um eficiente discipulador de Timóteo, adverte-o a evitar algumas coisas que para nada aproveitam, senão para perdição e confusão.

Creio que isso é importante para cada um de nós também, nos dias atuais, uma vez que as palavras podem trazer restauração ou uma imensurável ruína.

A primeira coisa a ser evitada é conversas insignificantes, ou como afirma a Versão Revista e Atualizada, falatórios inúteis.
Quantas vezes temos de conviver com esse tipo de conversa que é totalmente inútil. Não se trata de coisas imorais, mas coisas que podem ser evitadas. Creio que Paulo queria alertar Timóteo a não ser o alimentador desse tipo de conversa. A boca vai revelar o que, de fato, há no coração. Portanto, devemos encher o coração com coisas edificantes e abençoadoras: "O meu coração ferve com palavras boas; falo do que tenho feito no tocante ao rei; a minha língua é a pena 
de um destro escritor" (Sl 45.1).
Conversas insignificantes não levam a nada, não se aproveita.

A segunda coisa a ser evitada é conversas profanas.
Aqui já está se referindo àquelas conversas que são pecaminosas e que trazem contaminações a alma humana. Trata-se de desonra, violação, ofensa. Em Levítico 10.10, a Lei determina que deve haver separação entre santo e profano: "para fazer diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo". O mesmo se deu nos dias do profeta Ezequiel: "E a meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano e o farão discernir entre o impuro e o puro" (Ezequiel 44.23). Jesus foi bem taxativo: "Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna" (Mateus 5.37).
"Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá, para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o poder para todo o sempre" (1 Pedro 4.11).

A terceira coisa a ser evitada é objeções do que falsamente se chama conhecimento, ou contradições do saber.
Ninguém deve ser mestre aos seus próprios olhos. Todos somos chamados a servir, no entanto aqueles que servirem bem serão honrados. Que outros nos honrem e não nós mesmos.
O verdadeiro conhecimento do ministro da Palavra está na Bíblia Sagrada. Deus se revelou a nós naquilo que é suficiente. Quando tentamos ir além do que está revelado passamos à contradizer e colocar em dúvidas a própria revelação. Não somos obrigados a saber tudo o que as pessoas desejam para satisfazer suas curiosidades. Paulo advertiu Timóteo: "prega a palavra, insiste a tempo e fora de tempo, aconselha, repreende e exorta com toda paciência e ensino" (2 Timóteo 4.2).

Conclusão: Paulo disse que o fato de pessoas não terem evitado essas coisas o resultado foi pessoas desviadas. "Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina; persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem" (1 Timóteo 4.16).



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