segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

PERDÃO - QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA



A FORÇA DO PERDÃO

Lucas 6:27-36 e Mateus 18:21-22


INTRODUÇÃO: Um príncipe árabe estava sentado em sua tenda quando ouviu pessoas gritando; os gritos vinham se aproximando, peguem não o deixem escapar! De repente um rapaz invadiu sua tenda e, tremendo, ocultou-se atrás dele. Segundos depois chegaram os seus perseguidores e insistiam com o príncipe dizendo: “entregue-nos o garoto, ele matou uma pessoa e segundo as nossas leis tem que pagar com a própria vida”. O príncipe vendo a situação desesperadora do rapaz e se condoendo dele disse: “este jovem entrou em minha tenda em busca de refúgio, enquanto estiver sob a minha proteção ninguém o tocará, eu o perdôo pela sua falta”. Um dos perseguidores insistiu: “senhor ele tem que ser punido, venha e veja com seus próprios olhos, a pessoa que ele matou foi o seu filho”. Diante desta drástica revelação, o príncipe, depois de alguns instantes, falou: “o meu perdão já foi dado, e já que não mais vive o meu filho, vou criá-lo como se fosse o meu filho que ele matou”.

I. A FORÇA DO PERDÃO TRAZ A EFICÁCIA DE TRANSFORMAR A VIDA (Lc 6:27-31)
1. Muda nossa concepção e sentimentos em relação aos outros. Se liberarmos perdão vamos poder cumprir o mandamento que Jesus nos apresentou: Amar os inimigos (v. 27a). Fazer o bem a todos (v. 27b). Bendizer e nunca maldizer (v. 28a). Orar pelos que nos perseguem (v. 28).
2. Por trás do perdão há um poder eficaz (vv. 29, 30). Paz para nossa alma – só através do ato de perdoar nos levará a desfrutar paz interior. Não podemos esperar que o mundo mude se não começarmos a mudança em nós. Nós temos que mudar primeiro (v. 31). Aquilo que queremos que os outros façam, devemos fazer primeiro.

II. A FORCA DO PERDÃO TRAZ A GRAÇA DE AGRADAR A DEUS (vv.32-35)
1. Amando ao próximo testemunhamos nossa fé (vv. 32, 34). Perdoar não é uma opção, mas uma obrigação (v. 35 a). Se não perdoamos, transgredimos a Lei de Deus (v. 36)
2. Amando e perdoando ao próximo, recebemos muitas bênçãos (v. 35 b). Há grande recompensa para eu tomar a atitude de perdoar: "... e será grande vosso galardão..."

III. A FORÇA DO PERDÃO TRAZ UMA AÇÃO ILIMITADA PORQUE PROVEM DE DEUS (Mt 18:21, 22)
1. Se limitarmos o perdão, estamos limitando a Deus (v. 21). À medida do nosso perdão é a medida do poder que Deus libera sobre nós.
2. Deus nos oferece a capacidade de perdoar sempre (v. 22). Só não perdoa quem não quer. Deus deu-os esta condição. Muitos dizem que não têm força para perdoar. Perdão é questão de decisão.

CONCLUSÃO: A ciência tem atribuído ao ódio e ao rancor, uma infinidade de enfermidades que se manifestam no corpo humano. E o mais surpreendente, quando o enfermo libera o perdão, sua enfermidade desaparece com muito muita eficácia que se tivesse recebido a dose do melhor antibiótico disponível no mercado. Perdoar faz bem àquele que perdoa e nos aproxima de Deus, que por amor ao mundo enviou Jesus a fim de conceder perdão e restauração.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Quando se faz o que não se devia fazer


Quando se faz o que não se devia fazer

Edom não devia ter feito isso e aquilo, mas fez. Eu não devia ter feito isso e aquilo, mas fiz. Você não devia ter feito isso e aquilo, mas fez. Foi um grande erro fazer o que não deveria ser feito. Agora, Edom, você e eu “estamos recebendo o que os nossos atos merecem” (Lc 23.41, NVI).

Quem é Edom? O que ele fez de errado? Edom é Esaú, o irmão gêmeo de Jacó, filho de Rebeca e Isaque. O Edom que fez o que não devia fazer não é a pessoa de Edom, mas os seus descendentes, os edomitas, um povo aparentado com os israelitas. É a eles que se dirige a melancólica reprimenda do profeta Obadias (versículos 12 a 14):

“Você não devia ter olhado com satisfação o dia da desgraça de seu irmão”.
“Você não devia ter se alegrado com a destruição do povo de Judá”.
“Você não devia ter falado com arrogância no dia da sua aflição”.
“Você não devia ter entrado pelas portas do meu povo no dia da sua calamidade”.
“Você não devia ter ficado alegre com o sofrimento dele no dia da sua ruína”.
“Você não devia ter roubado a riqueza dele no dia da sua desgraça”.
“Você não devia ter esperado nas encruzilhadas, para matar os que conseguiram escapar”.
“Você não devia ter entregado os sobreviventes no dia da sua aflição”.

Ao todo são oito “não devia”, mas todos os oito “não devia ter feito” foram feitos por Edom.
A lembrança dos muitos “não devia” realizados, provoca remorso (inquietação de consciência por culpa ou crime cometido), uma dor simplesmente insuportável.

As nossas confissões do “não devia” estão por aí:
“Não devia ter comido da árvore do conhecimento do bem e do mal”.
“Não devia ter me deitado com a mulher de Urias”.
“Não devia ter negado três vezes o meu Senhor”.
“Não devia ter traído sangue inocente”.
“Não devia ter dado meu voto contra os santos quando eles eram condenados à morte”.
“Não devia ter engravidado aquela garota de 15 anos”.
“Não devia ter expulsado minha filha de casa”.
“Não devia ter me iniciado nas drogas”.
“Não devia ter posto fogo naquele índio velho”.
“Não devia ter ordenado o Holocausto”.
“Não devia ter levado a efeito o ato terrorista de 11 de setembro”.
“Não devia ter invadido o Iraque nem torturado os seus presos”.
“Não devia continuar com a política do olho por olho e dente por dente”.
“Não devia ter comprado sem antes fazer um balanço das suas contas”.
“Não devia ter emprestado esse cheque de uma outra pessoa”;
“Não devia ter ultrapassado o sinal vermelho”.
“Não devia ter falado da vida alheia”.

Depois de tantos e vergonhosos equívocos, resta o juízo de Deus. Ou, quem sabe, a sua misericórdia. Para alcançar a misericórdia do Senhor é preciso confessar e pedir perdão a Deus e à pessoa prejudicada, conviver com as conseqüências naturais dos equívocos cometidos e aprender a negar-se a si mesmo para evitar outros “não devia”.


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Prenda o que te prende

Foi na época dos juízes. Uma mulher, chamada Débora, falou com um homem: “Levanta-te, Baraque, e leva presos os que te prenderam” (Jz 5.12). Não há vitória mais espetacular do que esta: prender o que o prende. O que isso significa de fato?

Significa libertação dos inimigos internos:
Vitória sobre a ira,
Vitória sobre a inveja,
Vitória sobre o mau gênio,
Vitória sobre a timidez,
Vitória sobre a preguiça,
Vitória sobre os traumas do passado,
Vitória sobre o desejo de pornografia,
Vitória sobre a dependência química,
Vitória sobre os complexos.

Antes encarcerado e subjugado por essas e outras coisas, agora você é um homem livre. Você conseguiu vencer o que o vencia. Você aprendeu a praticar a arte de negar-se a si mesmo, de dizer “não” aos desejos interiores, de não soltar os males que estão dentro de você e que o contaminam (Mc 7.21-23).

Combina maravilhosamente com esse cântico de Débora, o cântico de Davi (Sl 68.18), que Paulo transcreveu na Epístola aos Efésios: “Quando Ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens” (Ef 4.8). Se Jesus levou cativo o cativeiro, você está potencialmente livre. O que o oprimia, o que o subjugava, o que o infelicitava, Ele tirou de cima de você e levou para longe. Foi por causa disso que Jesus exclamou: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8.32).

A palavra de Débora deve soar continuamente em seus ouvidos: “Levanta-te e leva presos os que te prenderam”. Não deixe por menos. Não é para você ser levado preso caminho afora, na situação humilhante de um condenado. É para você levar preso hoje o que outrora o condenava.

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8:32).
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mt 11:28).

Em letras grandes (com adaptações)
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Cuidado com a mulher adúltera

O aliciamento tendo em vista o adultério é feito tanto pelo homem como pela mulher. Não é correto nem justo supor que essa prática é mais masculina do que feminina. A Bíblia registra duas histórias notáveis de mulheres casadas que foram em busca de outro homem. As histórias são parecidíssimas no primeiro momento, mas na resposta dada por aqueles com os quais as duas mulheres queriam se deitar, as histórias são muito diferentes.

As duas mulheres se ofereceram, insistiram, deram garantias de segurança, agarraram os homens que desejavam. A primeira aproveitou-se de que ninguém estava em casa (Gn 39.11). A segunda alegou que o marido havia saído para uma longa viagem de negócios e não voltaria “antes da lua cheia” (Pv 7.19, 20).

Os dois homens eram jovens e solteiros. O primeiro disse não a todas as investidas da mulher casada. Quando ela o agarrou, ele fugiu. O segundo não resistiu à sedução da mulher casada, que o convidou para embriagar-se de carícias até o amanhecer numa cama coberta de linho fino e perfumada. Quando ela o beijou e o agarrou em plena rua, sob a proteção das sombras da noite, o rapaz se deixou levar, como o boi que vai para o matadouro.

O primeiro rapaz era filho de Jacó e administrador dos bens de Potifar, marido da mulher que tentou seduzi-lo (Gn 39.1-23).

O segundo não tem nome próprio, mas é chamado ora de inexperiente ora de imprudente ora de ingênuo ora de néscio e também de “adolescente sem juízo”, nas diferentes versões da Bíblia (Pv 7.6-27).

O disciplinado José foi parar no palácio de Faraó e ocupou um dos ministérios do governo egípcio numa fase extremamente difícil. O jovem inexperiente foi parar no alçapão que prende os pássaros que dele se aproximam.

Solteiro ou casado tome todo o cuidado com o aliciamento da mulher casada! Não vá para o matadouro nem caia no alçapão.

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011


VIVENDO VITORIOSAMENTE PELA FÉ
Tg 2:14-20


INTRODUÇÃO: Segundo o escritor aos hebreus, "fé é a certeza de cousas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem." (Hb 11:1). Em outras palavras: fé é a certeza, é convicção de que Deus irá fazer exatamente aquilo que Ele prometeu em sua Palavra, a Bíblia.

Dois tipos de fé

Tiago diz que há dois tipos de fé: a viva e a morta. Para ser viva a fé precisa ser produtiva. A fé não pode ficar apenas na base da teoria. Dizer que se crê em Deus pura e simplesmente não evidência de fato a fé. Há algo mais que se tem que fazer para essa fé ficar caracterizada, uma vez que a fé sem obras é morta. É exatamente aí que entra o sacrifício. O sacrifício identifica a fé de quem realiza. E ninguém é capaz de fazer um sacrifício sem que esteja convicto dos frutos dele.

Pagando o preço pela fé

A Bíblia mostra que os heróis da fé fizeram sacrifícios em razão da crença que tinham no coração: Abel, por causa da fé, ofereceu mais agradável sacrifício que Caim; Abraão, quando posto a prova, ofereceu Isaque como sacrifício simplesmente por causa da qualidade de fé que possuía. Ele teve que caminhar três dias consecutivos com Isaque até ao Monte determinado por Deus para o sacrifício do filho. Essa longa caminhada de três dias caracterizou sua fé consciente.

Use a fé com inteligência

Quando a fé não é usada com inteligência então ela torna-se cega. E uma fé cega jamais pode trazer benefícios. Pelo contrário, a pessoa cuja fé é cega passa a ser escrava da religião que professa. A fé cega tem conduzido as pessoas aos desequilíbrios emocionais. Daí a razão porque tanta gente crê em Deus e vive uma vida nos limites da miséria e do fracasso. O Senhor Jesus disse: "…e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (João 8.32). O acesso à verdade só é possível pelo conhecimento da Palavra de Deus, e isso somente é possível com o auxílio do intelecto. A meditação da Palavra de Deus (inteligência) somado à crença na mesma (fé) resulta no conhecimento da verdade que liberta.

Empenhe sua fé na conquista

Uma medida de fé vem de Deus, a partir daí é pela Palavra de Deus (Rm 10:17), mas para exercitá-la e conquistar seus benefícios é preciso ter coragem para sacrificar. Por que o sacrifício é o preço da conquista? Porque no sacrifício há a ação da fé. Nenhum trabalhador teria coragem de sacrificar oito horas por dia durante todo o mês sem que estivesse convicto de receber no final do mês o salário referente àquele trabalho. Assim também acontece com o lavrador! Ele não sacrificaria as sementes na terra se não tivesse fé para colher muitas vezes mais. De fato a fé exige o sacrifício para trazer à existência aquilo que não existe.

CONCLUSÃO: “Mas o justo viverá da fé; e, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele. Nós, porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que crêem para a {ou o ganho} conservação da alma” (Hb 10:38-39).

QUAIS AS BASES DA FELICIDADE DO JUSTO?
Salmo 1

INTRODUÇÃO: O Sl 1 serve como introdução a todo o livro dos Salmos. Ele apresenta um contraste entre os dois únicos tipos de pessoas do ponto de vista de Deus, tendo cada tipo um conjunto distintivo de princípios de vida:
(1) os justos, que são caracterizados pela retidão, pelo amor, pela obediência à Palavra de Deus e pela separação do mundo (vv. 1,2);
(2) os ímpios, que representam o modo de ser e as idéias do mundo, que não permanecem na Palavra de Deus, e que por isso não têm parte na assembléia do povo de Deus (vv. 4,5).
Deus conhece e abençoa o justo, mas o ímpio não tem parte no Reino de Deus (1 Co 6.9) e perecerá (v. 6). A separação entre esses dois grupos de pessoas existirá no decurso da história da redenção e continuará na eternidade. Veremos hoje quais as atitudes do justo que o garantem a felicidade:

I – NÃO ANDA SEGUNDO O CONSELHO DOS ÍMPIOS – Sl 119:1-3
O primeiro versículo do livro dos Salmos ressalta a distinção entre os justos e os ímpios. Os crentes verdadeiros podem ser conhecidos pelas coisas que praticam, pelos lugares que freqüentam e pelas pessoas com as quais convivem. Ninguém pode experimentar a bênção de Deus se não evitar as coisas danosas ou destrutivas, Sl 119:110. 
O homem e a mulher de Deus precisa manter-se longe das influências da impiedade desse mundo, quer seja numa amizade, ma mídia ou em literaturas. “Diga-me com quem tu andas e te direi quem és”; ou “diga-me o que lês ou o que vês e te direi o que serás”. Veja Sl 119:95.

II – TEM O SEU PRAZER NA LEI DO SENHOR – Sl 119:16, 72
Os santos de Deus não somente evitam o mal, como também edificam a sua vida em torno das Palavras do Senhor. Procuram obedecer à vontade de Deus porque seus corações realmente têm prazer nos caminhos e mandamentos do Senhor (ver 2 Ts 2.10, onde os ímpios perecem porque não querem amar a verdade).
A motivação das atitudes do justo provém de um coração redimido, conquistado pela verdade de Deus conforme registrado na sua Palavra.

III – NA SUA LEI MEDITA DE DIA E DE NOITE – Sl 119:97
Aqueles que procuram viver na bênção de Deus, meditam na sua lei (i.e., na sua Palavra), a fim de moldarem seus pensamentos, atitudes e ações. Lêem as palavras das Escrituras, meditam nelas e as comparam com outros trechos bíblicos. Ao meditarem num texto bíblico, vêm às suas mentes perguntas como estas:
1.       O Espírito de Deus está aplicando este versículo à minha condição no momento?
2.       Há aqui uma promessa para eu buscar?
3.       Este texto revela um pecado específico que devo empenhar-me em evitar? Deus está dando-me uma ordem para eu obedecer?
4.       Meu espírito está em harmonia com o que o Espírito Santo está dizendo aqui?
5.       Este texto revela uma verdade a respeito de Deus, da salvação, do mundo, ou da minha obediência pessoal a Deus, a respeito da qual preciso receber a iluminação do Espírito Santo?
Procure aplicar a Palavra de Deus à sua vida todos os dias e serás bem sucedido.

CONCLUSÃO: Os que fielmente buscam a Deus e à sua Palavra terão vida no Espírito. Uma vez que a água representa o Espírito de Deus (Jo 7.38,39), os que são instruídos por Deus e guardam a sua Palavra terão em si uma fonte de vida inesgotável da parte do Espírito. A expressão “tudo quanto fizer prosperará” não significa que o crente nunca terá problemas nem reveses, mas, sim, que o justo conhecerá a vontade de Deus e a sua bênção (3 Jo 2). 
Os ímpios descritos como os pecadores impenitentes se apresentarão como: a moinha lançada para longe por forças que não conseguem ver (v. 4; Ef 2.2); serão condenados na presença de Deus no dia do juízo (v. 5; Sl 76.7; Ml 3.2; Mt 25.31-46; Ap 6.17); perecerão eternamente (v. 6; Mt 10.28). A escolha é sua. Queres embasar sua felicidade na Palavra de Deus ou investir numa vida de prazer aparente e se perder no futuro?

UMA FÉ COMPROVADA


UMA FÉ COMPROVADA
Gn 12:1-20

INTRODUÇÃO: Para todos os que crêem e servem a Deus Abraão é considerado o pai na fé. A Palavra afirma que Abraão creu em Deus e isso lhe foi imputado como justiça. Portanto devemos aprender com Abraão como se vive pela fé, porque sem fé é impossível agradar a Deus.

TRANSIÇÃO: O texto básico fala-nos de um grande desafio lançado a Abraão, que deveria sair da sua terra, da sua parentela e da casa de seus pais e rumar para o incerto, mas com a garantia de muitas bênçãos – de ti farei uma grande nação; te abençoarei grandemente. Mas para que pudesse ser honrado deu alguns passos que comprovaram a veracidade da sua fé. Vejamos em Abraão o que é uma fé comprovada:

1.       É UMA FÉ QUE SE ARRISCA – Hb 11:8
Abraão sendo rico arriscou tudo indo para o incerto aos olhos humanos. Humanamente falando, ele estava trocando o certo pelo duvidoso. No entanto, a fé que não tem coragem de se arriscar não tem valor algum. Deixou toda a estabilidade que possuía e foi para uma outra terra, simplesmente, baseado numa promessa. Deus é fiel para cumprir suas promessas: "O caminho de Deus é perfeito; a palavra do Senhor é provada; ele é escudo para todos os que nele se refugiam" (Sl 18:30).
Vale a pena arriscar em nome de Deus: "Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto" (Dt 32:4).
Jesus é outro exemplo de alguém que se arriscou, pois sendo rico se fez pobre por amor de nós, sendo Senhor e Rei se tornou servo, deixando seu trono de glória veio ao mundo morrer pregado numa cruz para nos tornar enriquecidos com a sua graça: "pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos" (2 Coríntios 8:9).

2.       É UMA FÉ QUE CONFIA EM QUALQUER SITUAÇÃO
Abraão foi testado em muitos pontos da sua vida: o desafio de sair da sua terra, ser pai sendo de idade avançada, sacrificar o filho, etc. Se a fé for verdadeira ela permanecerá firme em qualquer situação: "Em ti, pois, confiam os que conhecem o teu nome, porque tu, Senhor, não desamparas os que te buscam" (Salmos 9:10).
Veja o que o salmista declara e faça desta declaração seu lema de fé: "Ainda que um exército se acampe contra mim, não se atemorizará o meu coração; e, se estourar contra mim a guerra, ainda assim terei confiança" (Salmos 27:3).

3.       É UMA FÉ QUE ENTREGA SEM TEMER
Quando Deus pediu a Abraão o filho, através do qual multiplicaria a sua descendência, muitos poderiam ter entrado numa crise com Deus, mas Abraão obedeceu, crendo que Deus não falharia em sua promessa: "Pela fé, Abraão, quando posto à prova, ofereceu Isaque; estava mesmo para sacrificar o seu unigênito aquele que acolheu alegremente as promessas, a quem se tinha dito: Em Isaque será chamada a tua descendência" (Hebreus 11:17-18).
O salmista convida-nos a entregar-nos a Deus sem reservas: "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará" (Salmos 37:5).
Deus cuida de seus servos: "lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós" (1 Pedro 5:7).

CONCLUSÃO: Ler 1 Pedro 1:3-9

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Vivendo acima das circunstâncias


VIVENDO ACIMA DAS CIRCUNSTÂNCIAS
Rm 8:31-39

INTRODUÇÃO: Fomos chamados para viver acima das circunstâncias e ter os nossos olhos no Senhor. As Escrituras Sagradas nos dizem que Satanás veio para roubar, matar e destruir, Jo 10:10. Jesus Cristo, por sua vez, veio para nos dar vida e vida com abundância. Precisamos no ano novo demonstrar o crescimento que as dificuldades nos ensinaram no transcorrer deste ano.

TRANSIÇÃO: O texto básico diz que em Deus somos mais que vencedores e seguros. O vs. 37 afirma: que “em todas as coisas somos mais que vencedores”. Isto é, se estivermos em Jesus. Para viver acima das circunstâncias é necessário que você:

I – TENHA ESPERANÇA EM DEUS
·        O ser humano tem mais facilidade para confiar naquilo que se acha bem diante dos seus olhos, ao alcance de sua mão. Todavia qualquer um dos seres ou objetos em que nos apoiamos pode falhar, demonstrando assim que não era digno da confiança que depositamos nele. O único em quem podemos confiar totalmente, em cuja Palavra podemos nos apoiar é Deus. Só ele nos concede a verdadeira segurança e sensação de felicidade. É o que vemos em Provérbios 16.20: “O que confia no Senhor, esse é feliz”. E o profeta Isaías (30.18b) revela: “Porque o Senhor é Deus de justiça; bem-aventurados todos os que nele esperam”.
·        As promessas de Deus se cumprem: “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?” (Nm 23:19).
·        A Palavra de Deus é permanente: “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão” (Mt 24:35).

II - CAMINHE SEMPRE PELA FÉ
·        Nossas ações revelam nossas convicções: “todavia, o meu justo viverá pela fé; e: Se retroceder, nele não se compraz a minha alma. Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma” (Hb 10:38-39).
·        A fé cresce em quatro situações: quando é alimentada, quando é acionada, quando é provada, e quando é premiada com a resposta de Deus.
·        Infelizmente, nem sempre alimentamos a fé como deveríamos, e nem sempre a acionamos. Por isso Deus a põe à prova, pois "a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma" (Tiago 1.3,4 - NVI).

III – ENTENDA QUE AS AFLIÇÕES SÃO TEMPORÁRIAS
·        “O justo passa por muitas adversidades, mas o Senhor o livra de todas” (Salmo 34.19 - NVI).
·        controle que Jesus exerceu sobre o vento e sobre as ondas transformou o medo dos discípulos em espantosa admiração. Nós também experimentaremos admiração semelhante no meio das maiores dificuldades que enfrentarmos - se permanecermos firmes até a resposta chegar.
·        “Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas” (2 Co 4:16-18).

CONCLUSÃO: Viver acima das adversidades não significa “negar” a existência delas. Significa, isso sim, não deixar que elas se tornem o fator determinante de nossa vida. Aliás, o que é a realidade? Só Deus constitui uma realidade concreta; só ele é imutável. Tudo o mais muda, inclusive as situações da vida.

O Melhor Presente de Todos

O Natal é a época do ano em que enfrentamos shoppings lotados, gastamos até o último tostão e estouramos o limite do cartão de crédito tentando comprar presentes para todos os que amamos – e até para alguns que não amamos. Mas o maior presente de todos não custa nem um centavo. Não é preciso ficar em pé numa loja apinhada de gente esperando ser atendido para poder comprá-lo. Não é preciso esvaziar a carteira para pagar por ele. E não é preciso sacar o cartão de crédito e acrescentar mais um débito à sua conta já sobrecarregada. Clique no link a seguir e leia mais: O Melhor Presente de Todos