sexta-feira, 17 de julho de 2015

Os dramas da vida precisam ser superados

“Não me chameis Noemi; chamai-me Mara, porque grande amargura me tem dado o Todo-poderoso” (Rute 1:20).


A vida humana traz muitos dramas oriundos de experiências difíceis pelas quais estamos sujeitos a passar. Noemi deixara Belém para ir com seu marido Elimeleque e seus dois filhos para Moabe, no entanto ocorreram fatos abaladores: a morte de seu esposo e seus dois filhos. O que restou foram três viúvas, Noemi e suas noras, Rute o Orfa. Noemi resolveu voltar à sua terra natal, sendo que sua nora Rute insistiu e foi junto. Lá chegando seus conhecidos e parentes se alegravam com sua chegada. Ela, porém, lhes diz: “não me chames Noemi, mas chamai-me Mara”. Com isso ela fazia referência que o bom e amável tornou-se amargo.
Deus quer te ajudar nas horas difíceis. Ele é o socorro bem presente na hora da angústia. Apresente a Ele suas queixas e dificuldades para que haja uma transformação. Tal como a água transformada em vinho, Jesus pode mudar o quadro da sua vida.
É possível que os momentos de aflição possam ser inspiradores para compormos as mais belas poesias e canções, como afirma o poeta sacro: “os mais belos hinos e poesias foram escritos em tribulação. E dos céus as lindas melodias se ouviram na escuridão” (Hinário Aleluia). O salmista sobe tirar proveito dos momentos difíceis: “Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos” (Salmo 119:71).
Noemi pode se alegrar ao ver sua nora Rute, moabita, ser inserida num glorioso propósito na história de seu povo Israel, tornando-se fundamental na história, casando com Boaz e sendo avó de Davi, o maior rei de Israel, sendo que de sua geração veio Jesus, o Rei dos reis. Deus escreve certo, é preciso lermos certo seus escritos.
Pr. Wanderley da Silva 

Amargura - potente arma maligna

Cuidado com a amargura
Hb 12:15

Tudo o que há de errado em nós é revelado pela luz das Escrituras Sagradas. No entanto, a Bíblia é fonte de vida. Ao revelar o lixo que há em nosso coração, seu objetivo é que façamos a limpeza necessária a fim de vivermos uma vida estável e abundante. Quem insinua que as palavras de Deus são acusadoras e condenatórias é o diabo, pois deseja que vivamos na desgraça, seu propósito é roubar, matar e destruir, Jo 10:10.
Não é nada bom mantermos um compartimento em nossa alma para armazenarmos lixo. Lugar de lixo é na lixeira e, pelo que sei, ninguém possui uma lixeira de estimação. Nós somos o templo do Espírito Santo, não depósito de lixo! O mau cheiro pode se tornar algo normal, se quando o sentirmos, não tomarmos providência quanto à sua eliminação, pois os mesmos produzirão micro-organismos geradores de doenças. Muitos estão colhendo o que não gostariam, mas permitiram que as bactérias malignas fossem sendo alimentadas dentro de sua alma.
Ninguém é perfeito, Rm 3:10. Todas as pessoas já cometeram injustiças contra outras, mas também já foram injustiçadas. Não bastam boas intenções, pois elas não nos isentarão de cometermos erros e de que alguém erre contra nós. Mais cedo ou mais tarde, todos devemos fazer uma limpeza em nossos sentimentos. Bom seria que cada dia nos livrássemos dos sentimentos maus. A Palavra afirma: “não se ponha o sol sobre a vossa ira” (Ef 4:26).
O desejo de Satanás é tornar os pequenos ferimentos em lesões e chagas incuráveis. Ele injeta elementos nocivos e destrutivos no coração, disseminando mágoas que podem ir torturando a pessoa durante toda a sua vida. À primeira vista, esses elementos parecem algo normal e humano, sendo até muitos deles imperceptíveis, mas com o passar do tempo vemos que o inimigo conseguiu oprimir, controlar, frustrar e destruir a vida, os atos e os sonhos da pessoa. Não devemos ignorar os ardis de Satanás, 2 Co 2:11. Devemos sujeitar a Deus, resistir ao diabo, para que ele fuja de nós, Tg 4:7. Isso não acontecerá, enquanto nutrirmos sentimentos de que somos coitadinhos, injustiçados e vítimas de alguma situação. “Não deis lugar ao diabo” (Ef 4:27).
O ser humano é um espírito vivente, que possui uma alma e habita num corpo, 1 Ts 5:23. Portanto, a maioria de nossos distúrbios ou problemas estão ligados à natureza espiritual. Ninguém poderá ter uma vida satisfatória vivendo sob o domínio de um espírito amargurado. Isso reflete no caráter produzindo frieza, falda de compreensão e perdão e até a vingança. O amargurado só consegue “aparente vantagem” diante de pessoas com o mesmo sentimento, pois com estas pessoas não há confronto e, sim, complacência.
Quando alguém se deixa levar por esse mal o resultado é a quebra de relacionamento. Relacionamentos rompidos geram trevas (1 Jo 2:11), insensibilidade e imaturidade.
A mais poderosa arma de destruição usada pelo inimigo, para conduzir alguém ao fracasso, é a amargura. Nenhum homem ou mulher fiel a Deus permanecerá firme se consentir em guardar amargura no coração. A amargura é o veneno da alma, mas que procura penetrar em todas as áreas da vida, inclusive afetando outros, Hb 12:15. A palavra nos adverte: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, pois dele procedem as saídas da vida” (Pv 4:23). O apóstolo Paulo nos adverte: “Toda amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmias, e toda malícia seja tirada de entre vós” (Efésios 4:31).
Vamos encerrar com uma aplicação prática do Salmos 131 em nosso viver diário:

“Senhor, o meu coração não se elevou, nem os meus olhos se levantaram; não me exercito em grandes assuntos, nem em coisas muito elevadas para mim. Decerto, fiz calar e sossegar a minha alma; qual criança desmamada para com sua mãe, tal é a minha alma para comigo. Espere Israel no Senhor, desde agora e para sempre”.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Você tem Valorizado Sua Filiação em Deus?

A parábola do filho pródigo (Lc 15:11-32) revela as dificuldades enfrentadas por um pai, quando os filhos não vivem como deveriam viver. Um manifestava insatisfação e resolveu sair de casa; o outro não saiu de casa e manifestou insatisfação também. 

1) O mais novo resolve sair de casa, afastando de seu pai e vivendo regaladamente na devassidão, gastando todo seu dinheiro. Enfadou-se da casa do pai. Entrou em seu coração um espírito aventureiro que pensava que lá fora, longe do pai as coisas eram melhores. Mal sabia ele o engano enorme que estava permitindo em sua alma.

2) O mais velho continuou na casa do pai, mas vivia como se estivesse longe, não abria seu coração para desfrutar de seus privilégios. Estava em casa, mas vivia como se não estivesse. Não desfrutava dos privilégios ou provisões da casa paterna. Quando o filho não abre seu coração para o melhor de Deus, acaba querendo acusar Deus de injusto diante de suas atitudes generosas para com outras pessoas. Nessa condição o egoísmo aflora e não suporta ver os seus irmãos se voltarem para o pai.

Isso retrata a vida dos filhos de Deus. Quantos não dão o devido valor a vida com Deus! 

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Lidando com as adversidades

LIDANDO COM AS ADVERSIDADES DA VIDA

Ec 11:8

INTRODUÇÃO: Você gosta das coisas bem organizadas? Acredita ter tudo sob controle? Planeja cada detalhe com antecedência e se frustra quando algo foge de seu poder? Essas perguntas precisam de respostas e, muitas vezes, não as temos, continuando, assim, a viver como se pudéssemos dar direção à nossa própria caminhada. Salomão deixou-nos uma palavra bem clara: se estamos vivendo um bom momento, não podemos “fechar os olhos” e achar que sempre será assim. Segundo ele afirmou, precisamos estar preparados para os dias das adversidades, que são os dias de trevas, quando parece que não temos visão alguma de onde pisar.


UM PLANO NÃO PODE SER DEFINITIVO – Ec 11:8 
Tão importante quanto ter um bom plano é saber lidar com o inesperado. Bons planos devem ser maleáveis, flexíveis, a ponto de permitirem, se necessário, alterações antes de sua execução. Nossa vida é dinâmica, carregada de surpresas e de novos desafios que surgem diante de nós à medida que caminhamos; por isso precisamos saber lidar com imprevistos. 
 Na maioria das vezes, nos sentimos frustrados quando algo não sai da maneira planejada. É muito provável que quando isso acontece, muitos ficam como se o chão se abrisse sob seus pés. 
 O apóstolo Paulo passou por situação semelhante quando, em um de seus projetos, tinha como plano ser missionário na Espanha e, em vez disso, foi surpreendido com um “plano B”, que o conduziu direto para a prisão. Todos nós, em algum momento da vida, já nos encontramos nessa situação: prontos para embarcar rumo àquela tão esperada viagem, ou certos de que agora seríamos promovidos, ou ainda prontos para realizar o sonho de ingressar na universidade. E a viagem não dá certo, a promoção vai para outro, nosso nome não sai na lista de aprovados. Então acabamos na prisão, assim como Paulo.

UM PLANO ALTERNATIVO PODE TRAZER BENEFÍCIOS – Hb 11:34 
A prisão de Paulo poderia ter significado o fim de tudo, mas ele aceitou o fato, sem tentar negar a realidade, e tirou o máximo proveito de tudo. Em vez de gastar tempo se lamentando e murmurando, ele escreveu cartas - Efésios, Filipenses, Colossenses, Filemon - que ecoam e nos ajudam em nossa caminhada hoje. Nós também podemos tirar proveito dos planos B e descobrir que melhores do que a viagem ou a promoção serão as cartas escritas no cárcere. Paulo escreveu: “Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada” (Rm 8.18). Existe uma escalada que ainda não se completou: “Estamos sendo transformados com glória cada vez maior” (2 Co 3.18). Daí esta outra declaração: “A nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2 Co 4.17). O último patamar dessa escalada é a total recuperação da imagem e semelhança de Deus perdida por ocasião da queda: “Ele [Jesus] transformará nossos corpos humilhados, para serem semelhantes a seu corpo glorioso” (Fp 3.21).

NUNCA PODEMOS PERMITIR QUE NOSSA FÉ SE ABALE – Hb 10:38 
Nem toda teimosia é maléfica e eticamente incorreta. Há uma teimosia santa. É aquela que insiste em acreditar em Deus em toda e qualquer circunstância. Não há maior triunfo do que superar pela fé um transtorno qualquer, de pequena ou longa duração, até que se enxergue a luz no fim do túnel. Além de ser benéfica, essa modalidade de teimosia é uma virtude rara. 
 Veja-se, por exemplo, a teimosia do profeta Habacuque: “Ainda que as figueiras não produzam frutas, e as parreiras não dêem uvas; ainda que não haja azeitonas para apanhar nem trigo para colher; ainda que não haja mais ovelhas nos campos nem gado nos currais, mesmo assim eu darei graças ao Deus Eterno e louvarei a Deus, o meu Senhor” (Hc 3.17, 18, BLH). 
 Veja-se também a conhecida e magistral teimosia do salmista: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam” (Sl 23.4). 
 A expressão “ainda que” ou “ainda quando”, usada por Habacuque e por Davi, é muito enfática. Ela quer dizer que mesmo havendo alguma tragédia, grande ou pequena, isso não pode nem deve perturbar a paz daquele que está firmado no Senhor. 
 Aquele que é possuído por essa santa teimosia é capaz de adorar a Deus nos momentos humanamente menos indicados. Depois de perder todos os seus bens e os dez filhos, “Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a cabeça e lançou-se em terra e adorou; e disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor!” (Jó 1.20, 21.) A teimosia do homem da terra de Uz era devida à sua certeza: “Eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra” (Jó 19.25). O rei Davi comportou-se da mesma maneira: depois da morte do filho, ele “se levantou da terra, lavou-se, ungiu-se, mudou de vestes, entrou na Casa do Senhor e adorou” (2 Sm 12.20).

MANTENHA SEMPRE VIVO O ÂNIMO – Jo 16:33 
O ânimo é bom em qualquer tempo, sobretudo em momentos de adversidade. Cobrar ânimo precisa ser um exercício contínuo. Armazenar ânimo é uma das providências mais sábias que você pode tomar. Nada se deve fazer sem ânimo. E o que se faz sem ânimo desgasta muito mais e nem sempre sai a contento. 
 O rei Asa, ao ouvir as palavras do profeta de Deus, cobrou ânimo. Em seguida, teve a coragem de lançar as abominações fora de toda a terra de Judá e de Benjamim e de renovar o altar do Senhor (2 Cr 15.8). O mesmo aconteceu com o rei Ezequias: “Ele cobrou ânimo, restaurou todo o muro quebrado e sobre ele ergueu torres” (2 Cr 32.5). O ânimo sempre gera ânimo. Ele é tão contagioso como o medo. Daí o registro: “O povo cobrou ânimo com as palavras de Ezequias” (2 Cr 32.8). Um dos mais famosos casos de reanimação diz respeito à tripulação e aos passageiros de um navio que estava prestes a naufragar no Mediterrâneo. Eram ao todo 276 pessoas, que não comiam, nem dormiam frente ao perigo de perderem as suas vidas. Um dos passageiros era o apóstolo Paulo, que, baseado numa clara promessa de Deus, procurou levantar o ânimo de todos. Apesar das circunstâncias esmagadoramente contrárias, “todos cobraram ânimo e se puseram também a comer” (At 27.36). “A fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo” (Rm 10.17). Os portais do ânimo são as Escrituras Sagradas. A leitura e a meditação da Palavra de Deus, quando freqüentes e regulares, geram ânimo durável e verdadeiro.

CONCLUSÃO: A vitória e a derrota dependem da maneira como cada um se comporta, mas a pior derrota é a de quem desanima. Veja o testemunho de Paulo: “Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece” (Fp 4:12-13).

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A NECESSIDADE DO ESPÍRITO SANTO

A NECESSIDADE DO ESPÍRITO SANTO

        Não há igreja verdadeira sem a presença e a ação do Espírito Santo. É impossível haver um convertido sequer sem a transformação operada pelo Espírito Santo. Charles Spurgeon dizia que é mais fácil ensinar um leão a ser vegetariano do que converter um coração sem a obra regeneradora do Espírito Santo.
O livro de Atos, nos capítulos 1 e 2 nos fala sobre cinco verdades fundamentais acerca do Espírito Santo.

1.  A promessa do Espírito Santo (Atos 1.4-8)
Jesus determinou os discípulos a não saírem de Jerusalém até que recebessem a promessa do Pai (At 1.4), o batismo com o Espírito Santo (At 1.5). Esse batismo seria também um revestimento de poder (Lc 24.49).
Os discípulos, ainda influenciados por uma visão provinciana e política do reino de Deus, perguntaram a Jesus se seria nessa época que o reino seria restaurado a Israel. Jesus não alimenta as idéias messiânicas distorcidas deles e retoma o tema da promessa do Espírito, dizendo: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8).
Essa promessa que se cumpriu no dia de Pentecostes é a mesma profetiza por Joel (Jl 2.28) e Isaías (Is 44.3-5).

2.  A busca do Espírito Santo (At 1.14)
Os discípulos não aguardaram a promessa do Espírito Santo dormindo ou indiferentes, mas em oração. Os cento e vinte discípulos, entre eles os apóstolos, Maria, bem como seus outros filhos oraram durante dez dias após a ascensão de Cristo. Ao fim desse tempo, o Espírito Santo foi derramado sobre eles.
Essa oração no cenáculo teve três características:
Primeiro, ela foi abrangente: todos eles estavam comprometidos com a busca do Espírito Santo;
Segundo, ela foi perseverante: todos eles perseveram em oração, sem esmorecer;
Terceiro, ela foi unânime, ou seja, todos tinham um só objetivo, uma só motivação, a busca do Espírito Santo.
Houve unanimidade e concordância na oração. Em todos eles havia o mesmo sentimento.

3.  O derramamento do Espírito Santo (At 2.1-4)
No dia do Pentecostes, dez dias depois da ascensão de Cristo e da oração incessante da igreja, o Espírito Santo foi derramado. Todos os discípulos ficaram cheios do Espírito Santo. Aqueles que já tinham o Espírito Santo, pois eram convertidos, agora são cheios do Espírito Santo e revestidos com poder para testemunhar. O Espírito Santo desce sobre eles em línguas como de fogo e como um vento impetuoso e todos começam a falar as grandezas de Deus. Uma multidão se ajunta curiosa e cheia de ceticismo (At 2.12), preconceito (At 2.7) e zombaria (At 2.13). Embora o milagre tenha atraído a multidão, foi a pregação da Palavra que compungiu o coração do povo e naquela manhã cerca de três mil pessoas foram convertidas a Cristo. A partir daí, aqueles que até então estavam trancados com medo dos judeus, são trancados nas prisões por falta de medo. Aqueles que se acovardaram diante dos perigos, agora enfrentam açoites, prisões e até mesmo a morte com galhardia.

4.  A vida cheia do Espírito Santo (At 2.42-47)

Depois que a igreja ficou cheia do Espírito Santo sua vida refletiu isso e o mundo foi impactado. A plenitude do Espírito foi percebida através da firmeza na doutrina dos apóstolos, do engajamento na oração, da comunhão fraternal, da adoração fervorosa e do testemunho irrepreensível. Uma igreja cheia do Espírito tem bom testemunho dos de dentro e também dos de fora. Ela cresce em conhecimento e também em graça. Ela tem a simpatia dos homens e a aprovação de Deus. Ela cresce em santidade e também em números. Ela é embaixadora de Deus na terra e promove festa no céu.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Discipulado - Projeto de Deus

DISCIPULADO - PROJETO DE DEUS
Por Pastor Wanderley da Silva

Quando Deus criou o homem, criou-o para um projeto glorioso. Para isso, este deveria manter comunhão com Ele, sendo Seu representante no governo e domínio sobre a criação. No entanto, Satanás intentou destruir os planos do Criador, quando incitou nossos primeiros pais a descrerem da Palavra de Deus.
Como Deus é soberano e nenhum dos seus planos pode ser frustrado, Ele enviou Jesus para resgatar seus propósitos e reatar novamente o homem a Ele, promovendo a transformação da humanidade, dando vida abundante, Jo 10:10. Pensando nisso foi que, quando esteve na terra, Jesus instituiu a sua Igreja (Mateus 16:16-18), não como um fim em si mesma, mas como agente do Reino, no resgate do propósito de Deus. 
Em sua despedida deste mundo, Jesus deu suas últimas instruções aos seus discípulos, reafirmando a missão da Igreja, que é fazer discípulos de todas as nações (Mateus 28:19). 
O discipulado é o processo pelo qual Deus deseja reproduzir sua vida em nós para a sua glória, João 15:8; sendo assim, somos chamados a conquistar pessoas para Jesus: aliançando-as no corpo de Cristo; promovendo seu aperfeiçoamento através do discipulado, para que reproduzam a vida de Cristo; e, por último, enviando-as com a unção do Espírito Santo para cumprir a missão de fazer discípulos. 
Jesus usou o relacionamento a fim de difundir o reino de Deus. Seus discípulos estiveram com Ele dia e noite por três anos. Escutavam os seus sermões e memorizavam os seus ensinamentos. Viram-no viver a vida que ele ensinava. Então, após sua ascensão, os discípulos confiaram as palavras de Cristo a outros e encorajaram-nos a adotar o estilo de vida de seu mestre, com a finalidade de ensinar a outros. 
O discipulado cristão é um relacionamento de mestre e aluno baseado no modelo de Cristo e seus discípulos, no qual o mestre reproduz no aluno a plenitude da vida que tem em Cristo e que o aluno é capaz de treinar outros para ensinarem a outros.