IGREJA PRESBITERIANA RENOVADA EM SÃO JOSÉ - SANTA CATARINA - Avivamento e Crescimento nas Sagradas Escrituras
quarta-feira, 6 de março de 2013
ENCONTRO DE HOMENS
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Quando as Máscaras Caem
Quando as Máscaras Caem
CLIQUE NO TÍTULO E LEIA O ARTIGO.
Uma vez por ano elas submergem – pessoas modernas – no anonimato das máscaras sem nome. Uma vez por ano elas querem gozar como desconhecidas, aquilo que a vida oferece. Uma vez por ano elas se livram das amarras da responsabilidade, das preocupações e da autodisciplina. Mas como passam rapidamente os dias de divertimento sem controle! A toda bebedeira segue uma ressaca; todos que usam máscaras serão desmascarados.
Existe alguém que não se deixa enganar pela tua fantasia, - Alguém diante de cujos olhos de fogo não existem pessoas atrás das máscaras.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
A Glória do Natal
Na noite em que Jesus nasceu algo espetacular aconteceu. As planícies de Belém se tornaram um teatro para uma das mais espetaculares apresentações de som e luz na história humana. Todo o Céu apareceu.
Lucas nos relata o que aconteceu:
Havia, naquela mesma região, pastores que viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite. E um anjo do Senhor desceu aonde eles estavam, e a glória do Senhor brilhou ao redor deles; e ficaram tomados de grande temor. O anjo, porém, lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E isto vos servirá de sinal: encontrareis uma criança envolta em faixas e deitada em manjedoura.
E, subitamente, apareceu com o anjo uma multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem. (Lucas 2:8-14)Clique no link e leia na íntegra: A Glória do Natal
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
A Restauração de Davi
A restauração, sob o ponto de vista humano, é a arte de se colocar contritamente nas mãos do divino Oleiro para que ele refaça o vaso quebrado e lhe dê novamente a forma e a beleza anteriores, depois de qualquer escorregão e queda ou de qualquer escândalo e desastre de natureza moral e religiosa.
Davi despencou da loucura para a realidade
“Cair em si” quer dizer reconhecer o próprio erro, voltar à realidade. Foi o que aconteceu com o filho pródigo (Lc 15.17) e com o tal homem de Corinto que se deitou com a mulher de seu pai (1 Co 5.1; 2 Co 2.5-11). E o que não aconteceu com o fariseu da parábola de Jesus (Lc 18.11-12) e com o anjo da igreja de Laodiceia (Ap 3.17). Cair em si não é outra coisa senão reconhecer as maldades gêmeas – abandonar o Senhor, a fonte de água viva, e cavar as tais cisternas que, cheias de fissuras, não conseguem reter as águas (Jr 2.13). O grande apelo para cair em si está nestas palavras de Jeremias: “Compreenda e veja como é mau e amargo abandonar o Senhor, o seu Deus, e não ter temor de mim” (Jr 2.19).
Depois de cair em si, Davi admitiu o seu pecado
Imediatamente após o desbloqueio, Davi admitiu: “Pequei contra o Senhor”. E imediatamente após a confissão, foi absolvido da culpa: “O Senhor perdoou o seu pecado”. A confissão e o perdão estão no mesmo versículo (2 Sm 12.13). É preciso lembrar para confessar e é preciso confessar para não mais lembrar.
Davi não dividiu a sua culpa com ninguém
A confissão de Davi é uma confissão limpa, tal qual a do publicano: “Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador” (Lc 18.13). Ele não disse que pecou porque suas mulheres e concubinas não o satisfaziam sexualmente. Não pôs culpa no pecado original herdado de Adão (Sl 51.5). Em nenhum momento responsabilizou Bate-Seba pela sua lascívia. Ele colocou o verbo pecar na primeira pessoa do singular, no caso do adultério (2 Sm 12.13; Sl 51.4) e no caso do recenseamento (1 Cr 21.8, 17). A confissão de Davi foi uma confissão “sem comentário” (BP).
Davi entendeu e aceitou o sofrimento relacionado com o seu pecado
Davi não se revoltou contra o juízo misericordioso e terapêutico de Deus nem contra o juízo implacável e oportunista do homem. Aceitou a morte do filho caçula e a agressão física e verbal de Simei, homem da família de Saul. Além de jogar pedras e poeira em Davi, Simei o amaldiçoava e lhe dizia: “Fora daqui, assassino! Você já está recebendo o castigo de Deus pela morte de Saul e sua família; você roubou o trono de Saul e agora seu filho Absalão o tomou de você! Finalmente você está experimentando o seu próprio remédio, seu assassino!” (2 Sm 16.8, BV).
Davi recuperou a delicadeza de caráter anterior O que o Filho de Deus recomendou ao anjo da igreja de Éfeso — “Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio” (Ap 2.5) — aconteceu com Davi. Ele fechou o parêntesis aberto algum tempo antes do episódio do adultério e voltou a viver e a mostrar delicadeza de caráter. Dentro do parêntesis ficou a sujeira de Davi e fora dele, antes e depois, ficou a sua beleza moral. Basta ver a maneira como Davi lidou com a morte do filho caçula e como tratou o seu acusador, que lhe disse: “Você é o homem rico que roubou a cordeirinha de estimação que bebia do copo do homem pobre e dormia em seus braços”.
Davi recuperou a glória perdida
Recuperou o trono, a autoridade, o prestígio, a comunhão com o Senhor e as bênçãos de Deus. Ele mesmo diz: “Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados!” (Sl 32.1). Sobretudo depois do peso esmagador da mão do Senhor. A história registra que Davi “morreu em boa velhice, tendo desfrutado vida longa [70 anos], riqueza e honra” (1 Cr 29.28).
Davi alcançou graças adicionais
O que Paulo diz em Romanos — “Onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5.20) — cumpriu-se em Davi. Deus havia prometido a Davi que, quando a vida dele chegasse ao fim, ele escolheria para sucedê-lo “um fruto do seu próprio corpo” (2 Sm 7.12). O escolhido era Salomão, fruto do corpo de Davi e de Bate-Seba: “Dentre todos os muitos filhos que [Deus] me deu, ele escolheu Salomão para sentar-se no trono de Israel, o reino do Senhor” (1 Cr 28.5). Salomão nasceu logo após o adultério e era filho daquela que “tinha sido mulher de Urias” (Mt 1.6). Na verdade, Salomão era filho da graça!
Davi despencou da loucura para a realidade
“Cair em si” quer dizer reconhecer o próprio erro, voltar à realidade. Foi o que aconteceu com o filho pródigo (Lc 15.17) e com o tal homem de Corinto que se deitou com a mulher de seu pai (1 Co 5.1; 2 Co 2.5-11). E o que não aconteceu com o fariseu da parábola de Jesus (Lc 18.11-12) e com o anjo da igreja de Laodiceia (Ap 3.17). Cair em si não é outra coisa senão reconhecer as maldades gêmeas – abandonar o Senhor, a fonte de água viva, e cavar as tais cisternas que, cheias de fissuras, não conseguem reter as águas (Jr 2.13). O grande apelo para cair em si está nestas palavras de Jeremias: “Compreenda e veja como é mau e amargo abandonar o Senhor, o seu Deus, e não ter temor de mim” (Jr 2.19).
Depois de cair em si, Davi admitiu o seu pecado
Imediatamente após o desbloqueio, Davi admitiu: “Pequei contra o Senhor”. E imediatamente após a confissão, foi absolvido da culpa: “O Senhor perdoou o seu pecado”. A confissão e o perdão estão no mesmo versículo (2 Sm 12.13). É preciso lembrar para confessar e é preciso confessar para não mais lembrar. Davi não dividiu a sua culpa com ninguém
A confissão de Davi é uma confissão limpa, tal qual a do publicano: “Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador” (Lc 18.13). Ele não disse que pecou porque suas mulheres e concubinas não o satisfaziam sexualmente. Não pôs culpa no pecado original herdado de Adão (Sl 51.5). Em nenhum momento responsabilizou Bate-Seba pela sua lascívia. Ele colocou o verbo pecar na primeira pessoa do singular, no caso do adultério (2 Sm 12.13; Sl 51.4) e no caso do recenseamento (1 Cr 21.8, 17). A confissão de Davi foi uma confissão “sem comentário” (BP).
Davi entendeu e aceitou o sofrimento relacionado com o seu pecado
Davi não se revoltou contra o juízo misericordioso e terapêutico de Deus nem contra o juízo implacável e oportunista do homem. Aceitou a morte do filho caçula e a agressão física e verbal de Simei, homem da família de Saul. Além de jogar pedras e poeira em Davi, Simei o amaldiçoava e lhe dizia: “Fora daqui, assassino! Você já está recebendo o castigo de Deus pela morte de Saul e sua família; você roubou o trono de Saul e agora seu filho Absalão o tomou de você! Finalmente você está experimentando o seu próprio remédio, seu assassino!” (2 Sm 16.8, BV).
Davi recuperou a delicadeza de caráter anterior O que o Filho de Deus recomendou ao anjo da igreja de Éfeso — “Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio” (Ap 2.5) — aconteceu com Davi. Ele fechou o parêntesis aberto algum tempo antes do episódio do adultério e voltou a viver e a mostrar delicadeza de caráter. Dentro do parêntesis ficou a sujeira de Davi e fora dele, antes e depois, ficou a sua beleza moral. Basta ver a maneira como Davi lidou com a morte do filho caçula e como tratou o seu acusador, que lhe disse: “Você é o homem rico que roubou a cordeirinha de estimação que bebia do copo do homem pobre e dormia em seus braços”.
Davi recuperou a glória perdida
Recuperou o trono, a autoridade, o prestígio, a comunhão com o Senhor e as bênçãos de Deus. Ele mesmo diz: “Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados!” (Sl 32.1). Sobretudo depois do peso esmagador da mão do Senhor. A história registra que Davi “morreu em boa velhice, tendo desfrutado vida longa [70 anos], riqueza e honra” (1 Cr 29.28).
Davi alcançou graças adicionais
O que Paulo diz em Romanos — “Onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5.20) — cumpriu-se em Davi. Deus havia prometido a Davi que, quando a vida dele chegasse ao fim, ele escolheria para sucedê-lo “um fruto do seu próprio corpo” (2 Sm 7.12). O escolhido era Salomão, fruto do corpo de Davi e de Bate-Seba: “Dentre todos os muitos filhos que [Deus] me deu, ele escolheu Salomão para sentar-se no trono de Israel, o reino do Senhor” (1 Cr 28.5). Salomão nasceu logo após o adultério e era filho daquela que “tinha sido mulher de Urias” (Mt 1.6). Na verdade, Salomão era filho da graça!
Fonte: www.ultimato.com.br
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Uma visão cristocêntrica
Discipulado eficaz
O discipulado não é uma visão da qual algum homem possa se vangloriar de ser o inventor. Trata-se da visão dada aos apóstolos pelo próprio Jesus, Mt 28:19. Como grande exemplo, Jesus passou a maior parte de seu ministério com doze homens, treinando-os para darem prosseguimento à implantação do Reino de Deus no coração das pessoas. Nunca abandonou as pessoas, mas aplicava-se especialmente a um grupo onde era intensa a preparação, tanto o lado espiritual como o caráter. Não se iludia com a multidão, mas focava na base que daria sustentação ao projeto de Deus, a implantação de uma igreja cujas portas do inferno jamais poderiam prevalecer contra ela.
Para termos um ministério de resultados positivos precisamos abrir mão dos paradigmas que nos levam a ficar dando voltas pelo deserto do sonho e partirmos para uma realidade que leva a um crescimento cujos fundamentos sejam sólidos.
Para uma igreja ser grande não basta atrair muitas pessoas é preciso que haja líderes em número e qualidade suficientes para manter e sustentar. Líderes sadios = crescimento sadio = igreja sadia.
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012
TORNE-SE UM LÍDER EFICAZ
Vinte e Quatro Formas de
Transformar seu Discurso em Prática
Alguém disse
certa vez que as pessoas não ouvem o que você fala – elas observam o que você
faz. Em outras palavras, uma das mais
poderosas ferramentas de liderança à sua disposição é seu comportamento. Embora os Distribuidores nem sempre acreditem
no que você diz, eles acreditarão no que
você faz e nos seus resultados. Côo seus
Distribuidores vêem seu comportamento?
Quantas dessas atitudes positivas e influentes fazem parte de seu
repertório de liderança?
1. Honestidade
Sua palavra é seu compromisso?
Os Distribuidores podem confiar que,
assim que tomar conhecimento de algo importante para eles, você lhes informará? Seu comportamento deixa claro que você não vai
enganá-los ou lhes dizer meias verdades?
2. Autoconfiança
Seu pessoal vê um líder seguro ou o vêem como alguém que sempre dá
a si mesmo uma segunda chance? Você está
disposto a correr riscos ou
constantemente pisa em terreno seguro?
3. Sacrifício
Sempre que seus Distribuidores são solicitados a assumir um
prejuízo ou abrir mão de algum benefício, você dá o exemplo assumindo uma carga
tão pesada quanto a deles? Está disposto
a abrir mão de algo em prol de seus Distribuidores para obter algo em troca?
4. Cuidado
Você se compadece com Distribuidores em dificuldades? Trata as pessoas com
gentileza? Ajuda os outros a manter sua
dignidade e respeito próprio?
5. Consideração
Você se preocupa com as necessidades dos outros tanto quanto se
preocupa com suas próprias necessidades?
Tem consideração pelo tempo de outras pessoas ou o seu cronograma vem
sempre em primeiro lugar?
6.
Responsabilidade
Você está disposto a pagar o preço de seus próprios erros? Preocupa-se com os bons resultados tanto
quanto espera que seus Distribuidores se preocupem?
7. Dedicação
Você adota a atitude de “fazer o que for necessário” que prega aos
outros?
8. Lealdade
O bem-estar de seus Distribuidores é uma prioridade de sua
lista? Conquista a lealdade deles
demonstrando a sua?
9. Altruísmo
Você se preocupa menos com sua fama e fortuna do que com a
reputação e a lucratividade da Empresa? Compartilha as glórias com seus
subordinados diretos, colocando-os à frente das câmeras?
10. Pontualidade
Você trabalha muito? Chega às
reuniões na hora certa? Cumpre os prazos
de desempenho? Volta para junto de seus
Distribuidores tão rápido o quanto prometeu?
11. Entusiasmo
Você é animado, otimista, cheio de energia? Mantém uma atitude
positiva mesmo nos piores momentos?
12. Resiliência
Você se recupera rapidamente da derrota? Vê o fracasso como uma experiência de
aprendizado? Busca rotineiramente oportunidades na adversidade?
13. Confiabilidade
As pessoas podem contar com você para cumprir com suas promessas e
suas obrigações? Está presente quando as
pessoas precisam de você? Participa de uma tarefa (ou se mantém junto às
pessoas) do início ao fim?
14. Criatividade
Você está sempre buscando uma forma melhor de fazer as coisas? É reconhecido como um inovador em sua área?
15. Maturidade
Você se comporta profissionalmente? Comunica seriedade de
propósito? Seu comportamento é admirado?
16. Humor
Você faz as pessoas rirem, sem que riam dos outros? Consegue rir de si mesmo? Consegue ajudar aos
outros a ver o lado otimista na maioria das situações.
17.
Adaptabilidade
Você gosta de experimentar
coisas novas? É aberto à mudança? Está
disposto a rever suas decisões quando alguém lhe mostra algo que não pensou?
18. Trabalho em
equipe
Você atribui responsabilidade a sua equipe e não atrapalha seu
trabalho? É um bom membro das equipes
das quais participa?
19. Conhecimento
Você se mantém atualizado dos últimos conhecimentos relativos a sua
área? Estimula que seus Distribuidores
participem de seminários a fim de aprimorar sua formação? Participa de seminários? Lê?
Ouve fitas? Você tem um Mentor
(Instrutor Pessoal)?
20. Capacidade
de decisão
Você é capaz de tomar decisões quando obtém informações suficientes
para tomar uma boa decisão, ao invés de adiá-las até ter “conhecimento
perfeito”? Você toma uma decisão somente
para não ser incorretamente influenciado pela última pessoa com quem falou?
21. Abertura à
críticas
Você pede aos seus Distribuidores para lhe informarem quando acham
que seu desempenho não é satisfatório? Responde positivamente quando fazem
isso?
22. Habilidades
Organizacionais
Você gerencia bem o seu tempo?
Organiza seu trabalho para se dedicar sempre ao item de maior
prioridade?
23. Pensamento
de longo prazo
Você pede aos distribuidores idéias que gerem retorno a longo
prazo? Prevê o impacto futuro de suas
decisões e atitudes?
24. Aparência
Você cuida de si mesmo fisicamente, arruma-se cuidadosamente e
veste-se meticulosamente?
terça-feira, 2 de outubro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Escolha Viver Vitoriosamente
Não há na farmácia nada que seja
eficaz para combater o medo, a angústia, a insegurança, os complexos, as
dúvidas existenciais e a crise de identidade. Qualquer medicamento prescrito
para tais problemas é o tal do “me engana que eu gosto”.
Conhecendo a verdade, que é Jesus
(Jo 14:6), o homem pode ser verdadeiramente livre (Jo 8:32-36). A Palavra de
Deus não se trata de um livro qualquer, mas é a revelação divina para sanar os
males arraigados na alma humana, cujas raízes foram impregnadas pelo pecado.
Leia a Bíblia e desfrute de uma
fé removedora de obstáculos, cujo resultado será vida com abundância, oferecida
gratuitamente por Jesus, que veio até nós para destruir tudo o que o diabo
construiu em nossa alma.
Não viva nas limitações impostas
pelos poderes do mal, mas viva uma vida liberta dentro da mais alta esfera de
satisfação.
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