O apóstolo Paulo, que nos deu as características mais descritivas dos “últimos dias”, chamou-os de “tempos difíceis” – particularmente ao descrever os costumes da humanidade durante os últimos dias da Igreja um pouco antes do retorno de Cristo (2 Tm 3). Ele usou termos como “egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder...” (2 Tm 3.2-5).Poderíamos passar semanas apenas ilustrando tais comportamentos olhando as páginas de qualquer jornal, desde o caderno dos esportes até o das celebridades.
CLIQUE NO LINK OU NO TÍTULO E LEIA A MENSAGEM COMPLETA.
IGREJA PRESBITERIANA RENOVADA EM SÃO JOSÉ - SANTA CATARINA - Avivamento e Crescimento nas Sagradas Escrituras
Mostrando postagens com marcador arrebatamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador arrebatamento. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Já Estamos Vivendo Nos Tempos Difíceis? | Artigos | Chamada
Já Estamos Vivendo Nos Tempos Difíceis? | Artigos | Chamada
domingo, 18 de março de 2012
Um Lugar Antiquado Aos Incrédulos
QUE FARIAS NO CÉU?
Supondo que, após rejeitares Jesus, pudesses entrar no céu, antes que te pedissem o passaporte, salvo-conduto ou outro qualquer documento de identidade, quer dizer, antes que fizessem a chamada e verificassem que o teu nome não estava inscrito no Livro da Vida. Se tal acontecesse, que farias no céu? É possível que os seres celestes não te expulsassem abruptamente dali, mas um simples olhar pelo ambiente repassado de santidade e saturado de pureza, seria suficiente para deixar-te transtornado, confuso e desejoso de sair, ó mais breve possível, das moradas dos anjos, pois a tua consciência impura e má, lutaria para não permanecer no céu.
Ao deparares com os habitantes da glória, e fixando o olhar nas vestes de justiça, único traje que se usa ali, notarias, surpreso, que estavas nu, pois rejeitaste a veste de justiça que Jesus te ofereceu, e que farias no céu nessa condição de desespero e contraste? Por certo fugirias envergonhado e humilhado por haveres entrado num lugar de santidade sem estares em condições de o fazer. Que farias no céu se os anjos, tomando suas harpas ferissem acordes e arrancassem harmonias tão estranhas, tão doces e tão puras que a tua mente não pudesse reter? O que tinhas a fazer, ante o brilho da sinfonia angelical que enche os céus de louvor e ações de graças ao Cordeiro, já que não os podias acompanhar, repetimos, o que tinhas a fazer era fugir espavorido, impossibilitado de suportar a doçura da música divina e o cântico dos anjos, porque a pureza do céu amedronta a carne pecaminosa e vil que não obteve perdão.
Se te achasses entre a multidão de santos e anjos, manifestando sua perene e incontável alegria, sem que os teus lábios pudessem descerrar-se e acompanhá-los, por não estares salvo por Cristo e identificado com os seres celestes, dize-me, amigo, que farias no céu? Imagino que, desejarias antes estar nas escuras cavernas da terra que estar na companhia dos salvos, pois diante de tal situação a agonia do teu espírito seria mais forte do que qualquer resistência física.
Se tivesses de andar nas ruas de ouro, sem estares calcado com a preparação do Evangelho, sentirias a tristeza e angústia que o pavão sente ao reparar o contraste da beleza sem par de sua plumagem, com a feiura dos pés sem gosto nem estética em que se apóia. Que farias no céu, ao reconheceres que estavas descalço, pisando sobre coisas sagradas? Reconheço quão incômoda, embaraçosa e insuportável seria a presença da impiedade dentro da cidade de Deus, Que farias numa terra cuja linguagem desconheces, vendo outros entregues ao prazer de amigáveis e enternecidos colóquios, e tu condenado a permanecer mudo e solitário por toda a eternidade? No céu, amigo, ninguém te repreenderia. Os habitantes dos céus distilam compaixão e amor; porém o olhar dos santos e a afeição dos salvos seriam acusações tão fortes à tua impiedade que não resistirias encara-los, em virtude de haveres rejeitado a redenção e a vida. Se tentasses defrontar-te com os anjos, temerias, desejadas antes a morte do que teres de fica na presença de Cristo. É loucura alguém pretender o céu sem se identificar com Cristo e Seu Evangelho aqui na terra.
O coração transbordante de ódio e maquinando males, não achara gozo no próprio céu. Enquanto o homem não receber perdão e não possuir redenção, será infeliz, mesmo que consiga subir até ao céu. Para o homem sem Cristo, não há céu, porque a vida de impiedade e egoísmo transforma o céu em lugar de sofrimento, isto é, aquele que não for justificado pela fé, tanto faz viver na terra como subir ao céu, será sempre uma vítima do coração enganoso.
Quem expulsa o homem do céu e dos domínios da fé, é a condição em que o mesmo vive. O pecado fez com que Adão fugisse do Paraíso. O mesmo pecado faz com que o homem se afaste do céu. Dize-me, amigo, se te fosse franqueado o céu, sem estares salvo, aceitarias viver ali? Que prazer desfruta-rias num país em que serias uma anormalidade? Não seria um tormento sem fim o teu desajustamento no céu? Pensas que sobreviverias ao sofrimento moral de viver no céu à luz da santidade de Deus?
Que farias então, no céu? Se até hoje pensaste em ir ao céu sem Jesus, desilude-te, lembra-te de que o céu não é céu simplesmente por ser céu, mas é céu porque a santidade de Deus o purifica, a luz do Cordeiro o alumia e a sabedoria do Todo-Poderoso o governa. Que farias no céu sem estares salvo? Responde tu mesmo a esta pergunta.
Emílio Conde - Nos domínios da fé
Marcadores:
arrebatamento,
celestial,
céu,
cidade santa,
descanso,
Espírito Santo,
eternidade,
ímpio,
Jesus,
justo,
mansão celeste,
morada celestial,
segunda vinda,
vida eterna,
vinda
quarta-feira, 18 de maio de 2011
O Que a Bíblia Tem a Dizer Sobre Marcar Datas Proféticas? | Mensagens | Chamada
Nosso Senhor foi bem enfático ao ensinar sobre Sua volta. Em pelo menos cinco passagens (sete, se forem incluídas passagens paralelas), Jesus advertiu os discípulos e crentes contra marcar datas. Mas, como já vimos, em toda a história da Igreja houve uma quantidade incrível de especulações relativas a datas. Jesus enfatizou a profecia e o entendimento dela nos Seus ensinamentos. Ele não evitou nem descartou sua relevância; fez exatamente o oposto. Ele enfatizou a importância da profecia para entendermos Sua vida e Seu ministério. Mas também explicou que há alguns aspectos do futuro que não podem ser conhecidos com precisão. Sua volta é certa, mas o momento exato não. Jesus entendia a vontade humana de conhecer o futuro, mas não permitiu que Seus seguidores caíssem nas tentações dos videntes: O Que a Bíblia Tem a Dizer Sobre Marcar Datas Proféticas? | Mensagens | Chamada
Assinar:
Postagens (Atom)