quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Superação...



SUPERANDO OS DRAMAS  DA VIDA
Jó 17:1
INTRODUÇÃO: Uma menina quebrou um vaso de grande valor. Ficou muito triste, porém a tia a consolou: - “Não chore que titia manda consertar”. Procurou um restaurador de porcelanas, que consertou o vaso, pondo-o novo como antes. Admirada, a menina exclamou: - “Oh! Titia, Jesus também conserta o nosso coração e ele fica novo como ficou este vaso!”
"E desci da casa do oleiro e eis que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas. Como o vaso que ele fazia de barro quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos seus olhos fazer. Então veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Não poderei eu fazer de vós, como fez este oleiro, ó casa de Israel?" (Jr 18.3-6a).

TRANSIÇÃO: O texto básico fala a respeito de dramas que estavam assaltando a vida de Jó e que pode acontecer com cada um de nós. No entanto, Deus deseja que superemos esses dramas e vivamos uma vida vitoriosa.

I – FERIDAS INTERIORES
Jó afirmou: “o meu espírito se vai consumindo...”. Aqui Jó não falava de problemas físicos, mas de problemas na alma.
Esses problemas surgem e, se não forem tratados, acabam destruindo a vida da pessoa. Eles têm sua origem em mágoas, mau juízo de si mesmo (ficar achando-se incapaz, inferior), palavras duras que recebemos (que doem mais do que tapas), pessoas que nos olham com desconfiança, maus tratos recebidos em família, rejeição por parte de pessoas às quais amamos e não somos correspondidos.
Deus quer que você supere e vença tudo isso: Is 53:4-5 “Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.  Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados”.
Libere perdão aos teus ofensores. Ainda que não tenhas vontade, Deus te dará graça e verás que foi bom para você mesmo.

II – FALTA DE PERSPECTIVA DE VIDA
Veja a continuação da declaração de Jó: “os meus dias vão se apagando...”. Isso ocorre por causa de situações negativas que se acumularam em nossa vida: maus exemplos de pessoas que tínhamos como referência, frustrações diante de coisas que tentamos fazer e decepções.
“E os que ouviram isso disseram: Logo, quem pode salvar-se? Mas ele (Jesus) respondeu: As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus” (Lc 18:26-27). Não podemos ficar olhando para as circunstâncias, mas para Deus.
É preciso que façamos jus as Palavras de Deus a Josué: “Tão-somente esforça-te e tem mui bom ânimo para teres o cuidado de fazer conforme toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares. Não se aparte da tua boca o livro desta Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque, então, farás prosperar o teu caminho e, então, prudentemente te conduzirás” (Js 1:7-8).

III – FALTA DE ESPERANÇA
Jó continuou sua declaração: “só tenho perante mim a sepultura”. Com isso, ele estava afirmando: só me falta morrer. Isso acontece a muitos que vendo os desafios da vida, acham que não poderão superar e acabam desanimados.
Há uns que dizem: “não adianta, eu sou azarado mesmo!” Outros pensam que é melhor partir para o suicídio. Outros se entregam a uma vida medíocre ou depressiva; a ainda aqueles que se entregam à bandidagem, pois afirmam que se forem mortos não têm nada a perder mesmo.
Isso não pode continuar assim. Deus te fez para viver uma vida abençoada e abundante: “O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância” (Jo 10:10). Jó afirmou depois: “eu sei que o meu Redentor vive” (Jó 19:25).
A vida é maravilhosa dentro dos princípios de Deus: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (1Pe 1:3).

CONCLUSÃO: “E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo, e nosso Deus e Pai, que nos amou e em graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança, console o vosso coração e vos conforte em toda boa palavra e obra” (2Ts 2:16-17). Cristo em nós, esperança da glória. Em Cristo somos mais que vencedores. Jó recebeu o dobro de tudo.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Seja um intercessor


O VALOR DA INTERCESSÃO

Jeremias 33:3-11

Introdução: Deus sempre esteve em busca de alguém que pudesse interceder pelo povo, quando este estava em situação decadente, Ez 22:30. Hoje, mais do que nunca, precisamos nos conscientizar de que para que as coisas sejam modificadas não podemos cruzar os braços e ficar parados “vendo a banda passar”. A pergunta que Deus fez a Isaías continua viva e brilhando diante de nós: “a quem enviarei e quem há de ir por nós?” Deus espera a mesma resposta que Isaías apresentou: “eis-me aqui, envia-me a mim”. Ore a Deus buscando uma mudança.

Transição: O texto básico mostra que Deus convocou Jeremias, que estava preso devido à perseguição contra ele, para assumir o comando a fim de conseguir uma mudança em Israel, pois a coisa estava cada dia pior. Somente a intervenção de Deus poderia mudar esse quadro, mas Ele espera que alguém se coloque entre Ele e o povo – isto é, alguém se disponha a intercessor.

  1. Resposta além das expectativas
    1. Deus quer te surpreender, v. 3 – trazendo em resposta ao seu clamor coisas grandes e firmes que ainda não são conhecidas.
    2. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos - Nenhum pai diria ao filho que iria lhe comprar um presen­te de aniversário se não estivesse disposto a fazer isso. Certa­mente nosso Pai Celestial não é menos fiel em cumprir Suas promessas do que um pai humano. Deus não é homem para mentir, Nm 23:19. Ele fará o que disser que vai fazer - quando nos subme­termos às Suas condições – nesse caso Ele disse a Jeremias: “clama a mim...”

  1. Restauração do povo
    1. Curarei esta cidade, v. 6 – isto é, Deus manifestaria seu poder para dar saúde ao povo em termos espirituais, emocionais e físicos. O povo teria qualidade de vida.
    2. Farei com que desfrutem paz e segurança, v. 6 – quando o povo não tem paz e segurança a vida se torna improdutiva, pois o medo paralisa a pessoa.
    3. Promoverei prosperidade e restituição, v. 7 - É muito fácil criticar. Ouço pessoas criticando e sei que não estão orando pelos familiares, governantes e igreja; quando oramos por outros, não te­mos tanta disposição para criticar. Deixe de praguejar e amaldiçoar com críticas e comece a orar para que Deus traga restauração, Lc 1:37. 

  1. Mudança de imagem
    1. Diante de Deus, v. 9 – um povo que só fazia maldades desagradando a Deus, se tornaria motivo de satisfação para Deus, por causa da oração.
    2. Diante dos inimigos, v. 9 – todos os povos passariam a respeitar Israel, ao contemplar e ouvir o que Deus faria pelo seu povo; o Salmo 23 fala que Ele “põe uma mesa perante mim, na presença dos meus inimigos”.
    3. Diante das ruas de Jerusalém, v. 10-11 – Jerusalém deixaria de ser deserta, passaria a ser palco de festejos, celebrações de júbilo, demonstrações de louvores a Deus. De repente, é isso que está faltando na sua vida, família, empresa. Vamos nos unir em um só clamor a Deus!

Conclusão: Ficar criticando a situação é dar munição para Satanás se divertir à nossa custa; ficar parado diante do infortúnio é concordar com a desgraça. A receita para a virada é dada pelo próprio Deus, que disse: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar, buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2 Cr 7:14).

Comportamento diante das dificuldades


O QUE NÃO FAZER EM TEMPOS DE DIFICULDADES
2 Co 4:8-9

INTRODUÇÃO: A vida é composta de lutas e vitórias. Jesus disse que “no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo…” (Jo 16:33). Deus não nos priva das lutas, mas nos capacita para vencermos, portanto é necessário que aprendamos como nos comportar diante das dificuldades. Hoje vamos estudar sobre o que não devemos fazer em momentos de lutas e batalhas:

1) NÃO DESISTIR

Jó amaldiçoou o dia em que nasceu. Ele disse: “Por que não morri eu na madre? Por que não expirei ao sair dela?” (3:11). Geralmente é esse o nosso sentimento quando a vida desaba inesperadamente. Mas Jó nunca desistiu. Tiago falou da perseverança de Jó: “Tendes ouvido da paciência de Jó…” (Tg 5:11). Embora ele tenha murmurado e questionado Deus, ele jamais repudiou a Deus.
Observemos a atitude com a qual Paulo enfrentava as dificuldades: “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos” (2 Co 4:8, 9). Paulo estava pronto para estar onde Deus quisesse e fazer o que Deus quisesse. Ele disse aos irmãos de Filipos que era difícil para ele optar por viver e  trabalhar para o Senhor na terra ou partir para estar com Ele no céu (Fl 1:21–24). Não seria  ele que tomaria essa decisão; ele estava pronto para aceitar a decisão de Deus para a sua vida. Essa declaração tem mais significado ainda quando recordamos que Paulo estava preso no momento em que a escreveu.

2) NÃO OLHAR PARA TRÁS

Jó desejava voltar “aos velhos e bons tempos” (veja 29:2). Quando estamos numa fase de luta, não nos faz bem desejar que nossa situação seja como era antes. Podemos refletir, se for necessário. Não há nada de mal em nostalgias; mas se tentarmos reviver dias que já se foram, ficaremos decepcionados. O mesmo Deus que  trouxe os “velhos e bons  tempos” pode  trazer
“novos e bons tempos”. Mais uma vez a atitude de Paulo é útil a nós: “Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma  coisa  faço:  esquecendo-me das coisas que para  trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fl 3:13, 14).
De nada vale desejar os dias mais radiantes que já se passaram. Ontem não  está  ao nosso alcance mais do que o primeiro dia que Deus criou. Em vez de agir assim, olhemos para os dias radiantes que virão pela frente!

3) NÃO SENTIR PENA DE SI MESMO

O fardo de Jó foi tão grande que ele o descreveu como sendo mais pesado que  a  areia do mar (6:2, 3). Jó sentiu pena de si mesmo. A ironia da autopiedade é que quando você sente pena de si mesmo, você é o único a ter esse sentimento! Ninguém sentiu pena de Jó, exceto ele mesmo. Seus três amigos não  tiveram pena dele, embora ele tivesse implorado a eles: “Compadecei-vos de mim, amigos meus, compadecei-vos de mim, porque a mão de Deus me atingiu” (19:21). A esposa de Jó não foi nenhum consolo para ele.
Moisés sentiu pena de si mesmo quando ficou encolerizado com as reclamações dos israelitas. Ele não conseguia entender por que Deus lhe dera tamanho fardo. Em certa ocasião, ele perguntou a Deus: “Concebi eu, porventura, todo este povo? Dei-o eu à luz, para que me digas: Leva-o ao teu colo, como a ama leva a criança que mama…” (Nm 11:12–15). Ele pediu que Deus o deixasse morrer porque ele não podia mais suportar o fardo de toda aquela gente sozinho. Deus resolveu o problema de Moisés. Ele também resolveu o problema de Jó. Às vezes, podemos pensar que Deus está contra nós, mas Ele está trabalhando pelo nosso bem a todo tempo.

4) NÃO CULPAR OS OUTROS

As táticas de auto justificação são tão antigas quanto o Jardim do Éden. Quando Deus confrontou Adão  e Eva devido ao pecado que cometeram, Adão culpou Eva e Deus. Ele disse: “A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi” (Gênesis 3:12). Eva culpou a serpente, dizendo: “A serpente me enganou, e eu comi” (Gênesis 3:13).
Jó procurou alguém em quem pôr a culpa pelas suas aflições. Ele não acreditava que fosse ele o responsável. Ele não poderia pensar em ninguém mais a quem atribuir suas aflições, por isso ele questionou a Deus. Caçar um bode expiatório não resolve os nossos problemas. Enquanto Satanás puder nos manter à procura  do  responsável, ele poderá nos impedir de resolver nossos problemas.

CONCLUSÃO: Uma mulher observava uma borboleta tentando sair de seu casulo no peitoril de sua janela. Durante dias a borboleta ficou lutando para passar por um pequeno orifício na extremidade do casulo. Primeiro saiu a cabeça, depois a parte superior do corpo e depois as asas. A mulher não gostou de ver a borboleta lutando e se espremendo para passar a parte inferior do corpo por aquele pequeno orifício. Então, ela  concluiu que a borboleta precisava de ajuda, e abriu o buraco até a borboleta sair dali com facilidade. Para sua surpresa, a parte inferior do corpo ficou tão inchada, que o pobre inseto não conseguiu voar. A borboleta morreu ali mesmo, no peitoril da janela. A mulher não sabia que estava privando a borboleta de uma luta que ela precisava enfrentar para sobreviver. Essa luta teria reduzido o  tamanho da parte inferior do seu corpo e teria fortalecido suas asas. Rm 8:28 declara: “E sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”.

Superstição - um engano


SUPERSTIÇÃO - UM ENGANO DIANTE DA FÉ

Jeremias 10:1-16

Introdução: Vivemos em um mundo cheio de superstições. Não são poucas as crenças e praticas que confirmam esta realidade. As pessoas para tentarem ser felizes ou serem prosperas apelam para vários amuletos como: pé de coelho, figa, fita do Sr. Bonfim, trevo quatro folhas etc. ouros veneram os seus ídolos como se pudessem fazer algo em seu favor: santinhos e santinhas, gnomos, duendes, anjo da guarda, tomam parte ativa na vida das pessoas. Outros procuram pisar com o pé direito para não dar azar, não passar debaixo de uma escada, evitar cruzar com gato preto numa sexta feira 13, colocar vassoura (de cabeça para baixo atrás da porta para espantar visitas), só usar cores que atraem influencia positiva. Outros consultam os adivinhos, astrólogos, enganadores que através de cartas, búzios, astros e sessões fazem as suas previsões e conseguem enganar muita gente.
É preciso salientar que há diferenças substanciais e inconfundíveis entre Fé e Superstição.

I - A VERDADEIRA FÉ NÃO DEPENDE DE NENHUM ARTIFÍCIO, Sl 115:4-7
As pessoas supersticiosas sempre dependerão de artifícios. É necessário verificar que as pessoas mudam constantemente de opinião quanto aos objetos de suas superstições. Com o passar dos tempos mudam-se os hábitos e praticas; e alguns amuletos e objetos “sagrados” são substituídos pôr outros. A superstição segue modismo, interesse comercial, exploração financeira, etc. Por exemplo: atualmente por causa da Nova Era, as ênfases recaem sobre gnomos, duendes, cristais, astros, anjos, etc.
Como modismo muitos substituem os “santos” de sua devoção pelos novos “deuses” e o pior é que muita gente diz que isto é fé, esquecendo-se de que diferentemente da verdadeira fé, os supersticiosos demonstram insegurança, temor, preocupação.
Neste aspecto é importante perguntar: “O que é fé?” A resposta a esta pergunta é fundamental para compreender as diferenças existentes entre fé e superstição. Hebreus 11:1 afirma: “A Fé é a certeza das cousas que se esperam, a convicção dos fatos que não se vêem”. Fé é certeza, não crendice. Fé é convicção, não artifícios.
Não há possibilidades de se representar a fé pôr intermédio de quaisquer idealizações ou símbolos produzidos pela fértil imaginação humana.

II - A VERDADEIRA FÉ NÃO PERMITE PRATICAS IDÓLATRAS, Mt 4:10
Os amuletos e artifícios, estragam, enferrujam, se perdem ou apodrecem com o passar do tempo. Uma fé baseada em superstições ou representações falsas, mesmo em objetos considerados “sagrados”, produzidos pela imaginação humana, se constitui em pratica idolatra totalmente contraria a vontade de Deus.
A verdadeira fé desafia a pessoa a buscar o verdadeiro Deus e não objetos que estimulam a idolatria, que é condenado pelo mandamento bíblico: “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma...” (Êx 20:3-4).
Nas Escrituras Sagradas, a interessante narrativa da construção do bezerro de ouro em pleno deserto, quando o povo impaciente transforma os seus adereços em um “deus”, que passa a ocupar o lugar do verdadeiro Deus (Êxodo 32) é um exemplo concreto da crendice do povo, que assimilou a idolatria do Egito. A justiça de Deus pune os idolatras com a aplicação da pena de morte, preservando lições inesquecíveis e necessárias para o povo de Deus em todas as épocas. É importante lembrar que nada pode ser adorado ou venerado no lugar do Senhor.
A verdadeira fé ultrapassa os limites do tempo. A verdadeira fé enxerga não só aqui e agora, mas também a eternidade. Os supersticiosos possuem uma visão curta bastante limitada, pois se encontram preocupados apenas com o presente, esquecendo-se que a vida continua mesmo depois da morte e é indispensável garanti-la através de Jesus, único Senhor e Salvador.

III - A VERDADEIRA FÉ NÃO SE ENFRAQUECE DIANTE DAS ADVERSIDADES, Fl 4:13
As superstições demonstram fraqueza, medo e insegurança, ou seja, de falta de fé Quando alguém se firma em alguma das muitas crendices dos nossos dias está dizendo que não possui a verdadeira fé, que necessita ver para crer. A ordem é crer para ver.
Quem confia em objetos, astros ou fenômenos naturais, demonstram total ignorância à Palavra de Deus. O texto de Jeremias 10 mostra o contraste existente entre “fé e idolatria”, alistando as atitudes das pessoas que praticam religião, mas de forma contraria à vontade de Deus. Passam-se os séculos e os supersticiosos continuam com as mesmas fraquezas.
Enquanto não conhecem o caminho verdadeiro, as pessoas tentarão compensar as suas carências religiosas em outras praticas, dentre elas crendices e superstições. No entanto, “Quem confia no Senhor, aprende também a descansar nEle” (Sl 37:3-7).
A verdadeira fé não se mistura com superstições. As manifestações religiosas tem crescido, mas por outro lado, o que se percebe é o esfriamento da fé. Daí a importância da pergunta de Jesus: “Quando vier o Filho do Homem, achará porventura fé na terra” (Lc 18:8). Os cristãos verdadeiros cultivam a fé, longe das crendices e superstições.

CONCLUSÃO: A verdadeira fé ultrapassa os limites do tempo, pois além de suportar as situações mais adversas, garante a eternidade. A verdadeira fé enxerga não apenas o “aqui agora”, mas também o “além e a eternidade”, 1 Jo 5:4-5.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Experimentando o Milagre



EXPERIMENTANDO O MILAGRE EM SUA VIDA
2 REIS 4 :1-7

INTRODUÇÃO: Você crê em milagres? Segundo o dicionário Aurélio, milagre é “qualquer manifestação da presença ativa de Deus na história humana”; “Feito ou ocorrência extraordinária, que não se explica pelas leis da natureza”. A Bíblia afirma que Deus pode fazer tudo além do que pedimos ou pensamos: "Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós" (Efésios 3:20, RA). No entanto, para que aconteça o milagre não basta apenas ter Jesus é preciso crer que Ele pode fazer com que o milagre aconteça: "Então, ordenou Jesus: Tirai a pedra. Disse-lhe Marta, irmã do morto: Senhor, já cheira mal, porque já é de quatro dias. Respondeu-lhe Jesus: Não te disse eu que, se creres, verás a glória de Deus?" (João 11:39-40, RA). Como você vai experimentar o milagre em sua vida?

I – RECONHECENDO A SUA INSUFICIÊNCIA, V. 2 "Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite".
- Meu irmão, reconheça que por ti mesmo não poderás resolver a situação. Só que não fique parado, busque naquele que pode fazer além do que você pode. No caso da ressurreição de Lázaro, os homens podiam tirar a pedra, mas só Jesus podia dar vida, conforme Jo 14:6.
- A Bíblia afirma que há coisas que são impossíveis para os homens, mas que são possíveis para Deus - "Jesus, fitando neles o olhar, disse-lhes: Isto é impossível aos homens, mas para Deus tudo é possível" (Mateus 19:26, RA); afirma também que se você pode crer as coisas mudam: "Ao que lhe respondeu Jesus: Se podes! Tudo é possível ao que crê" (Marcos 9:23, RA).

II – BUSQUE VIVER UMA VIDA DE COMUNHÃO, V. 3 "Vai, pede para ti vasos emprestados a todos os teus vizinhos, vasos vazios, não poucos".
- Há uma coisa que a Bíblia afirma como boa e agradável, que é vida de comunhão: "Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes. É como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião. Ali, ordena o Senhor a sua bênção e a vida para sempre" (Salmos 133, RA).
- Aquela mulher só conseguiu vencer porque possuía relacionamento bom com os vizinhos. O isolamento faz com que a pessoa viva uma vida miserável.  Veja o que afirma a Palavra: "Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante" (Eclesiastes 4:9-10, RA).

III – OBEDEÇA A VOZ DE COMANDO ESPIRITUAL, V. 3, 7.
- Deus estabeleceu autoridades espirituais sobre a face da terra. São homens e mulheres que se dispõe a ser usados por Ele para orientar o povo dentro dos princípios da Sua Palavra. Portanto, toda pessoa precisa estar ligada a uma igreja onde possa ser pastoreada: "E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo," (Efésios 4:11-13, RA).
- Se você está vivendo numa aliança com uma igreja haverá vitória para sua vida, pois seus líderes são responsáveis diante de Deus: "Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue" (Atos 20:28, RA). "Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil. " (Hebreus 13:17, RC95).
- De acordo com o texto básico, o pastor daquela mulher era o profeta Elizeu, portanto, ela recorreu a ele e seguiu suas orientações: ele disse “vai e pede vasos emprestados”, ela foi, (v. 3). Depois ele disse: “vai e vende” ela foi (v. 7).

CONCLUSÃO: Jesus Cristo continua sendo o mesmo "Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente" (Hebreus 13:8, RC95). Seu poder é para hoje também: "Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar" (Atos 2:39, RC95). O que você precisa é reconhecer a sua insuficiência, viver uma vida de comunhão e obedecer a voz de comando espiritual.

FELIZ ANO DE 2012


PORTA QUE SE ABRE

A Rede Globo, que é uma empresa de comunicação plenamente comercial, tem se aproximado dos evangélicos. Ela faz isso não porque tenha se convertido a Jesus, mas, sim, porque reconheceu que os evangélicos se tornaram numerosos no país, e, consequentemente, uma força consumidora. Portanto, ao invés de manter uma ofensiva contra os evangélicos, a Rede Globo decidiu encorajar e patrocinar cultos com o propósito de conseguir ganhos de audiência. Enquanto a Rede Globo pensa a partir da perspectiva comercial, a igreja evangélica precisa pensar a partir da perspectiva divina. Se Deus usou Ciro para que o culto no Templo de Jerusalém fosse restabelecido, será que Ele não teria poder para usar a Rede Globo para que a mensagem do evangelho seja proclamada, o nome de Jesus seja levantado e a identidade da igreja seja reafirmada? Ainda que muitos possam duvidar, Deus continua tendo todo o poder! Portanto, ao invés de levantarmos a voz contra Ciro, que tal agradecermos e adorarmos ao Senhor por essa porta que foi aberta!?


Fonte: Diante do trono

PERDÃO - QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA



A FORÇA DO PERDÃO

Lucas 6:27-36 e Mateus 18:21-22


INTRODUÇÃO: Um príncipe árabe estava sentado em sua tenda quando ouviu pessoas gritando; os gritos vinham se aproximando, peguem não o deixem escapar! De repente um rapaz invadiu sua tenda e, tremendo, ocultou-se atrás dele. Segundos depois chegaram os seus perseguidores e insistiam com o príncipe dizendo: “entregue-nos o garoto, ele matou uma pessoa e segundo as nossas leis tem que pagar com a própria vida”. O príncipe vendo a situação desesperadora do rapaz e se condoendo dele disse: “este jovem entrou em minha tenda em busca de refúgio, enquanto estiver sob a minha proteção ninguém o tocará, eu o perdôo pela sua falta”. Um dos perseguidores insistiu: “senhor ele tem que ser punido, venha e veja com seus próprios olhos, a pessoa que ele matou foi o seu filho”. Diante desta drástica revelação, o príncipe, depois de alguns instantes, falou: “o meu perdão já foi dado, e já que não mais vive o meu filho, vou criá-lo como se fosse o meu filho que ele matou”.

I. A FORÇA DO PERDÃO TRAZ A EFICÁCIA DE TRANSFORMAR A VIDA (Lc 6:27-31)
1. Muda nossa concepção e sentimentos em relação aos outros. Se liberarmos perdão vamos poder cumprir o mandamento que Jesus nos apresentou: Amar os inimigos (v. 27a). Fazer o bem a todos (v. 27b). Bendizer e nunca maldizer (v. 28a). Orar pelos que nos perseguem (v. 28).
2. Por trás do perdão há um poder eficaz (vv. 29, 30). Paz para nossa alma – só através do ato de perdoar nos levará a desfrutar paz interior. Não podemos esperar que o mundo mude se não começarmos a mudança em nós. Nós temos que mudar primeiro (v. 31). Aquilo que queremos que os outros façam, devemos fazer primeiro.

II. A FORCA DO PERDÃO TRAZ A GRAÇA DE AGRADAR A DEUS (vv.32-35)
1. Amando ao próximo testemunhamos nossa fé (vv. 32, 34). Perdoar não é uma opção, mas uma obrigação (v. 35 a). Se não perdoamos, transgredimos a Lei de Deus (v. 36)
2. Amando e perdoando ao próximo, recebemos muitas bênçãos (v. 35 b). Há grande recompensa para eu tomar a atitude de perdoar: "... e será grande vosso galardão..."

III. A FORÇA DO PERDÃO TRAZ UMA AÇÃO ILIMITADA PORQUE PROVEM DE DEUS (Mt 18:21, 22)
1. Se limitarmos o perdão, estamos limitando a Deus (v. 21). À medida do nosso perdão é a medida do poder que Deus libera sobre nós.
2. Deus nos oferece a capacidade de perdoar sempre (v. 22). Só não perdoa quem não quer. Deus deu-os esta condição. Muitos dizem que não têm força para perdoar. Perdão é questão de decisão.

CONCLUSÃO: A ciência tem atribuído ao ódio e ao rancor, uma infinidade de enfermidades que se manifestam no corpo humano. E o mais surpreendente, quando o enfermo libera o perdão, sua enfermidade desaparece com muito muita eficácia que se tivesse recebido a dose do melhor antibiótico disponível no mercado. Perdoar faz bem àquele que perdoa e nos aproxima de Deus, que por amor ao mundo enviou Jesus a fim de conceder perdão e restauração.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Quando se faz o que não se devia fazer


Quando se faz o que não se devia fazer

Edom não devia ter feito isso e aquilo, mas fez. Eu não devia ter feito isso e aquilo, mas fiz. Você não devia ter feito isso e aquilo, mas fez. Foi um grande erro fazer o que não deveria ser feito. Agora, Edom, você e eu “estamos recebendo o que os nossos atos merecem” (Lc 23.41, NVI).

Quem é Edom? O que ele fez de errado? Edom é Esaú, o irmão gêmeo de Jacó, filho de Rebeca e Isaque. O Edom que fez o que não devia fazer não é a pessoa de Edom, mas os seus descendentes, os edomitas, um povo aparentado com os israelitas. É a eles que se dirige a melancólica reprimenda do profeta Obadias (versículos 12 a 14):

“Você não devia ter olhado com satisfação o dia da desgraça de seu irmão”.
“Você não devia ter se alegrado com a destruição do povo de Judá”.
“Você não devia ter falado com arrogância no dia da sua aflição”.
“Você não devia ter entrado pelas portas do meu povo no dia da sua calamidade”.
“Você não devia ter ficado alegre com o sofrimento dele no dia da sua ruína”.
“Você não devia ter roubado a riqueza dele no dia da sua desgraça”.
“Você não devia ter esperado nas encruzilhadas, para matar os que conseguiram escapar”.
“Você não devia ter entregado os sobreviventes no dia da sua aflição”.

Ao todo são oito “não devia”, mas todos os oito “não devia ter feito” foram feitos por Edom.
A lembrança dos muitos “não devia” realizados, provoca remorso (inquietação de consciência por culpa ou crime cometido), uma dor simplesmente insuportável.

As nossas confissões do “não devia” estão por aí:
“Não devia ter comido da árvore do conhecimento do bem e do mal”.
“Não devia ter me deitado com a mulher de Urias”.
“Não devia ter negado três vezes o meu Senhor”.
“Não devia ter traído sangue inocente”.
“Não devia ter dado meu voto contra os santos quando eles eram condenados à morte”.
“Não devia ter engravidado aquela garota de 15 anos”.
“Não devia ter expulsado minha filha de casa”.
“Não devia ter me iniciado nas drogas”.
“Não devia ter posto fogo naquele índio velho”.
“Não devia ter ordenado o Holocausto”.
“Não devia ter levado a efeito o ato terrorista de 11 de setembro”.
“Não devia ter invadido o Iraque nem torturado os seus presos”.
“Não devia continuar com a política do olho por olho e dente por dente”.
“Não devia ter comprado sem antes fazer um balanço das suas contas”.
“Não devia ter emprestado esse cheque de uma outra pessoa”;
“Não devia ter ultrapassado o sinal vermelho”.
“Não devia ter falado da vida alheia”.

Depois de tantos e vergonhosos equívocos, resta o juízo de Deus. Ou, quem sabe, a sua misericórdia. Para alcançar a misericórdia do Senhor é preciso confessar e pedir perdão a Deus e à pessoa prejudicada, conviver com as conseqüências naturais dos equívocos cometidos e aprender a negar-se a si mesmo para evitar outros “não devia”.


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Prenda o que te prende

Foi na época dos juízes. Uma mulher, chamada Débora, falou com um homem: “Levanta-te, Baraque, e leva presos os que te prenderam” (Jz 5.12). Não há vitória mais espetacular do que esta: prender o que o prende. O que isso significa de fato?

Significa libertação dos inimigos internos:
Vitória sobre a ira,
Vitória sobre a inveja,
Vitória sobre o mau gênio,
Vitória sobre a timidez,
Vitória sobre a preguiça,
Vitória sobre os traumas do passado,
Vitória sobre o desejo de pornografia,
Vitória sobre a dependência química,
Vitória sobre os complexos.

Antes encarcerado e subjugado por essas e outras coisas, agora você é um homem livre. Você conseguiu vencer o que o vencia. Você aprendeu a praticar a arte de negar-se a si mesmo, de dizer “não” aos desejos interiores, de não soltar os males que estão dentro de você e que o contaminam (Mc 7.21-23).

Combina maravilhosamente com esse cântico de Débora, o cântico de Davi (Sl 68.18), que Paulo transcreveu na Epístola aos Efésios: “Quando Ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens” (Ef 4.8). Se Jesus levou cativo o cativeiro, você está potencialmente livre. O que o oprimia, o que o subjugava, o que o infelicitava, Ele tirou de cima de você e levou para longe. Foi por causa disso que Jesus exclamou: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8.32).

A palavra de Débora deve soar continuamente em seus ouvidos: “Levanta-te e leva presos os que te prenderam”. Não deixe por menos. Não é para você ser levado preso caminho afora, na situação humilhante de um condenado. É para você levar preso hoje o que outrora o condenava.

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8:32).
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mt 11:28).

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